terça-feira, maio 5, 2026

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Inteligência artificial para líderes e empresas




O Eugenius pode apoiar programas de liderança, treinamentos, onboarding e até refle



O Eugenius pode apoiar programas de liderança, treinamentos, onboarding e até reflexões
O Eugenius pode apoiar programas de liderança, treinamentos, onboarding e até reflexões – Foto: Pixabay

A Viasoft, referência nacional em tecnologia de gestão, apresentou o Eugenius, um agente de inteligência artificial criado a partir do legado e da curadoria ativa de Eugenio Mussak, especialista em liderança e desenvolvimento humano. A ferramenta foi desenvolvida para democratizar o acesso a conteúdos de gestão com profundidade e simplicidade, especialmente voltada ao público que empreende, lidera equipes e atua no agronegócio.

“O agente de IA Eugenius surgiu de uma dor real. O Eugenio Mussak é muito requisitado, mas não consegue estar presente em todas as empresas ao mesmo tempo. Então unimos a tecnologia à sabedoria e criamos um agente treinado com tudo que já publicou, com curadoria contínua e direta dele. É como ter acesso ao Eugenio, com seu jeito simples e profundo, a qualquer hora do dia”, explica Edmar Ranieri Guerro, líder do projeto na VIASOFT.

Com mais de quatro décadas de trajetória, Mussak é autor de livros, crônicas e palestras que marcaram o debate sobre comportamento e cultura organizacional no Brasil. Agora, seu repertório está organizado em um agente de IA que responde, orienta e inspira, preservando sua linguagem clara, ética e reflexiva. Segundo a Viasoft, a solução surgiu da necessidade de ampliar o alcance do educador, permitindo que empresas tenham acesso contínuo ao seu conhecimento.

O Eugenius pode apoiar programas de liderança, treinamentos, onboarding e até reflexões diárias sobre propósito e relações de trabalho. Diferente de agentes genéricos, ele foi treinado exclusivamente com materiais originais de Mussak e conta com curadoria permanente, garantindo autenticidade e consistência no conteúdo. “Nosso público vai de CEOs a produtores rurais. A linguagem do Eugenius é acessível, direta e acolhedora. A inteligência dele é sofisticada, mas a forma de falar é simples e com conteúdo que gera ação”, completa Guerro.

 





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Preços do boi gordo se dividem, mas exportações ainda seguram alta


O mercado brasileiro de boi gordo registrou algumas negociações acima da referência média durante a semana.

Porém, conforme o analista de Safras & Mercado Fernando Iglesias, em alguns estados predomina um perfil mais acomodado nos negócios, casos de São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais.

"Na região Norte persistem os negócios acima da referência média, com os frigoríficos do estado encontrando maior dificuldade na composição das escalas de abate", diz.

Iglesias observa que, sob o prisma da demanda, ainda há um ritmo intenso de embarques, com o país caminhando a passos largos para mais um recorde de exportação ao longo de 2025.

Os preços da arroba do boi gordo na modalidade a prazo nas principais praças de comercialização do Brasil estavam assim no dia 21 de agosto:

  • São Paulo (Capital): R$ 315, inalterado frente à semana passada;
  • Goiás (Goiânia): R$ 305, mesmo valor ante a semana passada;
  • Minas Gerais (Uberaba): R$ 305, valor 1,67% acima dos R$ 300 no
    fechamento da semana anterior;
  • Mato Grosso do Sul (Dourados): R$ 320, estável ante o fechamento da semana passada
  • Mato Grosso (Cuiabá): R$ 315, alta de 1,61% frente aos R$ 310 registrados anteriormente
  • Rondônia (Vilhena): R$ 280, avanço de 1,82% frente aos R$ 275 do fechamento da semana passada

Mercado atacadista

Iglesias comenta que o mercado atacadista se deparou com queda nas cotações para os cortes do traseiro bovino ao longo da semana e estabilidade para os cortes do dianteiro.

O ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade deste movimento no curto prazo, consequência de uma reposição mais lenta entre atacado e varejo durante a segunda quinzena do mês.

Vale destacar que a carne de frango ainda dispõe de maior competitividade na comparação com as concorrentes, em especial na comparação com a carne bovina.

