segunda-feira, junho 29, 2026

Agro

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Genética e tecnologia impulsionam produção de leite em Mato Grosso



A Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf) de Mato Grosso (MT) tem impulsionado a produtividade do rebanho leiteiro por meio de um programa de melhoramento genético que já alcançou mais de dois mil pequenos e médios produtores.

A iniciativa envolve a doação de sêmen, a transferência de embriões e a entrega de novilhas prenhas, permitindo acesso a genética de alto padrão.

Desde o início do programa, em 2020, foram distribuídas 28 mil doses de sêmen convencional e sexado das raças Holandesa, Girolando ¾, Girolando ⅝, Gir e Jersey.

O material genético beneficiou cerca de 1,4 mil produtores, garantindo a inseminação de fêmeas com características produtivas superiores.

Além da inseminação artificial, a transferência de embriões tem sido uma ferramenta essencial para a rápida evolução genética do rebanho leiteiro no estado.

Desde o início do programa, foram entregues 3.178 prenhezes da raça Girolando meio-sangue, todas sexadas para fêmeas.

Nos próximos meses, mais 1.029 prenhezes devem ser distribuídas, ampliando o impacto da iniciativa. Até agora, 780 produtores já foram beneficiados com essa tecnologia.

A médica veterinária Angela Kohl, responsável pelo projeto, destaca os resultados positivos da técnica.

“A transferência de embriões tem proporcionado um aumento de 200% na produção de leite acima da média estadual, com novilhas alcançando até 15 litros de leite por dia”, explica Kohl.

Além disso, a tecnologia reduz significativamente o tempo necessário para o melhoramento do rebanho, permitindo que pequenos e médios produtores tenham acesso a animais mais produtivos sem investimentos elevados em genética importada.

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Outro pilar do programa foi a entrega de novilhas prenhas para os produtores. Desde 2022, foram repassadas 177 fêmeas, com a exigência de que cada cooperativa ou associação participante do projeto forneça uma contrapartida equivalente: para cada novilha recebida, outra deve ser entregue ao projeto.

Desta forma, o número total de animais disponibilizados chegou a 354, ampliando o acesso à genética de qualidade.

Além do melhoramento genético, a cadeia leiteira participante também recebeu investimentos para garantir a armazenagem e o transporte adequados do leite.

O uso de biotecnologia, aliado ao suporte técnico e investimentos em infraestrutura, promete transformar a realidade dos produtores e impulsionar ainda mais a produção de leite no estado.

Quer saber mais sobre melhoramento genético para o rebanho leiteiro?

Então, acompanhe as novidades no site do Canal Rural/ Empreendedorismo um jeito fácil para você adquirir conhecimento e aprender a empreender de forma segura e responsável.

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AgroNewsPolítica & Agro

Mercado de carne bovina registra queda na cotação em março



Os preços se mantiveram estáveis no Espírito Santo




Foto: Pixabay

Segundo dados do informativo “Tem Boi na Linha”, o mercado de carne bovina iniciou março com ofertas de gado comedidas, mas o escoamento da carne esteve fraco, resultando em uma queda de R$ 2,00/@ para todas as categorias. O movimento de abate está atendendo, em média, a sete dias de escala.

No estado do Espírito Santo, os preços se mantiveram estáveis para todas as categorias de gado.

No último dia útil de fevereiro, sexta-feira (28/2), a B3 registrou a liquidação do contrato futuro do boi gordo (código BGIG25), com o preço da arroba ficando em R$ 313,70, à vista e livre de impostos.

No mercado atacadista, a carcaça casada do boi capão apresentou alta de 2,4%, enquanto o preço da carcaça do boi inteiro manteve-se estável. Já para a carcaça da vaca casada, o preço permaneceu sem alterações, e a novilha teve um aumento de 0,8% no valor.

No mercado de carnes alternativas, o preço do frango médio subiu 2,6%, ou R$ 0,20/kg. Em contrapartida, o preço da carcaça de suíno especial registrou uma queda de 5,1%, ou R$ 0,70/kg.





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PIB brasileiro e Payroll nos EUA agitam mercado: ouça o Diário Econômico



Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o adiamento das tarifas dos Estados Unidos sobre produtos do México para abril.

