terça-feira, junho 30, 2026

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colheita acelera e mercado registra queda



Preço do arroz apresentou uma leve queda no Rio Grande do Sul




Foto: Pixabay

O boletim da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (27), aponta avanço na colheita do arroz no Rio Grande do Sul, especialmente na Fronteira Oeste. Na região administrativa de Bagé, 9% da área cultivada já foi colhida. Em Itaqui, os trabalhos estão adiantados, com 20% dos 67 mil hectares colhidos. Já em São Borja, a colheita atinge 15% dos 33.965 hectares cultivados. No geral, 33% das lavouras da região ainda estão em enchimento de grãos, enquanto 31% encontram-se em maturação.

Na Região da Campanha, a colheita ainda está no início, com 33% das lavouras em floração e 45% em enchimento de grãos. Já na Região de Pelotas, a maior parte da cultura segue em desenvolvimento: 55% das áreas estão na fase de granação, 35% em floração e 10% maduras e prontas para a colheita. Produtores da região realizam manutenção em estradas e equipamentos para garantir o escoamento da produção.

A Região de Santa Maria registrou redução na área plantada devido aos estragos causados pela enchente de maio de 2025, que comprometeu a estrutura de irrigação e contenção. A colheita já foi realizada em 5% da área, enquanto 26% das lavouras estão em maturação e 50% em enchimento de grãos.

Apesar do avanço na colheita, o preço do arroz apresentou uma leve queda no mercado. Segundo levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar, o valor médio da saca de 50 quilos registrou redução de 2,15% na última semana, passando de R$ 96,93 para R$ 94,85.





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Rajadas de vento com 70 km/h atingem regiões do Brasil; saiba quais



A Climatempo divulgou mais um relatório com as condições do tempo em todo o Brasil. Em São Paulo, por exemplo, a terça-feira será de sol ao longo do dia, com previsão de pancadas de chuva na parte da tarde e noite. O acumulado esperado é de 10 mm e a temperatura máxima será de 33ºC. Previsão parecida com o restante do país, entretanto, em algumas localidades, rajadas de vento podem causar problemas! Saiba onde:

Região Sul pode ter rajadas de vento

O tempo será predominantemente ensolarado, com poucas chances de chuva. O destaque será para as temperaturas, que seguem elevadas nos três estados da região. Há chance de pancadas isoladas de chuva devido ao excesso de calor na faixa oeste do Rio Grande do Sul, litoral norte de Santa Catarina e na faixa norte e litoral do Paraná. Destaque para rajadas de vento entre 40 e 50 km/h no centro do Rio Grande do Sul. O vento ganha intensidade no litoral do RS, soprando entre 51 e 70 km/h entre Tramandaí e Torres.

Sudeste

As rajadas de vento não alcançam a região. O tempo quente segue predominando, mas a chance de chuva aumenta devido à sequência de dias quentes. Há previsão de pancadas de chuva de moderada a forte intensidade em todo o estado de São Paulo, sul e leste de Minas Gerais. Destaque para o Espírito Santo, onde a chance de chuva aumenta. No interior do estado, há previsão de pancadas de chuva de moderada a forte intensidade. No litoral, incluindo a capital Vitória, o alerta é para temporais.

Centro-Oeste

A circulação de ventos em altos níveis mantém instabilidades sobre Mato Grosso e o noroeste de Mato Grosso do Sul. Cuiabá segue em atenção para chuva de moderada a forte intensidade à tarde. Já no oeste e centro de Mato Grosso do Sul, o dia será ensolarado, com possibilidade de chuvas isoladas. Em Campo Grande, o calor será intenso, com pouca chance de chuva. Goiás e o Distrito Federal terão tempo firme, sem precipitações.

Nordeste

A Zona de Convergência Intertropical mantém instabilidades entre Maranhão, Piauí e litoral do Ceará, com previsão de chuva forte ao longo do dia e alerta para São Luís, Teresina e Fortaleza. Entre Natal e Salvador, e no extremo sul da Bahia, as chuvas serão rápidas e passageiras, ocorrendo entre a madrugada e a manhã. No interior nordestino, o tempo continua seco e muito quente.

