segunda-feira, abril 13, 2026

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Menos chuvas favorecem semeadura de pastagens de verão


O crescimento e a oferta de forragem nas pastagens anuais de inverno diminuíram no estado do Rio Grande do Sul, segundo o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (9) pela Emater/RS-Ascar. A redução das chuvas no período favoreceu o avanço das atividades de preparo do solo e da semeadura das pastagens anuais de verão, como milheto, aveia-de-verão e sorgo. As áreas semeadas no final de setembro estão em fase de germinação e desenvolvimento inicial.

As pastagens perenes de verão registram rebrote impulsionado pelas temperaturas mais elevadas e boa disponibilidade hídrica. “Nos próximos dias, o pastejo nessas áreas deve se intensificar”, informou a Emater/RS-Ascar.

Na região administrativa de Bagé, no município de Hulha Negra, a sequência de dias secos permitiu o início da produção de feno e pré-secado. Após o corte, foi aplicada adubação para estimular o rebrote e garantir novos cortes ou a colheita de sementes. Em decorrência das chuvas de setembro, áreas de azevém ultrapassaram o ponto ideal de corte, resultando em feno com qualidade inferior. Já as áreas de trevo e de campo nativo apresentam boa disponibilidade e qualidade de forragem. Em São Gabriel, foi observado rebrote intenso de capim-annoni em áreas afetadas pela estiagem do último verão.

Na região de Caxias do Sul, tanto as pastagens perenes quanto as anuais de verão tiveram bom desenvolvimento e suportaram pastejo, enquanto o campo nativo melhorado permitiu maior lotação de animais.

Nas regiões administrativas de Frederico Westphalen, Santa Maria, Soledade e Passo Fundo, o desenvolvimento das pastagens segue satisfatório, com continuidade da semeadura das espécies de verão. Em Ijuí, as forrageiras anuais apresentaram bom desempenho, embora a oferta de massa verde ainda seja limitada. Os produtores intensificaram a produção de feno e silagem a partir das forrageiras de inverno.

Em Pelotas, foram feitos manejos em áreas de Jiggs e Tifton, que já apresentam rebrote. Também houve avanço no plantio de capim-sudão e milheto, além da conclusão da dessecação das áreas de Integração Lavoura-Pecuária.

Na região de Porto Alegre, as pastagens de verão apresentaram condições adequadas de pastejo, embora os produtores relatem dificuldades no controle de maria-mole (Senecio spp.). Em Santa Rosa, os produtores mantêm o pastejo rotativo nas pastagens perenes e avançam na semeadura de aveia-de-verão, milheto e sorgo.

 





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Pecuária brasileira se posiciona como aliada do clima na COP30



A Mesa Brasileira de Pecuária Sustentável lançou recentemente um documento que evidencia como o setor contribui para o combate à crise climática e fortalece a segurança alimentar. O material será apresentado na COP30, que ocorre em novembro, em Belém, Pará.

Em entrevista, gerente da Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável, Michelle Borges, destacou que o documento reúne mais de 60 organizações, do produtor rural à indústria, e apresenta soluções concretas para que a pecuária seja uma aliada do clima.

“O setor já trabalha de forma sustentável e pode evoluir ainda mais. A integração lavoura-pecuária-floresta, o uso de aditivos redutores de metano e o melhoramento genético são algumas das práticas que aumentam a eficiência e reduzem emissões de gases de efeito estufa,” explicou Borges.

O documento também traz recomendações de políticas públicas, incluindo a implementação do Programa de Incentivo à Pecuária Sustentável (PINB), regularização ambiental e fundiária, e estímulos a linhas de crédito verdes.

Segundo Borges, essas medidas fortalecem a transparência e sustentabilidade da cadeia produtiva, garantindo a competitividade da pecuária brasileira nos mercados nacional e internacional.



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Balança comercial tem superávit de US$ 1,108 bilhão na 3ª semana de outubro



A balança comercial brasileira registrou superávit comercial de US$ 1,108 bilhão na terceira semana de outubro. De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) divulgados nesta segunda-feira, 20, o valor foi alcançado com exportações de US$ 7,085 bilhões e importações de US$ 5,976 bilhões.

No ano, de janeiro a outubro de 2025, o superávit soma um total de US$ 48,776 bilhões, resultado de US$ 276,143 bilhões em exportações e US$ 227,367 bilhões em importações.

