sábado, agosto 15, 2026

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Brasil exporta 4,662 milhões de sacas de café em novembro, diz Cecafé



O Brasil exportou 4,662 milhões de sacas de café em novembro, volume 5,4% acima do verificado em igual mês de 2023. O faturamento com os embarques no mês passado foi de US$ 1,343 bilhão, ou 62,7% mais na mesma base comparativa. As informações foram divulgadas nesta segunda-feira (9), pelo Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), em nota.

No acumulado do ano, de janeiro a novembro, as exportações brasileiras de café bateram recorde, tanto em volume quanto em receita. Foram exportadas, até o 11º mês de 2024, 46,399 milhões de sacas, ou 3,78% acima do recorde anterior, de 2020, quando, em 12 meses, o país havia embarcado ao exterior 44,707 milhões de sacas. Em comparação com igual intervalo de 2023, o avanço foi de 32,2%.

Em receita, também houve recorde até novembro, com US$ 11,302 bilhões, alta de 22,3% ante todo o ano de 2022, quando o Brasil havia faturado US$ 9,244 bilhões. Já em comparação com janeiro a novembro do ano passado, o crescimento foi de 56%, disse o Cecafé, em nota.

O conselho também divulgou os números referentes ao ano-safra 2024/25. Assim, nos cinco primeiros meses do ano safra 2024/25, as remessas cafeeiras do Brasil ao exterior saltaram para 22,017 milhões de sacas e renderam US$ 5,955 bilhões, apresentando saltos de 16,5% e 61,4%, respectivamente, frente ao desempenho registrado entre julho e o fim de novembro de 2023.

Em relação aos principais países importadores de café brasileiro, os Estados Unidos lideram o ranking, com 7,419 milhões de sacas de janeiro a novembro, ou 16% de todas as exportações e avanço de 35% ante janeiro a novembro de 2023. Em seguida, vem Alemanha, com 15,6% da parcela total e 7,228 milhões de sacas, ou 63,4% mais ante janeiro a novembro de 2023.

Quando se analisam as exportações de café verde realizadas pelo Brasil a outros países produtores, o México lidera o ranking com a aquisição de 1,116 milhão de sacas do produto, o que representa um aumento de 177,3% frente ao comprado de janeiro a novembro de 2023.

O Vietnã, segundo maior produtor global, aparece na sequência, ampliando suas importações dos cafés verdes brasileiros para 638.733 sacas, com substancial elevação de 389,4% sobre o volume adquirido nos 11 primeiros meses do ano passado. Destaca-se, ainda, o desempenho para a Índia, que ampliou em expressivos 1.412,3% suas compras dos cafés in natura do Brasil, para 248.619 sacas, informa o Cecafé.

Em relação aos tipos de café, o arábica contou com 33,973 milhões de sacas exportadas entre janeiro e novembro, ou 73,2% do total e 23,2% mais em relação a igual intervalo do ano passado.

A espécie canéfora (conilon e robusta) vem na sequência e apresenta o maior avanço porcentual nos embarques deste ano, ao registrar crescimento de 107,4% na comparação com 2023. Foi remetido o recorde de 8,692 milhões de sacas ao exterior, o que gerou uma representatividade de 18,7% para essa espécie nas exportações totais.

O segmento do café solúvel, com 3,690 milhões de sacas – avanço de 12,1% e 8% do total -, e o produto torrado e torrado e moído, com 43.627 sacas (-6,4% e 0,1% de representatividade), completam a lista.

Problemas logísticos

Apesar de números grandiosos, o presidente do Cecafé, Márcio Ferreira, criticou, na nota, os inúmeros atrasos e alterações que ocorreram nas escalas de navios para exportação, bem como as frequentes rolagens de cargas. Isso fez com que o Brasil acumulasse 1,717 milhão de sacas, ou 5.203 contêineres de produto não embarcado até outubro.

“O não embarque desse volume, considerando preço médio da saca e do dólar no período, aponta que o Brasil deixou de receber US$ 489,72 milhões, ou R$ 2,754 bilhões, como receita cambial”, diz a entidade.

