segunda-feira, maio 11, 2026

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México ultrapassa EUA e vira 2º maior comprador do Brasil



Em meio à diminuição da exportação de carne bovina para os Estados Unidos, o México tem se destacado como novo destino para o produto brasileiro. O volume de compras mexicanas aumentou 420% de janeiro a junho deste ano, de 3,1 mil para 16,1 mil toneladas.

Em números gerais, as exportações de carne bovina brasileira têm aumentado, e chegaram a 241 mil toneladas em junho, de acordo com os dados consolidados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). O valor de vendas chegou a US$ 1,3 bilhão.

De acordo com dados preliminares de julho, a exportação de carne brasileira aumentou 56,5% em relação ao mesmo período do ano passado. Foi um dos produtos de maior crescimento, e um dos responsáveis pelo aumento geral de 3% nas exportações do país.

Dentre os principais produtos de exportação para os Estados Unidos, a carne bovina foi uma das poucas que não entrou na lista de isenções à tarifa extra de 50%, imposta pelo presidente Donald Trump na quinta-feira (30).

Produtores afirmam que o tarifaço inviabiliza a venda de carne aos EUA. Desde o anúncio da tarifa extra, 30 mil toneladas do produto que seriam enviadas ao país norte-americano ficaram retidas, de acordo com a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec).

México e China aumentam compra de carne brasileira

A venda de carne brasileira para o México aumentou expressivamente no primeiro semestre de 2025, passando de US$ 15,5 milhões em janeiro para US$ 89,3 milhões em junho.

A China, responsável por quase metade das exportações brasileiras, também aumentou o volume de compras. Ao todo, foram 134,4 mil toneladas em junho, ou US$ 739,9 milhões. O crescimento em relação a janeiro foi de 64%.

Ao mesmo tempo, produtores viram as vendas para os Estados Unidos diminuírem expressivamente desde abril, quando Trump anunciou a imposição de tarifas de importação de 10% para todos os países.

Naquele mês, a venda de carne brasileira para o país tinha atingido o volume mais alto do ano. Foram 44,1 mil toneladas, totalizando US$ 229 milhões em exportações. Em junho, as vendas chegaram ao valor mais baixo de 2025. Foram 13,4 mil toneladas, representando US$ 75,3 milhões. A redução nesse período foi de 67%.



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AgroNewsPolítica & Agro

Colheita em agosto revelará danos no trigo no Paraná



Deral estima produção menor após geadas




Foto: Divulgação

O Boletim de Conjuntura Agropecuária divulgado na quinta-feira (31) pelo Departamento de Economia Rural (Deral), vinculado à Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), atualizou as projeções para a safra de trigo no Paraná. A estimativa de julho aponta uma área semeada de 833 mil hectares e uma produção esperada de 2,6 milhões de toneladas.

O Deral informou que “esse volume representa um reajuste em relação aos 2,7 milhões de toneladas previstos em junho”. A queda se deve, em parte, à revisão da área cultivada e, principalmente, aos efeitos da geada registrada no dia 25 de junho. De acordo com os analistas, a região Norte foi a mais impactada e pode registrar uma perda de 84 mil toneladas frente ao potencial de 880 mil toneladas. Os técnicos do Deral destacaram que “outras regiões também foram atingidas pontualmente, especialmente no caso de lavouras plantadas fora do zoneamento”.

A entidade observa que os números ainda estão sujeitos a alterações, uma vez que há incerteza sobre a extensão dos danos causados às plantas. “As primeiras áreas prejudicadas pelas geadas serão colhidas em meados de agosto, momento em que se terá maior clareza sobre os prejuízos”, indicou o boletim.

Apesar do novo período de frio registrado nesta semana, o Deral afirmou que não são esperados danos adicionais à cultura do trigo. “As temperaturas negativas foram registradas apenas na região de lavouras mais tardias”, avaliou a equipe técnica. Além disso, as chuvas que acompanharam a frente fria contribuíram para amenizar o déficit hídrico, interrompendo uma sequência de mais de 20 dias sem precipitações em alguns municípios.





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Uso misto de bactérias e nitrogênio reduziria custo do milho em R$ 2,8 bilhões ao ano



O nitrogênio, ao lado do potássio e do fósforo, forma a trinca de macronutrientes primários que atuam no desenvolvimento vegetal conhecido como NPK.

