O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) deverá anunciar, no seu relatório de março, poucas alterações nos números de oferta e demanda da soja nos Estados Unidos.
Segundo a Safras & Mercado, o mercado prevê ajustes nas estimativas para a América do Sul, com o Brasil possivelmente registrando um aumento na projeção de safra, enquanto a Argentina deverá ter sua previsão reduzida.
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Soja nos EUA
Em relação à soja nos Estados Unidos, analistas consultados pelas agências internacionais estimam que os estoques do país, para o ciclo 2024/25, fiquem em 381 milhões de bushels. O número é ligeiramente superior aos 380 milhões projetados pelo USDA em fevereiro.
No mercado global, a expectativa é que os estoques finais de soja para a temporada 2024/25 se aproximem de 124,2 milhões de toneladas, um pequeno ajuste em relação aos 124,3 milhões previstos no relatório anterior.
Brasil e Argentina
O foco do mercado está voltado para as projeções de safra na América do Sul. O USDA deverá aumentar sua previsão para a safra do Brasil de 169 milhões para 169,3 milhões de toneladas, refletindo uma leve recuperação da produção brasileira.
Por outro lado, a estimativa para a Argentina, que sofre com condições climáticas adversas, deverá ser revista para baixo, passando de 49 milhões para 48,6 milhões de toneladas.
Os produtores de soja que buscam aprimorar suas habilidades e expandir seus negócios têm a excelente oportunidade de participar do Curso Intensivo de Comercialização de Milho e Soja, promovido pela consultoria Safras & Mercado.
O encontro acontecerá nos dias 20 e 21 de março de 2025, na Vila Nova Conceição, em São Paulo (SP), além de estar disponível também em formato online. Saiba mais e inscreva-se por meio do link.
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Temas abordados
No curso, você vai aprender a antecipar movimentos estratégicos, entender os impactos das políticas internas e externas, e aplicar estratégias práticas que podem transformar a sua comercialização. Os sojicultores também serão capacitados a proteger suas margens antes das oscilações no câmbio, interpretar o contexto do mercado, identificar oportunidades e tomar decisões inteligentes para compra, venda ou proteção.
Além disso, os participantes entenderão os mecanismos de formação de preços, como os da Bolsa de Chicago (CBOT) e do mercado físico, identificarão os principais fatores que influenciam a volatilidade dos mercados e aprenderão a aprimorar a gestão de riscos. O treinamento também abordará a estruturação de operações de proteção (hedge) de compra e venda, utilizando estratégias de inteligência comercial para maximizar os resultados.
O curso será ministrado por Paulo Molinari, economista com 35 anos de experiência em análise econômica e mercados agrícolas. Especialista nos segmentos de milho e carnes e diretor técnico da Safras & Mercado, Paulo compartilhará seu conhecimento e técnicas comprovadas para ajudar os participantes a se destacarem no mercado agrícola.
Ao final da capacitação, os participantes receberão um certificado de conclusão, que permitirá aplicar os conhecimentos adquiridos para aprimorar suas práticas comerciais e maximizar a rentabilidade. As inscrições estão abertas e os interessados podem garantir suas vagas por meio do site oficial do curso.
Quem pode participar do curso?
A capacitação é destinada a produtores rurais, cooperativas, associações e sindicatos, originadores, armazenadores e compradores de milho e soja, profissionais das indústrias do agronegócio, corretoras, cerealistas, tradings e investidores em geral.
Com o objetivo de capacitar os participantes a tomar decisões estratégicas sobre a compra e venda dessas commodities essenciais para a economia brasileira, a formação oferece uma oportunidade única para transformar a carreira e as negociações, utilizando técnicas profissionais para aumentar os lucros e tomar as melhores decisões de compra e venda no setor.
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Foto: Pixabay
Nesta quarta-feira de Cinzas, 5 de março de 2025, o dólar registrou uma expressiva queda de 2,71%, fechando cotado a R$ 5,75. O mercado brasileiro teve seu início de operações postergado para as 13h, devido ao feriado de Carnaval.
Durante a tarde, a desvalorização do dólar intensificou-se, acompanhando a tendência global. O índice DXY, que avalia a força da moeda americana em relação a uma cesta de seis moedas de países desenvolvidos, apresentava uma queda de 1,18% às 17h.
O dólar comercial mostrou alta volatilidade no dia, atingindo R$ 5,847 no início das negociações, mas encerrando com uma significativa queda de 2,72%, a R$ 5,755.
Este movimento foi influenciado pelo primeiro discurso do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no Congresso americano na noite anterior, e por declarações do secretário de Comércio dos EUA sobre a possibilidade de um alívio tarifário.
