segunda-feira, junho 29, 2026

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Brasil é o 7º em ranking de crescimento econômico entre 40 países



O Brasil ocupa a sétima posição no ranking de 40 países que apresentaram dados de crescimento econômico referente a 2024.

A listagem é elaborada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), conhecida como clube dos países ricos, por reunir nações com as economias mais avançadas do mundo.

Em 2024, a economia brasileira cresceu 3,4%, conforme divulgou nesta sexta-feira (7) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

PIB dos países

A OCDE tem 38 países, e o Brasil não está entre os membros efetivos, mas iniciou processo de adesão.

A organização lista informações sobre o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB – conjunto de bens e serviços produzidos no país) de 39 países, entre eles os não membros Brasil, China, Índia, Indonésia, Arábia Saudita e África do Sul. A Agência Brasil acrescentou o dado da Rússia, que cresceu 4,1% em 2024.

Chile, Grécia, Luxemburgo e Nova Zelândia fazem parte da grupo, mas não foram listados pois ainda não terem divulgado dados relativos a 2024.

Maiores crescumentos

País mais populoso do mundo, com mais de 1,4 bilhão de habitantes, a Índia lidera o ranking de crescimento, com taxa anual de 6,7%. Em seguida aparecem China e Indonésia, ambos com expansão de 5%.

O primeiro país das Américas a figurar no ranking é a Costa Rica, que cresceu 4,3% em 2024. Os Estados Unidos, maior economia do mundo, têm a 11ª maior alta (2,8%).

O salto do PIB do Brasil foi superior à média dos países da OCDE, da União Europeia e do Grupo dos 7 (G7, países mais industrializados do mundo: Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão, Reino Unido).

Já entre os primeiros países a formarem o Brics (grupo de nações emergentes: Brasil, Rússia, China, Índia e África do Sul), o Brasil fica na frente apenas da África do Sul.

Cinco países apresentam queda no PIB, incluindo a Alemanha (-0,2%), maior economia da Europa. Confira o ranking:

  1. Índia: 6,7%
  2. Indonésia: 5%
  3. China: 5%
  4. Costa Rica: 4,3%
  5. Rússia: 4,1%
  6. Dinamarca: 3,6%
  7. Brasil: 3,4%
  8. Espanha: 3,2%
  9. Turquia: 3,2%
  10. Polônia: 2,9%
  11. Estados Unidos: 2,8%
  12. Lituânia: 2,7%
  13. Noruega: 2,1%
  14. Eslováquia: 2%
  15. Coreia: 2%
  16. Portugal: 1,9%
  17. Colômbia: 1,7%
  18. Eslovênia: 1,6%
  19. Canadá: 1,5%
  20. México: 1,5%
  21. Suíça: 1,3%
  22. Arábia Saudita: 1,3%
  23. França: 1,2%
  24. República Tcheca: 1,1%
  25. Austrália: 1,1%
  26. Bélgica: 1%
  27. Suécia: 1%
  28. Países Baixos: 0,9%
  29. Reino Unido: 0,9%
  30. Itália: 0,7%
  31. África do Sul: 0,6%
  32. Hungria: 0,5%
  33. Islândia: 0,5%
  34. Israel: 0,1%
  35. Japão: 0,1%
  36. Finlândia: -0,2%
  37. Alemanha: -0,2%
  38. Estônia: -0,3%
  39. Letônia: -0,4%
  40. Áustria: -1,2%

Comparação com grupo de países: Brasil: 3,4%; G7: 1,7%; OCDE: 1,7%; União Europeia (27 países): 1%; Zona do Euro (20 países): 0,9%.



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Governo erra na estratégia para conter alta dos alimentos, avalia economista



As medidas anunciadas pelo governo federal para conter a alta dos preços dos alimentos foram classificadas como ineficazes pelo economista-chefe da MB Associados, Sérgio Vale. Durante entrevista ao telejornal Mercado & Companhia, ele destacou que as ações terão efeitos pequenos e que a principal raiz do problema está na política fiscal do país.

“O pacote do governo não funciona e não vai ajudar a conter a inflação dos alimentos. Se tivesse sido feito um ajuste fiscal adequado no fim do ano passado, estaríamos com o câmbio mais baixo e um cenário inflacionário menos preocupante”, afirmou Vale.