Entre esses três elementos essenciais, contudo, o nitrogênio costuma ser o mais caro e o que demanda o maior investimento por parte do produtor rural. Ao mesmo tempo, também é o mais exigido pelas plantas, sendo fundamental para o crescimento, desenvolvimento das raízes, colaborando para a fotossíntese.

Se a fertilização nitrogenada é essencial para a maior parte da produção agrícola, ela não vem sem um custo. Sua eficiência raramente supera os 50% em virtude de perdas ocorridas nos processos de lixiviação, volatilização e desnitrificação. Ainda mais, o uso do adubo por períodos prolongados ou em doses excessivas pode acarretar em sérios impactos ambientais.

Assim, os bioinsumos têm se mostrado uma alternativa eficiente, sustentável e que coloca o Brasil na vanguarda. Um estudo da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp) conseguiu demonstrar que o produtor de milho pode ter significativa economia com o uso de duas bactérias.

“Imagine você produzir uma cultura tão importante para o Brasil e para o mundo como a soja e, ao invés de aplicar 400 ou 500 quilos de fertilizante nitrogenado por hectare, você aplica uma bactéria capaz de tirar o nitrogênio da atmosfera e entregar para a planta em troca de alimento e proteção. Isso já acontece no Brasil há muitos anos, não é algo novo”, conta o professor do Departamento de Produção Vegetal da Faculdade de Ciências Agrárias e Tecnológicas (FCAT) da Unesp no câmpus de Dracena Fernando Shintate Galindo.

Segundo ele, nos últimos dez ou 15 anos houve uma evolução em metodologias e técnicas que têm permitido aos pesquisadores entender que existe uma infinidade de microrganismos que podem beneficiar outros cultivos além da oleaginosa.

Inoculação de bactérias no milho

Em um de seus trabalhos, publicado na revista Plant Biology, da BioMed Central (BMC), Galindo, ao lado de uma equipe de pesquisadores, buscou avaliar os benefícios da inoculação de duas bactérias ao mesmo tempo na cultura do milho: a Azospirillum brasilense, conhecida pela sua capacidade de fixar nitrogênio no solo e no estímulo ao crescimento da planta, e a Bacillus subtilis, promotora do crescimento radicular e capaz de atuar na resistência a pragas e doenças.

O trabalho durou cerca de dois anos e fez parte de um estágio de pós-doutorado com apoio da Fapesp. O ensaio de campo, realizado em três localidades diferentes, envolveu quatro configurações para o plantio do milho: um grupo controle, um grupo que recebeu apenas a aplicação da Azospirillum brasilense, um que recebeu apenas a aplicação de Bacillus subtilis, e por fim, um quarto grupo que recebeu ambos os microrganismos. Além disso, testaram-se diferentes taxas de aplicação de fertilizantes nitrogenados em cada grupo.

A partir de então, os pesquisadores acompanharam cada etapa do crescimento dos lotes para poder comparar as respostas fisiológicas e bioquímicas das plantas sob cada um dos cenários, incluindo parâmetros relacionados à fotossíntese, ao estresse oxidativo e ao uso do nutriente, como a sua capacidade de recuperar o nitrogênio do solo e aumentar a eficiência do seu uso.

Entre os principais resultados encontrados pela equipe está a confirmação de que o consórcio de bactérias, mesmo com algumas características distintas, juntamente com uma dose ideal de nitrogênio, foi capaz de melhorar a eficiência no uso do macronutriente, bem como foi capaz de promover o crescimento aéreo e radicular das plantas.

A inoculação combinada de Azospirillum brasilense e de Bacillus subtilis também teve efeito sobre parâmetros relacionados à fotossíntese, aumentando a captação e assimilação de CO2, a transpiração e a eficiência do uso da água, enquanto diminuiu o estresse oxidativo.

“Nesse estudo, nós observamos que de fato a inoculação complementa a adubação nitrogenada com excelentes resultados, mas não a substitui. E quando é aplicado muito nitrogênio associado a esses microrganismos, a atuação deles é prejudicada, como uma espécie de overdose”, compara Galindo. “É um balanço em que existe uma faixa ideal para a resposta da planta aos nutrientes e à coinoculação das bactérias”.