O quarto do traseiro do boi foi cotado a R$ 23,15 o quilo, queda de 0,64% frente aos R$ 23,30 praticado na semana passada. Já o quarto do dianteiro do boi foi vendido por R$ 18,00 o quilo, sem mudanças frente ao valor registrado no período anterior.

Exportações de carne bovina

carne bovina frigoríficoscarne bovina frigoríficos
Foto: Freepik

As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 764,394 milhões em agosto até o momento (11 dias úteis), com média diária de US$ 69,490 milhões, de acordo com a Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

A quantidade total exportada pelo país chegou a 135,785 mil toneladas, com média diária de 12,344 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 5.629,40.

Em relação a agosto de 2024, houve alta de 58,5% no valor médio diário da exportação, ganho de 24,9% na quantidade média diária exportada e avanço de 26,9% no preço médio.



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A arte de eternizar a vida no campo: fotografias de Guta Alonso


quadro de Guta Alonso na Expogenética 2025

Guta Alonso, da Fazenda Elge, é uma figura conhecida no universo do pecuária. Médica veterinária especializada em cavalos e potros, colunista do Canal do Criador e parceira nos leilões, ela também carrega uma veia artística que surpreende. Além do trabalho técnico no campo, encontrou na fotografia uma forma de eternizar a beleza da pecuária, transformando cenas do cotidiano rural em obras que unem emoção, cultura e arte.

A inspiração veio do pai, que registrava a vida na fazenda, ainda sem olhar artístico. Incentivada por ele, que a presenteava com câmeras fotográficas, Guta começou a desenvolver o hábito de captar os detalhes do campo: o nascer do sol, o contato entre uma vaca e o bezerro, o ciclo da vida na pecuária.

Assista a entrevista exclusiva com a Guta Alonso no Lance Rural

O olhar de quem vive o agro

Neta de publicitários, Guta explica que a comunicação e a sensibilidade sempre estiveram em sua trajetória.

“Meu grande objetivo é compartilhar com as pessoas que não vivem o dia a dia da fazenda a beleza do nosso mundo do agronegócio. Seja um pôr do sol, um nascimento de bezerro ou o olhar de um animal, quero que essa emoção chegue até elas”, afirma.

Quadro de Guta Alonso, exposto no Museu do Zebu durante a Expogenética 2025 | Foto: Larissa Bezerra

Suas obras ganham ainda mais força ao serem impressas em doeskin, um material aveludado e sensorial que convida o público a tocar e sentir a arte. Essa característica transforma cada fotografia em uma experiência tátil, aproximando ainda mais as pessoas da realidade do campo.

Expogenética 2025

quadro de Guta Alonso na Expogenética 2025quadro de Guta Alonso na Expogenética 2025
Museu do Zebu, Expogenética 2025 | Foto: Larissa Bezerra

Durante a 18ª Expogenética, em Uberaba (MG), o público pôde conhecer parte desse trabalho. Algumas das obras de Guta foram expostas no Museu do Zebu, além do estande da Elge, no Pavilhão 14.

“Essa forma de comunicar o agro é muito importante para mim. Convido todos a visitar, sentir e contemplar o que a fotografia pode transmitir do nosso campo”, completa a artista.

Leia também: Vaca alcança valorização de R$3,5 milhões na 18ª Expogenética

Arte e pecuária lado a lado

Ao unir sua vivência profissional no agro com a veia artística, Guta constrói uma ponte entre dois mundos. Suas fotografias são testemunhos de que a pecuária não é apenas produção: é emoção, cultura e beleza.

Com cada clique, ela eterniza o campo, reforçando que o agro também pode ser contado por meio da arte.

Veja mais:

quadro de Guta Alonso na Expogenética 2025quadro de Guta Alonso na Expogenética 2025
quadro de Guta Alonso na Expogenética 2025quadro de Guta Alonso na Expogenética 2025
Quadro do touro Atol da Elge, no pavilhão da Elge na 18ª Expogenética | Foto: Larissa Bezerra
Fotografias de Guta Alonso no pavilhão da Elge, na 18ª Expogenética | Foto: Larissa Bezerra





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Crescimento de área para a soja em 2025/26 deve ser o menor em 5 anos



O Brasil deve produzir 176,53 milhões de toneladas de soja na safra 2025/26, projeta a consultoria AgResource Brasil.