Dados norte-americanos mostraram aumento nas importações e pedidos de auxílio-desemprego acima do esperado, sem alterar apostas para cortes de juros pelo Fed. Na Europa, o BCE reduziu juros para 2,65%, enquanto a China prometeu novos estímulos.

O Ibovespa subiu 0,25%, sustentado pelo setor de metais. Hoje, destaque para o PIB brasileiro e o Payroll nos EUA, que podem impactar mercados e o dólar.



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Calor excessivo permite temporais em apenas duas regiões do país; veja a previsão de hoje



O calorão que domina o Brasil tem permitido apenas pancadas de chuva em algumas áreas. Contudo, estados de Norte e Nordeste conseguem fugir à regra com previsão de temporais. Veja como fica o tempo nesta sexta-feira (7):

Sul

O sol predomina ao longo do dia nos três estados do Sul, com temperaturas elevadas devido à atuação da massa de ar quente. No entanto, há previsão de pancadas de chuva pontuais na região central do Rio Grande do Sul, no leste de Santa Catarina e no oeste do Paraná, principalmente no final da tarde, devido ao calor excessivo.

Sudeste

O tempo será firme e quente nos quatro estados, com o sol predominando na maior parte do dia. No Rio de Janeiro e Espírito Santo, a circulação de umidade do oceano para o continente favorece pancadas isoladas de chuva entre a tarde e à noite.

Centro-Oeste

O sol predomina na maior parte da região, com destaque para Mato Grosso do Sul, Goiás, Distrito Federal e a faixa leste de Mato Grosso, onde há previsão de pancadas de chuva muito pontuais devido ao calor intenso. Na faixa central e oeste de Mato Grosso, o tempo será mais instável, com algumas aberturas de sol e previsão de chuva na parte da tarde e noite.

Nordeste

A chuva segue presente principalmente nos estados da costa norte devido à migração da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT). Maranhão, Piauí, Ceará e Rio Grande do Norte terão um dia com chuva persistente e possibilidade de temporais. No litoral leste, entre a Paraíba e a Bahia, há previsão de pancadas passageiras, enquanto no interior nordestino o tempo seco predomina.

Norte

A instabilidade continua, com previsão de chuva no Acre, em Rondônia, no Amazonas, Pará e Amapá, com alerta para temporais. Em Roraima, o sol predomina na faixa centro-norte do estado, mas há alerta para chuvas fortes na faixa sul. No Tocantins, a faixa oeste fica em alerta para temporais, enquanto no leste do estado o sol predomina na maior parte do dia, com previsão de pancadas isoladas à tarde e à noite.



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AgroNewsPolítica & Agro

preço do suíno vivo sobe 3,4% em 2024


De acordo com o Boletim Semanal de Conjuntura Agropecuária divulgado pelo Departamento de Economia Rural (Deral) nesta quinta-feira (06), o preço médio pago ao produtor pelo suíno vivo no Paraná apresentou um aumento de 3,4% em 2024, comparado ao ano anterior. A alta foi equivalente a R$ 0,21 por quilograma vivo.

Durante o ano de 2024, os preços oscilaram entre R$ 5,84 em junho e R$ 7,28 em dezembro, com uma média anual de R$ 6,47, o que representou o maior valor nominal desde o início da série histórica em 1995. O recorde anterior foi de R$ 7,21, em novembro de 2024, e de R$ 7,17, em novembro de 2020.

Quando comparado aos custos de produção calculados pela Embrapa Suínos e Aves, o preço pago pelo quilograma do suíno vivo superou o custo de produção em R$ 0,73 em 2024, enquanto em 2023 essa diferença foi de R$ 0,23. Em 2022 e 2021, no entanto, o preço pago pelos suínos foi inferior ao custo de produção, resultando em prejuízos estimados de R$ 0,97 e R$ 0,36 por quilograma, respectivamente.

A valorização do preço do suíno vivo trouxe um alívio aos produtores paranaenses, ajudando na recuperação do setor após os desafios enfrentados nos anos anteriores.

Em janeiro de 2025, contudo, o preço pago ao produtor registrou uma queda de 7% (equivalente a R$ 0,52), enquanto o custo de produção aumentou em 2,8% (R$ 0,17). Já em fevereiro, o preço médio recebido pelos suinocultores foi de R$ 6,98, representando um leve aumento de 3% (R$ 0,22) em relação ao mês anterior. A Embrapa ainda não divulgou os custos de produção de fevereiro.