Os resultados indicaram que é possível reduzir ainda mais a ótima taxa de aplicação de nitrogênio dos convencionais 240 kg N/ha para 175 kg N/ha, reduzindo custos e ainda aumentando a produtividade do milho em 5,2%. Além disso, a fórmula reduziria a emissão de dióxido de carbono em 682,5 kg CO2e/ha.

Segundo o pesquisador do câmpus de Dracena, a redução de aproximadamente 25% na adubação nitrogenada na cultura do milho traria uma economia para o produtor de aproximadamente R$ 130 por hectare.

“Se nós extrapolarmos estes valores para um modelo hipotético considerando toda a área cultivada com milho no Brasil, que atualmente está em torno de 22 milhões de hectares, nós estamos falando de uma economia de cerca de R$ 2,86 bilhões anuais”, projeta o docente.

“Isso é o visível, aquilo que conseguimos mensurar. Existem ainda questões ambientais e climáticas que nós ainda não conseguimos mensurar tão bem, mas que precisam ser levadas em consideração”.

*Sob supervisão de Victor Faverin



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Quatro décadas de experiência revelam como a tradição familiar evoluiu com a avicultura brasileira


A história da família Fuelber na avicultura brasileira é um exemplo de como tradição e inovação podem andar juntas no campo. Tudo começou em 1981, quando seu Adelar, aos 15 anos, acompanhou o pai na construção do primeiro aviário com 6 mil frangos. O que era uma atividade manual, com fornalha a lenha e cortinas puxadas no braço, hoje é uma operação moderna com galpões automatizados e monitoramento remoto.

“Naquela época, levava 45 dias para o frango atingir 1,6 kg. Hoje, alcançamos esse peso com 26 dias”, lembra Adelar, que hoje comanda, ao lado da família, dois aviários com capacidade para 80 mil aves por lote.

Vida no Campo: Toda sexta-feira, às 11h30 da manhã, tem episódio novo no Interligados

Janete é a primeira a ir ao aviário pela manhã. Vinícius cuida do aquecimento e do conforto das aves, inclusive durante a madrugada. Adelar, com sua experiência acumulada, continua orientando a família nos manejos estratégicos.

“Trabalhar em família é nosso maior orgulho. A gente construiu tudo com base nessa união”, destaca Janete.

Reconhecimento e orgulho de alimentar o Brasil e o mundo

Com dois aviários automatizados em Santa Catarina, a família Fuelber completa 40 anos na avicultura e aposta na sucessãoCom dois aviários automatizados em Santa Catarina, a família Fuelber completa 40 anos na avicultura e aposta na sucessão
Com dois aviários automatizados em Santa Catarina, a família Fuelber completa 40 anos na avicultura e aposta na sucessão

Com seis anos consecutivos entre os cinco melhores produtores da Seara, a família Fuelber acumula prêmios e reconhecimento de sua integradora. Mas o maior valor está no que foi construído: a casa, a educação dos filhos e o respeito por uma atividade que transformou a vida da família.

Adelar guarda até hoje documentos, fotos e plantas antigas dos primeiros aviários. “Ver o quanto evoluímos emociona. A avicultura nos deu tudo, e ver meu filho seguindo esse caminho é a maior conquista.”

O orgulho também está na missão: produzir alimento com qualidade e responsabilidade.

“Nossos frangos abastecem o mercado interno e vão para exportação. É muita responsabilidade, mas também um enorme orgulho.”

Família Fuelber e 40 anos de avicultura em SC | Interligados - Canal Rural
Família Fuelber e 40 anos de avicultura em SC | Interligados - Canal Rural
Família Fuelber e 40 anos de avicultura em SC | Canal Rural

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AgroNewsPolítica & Agro

Mercado do boi gordo inicia agosto com cotações estáveis



Preço das fêmeas registram quedas no Acre




Foto: Canva

O primeiro dia de agosto foi marcado por estabilidade nas cotações do boi gordo em diversas regiões do país, conforme análise publicada nesta sexta-feira (1) no informativo “Tem Boi na Linha”, da Scot Consultoria. O levantamento apontou que tanto compradores quanto vendedores mantiveram postura retraída no início do mês, o que contribuiu para a manutenção dos preços.

Em São Paulo, os valores permaneceram inalterados em todas as categorias de bovinos. A consultoria informou que “as escalas de abate atendiam, em média, a sete dias”.

