Atenção: Esse conteúdo foi produzido pela equipe do Itaú BBA e gentilmente cedido para republicação no site Notícias Agrícolas
Neste episódio do Prosa Agro, recebemos o André Nassar, fundador da consultoria Agroicone, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Óleos Vegetais (ABIOVE), que compartilhou conosco sua perspectiva para o próximo ano da indústria de soja no Brasil.
Além disso, dividiu a sua visão sobre os desafios e oportunidades que a eleição americana irá trazer ao agronegócio brasileiro e os paralelos da situação atual com a “guerra comercial” dos EUA com a China em 2018.
Discutimos as oportunidades que a Lei “Combustível do Futuro” traz para o agronegócio como um todo, além do potencial de aumentar o beneficiamento da soja dentro do país. Falamos também sobre como o Brasil precisa se posicionar na discussão internacional sobre os combustíveis de baixo carbono, como o combustível sustentável de aviação (SAF), o diesel verde (HVO) e o combustível marítimo.
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No morning call de hoje, o economista do PicPay Igor Cadilhac destaca a indefinição sobre o pacote fiscal no Brasil, enquanto o IPCA-15 surpreende para cima, reforçando o viés de alta na Selic. Nos Estados Unidos, tarifas de Trump elevam incertezas, mas fortalecem o dólar e impulsionam bolsas.
Na terça-feira (19), a Câmara dos Deputados aprovou o PL 182/2024
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O mercado de créditos de carbono está se consolidando como uma oportunidade rentável para produtores rurais brasileiros que adotam práticas sustentáveis em suas propriedades. Com a crescente demanda por soluções que reduzam emissões de gases do efeito estufa, iniciativas como o plantio direto, o uso de bioinsumos e o manejo adequado do solo têm gerado resultados positivos para o meio ambiente e para o bolso do agricultor.
Especialistas afirmam que o Brasil, com sua vasta área agrícola, possui um enorme potencial para se tornar líder na comercialização de créditos de carbono, especialmente com o avanço de tecnologias de medição e certificação. A adoção dessas práticas ainda enfrenta desafios, como a necessidade de capacitação e investimentos iniciais. Contudo, iniciativas públicas e privadas estão disponibilizando recursos e programas de incentivo para acelerar essa transição.
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Na terça-feira (19), a Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 182/2024, com 336 votos a favor e 38 contra. A proposta visa contribuir para a redução das emissões de gases de efeito estufa (GEE) no Brasil, consolidando o mercado de carbono no país.
A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) teve papel fundamental na garantia de proteções para os produtores rurais, que possuem ativos ambientais em suas propriedades e podem gerar créditos de carbono. A FPA também assegurou a proibição da venda antecipada de créditos em programas jurisdicionais relacionados a áreas privadas.
A bancada da FPA trabalhou para garantir que os produtores possam constituir e vender créditos de carbono em programas privados, promovendo uma economia verde que beneficie o setor agropecuário. Pedro Lupion (PP-PR), presidente da FPA, destacou que o mercado de carbono deve ser uma oportunidade para o produtor rural, criando uma nova fonte de renda e ao mesmo tempo contribuindo para a preservação ambiental.
O deputado Aliel Machado (PV-PR), relator do projeto, ressaltou a importância do diálogo com a FPA para garantir um texto que respeite a propriedade privada, ao mesmo tempo em que promove avanços tecnológicos e ambientais. A proposta agora segue para sanção presidencial, podendo representar uma importante conquista para a sustentabilidade e a agricultura no Brasil.
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De acordo com dados da análise semanal do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), com base nos dados da Bolsa de Cereais da Argentina sobre o plantio de milho no ciclo 2024/25, a semeadura atingiu 34,4% da área projetada em 21 de novembro. O valor representa um avanço de 13,2 pontos percentuais em relação ao mesmo período do ano passado. Apesar do progresso em comparação a 2023, a última semana registrou avanço de apenas 0,8 ponto percentual nos trabalhos de campo. Muitos produtores optaram por aguardar condições mais favoráveis para dar continuidade à semeadura.
A Bolsa de Cereais ainda ressalta que cerca de 89% das lavouras de milho apresentam condições consideradas normais ou excelentes devido à boa disponibilidade hídrica nas lavouras. Isso significa um aumento de 3 pontos percentuais em relação à semana anterior. Contudo, o índice ainda é ligeiramente inferior ao registrado no mesmo período do ano passado, com uma redução de 1 ponto percentual.
