quarta-feira, março 25, 2026

Agro

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Produtor de milho segue focado na semeadura



A retração de vendedores, que seguem focados nas atividades envolvendo a semeadura da safra verão, mantém firmes os preços do milho na maior parte das regiões. Isso é o que indicam os dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo pesquisadores, a demanda está pontual, com negócios ocorrendo conforme a necessidade de recomposição dos estoques. Já no mercado internacional, os preços estão em queda, influenciados por estimativas apontando maior produção mundial entre as temporadas 2024/25 e 2025/26.

No entanto, as baixas ficaram contidas frente a forte demanda internacional pelo grão dos Estados Unidos. No front externo, os embarques brasileiros estão mais intensos em novembro. Segundo a Secex, a média diária de embarques está 7,6% acima da de novembro/24. Com isso, em 10 dias úteis de novembro, os embarques totalizaram 2,67 milhões de toneladas de milho.

Caso o atual ritmo se mantenha até o encerramento deste mês, as exportações brasileiras de milho podem somar 5 milhões de toneladas. No campo, a semeadura da safra de verão vem apresentando bom desenvolvimento nas principais regiões produtoras do País.

Segundo a Conab, até 15 de novembro, 52,6% da área da safra de verão havia sido semeada no Brasil, avanço semanal de 4,9 p.p., mas leve atraso de 0,4 p.p. frente à média dos últimos cinco anos.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Cenário econômico para 2025 e 2026 tem poucas mudanças, aponta Focus



As projeções do mercado financeiro para 2025 e 2026 ficaram praticamente estáveis na edição mais recente do Relatório Focus, divulgada nesta segunda-feira (24). As estimativas mostram leve ajuste na inflação e estabilidade nas expectativas para juros, câmbio e atividade econômica.

Inflação e juros

Para 2025, a expectativa de inflação caiu de 4,46% para 4,45% na última semana. Há quatro semanas, a mediana estava em 4,56%. Nos preços administrados, houve alta para 5,13%. A projeção da Selic permaneceu em 15% ao ano, após semanas de estabilidade.

No caso de 2026, a inflação geral seguiu em 4,18%, enquanto os administrados recuaram para 3,80%. A taxa Selic estimada ficou estável em 12% ao ano.

Atividade econômica e câmbio

O PIB projetado para 2025 permaneceu em 2,16%. A taxa de câmbio também se manteve estável, com dólar a R$ 5,40.

Para 2026, o Focus aponta crescimento de 1,78%. O câmbio projetado permaneceu em R$ 5,50, sem mudanças nas últimas semanas.

Contas externas e fiscal

O déficit em conta corrente esperado para 2025 aumentou para US$ 72,43 bilhões, enquanto o superávit comercial seguiu em US$ 62,10 bilhões. No fiscal, o déficit primário permaneceu em 0,50% do PIB, e a dívida líquida ficou em 65,83%.
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Para 2026, o déficit em conta corrente subiu para US$ 65,33 bilhões, e a balança comercial ficou estável em US$ 66 bilhões. A projeção de déficit primário continuou em 0,60% do PIB, e a dívida líquida permaneceu em 70,10%.



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Preços dos feijões apresentam movimentos distintos



As negociações envolvendo feijões carioca e preto seguiram ocorrendo de forma pontual. Isso é o que apontam os dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). 

Segundo pesquisadores do instituto, no geral, a fraca liquidez se deu pelo feriado desta quinta-feira (20), o Dia da Consciência Negra. Quanto aos preços, os do feijão carioca de notas acima de 9,0 e/ou peneira 12 estiveram pressionados na semana passada.

Pesquisadores do Cepea indicam que as colheitas no sudoeste do estado de São Paulo garantiram novas ofertas de lotes de melhor qualidade. Contudo, a maior disponibilidade fez com que os preços cedessem, e vendedores de outras regiões também tiveram de reajustar negativamente os valores pedidos.

Já para o feijão carioca notas de 8 e 8,5, o maior interesse do comprador e a oferta um pouco mais restrita elevaram os preços médios na maior parte das praças acompanhadas pelo Cepea.

Quanto ao feijão preto, diante da necessidade financeira e da liberação de armazéns, as cotações estiveram pressionadas, sobretudo nas regiões do Sul do País. No campo, dados da Conab apontaram que 39,5% da área destinada ao feijão de 1ª safra 2025/26 havia sido cultivada no Brasil até o dia 17 de novembro.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Retomada das exportações de cacau para os EUA será gradual, diz AIPC



A Associação Nacional das Indústrias Processadoras de Cacau (AIPC) afirmou, em nota, que recebeu com satisfação a decisão dos Estados Unidos de retirar a tarifa adicional de 40% sobre os derivados de cacau do Brasil, vigente desde 7 de agosto. No entanto, o resultado da medida não será imediato.