Norte

O calor e a umidade favorecem a formação de instabilidades, com alerta para o Amazonas, Acre e Rondônia. Entre o Amapá e o Pará, há situação de perigo devido à atuação da Zona de Convergência Intertropical. No Tocantins, a chuva ocorre em áreas do norte, oeste e centro do estado, com pancadas na capital. No interior, o tempo seguirá estável. Em Roraima, o dia será ensolarado e seco.



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China retalia os EUA com tarifas sobre alimentos e produtos agrícolas



Após as tarifas de 25% sobre as importações do Canadá e México e uma adicional de 10% contra a China entrarem em vigor – impostas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump – os chineses e canadenses anunciaram medidas retaliatórias e é esperado que os mexicanos tomem medidas semelhantes.

Nesta terça-feira (4), Pequim retaliou os americanos com um aumento de próprias tarifas sobre alimentos importados dos Estados Unidos e essencialmente bloqueando vendas para 15 empresas do país.

Tarifas de 15% e 10%

O Ministério das Finanças da China aplicou tarifas de 15% sobre importações de frango, trigo, milho e algodão dos EUA e tarifas de 10% sobre outros alimentos, incluindo soja e laticínios. Além disso, o Ministério do Comércio declarou que 15 empresas americanas, incluindo a Skydio — maior fabricante de drones dos EUA e fornecedora do exército e serviços de emergência do país — não poderão mais comprar produtos chineses sem autorização especial.

A China é o maior mercado externo para os agricultores americanos, exercendo forte influência sobre os preços e a demanda nos mercados de commodities do Meio-Oeste dos EUA.

A potência asiática também entrou com uma ação na Organização Mundial do Comércio, alegando descumprimento das regras do cartel pelos americanos.O primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, aumentou as tarifas sobre quase US$ 100 bilhões em importações dos Estados Unidos por 21 dias.

Trump afirma que suas tarifas são essenciais para interromper o fluxo de fentanil para os EUA — um opioide sintético que causou centenas de milhares de mortes por overdose.



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hora de proteger o solo


Com a colheita da soja concluída, o momento é propício para planejar a cobertura do solo, uma prática essencial para garantir a sustentabilidade do sistema produtivo. Segundo Gessí Ceccon, analista e engenheiro agrônomo da Embrapa Agropecuária Oeste (Dourados, MS), a cobertura do solo não apenas protege contra a erosão, mas também melhora as condições físicas do solo, favorecendo a produtividade futura. “A soja no verão tem um alto valor econômico, e por isso é a cultura predominante. No entanto, após sua colheita, precisamos focar em melhorar as condições do solo”, explica Ceccon.

O milho desponta como a principal espécie para sustentar o sistema de plantio direto, pois possui um sistema radicular agressivo que auxilia na descompactação do solo. “O milho, apesar do foco na produtividade de grãos, tem um papel fundamental na melhoria estrutural do solo. Suas raízes crescem profundamente, aproveitando a umidade residual e criando poros para infiltração da água”, destaca o engenheiro.

Outro ponto essencial é a consorciação do milho com a braquiária, estratégia que a Embrapa vem pesquisando há 20 anos. As raízes de milho produzem poros maiores e as raízes de braquiária poros menores, ambos importantes para a infiltração e armazenamento de água no solo. Apesar de algumas dificuldades técnicas no manejo da população de plantas e no uso de herbicidas no consórcio, a técnica tem se mostrado eficaz. “A braquiária começa a se destacar quando o milho atinge a fase de maturidade, proporcionando uma cobertura uniforme e protegendo o solo contra a erosão e a perda de umidade”, pontua Ceccon.

