sábado, março 28, 2026

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cálculo da lotação conecta gestão financeira à produtividade; entenda



O cálculo da lotação é essencial para conectar a gestão financeira à produtividade na pecuária, definindo a real capacidade de suporte da fazenda.

Em mais um episódio da série “A Conta do Boi”, o zootecnista Gustavo Sartorello informa que a primeira etapa para realizar esse cálculo é a organização do rebanho em categorias simples e funcionais, como matrizes em reprodução, bezerros e machos de treze a vinte e quatro meses.

Ao cruzar o número de animais organizados por categoria com a área de pastagem disponível, o produtor pode calcular dois indicadores fundamentais de lotação. Sartorello afirma que a lotação da fazenda não é um indicador estático, mas sazonal.

Segundo ele, o pecuarista precisa monitorar esse indicador mês a mês para entender a relação entre o número de animais e o crescimento do capim, que é maior na chuva e menor na seca.

Confira:

Importância da gestão de lotação

Ignorar a sazonalidade e manter uma alta lotação na seca resulta em baixo desempenho e perda de peso. É durante esse período que a gestão de lotação se torna uma estratégia de antecipação. “Decidir antes é sempre mais barato do que apagar incêndio depois”, afirma o zootecnista.

Para que a lotação seja calculada com precisão, o pecuarista deve ter uma rotina de pesagens ao longo do ano. A pesagem regular é essencial para transformar a organização em resultado real para a fazenda. Pesar o gado de forma coordenada e consistente, aproveitando momentos como vacinação e desmama, é fundamental.

Atualizações e segurança alimentar

O site do Giro do Boi traz atualizações sobre as práticas na pecuária. Além disso, o programa CPF do Boi visa ampliar a segurança alimentar e ambiental da carne brasileira. Os produtores devem estar atentos às condições climáticas, como o frio e umidade no Paraná, e a chuva volumosa prevista para o sul de Mato Grosso do Sul.

Os especialistas também alertam sobre os riscos de animais 3/4 europeus em clima quente e confirmam o potencial de tricross para carcaça e programas de carne premium. Para mais informações sobre o tema, acesse o site do Giro do Boi.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.



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Fórum Planeta Campo debate o papel do agro nas soluções climáticas



O Fórum Planeta Campo, realizado nesta terça-feira (11) em Belém, Pará, reuniu lideranças do agronegócio, da pesquisa e da sustentabilidade para debater o papel do agro nas soluções climáticas globais. O evento também premiou propriedades rurais que se destacam pela produção sustentável.

Na abertura, a presidente da Embrapa, Silvia Massruhá, reforçou que inovação e tecnologia caminham lado a lado com a sustentabilidade. Representantes da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e governos estaduais apresentaram estratégias de descarbonização e inventários de emissões de gases de efeito estufa.

“Estamos entregando hoje um relatório que tem a apuração das emissões com o inventário das emissões do gases de efeito estufa e os roteiros para descarbonização, incluindo o setor do agronegócio”, afirmou o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, destacando o protagonismo do estado nas discussões rumo à COP30.

Durante o encontro, empresas privadas apresentaram iniciativas de incentivo à produção sustentável, como o programa Fazenda Nota 10, que reúne 500 propriedades em benchmarking e adoção de novas tecnologias.

“O produtor pode acessar o que tem de mais novo em termos de tecnologia para aplicar na sua propriedade e comparar qual a sua evolução em relação aos outros que estão aplicando as mesmas tecnologias”, disse o CEO global da JBS, Gilberto Tomazoni.

Superação de desafios

Durante o fórum, o CEO da SLC Agrícola, Aurélio Pavinato, destacou que a sustentabilidade no campo é resultado de um processo contínuo de superação de desafios. Segundo ele, a primeira grande conquista foi o combate à degradação do solo, alcançado com o plantio direto, a cobertura vegetal e o manejo sustentável.

Em seguida, veio o controle de pragas e doenças com o uso racional de defensivos agrícolas. Agora, a nova etapa é voltada à reciclagem e ao aproveitamento de resíduos dentro das propriedades. “A economia circular, no caso da SLC, já implantamos em 11 fazendas. Estamos reciclando 100% dos registros gerados na fazenda, afirmou. 

