sábado, março 28, 2026

Agro

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‘Passou a hora de virar a página’, diz diretor do Cecafé sobre taxação de café brasileiro nos EUA



O presidente do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), Marcos Matos, disse estar torcendo para que os Estados Unidos retirem a tarifa sobre o café brasileiro. “Vamos torcer; estão todos cansados dessas tarifas. Passou da hora de virar essa página”, disse ele ao Broadcast Agro (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) após fala do secretário de Tesouro dos EUA, Scott Bessent, a respeito de “alívios tarifários sobre café, bananas e outras frutas e produtos nos próximos dias”.

Em comunicado, o Cecafé afirmou que houve uma movimentação importante das principais indústrias torrefadoras dos EUA. “Eles estão em diálogo permanente com o Departamento de Comércio, com o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) e com os secretários, justamente abordando a questão da isenção ao café”, disse.

A entidade também afirmou que o Brasil tem tido “uma perda competitiva considerável” desde a ordem executiva do último dia 5 de setembro, visto que outros produtores de café do mundo ampliaram acesso ao mercado norte-americano com tarifas de apenas 10%.

“Seguimos com 50%, enquanto o consumidor dos EUA vai se adaptando a novos parâmetros. O Brasil, obviamente, não conseguirá reconquistar os espaços no blends se essa situação das tarifas se prolongar”, disse o Cecafé.

A entidade acrescenta, em nota, que está pedindo aos governos do Brasil e dos EUA que anunciem à sociedade e ao mercado que a negociação efetivamente começou para grandes e importantes produtos, como o café. “Precisamos ter um olhar de produto a produto”, disse. “É uma estratégia que pode destravar as negociações dado a esse cenário que estamos vendo de algumas resistências.”



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Ministério da Agricultura atualiza lista de pragas quarentenárias presentes no Brasil



O Ministério da Agricultura e Pecuária publicou a portaria 1.443/2025 com mudanças na lista de pragas quarentenárias presentes no país. Em nota, a pasta informa que o município de Almeirim, no Pará, foi incluído como área com ocorrência da praga Rhizoctonia theobromae (Ceratobasidium theobromae), que afeta a cultura da mandioca, e o estado do Rio Grande do Norte como unidade da federação com ocorrência da praga Xanthomonas campestris pv. viticola, que incide sobre a cultura da videira.

“Ambas são classificadas como pragas quarentenárias presentes e já eram monitoradas pelo Mapa, com programas nacionais específicos de prevenção e controle”, disse a pasta.

Com a atualização, as novas áreas de ocorrência passam a seguir as regras de trânsito para vegetais hospedeiros dessas pragas, conforme as normas específicas de cada programa.



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AgroNewsPolítica & Agro

Preço da soja sobe em MT



Ainda assim produtores estão segurando as vendas



Foto: Pixabay

Apesar do avanço nas vendas da safra 2025/26, a comercialização da soja em Mato Grosso segue abaixo da média histórica, refletindo a incerteza dos produtores diante de custos elevados e preços pouco atrativos.

Em outubro, as vendas da safra 2025/26 chegaram a 36,08% da produção prevista no estado, segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA). O avanço foi de 4,62 pontos percentuais em relação a setembro. No entanto, ainda está 2,27 p.p. atrás da safra anterior e 7,03 p.p. abaixo da média dos últimos anos.

A retração tem como pano de fundo os altos custos de produção, especialmente com insumos, e a oscilação dos preços no mercado internacional. A paridade de exportação para março de 2026 recuou 1,78% na semana analisada, com média de R$ 103,14/sc. Em contrapartida, o preço médio da soja negociada no estado em outubro subiu 1,49% e fechou em R$ 110,91/sc.

Para a safra atual (2024/25), a comercialização atingiu 97,12%, com valorização de 0,77% no preço médio, encerrando outubro em R$ 121,45/sc. O ritmo mais lento das vendas está associado também ao foco dos produtores na semeadura da nova safra, que já cobre 85,68% da área prevista.





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Quinta-feira tem alerta de temporais e pancadas de chuva em várias regiões do país



A atuação de uma área de baixa pressão no Paraguai, combinada com o avanço de uma frente fria, provoca instabilidade em várias regiões do Brasil nesta quinta-feira (13). Enquanto parte do país enfrenta pancadas de chuva e risco de temporais, outras áreas permanecem com tempo firme e temperaturas elevadas, segundo a Climatempo.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

Sul

No norte do Rio Grande do Sul, norte de Santa Catarina e Paraná, as pancadas de chuva persistem ao longo do dia, com possibilidade de forte intensidade e risco de temporais, especialmente no PR.

