segunda-feira, maio 4, 2026

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Casa da MSD Saúde Animal na Expointer proporciona experiências e troca de conhecimento aos pecuaristas


A presença da MSD Saúde Animal na 48ª Expointer, de 30 de agosto a 7 de setembro, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, terá como tema Exzolt Experience. O intuito é proporcionar dias de muitas interações, compartilhamento de ideias, direcionamentos técnicos e bate-papos produtivos sobre temas que impulsionam a evolução do setor. O ectoparasiticida Exzolt® 5%, que revolucionou o controle de carrapatos, incluindo os mais resistentes, é o carro-chefe da empresa no evento.

O produto foi desenvolvido com a inovadora molécula fluralaner, trazendo à produção bovina uma eficácia inédita no controle de carrapatos, moscas-dos-chifres, bernes e bicheiras. Especificamente sobre carrapatos, que representa um desafio complexo e de grande impacto econômico na pecuária brasileira, o Exzolt® 5% combate todas as fases do ectoparasita, quebrando seu ciclo e limpando o animal e o ambiente.

“O Exzolt® 5% foi lançado em setembro de 2022 e se estabeleceu como pioneiro em driblar a resistência parasitária, proteger os animais com alta eficácia e impulsionar os ganhos produtivos. Após três anos, a solução continua em destaque e contribuindo para o bem-estar dos animais, do meio ambiente e das pessoas, além de seguir impulsionando a criação de gado e sua rentabilidade”, diz Pablo Paiva, gerente de mercado de Gado de Corte na unidade de negócio de Ruminantes da MSD Saúde Animal.

Rodas de conversa

Entre as ações no evento estará o Projeto Mulherada da Pecuária, que dá voz ao protagonismo feminino e incentiva a participação das mulheres no setor. Por meio dessa iniciativa, a MSD Saúde Animal promove encontros para discutir a transformação do mercado e, principalmente, a mudança de mentalidade da área. E na Expointer a troca de experiências será entre produtoras do Rio Grande do Sul, além de contar com a presença de Laura Villarreal, diretora executiva da unidade de negócio de Ruminantes da companhia, e Ana Doralina, presidente da Mesa Brasileira de Pecuária Sustentável.

Para quem quiser acompanhar o bate-papo, basta comparecer à Casa da MSD Saúde Animal, no pavilhão da feira, no dia 1 de setembro, às 16h. Também terá transmissão no Youtube da companhia.

Já no dia 4 de setembro, pecuaristas estarão na Casa da MSD Saúde Animal para uma roda de conversa conduzida pelo engenheiro agrônomo Antony Luenenberg, coordenador técnico de Bem-Estar Animal na MSD Saúde Animal. Na ocasião, os profissionais compartilharão as mudanças e conquistas a partir do programa Criando Conexões, que, neste ano, completou 10 anos de realização, somando 1 bilhão de animais manejados por meio de suas técnicas, entre bovinos, aves e suínos, mais de 300 propriedades atendidas e mais de 15 mil pessoas impactadas.

“O Criando Conexões visa democratizar os conhecimentos sobre bem-estar animal e, de forma simples, as técnicas utilizadas promovem a criação de conexões entre homem e animal por meio de interações positivas durante todo o processo de manejo. E esse encontro será um momento de multiplicar esse conhecimento e compartilhar como o programa renovou e aprimorou as técnicas, a fim de promover o bem-estar animal, facilitar o manejo e melhorar a qualidade de vida dos profissionais”, detalha Antony. O bate-papo será transmitido ao vivo no Youtube da MSD Saúde Animal, às 18h.

Também no dia 4 haverá o primeiro encontro de veterinários Exzolt® 5%, no qual serão apresentados resultados inéditos do uso do produto e que trarão impactos ainda mais positivos para os profissionais e produtores.

Pablo pontua que a programação da empresa está robusta e diversificada para atender a todos os interessados e amparar o setor com informações que somem à atividade agropecuária. “Esperamos por todos na feira, onde nossa equipe estará a postos para receber na Casa da MSD Saúde Animal, em frente ao pavilhão de gado de corte, e esclarecer dúvidas e orientar sobre as melhores estratégias sanitárias.”





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Preços do boi gordo hoje: veja as cotações da arroba e do atacado


pará, boi, vaca louca - protocolo
Foto: Christiano Antonucci/Secom-MT

O mercado físico do boi gordo volta a se deparar com preços acomodados em grande parte do país nesta terça-feira (26).

Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, a segunda quinzena do mês conta com essa característica de manutenção do padrão de negócios nas principais regiões do país.

“Sob o prisma da demanda, vale destacar o ótimo desempenho das exportações de carne bovina, em um ritmo acelerado de embarques. A expectativa é que um novo recorde seja estabelecido, em volume e principalmente na receita arrecadada”, disse.

Média dos preços da arroba do boi

  • São Paulo: R$ 310,75 — ontem: R$ 311,68
  • Goiás: R$ 302,50 — R$ 301,61
  • Minas Gerais: R$ 302,94 — R$ 302,65
  • Mato Grosso do Sul: R$ 318,18 — R$ 319,09
  • Mato Grosso: R$ 311,62 — R$ 310,34

Mercado atacadista

O mercado atacadista se depara com preços mistos para a carne bovina. Segundo Iglesias, o ambiente de negócios sinaliza para maior propensão a reajustes durante a primeira quinzena de setembro, período pautado por maior apelo ao consumo, considerando a entrada dos salários na economia como motivador da reposição ao longo da cadeia produtiva.

“No entanto, vale destacar que a carne de frango ainda dispõe de maior competitividade se comparado as proteínas concorrentes, em especial se comparado a carne bovina”, pontuou o analista.

O quarto traseiro do boi foi precificado a R$ 22,90 por quilo, queda de R$ 0,10; o quarto dianteiro foi cotado a R$ 18,25 por quilo, alta de R$ 0,25; e a ponta de agulha foi indicada a R$ 17,25 por quilo, alta de R$ 0,25.

Exportação de carne bovina

carne bovina - exportações
Foto: Wenderson Araujo/CNA

As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 1,192 bilhão em agosto até o momento (16 dias úteis), com média diária de US$ 74,550 milhões, de acordo com a Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

A quantidade total exportada pelo país chegou a 212,925 mil toneladas, com média diária de 13,307 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 5.602,00.

Em relação a agosto de 2024, houve alta de 70,1% no valor médio diário da exportação, ganho de 34,7% na quantidade média diária exportada e avanço de 26,3% no preço médio.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,36%, sendo negociado a R$ 5,4338 para venda e a R$ 5,4318 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4000 e a máxima de R$ 5,4495.

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Entrada de mel orgânico à Europa tem entraves e setor busca aumentar consumo interno



Quase 80% da produção do mel brasileiro é destinada aos Estados Unidos. Contudo, o tarifaço de 50% sobre as exportações do país ao mercado norte-americano inviabilizam os negócios.

De acordo com o diretor-executivo da Apidouro, João Messas, a restrição afeta drasticamente os pequenos produtores e coloca em risco a competitividade do setor nacional.

Segundo ele, desde que o produto não entrou na lista de exceções ao tarifaço (casos de suco de laranja, castanhas e outros itens), foi possível notar que os importadores rapidamente bloquearam os contratos em abertos e frearam novos embarques de mel brasileiro.

“Foi algo que impactou e virou o mercado muito rapidamente. A gente vinha em uma crescente de demanda por parte dos Estados Unidos, assim como um aumento de preços que já eram percebidos desde o início desse ano e comparativamente a 2024, mas, de uma hora para outra, a gente se viu ‘descalso’”, detalha.

Venda de mel a outros destinos

Messas lembra que a maior parte do mel brasileiro é produto certificado orgânico, fator que dificulta o envio do produto a novos mercados.

Assim, desviar a exportação dos Estados Unidos à União Europeia, segundo consumidor do mel brasileiro, encontra como entrave a certificação orgânica atualmente chancelada ao mercado norte-americano, que é a NOP, do USDA.

“Essa certificação NOP não tem uma equivalência com a certificação CE, que é a certificação baseada nas normas de produção orgânica da Comunidade Europeia. […] Acabamos ficando restritos a países que aceitam a certificação orgânica NOP e que possuem essa equivalência em sua norma de produção orgânica”, afirma. Conforme o diretor da Apidouro, este é o caso do Canadá, mercado que o setor tem buscado centralizar forças.

Incentivo ao consumo interno

Segundo Messas, o setor produtivo do mel tem buscado incentivar o consumo interno, visto que o índice per capita no Brasil é muito aquém de Estados Unidos e Europa.