No Acre, o mercado apresentou queda de R$ 5,00 por arroba nas cotações das fêmeas. Para o boi gordo, entretanto, os preços seguiram estáveis. Não houve referência de negociação para o chamado “boi China” no estado.

Na região Noroeste do Paraná, também foi observada estabilidade nos preços. As escalas de abate, segundo a consultoria, “atendiam, em média, a sete dias”. Situação semelhante foi registrada em Alagoas, onde as cotações se mantiveram sem alterações. Assim como no Acre, não houve referência para o “boi China”.

A Scot Consultoria também destacou os dados da liquidação do contrato futuro do boi gordo com vencimento em julho de 2025 (código BGIN25), encerrado no último dia útil de julho (31/7). Segundo o indicador da B3, a cotação da arroba ficou em R$ 293,54. O indicador do Cepea apontou o valor de R$ 293,50 por arroba, enquanto o da própria Scot Consultoria foi de R$ 294,45.





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como será o clima em agosto


O mês de agosto começa com uma de suas principais características climáticas: o ar extremamente seco em grande parte do Brasil. Esse padrão aumenta o risco de focos de queimadas, especialmente no Centro-Oeste, no interior do Nordeste e em partes da região Norte.

Ao mesmo tempo, o calor será intenso. De acordo com a Climatempo, temperaturas entre 38 °C e 40 °C são esperadas no Tocantins, Pará, Maranhão, norte de Mato Grosso e interior da Bahia. Em estados como Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e São Paulo, as tardes também devem ficar mais quentes.

    Frentes frias trarão chuvas localizadas e queda de temperatura

    Apesar do predomínio do tempo seco, frentes frias devem passar pelo país, especialmente nas regiões Sul e Sudeste. A primeira delas, informa a Climatempo, chega na primeira semana do mês e poderá causar temporais no Sul e chuva moderada a forte em Mato Grosso do Sul, São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

    Outra frente fria está prevista para o fim do mês, podendo derrubar as temperaturas novamente. Há possibilidade de friagem no sul da região Norte, além de geadas e até ocorrência de neve em pontos elevados da região Sul.

    O tempo deve continuar seco em grande parte da região Norte, especialmente no norte do Amazonas, Roraima, Amapá e norte do Pará. Nessas áreas, o volume de chuva será inferior ao normal.

    Em contrapartida, estados como Acre, Rondônia e sul do Amazonas devem receber volumes acima da média, o que pode ajudar a conter o avanço de queimadas.

    Nordeste: chuvas na costa leste e calor no interior

    A circulação dos ventos e a passagem de frentes frias pela costa baiana favorecem a formação de áreas de instabilidade na faixa leste do Nordeste. Estados como Pernambuco e Rio Grande do Norte podem registrar episódios de chuva moderada a forte.

    No entanto, o interior nordestino terá clima mais quente e seco. Cidades como Teresina, Juazeiro e Barreiras devem registrar temperaturas acima da média, com baixa umidade relativa do ar.

    Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul terão temperaturas acima da média durante boa parte do mês. O risco de onda de calor é elevado, especialmente na segunda quinzena.

    As chuvas, quando ocorrerem, serão pontuais e associadas à passagem de frentes frias continentais. Mesmo chuvas fracas, entre 10 mm e 20 mm, já serão suficientes para atingir ou superar a média histórica de agosto na região.

Sudeste: calor, tempo seco e chuva localizada

Agosto terá temperaturas acima da média no Sudeste, com destaque para o interior de Minas Gerais e São Paulo. A chuva será irregular, mas algumas frentes frias poderão provocar instabilidades em áreas do estado paulista, sul de Minas, Rio de Janeiro e Espírito Santo.

Há risco de episódios de chuva moderada, especialmente nas duas primeiras semanas do mês. Mesmo assim, o tempo seco e o calor devem predominar.

Sul: maior chance de chuva e variações bruscas de temperatura

A região Sul será a mais impactada pelas frentes frias. Agosto terá chuvas dentro ou um pouco acima da média em Porto Alegre, Florianópolis e Curitiba.

O clima será instável, com possibilidade de temporais, geadas e quedas bruscas de temperatura. Eventos de neve em áreas serranas não estão descartados.