No restante do Rio Grande do Sul, o tempo volta a ficar mais estável. As temperaturas sobem em boa parte do estado e também no norte do Paraná, enquanto em Santa Catarina e na metade sul paranaense o clima fica mais ameno.

Sudeste

As instabilidades avançam pelo oeste e sul de São Paulo e sul e oeste de Minas Gerais desde a manhã, provocando chuvas de moderada a forte intensidade e risco de temporais no Triângulo Mineiro.

Na capital paulista, o sol aparece entre nuvens durante a manhã e há possibilidade de chuva à tarde. As temperaturas variam entre 17 °C e 30 °C. Já nas demais áreas do Sudeste, o tempo firme predomina, com sol e calor em grande parte da região.

Centro-Oeste

No Mato Grosso do Sul, sobretudo na metade sul, as pancadas de chuva ocorrem desde cedo, com risco de temporais e grandes volumes acumulados. As instabilidades se espalham para o restante do estado ao longo do dia.

No Mato Grosso, as chuvas ganham força à tarde, principalmente no oeste e sul. Já em Goiás, as instabilidades ficam restritas ao sul do estado, com tempo mais aberto nas demais áreas.

Nordeste

Entre Ilhéus e Salvador, há previsão de chuvas moderadas a fortes, com possibilidade de temporais. No interior e oeste da Bahia, Maranhão e entre Alagoas e Rio Grande do Norte, podem ocorrer chuvas fracas e isoladas.

Nas demais áreas, o tempo segue firme e seco, com umidade do ar baixa no interior, especialmente no Piauí, Ceará, oeste do Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e norte da Bahia.

Norte

As instabilidades se formam desde cedo no Amazonas, Acre, Rondônia, oeste do Tocantins e oeste do Pará, e se intensificam ao longo do dia. No Amapá, o tempo permanece mais firme. As temperaturas seguem elevadas, deixando o clima abafado em toda a região Norte.



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São Paulo fecha com a maior cotação do dia



O Indicador do Boi Gordo Datagro segue em alta nesta quarta-feira (12). As principais praças pecuárias do país registraram variação positiva no preço médio da arroba.

Em São Paulo, a cotação fechou no maior valor do dia, a R$ 323,00 por arroba, representando alta de 0,33%. Na Bahia, o preço atingiu R$ 312,72, com variação de 1,19%, a maior elevação desta quarta-feira. Já em Rondônia, a arroba foi negociada a R$ 282,71, com alta de 0,29%, registrando a menor cotação entre as regiões acompanhadas.

Veja abaixo a cotação do boi gordo nas principais praças:

São Paulo: R$ 323,00

Goiás: R$ 317,29

Minas Gerais: R$ 308,75

Mato Grosso: R$ 307,03

Mato Grosso do Sul: R$ 320,01

Pará: R$ 303,76

Rondônia: R$ 287,18

Tocantins: R$ 302,85

Bahia: de 312,72

O Indicador do Boi Gordo Datagro é a referência utilizada pela B3 para a liquidação dos contratos futuros de pecuária no mercado brasileiro.



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Preços do boi gordo seguem em alta na maioria das regiões



O mercado físico do boi gordo voltou a registrar alta em grande parte das regiões produtoras ao longo desta semana. Estados como Goiás, Mato Grosso, Tocantins e Minas Gerais apresentaram valorização consistente, reduzindo o diferencial de base entre os mercados.

Apesar de especulações sobre a China e o uso do Fluazuron, ainda não há informações concretas. As autoridades chinesas não divulgaram resultados da investigação iniciada no final do ano passado sobre o impacto das importações de carne na produção local, afirmou Fernando Henrique Iglesias, analista da consultoria Safras & Mercado.

Preços médios da arroba do boi gordo

  • São Paulo: R$ 324,58 (a prazo)
  • Goiás: R$ 320,54
  • Minas Gerais: R$ 315,29
  • Mato Grosso do Sul: R$ 327,50
  • Mato Grosso: R$ 308,31

Mercado atacadista

O mercado atacadista registrou preços em predominante acomodação nesta quarta-feira (12). Apesar disso, o ambiente de negócios sugere potencial de valorização no curto prazo, impulsionado pelo aumento do consumo no fim de ano, com o pagamento do décimo terceiro salário, criação de postos temporários e confraternizações típicas do período.