“Contratos precisam ser renegociados, estoques e programações logísticas devem ser ajustados e os compradores tendem a retomar suas operações gradualmente até que a previsibilidade esteja completamente restabelecida”, disse a AIPC, em comunicado.

Segundo a entidade, a decisão representa uma sinalização clara de confiança e abre caminho para a recuperação gradual do fluxo de exportações aos padrões anteriores às tarifas. A AIPC destacou que, historicamente, o mercado norte-americano desempenha papel estratégico para o setor de processamento de cacau no Brasil.

“Esse fluxo comercial contribui diretamente para a viabilidade das operações das processadoras instaladas no país, para o uso contínuo da capacidade industrial e para a manutenção de empregos ao longo de toda a cadeia”, afirmou a associação.

Em nota, a AIPC disse reconhecer e valorizar o trabalho diligente do governo brasileiro, em especial dos Ministérios das Relações Exteriores, da Fazenda e da Agricultura, que atuaram de maneira coordenada e técnica para esclarecer os impactos da cadeia produtiva brasileira.



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Retração vendedora eleva preço da soja no Brasil



As irregularidades das chuvas no Brasil, a necessidade de replantio e a expectativa de demanda externa aquecida no próximo ano, levaram produtores brasileiros a ficarem mais resistentes nos negócios envolvendo novos lotes da soja em grão na semana passada. 

Com isso, levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), mostra que a liquidez no mercado spot nacional diminuiu, mas os preços subiram. Segundo pesquisadores do instituto, os valores da soja em grão também foram influenciados por projeções do USDA indicando menor oferta mundial. 

Esse fato, somado ao avanço da demanda na safra 2025/26, deve reduzir a relação estoque/consumo final para o menor volume em três temporadas. Quanto ao farelo de soja, levantamento do Cepea mostra que a demanda permaneceu aquecida, dando suporte aos preços domésticos.

Já as negociações de óleo de soja estiveram enfraquecidas, com parte das indústrias de biodiesel do País sinalizando que estavam abastecidas para o médio prazo.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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AgroNewsPolítica & Agro

Quais os riscos do uso de semente sem procedência?



“Nas sementes sem origem, essa tecnologia é perdida ou diluída”


“Nas sementes sem origem, essa tecnologia é perdida ou diluída"
“Nas sementes sem origem, essa tecnologia é perdida ou diluída” – Foto: Divulgação

O início da safra ocorre sob incertezas climáticas, o que reforça a necessidade de previsibilidade no estabelecimento da lavoura. A semente certificada surge como decisão estratégica ao reunir identidade, rastreabilidade e conhecimento aplicado para garantir emergência uniforme e saudável. 

Ela concentra anos de pesquisa para elevar o potencial produtivo, reduzir riscos e ampliar a adaptação ao clima. Especialistas destacam que, quando não há origem definida, essa tecnologia se perde, aumentando gastos e abrindo espaço para contaminações capazes de comprometer toda a área.

Estimativas apresentadas no Seed Congress of the Americas 2026 indicam prejuízos anuais de até 10 bilhões de reais ligados ao uso de sementes sem procedência. Para assegurar desempenho, o lote passa por processos de qualidade que envolvem testes de germinação, vigor e envelhecimento acelerado, realizados da pré-colheita à expedição. A supervisão técnica explica que a germinação revela o potencial máximo da semente em condições ideais, enquanto o vigor mede sua capacidade de enfrentar estresses como calor, umidade e profundidade de semeadura, com apoio de avaliações fisiológicas e bioquímicas.

Estudo científico mostra que sementes de soja de alto vigor podem elevar a produtividade entre 10% e 15%. Para especialistas, esse conjunto de avaliações oferece segurança ao agricultor na fase inicial da safra e reforça a certificação como aliada direta do retorno econômico. “Nas sementes sem origem, essa tecnologia é perdida ou diluída, forçando o produtor a gastar mais com produtos fitossanitários para compensar, além de serem uma porta de entrada para contaminações que podem destruir uma safra inteira e contagiar a propriedade de forma permanente”, reforça Rafael Vaz, gerente comercial da Conceito Sementes.

 





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Navio com 3 mil vacas está há dois meses em alto-mar com mortes e nascimentos a bordo



Um navio transportando cerca de 3 mil vacas permanece em rota incerta desde setembro, após ter o desembarque negado pelas autoridades da Turquia por falhas na documentação sanitária e irregularidades na identificação dos animais. A situação, que já dura dois meses, reacende o debate internacional sobre as condições do transporte marítimo de animais vivos.