A cobertura do solo com a braquiária também auxilia na fixação da palha, evitando que ventos fortes a desloquem, mantendo assim a proteção da superfície do solo. Após o período adequado para o plantio do milho, entra em cena a cobertura com plantas como a braquiária consorciada com leguminosas, sendo a mais indicada a crotalária ochroleuca. “A crotalária, diferente do milho e da braquiária, tem raiz pivotante que cresce profundamente, contribuindo para um perfil de solo mais estruturado”, explica Ceccon.

O manejo adequado também passa pelo momento correto de intervenção. Segundo Ceccon, um manejo na braquiária em junho é essencial para reiniciar a produção de massa e garantir qualidade na cobertura do solo. “Plantar braquiária solteira é coisa do passado. Sempre que possível, devemos associá-la a uma leguminosa para melhorar a qualidade da cobertura”, enfatiza. A adoção dessas estratégias permite que a soja seja semeada mais próxima da dessecação, garantindo melhor condição física do solo e maior eficiência produtiva da soja. “Cada detalhe faz diferença na produtividade e na sustentabilidade do sistema produtivo”, conclui Ceccon.





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China suspende a importação de carne de 3 empresas brasileiras



A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) confirmou a suspensão temporária de importação de carne bovina de três empresas brasileiras pela China. A medida, que passa a valer nesta segunda-feira, 3, abrange uma unidade da JBS em Mozarlândia (Goiás), uma da Frisa em Nanuque (Minas Gerais) e uma da Bon Mart em Presidente Prudente (São Paulo).

Em nota, a Abiec informou que a Administração-Geral de Aduanas da China (GACC) realizou auditorias remotas em três estabelecimentos exportadores de carne bovina do Brasil, dois da Argentina, um do Uruguai e um da Mongólia, este último referente às carnes bovina e ovina.

“Em todos os casos, foram identificadas não conformidades em relação aos requisitos chineses para o registro de estabelecimentos estrangeiros”, diz a entidade.

Com isso, o GACC determinou a suspensão temporária das importações destes estabelecimentos a partir de 3 de março de 2025. As empresas envolvidas já foram notificadas e estão adotando medidas corretivas para atender às exigências das autoridades chinesas, segundo a Abiec.

No pronunciamento, a associação destaca que os demais estabelecimentos habilitados seguem operando normalmente, assegurando o fluxo das exportações de carne bovina brasileira ao mercado chinês.

A Abiec afirma ainda que, em parceria com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), segue em diálogo com as autoridades competentes “para garantir a rápida resolução da questão”. A entidade encerra a nota dizendo que “o Brasil reafirma sua confiança na robustez do controle sanitário nacional, conduzido pelo Mapa, e segue trabalhando ativamente para solucionar os questionamentos apresentados com celeridade, garantindo a segurança e qualidade da carne bovina exportada”.

Procurada, a JBS afirmou que, por ser um tema setorial, o assunto está sendo tratado pela Abiec.



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como fica o pequeno produtor após medidas do governo



Com o foco no produtor rural, o Plano Safra dispõe de diversas linhas de crédito adaptadas às diferentes necessidades de agricultores e pecuaristas. Em linhas gerais, o programa se divide em três modalidades: custeio, comercialização e investimento. 

Nas últimas semanas, o Plano Safra 24/25 tem sido destaque devido à decisão do Ministério da Fazenda,  por meio da Secretaria do Tesouro Nacional,  em suspender novos financiamentos com juros equalizados, a partir de 21 de fevereiro. 

A medida também comunicou que apenas as linhas de custeio do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) seriam mantidas.

Isso quer dizer que para os produtores da agricultura familiar que necessitam financiar as despesas de produção agrícola, como mudas, adubos, sementes, corretivos de solos, defensivos, entre outros, nada muda.

A justificativa apresentada no ofício mencionou dois fatores principais: a alta taxa Selic e a não aprovação do Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2025.

Segundo a Agência Senado, a previsão é que o Congresso Nacional aprove a lei após o Carnaval.

Por que isso importa?

O projeto de lei do Orçamento de 2025 deveria ter sido aprovado em dezembro, mas será analisado apenas em março, após a formação da Comissão Mista de Orçamento (CMO).