O Cecafé informa também que, por causa dos entraves logísticos nos portos brasileiros, os associados acumularam um “prejuízo portuário” de R$ 7 milhões em outubro, que envolvem gastos extras com armazenagem adicional, detentions, pré-stacking e antecipação de gates. “No acumulado de 2024, esses valores já chegam a inacreditáveis R$ 30,4 milhões e indicam que, mais do que obsoleta, a infraestrutura logística nacional precisa de atenção para que nosso país possa exercer sua excelência no agronegócio”, comenta.



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Soja encerra semana em queda em alguns estados


No mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul, regiões esmagadoras estão precificando melhor que o porto, segundo informações da TF Agroeconômica. “R$ 146,00 para entrega em novembro, e pagamento 27/12, no Porto. No interior os preços seguiram o balizamento de cada praça. R$ 140,00 Cruz Alta – Pagamento em 15/01. R$ 139,50 Passo Fundo – Pagamento em 15/01. R$ 140,00 Ijuí – Pagamento em 15/01. R$ 139,00 Santa Rosa / São Luiz – Pagamento em 15/01. Preços de pedra, em Panambi, manteve em R$ 127,00 a saca, para o produtor”, comenta.

Em Santa Catarina, o plantio avançou. “Em São Francisco, ouvimos preços entre R$133,50 para pagamento em 28/03 até $141,00 com pagamento em 30/07. Preços do dia: O preço no porto foi de R$ 145,00, Chapecó a R$ 135,50”, completa.

Preços em queda no interior ao longo da semana no Paraná. “Já para 2025 os preços vão de 135,50 para abril com pagamento em 30/05 até 143,00 para julho com pagamento em 20/08. Uma melhora de 2 a 4 reais em relação a semana passada com a alta do dólar. No porto de Paranaguá, a saca CIF era cotada a R$ 148 para entrega em dezembro, com volumes pontuais negociados. No spot da soja em Ponta Grossa, os preços iniciaram a semana em R$ 146 a R$ 147 por saca CIF indústria, mas recuaram a R$ 142 a R$ 143, enquanto produtores pediam R$ 145, limitando acordos. Os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 133,00”, indica.

No Mato Grosso do Sul, a venda da soja reduz a participação total na receita do estado, mas ainda lidera. “Em Dourados, o spot da soja teve negociações escassas. Compradores indicaram entre R$ 135 e R$ 136/saca FOB, para retirada imediata e pagamento em até 30 dias, enquanto produtores pediam acima de R$ 140”, informa.

Mesmo com a alta nos preços, o custo de produção apresenta um cálculo delicado em Mato Grosso. “O dólar foi outro. No entanto, os valores atuais praticados no Estado não são suficientes para cobrir o custo total da safra 2024/25. Em Rondonópolis, o preço começou em R$ 140 por saca FOB, mas cedeu a R$ 130, inibindo acordos. Preços praticados: Campo Verde: R$ 139,00, Lucas do Rio Verde: R$ 138,50. Nova Mutum: R$ 138,50. Primavera do Leste: R$ 139,50. Rondonópolis: R$ 139,50. Sorriso: R$ 137,00”, conclui.

 





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Chuva que continua forte no Sul se alastra para demais Regiões do país; veja previsão de hoje



A terça-feira inicia com a Região Sul ainda em alerta para grandes volumes de chuva. Nas demais regiões, a chuva deve ser esporádica, com a sensação de abafado tomando conta do dia. Veja previsão completa para todo o país:

Sul

Nesta terça-feira, as instabilidades persistem, causando muita chuva do extremo norte do Rio Grande do Sul até o Paraná. Todo o estado de Santa Catarina e o território paranaense devem registrar chuva frequente e volumosa ao longo do dia. Por conta dos acumulados dos dias anteriores, há risco elevado de alagamentos, enxurradas e deslizamentos, especialmente em áreas de serra e encostas. As temperaturas seguem mais baixas devido à chuva e à massa de ar frio que acompanha a frente fria. Já em Porto Alegre e nas regiões da Campanha, centro e sul do estado, o tempo será ensolarado, com poucas nuvens.