Cada brasileiro consome, em média, apenas 50g de mel, enquanto os norte-americanos ingerem entre 1kg e 1,2 kg, média semelhante à da Europa.

Para fomentar o mel entre os brasileiros, o diretor conta que a Apidouro fechou parcerias com grandes envasadoras, como a Baldone, para escoar a produção em solo nacional.

“Ao mesmo tempo, a gente vem tentando, junto com importadores americanos, algumas tratativas nos Estados Unidos, através de advogados americanos, tomar algumas soluções, algumas medidas cabíveis a essa situação do Brasil e essa particularidade do mel orgânico para que a gente adicione o nosso produto à lista de exclusão da tarifa”, conta.

De acordo com Messas, outro trunfo do país frente à sobretaxa é o aumento do mel orgânico, produto com valor agregado, na gôndola dos supermercados norte-americanos. “Os Estados Unidos também passam por algumas dificuldades econômicas neste momento e em um possível aumento de preço, o consumidor americano acaba deixando de optar pelo consumo do produto orgânico, de valor agregado, e passa a optar por um mel convencional, com um valor menor.”

No entanto, a preocupção é que, diante deste cenário de alta, o mel orgânico brasileiro acabe, com o passar do tempo, perdendo espaço de gôndola e, consequentemente, o interesse do consumirdor, algo que pode demorar a ser reconquistado.

Preço vai baixar para o consumidor e o produtor

O diretor da Apidouro reforça que o conceito de oferta e demanda dará o tom no mercado interno do mel.

“A partir do momento que temos uma cessão das novas demandas por parte dos importadores americanos devido à tarifa e isso acabar impossibilitando novos contratos, como temos uma produção contínua de mel, vamos acabar tendo uma oferta por parte dos produtores muito maior e uma demanda internacional muito menor, o que reflete diretamente no preço pago pela matéria-prima, no preço pago pelo mel”, analisa.

Messa conta que, em sua maior parte, a produção de mel orgânico fica concentrada em estados do Nordeste, principalmente na Bahia, no Ceará, Piauí, Maranhão e Rio Grande do Norte, além de em alguns pontos do Sul do país, como no Paraná.

“Principalmente no Nordeste, a apicultura é de subsistência. Então, são milhares de famílias que serão impactadas diretamente pela queda do preço e que dependem da apicultura”, conclui.



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Preços apresentam estabilidade no mercado de soja; saiba as cotações do dia



Nesta terça-feira (26), o mercado brasileiro de soja manteve a dinâmica observada já na segunda-feira (25), com poucos registros de negócios concretizados. Segundo o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, nem mesmo a safra antecipada de 2026 apresentou alterações, com os preços permanecendo praticamente estáveis.

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Enquanto isso, na Bolsa de Mercadorias de Chicago, as cotações variaram dentro de uma faixa estreita, sem força suficiente para movimentos maiores. O câmbio chegou a se valorizar ao longo do dia, mas o avanço não teve reflexo consistente nos preços praticados internamente.

De modo geral, o mercado segue em ritmo lateralizado, com baixa disposição tanto de compradores quanto de vendedores para assumir novas posições neste momento, apontou o analista.

Soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 134,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 135,00
  • Rio Grande (RS): caiu de R$ 141,00 para R$ 140,00
  • Cascavel (PR): manteve em R$ 135,00
  • Paranaguá (PR): caiu de R$ 140,00 para R$ 139,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 126,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 126,00
  • Rio Verde (GO): caiu de R$ 125,00 para R$ 124,00

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a terça-feira com preços em leve alta, mas abaixo das máximas do dia. Um movimento de correção técnica ajudou nos ganhos iniciais. Mas as incertezas sobre a questão comercial entre China e Estados Unidos e o bom desenvolvimento das lavouras americanas limitaram a reação.

O mercado, que vinha operando em alta com a perspectiva de avanço nas negociações entre Estados Unidos e China, perdeu força e reverteu para o território negativo, diante da persistência das tensões comerciais entre os dois países.

Segundo a Dow Jones, um importante negociador chinês está a caminho de Washington, enquanto Donald Trump ameaça com tarifas mais altas se Pequim continuar restringindo as exportações de terras raras. O bom desenvolvimento das lavouras norte-americanas também pressiona.