Oferta e inflação natural dos alimentos

O economista também ressaltou que o governo deveria aguardar os efeitos da atual safra, que deve ser recorde, reduzindo naturalmente os preços no segundo semestre. “O impacto da safra ao longo da curva de preços levará a uma desaceleração. Isso resultaria em uma inflação menor do que a do ano passado”, explicou.

Estoque regulador e incentivos

Entre as medidas criticadas está a retomada do estoque regulador de alimentos, que, segundo Vale, já se mostrou ineficaz no passado. “Isso não funcionou antes e foi desfeito porque não ajudava a população mais pobre”, afirmou.

Ele também questionou a retirada de recursos para incentivar a produção de itens da cesta básica. “Tirar de um lado para colocar no outro pode gerar distorções e falta de crédito para setores importantes”, alertou.

As medidas anunciada pelo governo receberam criticas de muitas entidade do setor produtivo. Soluções paliativas que não corrigem profundamente os gargalos da produção agropecuária e terão efeitos negativos no médio e longo prazo. É assim que a Sociedade Rural Brasileira (SRB) definiu o pacote de medidas anunciado pelo Governo Federal nesta quinta-feira (6) a fim de conter a alta dos preços dos alimentos.

O presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Milho e Sorgo (Abramilho), Paulo Bertolini, disse que as medidas tomadas pelo governo federal para tentar frear os preços dos alimentos apresentam problemas de diagnóstico.

Inócua! Essa é a opinião do 2º vice-presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e presidente da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), Gedeão Silveira Pereira, sobre as medidas anunciadas ontem (6) pelo governo federal para tentar diminuir os preços dos alimentos.

Confira a entrevista completa com Sérgio Vale no nosso canal do YouTube.



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Pacote de medidas do governo desestimula a produção rural brasileira, diz SRB



Soluções paliativas que não corrigem profundamente os gargalos da produção agropecuária e terão efeitos negativos no médio e longo prazo. É assim que a Sociedade Rural Brasileira (SRB) definiu o pacote de medidas anunciado pelo Governo Federal nesta quinta-feira (6) a fim de conter a alta dos preços dos alimentos.

Para a entidade, a produção interna é suficiente para o abastecimento do país e, portanto, a redução das tarifas de importação é ineficaz.

“Não temos problemas com a oferta de produtos. O Brasil é um dos maiores e mais competitivos produtores de grãos e proteínas do mundo. Portanto, mesmo com alíquota zero, dificilmente os produtos importados chegarão a preços inferiores aos praticados internamente”, diz a nota.

‘Produtor rural não é o culpado’

A SRB ressalta que o produtor rural brasileiro não é o culpado pelo aumento dos preços dos alimentos. “Entre ele e o consumidor final há uma longa cadeia de intermediários – como tradings, indústrias, distribuição e varejo -, que agregam custos significativos aos alimentos.”

Apesar disso, na visão da entidade, o produtor rural será o maior prejudicado pela isenção de tarifas de importação, uma vez que essa medida desestimula a produção nacional e afeta diretamente a sua rentabilidade.

“O verdadeiro problema está no alto custo de produção, influenciado pelo aumento nos preços de insumos, energia, mão de obra e transporte, que incide em toda cadeia de alimentos. Também no ‘Custo Brasil’, que representa um dos principais entraves ao crescimento econômico do país, englobando problemas estruturais, burocráticos, trabalhistas e tributários que impactam diretamente a competitividade nacional”, diz trecho da nota.

Fortalecimento da produção nacional

A Sociedade Rural Brasileira destaca, ainda, que diferentemente de importar alimentos, é preciso fortalecer a capacidade produtiva do país, garantindo crédito acessível para a safra 2025/26, com taxas de juros adequadas e recursos suficientes para que os produtores possam manter sua produção com competitividade.

A nota também prega por maior controle fiscal para reduzir a inflação e os juros, além de políticas de incentivo ao crédito rural e à redução dos custos de produção, bem como investimentos em infraestrutura logística.



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Expedição Soja Brasil chega ao estado de MT



A equipe da Expedição Soja Brasil chegou ao estado de Mato Grosso. No último episódio, foi destacado como a combinação estratégica de cultivares adaptadas e maquinário inteligente tem sido fundamental para ajudar os produtores a superar os desafios impostos pelos impactos climáticos.