De acordo com o NOAA (Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos), as próximas duas semanas devem trazer precipitações entre 5 mm e 60 mm para grande parte do território argentino. A previsão pode favorecer o avanço do plantio e garantir melhores condições para o desenvolvimento das lavouras.
Controle das lavouras é um dos pilares para garantir segurança alimentar
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Foto: Divulgação
O controle fitossanitário das lavouras é um dos pilares para garantir a segurança alimentar e a competitividade do agronegócio brasileiro. Com pragas e doenças cada vez mais resistentes, o manejo exige precisão, eficiência e, acima de tudo, sustentabilidade. Nesse contexto, práticas como o Manejo Integrado de Pragas (MIP) têm ganhado força entre os produtores, combinando defensivos químicos, biológicos e estratégias preventivas que minimizam custos e impactos ambientais.
De acordo com a Embrapa, técnicas de monitoramento regular, como o uso de armadilhas e drones para identificar infestações precocemente, têm sido fundamentais para evitar perdas econômicas .O equilíbrio entre controle químico e biológico é essencial para garantir resultados eficientes e proteger o meio ambiente. As soluções biológicas, como o uso de parasitoides e fungos entomopatogênicos, estão crescendo em aceitação por serem altamente específicas e sustentáveis.
A demanda por soluções mais sustentáveis está também alinhada às exigências do mercado externo, que busca produtos com menor resíduo químico. Exportadores de frutas e grãos, por exemplo, já estão sendo pressionados por barreiras fitossanitárias que incentivam o uso de tecnologias mais limpas e processos rastreáveis.
O avanço da agricultura digital tem revolucionado o manejo fitossanitário. Aplicativos de mapeamento, conectados a sensores em campo, oferecem dados precisos sobre a saúde da plantação, permitindo ações mais assertivas e reduzindo o uso indiscriminado de defensivos. A popularização de drones também tem sido um diferencial, possibilitando pulverizações localizadas em áreas infestadas, o que reduz custos e protege regiões não afetadas.
Entretanto, o Brasil enfrenta desafios como a falta de acesso de pequenos produtores a essas tecnologias e o custo elevado de alguns produtos biológicos. Para superar essas barreiras, iniciativas como a Parceria Público-Privada para o Desenvolvimento do Controle Biológico (PPBio) estão promovendo o desenvolvimento de soluções acessíveis e fomentando o mercado de bioinsumos.
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Fungos são um problema – Foto: Canva
O Brasil mantém sua posição de destaque como terceiro maior produtor mundial de algodão, segundo a Associação Brasileira dos Produtores de algodão (Abrapa). No entanto, os produtores enfrentam desafios crescentes com a mancha-alvo, doença fúngica que pode reduzir a produtividade em até 40% em condições severas, conforme estudos da Embrapa. A doença afeta principalmente as folhas, causando desfolha precoce e comprometendo a qualidade e o peso final da fibra, explica Diego Palharini, consultor técnico da Tropical Melhoramento & Genética (TMG).
A sobrevivência do fungo nos restos culturais e as condições climáticas favoráveis, como temperaturas entre 20°C e 30°C e alta umidade, são fatores que intensificam a disseminação da doença nas regiões produtoras. O controle químico tem mostrado eficiência reduzida, tornando o manejo integrado uma estratégia indispensável. Práticas como rotação de culturas com espécies não hospedeiras, manejo de restos culturais e uso de fungicidas no tratamento de sementes são recomendadas, especialmente porque não há cultivares totalmente resistentes à mancha-alvo.
A escolha de cultivares menos suscetíveis é fundamental. Palharini destaca que utilizar soja moderadamente resistente à mancha-alvo em áreas destinadas ao algodão pode reduzir o inóculo no solo, amenizando os impactos da doença no início do ciclo. Além disso, a combinação de cultivares tolerantes a outras doenças, como a ramulária, permite um manejo mais direcionado e eficiente da mancha-alvo, potencializando o controle.
Empresas como a TMG continuam investindo no desenvolvimento de cultivares com bom desempenho frente à doença. A adoção de estratégias integradas permanece como o caminho mais eficaz para mitigar as perdas, garantindo a sustentabilidade da produção brasileira de algodão.
A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) divulgou nota nesta terça-feira (26) em que afirma ter recebido de forma positiva a retratação apresentada pelo CEO global do Carrefour, Alexandre Bompard, ao ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro.