De acordo com a empresa, trata-se de um incremento de 3% ante à temporada 2024/25, fixada em 171,032 milhões de toneladas. “Este aumento é acompanhado de uma expectativa de modesto incremento de área de 2%, para 48,7 milhões de hectares, o menor crescimento dos últimos 5 anos”, diz a nota.

Já para o milho, a AgResource Brasil estima que o Brasil produzirá 138,44 milhões de toneladas em 2025/26, aumento de 0,7% com relação ao projetado para 2024/25.

Assim como na soja, a consultoria ressalta que um modesto incremento de 1,3% na área é esperado, o que representa aumento de quase 2% na área destinada ao milho safrinha. “Além disso, é esperada a produção de 110,4 milhões de toneladas, um leve aumento de 2%, com relação a safra atual”, destaca.

Soja e milho argentinos

Para a soja na Argentina, a AgResource Brasil estima uma produção de 53,6 milhões de toneladas em 2025/26. A área plantada deve aumentar cerca de 5% em relação à safra anterior, alcançando 19,25 milhões de hectares, enquanto a área colhida pode registrar um crescimento de até 9% no ciclo 2025/26.

Quanto ao milho, a empresa estima que o país vizinho produzirá 54,13 milhões de toneladas na safra 2025/26, o que representa um aumento de 10% em relação ao projetado para 2024/25. Além disso, espera-se um crescimento de 11% tanto na área plantada quanto na área colhida.



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Rondônia supera expectativas na safra 2024/2025



O milho de segunda safra é destaque



O milho de segunda safra é destaque
O milho de segunda safra é destaque – Foto: Dirceu Gassen

Rondônia celebra uma safra 2024/2025 acima das expectativas, com destaque para o milho da segunda safra e a preparação da soja para o próximo ciclo, segundo informações da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O clima seco predominante no estado favoreceu a maturação dos grãos, garantindo colheitas de qualidade e alto rendimento, especialmente no milho, que segue avançando com resultados positivos.

Hudslon Huben, gerente da ORÍGEO, ressalta que solos com umidade ideal e o clima seco têm sido determinantes para o bom desenvolvimento das lavouras. Além disso, o estado cumpre o período do “vazio sanitário da soja”, entre junho e setembro de 2025, essencial para proteger a próxima safra, evitando a presença de plantas remanescentes que poderiam comprometer a produtividade.

Segundo o 9º levantamento da Conab, as temperaturas elevadas em julho também contribuíram para o bom desempenho do milho e da soja. Manoel Álvares, da ORÍGEO, destaca que a soja colhida manteve rendimento positivo, confirmando a tendência de produtividade observada ao longo do ciclo agrícola.

O resultado reflete a dedicação dos produtores rurais e projeta Rondônia como uma potência agrícola, com crescimento de quase 30% na produção de grãos, superando a média nacional e aumentando a relevância do estado no cenário agro brasileiro.

“O clima seco e solos no ponto ideal de umidade ajudam a colheita de qualidade, com grãos bem formados e alto rendimento. Esse resultado mostra que Rondônia está se tornando uma potência no campo, ganhando cada vez mais importância para a agricultura do Brasil”, ressalta o especialista da ORÍGEO.

 





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Preços internacionais apertam milho brasileiro



Internamente, os agricultores enfrentam juros elevados



Internamente, os agricultores enfrentam juros elevados
Internamente, os agricultores enfrentam juros elevados – Foto: Canva

O cenário global do milho segue desafiador, com super safra nos Estados Unidos e estoques elevados pressionando os preços internacionais. Dados recentes do USDA indicam produtividade média de 188,8 bushels por acre e colheita total de 425,3 milhões de toneladas, com estoques finais americanos estimados em 53,8 milhões de toneladas. Para o consultor da Céleres, Enilson Nogueira, o contexto sugere que os preços devem permanecer apertados, exigindo atenção dos produtores para a geração de margem nos próximos ciclos.

Internamente, os agricultores enfrentam juros elevados, que tornam o crédito mais caro, e a necessidade de monitorar o câmbio, atualmente na faixa de R$ 5,40 a R$ 5,50 por dólar, que ainda garante competitividade, mas pode afetar margens caso haja valorização. “Este cenário reforça ainda mais o desafio para 2026, que deve ser mais um ano em que o produtor precisará olhar com muita atenção para o elemento da geração de margem”, destaca.

