domingo, maio 10, 2026

Agro

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Consultor comenta mercado de soja com safra americana robusta e expectativa por dados do USDA



O mercado de soja apresentou, nesta semana, um movimento mais lateralizado na bolsa, apesar do viés predominante de baixa nos preços. Essa situação reflete a combinação entre a expectativa de uma safra americana robusta e a desaceleração nas vendas externas dos Estados Unidos.

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Rafael Silveira, consultor da Safras & Mercado, conversou com o Soja Brasil. Ele comenta que o cenário climático favorável nos Estados Unidos fortalece a confiança do mercado em uma produção elevada nesta temporada. ”O comportamento climático nos EUA tem sido positivo, aumentando a confiança do mercado em uma safra cheia, o que naturalmente pressiona os preços em Chicago”, destaca Rafael.

USDA

O USDA sinaliza a possibilidade de revisar para cima as projeções da safra norte-americana, com o ciclo produtivo se desenvolvendo bem até o momento. ”O clima em julho foi favorável, e a expectativa é de que o padrão se mantenha também em agosto, reforçando a perspectiva de boa produtividade”, diz Silveira.

Tensão EUA-China

Ao mesmo tempo, a atual tensão geopolítica entre EUA e China gera incertezas no mercado, já que não há sinais concretos de um novo acordo comercial. Isso pode reduzir a demanda chinesa pela soja americana e redirecionar as compras para o Brasil, algo observado com atenção pelos operadores.

Soja nos portos brasileiros

Nos portos brasileiros, como Paranaguá e Santos, os prêmios giram em torno de US$ 2 por bushel, oferecendo sustentação às cotações internas. Entretanto, o recuo do dólar e a pressão negativa dos preços em Chicago limitam esse suporte.

No mercado interno, um basis fortalecido em diversas regiões mantém os preços atrativos para o produtor, mesmo diante do aumento dos custos de frete, abrindo boas oportunidades para venda.

Mercado de soja em Chicago

Por fim, o mercado de Chicago segue com viés negativo em todas as projeções, refletindo a expectativa de uma safra americana robusta e uma possível colheita recorde no Brasil, estimada em até 180 milhões de toneladas.



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Controle de vermes: por que agosto é a chave para o gado ganhar peso


Pecuaristas, o controle de verminoses no gado é um dos maiores desafios sanitários da pecuária, causando prejuízos bilionários anualmente. A primavera, com seu ambiente quente e úmido, é o período de maior proliferação de parasitas. Assista ao vídeo e confira os detalhes desta história.

Para combater esse problema, é preciso um planejamento estratégico, e agosto é o mês ideal para começar a agir.

Nesta sexta-feira (8), o médico-veterinário Elio Moro, gerente técnico da Zoetis, explicou no programa Giro do Boi o inovador Protocolo 5-8-11 e por que agosto é um momento estratégico para a vermifugação.

O protocolo, desenvolvido pela empresa em parceria com a Universidade Federal do Mato Grosso do Sul, visa minimizar perdas e aumentar a produtividade do rebanho de forma eficaz.

O Protocolo 5-8-11: um controle estratégico

Centro de Manejo de Baixo-Estresse embrapaCentro de Manejo de Baixo-Estresse embrapa
Foto: Embrapa/Divulgação

O Protocolo 5-8-11 foi criado para realizar o controle de verminoses em momentos estratégicos do ano, coincidindo com manejos importantes na fazenda, como as campanhas de vacinação.

As aplicações são feitas nos meses de maio, agosto e novembro, garantindo um controle mais efetivo dos parasitas internos e um desempenho superior do rebanho em todas as estações.

  • Maio (5): A primeira aplicação é feita com um endectocida com doramectina 3,5%, marcando o início da seca. Ele garante proteção prolongada até agosto.
  • Agosto (8): A proteção é renovada com a aplicação de um endectocida à base de moxidectina 1%, que, graças à sua alta eficácia e molécula única, elimina os parasitas internos.
  • Novembro (11): Um novo tratamento com um endectocida com doramectina 3,5% é realizado, com o objetivo de proteger os animais no período de recuperação das pastagens e da maior proliferação de parasitas.