Sudeste

No Sudeste, chove em todo o estado de São Paulo, entre o Triângulo Mineiro, sul de Minas Gerais e Zona da Mata, além de no interior do Rio de Janeiro. A chuva, de fraca a moderada intensidade, ocorre ao longo do dia, mas não está descartada a ocorrência de temporais pontuais na Região Metropolitana de São Paulo e região de Campinas. As temperaturas continuam acima dos 25°C e, assim, o tempo segue abafado. No norte de Minas e no Espírito Santo, o sol predomina, com alerta para baixa umidade no ar.

Centro-Oeste

A chuva se concentra em Mato Grosso do Sul, extremo sul de Goiás e em áreas do oeste e leste de Mato Grosso. A intensidade varia entre fraca e moderada, com trovoadas, raios e ventos de 30 a 40 km/h. Contudo, nas demais áreas, incluindo as capitais Cuiabá, Goiânia e Brasília, o tempo segue ensolarado, sem previsão de chuva.

Nordeste

No Nordeste, a chuva se concentra no Maranhão e no leste e sul do Piauí entre fraca e moderada intensidade. Entre Salvador e Natal, há possibilidade de precipitações passageiras ao fim do dia. Já no sertão nordestino e na Bahia, o tempo segue ensolarado, com máximas acima de 30°C e umidade abaixo de 30%.

Norte

As instabilidades se concentram no norte e oeste do Amazonas, Acre e interior de Rondônia. Há alerta para temporais em Manaus e Rio Branco. Em Roraima, a chuva será pontual no sul do estado. No Tocantins, Pará e Amapá, a precipitação é passageira, com sol predominante e sensação de abafado.



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Recomendações para quem ainda tem milho



Fixar preço é uma alternativa



Fixar preço é uma alternativa
Fixar preço é uma alternativa – Foto: Divulgação

Conforme informações da TF Agroeconômica, entender o comportamento cíclico dos preços do milho é essencial para os agricultores evitarem perdas financeiras significativas. A tendência normal do mercado, ilustrada em formato de “V”, mostra que os preços geralmente são mais altos durante o pré-plantio e o plantio, caem na colheita devido ao excesso de oferta e voltam a subir na entressafra à medida que os estoques se reduzem. Assim, esperar por preços mais altos sem um planejamento adequado pode transformar lucros em prejuízos históricos, especialmente em momentos de baixa durante a colheita.  

Para lidar com essa realidade, a TF Agroeconômica sugere estratégias que envolvem o mercado futuro. Uma das opções é fixar o preço na Bolsa, sem comprometer a entrega física. Caso o agricultor enfrente problemas climáticos, como uma seca, ele pode encerrar a posição na Bolsa sem prejuízo financeiro grave. Outra estratégia recomendada é vender o milho físico na colheita e reinvestir parte desse valor em contratos futuros, aproveitando a recuperação de preços na entressafra.  

O atual cenário do mercado também indica uma repetição do “V” observado anteriormente. A produção da safrinha 2025 foi revisada pela Conab para 94,26 milhões de toneladas, um aumento de 4,8%. Isso é considerado baixista para os preços devido ao aumento da oferta, reforçando a importância de utilizar ferramentas de hedge para proteção financeira e otimização de lucros.  

“A recomendação, portanto, é a de você, ao invés de vender físico para “aproveitar os bons preços”, fixar preço no mercado futuro. Desta forma, se não colher, não precisará entregar e ainda ganhará algum dinheiro sobre as sacas não colhidas, ao recomprar o contrato na B3, lá na frente, quando os preços caírem e evitará todos os problemas judiciais e financeiros que teria se vendesse no físico”, conclui.