  • Quarto traseiro: R$ 25,00/kg
  • Ponta de agulha: R$ 17,75/kg
  • Quarto dianteiro: R$ 18,75/kg

Câmbio

O dólar comercial encerrou o dia com alta de 0,35%, negociado a R$ 5,2921 para venda e R$ 5,2901 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre R$ 5,2661 e R$ 5,3021.

O fechamento positivo do mercado físico do boi gordo e a acomodação dos preços no atacado indicam uma perspectiva de valorização nos próximos dias, alinhada à alta demanda típica do fim de ano.



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cálculo da lotação conecta gestão financeira à produtividade; entenda



O cálculo da lotação é essencial para conectar a gestão financeira à produtividade na pecuária, definindo a real capacidade de suporte da fazenda.

Em mais um episódio da série “A Conta do Boi”, o zootecnista Gustavo Sartorello informa que a primeira etapa para realizar esse cálculo é a organização do rebanho em categorias simples e funcionais, como matrizes em reprodução, bezerros e machos de treze a vinte e quatro meses.

Ao cruzar o número de animais organizados por categoria com a área de pastagem disponível, o produtor pode calcular dois indicadores fundamentais de lotação. Sartorello afirma que a lotação da fazenda não é um indicador estático, mas sazonal.

Segundo ele, o pecuarista precisa monitorar esse indicador mês a mês para entender a relação entre o número de animais e o crescimento do capim, que é maior na chuva e menor na seca.

Confira:

Importância da gestão de lotação

Ignorar a sazonalidade e manter uma alta lotação na seca resulta em baixo desempenho e perda de peso. É durante esse período que a gestão de lotação se torna uma estratégia de antecipação. “Decidir antes é sempre mais barato do que apagar incêndio depois”, afirma o zootecnista.

Para que a lotação seja calculada com precisão, o pecuarista deve ter uma rotina de pesagens ao longo do ano. A pesagem regular é essencial para transformar a organização em resultado real para a fazenda. Pesar o gado de forma coordenada e consistente, aproveitando momentos como vacinação e desmama, é fundamental.

Atualizações e segurança alimentar

O site do Giro do Boi traz atualizações sobre as práticas na pecuária. Além disso, o programa CPF do Boi visa ampliar a segurança alimentar e ambiental da carne brasileira. Os produtores devem estar atentos às condições climáticas, como o frio e umidade no Paraná, e a chuva volumosa prevista para o sul de Mato Grosso do Sul.

Os especialistas também alertam sobre os riscos de animais 3/4 europeus em clima quente e confirmam o potencial de tricross para carcaça e programas de carne premium. Para mais informações sobre o tema, acesse o site do Giro do Boi.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.



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Fórum Planeta Campo debate o papel do agro nas soluções climáticas



O Fórum Planeta Campo, realizado nesta terça-feira (11) em Belém, Pará, reuniu lideranças do agronegócio, da pesquisa e da sustentabilidade para debater o papel do agro nas soluções climáticas globais. O evento também premiou propriedades rurais que se destacam pela produção sustentável.

Na abertura, a presidente da Embrapa, Silvia Massruhá, reforçou que inovação e tecnologia caminham lado a lado com a sustentabilidade. Representantes da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e governos estaduais apresentaram estratégias de descarbonização e inventários de emissões de gases de efeito estufa.

“Estamos entregando hoje um relatório que tem a apuração das emissões com o inventário das emissões do gases de efeito estufa e os roteiros para descarbonização, incluindo o setor do agronegócio”, afirmou o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, destacando o protagonismo do estado nas discussões rumo à COP30.

Durante o encontro, empresas privadas apresentaram iniciativas de incentivo à produção sustentável, como o programa Fazenda Nota 10, que reúne 500 propriedades em benchmarking e adoção de novas tecnologias.

“O produtor pode acessar o que tem de mais novo em termos de tecnologia para aplicar na sua propriedade e comparar qual a sua evolução em relação aos outros que estão aplicando as mesmas tecnologias”, disse o CEO global da JBS, Gilberto Tomazoni.

Superação de desafios

Durante o fórum, o CEO da SLC Agrícola, Aurélio Pavinato, destacou que a sustentabilidade no campo é resultado de um processo contínuo de superação de desafios. Segundo ele, a primeira grande conquista foi o combate à degradação do solo, alcançado com o plantio direto, a cobertura vegetal e o manejo sustentável.

Em seguida, veio o controle de pragas e doenças com o uso racional de defensivos agrícolas. Agora, a nova etapa é voltada à reciclagem e ao aproveitamento de resíduos dentro das propriedades. “A economia circular, no caso da SLC, já implantamos em 11 fazendas. Estamos reciclando 100% dos registros gerados na fazenda, afirmou. 

