quarta-feira, maio 27, 2026

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Inovações para milho, soja e citros



Entre os destaques está o inseticida Fiera



Entre os destaques está o inseticida Fiera
Entre os destaques está o inseticida Fiera – Foto: Pixabay

A ítalo-japonesa Sipcam Nichino Brasil participa da 30ª Agrishow, de 28 de abril a 2 de maio, com um portfólio completo de tecnologias voltadas às culturas de soja, milho, feijão, citros e cana-de-açúcar. Presente no pavilhão da Coopercitrus e no balcão de negócios, a empresa leva ao evento inovações e soluções consolidadas para o controle de pragas, doenças e plantas daninhas, além de apresentar sua Plataforma de Bioestimulantes de última geração.

Entre os destaques está o inseticida Fiera, solução inovadora para o manejo da cigarrinha-do-milho. O produto age de forma eficaz sobre a fase ninfa do inseto — considerada crítica por especialistas, por ser quando o vetor adquire e transmite doenças severas — e também interfere em ovos, fecundidade e fertilidade das fêmeas. Fiera também tem se mostrado uma alternativa promissora no controle do psilídeo-dos-citros, vetor do greening, quando associado ao acaricida Fujimite 50 SC.

A empresa apresenta ainda sua Plataforma de Bioestimulantes, formada por Abyss, Blackjak, Nutex Premium e Stilo Verde, com foco na elevação do potencial produtivo desde o plantio até a colheita. Esses bioestimulantes ajudam a reduzir o estresse das plantas frente a condições adversas, ativam mecanismos de defesa e otimizam a absorção de água e nutrientes.

No evento, a Sipcam Nichino também destaca o inseticida Takumi, com bons resultados em soja, milho e cana-de-açúcar, além dos fungicidas Fezan Gold e Vitene, registrados para diversas culturas de importância econômica. Criada em 1979, a Sipcam Nichino resulta da união entre a italiana Sipcam, fundada em 1946, especialista em agroquímicos pós-patentes e a japonesa Nihon Nohyaku (Nichino).

 





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Usinas assumem protagonismo no mercado do milho



Além disso, a logística também se redesenha



Além disso, a logística também se redesenha
Além disso, a logística também se redesenha – Foto: Divulgação

Segundo informações compartilhadas por Gabriel Tarifa, consultor comercial da Agrinvest Commodities, e publicadas no app da empresa em análise assinada por Eduardo Vanin, o mercado de milho brasileiro está passando por uma transformação profunda. O cenário atual aponta que quem ainda não entendeu essa mudança pode acabar pagando mais caro. A alta nos preços não está mais sendo puxada pelas tradicionais tradings de exportação, mas sim pelas usinas, que passaram a dominar as compras com foco na produção de etanol.

Dados recentes chamam atenção: só em Sinop (MT), mais de 300 mil toneladas de milho foram negociadas durante feiras como a Norte Show 2025, com preços variando entre R$ 56 para outubro e R$ 60 para janeiro. Esses valores representam um “replacement” em Barcarena de +133 a +150 cents, contrastando com os atuais +85 cents do mercado FOB de exportação. A diferença escancara o novo protagonismo das usinas, que estão comprando volumes significativos diretamente dos produtores.

Além disso, a logística também se redesenha. A exportação pelos portos do Arco Norte e Santos já representa 80% do total — antes era 60%. Com mais caminhões se deslocando para o Norte, o escoamento para o Sul tem enfrentado dificuldades. As usinas, que antes dependiam de intermediários, agora atuam praticamente como tradings, tomando grandes volumes e moldando o mercado conforme as projeções de produção de etanol.

O milho está tão valorizado no mercado externo (FOB) que há chances de o produto começar a retornar ao mercado interno, gerando arbitragens que podem balançar ainda mais a estrutura de preços. Diante desse novo panorama, investir em inteligência de mercado pode ser decisivo para produtores, consultores e compradores que buscam se antecipar aos movimentos e manter a competitividade.

 





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Roubo de café diretamente do pé tira o sono de produtores mineiros e paulistas



Em fevereiro deste ano, a saca de 60 kg de café arábica alcançou R$ 2.769, maior valor já registrado, segundo o índice Cepea/Esalq.

O grão permanece em alta, atualmente cotado a cerca de R$ 2.500 e, por isso, produtores comemoram o resultado do trabalho duro. No entanto, com a alta sendo refletida nas gôndolas dos supermercados, cresceu o interesse de criminosos que deram continuidade a um delito que parecia extinto: o roubo diretamente do pé.

No vídeo abaixo, é possível notar que escolhem os galhos com a maior quantidade de grãos, cortam na base e levam embora. Casos assim foram registrados nos municípios mineiros de Guaranésia, Ilicínea, Guaxupé, São Pedro da União, Boa Esperança e Carmo do Rio Claro, além de Pedregulho, este em São Paulo.