Capitais: veja a tendência para agosto de 2025

Confira o resumo da previsão do tempo nas capitais brasileiras, de acordo com a Climatempo, comparando com a média histórica:

Sul

  • Porto Alegre: chuva e temperatura dentro da média
  • Florianópolis: chuva um pouco acima da média e temperatura dentro da média
  • Curitiba: chuva um pouco acima da média e temperatura dentro da média

Sudeste

  • São Paulo: chuva e temperatura um pouco acima da média
  • Rio de Janeiro: chuva um pouco acima da média e temperatura perto da média
  • Vitória: chuva um pouco acima da média e temperatura perto da média
  • Belo Horizonte: chuva e temperatura um pouco acima da média

Centro-Oeste

  • Campo Grande: chuva e temperatura um pouco acima da média (risco de onda de calor)
  • Goiânia: chuva dentro da média e temperatura um pouco acima da média (risco de onda de calor)
  • Brasília: chuva dentro da média e temperatura um pouco acima da média (risco de onda de calor)
  • Cuiabá: chuva e temperatura um pouco acima da média (risco de onda de calor)

Nordeste

  • Salvador: chuva um pouco abaixo da média e temperatura perto da média
  • Aracaju:chuva um pouco abaixo da média e temperatura perto da média
  • Maceió: chuva um pouco abaixo da média e temperatura perto da média
  • Recife: chuva e temperatura dentro da média
  • João Pessoa: chuva dentro da média e temperatura um pouco acima da média
  • Natal: chuva dentro da média e temperatura um pouco acima da média
  • Fortaleza: chuva dentro da média e temperatura um pouco acima da média
  • Teresina: chuva e temperatura dentro da média
  • São Luís: chuva um pouco abaixo da média e temperatura um pouco acima da média

Norte

  • Palmas: chuva dentro da média e temperatura um pouco acima da média (risco de onda de calor)
  • Belém: chuva um pouco abaixo da média e temperatura um pouco acima da média
  • Manaus: chuva um pouco abaixo da média e temperatura um pouco acima da média
  • Macapá: chuva um pouco abaixo da média e temperatura um pouco acima da média
  • Boa Vista: chuva um pouco abaixo da média e temperatura um pouco acima da média
  • Porto Velho: chuva e temperatura um pouco acima da média (possibilidade de friagem)
  • Rio Branco: chuva e temperatura um pouco acima da média (possibilidade de friagem).
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Governo autorizará estados a comprar alimentos afetados por tarifaço



O governo federal está disposto a alterar a legislação para que governos locais comprem alimentos que deixarem de ser exportados aos Estados Unidos para compor a merenda escolar, disse o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

Ele se reuniu nesta sexta-feira (1º) com o governador do Ceará, Elmano de Freitas, que apresentou a sugestão de que o estado nordestino compre peixes e frutas, afetados pela tarifa de 50%.

“O governador [Elmano] apresentou um plano mais amplo, não só para a merenda escolar. Ele apresentou um plano mais amplo. Essas compras seriam feitas pelo Executivo estadual, mas dependem de uma lei federal, de uma autorização federal. Ele está mandando a sugestão de redação, nós vamos processar”, declarou Haddad na saída do Ministério da Fazenda.

Mais cedo, a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, disse que o governo está aberto a comprar alimentos de setores afetados pelo tarifaço e distribuí-los às escolas públicas, reforçando a merenda escolar ou o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). A medida faria parte do plano de contingência em discussão no governo.

A mudança na legislação, que pode ocorrer por meio de medida provisória ou projeto de lei, é necessária porque exigiria mudanças na regulação de compras governamentais. Em vez de seguir a lógica tradicional, com pregões eletrônicos pelo menor preço, com margem de preferência para produtos nacionais e cota de pelo menos 30% para produtos da agricultura familiar (no caso do PAA), as compras passariam a beneficiar exportadores.



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Novo aplicativo facilita consulta técnica sobre integração lavoura-pecuária-floresta



Está disponível para acesso gratuito nas plataformas Apple Store e Google Play o aplicativo móvel Responde ILPF, da Embrapa. A ferramenta foi desenvolvida para facilitar a consulta a informações técnicas sobre os sistemas de integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF).