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AgroNewsPolítica & Agro

Açúcar tem alta após cinco dias de queda nos mercados


De acordo com dados divulgados pela União Nacional da Bioenergia (Udop), os contratos futuros do açúcar encerraram a quarta-feira (5) em alta, revertendo a tendência de queda das cinco sessões anteriores. Tanto na ICE Futures de Nova York quanto na ICE Futures Europe, os preços registraram valorização em todos os lotes.

Em Nova York, o contrato maio/25 do açúcar bruto subiu 10 pontos, sendo negociado a 18,20 centavos de dólar por libra-peso, um avanço de 0,6% em relação ao dia anterior. Já a tela julho/25 teve um incremento de 15 pontos, fechando a 17,89 cts/lb. Os demais contratos também apresentaram aumentos entre 1 e 15 pontos. Na ICE Futures Europe, em Londres, o açúcar branco acompanhou o movimento de alta. O contrato maio/25 foi negociado a US$ 522,00 por tonelada, alta de US$ 4,00. O lote agosto/25 subiu US$ 4,40, sendo cotado a US$ 503,30 por tonelada. Os demais vencimentos também tiveram ganhos entre 70 cents e US$ 4,00.

No mercado interno, o açúcar cristal também registrou valorização, de acordo com o Indicador Cepea/Esalq, da USP. Na quarta-feira, a saca de 50 quilos foi negociada a R$ 141,23, ante os R$ 138,87 da sexta-feira anterior, um avanço de 1,70%.

Por outro lado, o etanol hidratado começou março em queda, conforme o Indicador Diário Paulínia. O biocombustível foi comercializado pelas usinas a R$ 2.926,00 por metro cúbico, contra os R$ 2.945,50 registrados na sexta-feira (28), uma redução de 0,66%.





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Chuvas beneficiam lavouras de mandioca



Colheita da mandioca de segundo ano avança no estado




Foto: Canva

Segundo o boletim da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (06) produção de mandioca e aipim no Rio Grande do Sul segue com desenvolvimento adequado. Na região administrativa de Santa Rosa, as lavouras plantadas neste ano estão em crescimento e não houve registro de perdas. O controle de invasoras é realizado manualmente na maioria das propriedades.

A colheita das lavouras de segundo ano está em andamento, e as áreas implantadas em 2024 começam a ser colhidas. O preço pago ao produtor pela caixa de 25 kg está em R$ 120,00. No mercado, a mandioca lavada e não descascada é vendida a R$ 5,43/kg. Para o varejo, a mandioca descascada tem valores de R$ 6,00/kg, enquanto na feira e na venda direta ao consumidor o preço varia entre R$ 7,00 e R$ 9,00/kg.

Na região de Soledade, em Venâncio Aires, a colheita também foi iniciada. Atualmente, cerca de 20 plantas são necessárias para preencher uma caixa de 22 kg, que está sendo comercializada a R$ 50,00. O desenvolvimento das lavouras é considerado razoável, segundo a Emater.





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Produção global de algodão deve aumentar 6,51% em 24/25



A produção mundial de algodão deve alcançar 25,69 milhões de toneladas na temporada 2024/25, que começou em agosto passado, informou o Conselho Consultivo Internacional do Algodão (Icac, na sigla em inglês) em relatório mensal.

O volume representa aumento de 6,51% ante a estimativa para a temporada 2023/24, de 24,12 milhões de toneladas.

Para o Brasil, o órgão estima produção de 3,70 milhões de toneladas na atual safra, incremento de 15,6% ante o ciclo anterior.

Quanto ao consumo global em 2024/25, o Icac projeta aumento de 2,28% ante a temporada anterior, para 25,53 milhões de toneladas.

Contudo, as exportações tendem a diminuir 0,20%, para 9,86 milhões de toneladas. Já os estoques finais podem subir 0,91%, para 18,78 milhões de toneladas, mostra o relatório.

As estimativas de preço para o índice A na temporada 2024/25 vão de 92 a 97 centavos de dólar por libra-peso, com média de 94 cents.