“Em contraposição ao equívoco de sua primeira manifestação, a nova carta de Bompard faz jus à maior organização varejista atuante no Brasil”, diz o texto da entidade.
Para a ABPA, a missiva do executivo deixa “claro o reconhecimento aos enormes esforços dos produtores brasileiros para a produção de proteínas com elevados padrões sanitários e de qualidade, que são fundamentais para a segurança alimentar do Brasil e de mais de 150 países em todo o mundo. Por isto, a ABPA e seus associados consideram o tema encerrado”.
A Associação diz que a carta de Bompard vai ao encontro de uma relação sólida construída entre o mercado europeu e o setor exportador de proteína animal do Brasil, que desde o ano 2000 já exportou cerca de 7,7 milhões de toneladas de carne de frango para a União Europeia, atendendo aos mais elevados critérios sanitários estabelecidos pelas autoridades do continente, uma parceria que gerou mais de US$ 17 bilhões em receitas cambiais para o Brasil, com impactos diretos na geração de emprego e renda no interior do país.
“Ao mesmo tempo, cabe ressaltar o incontestável apoio do Ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, juntamente com Secretário de Relações Internacionais, Luís Rua, na forte defesa da imagem da cadeia produtiva de proteína animal do Brasil. As palavras do Ministro e de seu Secretário nortearam os setores neste trabalho conjunto entre Governo e setor privado, em prol da soberania e do respeito ao Brasil como um dos maiores players globais na produção de alimentos”.
Assunto parece não estar encerrado
Apesar da nota de apaziguamento da ABPA, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) afirmou, em nota divulgada nesta terça-feira (26), que vai adotar medidas junto à União Europeia contra o Grupo Carrefour e demais empresas francesas que anunciaram que deixariam de comprar carne de países do Mercosul.
“Nós fomos surpreendidos pela atitude do Carrefour e outras empresas que, de uma hora para outra, procuraram mostrar uma imagem de que a carne que estamos colocando na Europa não é uma carne de qualidade, não atende os padrões europeus. Isso não é verdade porque o Brasil se tornou o maior exportador do mundo, não só atendemos Estados Unidos, Europa, Oriente Médio como também China e países asiáticos. Diante dessa acusação, nos vimos obrigados a buscar nosso escritório em Bruxelas [capital da Bélgica] e nosso escritório de advocacia que nos atende em Bruxelas para entrar com as ações devidas para buscar esclarecimento da verdade”, afirmou o presidente da CNA, João Martins.
Outro que se manifestou contrário à finalização do imbróglio foi o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira. “A carta do Carrefour foi muito fraca dado o estrago de imagem que o CEO do Carrefour produziu”, disse nesta terça, após participar da reunião semanal da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA). “É importante não minimizar o que aconteceu”, defendeu Lira.
A Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados (CAPADR) aprovou o substitutivo ao PL 209/2024 nesta terça-feira (26). A medida visa ampliar o alcance do Programa de Subvenção do Prêmio do Seguro Rural (PSR).
Originalmente proposto pelo deputado Domingos Neto, a proposta altera a Lei nº 10.823/2003 para incluir os saldos remanescentes do ressarcimento das contas PIS e Pasep como fonte de financiamento no Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR).
De acordo com o deputado Pezenti, relator do projeto, a medida representa uma oportunidade estratégica para fortalecer a proteção dos agricultores contra riscos climáticos, pragas e flutuações de mercado.
“O seguro rural é uma ferramenta indispensável para a resiliência do setor agrícola, e a injeção de novos recursos proporcionará maior estabilidade econômica às atividades rurais, especialmente para os pequenos e médios produtores”, destacou o parlamentar.
Impactos para o setor agrícola
O deputado também destaca que o uso de recursos remanescentes do PIS/Pasep pode trazer mais estabilidade financeira ao Seguro Rural, frequentemente limitado por oscilações no orçamento público.
“Essa medida é vital para assegurar a continuidade das atividades agrícolas e fortalecer as cadeias de suprimento, sobretudo em regiões dependentes da agricultura”, afirmou Pezenti.
Já o autor da proposta, deputado Domingos Neto, disse que o Seguro Rural desempenha papel fundamental na agricultura, permitindo que os produtores invistam na expansão e modernização das atividades.
“A alocação dos saldos remanescentes do PIS/Pasep para o aporte do seguro rural é considerada um investimento estratégico e sustentável, gerando benefícios diretos para o setor agrícola, a segurança alimentar e a economia do país”, disse Neto.