Outubro

Nas três primeiras semanas de outubro, o superávit na balança foi de US$ 3,297 bilhões. Até a terceira semana de outubro, comparado ao mesmo período de outubro de 2024, as exportações cresceram 6% e somaram US$ 18,351 bilhões. O desempenho dos setores foi o seguinte: crescimento de 12,7% em Agropecuária, que somou US$ 3,742 bilhões; crescimento de 23,4% em Indústria Extrativa, que chegou a US$ 4,606 bilhões e, por fim, queda de 2,5% em Indústria de Transformação, que alcançou US$ 9,890 bilhões.

As importações também subiram 1,1% nas primeiras três semanas de outubro e totalizaram US$ 15,053 bilhões na mesma comparação, com queda de 0,5% em Agropecuária, que somou US$ 274 milhões; queda de 22% em Indústria Extrativa, que chegou a US$ 709 milhões e, por fim, crescimento de 2,6% em Indústria de Transformação, que alcançou US$ 13,975 bilhões.



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Agricultura sustentável ganha espaço nas negociações globais rumo à COP30



No quadro “Será que é Legal”, o professor da FGV, Leonardo Munhoz, destacou a importância da agricultura sustentável nas discussões que antecedem a COP30, marcada para novembro, em Belém, Pará.

Segundo Munhoz, a agricultura sustentável vem ganhando espaço nas negociações internacionais desde 2017 e se consolidou como pauta central na plataforma que reúne países signatários da Convenção-Quadro da ONU e da FAO para debater estratégias de mitigação e adaptação às mudanças climáticas.

“A agricultura sustentável não é vilã. Pelo contrário, ela pode ser parte da solução para as mudanças climáticas. O Brasil tem um papel central nesse contexto, com estrutura regulatória e incentivo a bioinsumos, criando oportunidades para uma nova bioindústria no campo,” explicou Munhóz.

Ele ainda alerta para o descompasso nos financiamentos globais. Apenas 4,3% dos recursos são destinados à agricultura, e apenas 1% a pequenos produtores.

Nesse cenário, o Brasil encontra oportunidades para consolidar políticas domésticas de sustentabilidade e bioeconomia, especialmente com a lei de bioinsumos, aprovada no final do ano passado, que regula biofertilizantes e biodefensivos.

A COP30 será um marco para transformar dados e informações em recomendações concretas, com foco em financiamentos climáticos direcionados à agricultura sustentável.



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Demanda firme mantém preços do boi gordo; confira o fechamento de mercado



O mercado físico do boi gordo abriu a semana com manutenção do padrão de negócios em grande parte do país, com frigoríficos de menor porte ainda enfrentando escalas de abate encurtadas, o que justifica maior agressividade na compra de gado.

Frigoríficos de maior porte seguem com escalas confortáveis, mantendo boa incidência de animais de parceria. A demanda apresenta sinais de aquecimento, com o consumo doméstico próximo ao auge, enquanto o ritmo dos embarques em 2025 permanece forte, segundo o analista Fernando Henrique Iglesias, da consultoria Safras & Mercado.

Preços da arroba do boi gordo por região

  • São Paulo: R$ 312,92 (modalidade a prazo)
  • Goiás: R$ 301,25
  • Minas Gerais: arroba indicada em R$ 302,94
  • Mato Grosso do Sul: R$ 324,89
  • Mato Grosso: a arroba ficou em R$ 298,11

Mercado atacadista

  • Quarto traseiro: R$ 25,00/kg
  • Quarto dianteiro: R$ 18,20/kg
  • Ponta de agulha: R$ 17,00/kg

Segundo Iglesias, o ambiente de negócios sugere elevação de preços no curtíssimo prazo, sustentada pelo auge do consumo doméstico, entrada do décimo terceiro salário, criação de postos temporários de emprego e confraternizações típicas do período.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,65%, sendo negociado a R$ 5,4060 para venda e R$ 5,4040 para compra. Durante o dia, a moeda oscilou entre R$ 5,4025 e R$ 5,4595, acumulando desvalorização de 1,78% na semana.



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Jacarés, cobras e lagartixas são apreendidos na fronteira entre Brasil e Paraguai



A Receita Federal, em ação conjunta com a Polícia Federal e a Força Nacional, realizou uma apreensão na noite do último sábado (18) na Ponte Internacional da Amizade, que liga Foz do Iguaçu (Brasil) a Ciudad del Este (Paraguai). Os fiscais encontraram dez lagartixas-de-crista, 12 jacarés, uma sucuri e uma píton, todos vivos, transportados em mochilas por um passageiro de um táxi com placas paraguaias.

