sábado, maio 16, 2026

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Fávaro destaca uso de tecnologia para fortalecer agricultura familiar em MT



Nesta sexta-feira (11), em Sorriso (MT), o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, reforçou o uso da mecanização e da ciência como pilares importantes para garantir eficiência e dignidade no campo. Durante visita ao assentamento Jonas Pinheiro, ele entregou máquinas, equipamentos e insumos para comunidades rurais da região Norte do estado, como parte do Programa Estratégico de Fortalecimento Estrutural de Assentamentos Rurais e Sustentabilidade da Agricultura Familiar.

A iniciativa, desenvolvida pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), em parceria com a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), contempla, além de maquinário, ações de capacitação, assistência técnica, gestão e monitoramento. Foram beneficiadas famílias dos municípios de Sorriso, Cláudia, Itaúba e Sinop. “É a tecnologia chegando para quem mais precisa. Produzir mais com eficiência e sustentabilidade é o que garante futuro para a agricultura familiar”, afirmou Fávaro.

Iniciativa em Sorriso (MT)

Para o prefeito de Sorriso (MT), Alei Fernandes, as entregas reforçam a importância da agricultura familiar, especialmente na alimentação escolar. “Grande parte da merenda vem do assentamento Jonas Pinheiro”, disse. O investimento nesta etapa ultrapassa R$ 5 milhões e inclui itens como tratores, caminhões refrigerados, adubos e colheitadeiras.

A entrega em Sorriso é parte de um cronograma mais amplo. Desde fevereiro, o programa tem percorrido diferentes regiões do estado. Já foram contemplados municípios como Rondonópolis, Pedra Preta, Campo Verde e Várzea Grande, consolidando um esforço do governo federal para melhorar a estrutura das propriedades rurais de pequeno porte.

Em reconhecimento ao trabalho desenvolvido, Carlos Fávaro recebeu o título de cidadão sorrisense e uma Moção de Aplausos da Câmara Municipal. Sorriso, considerada a Capital Nacional do Agronegócio, homenageou o ministro por sua atuação em prol do desenvolvimento da agricultura familiar e do fortalecimento das cadeias produtivas no estado.



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AgroNewsPolítica & Agro

Produtores avançam no preparo da safra de tabaco 2024/25



Mudas de tabaco sofrem com clima e doenças




Foto: Pixabay

O Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (10), aponta que os produtores de tabaco do Rio Grande do Sul seguem com os preparativos para a próxima safra. Na região de Pelotas, as atividades se concentram na elaboração de canteiros e na semeadura de plantas de cobertura, como aveia preta, aveia ucraniana e centeio, práticas que antecedem o plantio direto das mudas. A produção tem ocorrido, em sua maioria, por meio do sistema floating.

Segundo o boletim, os produtores que ainda mantêm tabaco seco em galpões intensificaram a comercialização diante da recente valorização dos preços. As empresas devem encerrar as compras ainda neste mês. Os valores pagos variam entre R$ 300 e R$ 350 por arroba, abaixo dos registrados na safra anterior.

Na região de Santa Rosa, os técnicos registram o início do primeiro repique nas bandejas. Entretanto, foram relatadas perdas em lavouras já implantadas, em decorrência das geadas. Também foram identificadas ocorrências de fungos nas mudas, o que levou à intensificação dos tratamentos fitossanitários.

Em Soledade, a maior parte da produção já foi comercializada. No momento, os produtores realizam o preparo do solo, a construção de camalhões e a semeadura de plantas de cobertura, especialmente em regiões mais elevadas. No Vale do Rio Pardo, essas etapas já foram concluídas, e as plantas apresentam bom desenvolvimento. Nas poucas lavouras que já têm mudas de tabaco implantadas no campo — o que ainda é atípico para o período —, as geadas causaram impactos limitados. Observa-se ainda, segundo o informativo, uma tendência de antecipação no plantio a campo, principalmente em regiões de menor altitude.





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‘Roça Sustentável’ aumenta produtividade da agricultura familiar



A Roça Sustentável é um conjunto de tecnologias modernas, que alia custos acessíveis e sustentabilidade. Ela tem ajudado a aumentar significativamente a produtividade de culturas agrícolas de importância alimentar como mandioca, arroz, milho, feijão, entre outras em propriedades familiares.

A tecnologia consiste em um pacote de soluções referenciado no Sistema Bragantino da Embrapa, desenvolvido pela Embrapa Amazônia Oriental (AM) e adaptado pela Embrapa Maranhão (MA) para as condições do estado, que já resultou, por exemplo, em aumento de produtividade de 50% de arroz e milho, e em ganho temporal de sete meses para a colheita de mandioca.