Com isso, produtores, sindicatos rurais e autoridades policiais têm buscado organizar estratégias para tentar inibir o crime por meio da contratação de seguranças e aumento das rondas noturnas.

O presidente do Centro de Comércio de Café de Minas Gerais, Ricardo Schneider, afirma que não havia mais relatos desse tipo de crime há anos. “Isso já aconteceu antes, mas era era algo que achávamos que não tinha mais espaço. Agora, com a alta do mercado, volta a ser interessante a comercialização desse café roubado. […] temos orientado o produtor para que ele, na medida do possível, tome cuidado com o seu café ainda no pé e que não sacrifique a qualidade colhendo muito antes.”

O produtor e presidente do Sindicato Rural de Boa Esperança, em Minas Gerais, Henrique Pacheco, relata que a situação já havia sido reportada por cafeicultores do município no ano passado.

Segundo ele, a entidade tem se reunido com autoridades policiais e deputados estaduais para pedir que se aumente o número de câmeras de monitoramento nas principais vias rurais e também em estradas federais e estaduais que passam pelos municípios produtores.

Pacheco acredita que o café roubado diretamente do pé são verdes e, provavelmente, passam por secagem nos quintais dos criminosos, gerando grãos pretos e chochos de menor valor, mas que ainda são comercializáveis. Assim, cabem às autoridades policiais o rastreio desses pequenos volumes para a identificação dos autores dos furtos.



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confira os preços no fechamento do mercado



O mercado físico do boi gordo encerra a semana apresentando inexpressivo fluxo de negociações, com diversas indústrias ausentes da compra de gado.

De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado, a expectativa ainda é pelo recuo das cotações, considerando o posicionamento um pouco mais confortável das escalas de abate.

“Além disso, precisa ser mencionado que a oferta de animais terminados deve avançar de maneira mais contundente a partir da segunda quinzena de maio, considerando o maior potencial de oferta durante a safra do boi gordo.”

  • São Paulo: R$ 325,83 – ontem: R$ 327,58
  • Goiás: R$ 309,46 – anteriormente: R$ 310,18
  • Minas Gerais: R$ 319,41 – na quinta: R$ 320,29 
  • Mato Grosso do Sul: R$ 323,18 – ontem: R$ 323,64
  • Mato Grosso: R$ 326,16 – antes: R$ 326,35

Mercado atacadista

O mercado atacadista ainda se depara com preços firmes, e o viés é de menor propensão a reajustes durante o restante do mês, considerando um escoamento da carne mais lento no período em questão.

Para Iglesias, a primeira quinzena de maio conta com seus atrativos, considerando as comemorações relacionadas ao Dia das Mães como motivador do consumo de carne bovina.

O quarto traseiro do boi ainda é precificado a R$ 25 por quilo, o dianteiro segue no patamar de R$ 20,50 e a ponta de agulha é cotada a R$ 18,50.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em baixa de 0,07%, sendo negociado a R$ 5,6883 para venda e a R$ 5,6863 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6649 e a máxima de R$ 5,7074. Na semana, a desvalorização ficou em 2,04%.



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Soja fecha em alta em Chicago impulsionada pelo óleo



Biodiesel teve influência nos preços



O movimento altista foi sustentado por expectativas quanto à possível revisão dos mandatos de mistura de biodiesel nos EUA
O movimento altista foi sustentado por expectativas quanto à possível revisão dos mandatos de mistura de biodiesel nos EUA – Foto: Pixabay

Segundo informações da TF Agroeconômica, o mercado de soja em Chicago (CBOT) encerrou a sessão desta quinta-feira (data não especificada) com comportamento misto, mas com destaque para os contratos do grão em alta. O contrato de maio, referência para a safra brasileira, fechou com valorização de 1,23% (US$ 12,75 cents/bushel), a US$ 1053,00, enquanto o contrato de julho subiu 1,12% (US$ 11,75 cents/bushel), fechando a US$ 1062,00. O óleo de soja foi o principal motor dessa valorização, com expressiva alta de 3,63%, a US$ 49,65 por libra-peso. Já o farelo de soja recuou 0,72%, sendo negociado a US$ 288,70 por tonelada curta.

O movimento altista foi sustentado por expectativas quanto à possível revisão dos mandatos de mistura de biodiesel nos EUA. Há rumores de que a Agência de Proteção Ambiental (EPA) poderá divulgar novas metas ainda neste mês, elevando o uso obrigatório de biodiesel de soja de 3,35 bilhões para algo entre 4,75 bilhões e 5,5 bilhões de galões nos próximos dois a três anos. A proposta teria partido de empresas do setor de energia e biocombustíveis, sinalizando um cenário de expansão consistente.