Desde o dia 18 de fevereiro, a votação para definir o vencedor (a) do Prêmio Personagem Soja Brasil está aberta. O prêmio reconhece os profissionais que se destacaram no desenvolvimento e na sustentabilidade da soja brasileira.
São seis indicados, entre as categorias ‘produtores’ e ‘pesquisadores’. Cada um foi responsável por contribuições importantes para a evolução do setor. Agora, é a vez do público escolher os mais destacados.. Vote aqui!
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Indicados ao Personagem Soja Brasil
Os indicados deste ano foram revelados durante o evento realizado em Santa Carmem (MT), na região de Sinop. Conheça os profissionais que estão contribuindo para o crescimento da soja brasileira:
Alberto Schlatter Produtor Rural – MS Produtor rural em Chapadão do Sul, Mato Grosso do Sul, Alberto é filho de suíços que chegaram ao Brasil em 1921 e se estabeleceram em Presidente Venceslau, iniciando sua produção agrícola.
Anderson Cavenaghi Pesquisador – UNIVAG – MT Engenheiro agrônomo com doutorado em proteção de plantas, Cavenaghi se especializa em herbicidas e plantas daninhas, conduzindo pesquisas sobre controle de plantas daninhas nas culturas do Cerrado.
Cecilia Czepak Pesquisadora – UFG – GO Professora da Universidade Federal de Goiás, Czepak tem 26 anos dedicados à educação e atua principalmente no manejo integrado de pragas.
Claudia D’Agostini Produtora Rural – PR Produtora rural de Sabáudia, PR, Claudia e sua irmã seguem com o processo de sucessão familiar na fazenda que foi cuidada por seu pai, mantendo o legado da produção rural.
Julio Cezar Franchini Pesquisador – Embrapa Soja PR Pesquisador da equipe de manejo de solos da Embrapa Soja, Franchini trabalha para melhorar a produtividade, qualidade e sustentabilidade dos sistemas produtivos de soja.
Oliverio Alves de Melo Produtor Rural – MA Por fim, Oliveiro Alves de Melo também é indicado ao Prêmio Soja Brasil. Formado em técnico agropecuária e administrador de empresas, Melo é produtor rural em Balsas (MA e integrou o Programa de Cooperação Nipo-Brasileira para o Desenvolvimento do Cerrado.
Chuvas intensas, que podem chegar a 100 mm, e ventos de até 100 km/h, principalmente no período da tarde e noite de hoje, podem atingir áreas das regiões Norte e Nordeste, segundo indicam avisos laranja emitidos pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Alerta Vermelho
Já em grande parte dos três estados da região Sul- com destaque para o Rio Grande do Sul -, interior paulista e sul-mato-grossense, a onda de calor deixa as temperaturas 5º C acima da média para o período.
Segundo o Inmet, o calor dará uma trégua à região no domingo com a chegada de uma frente fria que derrubará as temperaturas e provocará chuvas.
Chuvas
Os destaques vão para o Acre, oeste do Amazonas e Rondônia, além da faixa norte do país, que vai do Amapá até o Ceará, passando pelo norte de Tocantins.
O grande volume de chuva que tem atingido parte da faixa norte do país é resultado da atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT).
As estações meteorológicas do instituto registraram, nas últimas 24 horas, os maiores acumulados de chuva nestas áreas, como, por exemplo, Zé Doca, no Maranhão, que registrou até as 7h de hoje (6) 89,2 milímetros de chuva.
Chuvas intensas com perigo potencial (amarelo) também devem atingir áreas do Centro-Norte do país.
Nestas localidades, a previsão indica possibilidade de chuvas que podem chegar a 50 mm e ventos de até 60 km/h entre hoje (6) e amanhã (7).
Em fevereiro, o Indicador do arroz em casca Cepea/Irga-RS (Rio Grande do Sul, 58% de grãos inteiros e pagamento à vista) acumulou recuo de 10,6%, com média de R$ 95,70/saca de 50 kg, 4% inferior à de janeiro e expressivos 15,2% menor que a de fevereiro 2024.
Segundo levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), os valores estão nos menores patamares nominais desde agosto de 2023. Pesquisadores do órgão explicam que compradores seguem sinalizando dificuldades de repasse de preços ao atacado e varejo, assim como aguardando cotações menores com a entrada mais efetiva da nova safra.
Formação de preços do arroz
Do lado vendedor, ainda conforme o Centro de Pesquisas, apesar da baixa disponibilidade de produto, a necessidade de caixa para custeio das atividades, liquidação de estoques e o receio de novas desvalorizações fizeram com que parte dos agentes cedesse aos pedidos de compradores por preços inferiores e/ou alongamento de prazos de pagamento.