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou ontem dados sobre as condições das lavouras americanas de soja. Segundo o USDA, até 24 de agosto, 69% estavam entre boas e excelentes condições, 23% em situação regular e 8% em condições ruins e muito ruins. Na semana anterior, os números eram de 68%, 24% e 8%, respectivamente.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em setembro fecharam com alta de 3,25 centavos de dólar, ou 0,31%, a US$ 10,28 3/4 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 10,49 1/2 por bushel, com alta de 1,75 centavo ou 0,16%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com alta de US$ 2,40, ou 0,82%, a US$ 293,30 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 53,48 centavos de dólar, com perda de 1,39 centavo ou 2,53%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,36%, sendo negociado a R$ 5,4338 para venda e a R$ 5,4318 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4000 e a máxima de R$ 5,4495.



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AgroNewsPolítica & Agro

proteção inovadora para as plantas contra o estresse hídrico e térmico


As mudanças climáticas já fazem parte da rotina do produtor rural brasileiro. Nos últimos anos, o campo enfrentou cenários extremos: temperaturas elevadas, longos períodos de estiagem e, em algumas regiões, dias marcados por forte amplitude térmica, com frio intenso pela manhã, calor à tarde e baixa umidade relativa do ar.

Essas variações impactam diretamente a lavoura, causando estresse hídrico e térmico, que reduzem a capacidade produtiva e comprometem a rentabilidade. Foi para apoiar o produtor diante desses desafios que a Agrilife Solutions, empresa brasileira especializada em nutrição eficiente e biosoluções, disponibiliza agora uma tecnologia inédita: o VacStress.

 

O novo produto é composto por uma molécula sinalizadora patenteada, que atua de forma semelhante a uma vacina: prepara a planta antes mesmo da ocorrência do estresse hídrico. Isso garante uma resposta rápida e eficaz diante de condições adversas, como seca e calor excessivo.

A aplicação pode ser feita tanto no tratamento de sementes quanto em sulco de plantio, promovendo maior preparo fisiológico desde a emergência. O VacStress estimula a produção de osmoprotetores e antioxidantes, mantendo o equilíbrio celular. Entre os mecanismos ativados está a prolina, responsável por:

– Reter água dentro das células;

– Estabilizar proteínas e membranas celulares;

– Reduzir o dano oxidativo;

– Proteger o metabolismo da planta, garantindo que continue ativa mesmo sob estresse climático.

Esse efeito acontece antes mesmo da presença do agente causador, exatamente como ocorre com vacinas aplicadas em humanos. E os resultados foram totalmente comprovados em campo, em ensaios conduzidos pela Agrilife Solutions e por consultorias especializadas na cultura do milho e da soja. Desta maneira, o impacto real do VacStress foi confirmado:

– No milho – ganho médio de 5,4 a 8,3 sacas por hectare em comparação ao controle do produtor;

– Na soja – ganho médio de até 3 sacas por hectare em comparação ao controle do produtor;

– Maior resiliência das plantas frente à seca e altas temperaturas;

– Redução das perdas produtivas, mesmo em cenários climáticos críticos.

“Nosso compromisso é oferecer ao agricultor soluções que o mantenham sempre um passo à frente das adversidades. O VacStress potencializa os mecanismos naturais de defesa das plantas, preservando a produtividade e a rentabilidade, mesmo sob condições extremas de estiagem ou calor intenso”, destaca Everton Molina Campos, engenheiro agrônomo e diretor de marketing da Agrilife Solutions.

O VacStress já está disponível para o agricultor brasileiro e chega como um aliado indispensável para enfrentar os desafios climáticos e garantir mais produtividade no campo.


 





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Gado mais pesado: bebedouro artificial ou açude? especialista responde


Pecuaristas, a qualidade da água é um dos fatores mais importantes para a produtividade do rebanho, mas muitos produtores ainda têm dúvidas sobre qual o melhor sistema de hidratação. Assista ao vídeo abaixo e confira.

Rogério Santos, de Confresa, no estado de Mato Grosso, questiona se há diferença no ganho de peso do gado que bebe água em açude em relação ao que se hidrata em bebedouro artificial.

Nesta resposta no programa Giro do Boi, o médico-veterinário Fernando Loureiro, especialista em sistemas de distribuição de água, esclarece essa dúvida, reforçando que 100% dos estudos científicos demonstram que o bebedouro artificial é a melhor opção.