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Cotrijal aprova distribuição milionária para associados


A Cotrijal anunciou a distribuição de R$ 24,7 milhões para seus associados. O montante se refere às sobras da cooperativa correspondentes ao exercício de 2024. O valor que deve ser distribuído equivale a 200 mil sacas de soja. A decisão da cooperativa foi aprovada durante a Assembleia Geral Ordinária (AGO), realizada na última sexta-feira (28), no parque da Expodireto, em Não-Me-Toque (RS).

Cerca de 2,7 mil associados e familiares participaram das assembleias regionais na última semana. Nos eventos, a diretoria da cooperativa informou os dados referentes ao balanço e as atividades realizadas em 2024. O faturamento da Cotrijal durante o período foi de R$ 4,8 bilhões. A cooperativa apontou também os investimentos de R$ 100 milhões em infraestrutura, com melhorias no fluxo, aumento de capacidade de armazenagem, secagem e recebimento de grãos realizados no último ano. 

O presidente da Cotrijal, Nei César Manica, comentou que 2024 foi um ano desafios para os gaúchos, especialmente por conta das enchentes que afetaram o estado. “2024 foi mais um ano de desafios para o produtor gaúcho, entre eles, as enchentes que ocorreram no estado, afetando principalmente a região centro-sul da área de atuação da cooperativa, o que também nos exigiu um esforço coletivo. Porém, seguimos trabalhando ao lado dos nossos produtores, levando informações, assistência técnica e suporte, alcançando, juntos – Cotrijal e associados – resultados positivos para a nossa cooperativa”, explicou o presidente.

Durante os encontros, a diretoria informou que pretende expandir a Unidade de Beneficiamento de Sementes, fortalecer parcerias, e discutir temas como, “irrigação, créditos de carbono, rastreabilidade e sustentabilidade” ao longo do ano de 2025.

Vale ressaltar que a cooperativa organiza a 25ª edição da Expodireto Cotrijal, que vai acontecer de 10 a 14 de março em Não-Me-Toque (RS). A feira contará com mais de 550 expositores e espera atrair milhares de visitantes. Neste ano foram criadas 1,5 mil novas vagas de estacionamento, totalizando 12,5 mil vagas para carros e motos.

A entrada para o evento é gratuita. Na última edição, a feira recebeu mais de 377 mil visitantes em uma área de 130 hectares.





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Tarifa de importação de carne, café, açúcar, milho e azeite serão zeradas, anuncia governo



Após reunião com entes do setor produtivo nesta quinta-feira (6), o governo anunciou medidas para reduzir os preços dos alimentos aos consumidores.

Em coletiva, o vice-presidente Geraldo Alckmin, ao lado do ministro da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Fávaro, destacou que café, açúcar, milho, óleo de girassol, óleo de palma, sardinha e massas alimentícias terão alíquota de importação zerada.

De acordo com o vice-presidente, as medidas precisam passar pela Câmara de Comércio Exterior (Camex) e tendem a entrar em vigor “em poucos dias”, além de fazerem parte de um pacote de outras futuras ações. “O governo está abrindo mão de imposto em favor da redução de preço”, disse.

Assim, a União deixará de arrecadar, no caso da carne, alíquota de 10,8%; do café de 9%; do açúcar de 14% e do milho de 7,2%.

Segundo Alckmin, o imposto de exportação de produtos do agro, uma grande preocupação do setor e que rendeu ameaça de demissão de Fávaro, não esteve em pauta.

A inflação dos alimentos é uma grande preocupação do governo Lula nos últimos meses. Pesquisas de opinião mostram que a popularidade do presidente decaiu significativamente.

Inspeção de produtos de origem animal

Além de zerar a alíquota de importação de produtos, o governo anunciou outras medidas, como a ampliação do Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (SISBI-POA), que permite que leite, mel, ovos e carnes inspecionados em municípios e estados possam ser vendidos em todo o país.

De acordo com Fávaro, a meta é passar de 1.550 registros para 3.000 no sistema, o que pode trazer mais competitividade e redução de custos no setor de proteína animal.

Alckimin também afirmou que os financiamentos do Plano Safra devem priorizar a produção de itens da cesta básica, com mais estímulo para produtores rurais que abastecem o mercado interno.

Por fim, o governo anunciou, nesta primeira rodada de medidas, que quer garantir a oferta e estabilidade de produtos ao reforçar os estoques públicos de alimentos básicos em busca de segurar a alta de preços em momentos críticos.



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