Outro fator que contribuiu para o otimismo foi a notícia de que o Japão, quarto maior comprador da soja americana, está considerando ampliar suas importações do grão como parte das negociações tarifárias bilaterais com os Estados Unidos. As tensões comerciais entre EUA e China persistem, com cada vez menos otimismo sobre um possível acordo. Enquanto especulações indicavam uma redução de tarifas de 145% para 50-60%, a China reafirmou a exigência de remoção total dessas taxas e negou a participação de autoridades chinesas em negociações recentes com o governo de Donald Trump, gerando cautela entre os investidores.

 





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Ave de rapina gigante e rara é resgatada com fratura na pata


Um gavião-real (Harpia harpyja), considerada uma das maiores aves de rapina do mundo e símbolo da biodiversidade brasileira, foi resgatado na última terça-feira (16) pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), com apoio da Secretaria de Meio Ambiente de Barreirinha (Semma).

O animal, que possui uma envergadura que pode chegar até a 2,2 metros, apresentava uma fratura em uma das patas e foi encaminhado para tratamento no Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), em Manaus. A ave foi localizada em 8 de abril nas proximidades da Comunidade Freguesia do Andirá, no município de Barreirinha, no Amazonas.

Segundo o coordenador de Controle Ambiental da Semma, Marcos Antônio Bahía, o gavião-real foi encontrado com lesão já aparente.

“Em Barreirinha, não temos logística para cuidar de um animal desse porte. É uma ave rara e essa foi a primeira ocorrência do tipo registrada na cidade. Felizmente, com o apoio dos profissionais do Ibama, conseguimos garantir a segurança do animal durante o resgate”, conta.

Estado físico da ave

Foto: Divulgação Redes Sociais/Ibama

No centro de triagem, a ave passou por avaliação clínica conduzida pela equipe técnica do Ibama. De acordo com a coordenadora da unidade, Natália Lima, além da fratura, o gavião-real chegou apático, magro e com escore corporal baixo. Um espécime saudável tem peso aproximado de 9kg.

Os médicos veterinários que o atenderam avaliam a necessidade de uma cirurgia corretiva, conforme o estado geral do animal.

“Ele está passando por exames detalhados. A decisão sobre uma eventual operação cirúrgica será tomada com base em critérios clínicos e comportamentais, conforme estabelece a Instrução Normativa nº 5/2021 dos Cetas”, explicou André Gonçalves, biólogo, técnico ambiental e servidor do Ibama.

A ave permanecerá sob observação até que seu estado de saúde permita uma possível reabilitação ou encaminhamento para local apropriado.

Os Centros de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) são unidades especializadas do Ibama que acolhem animais resgatados, apreendidos ou entregues voluntariamente pela população. A presença desse gavião-real no Cetas reforça a importância da atuação integrada entre os órgãos ambientais para a preservação da fauna silvestre brasileira.

*Sob supervisão de Victor Faverin



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Preços de soja têm leve ajuste no fim desta semana; confira as cotações no Brasil



O mercado de soja encerrou a semana com ritmo lento na comercialização. Os preços permaneceram praticamente estáveis na maioria das praças, apesar de alguns ajustes pontuais observados nesta sexta-feira (25).

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De acordo com a consultoria Safras & Mercado, o dia foi marcado por pouca variação tanto na Bolsa de Chicago quanto no câmbio. Como resultado, não houve grandes alterações nos preços do grão, nem nos prêmios nos portos.

O spread continua elevado, refletindo a resistência dos produtores em aceitar preços mais baixos, enquanto a indústria segue comprando de forma lenta. Os preços atuais estão acima da paridade quando se considera o custo do frete, o que faz com que a indústria adquira volumes menores, esperando uma possível queda nos valores.

Cotações de soja

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 130,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 131,00
  • Porto de Rio Grande (RS): caiu de R$ 135,50 para R$ 135,00
  • Cascavel (PR): caiu de R$ 131,00 para R$ 130,00
  • Porto de Paranaguá (PR): manteve em R$ 134,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 116,50
  • Dourados (MS): caiu de R$ 121,00 para R$ 120,00
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 116,00 para R$ 116,50

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) encerraram a sexta-feira com preços mistos. As primeiras posições recuaram levemente, enquanto as demais apresentaram leve alta. As oscilações se mantiveram dentro de uma faixa estreita, com os investidores ajustando posições antes do final de semana e com a virada do mês se aproximando.

A semana teve desempenho positivo, com o contrato julho, o mais negociado, com alta de 2,2%. O cenário de menor aversão ao risco no mercado financeiro, a fraqueza do dólar frente a outras moedas e as expectativas de diálogo entre China e Estados Unidos, que pode suavizar os impactos da guerra comercial, sustentaram os preços.