Esse atraso impactou diretamente a execução do Plano Safra, fato que levou o Tesouro Nacional a suspender operações para evitar prejuízos financeiros às instituições que operam o crédito rural.

Isso ocorreu porque a equalização de juros — diferença entre a taxa cobrada pelo banco e a efetivamente paga pelo produtor —, é custeada pelo Tesouro.

Com a Selic em alta, esse custo aumenta consideravelmente. Para se ter uma ideia, a taxa passou de 10,5% ao ano, em setembro de 2024 para 13,25% em janeiro de 2025.

Liberação emergencial de R$ 4,18 bilhões

Diante do impasse, em 24 de fevereiro o Governo Federal publicou Medida Provisória (MP 1.289) no Diário Oficial da União (DOU), que liberava R$ 4,18 bilhões em crédito extraordinário para o Plano Safra 2024/25. 

Os recursos foram distribuídos da seguinte forma:

  • R$ 3,5 bilhões: destinados ao custeio, comercialização e investimento;
  • R$ 645,7 milhões: reservados para o Pronaf.

Em nota oficial, o governo justificou que a medida foi tomada para evitar impactos negativos na produção de alimentos e garantir a segurança alimentar do país.

O cenário macroeconômico, marcado pelo aumento acelerado das taxas de juros, também foi apontado como fator determinante para a liberação do crédito extraordinário.

E o pequeno produtor?

O Pronaf, principal linha de crédito para pequenos produtores, costuma ser o mais visado nesses momentos de instabilidade econômica.

No entanto, a Medida Provisória (MP 1.289) garante a continuidade do acesso ao crédito, assegurando investimentos rurais e agroindustriais. 

Ou seja, as instituições financeiras podem permitir financiamento para os produtores da agricultura familiar que identificarem a real necessidade de crédito e estiverem em conformidade com o que é solicitado pelos bancos. 

Dessa forma, pequenos produtores ainda podem contar com financiamento para manter suas atividades e ampliar sua produção, apesar das dificuldades impostas pelo cenário econômico atual.

Está com dúvida? O Sebrae pode te orientar!

De acordo com o Sebrae, a consciência da real necessidade de buscar crédito é fundamental para a saúde financeira dos negócios do pequeno produtor.

Com o intuito de impulsionar o desenvolvimento do agronegócio direcionado aos pequenos, a instituição atua como um direcionador para que o empreendedor entenda como alocar recursos visando rentabilidade e a garantia do pagamento do crédito solicitado, por meio de programas e cursos de capacitação.

A instituição explica que com essa atuação, o Sebrae contribui para que os pequenos produtores tenham acesso a recursos e possam enfrentar desafios econômicos com mais segurança.



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alta nos fretes e queda nas exportações


A edição de fevereiro do Boletim Logístico, divulgada na sexta-feira (28) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), aponta aumento na demanda por transporte interno e queda nas exportações de grãos na Bahia. A valorização dos fretes ocorre tanto pelo crescimento da procura quanto pela redução da oferta de prestadores de serviço.

Em Irecê, a demanda por transporte aumentou devido ao mercado aquecido da mamona, que registrou alta e atingiu R$ 300,00 por saca de 60 kg no final de janeiro. O setor de esmagamento de oleaginosas tem puxado essa alta nos preços.

Já em Luís Eduardo Magalhães, houve uma redução no volume transportado no início de 2025, apesar da alta nas cotações dos fretes. O deslocamento de transportadores para o Centro-Oeste, impulsionado pela demanda interna por milho e caroço de algodão, contribuiu para essa dinâmica. As exportações da região seguem para os portos de Salvador, Santos e São Luís, enquanto o mercado interno abastece o Nordeste, especialmente as regiões com forte presença da pecuária e avicultura.