A região, que é um dos maiores polos produtores de soja do Brasil, tem se destacado pelas inovações tecnológicas que garantem maior eficiência e sustentabilidade na produção. Confira a reportagem completa no episódio 31 do Soja Brasil.

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Avanço na produção de soja

A genética avançada, com cultivares mais produtivas e resistentes a doenças, pragas e adversidades climáticas, tem sido uma das principais estratégias adotadas pela pesquisa na soja.

O uso de biotecnologia e o desenvolvimento de sementes transgênicas têm ajudado a reduzir a necessidade de defensivos químicos, aumentando a resistência das plantas e, consequentemente, a produtividade.

Com essas adaptações, a soja produzida hoje pode atingir até 90 sacas por hectare, um avanço em relação ao passado, quando o rendimento era muito inferior.

A evolução da soja, com variedades que podem ser colhidas em 100 a 105 dias, tem possibilitado que a produção alcance 80 a 90 sacas por hectare. Os produtores destacam que, sem as tecnologias implementadas nos cultivares e nas máquinas, seria impossível alcançar esses resultados e acompanhar as exigências do mercado.

Tecnologia

Além do melhoramento genético das sementes, o avanço tecnológico nos maquinários agrícolas tem sido fundamental para minimizar perdas e garantir agilidade nas operações de campo. A tecnologia embarcada nos veículos agrícolas permite que os produtores operem com maior precisão e rapidez, o que é crucial para garantir uma janela favorável para a segunda safra.

Com o maquinário moderno, é possível realizar colheitas mais eficientes, mesmo quando o tempo para as operações é mais curto. A alta tecnologia ajuda no planejamento de curto prazo, proporcionando uma gestão mais eficiente e permitindo que os produtores alcancem altas produtividades em uma janela muitas vezes mais estreita.

Soja Brasil apura o clima em MT

Em 2025, o clima desempenhou um papel importante no desenvolvimento da soja, oferecendo condições favoráveis durante grande parte do ciclo. No entanto, mudanças nas condições climáticas no final da safra afetaram alguns produtores, com soja plantada a 122 dias e colheita prevista para ocorrer mais tarde do que o normal.

Além disso, o clima continua sendo um fator crucial para a produção tanto da soja quanto do milho, que ocupa a segunda safra. A previsão para os próximos dias indica chuvas volumosas no Centro-Norte de Mato Grosso, que podem ultrapassar os 100 mm em 5 dias. Embora essas chuvas possam atrasar os trabalhos em campo, elas são benéficas para o desenvolvimento do milho.

Previsão do tempo

De 11 a 15 de março, as chuvas em MT devem continuar volumosas até a segunda quinzena de março, especialmente na região produtora de Sorriso, onde se espera que os volumes de chuva ultrapassem os 200 mm. Isso pode atrapalhar os trabalhos em campo, mas também é uma umidade bem-vinda para o milho da segunda safra.



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governo erra no diagnóstico e no remédio para resolver a questão



O presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Milho e Sorgo (Abramilho), Paulo Bertolini, disse que as medidas tomadas pelo governo federal para tentar frear os preços dos alimentos apresentam problemas de diagnóstico.

Bertolini também criticou a falta de diálogo do governo com o setor produtivo. Na avaliação do presidente da Abramilho, as medidas anunciadas não surtirão muitos efeitos nos preços, pois a inflação é causada pelos gastos públicos praticados pelo governo. Segundo ele, os produtores não podem ser responsabilizados pela alta dos preços.

Preços

“O Brasil é o terceiro maior produtor de milho do mundo e o segundo maior exportador! Temos 30 milhões de toneladas excedentes, então, não falta milho no Brasil. O nosso milho é reconhecido mundialmente pela qualidade e pelo preço competitivo. Portanto, é um diagnóstico errado afirmar que os preços do milho no Brasil são mais caros do que os valores internacional; caso contrário, não estaríamos vendendo!”, disse ao jornalista Ricardo Araújo na edição desta sexta-feira (7) do telejornal Mercado & Companhia.

Outro ponto levantado por Bertolini diz respeito à importação do cereal, principalmente do Paraguai — apenas no ano passado, cerca de 1,5 milhão de toneladas da commodity chegaram do país vizinho. O governo informou que pretende zerar as alíquotas de importação do produto.