A solução tecnológica surgiu em um processo de inovação aberta, dentro das propriedades dos agricultores familiares. O principal intuito é equacionar problemas de baixas produtividades e ausência de condições de uso de tecnologias em lavouras da agricultura familiar. Nestas regiões os produtores realizavam os cultivos em área compartilhada, sem qualquer coerência técnica ou econômica.

As técnicas e benefícios

Segundo o analista Carlos Santiago, responsável pela implementação da tecnologia em municípios maranhenses, sem o uso da Roça Sustentável, a produção média de mandioca é de 8 toneladas por hectare após 18 meses de cultivo.

Por outro lado, com a tecnologia, em 11 meses de cultivo a produção atinge 30 toneladas por hectare. “Trata-se de um policultivo das culturas mais produzidas pelos agricultores familiares, seja para consumo familiar ou comercialização. A ênfase é nas variedades em uso na região e preferidas pelos agricultores. A iniciativa aumentou o leque de produtos do agricultor familiar com excelentes resultados de produtividade e qualidade dos produtos”, explica.

Em suma, a lógica do consórcio é diversificar a produção e otimizar a produtividade com sustentabilidade econômica, social e ambiental. Para isso, os cultivos são dispostos em fileiras de forma a não haver competição por nutrientes, água, luz e espaço.

Além do consórcio, o sistema preconiza a rotação de culturas com uso de “safrinha”, prática que intensifica o uso da terra e maximiza o aproveitamento do período chuvoso. O objetivo é que essas novas técnicas contribuam para modernizar sistemas de produção tradicionais, como o de “roça no toco” (no qual uma área de vegetação é derrubada, queimada e utilizada para plantio), sob bases sustentáveis, ou seja, sem necessidade de fogo e desmatamento.

Em termos ambientais, a reconfiguração da “roça no toco” evita a abertura de novas áreas e a prática de “derruba e queima” ao cultivar a terra e as lavouras de acordo com suas necessidades nutricionais e de prevenção de pragas e doenças.

Além disso, ao incentivar o consórcio e a rotação de culturas, a tecnologia permite incrementos na ciclagem de nutrientes, manutenção da biodiversidade, conservação do solo, controle de ervas daninhas e manejo de pragas e doenças das culturas.

Sustentabilidade e aperfeiçoamento

Francisco Elias de Araújo, do Assentamento Cristina Alves em Itapecuru-Mirim (MA), diz que a mandiocultura é a atividade de maior importância econômica e a tecnologia deu resposta positiva no que se refere à produtividade.

Ainda mais, para ele, a Roça Sustentável promove a diversificação de culturas consorciadas e a adequação da demanda nutricional de cada uma delas para melhorar a produtividade do conjunto. “No assentamento, já completamos quatro anos consecutivos de produção na mesma área, com bom retorno do custo investido. Queremos deixar para as próximas gerações uma terra melhor do que achamos”, ressalta.

Os agricultores que seguem o manejo corretamente têm uma transformação significativa. Já no primeiro ano, eles sanam a questão alimentar. Com mais tempo, passam a ter excedente para venda. Dessa forma, a tendência é a ampliação da lavoura.

Assim, a elevação da produtividade faz com que tenham garantia de diversificação alimentar e quantidade, volume produzido suficiente para a alimentação da sua família e comunidade e para a troca e comercialização do excedente. “A dignidade do homem que cultiva a terra e produz o alimento para a família permite a permanência no campo, e a de seus filhos, que passam a enxergar o futuro que almejam na agricultura”, conclui Carlos Santiago.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Você já utilizou ou conhece o Plano Safra?


Na interatividade da semana, fizemos a seguinte pergunta: Você, pequeno empreendedor rural, já utilizou ou conhece o Plano Safra?

Para entender melhor os resultados, conversamos com Miguel Daoud, comentarista do Canal Rural. Segundo ele, os números reforçam a necessidade urgente de ampliar o alcance das políticas públicas rurais, especialmente entre os pequenos produtores.

O resultado da pesquisa mostrou a maioria dos participantes, 42%, respondeu: “Tenho poucas informações sobre o Plano Safra”. Esse dado evidencia o quanto a desinformação no campo pode ser um dos principais gargalos para o desenvolvimento da agricultura familiar e do pequeno empreendedor rural.

Além disso, 31% dos produtores afirmaram: “Conheço, mas nunca utilizei”. Esse número sugere que, mesmo com algum conhecimento sobre o programa, muitos produtores enfrentam dificuldades para acessar o crédito rural, seja por barreiras burocráticas, falta de orientação técnica ou insegurança no processo.