Em Paripiranga, os valores do frete aumentaram para todos os destinos analisados. O milho apresentou valorização desde o final de 2024, atingindo R$ 70,00 por saca no fim de janeiro, impulsionado pelo período de entressafra e pela comercialização dos estoques armazenados nas propriedades rurais. Com a colheita acelerada no oeste da Bahia, a expectativa é que esses estoques sejam escoados até março.

No mercado externo, as exportações baianas registraram forte retração. Em janeiro de 2025, houve uma queda de 53,6% na exportação de soja, milho e algodão, em comparação com dezembro de 2024, refletindo o esgotamento dos estoques da safra 2023/24.

No setor da soja, foram exportadas 130 mil toneladas em janeiro de 2025, representando redução de 68,2% em relação ao mês anterior e queda de 75% na comparação anual. Do volume total exportado, 83,61% saíram pelo Porto de Salvador e 16,39% pelo Porto de São Luís.

Por outro lado, as exportações de algodão cresceram, atingindo 70 mil toneladas, um aumento de 117% em relação a janeiro de 2024 e 30,5% na comparação com dezembro de 2024. O escoamento foi feito principalmente pelo Porto de Santos (68,8%) e pelo Porto de Salvador (30,69%).





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Governo de Goiás impulsiona a formação em inovação agrícola


Estão abertas as inscrições para a segunda turma da Pós-Graduação Lato Sensu em Bioinsumos no Centro de Excelência em Bioinsumos (CEBIO) do Instituto Federal Goiano (IF Goiano). A primeira especialização voltada para a área de insumos biológicos do Brasil tem como objetivo a formação de especialistas na área, um segmento em crescimento no cenário do agronegócio goiano.

A instituição disponibilizou 150 vagas, destinadas a egressos de qualquer graduação, com prioridade para profissionais das Ciências Agrárias e Biologia. As oportunidades estão distribuídas entre os campi do IF Goiano em Campos Belos, Ceres, Cristalina, Hidrolândia, Iporá, Morrinhos, Posse, Rio Verde e Urutaí. Com duração de 18 meses, os aprovados terão aulas teóricas online e atividades práticas presenciais. As inscrições ficam abertas até o dia 7 de março e devem ser feitas na página oficial do processo seletivo pelo link: https://www.ifgoiano.edu.br/home/index.php/component/content/article/57-destaque/24404.

Essa iniciativa integra as ações do CEBIO, que visa impulsionar pesquisas e inovações em insumos biológicos. O Centro, em colaboração com a Universidade Estadual de Goiás (UEG), a Universidade Federal de Catalão (UFCat) e a Universidade Federal de Goiás (UFG), desempenha um papel estratégico no desenvolvimento de soluções sustentáveis para o agronegócio. Suas Unidades de Referência em Insumos Biológicos (URBs) e Unidades de Transferência de Tecnologia (UTTs) fomentam a pesquisa aplicada e a disseminação de conhecimento no setor.

A divulgação do resultado final está prevista para o dia 22 de abril, quando serão apresentadas informações sobre matrícula e o calendário acadêmico e todas as informações necessárias estão disponibilizadas no site.

Conheça o CEBIO

O CEBIO, financiado pelo Governo do Estado de Goiás e com orientação da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) e intermédio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás (Fapeg), lidera ações estratégicas relacionadas aos insumos biológicos no estado, respondendo às necessidades do agronegócio por iniciativas nesse campo.

Programa Estadual de Bioinsumos

O Governo de Goiás publicou, no Diário Oficial do Estado (DOE) de 17 de maio de 2021, a Lei nº 21.005, de 14 de maio de 2021, que institui o Programa Estadual de Bioinsumos. O objetivo do Programa, proposto pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), é ampliar e fortalecer a adoção de práticas para a evolução do setor agropecuário, com a expansão da produção, do desenvolvimento e da utilização de bioinsumos e sistemas de produção sustentáveis.