Por que agosto é estratégico?

Foto: Wenderson Araujo/CNA

O mês de agosto, no final da seca, é crucial para o sucesso do protocolo. A aplicação neste período garante que a proteção dos animais seja renovada, eliminando os parasitas internos antes da chegada da primavera, que é a estação com o maior desafio de proliferação de vermes nas pastagens.

Ao manter o rebanho livre de vermes, o pecuarista garante que os animais aproveitem melhor o alimento disponível e tenham um desempenho superior na estação mais quente e úmida.

O retorno do uso do protocolo é significativo: estudos comprovam que ele contribui para aumentar a produtividade em até 30%, o que equivale a produzir quase 1,6 arroba por hectare a mais que no manejo tradicional.

O Protocolo 5-8-11 é uma tecnologia de ponta que oferece uma solução eficaz para o controle de verminoses, transformando um problema silencioso em uma oportunidade de aumentar a rentabilidade e a produtividade da fazenda, com um manejo simples e estratégico.



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AgroNewsPolítica & Agro

Newe Seguros lança ação para apoiar o produtor rural


Com o mercado retraído pelo cenário macroeconômico e corte de subsídios do governo federal que causam incertezas no setor agrícola, a Newe Seguros lança uma ação inédita para apoiar e estimular o produtor rural para a safra de verão, visando a colheita da soja. Entre 1º e 20 de agosto, os clientes que emitirem apólices de seguro multirrisco para cultura de soja não terão dúvidas sobre o custo final do seguro e ainda poderão parcelar a contratação até o início do plantio. Se o produtor não conseguir acessar a subvenção por falta de verba federal, a seguradora quita a parcela referente à subvenção.

“É uma ação pioneira, pensada para proporcionar ao produtor uma solução inovadora e que possa impactar toda a cadeia rural. Hoje, diante da falta de garantia em relação ao recurso da subvenção, queremos apoiar o segmento e ser um parceiro do mercado”, afirma o diretor comercial da Newe, Marcos Vinicius Pereira.

O principal objetivo do movimento é dar suporte aos pequenos e médios produtores, que representam 77% dos estabelecimentos rurais no Brasil, segundo o Censo Agropecuário do IBGE. Esse grupo foi diretamente afetado pelo contingenciamento de R$ 445,17 milhões do orçamento de 2025 reservado ao Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), anunciado no mês passado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e que representa 42% do total de R$ 1,06 bilhão previsto na Lei Orçamentária Anual. O PSR oferece subvenção de 20% sobre o valor do prêmio de seguro rural para a cultura da soja.

Essa retração deverá reduzir a área segurada para menos de 5 milhões de hectares, o menor volume em sete anos, deixando milhares de produtores sem acesso a apólices, principalmente no que se refere à cobertura da safra de soja, que pode ser afetada pelo fenômeno La Niña durante a colheita, prevista para fevereiro de 2026.

“A área média do programa de subvenção federal é de 50 hectares, portanto não são megaprodutores. Pelos nossos cálculos, os R$ 445 milhões contingenciados, em teoria, representam uma redução de R$ 37 bilhões de proteção que estariam deixando de ser contratados com esse movimento do governo, trazendo um impacto severo para a economia caso ocorra algum desastre climático”, destaca o vice-presidente da Newe, Rodrigo Motroni.

Além do corte no PSR, o governo anunciou um aumento de apenas 1,5% no Plano Safra 2025/2026 em comparação ao exercício anterior, passando de R$ 508,69 milhões para R$ 516,2 bilhões. As taxas de juros do Plano tiveram aumento de 1,5 a 2 pontos percentuais em relação ao programa do ciclo anterior, dificultando o acesso ao crédito.