O incidente envolve a embarcação Spiridon II, que deixou Montevidéu em 20 de setembro com destino ao porto turco de Bandırma. O navio chegou à costa turca em 22 de outubro, mas a inspeção sanitária encontrou inconsistências que levaram à proibição imediata da descarga.

Segundo o laudo turco, 146 animais estavam sem brincos de identificação ou com brincos ilegíveis, enquanto 469 vacas tinham marcas que não correspondiam aos registros oficiais da importação. As autoridades também reportaram a morte de 48 animais durante a viagem, elevando o alerta sobre riscos sanitários e possíveis falhas no manejo.

Mortes, nascimentos e putrefação a bordo

Organizações internacionais que acompanham o caso classificam a situação dentro do navio como “degradante”. Testemunhas relataram forte odor, infestação de moscas, carcaças empilhadas e resíduos orgânicos em decomposição.

A Animal Welfare Foundation (AWF) informou que ocorreram cerca de 140 nascimentos durante a travessia, muitos de bezerras que podem não sobreviver a uma segunda viagem marítima.

A especialista da organização, Maria Boada, alertou que os animais restantes podem não resistir ao período adicional no mar, destacando a provável falta de alimento a bordo.

A veterinária australiana Lynn Simpson, referência internacional em bem-estar durante o transporte de animais vivos, reforçou as preocupações ao relatar vazamento de fluidos de carcaças em decomposição no convés. Segundo ela, a situação configura risco sanitário, ambiental e de saúde pública.

Rota indefinida

Após semanas ancorado na Turquia, o Spiridon II deixou o país em 14 de novembro, cruzou o Estreito de Çanakkale e inicialmente rumou de volta ao Uruguai, com chegada prevista para 14 de dezembro, segundo dados da plataforma MarineTraffic.

Entretanto, a rota mudou nos últimos dias. No sábado (22), o navio atracou no porto de Benghazi, na Líbia, e, segundo a organização Mercy For Animals (MFA), partiu nesta segunda-feira (24) rumo a Alexandria, no Egito, onde deve chegar na quinta-feira (27).

A MFA avalia que os animais podem ser vendidos no Egito, já que o país possui acordo fitossanitário com o Uruguai para a importação de gado vivo.

Problema recorrente em navios boiadeiros

Casos como o do Spiridon II não são isolados. Relatórios de organizações de bem-estar animal mostram que navios de transporte de gado, conhecidos como boiadeiros, frequentemente operam com infraestrutura precária, sobrelotação e baixa supervisão sanitária.

As condições inadequadas favorecem mortes, contaminação cruzada, proliferação de doenças e impactos ambientais, como despejo de carcaças no mar.

Brasil lidera exportação de animais vivos e pode bater recorde em 2025

O episódio também reacende o debate sobre o papel do Brasil na cadeia global. O país é hoje o maior exportador de animais vivos do mundo e, segundo estimativa da Mercy For Animals, deve ultrapassar 1 milhão de bovinos embarcados em 2025, recorde histórico.

No Congresso brasileiro, dois projetos avançaram recentemente com o objetivo de desestimular a atividade por meio de maior tributação e exigências sanitárias, o PLP 23/2024 e o PL 786/2024. Ambos tratam de mudanças no regime fiscal do setor e ganharam apoio após a repercussão de casos semelhantes envolvendo sofrimento animal e riscos ambientais.



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veja o que o Brasil continua exportando com tarifa de 50% nos EUA



Na última quinta-feira (20), a Casa Branca retirou 238 itens do chamado tarifaço, favorecendo principalmente os setor de carne, café e frutas. No entano, há ainda centenas de produtos brasileiros que continuam sendo atingidos pela taxa de 50% imposta pelo governo Trump desde o mês de agosto. Segundo o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, 22% das exportações do Brasil ao mercado norte-americano continuam submetidas às sobretaxas.

A ordem executiva assinada pelo presidente Donald Trump zerou a tarifa adicional de 40% para dezenas de produtos agrícolas. A medida vale de forma retroativa desde 13 de novembro de 2025, permitindo reembolso sobre embarques já feitos no período.

Mesmo assim, setores que dependem do mercado americano relatam perda de competitividade e queda nas vendas. No café, o recuo é sentido de forma diferente dentro da própria cadeia. Enquanto o café verde saiu da taxação, o café solúvel seguiu na lista de tarifa total de 50%. A Abics estima que os embarques para os EUA caíram mais de 52% desde agosto, quando o tarifaço entrou em vigor. A entidade teme substituição do produto brasileiro nas gôndolas americanas por concorrentes de outras origens.

Outro segmento que continua fora do alívio é o de máquinas e equipamentos agrícolas. A Abimaq afirma que o setor não foi citado na nova lista de isenção e segue pagando a sobretaxa. Para a indústria, a permanência da barreira trava contratos e dificulta planejamento de exportação.