Na justificativa, Pezenti enfatizou que a iniciativa é estratégica não apenas para a segurança alimentar nacional, mas também para a sustentabilidade econômica dos pequenos e médios produtores. Além disso, o projeto promove eficiência na alocação de recursos, aspecto essencial para impulsionar o agronegócio brasileiro em um cenário de incertezas climáticas e econômicas.
O projeto agora segue para análise nas Comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
O mercado físico do boi gordo volta a se deparar com alguns negócios saindo acima das referências médias, em um dia mais lento em termos de movimentação.
“É possível que o movimento de alta comece a perder intensidade, bastante natural diante de alguns gargalos, em especial no mercado doméstico”, disse o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias.
De acordo com ele, com o baixo poder de compra da população, parece improvável que o movimento de alta dos preços da carne bovina seja contínuo.
“As exportações seguem em alto nível, com volume recorde de embarques, mês após mês. Esta é a variável chave para justificar o recente comportamento dos preços da arroba do boi gordo“.
Preços médios do boi gordo
São Paulo: R$ 354,42
Goiás: R$ 353,75
Minas Gerais: R$ 333,82
Mato Grosso do Sul: R$ 341,48
Mato Grosso: R$ 331,01.
Mercado atacadista
Foto: Freepik
O mercado atacadista voltou a apresentar alguma alta em seus preços no decorrer da terça-feira. Segundo Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere pela recuperação dos preços no curto prazo.
“No entanto, é importante mencionar que os preços da carne bovina aparentam estar próximos do seu limite, e alguns cortes já apresentam maior dificuldade de repasse, sinal que o processo de migração para outras proteínas está se intensificando”.
O quarto dianteiro foi precificado a R$ 20,50 por quilo, alta de R$ 0,50. O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 26,50 por quilo. Ponta de agulha permanece no patamar de R$ 19,50, por quilo.
Câmbio
O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,08%, sendo negociado a R$ 5,8080 para venda e a R$ 5,8060 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7825 e a máxima de R$ 5,8280.
O mercado brasileiro de soja teve mais um dia lento. Segundo a consultoria Safras & Mercado, alguns negócios foram observados, com a indústria comprando a preços firmes, mas pontualmente.
De maneira geral, os compradores estão reduzindo os níveis das indicações, enquanto os vendedores resistem em ceder nos preços.
De acordo com a Safras, nos portos, o cenário permanece estabilizado, enquanto o mercado interno apresenta cotações variando de estáveis a ligeiramente mais baixas, refletindo ajustes localizados.
A Bolsa de Chicago e o dólar, operando de forma lateral, trazem pouca influência ao mercado no momento.
Preços médios da soja no Brasil
Passo Fundo (RS): subiu de R$ 132 para R$ 133
Região das Missões: avançou de R$ 131 para R$ 132
Porto de Rio Grande: estabilizou em R$ 141
Cascavel (PR): caiu de R$ 136 para R$ 135
Porto de Paranaguá (PR): decresceu de R$ 142 para R$ 141
Rondonópolis (MT): recuou de R$ 145 para R$ 142
Dourados (MS): continuou em R$ 135
Rio Verde (GO): valorizou de R$ 133 para R$ 134
Bolsa de Chicago
Foto: Pixabay
Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a terça-feira perto da estabilidade. O óleo disparou e o farelo registrou perdas.
O mercado tentou manter o movimento de recuperação técnica, através de cobertura de posições vendidas, mas a notícia que Donald Trump deverá impor uma tarifa adicional de 10% sobre as importações chinesas limitou a alta.
No óleo, o impacto foi positivo para as cotações. Uma maior tarifa à China é interpretada pelo mercado como uma oportunidade de aquecimento da demanda de soja dos Estados Unidos para a fabricação de biodiesel, em detrimento do óleo reutilizável chinês.
Contratos futuros da soja
Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro fecharam com baixa de 2,25 centavos de dólar, ou 0,22%, a US$ 9,83 1/2 por bushel. A posição março teve cotação de US$ 9,94 por bushel, com perda de 0,25 centavo, ou 0,02%. As demais posições tiveram leve alta.
Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 5,60 ou 1,90% a US$ 288,10 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 41,59 centavos de dólar, com alta de 1,38 centavo ou 3,34%.
Câmbio
O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,15%, sendo negociado a R$ 5,8033 para venda e a R$ 5,8013 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7759 e a máxima de R$ 5,8204.