 





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pesquisadores identificam principais doenças e recomendam manejo eficiente


Pesquisadores da Embrapa Meio Ambiente, da Unesp e da QueenNut Macadâmia concluíram o primeiro estudo abrangente sobre as doenças que afetam a cultura da macadâmia no Brasil.

A pesquisa, realizada ao longo de dois anos em Dois Córregos (SP), revelou dados inéditos sobre os patógenos que afetam a produtividade e propôs estratégias para controle e prevenção.

Bernardo Halfed, pesquisador da Embrapa que atuou no estudo, conta que o trabalho teve início em agosto de 2018, início da parceria com a QueenNut. “À época foi detectada a necessidade de conhecer as principais doenças que estavam ocorrendo na cultura e a práticas mais adequadas de controle e prevenção”.

“As referências sobre as doenças que ocorriam na cultura eram baseadas principalmente nos relatos de outros países que cultivam macadâmia, o que muitas vezes levava à adoção de medidas não eficientes de controle”, afirma o pesquisador.

Doenças identificadas

Entre as doenças mais preocupantes estão a queima dos racemos (cachos), causada pelo fungo Cladosporium xanthochromaticum, e a podridão do tronco, provocada por Lasiodiplodia pseudotheobromae.

Além disso, os pesquisadores relataram pela primeira vez no mundo os fungos Colletotrichum siamense e Cladosporium xanthochromaticum como causadores de enfermidades na macadâmia.

Principais doenças e manejos sugeridos:

  1. Queima dos racemos: redução de restos de flores de safras anteiores e poda para melhorar a ventilação da copa.
  2. Podridão do tronco: remoção de galhos afetados, aplicação de produtos à base de cobre e poda em estações menos propícias à doença, como outono e inverno.
  3. Antracnose em frutos: controle de insetos, remoção de frutos infectados e ventilação adequada do dossel.
  4. Mancha foliar: melhorias na ventilação do dossel.

Potencial da produção brasileira

árvores de macadâmiaárvores de macadâmia
Foro: Jeanne Prado/Embrapa

Embora o Brasil represente apenas 2% da produção global de macadâmia, a cultura está em expansão, ocupando cerca de 6 mil hectares em estados como São Paulo, Espírito Santo e Minas Gerais.

A maior parte da produção é destinada ao mercado interno, especialmente para indústrias de panificação e confeitaria.

A pesquisa também destacou o uso de defensivos agrícolas já permitidos para outras culturas semelhantes, além de enfatizar a necessidade de prevenir a entrada de patógenos exóticos no Brasil.

Publicação técnica e impactos sustentáveis

Os resultados do estudo estão detalhados na circular técnica 33 da Embrapa. . A iniciativa está alinhada ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 12 da ONU, que busca promover consumo e produção responsáveis.

A pesquisa representa um passo importante para tornar a macadâmia brasileira mais competitiva globalmente, atraindo novos investimentos e fortalecendo a cadeia produtiva.



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Mesmo com tragédia gaúcha, cavalo crioulo cresceu em todas as modalidades esportivas



A Associação Brasileira de Criadores de Cavalo Crioulo (ABCCC) divulgou números de 2024 nesta segunda-feira (9). A raça, tradicional do Rio Grande do Sul, mas que já rompeu fronteiras, apresentou crescimento em todos os segmentos, apesar das tragédias climáticas que o estado berço viveu ao longo do ano.

Houve crescimento em todas as modalidades esportivas. Os destaques vão para as prévias morfológicas, com aumento de 93%, dobrando o número de cavalos; as exposições morfológicas, por sua vez, tiveram incremento de 42% com 3.172 eventos; as classificatórias para o Freio de Ouro cresceram 35%.

De acordo com a ABCCC, destaque também para os leilões, que comercializaram 4.846 animais, montante superior a R$ 110 milhões.