Nesse contexto de dificuldades, o movimento da Newe foi projetado nos mínimos detalhes para amparar o setor agrícola. “Estamos trazendo uma ação disruptiva, planejada e muito calculada, para trazer fôlego e apoio ao produtor rural. Todas as propostas efetivadas serão submetidas às regras convencionais de subscrição e, em caso de sinistro, o prêmio eventualmente abatido neste processo será descontado do valor a ser indenizado, com toda responsabilidade e transparência junto a todos os envolvidos”, enfatiza Pereira.





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Lula sanciona lei de licenciamento ambiental com 63 vetos



Lula sancionou a lei que estabelece novas regras para o licenciamento ambiental, com 63 vetos. A decisão foi anunciada nesta sexta-feira (8) pela secretária-executiva da Casa Civil, Miriam Belchior, durante evento no Palácio do Planalto. Ela esteve acompanhada da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, e do ministro da Secretaria de Comunicação Social, Sidônio Palmeira.

Segundo Belchior, os vetos seguiram quatro diretrizes principais:

  • Garantir a integridade do processo de licenciamento;
  • Dar segurança jurídica para empreendimentos e investidores;
  • Assegurar os direitos de povos indígenas e comunidades quilombolas;
  • Incorporar inovações que tornem o licenciamento mais ágil, sem comprometer sua qualidade.

A secretária informou ainda que Lula assinará uma medida provisória (MP) que cria a Licença Ambiental Especial, com eficácia imediata. Esse tipo de licença permitirá autorizar obras e empreendimentos de forma mais rápida, independentemente do impacto ambiental, desde que sejam considerados estratégicos pelo governo federal.

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A MP entra em vigor assim que for publicada no Diário Oficial da União, mas precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional em até 120 dias para não perder a validade.

O projeto de lei foi aprovado pelo Congresso na madrugada de 17 de julho, criando novos tipos de licenças ambientais e definindo regras gerais para o setor. Agora, deputados e senadores vão analisar os vetos presidenciais e decidir se derrubam ou os mantêm.



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Saques da poupança superam depósitos em R$ 6,25 bilhões em julho



Os saques em cadernetas de poupança superaram os depósitos em R$ 6,25 bilhões no mês de julho deste ano. O resultado decorre de um total de R$ 363,57 bilhões em depósitos; e de R$ 369,82 bilhões em saques no mês. É o que mostra o Relatório de Poupança, divulgado nesta sexta-feira (8) pelo Banco Central, em Brasília.

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De acordo com o documento, os rendimentos creditados em julho nas contas de poupança ficaram em R$ 6,47 bilhões. Com isso, o saldo se manteve pouco acima de R$ 1 trilhão.
Mais números

Em junho, os depósitos feitos em poupança estavam maiores do que os saques em R$ 2,12 bilhões. Em julho do ano passado, a situação era inversa, com os saques superando os depósitos em R$ 908,6 milhões.

No acumulado de 2025, os saques superaram os depósitos em R$ 55,9 bilhões.
Entre os motivos que levam a um cenário em que os saques na poupança são maiores do que os depósitos figura a alta da taxa básica de juros (Selic), que está atualmente em 15% ao ano.



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conheça estratégias de negociação e hedge



Tomar decisões comerciais no agronegócio vai muito além de acompanhar as cotações diárias. É essencial entender os diferentes tipos de mercado — físico, balcão e futuro — e aplicar estratégias de proteção e aproveitamento de oportunidades com base em fundamentos técnicos.

Pensando nisso, Safras & Mercado preparou uma nova etapa de treinamentos e eventos voltados à realidade de produtores, cooperativas, indústrias e traders.