O bebedouro artificial e o maior ganho de peso

Detalhe de água límpida caindo em bebedouro de bovinos de corte. Foto: Divulgação/Agropecuária Maragogipe
Detalhe de água límpida caindo em bebedouro de bovinos de corte. Foto: Divulgação/Agropecuária Maragogipe

Em todos os trabalhos e estudos científicos, os animais que bebem em bebedouros artificiais sempre apresentam um ganho de peso maior do que aqueles que bebem em açudes.

Esse ganho é variável, mas a diferença pode ser significativa, variando de 47 gramas a 800 gramas por dia, dependendo do sistema de produção.

A razão para essa diferença é simples: no bebedouro artificial, o pecuarista pode exercer a gestão e o controle da água.

O bebedouro artificial pode ser limpo com frequência, o que impede o acúmulo de matéria orgânica (capim, insetos, farelo de ração) e o crescimento de bactérias e protozoários, que são maléficos ao trato gastrointestinal dos animais.

Com uma água mais limpa e de qualidade, o gado bebe mais, o que leva a um maior consumo de matéria seca da dieta.

O animal aproveita melhor o capim, o volumoso e o concentrado, o que resulta em maior ganho de peso, maior produção de carne e maior produção de leite, refletindo diretamente na rentabilidade da fazenda.

O investimento que se paga no primeiro ano

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Fernando Loureiro ressalta que o investimento na implantação de um sistema de bebedouro artificial, que inclui captação, armazenamento e distribuição de água, se paga na maioria dos casos já no primeiro ano.

O ganho de peso adicional obtido com o uso de bebedouros artificiais é o que vai cobrir todo o investimento e trazer um lucro maior para a propriedade, mostrando que a tecnologia, quando bem aplicada, é um excelente negócio.

O especialista enfatiza que o bebedouro artificial é a melhor opção, desde que seja bem atendido, bem cuidado e com a limpeza frequente.



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Ex-lutador de MMA leiloa cavalo para ajudar vítimas de enchentes no RS



O ex-lutador de MMA Minotauro, apelido de Antônio Rodrigo Nogueira, vai leiloar seu cavalo crioulo “Loirinho” na próxima quinta-feira (28), durante a abertura das vendas da 48ª Expointer.

A ação tem como objetivo arrecadar recursos para construção de casas para vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul.

O comprador que arrematar o animal também levará para casa uma réplica do cinturão do Campeonato Mundial conquistado por Minotauro, que hoje é embaixador do Ultimate Fighting Championship (UFC) e estará presente no evento.

O leilão acontecerá durante o remate da Estância Liberdade, no Tattersall do Cavalo Crioulo, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, Rio Grande do Sul.

A ação é coordenada pelo Instituto Fight For Life, dos irmãos Nogueira, Minotauro e Minotouro, que atua na reconstrução de moradias no estado e conta com a participação de diversos lutadores de nível mundial.

Trajetória de Loirinho

Loirinho é campeão do Potro do Futuro da Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC), com nota recorde de 226,5 pontos, conquistados na final da competição Rédeas de Ouro, em 2018.

O animal também destacou-se em competições internacionais, como Potro do Futuro da NRHA, nos Estados Unidos e foi finalista premiado no Derby, em solo americano.

Serviço

Abertura das vendas da Expointer 2025
Data: 28 de agosto de 2025
Onde: Parque Estadual de Exposições Assis Brasil (BR 116, Km 13) – Esteio, RS
Mais informações sobre a feira no site oficial



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Pecuária em Rondônia: por que touros Angus não são a melhor escolha?


Pecuaristas, a escolha de um touro de genética de ponta é crucial para a qualidade do rebanho, mas o sucesso depende da adaptação ao clima da sua região. Vagner Brito, assíduo telespectador do Giro do Boi e pecuarista de Cacoal, no estado de Rondônia, tem uma dúvida comum: o que esperar do uso de touros de pelagem escura como angus, ultrablack ou black simental em suas vacas a pasto? Assista ao vídeo abaixo e confira a resposta completa.

Nesta terça-feira (26), o zootecnista Alexandre Zadra, especialista em genética e cruzamento industrial de bovinos, respondeu à pergunta no quadro “Giro do Boi Responde”. Ele explica que, no calor de Rondônia, a genética deve ser tropicalizada para ter alta performance.

O desafio do clima quente e úmido de Rondônia

Alexandre Zadra ressalta que o clima de Rondônia, quente e úmido, exige que um animal criado extensivamente seja, no mínimo, 50% tropical. Isso significa que a fêmea deve ter pelo menos metade de sangue de raças tropicais, como um zebuíno, um caracu ou um senepol.