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Agricultura familiar do Piauí recebe R$ 6,5 milhões para PAA


Os agricultores e agricultoras familiares do Piauí poderão contar com R$ 6,5 milhões para desenvolver projetos do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) na modalidade de Compra com Doação Simultânea (CDS). O recurso será repassado para a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e é resultado de emendas parlamentares ao Orçamento Geral da União apresentadas por deputados e senadores eleitos pelo estado em 2024.

Com o recurso, a Conab irá adquirir 973 toneladas de alimentos produzidos por 507 agricultores e agricultoras familiares. Os alimentos serão destinados a instituições da rede socioassistencial, equipamentos públicos e sociais de segurança alimentar e nutricional, e demais entidades de atendimento acompanhadas pelos conselhos municipais e estaduais de políticas temáticas, a fim de atender as pessoas em situação de insegurança alimentar. Os produtos irão complementar a alimentação de 62 mil pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional.

As propostas atendem às cidades de Água Branca, Alto Longá, Campo Grande do Piauí, José de Freitas, Luzilândia, Miguel Alves, Oeiras, São Braz, Sigefredo Pacheco, Simplício Mendes, Coivaras, Nazária, Belém do Piauí, Conceição do Canindé, Cristino Castro, Palmeiras, Murici dos Portelas, Campinas do Piauí, Flores do Piauí, Monsenhor Gil, Bela Vista do Piauí, Francisco Macedo, Nossa Senhora de Nazaré, Monsenhor Hipólito, Paulistana, Santo Antônio dos Milagres, Assunção do Piauí, Santa Rosa do Piauí, Eliseu Martins e Nossa Senhora dos Remédios.

PAA/CDS – A Compra com Doação Simultânea tem como finalidade o apoio aos agricultores familiares, por meio de cooperativas e associações, a partir da aquisição de sua produção. Os alimentos são obtidos com recursos do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) e destinados ao abastecimento da rede socioassistencial, equipamentos públicos e sociais de segurança alimentar e nutricional, e demais entidades de atendimento acompanhadas pelos conselhos municipais e estaduais de políticas temáticas.





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alimentação saudável para curtir a folia


De acordo com dados divulgados pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, durante o Carnaval, o consumo excessivo de bebidas alcoólicas e alimentos gordurosos pode sobrecarregar o organismo. Para ajudar os foliões a manter a saúde e se recuperar dos excessos, o Instituto de Pesca (IP-Apta), ligado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, recomenda incluir peixes e frutos do mar na alimentação antes, durante e após o feriado.

Ricos em proteínas de qualidade, minerais essenciais e ácidos graxos como o ômega-3, os pescados contribuem para a saúde cardiovascular, auxiliando na circulação sanguínea e na redução de inflamações. Além disso, são aliados do sistema imunológico e podem ajudar na função cerebral, prevenindo doenças neurodegenerativas.

A pesquisadora Érika Fabiane Furlan, do Instituto de Pesca, orienta sobre os cuidados na escolha e no consumo do pescado:

  • Peixe fresco deve ter olhos brilhantes, coloração viva e escamas aderidas.
  • Mantenha o pescado refrigerado ou congelado para evitar deterioração.
  • Sushi e sashimi devem ser consumidos em locais de confiança.
  • Sobras de peixe cozido devem ser armazenadas em recipientes herméticos e consumidas em até dois dias.


A desidratação é um risco comum no Carnaval, agravado pelo calor e pelo consumo de álcool. Além de ingerir bastante água, é recomendável incluir peixes ricos em ômega-3, como salmão, sardinha, atum, truta e arenque, além de sementes de chia e linhaça.

Opções como filé de peixe grelhado, sashimi de atum e sardinhas assadas são nutritivas e ajudam na recuperação muscular e na regeneração do corpo. Para o bom funcionamento do fígado, o consumo de salmão e atum, ricos em selênio, auxilia na proteção das células hepáticas contra os danos causados pelo álcool.

Além dos pescados, uma alimentação equilibrada deve incluir vegetais como couve, tomate, abóbora e folhas verdes, que são fontes de fibras, vitaminas e minerais essenciais para a digestão e a reposição de energia.





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