O app apresenta uma interface intuitiva, na forma de perguntas e respostas, e fornece orientações que vão desde os fundamentos e benefícios dos sistemas integrados até instruções práticas para sua implementação no campo, incluindo também recomendações adaptadas a diferentes regiões e tipos de produção.

Oferecido pela Rede ILPF, o aplicativo utiliza como fonte de informações a publicação “Integração lavoura-pecuária-floresta: o produtor pergunta, a Embrapa responde”, da Coleção 500 Perguntas, 500 Respostas.

“Com informações técnicas confiáveis e de fácil acesso, o app vem para auxiliar no planejamento e na gestão sustentável das propriedades agrícolas que já trabalham ou estão dando arranque à estratégia de ILPF. Também auxilia na capacitação de técnicos e produtores rurais, democratizando o conhecimento sobre sistemas integrados”, ressalta Francisco Matturro, presidente-executivo da Rede ILPF.

A novidade é resultado do projeto “Plataforma Web ILPF digital: sistema de informação para o fomento de sistemas ILPF”, coordenado pela Embrapa Meio Ambiente em parceria com a Embrapa Agricultura Digital e apoio da Rede ILPF.

Assim, visa ampliar o acesso qualificado ao conhecimento sobre essa estratégia de uso da terra, considerada essencial para a agricultura sustentável no Brasil. A iniciativa vem sendo estruturada por meio da Câmara Temática de Agricultura Digital, a qual tem induzido a transformação digital da Rede ILPF.

Público-alvo do aplicativo

Para o pesquisador Ladislau Skorupa, da Embrapa Meio Ambiente, o aplicativo móvel representa uma alternativa prática para quem busca informações confiáveis.

“Embora haja muitos materiais disponíveis sobre ILPF, o app concentra o que é mais relevante, com acesso direto e gratuito via celular”, afirma. O público-alvo inclui produtores rurais, consultores, técnicos, estudantes e empreendedores do setor agropecuário.

Segundo Maturro, a iniciativa aproxima a pesquisa do campo, fortalecendo a agricultura sustentável no Brasil. “Sua importância se destaca na disseminação de boas práticas, na democratização da inclusão digital, incentivando a adoção da ILPF como modelo de produção eficiente, ecologicamente equilibrado e que gera emprego e renda, e consequentemente desenvolvimento socioeconômico”, completa.

Nova tecnologia

O funcionamento do aplicativo Responde ILPF está baseado numa tecnologia lançada pela Embrapa neste ano: a API Responde Agro. Glauber José Vaz, da Embrapa Agricultura Digital e responsável pela API, explica que ela permite o desenvolvimento de mecanismos de busca personalizados para o conteúdo da Coleção 500 Perguntas 500 Respostas, cujas obras são elaboradas a partir de questões formuladas por produtores e respondidas pelos pesquisadores.

A integração dessas informações com os sistemas web ou aplicativos acontece por meio de uma Interface de Programação de Aplicações, ou API, na sigla em inglês. A Plataforma Ater+ Digital é outro exemplo de ferramenta disponível ao público que também utiliza a API Responde Agro.

Desenvolvedores, empresas de tecnologia, startups, instituições públicas e privadas que queiram utilizar a ferramenta em suas próprias soluções digitais podem acessar a API Responde Agro por meio da Plataforma AgroAPI, que reúne também APIs com dados e modelos diversos gerados pela Embrapa de interesse do mercado de tecnologia voltado à agropecuária.

*Sob supervisão de Victor Faverin



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Ministério da Agricultura e Pecuária publica portaria que define o preço mínimo do algodão


O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou, na manhã desta quarta-feira, 09/07, no Diário Oficial da União, a portaria que define os preços mínimos do algodão para a safra 2025/2026.

Contrariando as expectativas do setor algodoeiro, os valores divulgados permaneceram inalterados em relação à safra anterior, mantendo-se em R$ 114,58 por arroba da pluma. Também não houve alteração nos preços do algodão em caroço (R$ 45,83 por arroba) e do caroço de algodão (R$ 6,73 por arroba).

Abrapa e Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Algodão e Derivados

Em carta enviada ao ministro Carlos Fávaro, do Mapa, o presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) e da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Algodão e Derivados, Gustavo Piccoli, sugeriu o reajuste do preço mínimo da pluma para R$ 125,00 por arroba, um aumento de apenas 9,1% em relação ao valor atual.