“Nós entendemos que 2024 foi um ano excepcional para a raça por tudo o que a gente passou, por todas as consequências que as cheias trouxeram para o estado e a ABCCC se inclui nisso, os criadores também. Em algum momento, as as perspectivas não eram boas, mas ao final de 2024 a gente olha para trás e vê tudo que foi feito, o quanto a gente galgou como raça a nível Brasil. Isso nos enche de orgulho e nos traz uma expectativa muito grande para 2025, 2026 e os anos subsequentes”, diz o presidente da entidade, César Augusto Hax.

Atualmente, são mais de 470 mil animais registrados em todas os estados brasileiros. Conforme a ABCCC, por ano, o cavalo crioulo movimenta mais de R$ 400 milhões. A raça disputa 14 modalidades oficiais, como o Freio de Ouro, competição que passou a ser um patrimônio cultural, fator que deve impulsionar o setor em 2025.

“Isso é fruto da sua fácil adaptabilidade, do seu temperamento, do seu tamanho mediano e de toda a sua capacidade de adaptação, de ser um cavalo de trabalho, que é a sua sua primeira necessidade. É um cavalo extremamente competitivo em qualquer prova esportiva, então, por tudo isso, o crioulo rompe fronteiras há um bom tempo, mas foi a partir de 2023 que ele conseguiu se estabelecer extremamente competitivo em todos os cantos do Brasil”, destaca o presidente da ABCCC.



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Milho sobe na B3: Entenda


O dólar e a pressão do mercado físico continuam exercendo influência sobre o milho na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), e os contratos sobem, segundo informações da TF Agroeconômica. “Prosseguindo com um amplo movimento de correção, que parece tentar trazer a níveis mais próximos de R$ 75,00 à medida que o dólar sobe, onde ainda se encontra alguma comercialização nas praças CIF do país, a B3 trabalhou consoante à Bolsa de Chicago, que apresentou ganhos de 3,75 pontos no dezembro/24, terminando o dia cotado a US$ 4,30. No dólar, igualmente, houve movimento de alta, em uma máxima que chegou a R$ 6,092 e fechando o dia cotado a R$ 6,071 (+1,00%)”, comenta.

“Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam variações em alta no dia: o vencimento de novembro/24 foi de R$ 73,97 apresentando alta de R$ 1,65 no dia, baixa de R$ 1,18 na semana; janeiro/25 fechou a R$ 72,92, alta de R$ 1,13 no dia, baixa de R$ 0,56 na semana; o vencimento março/25 fechou a R$ 72,06, alta de R$ 0,67 no dia e baixa de R$ 1,68 na semana”, completa.

Na Bolsa de Chicago, o milho fechou o dia e a semana em alta com perspectivas de cortes nos estoques norte-americanos. “A cotação de março, referência para a nossa safra de verão, fechou em alta de 1,15 % ou $ 5,00 cents/bushel a $ 440,00. A cotação para maio, fechou em alta de 1,08 % ou $ 4,75 cents/bushel a $ 445,25”, indica.

“Com a demanda aquecida, o mercado está ajustando posições antes de próximo relatório de Oferta e Demanda do USDA, que será divulgado terça-feira. Nesta quinta-feira o departamento americano indicou alta de 63,30% nas vendas externas no comparativo semanal. Além disso as vendas totais no ano comercial estavam em 11.382.254 toneladas, volume maior que o registrado na mesma época em 2023”, conclui.

 





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Pecuaristas estudam como amenizar a queda da arroba do boi; veja cotações



O mercado físico do boi gordo teve mais um dia marcado por queda nos preços da arroba. Segundo a consultoria Safras & Mercado, as negociações estiveram travadas, com algumas indústrias ainda ausentes da compra de gado, avaliando as melhores estratégias a serem adotadas no restante da semana.

“Os pecuaristas estudam estratégias para tornar a queda das cotações menos contundentes. As exportações permanecem em ótimo nível, o que tem atuado como um relevante suporte, inviabilizando quedas ainda mais agressivas”, disse o analista da empresa Fernando Henrique Iglesias.

