quinta-feira, maio 14, 2026

Agro

AgroNewsPolítica & Agro

Preços do algodão recuam com alta na produção mundial, indica Imea



Eevação na estimativa foi puxada pela expectativa de ampliação da área




Foto: Canva

A produção mundial de algodão para a safra 2025/26 foi revisada para cima e deve alcançar 25,78 milhões de toneladas de pluma, segundo a estimativa de junho divulgada pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Os dados são do boletim informativo do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), que aponta um aumento de 1,22% em relação à projeção anterior, de maio.

Segundo informações do boletim do Imea, a elevação na estimativa foi puxada pela expectativa de ampliação da área cultivada nos Estados Unidos. Com isso, o país norte-americano deve contribuir significativamente para o crescimento da oferta global da fibra. Por outro lado, o consumo mundial teve um incremento mais tímido, de apenas 0,31% no comparativo mensal, totalizando 25,72 milhões de toneladas.

Esse descompasso entre oferta e demanda resultou em uma elevação dos estoques finais globais de algodão, que subiram 0,68% em relação ao mês anterior e somaram 16,83 milhões de toneladas. A perspectiva de maior disponibilidade do produto no mercado global pressionou os preços para baixo, com recuo nas cotações da bolsa de Nova York no dia da divulgação do relatório.

Apesar do cenário de crescimento na produção, o mercado segue atento ao desenvolvimento da safra nos Estados Unidos. O boletim do Imea destaca que há previsão de seca em importantes regiões produtoras, o que pode comprometer o rendimento e afetar a oferta global nos próximos meses. Esse fator climático representa um ponto de atenção para os produtores e para o comércio internacional da pluma.

Com um cenário ainda incerto, os próximos relatórios devem ser decisivos para a formação dos preços e para as estratégias de comercialização. 





Source link

News

Produtores rurais são expulsos a tiros de propriedade rural invadida por indígenas no RS



Um grupo de cerca de 20 produtores rurais foi expulso a tiros de uma lavoura invadida por indígenas no município de Erebango, no norte do Rio Grande do Sul. Eles estavam monitorando à distância a movimentação dos invasores quando os disparos ocorreram, por volta das 16h da terça-feira (22).

Em vídeo gravado pelos agricultores, é possível ouvir pelo menos três disparos. Apesar do susto, ninguém ficou ferido.



Source link

News

Missão técnica do Sebrae/SC marca presença no Transformar Juntos 2025



Entre os dias 23 e 25 de julho, Brasília será palco do Transformar Juntos 2025, evento promovido pelo Sebrae Nacional que reunirá gestores públicos, lideranças locais e representantes de diversas instituições.

A missão técnica catarinense, organizada pelo Sebrae/SC, marca presença com 58 integrantes, entre eles gerentes regionais, articuladores e representantes de 35 prefeituras de Santa Catarina.

Sustentabilidade e inovação como foco principal

Com o tema “Sustentabilidade e Resiliência Climática”, o evento será realizado no Royal Tulip Brasília Alvorada. A programação inclui painéis, oficinas e experiências voltadas à construção de redes colaborativas, políticas públicas, economia criativa, inovação, energia limpa e educação empreendedora.

A missão organizada pelo Sebrae Santa Catarina tem o objetivo de fortalecer o diálogo entre municípios e apoio aos pequenos negócios e o desenvolvimento local sustentável.

“Levar representantes de 35 prefeituras ao Transformar Juntos reforça nosso compromisso em ampliar boas práticas e soluções que impactam positivamente os territórios”, destaca Alan Claumann, gerente de Desenvolvimento Territorial do Sebrae/SC.

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp

Prêmio Sebrae Prefeitura Empreendedora terá nova edição

O evento marcará a 13ª edição do Prêmio Sebrae Prefeitura Empreendedora, que reconhece gestões públicas que incentivam o empreendedorismo nos pequenos negócios.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

EUA podem taxar carne bovina e afetar competitividade


A análise “Tem Boi na Linha”, divulgada pela Scot Consultoria, apontou queda nas cotações do “boi China” e da vaca em São Paulo nesta terça-feira, 22. De acordo com o levantamento, os negócios nas indústrias ativas ocorreram com valores inferiores aos registrados anteriormente. A arroba do “boi China” recuou R$ 2,00 e a da vaca, R$ 3,00.