“Não existe milho mais barato do que o produzido no Brasil. Nossa preocupação é que medidas mais drásticas possam ser tomadas no futuro, como a taxação e o estabelecimento de cotas de exportação, quando, na verdade, o setor produtor precisa de redução de impostos sobre os insumos. Dessa forma, conseguiríamos viabilizar a agricultura com um pacto significativo e abrangente”, afirmou.

Bertolini também chama a atenção para os problemas de armazenagem nos estoques. Segundo ele, há um déficit no Brasil de 120 milhões de toneladas, pois não há espaço suficiente para guardar o grão.

Por fim, ele cobrou do governo medidas de incentivo para aumentar a produção no país. A entrevista completa do presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Milho e Sorgo (Abramilho), Paulo Bertolini, pode ser assistida em nosso canal no YouTube.



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AgroNewsPolítica & Agro

Safra de arroz avança, mas preço registra queda



A expectativa é de que a colheita ganhe ritmo a partir de março




Foto: Pixabay

Segundo o boletim conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (6), o potencial produtivo das lavouras de arroz segue alinhado às projeções iniciais do Rio Grande do Sul. Apesar dos desafios enfrentados durante o cultivo, como temperaturas elevadas e dificuldades na irrigação devido à estiagem, a situação se estabilizou com o avanço do ciclo produtivo.

A redução da demanda evapotranspirativa das plantas, combinada com chuvas pontuais na fase final do estágio reprodutivo, ajudou na recarga parcial dos reservatórios, garantindo boas condições para a safra. Outro fator positivo foi o incremento na área plantada em relação à safra anterior, impulsionado pela valorização do cereal no momento do plantio, o que gerou expectativas favoráveis para a produção. No entanto, a queda recente na cotação do arroz preocupa os produtores, que temem dificuldades para cobrir os investimentos no cultivo.

Apesar das condições ambientais favoráveis, a colheita ainda avança em ritmo moderado, atingindo apenas 6% da área plantada. A principal razão é a necessidade de conclusão do ciclo fenológico das lavouras.

A expectativa é de que a colheita ganhe ritmo a partir de março, já que cerca de 30% da área cultivada está em fase de maturação. O levantamento da Emater aponta que 43% das lavouras estão em enchimento de grãos, 18% em floração e 3% ainda na fase vegetativa.

De acordo com o Instituto Rio Grandense do Arroz (IRGA), a área efetivamente plantada no estado foi reavaliada em 970.194 hectares, com uma produtividade inicial estimada em 8.478 kg/ha.

No mercado, a cotação do arroz registrou queda de 2,15% em relação à semana anterior, conforme o levantamento de preços da Emater/RS-Ascar. O valor da saca de 50 quilos passou de R$ 96,93 para R$ 94,85, aumentando a preocupação dos orizicultores quanto à rentabilidade da safra.

 





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Zerar imposto de importação não vai prejudicar produção local, afirma Alckmin



O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, afirmou que a decisão de zerar a alíquota de importação de alguns produtos não deve prejudicar produtores locais. Em sua avaliação, não haverá prejuízo ao produtor, mas benefício ao consumidor.

Estamos complementando, diz Alckmin

“Nós estamos num momento onde você reduzir o imposto de importação ajuda a reduzir o preço. Nós não vamos, não está substituindo, você está complementando”, afirmou Alckmin em coletiva de imprensa nesta quinta-feira (6), para anunciar medidas para conter a inflação dos alimentos.

Alckmin citou produtos que o Brasil depende de importação, como óleo de palma e azeite. Segundo ele, a produção nacional dos dois produtos é muito pequena. “Agora, tem custos para você importar”, afirmou.

Em coletiva, o vice-presidente Geraldo Alckmin, ao lado do ministro da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Fávaro, destacou que café, açúcar, milho, óleo de girassol, óleo de palma, sardinha e massas alimentícias terão alíquota de importação zerada.

Menos arrecadação

De acordo com o vice-presidente, as medidas precisam passar pela Câmara de Comércio Exterior (Camex) e tendem a entrar em vigor “em poucos dias”, além de fazerem parte de um pacote de outras futuras ações. “O governo está abrindo mão de imposto em favor da redução de preço”, disse.

Assim, a União deixará de arrecadar, no caso da carne, alíquota de 10,8%; do café de 9%; do açúcar de 14% e do milho de 7,2%.