Encerramento do evento

Encerrando o fórum, o painel “Rastreabilidade Total da Cadeia de Alimentos” destacou iniciativas que reforçam a transparência no campo. A cooperativa Cooxupé, que atua nas principais regiões produtoras de café do país, apresentou o protocolo “Gerações”, criado para apoiar os cafeicultores na adoção de práticas sustentáveis e de rastreabilidade.

Segundo a diretora de sustentabilidade JBS Brasil, Liège Correia, o Brasil tem tradição no controle de origem dos alimentos desde a década de 1990, com a Guia de Trânsito Animal (GTA). Agora, estados como Santa Catarina e Pará avançam com decretos que tornam obrigatória a rastreabilidade individual dos rebanhos bovinos, ampliando a confiança do consumidor e o valor agregado da produção.



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No Canadá, Mauro Vieira e Marco Rubio conversam sobre negociações sobre tarifaço



O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, reuniu-se nesta quarta-feira (12) com o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, em Niágara, no Canadá, à margem da reunião do G7, grupo dos países mais industrializados do mundo.

Segundo o Itamaraty, os dois conversaram sobre o andamento das negociações bilaterais envolvendo tarifas comerciais.

Mauro Vieira informou que o Brasil encaminhou, no último dia 4 de novembro, uma proposta de negociação aos Estados Unidos, após reunião virtual entre as equipes técnicas dos dois países.

O chanceler ressaltou a importância de avançar nas tratativas, conforme orientação dos presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump, que falaram do tema durante encontro recente na Malásia.

Os ministros concordaram em marcar uma nova reunião presencial, em data próxima, para discutir o estágio atual das conversas e buscar entendimento sobre as medidas tarifárias.

Tarifaço

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu no dia 26 de outubro com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em Kuala Lumpur, na Malásia. O encontro durou cerca de 50 minutos e ocorreu durante a realização da 47ª Cúpula da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean).

Durante a reunião, Lula disse que não há razão para desavenças com os Estados Unidos e pediu a Trump a suspensão imediata do tarifaço contra as exportações brasileiras, enquanto os dois países estiverem em negociação.

Em julho deste ano, Trump anunciou um tarifaço de 50% sobre todos os produtos brasileiros que são exportados para os Estados Unidos. Em seguida, ministros do governo brasileiro e do Supremo Tribunal Federal (STF) também foram alvo da revogação de vistos de viagem e outras sanções pela administração norte-americana.

“O Brasil tem interesse de ter uma relação extraordinária com os Estados Unidos. Não há nenhuma razão para que haja qualquer desavença entre Brasil e Estados Unidos, porque nós temos certeza que, na hora em que dois presidentes sentam em uma mesa, cada um coloca seu ponto de vista, cada um coloca seus problemas, a tendência natural é encaminhar para um acordo”, afirmou o presidente.

Na semana passada, Lula disse voltaria a telefonar para o presidente dos Estados Unidos caso não houvesse avanços nas negociações comerciais entre os dois países até o encerramento da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), que está sendo realizada em Belém (PA).



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AgroNewsPolítica & Agro

Negociações da soja desaceleram em outubro



Safra 25/26 segue com vendas abaixo da média



Foto: Pixabay

Segundo análise semanal divulgada pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) na segunda-feira (10), “em out/25, a comercialização da soja da safra 24/25 em Mato Grosso alcançou 97,12% da produção”, registrando avanço de 1,42 ponto percentual em relação a setembro.

O instituto aponta que “o menor volume de soja disponível, aliado à baixa necessidade de fazer caixa neste momento e ao foco dos produtores na semeadura da próxima temporada, resultou na desaceleração do ritmo das negociações”. O preço médio do grão no mês foi de R$ 121,45 por saca, com “alta de 0,77% frente ao mês anterior”.

Para a safra 25/26, o Imea informa que as vendas “avançaram 4,62 p.p. ante set/25, alcançando 36,08% da produção prevista para o estado”. Apesar do avanço, o instituto destaca que “as negociações seguem atrasadas em 2,27 p.p. no comparativo com o mesmo período da safra passada e 7,03 p.p. abaixo da média dos últimos anos”, em um cenário marcado por incertezas sobre o desenvolvimento da safra e preços menos atrativos diante dos custos. O boletim aponta ainda que o preço médio da soja no mês ficou em R$ 110,91 por saca, “aumento de 1,49% em relação a set/25”.





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Safras de tecnologia. E de demanda!