O responsável pela carga era um homem brasileiro que viajava em direção ao Brasil quando foi abordado pela equipe da Receita Federal. Ao ser questionado, ele afirmou que levaria as espécies para São Paulo, mas não apresentou documentação que autorizasse o transporte.

Ele ainda declarou que comprou as espécies no país vizinho para revenda ilegal no mercado interno, e que já havia realizado esse tipo de transporte outras vezes. De acordo com o homem, as lagartixas-de-crista seriam vendidas por R$ 600,00 cada uma, os jacarés por R$150,00 cada, enquanto a sucuri seria vendida por R$800,00 e a píton por R$3.000,00.

As espécies foram apreendidas e encaminhadas aos órgãos ambientais competentes, que irão avaliar o estado de saúde dos animais e providenciar o destino adequado.

De acordo com a Receita Federal, o transporte irregular de animais silvestres ou exóticos configura crime ambiental, sujeito a sanções penais e administrativas. A instituição mantém ações contínuas de vigilância e controle aduaneiro, em cooperação com outros órgãos públicos, para prevenir o contrabando, o descaminho e o tráfico de espécies nas fronteiras.





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Veja como ficou a cotação do boi gordo no começo desta semana, segundo o indicador Datagro



O Indicador do Boi Gordo Datagro mostra que a semana começou com números favoráveis na cotação da arroba do boi gordo em São Paulo, atingindo R$ 311,38, uma alta de 0,21%. No entanto, a maior alta ocorreu na cotação do boi gordo da Bahia, onde houve crescimento de 2,40%, atingindo o preço de R$ 289,50

Por outro lado, houve queda expressiva na cotação do boi em Minas Gerais. O preço da arroba fechou a segunda-feira (20) em R$ 292,12, resultando em uma queda de 2,08%.

Veja abaixo a cotação do boi gordo nas principais praças:

São Paulo: de R$ 310,73 para R$ 311,38

Goiás: de R$ 297,59 para R$ 297,03

Minas Gerais: de R$ 298,31 para 292,12

Mato Grosso: R$ 300,00 para R$ 296,33

Mato Grosso do Sul: de R$ 318,05 para R$ 317,58

Pará: de R$ 296,61 para R$ 296,55

Rondônia: de R$ 285,84 para R$ 286,11

Tocantins: de R$ 295,57 para RE 296,66

Bahia: de 286,05 para R$ 289,50

O Indicador do Boi Gordo Datagro é a referência utilizada pela B3 para a liquidação dos contratos futuros de pecuária no mercado brasileiro.



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Soja tem dia de preços mistos no Brasil; confira o fechamento de mercado



O mercado brasileiro de soja iniciou a semana com poucas novidades. De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado, Rafael Silveira, os preços apresentaram comportamento misto ao longo do dia, com oscilações discretas e poucas ofertas disponíveis.

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Nesta segunda-feira (20), a indústria permaneceu de lado, enquanto o ambiente nos portos se manteve calmo. Os produtores seguem concentrados no avanço do plantio, com pouco interesse nos patamares atuais de preços.

Preços de soja no mercado brasileiro

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 134,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 135,00
  • Cascavel (PR): manteve em R$ 134,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 126,00
  • Dourados (MS): caiu de R$ 126,00 para R$ 125,50
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 125,00
  • Paranaguá (PR): manteve em R$ 140,00
  • Rio Grande (RS): manteve em R$ 140,00

Nos portos, os prêmios recuaram levemente, acompanhando a queda do dólar. Apesar disso, a demanda externa segue firme, principalmente com o aumento das importações chinesas de soja brasileira, que subiram 29,9% em setembro frente ao ano anterior, refletindo temores com a disputa comercial entre EUA e China.

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a segunda-feira em alta, sustentados pela expectativa de avanço nas negociações comerciais entre os Estados Unidos e a China. O presidente Donald Trump afirmou acreditar que Pequim poderia retomar as compras da soja norte-americana

Na CBOT, os contratos de novembro de 2025 subiram de 10,19 para 10,31 3/4, enquanto os de janeiro de 2026 avançaram de 10,37 para 10,50. O farelo de soja com vencimento em dezembro de 2025 registrou alta de 281 para 285, e o óleo de soja para o mesmo período subiu de 51,13 para 51,31.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,66%, negociado a R$ 5,3702 para venda e R$ 5,3682 para compra. Durante o dia, a moeda oscilou entre R$ 5,3661 e R$ 5,4141.