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Comercialização da soja ultrapassa 40% da produção estimada



A comercialização da safra 2024/25 de soja do Brasil já envolve 42,4% da produção projetada, de acordo com o relatório da consultoria Safras & Mercado, com dados coletados até o dia 7 de março. No relatório anterior, referente ao dia 7 de fevereiro, esse percentual era de 39,4%.

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Comparado com o mesmo período do ano passado, a comercialização da soja registrava 36,6%, enquanto a média de cinco anos para o mesmo período era de 48,8%. Com a safra estimada em 174,88 milhões de toneladas, aproximadamente 74,12 milhões de toneladas de soja já foram negociadas até o momento.

Esse aumento nas negociações indica uma aceleração no ritmo de comercialização, sinalizando que produtores e traders estão aproveitando a oportunidade para vender a soja a preços favoráveis. A maior parte das transações ocorre em função das previsões de mercado, da demanda externa e das condições climáticas que impactam diretamente a produtividade da safra.

A expectativa de bons resultados de colheita tem incentivado a antecipação das vendas. Esse comportamento no mercado reflete a interação entre as condições internas e as variáveis externas que afetam a commodity, como a dinâmica dos preços globais e a competitividade do Brasil no comércio internacional. A comercialização também pode ser vista como uma tentativa de garantir a fluidez do escoamento da produção, com os produtores buscando otimizar o retorno financeiro antes de possíveis flutuações nos preços.



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Serviço de Inspeção Municipal pode contribuir com os preços dos alimentos?



Além de zerar a alíquota de importação de produtos, o governo anunciou outras medidas, como a ampliação do Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (SISBI-POA), que permite que leite, ovos, carnes e outros alimentos inspecionados em municípios e estados possam ser vendidos em todo o país.

O ministro da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Fávaro, disse nesta quinta-feira (6), que o governo vai tornar por um ano o Serviço de Inspeção Municipal (SIM), responsável pela inspeção de produtos de origem animal localmente, equivalente à abrangência do Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi), que concede o selo nacional.

A medida será autorizada para os alimentos que não correm nenhum risco de precarização sanitária, como é o caso do leite, do mel e dos ovos, citou Fávaro.

Alimentos que não estragam

“Nós vamos, por um ano, dar os efeitos do SIM para todo o território brasileiro. Os produtos em que não ocorre nenhum risco de precarização sanitária, como leite fluido, mel, ovos e alguns outros, vamos dar esse efeito. Então, por um ano, o sistema SIM terá equivalência do sistema Sisbi, para que a gente continue também ampliando isso, e dando competitividade e oportunidade para os produtos da agricultura familiar brasileira”, disse Fávaro no anúncio de medidas para redução do preço dos alimentos.

O governo colocou como meta que 3 mil municípios façam a adesão do Sisbi. Atualmente, esse número já avançou de cerca de 300 para em torno de 1,5 mil.

“Importante dizer que o sistema de inspeção brasileiro foi criado pelo governo do presidente Lula em 2006. É uma inspeção federal semelhante ao Serviço de Inspeção Federal (SIF), só que não permite exportação. Ela é usada somente para unificar o sistema de inspeção nacional. De 2006 a 2022, temos 306 municípios brasileiros que aderiram ao Sisbi. O número é ainda muito baixo diante da quantidade de municípios brasileiros. Presidente já pediu que intensificássemos isso”, afirmou Favaro.



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AgroNewsPolítica & Agro

Case IH leva lançamentos para a Expodireto


A Case IH, marca da CNH, participa da Expodireto Cotrijal, que será realizada em Não-Me-Toque (RS), entre os dias 10 e 14 de março, com novidades para os produtores gaúchos, pensadas para auxiliá-los do plantio à colheita. Os destaques são a colheitadeira Axial-Flow Série 160 Automation e o trator Farmall Max.

Além das máquinas, o espaço dedicado para as soluções no campo deve atrair a atenção dos visitantes. Entre elas está o Case IH FieldOps, novo aplicativo para gestão agrícola para que os produtores se conectem, visualizem e gerenciem suas operações na palma da mão. Para auxiliá-los ainda mais, há o Case IH Connect Room, sala de operações de gestão e monitoramento de dados em tempo real nas concessionárias e fábricas da marca.

Há ainda apresentação das demais soluções digitais da marca e serviços de pós-venda, além de atrações de experiência virtual e imersiva para conhecer cada detalhe das máquinas e soluções da Case IH.