A estratégia apontada por Nogueira é focar em eficiência operacional e produtiva, produzindo mais com menos, além de adotar gestão assertiva de insumos e comercialização. Planejamento financeiro e uso de tecnologias agrícolas são considerados essenciais para manter a rentabilidade diante de margens estreitas.

A orientação para o próximo ciclo é clara: produtores que conseguirem unir tecnologia, eficiência e bom planejamento estarão melhor posicionados para enfrentar a pressão de custos e preços internacionais. “Isso será um diferencial para atravessar esse período de margens extremamente apertadas”, conclui.

 





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Boi nelore de 22 meses com 29,7 arrobas: recorde histórico em Lins (SP)


Pecuaristas, preparem-se para um feito que vai ficar marcado na história do nelore nacional! Um abate de gado jovem, com apenas 22 meses de idade média, impressionou a pecuária brasileira e o mercado. Assista ao vídeo abaixo e tire suas próprias conclusões.

O destaque foi para garrotes nelore da Fazenda Três Pontes, em Novo Horizonte, no estado de São Paulo, do empresário Jorge Ismael de Biasi, mais conhecido como Jorginho Biasi, da JB Agropecuária.

O Giro pelo Brasil, quadro do programa Giro do Boi, do Canal Rural, apresentou o resultado inédito. Leonardo Ferri, gerente de Originação da Friboi de Lins, no estado de São Paulo, detalhou o feito que reforça o potencial do nelore melhorado.

O abate que quebrou recordes

Parte do lote de superpesados filhos de touros Nelore Puros de Origem (PO) que foram abatidos na Friboi de Lins. Foto: DivulgaçãoParte do lote de superpesados filhos de touros Nelore Puros de Origem (PO) que foram abatidos na Friboi de Lins. Foto: Divulgação
Parte do lote de superpesados filhos de touros Nelore Puros de Origem (PO) que foram abatidos na Friboi de Lins. Foto: Divulgação

O lote de 160 garrotes, todos crioulos e filhos de touros Nelore Puros de Origem (PO), foi abatido na Friboi de Lins. Os números foram impressionantes e surpreenderam a todos:

  • Idade: Média de 22 meses, com 139 animais (95% do lote) ainda com dentição de leite e 21 com apenas dois dentes.
  • Rendimento de carcaça: O rendimento foi de 59,34%, quase 60%, um índice de excelência.
  • Peso: O lote alcançou um peso médio de carcaça de 29,7 arrobas, superando em quase 10 arrobas a média nacional de gado jovem (20,5 arrobas até 30 meses de idade).
  • Ponto alto: Teve boi abatido no lote que chegou a 35 arrobas de peso de carcaça, mostrando o potencial extraordinário da genética.

Os animais, que poderiam ter sido abatidos aos 15 meses, mostraram o potencial da genética PO melhoradora quando aplicada em um sistema intensivo e de alta tecnologia.

O segredo da Fazenda Três Pontes: genética de ponta e manejo

Jorginho Biasi (5º da esq. para dir.) juntamente com a equipe da fazenda e demais técnicos e consultores da Três Pontes. Foto: DivulgaçãoJorginho Biasi (5º da esq. para dir.) juntamente com a equipe da fazenda e demais técnicos e consultores da Três Pontes. Foto: Divulgação
Jorginho Biasi (5º da esq. para dir.) juntamente com a equipe da fazenda e demais técnicos e consultores da Três Pontes. Foto: Divulgação

O sucesso da Fazenda Três Pontes não é por acaso. Segundo Rodrigo Frigoni, gerente distrital da Alta, central de genética parceira de Jorginho Biasi, o segredo está na combinação de genética de ponta e manejo apurado.

  • Seleção genética: Biasi escolhe touros da Alta que mais o agradam em fenótipo (carcaça, musculatura, acabamento) e valida a escolha com as avaliações genéticas do PMGZ (Programa de Melhoramento Genético das Raças Zebuínas).
  • Manejo: A fazenda investe em um protocolo nutricional desenhado no confinamento, que permite que a genética nelore se expresse em todo o seu potencial, garantindo o máximo de ganho de peso.
Detalhe das carcaças dos bovinos abatidos. Teve boi que deu carcaça de cerca de 35 arrobas. Foto: DivulgaçãoDetalhe das carcaças dos bovinos abatidos. Teve boi que deu carcaça de cerca de 35 arrobas. Foto: Divulgação
Detalhe das carcaças dos bovinos abatidos. Teve boi que deu carcaça de cerca de 35 arrobas. Foto: Divulgação

O PMGZ é o maior programa de avaliação de zebuínos do mundo e identifica os melhores animais que vão gerar ganho para a cadeia, como maior ganho de peso à desmama e ao sobreano, eficiência alimentar e habilidade materna.