Da fronteira à inovação: como a pecuária em Roraima se torna um exemplo de sucesso
Da fronteira à inovação: como a pecuária em Roraima se torna um exemplo de sucesso

Fazendas de alta performance não admitem mais soja e milho abaixo de 5 mil e 10 mil quilos por hectare. Foi-se o tempo em que o grande diferencial da agricultura brasileira para os Estados Unidos era a tecnologia, a produtividade. Em condições de clima e manejo adequados, já não são raras as lavouras no Brasil com rendimento similar ou até superior aos campos norte-americanos. Ou seja, o desafio virou meta.

Em uma série de 20 anos é possível mostrar com clareza esse incremento. Entre os ciclos 2014/15 e 2024/25 a produção nacional saiu de 119 milhões para quase 310 milhões de toneladas, crescimento de 160%, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Nesse período, área foi de 47 milhões para 81 milhões de hectares, variação de 72%. O volume aumentou mais que o dobro da extensão cultivada, relação que evidencia em números o avanço tecnológico no campo.  

Mais do que tecnologia, porém, vale ressaltar que estamos fazendo agricultura com inovação e sustentabilidade. As boas práticas adotadas no campo colocam o agronegócio brasileiro como a principal atividade econômica com sequestro de carbono neutro ou positivo, com capacidade única de compensar as emissões de CO2. E isso não é nenhuma novidade. Basta olhar para o sistema de plantio direto, técnica de cultivo sustentável com mais de 50 anos no Brasil.

Mas o avanço da produção, no entanto, só ocorre na combinação com a demanda, colocando o mercado como fator determinante nessa equação. A agricultura mais eficiente e principalmente mais competitiva está associada ao consumo, doméstico e internacional, um elo da cadeia onde também estamos melhor preparados. Além do clima, já conseguimos mitigar com mais efetividade possíveis efeitos nocivos da economia, política e geopolítica que afeta mercados e produção.

Nas últimas duas décadas nos transformamos no maior produtor (170 milhões de toneladas) e exportador (100 milhões de toneladas) mundial de soja, nossa produção de milho rompeu as 100 milhões de toneladas e nos consolidamos como maior exportador mundial do cereal. Por outro lado, também estamos fazendo a lição de casa, agregando valor a produção primária com índices nunca vistos de processamento.

Criamos demanda interna, com maior liquidez e forte pegada ambiental. Soja e milho viram carne e combustível, energia verde e renovável. Pelo menos 50 milhões de toneladas de soja e milho viram biodiesel e etanol no Brasil. É mais emprego e renda, dentro e fora da porteira. É maior valor adicionado ao Produto Interno Bruto (PIB) que vêm do agro, responsável por quase 1/3 das riquezas econômicas geradas no país.

Hoje, em plena implantação de um novo ciclo, a safra 2025/26, o setor enfrenta novamente uma série de dificuldades e incertezas. Crédito, clima, mercado… Mas sempre foi assim. Com maior ou menor intensidade, faz parte da rotina de quem produz. Por isso a importância dessa reflexão de potencial, de onde chegamos e do caminho a percorrer.

Não podemos menosprezar e nem descuidar das dificuldades de um mercado globalizado que impactam sobremaneira o agronegócio no Brasil e no mundo. Como não podemos ignorar nossa capacidade de superação e de produção. O passado recente mostra que as oportunidades surgem na medida em que crescem os desafios. E se tecnologia e mercado são os diferenciais, o agricultor brasileiro fica atrás de ninguém.

E para concluir essa reflexão, em especial sobre potencial, vale lembrar a produção agrícola nos Estado Unidos está estagnada na área cultivada, em queda e limitada abaixo dos 100 milhões de hectares, conforme o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Enquanto no Brasil o cultivo rompe os 80 milhões de hectares impulsionado por outra prática sustentável, a de recuperação de áreas degradadas. Sem derrubar uma árvore sequer, surge um horizonte em potencial e adicional de 30 milhões de hectares. Como e no ritmo que isso vai acontecer, é o mercado quem vai dizer.

* Leori Hermann é CEO da Unity Agro

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Soja reage no Brasil com alta do dólar e firmeza em Chicago; confira as cotações



O mercado brasileiro de soja apresentou melhora nos preços ao longo da tarde desta quarta-feira (12), influenciado pela alta do dólar e pelo fechamento firme dos contratos futuros em Chicago. Apesar das negociações entre EUA e China sobre compras de soja, o impacto direto nos preços brasileiros foi limitado. A principal motivação para a movimentação no mercado interno veio da valorização do dólar e do posicionamento de compradores no interior do país.