Preços médios da arroba do boi

  • São Paulo: R$ 326,08
  • Goiás: R$ 306,43
  • Minas Gerais: R$ 315,29
  • Mato Grosso do Sul: R$ 322,27
  • Mato Grosso: R$ 302,85

Mercado atacadista

O mercado atacadista segue com preços cravados em máximas históricas. “No entanto, há dificuldade para novos reajustes mesmo em um período de demanda aquecida”, assinalou Iglesias.

O quarto traseiro do boi permanece precificado a R$ 27 por quilo. O quarto dianteiro permanece precificado a R$ 20,50, por quilo. A ponta de agulha permanece no patamar de R$ 19,50, por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,09%, sendo negociado a R$ 6,0816 para venda e a R$ 6,0796 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 6,0369 e a máxima de R$ 6,0899.



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Preços da soja recuam no Brasil; veja as cotações pelo país



O mercado brasileiro de soja teve uma segunda-feira de preços mais baixos, com fraca movimentação. Segundo a Safras Consultoria, o mercado esteve lento, com muitos participantes fora das negociações. A expectativa para o relatório de oferta e demanda de dezembro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado amanhã, contribuiu para a cautela dos agentes. Além disso, a queda da soja na Bolsa de Chicago pressionou as cotações no mercado doméstico.

Cotações no Brasil

  • Passo Fundo (RS): preço caiu de R$ 138,00 para R$ 136,00
  • Missões (RS): preço caiu de R$ 137,00 para R$ 135,00
  • Porto de Rio Grande (RS): preço caiu de R$ 144,00 para R$ 143,00
  • Cascavel (PR): preço caiu de R$ 137,00 para R$ 136,00
  • Porto de Paranaguá (PR): preço caiu de R$ 143,00 para R$ 142,00
  • Rondonópolis (MT): preço caiu de R$ 136,00 para R$ 134,00
  • Dourados (MS): preço caiu de R$ 138,00 para R$ 136,00
  • Rio Verde (GO): preço caiu de R$ 138,00 para R$ 136,00

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a segunda-feira com preços mais baixos. Após um início de sessão positivo, o mercado perdeu força na parte da tarde, refletindo vendas técnicas e um cenário fundamental baixista. O produtor norte-americano está motivado a vender a soja ainda disponível pelo atual patamar de preços, antes que os preços caiam ainda mais com a entrada da safra brasileira.

As atenções continuam voltadas para o relatório de oferta e demanda do USDA, que deve fazer ajustes leves nas estimativas para os estoques mundiais e norte-americanos de soja. Espera-se que os estoques de soja dos Estados Unidos para 2024/25 fiquem em 471 milhões de bushels, contra os 470 milhões previstos anteriormente.

Contratos futuros da soja

Os contratos de soja com entrega em janeiro fecharam a US$ 9,90 por bushel, com baixa de 3,75 centavos, ou 0,37%. A posição março foi cotada a US$ 9,95 1/2 por bushel, também com queda de 3,75 centavos, ou 0,37%. Nos subprodutos, o farelo de soja teve alta de 0,76%, fechando a US$ 289,60 por tonelada, enquanto o óleo de soja teve queda de 0,39%, fechando a 42,80 centavos de dólar.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,09%, negociado a R$ 6,0816 para venda e a R$ 6,0796 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 6,0369 e a máxima de R$ 6,0899.



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Conab agenda 6 leilões de contrato de opção de venda



A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) vai realizar na próxima sexta-feira (13), novos leilões de Contrato de Opção de Venda Público (COV) de arroz.

Segundo nota da estatal, serão feitas seis operações de acordo com os Avisos de Leilão de Venda de Contrato de Opção de Venda (COV) de arroz em casca.

Os demais serão destinados a todos os produtores rurais e cooperativas, inclusive agricultores familiares.

Total de arroz ofertado

O total ofertado será de 17.760 contratos de 27 toneladas de arroz cada. A oferta será para Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Tocantins.

Ainda conforme a Conab, o governo federal destinou cerca de R$ 1 bilhão para a aquisição de até 500 mil toneladas de arroz longo fino em casca, tipos 1 e 2, da safra 2024/25.



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