A Alta e a ABCZ trabalham em parceria para que essa genética melhoradora chegue ao produtor de gado de corte.

A importância da genética para a pecuária brasileira

Parte do lote de superpesados filhos de touros Nelore Puros de Origem (PO) que foram abatidos na Friboi de Lins. Foto: DivulgaçãoParte do lote de superpesados filhos de touros Nelore Puros de Origem (PO) que foram abatidos na Friboi de Lins. Foto: Divulgação
Parte do lote de superpesados filhos de touros Nelore Puros de Origem (PO) que foram abatidos na Friboi de Lins. Foto: Divulgação

O abate histórico da Fazenda Três Pontes é um exemplo prático de como a genética e a tecnologia se traduzem em valor para toda a cadeia. O resultado prova que a pecuária brasileira pode alcançar:

  • Mais produtividade em menos tempo.
  • Maior peso ao abate e maior faturamento.
  • Melhor rendimento de carcaça e eficiência biológica.

O diretor executivo de Originação da JBS – Friboi, Eduardo Krisztan Pedroso, reforçou que o potencial da genética nelore é extraordinário.

O PMGZ Carne, iniciativa da Friboi com a ABCZ, nasceu para avaliar o desempenho de animais com genética PO melhoradora em vacas comerciais, e o lote de Jorginho Biasi é a prova de que o caminho a ser seguido é o uso da genética selecionada em todo o rebanho brasileiro.



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Alckmin aposta em ampliar parceria agroindustrial com o México



O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, destacou, neste sábado (23,) que a sua viagem ao México, na próxima semana, terá como foco setores estratégicos como biocombustíveis, energia, combustível sustentável de aviação (SAF), agroindústria, saúde e a facilitação de vistos.

“Estou indo terça-feira para o México. Nós temos uma corrente de comércio significativa: no ano passado, exportamos R$ 7,8 bilhões para eles, e eles exportaram R$ 5,8 bilhões para nós. Podemos fazer crescer essa corrente de comércio”, afirmou o vice-presidente, em entrevista coletiva durante visita à concessionária Brasilwagen, em São Paulo.

Segundo Alckmin, a implementação de um visto eletrônico para cidadãos dos dois países também está na pauta. “Para mexicanos entrarem no Brasil, poderão obter visto eletrônico, e nós também lá. Enfim, fortalecer a corrente de comércio, que gera emprego e renda”, disse.



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Escolha a semente certa para a pastagem



“Sementes de alta qualidade garantem maior uniformidade no plantio”



“Sementes de alta qualidade garantem maior uniformidade no plantio"
“Sementes de alta qualidade garantem maior uniformidade no plantio” – Foto: Canva

A escolha de sementes de qualidade é decisiva para o sucesso da pecuária, influenciando diretamente a produtividade da pastagem e a capacidade de suporte do rebanho. Sementes bem selecionadas permitem uma pastagem mais uniforme, com menor necessidade de ressemeadura, maior resistência e melhor aproveitamento já 60 a 70 dias após a emergência, enquanto pastagens mal formadas podem levar até dois anos para uso.

“Sementes de alta qualidade garantem maior uniformidade no plantio, redução de falhas e menor necessidade de ressemeadura, além de contribuírem para a formação de pastagens mais resistentes e produtivas a longo prazo”, detalha Guilherme Caldeira, diretor de Categorias da Axia Agro.

Fatores como tipo de solo, clima, finalidade do sistema pecuário e resistência a pragas devem guiar a escolha das sementes. Investir em sementes de alta pureza e germinação, analisar e corrigir o solo antes do plantio e respeitar o período de formação do pasto são fundamentais para evitar prejuízos. A diversificação de forrageiras também é recomendada para reduzir riscos ligados a variações climáticas.