A lista remanescente também inclui produtos do agro que tinham peso nas vendas para os EUA, pescados e mel seguem taxados em 50%.

Impactos

Na madeira, o efeito já aparece nos números. As exportações brasileiras ao mercado americano despencaram 55% depois do tarifaço, segundo levantamento setorial. Indústrias relatam redução de ritmo e maior dificuldade para manter contratos em um mercado sensível a preço.

A retirada anunciada em 20 de novembro abrangeu, principalmente, produtos agrícolas. Entre os destaques:

  • Café verde (grão)
  • Carnes bovinas (diversos cortes e miúdos)
  • Banana
  • Tomate
  • Açaí
  • Castanha de caju
  • Chá
  • Frutas

Com a exclusão, esses produtos voltam a entrar nos EUA com tarifa igual ou próxima à que vigorava antes do conflito. Apesar do recuo parcial, a lista de itens ainda gravados segue relevante para o Brasil. Entre os mais citados por governo e entidades:

  • Café solúvel
  • Pescados (peixes e derivados)
  • Mel
  • Máquinas agrícolas e equipamentos
  • Motores e maquinário industrial específico
  • Calçados
  • Móveis

Nos cálculos oficiais do MDIC, o valor exportado que ainda sofre tarifa adicional soma US$ 8,9 bilhões dentro do fluxo Brasil-EUA. A avaliação do governo é que a indústria continua sendo o ponto mais sensível, porque tem mais dificuldade de redirecionar vendas para outros mercados.

Alckmin afirma que as tratativas seguem abertas e que o Brasil busca novas exclusões. O Planalto trata o recuo dos EUA como o maior avanço desde agosto, quando o tarifaço começou a valer, mas reconhece que o impacto ainda é significativo sobre cadeias estratégicas.



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AgroNewsPolítica & Agro

Fertilizantes recuam e melhoram relação de troca



O efeito dessa mudança já aparece na balança comercial


Um fenômeno marcante de 2025 é a migração crescente para fertilizantes de menor concentração de macronutrientes
Um fenômeno marcante de 2025 é a migração crescente para fertilizantes de menor concentração de macronutrientes – Foto: Divulgação

Depois da forte volatilidade causada pelo conflito entre Israel e Irã, que elevou rapidamente os preços dos fertilizantes, especialmente da Ureia, o mercado voltou a algum equilíbrio em 2025. Segundo o Itaú BBA, as cotações dos principais nutrientes recuaram parcialmente e todos os produtos registraram queda em relação às máximas de julho, tanto em dólares quanto em reais. Em moeda local, o map atingiu as mínimas do ano, enquanto a Ureia já opera próxima aos níveis observados no mesmo período de 2024.

Nos últimos três meses, a relação de troca entre fertilizantes e os principais produtos agrícolas brasileiros melhorou de forma consistente. Nitrogenados e potássicos retornaram à média histórica, embora os fosfatados sigam acima. A exceção é o café, cujas relações estão nas mínimas históricas devido ao preço elevado do grão. Esse ambiente abre espaço para acelerar compras atrasadas para a safrinha de 2026 ou até antecipar negociações do pacote tecnológico da safra de verão de 2027.

Um fenômeno marcante de 2025 é a migração crescente para fertilizantes de menor concentração de macronutrientes. No mercado de nitrogenados, o sulfato de amônio (SAM) vem apresentando custo por ponto percentual de N mais atrativo do que a ureia. Entre os fosfatados, o preço nominal mais baixo tem impulsionado a demanda por supersimples (SSP) e, em menor escala, por supertriplo (TSP), deslocando parte do consumo do tradicional MAP.

O efeito dessa mudança já aparece na balança comercial. Entre janeiro e outubro de 2025, as importações de SAM superaram as do mesmo período de 2024, e o mesmo ocorreu com o SSP em relação ao MAP — algo inédito nos dois mercados. Esse movimento reforça a busca do produtor por alternativas mais competitivas em um cenário de custos ainda sensíveis e planejamento apertado para as próximas safras.

 





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Dados sobre emprego e inflação estão no radar do mercado no começo desta semana


No morning call de desta segunda-feira (24), a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta que, apesar do fim oficial do shutdown nos EUA, a agenda de indicadores segue incompleta, mantendo incertezas sobre a decisão do Fed em dezembro. Rendimentos dos Treasuries recuaram e dólar permaneceu forte.

No Brasil, dólar ultrapassou R$ 5,40 e Ibovespa caiu cerca de 2%. Nesta semana, destaque para IPCA-15, Caged, PNAD e dados de atividade nos EUA, Europa e China.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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