Em fevereiro, durante a 35ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas – evento realizado na Estação Terras Baixas da Embrapa Clima Temperado – em Capão do Leão (RS), a diretora de Relações Internacionais da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Sueme Mori, afirmou que as exportações de arroz do Brasil tendem a crescer nos próximos dois a três anos.
Ontem (5), a saca de arroz de 50 kg tipo 1 foi negociada a R$ 89,21, queda de 0,78% em relação ao mês anterior. O Rio Grande do Sul o maior produtor do cereal no Brasil, responsável por cerca de 70% da produção do país.
O agronegócio de Minas Gerais atingiu US$ 17,1 bilhões em 2024. De acordo com a edição de fevereiro do Boletim Logístico, divulgado na última sexta-feira (28) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o valor representa um crescimento de 19,2% em relação a 2023. O volume exportado chegou a 17 milhões de toneladas, o que representou o aumento de 8,2% na comparação anual.
O relatório aponta que a necessidade de abrir espaço para a nova safra de grãos 2024/25 resultou em um aumento no volume de fretes internos e para os portos. “Segundo os agentes transportadores as movimentações de soja e milho em rotas internas do estado, ou mesmo com destino aos portos tiveram incrementos acentuados em relação ao último trimestre de 2024”, conforme o boletim.
Com esse desempenho, o estado alcançou a quarta posição entre os maiores exportadores do Brasil, ultrapassando São Paulo como principal fornecedor de produtos agropecuários para a União Europeia. Minas Gerais embarcou US$ 4,4 bilhões em produtos para o bloco europeu, consolidando-se como líder nessa frente.
Segundo o boletim, o café, carro-chefe do agro mineiro, teve um ano recorde, impulsionado pela valorização do dólar e pela queda dos estoques nos principais países produtores. Foram 31 milhões de sacas exportadas, gerando uma receita de US$ 7,9 bilhões, o que representou 46,1% do total comercializado pelo setor no estado. “Todas as proteínas (bovina, frango e suína) obtiveram crescimento em receita e volume. O setor alcançou US$ 1,7 bilhão e 502 mil toneladas”, informou.
De acordo com a Conab, o complexo sucroalcooleiro se manteve na terceira posição entre os principais produtos do agro, com a marca de US$ 2,5 bilhões e 5,2 milhões de toneladas. O complexo soja registrou queda de 10,2% na receita e aumento de 7,1% no volume. O resultado foi de US$ 3,2 bilhões e 7,2 milhões de toneladas.
A interação com micro e pequenos produtores rurais faz parte do DNA do projeto Porteira Aberta Empreender. É por meio do engajamento com agricultores e pecuaristas de todas as regiões do país que podemos trazer soluções práticas para os desafios diários daqueles que impulsionam o agronegócio e alimentam milhões de pessoas no Brasil e no mundo.
Pensando nisso, todas as quintas-feiras, às 17h, o Porteira Aberta Empreender publica enquete na comunidade do Canal Rural, no YouTube. As opções mais votadas se tornam pautas, trazendo oportunidades aos desafios.
O Porteira Aberta perguntou e vocês responderam:
No total, mais de mil pessoas participaram da enquete. A maior preocupação dos produtores, apontada por 63% dos respondentes, é a verba. Em seguida, 17% destacaram uma melhor infraestrutura, enquanto 10% mencionaram mais clientes e outros 10% citaram o acesso a outros mercados como a virada de chave para a expansão.
Apenas inicie
Sabemos que o processo de expansão de uma empresa é oneroso e, se for feito com cautela, pode impactar todo o seu negócio. Por isso é importante ter conhecimento dos caminhos possíveis para uma tomada de decisão mais assertiva.
De acordo com o Sebrae, o crescimento de uma empresa – seja rural ou urbana -, nem sempre é sinônimo de faturamento elevado. É preciso fazer contas e preparar o crescimento.
A instituição afirma que a expansão não precisa ser necessariamente um aumento de infraestrutura, com novas instalações ou equipamentos. Existem outras formas de expandir o negócio sem que a estrutura física precise crescer proporcionalmente.
O planejamento é a chave para o crescimento saudável. Como aliados, a inovação e a capacitação também irão auxiliar no processo de expansão. Também tenha sempre metas a curto, médio e longo prazo.
Para auxiliar na jornada de expansão do micro e pequenos produtor rural, o Sebrae listou sete dicas. Confira:
1 – Encontre o seu diferencial
Para que a empresa cresça, é interessante oferecer algo diferente, que a faça sobressair entre os concorrentes, podendo ser: atendimento, produtos e serviços exclusivos, tecnologia de ponta, etc.