Encerramento do evento

Encerrando o fórum, o painel “Rastreabilidade Total da Cadeia de Alimentos” destacou iniciativas que reforçam a transparência no campo. A cooperativa Cooxupé, que atua nas principais regiões produtoras de café do país, apresentou o protocolo “Gerações”, criado para apoiar os cafeicultores na adoção de práticas sustentáveis e de rastreabilidade.

Segundo a diretora de sustentabilidade JBS Brasil, Liège Correia, o Brasil tem tradição no controle de origem dos alimentos desde a década de 1990, com a Guia de Trânsito Animal (GTA). Agora, estados como Santa Catarina e Pará avançam com decretos que tornam obrigatória a rastreabilidade individual dos rebanhos bovinos, ampliando a confiança do consumidor e o valor agregado da produção.



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No Canadá, Mauro Vieira e Marco Rubio conversam sobre negociações sobre tarifaço



O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, reuniu-se nesta quarta-feira (12) com o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, em Niágara, no Canadá, à margem da reunião do G7, grupo dos países mais industrializados do mundo.

Segundo o Itamaraty, os dois conversaram sobre o andamento das negociações bilaterais envolvendo tarifas comerciais.

Mauro Vieira informou que o Brasil encaminhou, no último dia 4 de novembro, uma proposta de negociação aos Estados Unidos, após reunião virtual entre as equipes técnicas dos dois países.

O chanceler ressaltou a importância de avançar nas tratativas, conforme orientação dos presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump, que falaram do tema durante encontro recente na Malásia.

Os ministros concordaram em marcar uma nova reunião presencial, em data próxima, para discutir o estágio atual das conversas e buscar entendimento sobre as medidas tarifárias.

Tarifaço

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu no dia 26 de outubro com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em Kuala Lumpur, na Malásia. O encontro durou cerca de 50 minutos e ocorreu durante a realização da 47ª Cúpula da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean).

Durante a reunião, Lula disse que não há razão para desavenças com os Estados Unidos e pediu a Trump a suspensão imediata do tarifaço contra as exportações brasileiras, enquanto os dois países estiverem em negociação.

Em julho deste ano, Trump anunciou um tarifaço de 50% sobre todos os produtos brasileiros que são exportados para os Estados Unidos. Em seguida, ministros do governo brasileiro e do Supremo Tribunal Federal (STF) também foram alvo da revogação de vistos de viagem e outras sanções pela administração norte-americana.

“O Brasil tem interesse de ter uma relação extraordinária com os Estados Unidos. Não há nenhuma razão para que haja qualquer desavença entre Brasil e Estados Unidos, porque nós temos certeza que, na hora em que dois presidentes sentam em uma mesa, cada um coloca seu ponto de vista, cada um coloca seus problemas, a tendência natural é encaminhar para um acordo”, afirmou o presidente.

Na semana passada, Lula disse voltaria a telefonar para o presidente dos Estados Unidos caso não houvesse avanços nas negociações comerciais entre os dois países até o encerramento da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), que está sendo realizada em Belém (PA).



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AgroNewsPolítica & Agro

Negociações da soja desaceleram em outubro



Safra 25/26 segue com vendas abaixo da média



Foto: Pixabay

Segundo análise semanal divulgada pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) na segunda-feira (10), “em out/25, a comercialização da soja da safra 24/25 em Mato Grosso alcançou 97,12% da produção”, registrando avanço de 1,42 ponto percentual em relação a setembro.

O instituto aponta que “o menor volume de soja disponível, aliado à baixa necessidade de fazer caixa neste momento e ao foco dos produtores na semeadura da próxima temporada, resultou na desaceleração do ritmo das negociações”. O preço médio do grão no mês foi de R$ 121,45 por saca, com “alta de 0,77% frente ao mês anterior”.

Para a safra 25/26, o Imea informa que as vendas “avançaram 4,62 p.p. ante set/25, alcançando 36,08% da produção prevista para o estado”. Apesar do avanço, o instituto destaca que “as negociações seguem atrasadas em 2,27 p.p. no comparativo com o mesmo período da safra passada e 7,03 p.p. abaixo da média dos últimos anos”, em um cenário marcado por incertezas sobre o desenvolvimento da safra e preços menos atrativos diante dos custos. O boletim aponta ainda que o preço médio da soja no mês ficou em R$ 110,91 por saca, “aumento de 1,49% em relação a set/25”.





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