As atenções continuam voltadas para os fatores macroeconômicos e para o clima nos Estados Unidos. Por ora, o plantio segue bem nas principais regiões produtoras, e o mercado especula sobre o tamanho da possível redução da área plantada no país, segundo maior produtor mundial de soja.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com baixa de 3,25 centavos de dólar ou 0,30%, a US$ 10,49 3/4 por bushel. A posição julho teve cotação de US$ 10,59 1/4 por bushel, perda de 2,75 centavos ou 0,25%.

Nos subprodutos, o farelo com vencimento em julho teve alta de US$ 1,80 ou 0,6%, fechando a US$ 298,50 por tonelada. Já o óleo com vencimento em julho encerrou a 49,81 centavos de dólar por libra-peso, com baixa de 0,26 centavo ou 0,51%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão desta sexta-feira com leve baixa de 0,07%, cotado a R$ 5,6883 para venda e a R$ 5,6863 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6649 e a máxima de R$ 5,7074. Na semana, a desvalorização acumulada foi de 2,04%.



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Conta de luz ficará mais cara em maio, decide Aneel



A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu nesta sexta-feira (25) implementar a bandeira tarifária amarela nas contas de energia no mês de maio. Com isso, os consumidores terão custo extra de R$ 1,885 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.

Desde dezembro de 2024, a bandeira tarifária permanecia verde, por causa das condições favoráveis de geração de energia no país. Segundo a Agência, a mudança ocorreu devido à redução das chuvas, com a transição do período chuvoso para o período seco do ano.

“Com o fim do período chuvoso, a previsão de geração de energia proveniente de hidrelétrica piorou, o que nos próximos meses poderá demandar maior acionamento de usinas termelétricas, que possuem energia mais cara”, explicou a Aneel.

Bandeiras tarifárias

Criado em 2015 pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias reflete os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em níveis, as bandeiras indicam quanto está custando para o Sistema Interligado Nacional (SIN) gerar a energia usada nas residências, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias.

Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, não há nenhum acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta sofre acréscimos a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.



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Mercado da soja varia em cada estado


No mercado da soja do Rio Grande do Sul, os produtores ainda esperam o final da colheita para ter uma estimativa melhor do mercado, segundo informações da TF Agroeconômica. “No porto, as indicações para entrega em abril, com pagamento no fim do mês, giram em torno de R$ 135,00(-0,74%). No interior os preços de fábricas seguiram o balizamento de cada praça. R$ 134,00(-0,75%) Cruz Alta – Pgto. 30/05 – para fábrica R$ 134,00(-0,75%) Passo Fundo – Pgto. 23/05 R$ 134,00(-0,75%) Ijuí – Pgto. 30/05 – para fábrica R$ 134,00(-0,75%) Santa Rosa / São Luiz – Pgto. meados de junho. Preços de pedra, em Panambi, caíram para R$ 124,00 a saca, para o produtor”, comenta.

A colheita de soja em Santa Catarina está na reta final, com cerca de 70% da área colhida e resultados superiores às projeções iniciais. Produtores locais destacam que tanto a soja quanto o milho atingiram desempenhos excepcionais, em alguns casos alcançando 100% das melhores expectativas. Hoje, a saca de soja no porto de São Francisco do Sul é cotada a R$ 134,31.

No Paraná o foco começa a se direcionar para o milho. “Em Paranaguá, o preço chegou a R$ 134,94(-1,90%). Em Cascavel, o preço foi 134,94(+6,30%). Em Maringá, o preço foi de R$ 124,63(-2,97%) em Ponta Grossa o preço foi a R$ 129,96(+0,04%) por saca FOB, Pato Branco o preço foi R$134,31(-0,96%). No balcão, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 132,09”, completa.

O Mato Grosso do Sul colheu 99,1% da área de soja até 18 de abril, totalizando 4,4 milhões de hectares. A produtividade média subiu para 54,4 sacas por hectare, alta de 11,4% em relação à safra anterior, impulsionando a estimativa de produção para 14,7 milhões de toneladas (+18,9%). Ontem, os preços da saca de soja giram em torno de R$ 119,61 em Dourados, Campo Grande e Sidrolândia; R$ 122,90 em Maracaju; e R$ 118,93 em Chapadão do Sul — com quedas de até 6,68%.

No Mato Grosso, os preços registraram queda. “Campo Verde: R$ 111,80(-4,73%), Lucas do Rio Verde: R$ 110,27(-1,39%) Nova Mutum: R$ 110,27(-1,39%). Primavera do Leste: R$ 117,35(-4,73%). Rondonópolis: R$ 117,35(-4,73%). Sorriso: R$ 110,27(-1,39%)”, conclui.

 





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