Por outro lado, apenas 27% dos participantes responderam: “Sim, já utilizei e foi importante para o meu negócio”. Essa baixa adesão reforça o desafio de transformar informação em ação, principalmente em regiões mais distantes dos grandes centros, onde o acesso a conteúdos técnicos e explicações claras é ainda mais limitado.

Segundo Miguel Daoud, “essa pesquisa é muito importante para os produtores, pela desinformação existente, que pode ser um grande gargalo para os pequenos levarem adiante sua atividade com recursos e aumentarem a renda. Mesmo quem conhece, muitos não aderem, provavelmente pelas dificuldades documentais.”

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A resposta da pergunta da semana vai ao ar todo sábado no canal do YouTube do Canal Rural.

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Mercado do boi registra queda em vários estados



Preço da vaca cai R$ 2 em Alagoas e no Acre




Foto: Sheila Flores

A análise “Tem Boi na Linha”, divulgada nesta sexta-feira (11) pela Scot Consultoria, aponta que a cotação do boi gordo se manteve estável em São Paulo, com frigoríficos fora das compras e escalas de abate atendendo, em média, nove dias. Em Santa Catarina, o preço das fêmeas recuou R$ 5,00 por arroba em relação ao dia anterior, enquanto o valor do boi gordo permaneceu inalterado.

No Acre, foi registrada uma queda de R$ 2,00 por arroba nas cotações das fêmeas. Para os machos, não houve variação. As escalas de abate estão programadas para até duas semanas.

O mercado no Rio de Janeiro abriu com queda nas cotações para todas as categorias. O boi gordo recuou R$ 5,00 por arroba, enquanto a vaca e a novilha apresentaram queda de R$ 2,00 por arroba. As escalas de abate atendem, em média, sete dias.

Já em Alagoas, a queda foi registrada apenas para a vaca, com recuo de R$ 2,00 por arroba. As demais categorias mantiveram os preços do dia anterior.





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IPCA 2025 deve ficar em 4,9%, aponta GEP Brasil



Apesar da política de juros elevados, o PIB manteve crescimento



Apesar da política de juros elevados, o PIB manteve crescimento
Apesar da política de juros elevados, o PIB manteve crescimento – Foto: Pixabay

A GEP Brasil projeta que o IPCA para 2025 será de 4,9%, acima do teto da meta de 4,5% estabelecido pelo Conselho Monetário Nacional. Esse cenário é impulsionado principalmente pela alta contínua nos preços dos alimentos, com destaque para o grupo das carnes, que acumulou inflação de 23,5% até maio. A carne bovina teve aumento médio de 24%, seguida pela suína (21%) e de frango (11%).

Apesar da política de juros elevados, o PIB manteve crescimento de 3,5% nos últimos quatro trimestres até março, o que mantém o consumo aquecido e dificulta a queda da inflação no curto prazo. Por outro lado, é possível afirmar que a queda nos preços internacionais das commodities e a melhora do câmbio têm pressionado menos os preços em reais, levando o mercado a revisar para baixo a inflação esperada para 2026, que pode chegar a 4,5%.

De acordo com as informações, o setor de proteínas segue sendo monitorado com cautela, pois o aumento dos custos com grãos para ração e o preço elevado do boi gordo no mercado internacional podem manter a pressão sobre os preços das carnes durante o ano. Segundo Tânia Gofredo, economista-chefe da GEP Brasil, a inflação permanece sensível a choques de oferta, especialmente em alimentos, enquanto o consumo forte limita o efeito da política monetária.

“A inflação segue sensível a choques de oferta, especialmente em alimentos, enquanto a atividade aquecida limita os efeitos da política monetária. Mesmo com alguma descompressão cambial e queda nas commodities, ainda há fatores de pressão relevantes no curto prazo”, afirma Tânia.

 





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Áreas de cinco estados terão temporais e ventania hoje



Dia de tempo seco em grande parte do Brasil. Em alguns lugares, a umidade do ar pode ficar até abaixo de 20%. Já em outros, no Norte e Nordeste, temporais e ventania. Confira a previsão de hoje para todo o país:

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

Sul

O tempo continua aberto e firme em toda a Região Sul. A previsão é de amanhecer gelado, com possibilidade para geada fraca e mais pontual na serra catarinense. As capitais continuam ensolaradas e com temperatura amena. Ar mais seco no centro-norte e noroeste do Paraná, áreas onde a umidade do ar fica abaixo dos 30%.