A justificativa apresentada por Piccoli levou em conta, entre outros fatores, o aumento dos custos com insumos agrícolas, como fertilizantes, além do preço dos combustíveis. No entanto, o pleito não foi atendido pela área econômica do governo federal.

Na carta, Piccoli também apontou que a elevação do salário-mínimo, o aumento no custo da energia elétrica e a desvalorização do real contribuíram significativamente para o encarecimento da produção algodoeira.

“A atual conjuntura global levou à queda nos preços do algodão e ao retorno da alta nos preços de matérias-primas essenciais à produção nacional. O reflexo tem sido sentido pelos produtores na elevação dos custos de produção, o que exige mais capital para o financiamento da safra e amplia o risco da atividade”, justificou o presidente.

Cenário econômico para o produtor

No mercado interno, o aumento dos juros nas linhas de crédito do Plano Safra 2025/2026 limita o acesso dos produtores à modernização de equipamentos, à expansão de áreas irrigadas e à adoção de inovações tecnológicas — aspectos fundamentais para o desenvolvimento da cotonicultura.

Outros fatores também contribuem para o cenário de insegurança do setor, como o possível aumento do IOF e a taxação da LCA, o que demanda maior cautela por parte dos produtores na hora de investir.

A dependência da importação de fertilizantes tende a encarecer ainda mais os custos de produção, especialmente em contextos de conflitos geopolíticos que impactam diretamente a cotonicultura brasileira. Atualmente, os fertilizantes representam, em média, 17% do custo operacional efetivo da produção de algodão.

No cenário internacional, a disputa tarifária entre China e Estados Unidos é apontada como o principal fator de instabilidade no mercado algodoeiro. O setor é volátil e altamente sensível a condições climáticas e geopolíticas. Apesar da liderança brasileira nas exportações, as cotações da pluma apresentam viés de queda, o que pode comprometer o ritmo de desenvolvimento da atividade.





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O que você considera mais desafiador para investir no agroturismo?


O agroturismo tem se mostrado uma alternativa viável para diversificar a renda no campo. Mas, afinal, o que mais impede os produtores de investir nesse caminho?

Na interatividade da semana, perguntamos: O que você considera mais desafiador para investir no agroturismo? A pesquisa mostrou que 68% apontam a falta de recursos para infraestrutura como o maior desafio. Outros 17% citaram a dificuldade em divulgar e 15% têm medo de que o turismo atrapalhe a produção.

Apesar do resultado, o consultor de negócios do Sebrae/SP, Bruno Santos vê a questão por outro ângulo. 

“Apesar dos 68% por participantes optarem este o maior desafio, minha vivência no campo, após atender inúmeros micro e pequenos produtores rurais, posso afirmar: não é a falta de dinheiro ou estrutura o que trava o início no agroturismo e sim a forma como se enxerga o turismo rural e o que o turista realmente procura.”

Segundo ele, muitos acreditam que precisam investir alto em reformas e acomodações. Mas o que encanta o visitante está nas experiências simples e autênticas.

“O café passado na hora, o queijo artesanal com história, a conversa na varanda, a trilha no mato, tratar os animais, colher e comer na hora ou levar para casa, participar da colheita do café e aprender sobre todo o processo até o café na xícara, entre outros… tudo isso tem valor.”

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Além disso, para Bruno, tudo começa quando o produtor reconhece esse valor e organiza com cuidado o que já existe. A partir daí, a divulgação se torna essencial para atrair visitantes. “O que mais trava o agroturismo hoje não é a experiência em si, é a dificuldade de se tornar visível.”

Mostrar o dia a dia nas redes, firmar parcerias locais e contar a própria história ajudam a transformar até propriedades distantes em destinos procurados. “Com um celular na mão e vontade de aprender, qualquer produtor pode transformar a vivência rural em um destino desejado”, afirma Bruno.

Sobre o receio de que o turismo atrapalhe a produção, o consultor garante que é possível equilibrar as duas atividades. “O turismo bem planejado não só respeita a produção ele enobrece.”

Conclusão

O agroturismo não começa com obras ou investimentos altos começa com uma mudança de mentalidade. Acreditar no valor do que já se tem, saber contar essa história com verdade e planejar com cuidado são os primeiros passos para transformar qualquer propriedade rural em um destino de experiências.



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