O primeiro destaque é o Curso Online e Intensivo Trading School de Milho e Soja, que acontece nos dias 14 e 15 de agosto de 2025, com uma abordagem técnica e operacional sobre:

  • Tipos de mercado (físico, balcão e futuro) e estratégias de comercialização
  • Formação de preços e análise de variáveis (clima, câmbio, oferta e demanda)
  • Negociação a termo e operações com tradings
  • Proteção de preço via bolsa e mercado de balcão
  • Opções como seguro de preço: Call, Put e spreads

👉🏼 Saiba mais informações aqui

🌱 Workshop Online de Soja – 21 de agosto de 2025

Conduzido por Rafael Silveira, o encontro abordará fatores que devem influenciar o mercado da soja até o fim do ano:

  • Demanda global, com foco na China
  • Estoques, clima e logística
  • Pressões sobre os preços internos

👉🏼 Inscreva-se grátis aqui

🌎 10º Safras Agri Week: encontro de inteligência para decisões
estratégicas

O ciclo de capacitação se encerra com o grande fórum de inteligência estratégica do agro brasileiro: o Safras Agri Week, que chega à sua 10ª edição, totalmente online e gratuito, com painéis sobre:

  • Grãos, proteína animal, arroz, trigo, feijão, fertilizantes e clima
  • Projeções econômicas e estratégias comerciais

Uma oportunidade para alinhar suas decisões às tendências do mercado.
👉🏼 Garanta sua vaga aqui



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AgroNewsPolítica & Agro

Especialistas debatem futuro do amendoim brasileiro


Exportação, consumo interno, sustentabilidade e inovação são alguns dos temas que movimentam o setor e ganham espaço em novo canal de informação

Os desafios e as oportunidades do mercado do amendoim, especialmente no cenário internacional, têm mobilizado cada vez mais especialistas, produtores, pesquisadores e representantes da agroindústria. A expansão da cultura no Brasil, aliada à busca por diferenciação e valor agregado, exige não apenas inovação tecnológica no campo, mas também estratégias comerciais e institucionais capazes de conectar o produto nacional às exigências do mundo.

É nesse contexto que surge o “Amendoim & Prosa”, novo podcast criado para valorizar e dar visibilidade aos diversos elos da cadeia produtiva do amendoim. A iniciativa é da Indústrias Colombo e foi lançada oficialmente no dia 6 de agosto, durante a 7ª Feira Nacional do Amendoim, em Jaboticabal/SP. O primeiro episódio aborda o tema “Mercado externo do amendoim: desafios e oportunidades” e tem como convidado Pablo Rivera, CEO da Beatrice Peanuts e vice-presidente da ABEX-BR.

Com foco técnico, mas linguagem acessível, o projeto busca promover o diálogo entre o campo, a ciência e o mercado, dando voz a quem planta, pesquisa, beneficia, transforma e comercializa o amendoim no Brasil e no mundo. A proposta é criar um espaço de escuta e construção coletiva de soluções para o desenvolvimento sustentável da cultura.

“O podcast nasce como mais uma ferramenta para impulsionar o setor e estimular boas práticas. O Brasil tem enorme potencial e protagonismo nessa cadeia, e é fundamental que a gente amplie a visibilidade e o conhecimento sobre o que está sendo feito de bom aqui”, afirma Luiz Antonio Vizeu, engenheiro agrônomo e gerente de Relações Institucionais da Indústrias Colombo.

Apresentado por Vizeu e pela jornalista Juliana Pertille — comunicadora com longa trajetória no agro, com passagens por veículos como Canal Rural e Record News —, o “Amendoim & Prosa” terá episódios mensais com convidados que vivem o dia a dia do setor. Além do mercado internacional, a programação trará temas como consumo interno, marketing do setor, sustentabilidade, inovação, óleo de amendoim e histórias reais de quem trabalha diretamente com a cultura.

“Queremos construir um conteúdo que una conhecimento técnico e sensibilidade. O agro tem muitas histórias potentes que precisam ser contadas e ouvidas com respeito, leveza e profundidade”, destaca Juliana.