2 – Conheça o seu público
Conhecer o público-alvo do negócio é compreender os hábitos e as necessidades de consumo que ele tem. A partir disso, será possível desenvolver maneiras de suprir as suas necessidades e oferecer aquilo que ele procura.
3 – Sem medo da concorrência
Quem quer crescer não pode ter medo de concorrência. É preciso saber quem são os concorrentes e procurar ser melhor que eles. Agregar valor ao negócio, descobrindo os pontos fracos da concorrência, faz com que a empresa tenha vantagem competitiva no mercado.
4 – Satisfação do cliente em primeiro lugar
Durante o processo de expansão dos negócios, o foco deverá sempre ser a satisfação dos clientes: aqueles que consomem os produtos e serviços que a empresa oferece.
5 – Parcerias estratégicas
Investir em parcerias pode ser uma maneira de impulsionar o crescimento dos negócios. Uma parceria bem executada é capaz de aumentar significativamente as vendas de produtos e serviços. Aliar-se a outras empresas ajuda o negócio a ampliar o mercado de atuação e a conquistar novos clientes, consequentemente.
6 – Funcionários
A busca por crescimento é uma jornada que não se faz sozinho. Os funcionários da empresa precisam sentir-se motivados pelo líder a trabalhar e a contribuir para a evolução dos negócios. Por isso, é interessante criar mecanismos que façam os colaboradores acreditarem que o seu trabalho é fundamental para a empresa.
7 – Finanças equilibradas
Uma empresa que se encontra no vermelho terá dificuldades de expansão. Por isso, é fundamental fazer os devidos ajustes entre as despesas e as receitas. Fazer um fluxo de caixa e o utilizar como base para todas as tomadas de decisão, vai ajudar a manter a empresa nos trilhos.
A exportação mundial de café alcançou 10,83 milhões de sacas de 60 kg em janeiro, o quarto mês da safra 2024/25. O volume corresponde a uma queda de 13,29% na comparação com igual mês de 2024 (12,49 milhões de sacas). Os números fazem parte de relatório mensal da Organização Internacional do Café (OIC).
No acumulado dos quatro primeiros meses do ano comercial, os embarques somaram 42,79 milhões de sacas, recuo de 4,93% ante igual período do ciclo 2023/24, quando totalizaram 45,01 milhões de sacas.
Nos 12 meses encerrados em janeiro de 2025, a exportação de arábica totalizou 85,7 milhões de sacas, ante 76,33 milhões de sacas em igual período do ano anterior, aumento de 12,28%. Já o embarque de robusta diminuiu 3,13% na mesma comparação, de 51,71 milhões para 50,09 milhões de sacas.
Café no Brasil
No Brasil, exportadores de café sofrem com atrasos em embarques. De acordo com o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), elevados índices de atrasos e alterações regulares nas escalas dos navios para exportação do grão, além de rolagens de cargas constantes, fizeram com que o país acumulasse 672.113 sacas de 60 kg (2.037 contêineres) não embarcadas, nos portos, em janeiro de 2025, gerando prejuízos da ordem de R$ 6,134 milhões.
De acordo com informações da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Governo Federal, divulgadas nesta segunda-feira (17), as exportações de carne de aves e suas miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas até a segunda semana de fevereiro (10 dias úteis), atingiram mais de 70% referentes ao volume e faturamento de fevereiro do ano passado.
A receita obtida com as exportações de carne de frango até o momento no mês de fevereiro, US$ 460.596,979, representa 72,06% do total arrecadado em todo o mês de fevereiro de 2024, que foi de US$ 639.124,931. No caso do volume embarcado, as 259.770,24 toneladas representam 70,48% do volume registrado em fevereiro de 2024, quantidade de 368.530,306 toneladas.
O faturamento por média diária até este momento do mês foi de US$ 46.059,6979 quantia 36,9% a mais do que o registrado em fevereiro de 2024. No comparativo com a semana anterior, houve queda de 10,46% quando comparado aos US$ 51.442,724 vistos na semana passada.
No caso das toneladas por média diária, foram 25.977,024, houve aumento de 33,9% no comparativo com o mesmo mês de 2024. Quando comparado ao resultado no quesito da semana anterior, observa-se retração de 9,44% em relação às 28.686,752 toneladas da semana anterior.
Já o preço pago por tonelada, US$ 1.773,093, é 2,2% superior ao praticado em fevereiro do ano passado. O resultado, frente ao valor atingido na semana anterior, representa redução de 1,12% no comparativo ao valor de US$ 1.793,257 visto na semana passada.