Segundo a consultoria, “grande parte das indústrias frigoríficas ainda esteve fora das compras”. As escalas de abate ficaram entre oito e nove dias, em média. Muitas empresas têm evitado estender suas programações, optando por uma estratégia mais cautelosa, acompanhando o mercado dia a dia, diante da ausência de recuperação no consumo interno. Esse cenário também tem levado à redução do número de dias de abate semanal.

Na Bahia, a oferta foi menor em relação à semana anterior, mas o escoamento da carne bovina permanece como um dos principais entraves. Com isso, os preços seguiram em queda. No Oeste do estado, as cotações do boi, da vaca e da novilha recuaram R$ 5,00 por arroba. Já na região Sul, o boi gordo e a novilha também caíram R$ 5,00/@, enquanto a vaca teve queda de R$ 3,00/@.

No cenário externo, a exportação de carne bovina in natura apresentou desempenho positivo até a terceira semana de julho. O volume exportado alcançou 172,7 mil toneladas, com média diária de 12,3 mil toneladas — um avanço de 19,6% frente ao mesmo período de 2024. A cotação média da tonelada exportada ficou em US$ 5,5 mil, representando alta de 25,8% na comparação anual.

Entre os dias 14 e 18 de julho, o setor registrou a melhor semana do ano em termos de preço da tonelada exportada, a segunda maior em volume e a terceira melhor média diária de embarques.

Apesar do desempenho, a perspectiva de imposição de tarifas pelos Estados Unidos a partir de 1º de agosto tem gerado apreensão. No primeiro semestre, os norte-americanos importaram 156 mil toneladas da proteína brasileira, enquanto a China liderou com 631 mil toneladas. A possível taxação pode afetar a competitividade do produto brasileiro, com impactos sobre as margens e o volume exportado, caso parte da demanda internacional seja redirecionada.





Source link

News

Petrobras retoma investimentos na produção de fertilizantes



A retomada dos investimentos da Petrobras em fábricas de fertilizantes hidrogenados deve reduzir significativamente a dependência brasileira de insumos importados nessa área. Segundo a presidente da companhia, Magda Chambriard, a entrada em operação de quatro fábricas nos estados do Paraná, Bahia, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul atenderá 35% da demanda nacional por fertilizantes à base de ureia até 2028. Atualmente, cerca de 85% de toda a ureia utilizada pela agricultura brasileira vem de fora do país.

Os números foram apresentados por Chambriard durante a Reunião Ordinária do Confert, o Conselho Nacional de Fertilizantes (Confert), realizada nesta terça-feira (22) na sede do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). A reunião foi presidida pelo vice-presidente e ministro Geraldo Alckmin.

“O agro e o setor de petróleo estão se fundindo cada vez mais. E o fertilizante é uma excelente oportunidade para a gente ampliar o nosso mercado de gás”, afirmou Chambriard. A presidente citou ainda as parcerias com a Embrapa para o desenvolvimento de fertilizantes de alta eficiência, com produção de amônia a arla, além de ureia.

Os investimentos da Petrobras somam R$ 900 milhões no período de 2025-29 nas fábricas de
Araucária (Ansa), no Paraná; Fafen, na Bahia e no Espírito Santo; e UFN-III, em Três Lagoas
(MS). Segundo Chambriard, os projetos estão gerando entre 13 mil e 15 mil postos de trabalho.

Na abertura da reunião, Alckmin destacou a importância dos investimentos do país nesse setor. Brasil é grande exportador, produtor e exportador de proteína animal e vegetal. Neste ano nós vamos ter uma safra recorde, 10% a mais. E a demanda por fertilizantes é crescente.

Bioinsumos

A reunião do Confert também aprovou a inclusão de 16 novos projetos à sua Carteira de Projetos Estratégicos, sendo 14 da Embrapa, um do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e um do setor privado. Embrapa Dos 14 projetos da Embrapa. 11 se referem a pesquisa e desenvolvimento de soluções sustentáveis envolvendo biofertilizantes, bioinsumos, bioestimulantes e bioinoculadores. Exemplo: Desenvolvimento de bactérias promotoras de crescimento para mudas florestais de espécies importantes para o segmento industrial de celulose.