Diferentes espécies oferecem características distintas: os panicuns se destacam pela alta produtividade, palatabilidade e vigor, mas exigem solos férteis e adubação constante, enquanto as braquiárias demandam atenção à variedade escolhida e ao manejo de pragas, como a cigarrinha. Ferramentas como o aplicativo “Pasto Certo”, da Embrapa, podem auxiliar na escolha da espécie ideal, cruzando informações de solo, clima e objetivos de uso.

“Espécies de forrageiras introduzidas no mercado sem pesquisas podem acabar reduzindo os ganhos do pecuarista e até causar prejuízos, porque não se conhece o seu real comportamento. É importante que o pecuarista sempre considere o que é vantajoso para o sucesso de seu negócio, sempre alinhado às práticas sustentáveis, respeitando o meio ambiente. A preservação do solo está diretamente atrelada as boas práticas na propriedade. O sucesso da pecuária brasileira depende em grande medida desse cuidado, e o progresso do produtor rural é resultado de suas escolhas, neste caso, a adoção correta de sementes para pastagem tendem a contribuir para o melhor resultado”, orienta o especialista.

 





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Tecnologia mede teor de óleo do amendoim em um minuto e pode aumentar ganhos do produtor


Os produtores de amendoim perdem dinheiro ao não atender as especificações observadas pelos compradores mais exigentes, como o teor de óleo da leguminosa.

Em parceria com a Embrapa Instrumentação (São Carlos, SP), a Fine Instrument Technology (FIT), desenvolveu a tecnologia de Ressonância Magnética Specfit, cujo objetivo é analisar matérias-primas e alimentos processados em torno de um minuto.

De acordo com o CEO da startup, Daniel Consalter, todo o processo se dá de maneira não destrutiva e sem gerar resíduos, além de não utilizar produtos químicos.

Segundo ele, a tecnologia permite que o produtor faça adequações às especificações desejadas pelos compradores. Tudo isso porque a seleção de sementes com alto grau oleico são muito valorizadas pelo mercado, já que além de aumentar a vida de prateleira do produto, possuem propriedades antioxidantes benéficas à saúde.

Esse diferencial vem em um momento em que a ampla oferta da leguminosa tem pressionado os preços:

gráfico amendoimgráfico amendoim
Fonte: Conab

“A última safra de amendoim colhida em maio deste ano no interior de São Paulo não atendeu as expectativas dos produtores. O preço pago pela saca de 25 kg de amendoim, abaixo de R$ 80, não foi bem recebido. A análise da qualidade do amendoim torna-se, assim, ainda mais relevante”, avalia Consalter.

Conforme ele, sem essa mensuração, o produtor deixa de rentabilizar quando negocia com os parceiros comerciais. “Precisamos gerar uma cultura de análise entre os produtores. Muitos comercializam o produto no escuro.”

Exportação de amendoim

Selecionar as melhores sementes e garantir que a nova safra de 2026 tenha grãos com propriedades mais valorizadas, atendendo os teores de óleos totais e da umidade, análises consideradas como referências pelas normas ISO e AOCS, também se encaixam no plano de os produtores brasileiros atenderem melhor as exigências dos compradores internacionais.

De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Balas (Abicab), o país caminha para, em curto prazo, se fixar entre os maiores exportadores de amendoim no mundo, rol que conta com Índia, Argentina, Estados Unidos, Sudão e China.

Segundo a entidade, o Brasil é um dos únicos produtores com capacidade para ampliar a área de cultivo, além de possuir clima favorável para essa cultura, tecnologia produtiva e apresentar continuamente melhoras na qualidade dos grãos.

E a projeção ganha lastro nos números: em dez anos, a produção de amendoim no Brasil cresceu 240%, indo de 347 mil toneladas na safra 2014/15 para 1,18 milhão de toneladas em 2024/25. Cerca de 75% desse volume é destinado ao mercado externo.

Para o Consalter, fica claro que o agricultor necessita ter uma ferramenta de análise eficaz, uma vez que a tecnologia tira a subjetividade e baliza as negociações com os compradores.

“O acesso à tecnologia era um dos grandes impasses para o setor. Mas hoje isso já está resolvido através dos equipamentos nacionais acessíveis e dos serviços oferecidos ao mercado. Isso apoiará os produtores a terem maior lucratividade na comercialização e ajuda o amendoim brasileiro a se tornar ainda mais competitivo”, conclui.



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