No Brasil, o produtor continua de olho nas condições climáticas para o plantio da safra 25/26, mantendo estratégia cautelosa frente a custos elevados, margens apertadas e disponibilidade restrita de crédito.



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Falta de crédito e juros travam investimentos e limitam sojicultores de MT



A safra 25/26 de soja em Mato Grosso se inicia sob forte tensão. A falta de crédito e as altas taxas de juros travam investimentos, deixando sojicultores no limite e exigindo decisões estratégicas para manter a colheita e a continuidade da atividade.

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Em Primavera do Leste, o agricultor Ari José Ferrari se prepara para cultivar 2.400 hectares da oleaginosa. Com 30% da produção já comercializada, ele aguarda uma umidade segura para iniciar o plantio. “Teria que chover uns 80 mm. Hoje acumulamos 10 a 14 mm. O lucro é pequeno e qualquer erro nos coloca no vermelho”, explica.

O sojicultor também destaca a queda nos preços das commodities. “Quando compramos o maquinário, a soja valia 160. Hoje está a 110. O milho caiu de 80 para 45. A diferença quase corta o valor pela metade”, pontua.

A escassez de crédito atinge ainda cooperativas e revendas, dificultando o abastecimento. Com juros que podem chegar a 20% para financiar o plantio, muitos produtores veem a atividade como inviável, enquanto os bancos concentram cada vez mais riqueza.

Nesse cenário, a compra coletiva surge como solução estratégica. A Coprosoja, que reúne mais de 1.300 produtores e quase 3 milhões de hectares em 86 municípios, facilita o acesso a insumos e maquinários. “A grande formatação é simples: equidade de volume gera equidade de preço. Trabalhando juntos, o setor obtém melhores condições de precificação, aumentando a renda das famílias e garantindo a manutenção da produção”, afirma Fernando Cadore, presidente da cooperativa.

O momento exige união e planejamento. Produtores que não se organizarem coletivamente podem ser absorvidos por grupos que atuam em escala, reforçando a necessidade de estratégias conjuntas para viabilizar a safra diante de crédito restrito, custos altos e clima incerto.



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Logística: “há necessidade urgente de investimento”


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A primeira edição do Momento AGRO, projeto multiplataforma do Canal Rural, traz uma entrevista com Neivor Canton, diretor-presidente da Aurora Coop, falando sobre cooperativismo, sucessão familiar, inclusão, infraestrutura e expansão. O Momento AGRO, projeto realizado em parceria com a Aurora Coop e o Sebrae, tem o objetivo de levar informação e conteúdo de mobilização, conscientização e auxílio a toda a cadeia produtiva, abordando para isso temas necessários para a conexão entre o campo e o mercado como competitividade, inovação e sustentabilidade.

Neivor Canton, presidente da Aurora Coop, em entrevista para o Momento Agro.| Screenshot

Durante a entrevista, o diretor-presidente de um dos maiores grupos agroindustriais de proteína animal do Brasil, que reúne 14 cooperativas e mais de 85 mil famílias de produtores rurais, defendeu a urgência de um plano de investimento na infraestrutura ferroviária do estado, como forma de abreviar o sofrimento que o estado de Santa Catarina enfrenta hoje para transportar sua produção.

Canton destacou que o cooperativismo é um meio que dá suporte ao produtor rural e que a Aurora investe há mais de 30 anos em transformar o produtor em verdadeiro empresário rural, o que influencia na sucessão na propriedade, na inclusão de todos da família, facilitando e profissionalizando o planejamento dos negócios.

Veja a entrevista na íntegra:

Sobre o Momento AGRO:

O Momento Agro é uma iniciativa do Canal Rural em parceria com Aurora Coop e Sebrae-SC. O projeto coloca em pauta temas como competitividade nas propriedades rurais, gestão de negócios mercado, inovação e sustentabilidade.

Os conteúdos são exibidos multiplataforma (TV, Youtube, www.canalrural.com.br). Na TV os programas inéditos e as reprises são veiculados nos intervalos dos telejornais e principais programas da grade de programação do Canal Rural.

Ao longo de seis meses serão produzidas e exibidas reportagens no formato de entrevistas de estúdio e matérias com captações externas a campo. Entre as fontes de informação, lideranças e dirigentes do setor, produtores rurais, técnicos e profissionais do sistema cooperativo e do Sebrae.

Em 2026 também está prevista a realização de um fórum para discutir as temáticas tratadas durante o projeto, com transmissão ao vivo pelo Canal Rural para todo o Brasil.

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