Setor privado Projeto da Prumo Logística para estruturação de um Hub de Hidrogênio de Baixo Carbono no Porto de Açu, Rio de Janeiro, com foco na criação de um ecossistema industrial integrado para produção de hidrogênio sustentável e seus derivados, como amônia e metanol.

Mapa Regulamentação da Lei de Bioinsumos, sancionada em dezembro de 2024. A lei dispõe sobre a produção, a importação, a exportação, o registro, a comercialização, o uso, a inspeção, a fiscalização, a pesquisa, a experimentação, a embalagem, a rotulagem, a propaganda, o transporte, o armazenamento, as taxas, a prestação de serviços, a destinação de resíduos e embalagens e os incentivos à produção de bioinsumos para uso agrícola, pecuário, aquícola e florestal, inclusive sobre a produção com objetivo de uso próprio.



Source link

News

São Paulo cria linha de crédito para empresas que exportam para os EUA



O governador do estado de São Paulo, Tarcísio de Freitas, anunciou na terça-feira (22) a criação da Linha Giro Exportador, que vai disponibilizar R$ 200 milhões em crédito com juros subsidiados para empreendedores que mantêm relações comerciais com os EUA.

A medida tem como objetivo mitigar os efeitos econômicos do tarifaço e preservar a competitividade das empresas paulistas, sobretudo aquelas com maior valor agregado na produção.

Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

“Estamos disponibilizando ao empresariado paulista um conjunto de medidas para preservar a operação das empresas e os empregos gerados por elas. Uma delas é essa nova linha de crédito, que oferece condições facilitadas e taxas reduzidas para garantir fôlego financeiro às empresas que podem ser impactadas por uma possível nova tarifa”, afirmou o governador Tarcísio de Freitas.

Condições da Linha:

  • Taxas a partir de 0,27% ao mês + IPCA
  • Prazo de até 60 meses para pagamento
  • Carência de até 12 meses (inclusa no prazo total)
  • Limite de financiamento: até R$ 20 milhões por cliente

Outras medidas

Além da Linha Giro Exportador, o governo de São Paulo também já anunciou como medidas para os exportadores a liberação de créditos de ICMS acumulados para empresas exportadoras e a ampliação do Fundo Garantidor, que viabiliza maior acesso ao crédito com menos exigência de garantias. As empresas interessadas poderão solicitar crédito pelo site da Desenvolve SP: desenvolvesp.com.br



Source link

News

Tarifaço deve levar Brasil a ampliar mercado de café com a China



O tarifaço anunciado por Donald Trump ameaça uma parcela significativa das
exportações totais de café do Brasil (que geralmente são direcionadas ao mercado
norte-americano). A expectativa é que o movimento leve o país a buscar oportunidades na China e nas Filipinas, segundo a GlobalData.

O relatório recente da GlobalData revela quais setores relevantes ao CPG (bens de consumo embalados) são mais afetados por tarifas dentro de relações comerciais específicas e como as empresas desses setores serão impactadas. Por exemplo, tarifas mais altas entre os EUA e a China podem permitir que exportadores brasileiros de soja conquistem a fatia de mercado que hoje pertence aos EUA no mercado chinês.

“Exportadores brasileiros de café devem buscar mercados alternativos aos EUA, caso o país concretize suas ameaças. Eles precisam mirar em mercados alternativos que combinem alto crescimento absoluto projetado com uma alta taxa de crescimento anual composta, refletindo assim um mercado de café grande e em rápido crescimento. As Filipinas e a China oferecem ambos”, afirma Rory Gopsill, analista sênior de consumo da GlobalData.

Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

De acordo com o banco de dados Segment Insights da GlobalData, as Filipinas foram o quinto maior mercado de café quente do mundo em 2024. Além disso, espera-se que o país apresente o terceiro maior crescimento absoluto global em valor de vendas no varejo de café quente entre 2024 e 2029 (atrás apenas dos EUA e do Japão), com um aumento de US$ 1,8 bilhão e um CAGR de 5% nesse período. O mercado de café pronto para beber nas Filipinas também deve apresentar o sétimo maior crescimento absoluto em valor de vendas globalmente no mesmo período, com US$ 264,8 milhões e um CAGR (taxa de crescimento) de 11%.

A China foi o sétimo maior mercado de café quente do mundo em 2024 e está prevista para
apresentar o quarto maior crescimento absoluto em valor de vendas no varejo de café quente entre 2024 e 2029, com um aumento de US$ 1,6 bilhão e um CAGR de 5% durante o período. As vendas de café pronto para beber na China também devem ter o segundo maior crescimento absoluto em valor de vendas no mundo no mesmo período, com US$ 1,9 bilhão.

Oportunidades para o Brasil

Na avaliação de Gopsill, o Brasil está, indiscutivelmente, bem posicionado para aproveitar essas oportunidades de crescimento – especialmente no mercado chinês. O país já é um elemento essencial nas cadeias de fornecimento de café para diversas empresas chinesas, respondendo por 32,4% das importações totais de café da China em 2023, segundo o Observatory of Economic Complexity. O Brasil também mantém boas relações comerciais com a China. Ambos são membros fundadores do bloco econômico Brics, e a China já depende fortemente do Brasil para o fornecimento de produtos agrícolas, como a soja, em sua estratégia de redução da dependência das exportações dos EUA.

Gopsill conclui que à medida que os exportadores brasileiros enfrentam a possível perda de
competitividade no mercado norte-americano, torna-se imperativo que eles se voltem para mercados alternativos que prometem um crescimento robusto. No entanto, de forma mais ampla, a decisão dos EUA de impor tarifas ao Brasil por razões ideológicas, e não econômicas, reforça a necessidade de que Estados-nação e empresas de CPG considerem tanto questões macroeconômicas quanto políticas e culturais em suas estratégias daqui em diante.



Source link

News

preços seguem firmes mesmo com baixa liquidez



Os preços do arroz em casca no Rio Grande do Sul seguiram firmes na última semana, sustentados pela restrição vendedora e pela demanda firme. É isso o que indicam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

A liquidez, porém, continuou baixa, resultado, conforme explicam pesquisadores, da postura cautelosa de produtores, que apostam em valorizações mais expressivas. 

Para atrair vendedores, compradores elevaram suas ofertas, mas a maioria das negociações efetivadas envolveu pequenos lotes. 

Ainda de acordo com o Cepea, a perspectiva de exportações contribuiu para sustentar as cotações internas. 

O volume de junho foi expressivo e anima o lado vendedor, pois esse canal de comercialização poderá ter mais impacto sobre a redução de estoques e as cotações domésticas do que as ações governamentais sinalizadas até o momento.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



Source link

News

Petrobras retoma investimentos na produção de fertilizantes



A retomada dos investimentos da Petrobras em fábricas de fertilizantes hidrogenados deve reduzir significativamente a dependência brasileira de insumos importados nessa área. Segundo a presidente da companhia, Magda Chambriard, a entrada em operação de quatro fábricas nos estados do Paraná, Bahia, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul atenderá 35% da demanda nacional por fertilizantes à base de ureia até 2028. Atualmente, cerca de 85% de toda a ureia utilizada pela agricultura brasileira vem de fora do país.

Os números foram apresentados por Chambriard durante a Reunião Ordinária do Confert, o Conselho Nacional de Fertilizantes (Confert), realizada nesta terça-feira (22) na sede do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). A reunião foi presidida pelo vice-presidente e ministro Geraldo Alckmin.

“O agro e o setor de petróleo estão se fundindo cada vez mais. E o fertilizante é uma excelente oportunidade para a gente ampliar o nosso mercado de gás”, afirmou Chambriard. A presidente citou ainda as parcerias com a Embrapa para o desenvolvimento de fertilizantes de alta eficiência, com produção de amônia a arla, além de ureia.