Durante a Feira Nacional do Amendoim, além do lançamento oficial, novos episódios também serão gravados com convidados especiais, reforçando o compromisso do projeto com a escuta ativa e a valorização dos diversos agentes dessa cadeia.





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Incêndios ameaçam vida e trabalho dos produtores no estado de Tocantins, alerta Aprosoja


Com o avanço do período seco e o aumento dos focos de incêndio no estado de Tocantins, a Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado (Aprosoja Tocantins) alerta os agricultores para os riscos associados às queimadas, especialmente no que diz respeito à função social da propriedade e à possibilidade de desapropriação. Para isso, a associação divulga orientações para ajudar os produtores a se proteger juridicamente e reunir provas em casos de incêndio, especialmente quando houver suspeita de crime.

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Ações indicadas pela Aprosoja do estado

Foto: Aprosoja To/Divulgação

Entre as principais recomendações da entidade estão registrar em vídeo a execução de aceiros, com data e localização por GPS, solicitar formalmente ao Corpo de Bombeiros treinamentos para funcionários, contratar técnico em segurança do trabalho e documentar todas as capacitações com fotos, certificados e listas de presença, manter equipamentos como caminhão-pipa nas propriedades, oficiar a concessionária Energisa sobre a necessidade de manutenção das redes elétricas e, em caso de incêndio, identificar o foco, acionar as autoridades e registrar boletim de ocorrência com pedido de investigação.

A presidente da Aprosoja Tocantins, Caroline Barcellos, reforça que o momento exige atenção e organização por parte dos produtores. ”É fundamental que o agricultor esteja preparado para responder com provas em caso de acusações injustas. Muitos incêndios são provocados por fatores externos, mas recaem sobre o produtor rural. Nossas orientações buscam garantir segurança jurídica e preservar o direito de quem produz com responsabilidade”, destaca.



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preços na indústria voltam a subir



O preço da laranja para indústria reagiu nesta semana, depois de o mercado ter “andado de lado”, à espera de definições sobre as tarifas norte-americanas. Isso é o que mostram os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Entre 4 e 7 de agosto, a média foi de R$ 45,42/cx de 40,8 kg, alta de 4,61% frente ao período anterior. De acordo com o centro de pesquisas, nos próximos dias, produtores aguardam a retomada de fechamentos dos contratos para frutas da safra 2025/26, que ficaram paralisados ao longo de julho. 

Oficializada nesta quarta-feira (6), a decisão que excluiu o suco de laranja da nova sobretaxa de importação de 40% trouxe alívio imediato ao setor citrícola brasileiro. 

O contexto de baixa oferta global e os estoques reduzidos nos Estados Unidos podem ter influenciado a retirada do suco da lista de produtos taxados. 

Com o novo cenário, também espera-se estímulo às exportações nacionais no curto prazo, especialmente diante da menor concorrência de outros fornecedores globais, conforme explicam pesquisadores. 

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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exportações caem, interrompendo a tendência de alta



As exportações brasileiras de ovos recuaram em julho, interrompendo a tendência de alta observada ao longo dos seis primeiros meses do ano. É isso o que apontam os dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

De acordo com dados da Secex, compilados e analisados pelo Cepea, o Brasil embarcou 5,26 mil toneladas de ovos in natura e processados em julho. Volume este, que é 20% inferior ao de junho, mas expressivos 305% acima do de julho/24. 

Pesquisadores explicam que a baixa mensal se deve à redução de 31% na quantidade embarcada para os Estados Unidos. Ressaltam, porém, que, mesmo com a queda, o país se mantém como o principal destino da proteína brasileira. 

No mercado doméstico, as cotações dos ovos iniciaram agosto em alta na maioria das regiões acompanhadas pelo Cepea. Esse movimento foi impulsionado pelo fim das férias escolares, que favoreceu a retomada da demanda, e pelo período de início do mês, quando a população costuma estar mais capitalizada e o consumo da proteína tende a aumentar. 

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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