O especialista explica que touros de pelagem escura e mais de meio-sangue europeu não têm um sistema termorregulatório adequado para o calor. Eles só vão pastar e se recuperar se a temperatura cair à noite para 23ºC ou 24ºC, o que é raro em Rondônia.

O consumo de alimento durante o dia, quando a temperatura interna do rúmen sobe, pode ser um problema, pois eles não conseguem dissipar o calor, o que compromete o desempenho e o ganho de peso.

Touros europeus e a degeneração testicular

A Ultrablack é uma raça sintética, obtida por meio de cruzamentos, originária dos Estados Unidos – Foto: Eduardo Rocha/Associação Brasileira de Angus

Zadra alerta que touros europeus, como o ultrablack (com 81% de sangue angus) ou o black simental, não devem ser usados no campo extensivamente em regiões quentes.

Eles podem até ter um bom desempenho no primeiro ano, mas no segundo já podem apresentar degeneração testicular, o que compromete a fertilidade e a reprodução, gerando um grande prejuízo para a fazenda.

A recomendação para o pecuarista é clara e estratégica:

  • Use taurinos adaptados ou zebuínos: Raças como senepol, caracu ou bonsmara (de criatórios bem trabalhados) são ideais para o calor, pois são rústicas e se adaptam bem. Touros zebuínos também são uma excelente opção, por sua adaptabilidade comprovada.
  • Considere a inseminação: Use sêmen de black simental ou angus e faça o repasse com touros adaptados. Essa estratégia permite o uso da genética taurina, com a garantia de que o touro de repasse fará o trabalho.
  • Bimestiços: Raças como o canchim e o santa gertrudis podem ser usadas com capricho e em piquetes menores, com acesso à sombra e água de qualidade.

A chave para o sucesso é garantir que o touro se adapte ao clima. Um touro de genética premium não é apenas aquele que tem bom fenótipo, mas aquele que se adapta bem ao ambiente em que será criado, garantindo a sua produtividade e a rentabilidade da fazenda.



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‘Quantos produtores trabalham dentro da lei e não conseguem comercializar a soja?’, questiona sojicultor de Sinop



A Justiça Federal determinou, nesta segunda-feira (25), o impedimento da suspensão da Moratória da Soja, em resposta a um pedido da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove). A medida mantém a validade do pacto ambiental, que restringe a compra de grãos cultivados em áreas desmatadas após 2008.

https://www.youtube.com/watch?v=UseCTaXP7bc

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Produtor de soja critica liminar

O produtor de soja Maikon Costa, de Sinop (MT), criticou duramente a manutenção da Moratória. Para ele, a medida prejudica agricultores que abriram áreas de forma legal, mas são impedidos de comercializar com as grandes tradings internacionais.

”Infelizmente, o produtor paga a conta mais uma vez devido a acordos comerciais de ONGs, da Abiove e de empresas multinacionais que deixam de comprar soja produzida em áreas abertas após 2008, mesmo quando essas áreas foram abertas perante a lei, respeitando os 20%, respeitando a legislação no Cerrado e na Floresta Amazônica”, afirmou.

Segundo ele, essa restrição empurra o agricultor para mercados paralelos. “O produtor fica à mercê, tendo que vender para mercados que muitas vezes não pagam, atrasam carregamento, sonegam impostos. Quem paga a conta é sempre o produtor, devido a acordos comerciais entre empresas e ONGs que dificultam a vida de quem produz no Brasil.”

Costa também denuncia que, na prática, a soja acaba sendo exportada da mesma forma. “A soja não tem rótulo, não tem etiqueta. O produtor vende mais barato para atravessadores que fazem triangulação, esquentam a carga e, no final do dia, é a mesma soja que chega ao comprador. Quem sai lesado é sempre o produtor.”

Para ele, a situação é injusta e prejudica o estado. “A lei permite abrir a terra e produzir alimento. Mas, por causa de um acordo comercial, o agricultor legalizado não consegue vender para multinacionais. Isso é muito ruim para Mato Grosso. Quantos produtores estão trabalhando dentro da lei e mesmo assim não conseguem comercializar? Infelizmente, mais uma vez, quem paga a conta é o produtor”, desabafou.