Os investimentos da Petrobras somam R$ 900 milhões no período de 2025-29 nas fábricas de
Araucária (Ansa), no Paraná; Fafen, na Bahia e no Espírito Santo; e UFN-III, em Três Lagoas
(MS). Segundo Chambriard, os projetos estão gerando entre 13 mil e 15 mil postos de trabalho.

Na abertura da reunião, Alckmin destacou a importância dos investimentos do país nesse setor. Brasil é grande exportador, produtor e exportador de proteína animal e vegetal. Neste ano nós vamos ter uma safra recorde, 10% a mais. E a demanda por fertilizantes é crescente.

Bioinsumos

A reunião do Confert também aprovou a inclusão de 16 novos projetos à sua Carteira de Projetos Estratégicos, sendo 14 da Embrapa, um do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e um do setor privado. Embrapa Dos 14 projetos da Embrapa. 11 se referem a pesquisa e desenvolvimento de soluções sustentáveis envolvendo biofertilizantes, bioinsumos, bioestimulantes e bioinoculadores. Exemplo: Desenvolvimento de bactérias promotoras de crescimento para mudas florestais de espécies importantes para o segmento industrial de celulose.

Setor privado Projeto da Prumo Logística para estruturação de um Hub de Hidrogênio de Baixo Carbono no Porto de Açu, Rio de Janeiro, com foco na criação de um ecossistema industrial integrado para produção de hidrogênio sustentável e seus derivados, como amônia e metanol.

Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

Mapa Regulamentação da Lei de Bioinsumos, sancionada em dezembro de 2024. A lei dispõe sobre a produção, a importação, a exportação, o registro, a comercialização, o uso, a inspeção, a fiscalização, a pesquisa, a experimentação, a embalagem, a rotulagem, a propaganda, o transporte, o armazenamento, as taxas, a prestação de serviços, a destinação de resíduos e embalagens e os incentivos à produção de bioinsumos para uso agrícola, pecuário, aquícola e florestal, inclusive sobre a produção com objetivo de uso próprio.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

falta de mão de obra eleva custo da colheita


O Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado na quinta-feira (17), apontou que o cultivo da erva-mate segue em andamento na região administrativa de Frederico Westphalen, apesar das deficiências de chuvas registradas em julho. Segundo o boletim, a colheita e o armazenamento da cultura ocorrem normalmente. Contudo, o ritmo das exportações é mais lento devido à instabilidade no mercado internacional.

Na avaliação da Emater, a folha de erva-mate indicada ao chimarrão tem sido comercializada entre R$ 18,00 e R$ 20,00 por arroba, entregue na indústria. Para exportação e produção de tererê, os valores estão em torno de R$ 16,00 por arroba. As mudas de erva-mate são vendidas por R$ 2,80 por unidade.

Na regional de Passo Fundo, o tempo estável permitiu a retomada da colheita e a recomposição dos estoques de matéria-prima. Os preços na região variam de R$ 17,00 a R$ 20,00 por arroba, a depender do município, da variedade e do sistema de processamento. Em Machadinho, a erva comum foi negociada a R$ 18,00, enquanto a variedade Cambona 4 alcançou R$ 19,50. Já nos municípios de Machadinho e Mato Castelhano, a erva-mate destinada ao sistema de secagem barbaquá atingiu R$ 20,00 por arroba. As mudas foram vendidas a R$ 1,50 por unidade.

Na regional de Santa Maria, muitos produtores aguardaram os melhores preços ou optaram por realizar a derrubada dos ervas. O valor pago pela indústria é de R$ 17,00 por arroba, o que, segundo a Emater, é considerado insatisfatório pelos agricultores.

Em Soledade, as condições climáticas favoreceram os trabalhos de campo, mas a oferta elevada tem dificultado a comercialização. O planejamento e o replantio de mudanças seguem em andamento. Em Itapuca e Mato Leitão, os preços variaram de R$ 14,00 a R$ 18,00 por arroba, conforme os dados das ervateiras locais.

Na região de Erechim, o preço da erva-mate entregue à indústria foi de R$ 17,00 por arroba. A escassez de mão de obra tem sido apontada como um dos principais desafios da atividade, com custo mínimo de R$ 10,00 por arroba apenas para a colheita.





Source link