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O analista da consultoria Safras & Mercado, Rafael Silveira, destacou que os produtores aproveitaram para avançar um pouco nas vendas, principalmente no mercado interno. Nos portos, a movimentação foi mais contida, com negócios firmes concentrados em algumas praças do interior.

Preços de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 134,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 135,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 134,00 para R$ 135,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 125,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 125,50
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 126,00 para R$ 128,00
  • Paranaguá (PR): subiu de R$ 140,00 para R$ 140,50
  • Rio Grande (RS): caiu de R$ 140,50 para R$ 140,00

Soja em Chicago

Em Chicago, os contratos futuros da soja fecharam firmes, em meio à volatilidade e à expectativa pelo relatório de novembro do USDA, que trará ajustes na projeção da safra americana 2025/26 e nos estoques de passagem.

A retomada das compras chinesas nos Estados Unidos ainda é incerta, com informações apontando novas aquisições na América do Sul e estoques elevados na China.

Contratos futuros

Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro subiram 6,50 centavos de dólar, a US$ 11,33 3/4 por bushel, e a posição março avançou 6,00 centavos, a US$ 11,44 por bushel. No farelo, a posição dezembro fechou em US$ 321,00 por tonelada, com alta de US$ 4,10. Já o óleo, em dezembro, caiu 0,48 centavo, a 50,62 centavos de dólar.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,35%, negociado a R$ 5,2921 para venda e R$ 5,2901 para compra, oscilando entre R$ 5,2661 e R$ 5,3021.



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é ruim, mas é bom para o agro?


A queda do dólar para abaixo de R$ 5,30 trouxe um misto de preocupação e esperança ao agronegócio. Para quem exporta, é ruim, cada dólar recebido vira menos reais. Para quem compra insumos importados, pode ser bom: fertilizantes, defensivos e máquinas tendem a ficar um pouco mais baratos.

O problema é que essa “boa notícia” demora a aparecer na prática. Mesmo com o real valorizado, o preço dos insumos recua pouco. Os motivos são simples: estoques antigos, contratos em dólar e custos internos elevados, como frete, combustível e crédito caro, acabam anulando parte do ganho cambial.

Enquanto isso, o lado ruim vem rápido. O produtor exportador, já pressionado por dívidas e juros altos, vê sua rentabilidade encolher. A soja, milho, carne e outros produtos exportados valem menos em reais, reduzindo o caixa das propriedades e travando novos investimentos.

Ainda assim, o câmbio mais baixo pode ser usado a favor do produtor. É hora de renegociar contratos, buscar eficiência e aproveitar o momento para planejar compras de insumos antes que o dólar volte a subir.

No fim das contas, o ditado se confirma: é ruim, mas é bom, depende de como cada produtor reage. Quem entender o câmbio como ferramenta de gestão, e não como inimigo, pode transformar essa maré em oportunidade.

Miguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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CropLife Brasil lança documento sobre inovação e clima durante a COP30



Durante a programação da COP30, a CropLife Brasil, em parceria com o Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), lançou o documento “Caminhos do Agro: Inovação pelo Clima”. A publicação reúne experiências que mostram como o agronegócio brasileiro vem adotando tecnologias sustentáveis e soluções inovadoras para aumentar a produtividade e reduzir impactos ambientais.

Segundo o presidente da CropLife Brasil, Eduardo Leão, o objetivo é mostrar que inovação e clima estão conectados e que o setor agropecuário tem papel central na transição para uma economia de baixo carbono.

“O produtor hoje tem vários tipos de tecnologia à sua disposição, e é importante que ele use conforme suas necessidades, sempre pensando na produtividade com sustentabilidade, que devem andar juntas”, afirmou.

Inovação tecnológica e sustentabilidade

O documento aborda temas como complementariedade dos insumos, integrando defensivos químicos, biológicos e biotecnologia. A proposta, segundo Leão, é mostrar como o uso combinado dessas tecnologias aumenta a eficiência no campo e contribui para práticas produtivas mais sustentáveis.

Entre os exemplos apresentados estão os avanços no uso de bioinsumos, que têm se expandido rapidamente no país.