Sudeste

A infiltração marítima provoca um pouco de chuva no litoral do Rio de Janeiro e do Espírito Santo. O sábado ainda pode começar com nebulosidade no litoral de São Paulo, mas o tempo abre ao longo do dia. Tempo mais seco no interior paulista, assim como no Triângulo e centro-norte de Minas Gerais.

Centro-Oeste

Tempo aberto, firme e muito seco na Região. Dia ensolarado e com a presença de poucas nuvens no céu. A umidade continua abaixo de 30% nas capitais e no Distrito Federal, com possibilidade de índices inferiores a 20% no extremo norte de Goiás e norte de Mato Grosso ao longo do dia.

Nordeste

Tempo bem instável no litoral da Bahia, com risco para volumes elevados, temporais e ventania em Salvador. A chuva pode ocorrer em forma de pancadas no litoral de Alagoas, em Sergipe, Pernambuco e na Paraíba. Ar mais seco no interior e umidade baixa no sul do Maranhão, Piauí e oeste baiano.

Norte

Não chove no Acre, em Rondônia, no sul do Pará e no Tocantins. Nessas áreas, o tempo continua mais seco e ensolarado. Chove a qualquer momento em forma de pancadas, com alto risco para temporais, no norte do Amazonas, em Roraima, noroeste do Pará e no Amapá.



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Cavalo de R$ 12 milhões morre em haras por suspeita de ração contaminada


O Quatum de Alcatéia, um dos garanhões mais premiados e valiosos do país, morreu em Atalaia, Alagoas, com suspeita de intoxicação alimentar.

O cavalo, da raça Mangalarga Marchador, de pelagem alazã, avaliado em R$ 12 milhões, vivia no haras Nova Alcateia, quando começou a apresentar sintomas graves e não resistiu. Veio a óbito em 25 de junho, quatro meses antes de completar sete anos. As informações são do portal G1.

Cavalo Quantum morreu
Foto: Arquivo

O criatório informou que os sintomas de intoxicação começaram com a substituição da ração antiga pela da Nutratta Nutrição Animal Ltda. Até o momento, 238 mortes de equinos pelo mesmo motivo estão sob investigação em todo o país.

Em nota, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) diz que apura o caso desde a primeira denúncia oficializada, em 26 de maio.

Já o haras informou que os efeitos da intoxicação no Quantum foram rápidos e devastadores e as tentativas de saná-los não surtiram efeito. Todos os animais que morreram no local, 69 até o dia 7 de julho, apresentaram quadros clínicos semelhantes.

“O Quantum era o cavalo mais espetacular da raça. O cavalo que mais prometia, que já tinha sido campeão brasileiro, campeão nacional. Participou de provas em alto nível. Estava dando uma produção extraordinária. Os filhos dele são extraordinários. Era uma das maiores promessas da raça”, afirmou Luciano Conceição, um dos proprietários do cavalo.

Em nota, o haras destaca que laudos preliminares de laboratórios oficiais confirmaram a presença de substância altamente tóxica, no caso, alcaloides pirrozilidínicos (monocrotalina) em concentrações capazes de causar doença e mortes em equídeos e outras espécies.

Sobre o Quantum

Quantum e o criador LucianoQuantum e o criador Luciano
Foto: Arquivo pessoal/ Luciano Conceição

Além de garanhão consagrado em torneios de marcha, Quantum era um investimento de um consórcio de acionistas, modelo muito comum no mercado de cavalos de elite.

Um dos sócios do animal, Luciano Conceição, fez uma postagem emocionada nas redes sociais sobre a morte de Quantum.

“Vc é tão grande que fez eu me sentir grande. Um criador comum, até falarem que eu era seu dono. Vc é tão sensacional que vc conseguiu nos projetar muito mais do que faríamos sem vc. Tudo funcionava em função de vc. Todas as decisões, todos os rumos, todas as escolhas… tudo era definidos em função de vc.”

Conforme o haras, técnicos do Mapa estiveram no local entre os dias 9 e 12 de junho para levantar informações e coletar amostras do produto supostamente contaminado e também dos animais que morreram, por meio de necropsia.

“Infelizmente, não teremos nossos animais de volta, mas seguimos tomando todas as providências para que os responsáveis sejam punidos e para que episódios como esse não se repitam”, disse o Haras Nova Alcateia, em nota.

Ração suspensa

O Governo Federal determinou o recolhimento de todos os produtos destinados a equídeos fabricados pela empresa Nutratta Nutrição Animal, com data de fabricação a partir de 21 de novembro de 2024.

O recolhimento e a proibição da venda da ração Forrage Horse, da mesma empresa, já haviam sido determinados pelo Ministério no dia 4 de junho.