Aprosoja MT se posiciona

Em nota sobre a liminar conquistada pela Abiove, a Aprosoja-MT afirmou respeitar a decisão judicial, mas reforçou esperar que o colegiado do Cade reitere as medidas preventivas que suspendiam os efeitos da Moratória da Soja.

”Reafirmamos que, há anos, um acordo privado, sem respaldo legal, vem impondo barreiras comerciais injustas aos produtores, sobretudo os pequenos e médios, impedindo a comercialização de safras cultivadas em áreas regulares e licenciadas”, disse a entidade.

A Aprosoja-MT afirmou que o fim da Moratória da Soja “é um passo essencial para o Brasil reafirmar que sustentabilidade e legalidade não se opõem” e destacou que “não se pode usar políticas ambientais simuladas como pretexto para a exclusão econômica”.

Segundo a entidade, as tradings, que concentram mais de 90% das exportações, “impõem de forma unilateral condições que afastam do mercado produtores que atuam dentro da legalidade”.



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Milho cai com supersafra americana à vista, mas novas altas ainda estão no radar



O contrato de setembro do milho negociado na Bolsa de Chicago fechou a semana passada a US$ 3,88 1/4 por bushel, alta de 1,04% frente ao encerramento da semana retrasada. Na segunda-feira (25), novo crescimento, ainda que tímido: US$ 3,89.

Contudo, nesta terça-feira (26), os dados positivos da provável supersafra nos Estados Unidos levaram os vencimentos a sofrerem baixa de 0,44%, ou 1,75 centavo, indicados em US$ 3,87 1/2 por bushel. O mesmo se viu com os acordos firmados para dezembro, com recuo de 2,75 centavo, ou 0,66%, a US$ 4,09 1/2 por bushel.

De acordo com a consultoria Safras & Mercado, o mercado foi pressionado pelo quadro fundamental de ampla oferta global, reforçado pelo último relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que manteve a avaliação das lavouras norte-americanas em 71% entre boas e excelentes condições até 24 de agosto, nível mais alto desde 2016 e acima das expectativas de leve queda.

Segundo o órgão, 21% das lavouras estão em condição regular e 8% em situação ruim ou muito ruim, repetindo os índices da semana anterior. Entretanto, traders ajustam posições após a divulgação da estimativa da Pro Farmer na última semana, que ficou abaixo do número oficial do USDA, mas ainda projetando safra robusta.

Assim, a produção de milho nos Estados Unidos caminha para um novo recorde: acima de 425 milhões de toneladas.

No Brasil, os preços têm se mantido firmes, entre R$ 66 e R$ 67 a saca, mesmo com a pressão da entrada da safrinha, que já está cerca de 90% colhida, de acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Segundoa plataforma Grão Direto, tal resiliência se deve a uma demanda interna voraz dos setores de etanol e proteína animal, que têm absorvido a produção e criado um piso sólido para as cotações.

Assim, diante da firmeza dos preços e da necessidade de liberar armazéns, os produtores aceleraram a comercialização do milho safrinha. Dados do Instituto Mato-Grossense de Economia Aplicada (Imea) de julho mostram que 62% da produção do estado já está vendida.

Entretanto, as negociações da safra 2025/26 permanecem atrasadas em relação à média histórica, indicando que o produtor aguarda maior clareza de custos antes de fechar novos negócios.

Supersafra esmagará os preços do milho?

O Brasil entra em sua principal janela de exportação com boas perspectivas, mas em um cenário global competitivo. A Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) projeta embarques de 7,8 milhões de toneladas de milho em agosto, confirmando o interesse internacional.

“Embora o milho brasileiro acesse mercados diversificados, a competitividade será testada pela oferta recorde dos Estados Unidos, tornando a taxa de câmbio um fator decisivo para a atratividade do produto nacional”, contextualizam os especialistas da grão Direto.

Para a empresa, assim como na soja, o clima nos Estados Unidos será o principal catalisador para Chicago. “Por lá, uma quebra, mesmo que marginal, poderia abrir espaço adicional para as exportações brasileiras no início de 2026.”

No entanto, com a colheita da safrinha quase concluída, o desafio agora é logístico. “O grande volume de milho pressionará a capacidade de armazenagem e os custos de frete”, consideram os profissionais da plataforma.

Para a Grão Direto, esse cenário tende a criar disparidades regionais de preços, abrindo janelas de oportunidade para produtores com armazéns próprios, que poderão negociar em condições mais favoráveis na entressafra, quando a demanda da indústria costuma pagar prêmios.



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