Crescimento dos bioinsumos no Brasil

De acordo com levantamento da CropLife Brasil divulgado em maio, o uso de bioinsumos cresceu 13% na safra 2024/25, alcançando 156 milhões de hectares de área tratada. Nos últimos três anos, o setor vem crescendo em média 22% ao ano, ritmo quatro vezes superior à média mundial.

“O Brasil é um dos países que mais adotam essa tecnologia. Cerca de 30% da área agrícola já utiliza bioinsumos de alguma forma, e o potencial de expansão ainda é muito grande”, destacou Leão.

Atualmente, o mercado nacional de bioinsumos movimenta cerca de R$ 5 bilhões, com previsão de crescimento de dois dígitos ao ano. Globalmente, a expectativa é que o setor avance 13% ao ano até 2027, segundo projeções citadas pela entidade.

Perspectivas

A CropLife Brasil também vê oportunidades de ampliar as exportações de bioinsumos desenvolvidos no país. O setor aposta na inovação tecnológica, no manejo integrado e na cooperação internacional como caminhos para fortalecer a sustentabilidade no agro e consolidar o papel do Brasil como referência global em agricultura de baixo carbono.



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cavalo invade salão e para diante de espelho ao ver o próprio reflexo



Clientes e funcionárias de um salão de beleza em Teresina, Piauí, no bairro Mocambinho, zona norte da cidade, foram surpreendidas nesta terça-feira (11) com a entrada de um cavalo no local. O episódio foi registrado por câmeras de seguranças. 

As imagens mostram o animal entrando pela porta da frente em um momento em que o salão estava aberto para atendimento. O cavalo anda pelo local até parar diante de um espelho, onde permanece por alguns segundos, aparentemente observando o próprio reflexo.

Assustadas, algumas clientes se afastam, enquanto duas pessoas tentam laçar o animal, que resiste e se esquiva. Em seguida, uma funcionária usa uma vassoura para espantá-lo, e o cavalo sai correndo do estabelecimento.

Ninguém ficou ferido durante o episódio, e o estabelecimento não teve qualquer tipo de dano ou prejuízo causado pela entrada do animal. Nas redes sociais, o vídeo repercutiu rapidamente, e internautas se divertiram com a tranquilidade do cavalo, que foi apelidado de “cliente mais inusitado do dia”.



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Entenda as diferenças entre pastejo rotacionado e ultradenso



O manejo do gado por meio de sistemas de pastejo intensivo se destaca como a chave para aumentar a lotação e a rentabilidade por hectare.

A dúvida do pecuarista João José Ribeiro, de Gurupi (TO), sobre as diferenças entre o pastejo rotacionado e o pastejo ultradenso envolve duas filosofias distintas de intensificação.

No quadro “Giro do Boi Responde”, do programa Giro do Boi, o engenheiro agrônomo Marcius Gracco, da Intensifique Consultoria, informa que, embora ambos os sistemas busquem o aumento de produtividade, a forma de uso da área e o foco do manejo são diferentes.

Segundo ele, o pastejo rotacionado é considerado a principal aposta da pecuária nacional para intensificar a produção.

Confira:

Diferenças entre os sistemas de pastejo

A diferença fundamental do pastejo rotacionado em relação aos sistemas contínuo e alternado é o controle. Este sistema exige a divisão da propriedade em vários piquetes, respeitando a fisiologia da planta, ou seja, a altura ideal de entrada e saída da forrageira.

No pastejo rotacionado, o principal objetivo é respeitar a fisiologia da planta e aumentar a lotação. Os animais permanecem um período maior no piquete, geralmente de dois a três dias, garantindo o descanso necessário para o pasto.

Em contraste, o pastejo ultradenso adota uma filosofia diferente, buscando altas lotações instantâneas por um período curto, utilizando o resíduo do animal para fertilizar a área.

Recomendações para pecuaristas

A principal recomendação do especialista, independentemente do sistema escolhido, é respeitar a fisiologia da planta. Quando pastejada, a planta utiliza os carboidratos da raiz para emitir novas folhas, devolvendo o carboidrato à raiz por meio da fotossíntese. Desrespeitar esse ciclo pode prejudicar a alta produtividade.

Com o pastejo rotacionado, os pecuaristas podem atingir médias de lotação muito elevadas. Partindo de uma média de 0,8 a 1,5 Unidade Animal (UA) por hectare no sistema convencional, é possível alcançar, em áreas adubadas e irrigadas no verão, até quinze Unidades Animais por hectare.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.



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