“Sabemos das dificuldades que o produtor gaúcho tem enfrentado, mas a feira é uma oportunidade para demonstrarmos como a tecnologia das nossas máquinas auxiliam os produtores a reduzir custos em todas as etapas do ciclo produtivo. Um exemplo é o FieldOps. Com essa ferramenta é possível acompanhar a performance da frota, aumentando a produtividade, economizando combustível e obtendo dados de gestão agrícola em tempo real”, explica Denny Perez, diretor Comercial da Case IH Brasil.

Série 160

O grande lançamento apresentado pela marca pela primeira vez na Expodireto Cotrijal é a Axial-Flow Série 160 Automation, nova série de colheitadeiras de grãos de médio porte, que compõem as classes de 5 a 7. A Série 160 tem renovação de 60% do seu maquinário, com destaque para o Sistema Automation e a conectividade de fábrica.

O Automation, já presente na Série 250, a maior linha de colheitadeiras da marca, usa recursos de machine learning e inteligência artificial para reduzir a operação de colheita para quatro modos, que proporcionam simplicidade e produtividade no uso. Isso é possível por meio de 12 sensores que coletam dados do sistema industrial para, então, se autorregular, encontrando o ponto exato de trabalho para cada situação e controlando automaticamente 90% das operações.

Um outro ponto forte da Série 160 é o novo sistema de peneira nivelante, o X-Flow, que garante alta performance para áreas inclinadas. O X-Flow conta com sistema de vibrações laterais que compensam inclinações em até 12 graus, além de ter uma área de limpeza de 5,3m². Em comparação com a série anterior, a Série 160 pode alcançar um aumento de 10% no rendimento operacional, além de economizar até 11% de combustível. Isso é possível tanto pelo Automation, que otimiza o uso da carga do motor, quanto pelo novo sistema de transmissão eletrônica, que torna mais eficiente o deslocamento da máquina.

 Farmall Max 140

Outra novidade da Case IH é o novo trator da família Farmall, o Max. Com motor de 141 cv, o maior da linha, tem transmissão semi-powershift de 16×16, tem novo estilo e conectividade de fábrica, enviando dados em tempo real para o Case IH FieldOps. Possuí sistema hidráulico de alta capacidade, com bomba de vazão de 113L/min e levante eletrônico com três pontos, garantindo robustez, versatilidade e desempenho.

Outras máquinas que estarão expostas durante a Expodireto são mais versões do trator Farmall, o Puma; a plantadeira Easy Riser; além da colheitadeira Axial-Flow Série 250 Automation.

Aplicação da linha amarela no agronegócio

A miniescavadeira CX35D, um dos lançamentos mais recentes da marca-irmã CASE Construction Equipment, estará pela primeira vez na Expodireto. Indicada para operações em condições complexas, com eficiência e segurança, a CX35D é multifuncional, com aplicação também no campo e possibilidade de utilização de diversos tipos de implemento, para diferentes necessidades. A CX35D é um equipamento versátil, o que garante agilidade e facilidade de manobra, mesmo em espaços confinados, além de contar com motor – Stage 5, que oferece potência alinhada ao baixo consumo de combustível e manutenção.

Os visitantes que passarem pelo estande da Case IH poderão conhecer ainda a retroescavadeira 580N S2 HD e a escavadeira hidráulica CX130C. Referência em inovação e versatilidade, os equipamentos da marca são indicados para atuar com eficiência operacional também em atividades do agronegócio, como movimentação de insumos para preparação e correção do solo; no abastecimento de outros implementos indispensáveis para o plantio e movimentação dos grãos para o transporte. Podem ainda apoiar na infraestrutura da fazenda, auxiliando na manutenção, nos acessos, curvas de nível e estradas internas.

Condições especiais de financiamento do Banco CNH

Reforçando sua trajetória de confiança e proximidade com a marca e rede de concessionários, o Banco CNH estará presente mais uma vez na Expodireto como principal parceiro comercial da Case IH. Com a missão de compreender as necessidades e perfis dos clientes e oferecer soluções financeiras completas, o Banco levará para a feira opções diferenciadas de financiamento, condições especiais para aquisição de seguros e o cartão Banco CNH para aquisição de peças e serviços – exclusivos para clientes da instituição. O Banco contará com uma equipe especializada presente no evento para garantir os melhores negócios para clientes e concessionários, consolidando seu compromisso de apoiar o desenvolvimento do país e de transformar sonhos em realizações.





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