Desde os primeiros relatos de mortes de cavalos pela ração da Nutratta, no começo de junho, em Indaiatuba, interior de São Paulo, o Canal Rural tenta contato com a empresa, mas ainda não obteve retorno. O espaço segue aberto para futuras manifestações.



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Queda nos preços dos combustíveis


Cinco dos seis combustíveis monitorados nacionalmente apresentaram queda nos preços médios em junho, segundo dados atualizados do Panorama Veloe de Indicadores de Mobilidade, desenvolvido pela Veloe em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). O destaque ficou com o etanol, que teve redução de 1,6% no mês. O diesel comum recuou 1,5%, seguido pelo diesel S-10 (-1,4%), gasolina comum (-0,8%) e gasolina aditivada (-0,6%). O único combustível que teve alta foi o Gás Natural Veicular (GNV), com leve aumento de 0,1%.

A pesquisa traz um panorama nacional e mostra que, apesar da queda pontual registrada em junho, o primeiro semestre de 2025 fechou com aumento de preços para quatro dos seis combustíveis. O etanol lidera esse movimento, com alta de 3,4%, seguido pela gasolina comum (+1,6%), gasolina aditivada (+1,5%) e o GNV (+1,3%). Já o diesel foi na contramão: o tipo comum teve retração de 1,5%, enquanto o S-10 caiu 1,3%.

No comparativo dos últimos 12 meses, os preços médios dos combustíveis subiram em todos os casos. O etanol teve a maior variação, com aumento de 11%, consolidando-se como o combustível com a maior pressão inflacionária no período. Em seguida, aparecem a gasolina comum e aditivada, ambas com elevação de 6,6%, além do diesel S-10 (+2,0%), diesel comum (+1,8%) e GNV (+1,1%).





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Produtor rural deve ficar atento às taxas de juros e encargos de inadimplência do Crédito Rural


Recentemente o governo federal realizou o lançamento do Plano Safra 2025/2026 com significativo aumento das taxas de juros controlados. No Pronamp, por exemplo, os juros passaram de 8% (safra 2024/2025) para 10% (safra 2025/2026), e no custeio empresarial de 12% para 14%. A partir desta observação, é importante destacar que o crédito rural, entretanto, não se trata de contrato comum de empréstimo entre a instituição financeira e o financiado. Ele tem previsão constitucional e característica de direito especial.

Conforme Frederico Buss, da HBS Advogados, de acordo com a legislação, dentre os objetivos do crédito rural se encontram o estímulo do incremento dos investimentos rurais, inclusive para armazenamento, beneficiamento e industrialização dos produtos agropecuários, o custeio oportuno e adequado da produção e a comercialização de produtos agropecuários, o aumento da produtividade, melhoria do padrão de vida das populações rurais e a adequada conservação do solo e preservação do meio ambiente. “Portanto, não há uma livre estipulação de vontades entre os contratantes, isto é, as normas do crédito rural não podem ser contrariadas ou relativizadas por ambas as partes: instituição financeira e mutuário”, afirma.

Anualmente, o Governo Federal apresenta o plano agrícola e pecuário com o montante de recursos (grande maioria deles provenientes exclusivamente das instituições financeiras) e as condições que deverão ser observadas para os financiamentos rurais. “As regras do chamado Plano Safra são regulamentadas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) cujas normas devem ser observadas e cumpridas por todas as instituições financeiras integrantes do Sistema Nacional de Crédito Rural”, enfatiza Buss, lembrando que há os financiamentos com os “recursos controlados” (operações contratadas com taxas definidas pelo Conselho Monetário Nacional) e os recursos “não controlados ou livres” cujas taxas são definidas pelo mercado.

Buss destaca, contudo, que em se tratando de crédito rural, a jurisprudência majoritária dos Tribunais: (I) veda a cobrança de juros superiores às taxas determinadas pelo Conselho Monetário Nacional; (II) na ausência de fixação pelo CMN, veda a cobrança de juros superiores a 12% ao ano; (III) no caso de atraso no pagamento ou inadimplemento, os encargos devem ser limitados aos juros moratórios de 1% ao ano, correção monetária (IGP-M) e multa de 2%. “Os Tribunais majoritariamente afastam a cobrança da comissão de permanência e outros encargos moratórios no crédito rural”, observa.

Segundo Buss, é de suma importância que os produtores rurais, ao realizarem as contratações, alongamentos ou renegociações, tenham ciência dos limites das taxas de juros que devem ser observados nas operações de crédito rural com recursos controlados e não controlados. “Por fim, a mesma cautela é recomendada para as contratações fora do sistema financeiro, junto a cooperativas e demais empresas”, conclui.





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