segunda-feira, maio 4, 2026

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Crédito mantém ritmo de crescimento elevado, diz Banco Central



O Comitê de Estabilidade Financeira (Comef) do Banco Central (BC) destacou nesta quarta-feira (27) que, ainda que registre desaceleração na ponta, o crédito amplo segue em ritmo de crescimento elevado, mesmo em um ambiente com taxa básica de juros contracionista e elevado endividamento de famílias e empresas.

“Os sinais de desaceleração do crédito tornaram-se mais evidentes, mas o ritmo de crescimento segue historicamente elevado. Essa desaceleração era esperada e está alinhada às condições financeiras mais restritivas e à moderação do crescimento da atividade econômica. No crédito às pessoas físicas, observa-se desaceleração em todas as modalidades, exceto no crédito não consignado. Para as pessoas jurídicas, o crescimento do crédito bancário desacelerou para empresas de todos os portes, exceto para as médias”, registrou a ata publicada nesta quarta-feira (27).

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Na semana passada, o colegiado manteve o Adicional Contracíclico de Capital Principal do Brasil em 0%. O ACCPBrasil é uma parcela do capital a ser acumulada na expansão do ciclo de crédito e consumida em sua contração. O instrumento trata o risco sistêmico cíclico do crédito e dos preços dos ativos.

“A materialização de risco para micro, pequenas e médias empresas tem aumentado e deve continuar pressionada no curto prazo. Quanto às famílias, as modalidades de maior risco continuam crescendo em ritmo superior ao das modalidades de menor risco, enquanto os ativos problemáticos estão em alta, principalmente no crédito rural”, completou o Comef.

O colegiado alerta ainda que o endividamento das famílias permanece elevado, com comprometimento de renda em trajetória ascendente. Isso é ocasionado pelo nível das taxas de juros e pelo aumento da tomada de modalidades mais caras.

“Embora em desaceleração pelo segundo trimestre consecutivo, o mercado de capitais segue crescendo em ritmo significativamente superior ao do crédito bancário. Na visão do Comitê, esse cenário requer cautela e diligência adicionais no mercado de crédito”, completou o documento.

O Comef citou ainda que os fundos de crédito privado mantiveram captação líquida positiva. Na avaliação dos diretores do BC, a combinação entre maior demanda por títulos de crédito privado e a redução na oferta desses instrumentos tem contribuído para manter os spreads em níveis reduzidos. “Apesar disso, o mercado segue diferenciando o risco entre os emissores, e os testes de estresse indicam que o risco de liquidez nesses fundos permanece baixo”, acrescentou o colegiado.



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Funcionário de frigorífico é preso por furtar cálculos biliares de boi em Minas Gerais



Um funcionário de um frigorífico foi preso em Araguari (MG) suspeito de furtar pedras de fel bovino, conhecidas como cálculos biliares. O material apreendido está avaliado em cerca de R$ 78,3 mil.

De acordo com a Polícia Militar (PM), o homem de 38 anos foi flagrado por colegas de trabalho no momento em que tentava descartar parte do produto furtado. A prisão ocorreu na última sexta-feira (22).

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Ainda segundo a PM, o funcionário já praticava o crime de forma recorrente, revendendo os cálculos para receptadores da cidade. Ele foi encaminhado à delegacia e permaneceu preso. As pedras apreendidas foram devolvidas à empresa.

Produto valorizado

Os cálculos biliares bovinos são formados na vesícula dos animais e possuem alto valor no mercado internacional. Eles são utilizados, por exemplo, na fabricação de medicamentos e até para induzir a formação de pérolas em ostras.

Durante o processo de abate, as vesículas biliares são retiradas, a bile é filtrada e, quando identificadas, as pedras passam por limpeza e secagem. O valor comercial varia conforme tamanho, formato e cor, o que pode tornar algumas delas especialmente valiosas.



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Favaro, Alckmin e Tebet vão ao México em busca de ampliar exportações



A comitiva formada pelo vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro; a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet; e a secretária-geral do Ministério das Relações Exteriores, Maria Laura iniciam nesta quarta-feira (27) uma agenda de compromissos no México. O objetivo da viagem é ampliar a relações comerciais entre as duas maiores economias da América Latina.

Os ministros devem se encontrar a presidente do México, Claudia Sheinbaum, no Palácio Nacional, na quinta-feira (28).

“O México é um parceiro importante para o Brasil. Esta visita é uma oportunidade estratégica para aprofundarmos nosso diálogo político e, principalmente, para abrirmos novas frentes de comércio e investimento que gerarão prosperidade para nossos povos”, avalia o vice-presidente.

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“Vamos nos reunir com o governo e com o setor privado para destravar oportunidades em áreas como indústria, agronegócio e saúde, fortalecendo a integração produtiva regional”, afirma Alckmin, que lidera a missão.

Fávaro ressaltou as oportunidades para o agronegócio brasileiro. “O presidente Lula tem determinação em manter boas relações diplomáticas e ampliar a diversificação dos nossos mercados. Brasil e México vêm estreitando cada vez mais essa parceria, como ocorreu com a tão aguardada abertura do mercado de carne bovina para exportação. Nosso objetivo é fortalecer ainda mais essa relação”, afirmou Fávaro.

Comércio Bilateral

Em 2024, a corrente de comércio entre Brasil e México somou US$ 13,6 bilhões. As exportações brasileiras totalizaram US$ 7,8 bilhões, com destaques para as vendas de veículos automóveis de passageiros (US$ 715,4 milhões), carnes de aves e suas miudezas (US$ 563,7 mi) e veículos para transporte de mercadorias (US$ 507 mi).

Já as importações de produtos mexicanos em 2024 totalizaram US$ 5,8 bilhões, com destaques para partes e acessórios de veículos automotivos (US$ 849 milhões), veículos automóveis de passageiros (US$ 757,8 milhões) e veículos automóveis para transporte de mercadorias (US$ 264,2 milhões).



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Clima desafia, mas culturas resistem



O impacto das mudanças climáticas varia por região



O impacto das mudanças climáticas varia por região
O impacto das mudanças climáticas varia por região – Foto: Freepok

O clima segue como fator decisivo para os produtores de grãos, influenciando desde o solo até a luz solar e a umidade em momentos críticos do crescimento das plantas. Chuvas fora de época, calor excessivo ou secas prolongadas podem comprometer colheitas de milho, soja, arroz e trigo, criando volatilidade na produção global e exigindo ajustes constantes nas práticas agrícolas. Apesar disso, a produção mundial de grãos deve crescer 3% em 2025-26, atingindo 2,377 bilhões de toneladas, mantendo a tendência de aumento observada nos últimos anos.

Pesquisas recentes mostram que, embora eventos climáticos extremos aumentem a variabilidade local da produtividade, a produção global continua adaptando-se, com rendimentos médios em crescimento constante desde a década de 1980. Estudos da Universidade de Illinois e análises de especialistas indicam que a resiliência agrícola tem se beneficiado de ajustes em híbridos de sementes, manejo do solo e plantio de variedades mais longas, além do avanço tecnológico e genético que permite maior eficiência na utilização da chuva e resistência à seca.

O impacto das mudanças climáticas varia por região, tipo de cultivo e intensidade do aquecimento. Pesquisas da Universidade de Stanford apontam que secas frequentes e calor intenso podem reduzir a produtividade de trigo, cevada e milho em até 13%, enquanto níveis mais altos de CO2, embora aumentem o crescimento em algumas culturas, podem reduzir proteínas e micronutrientes em grãos. Modelos avançados de cultivo e inteligência artificial ajudam cientistas a simular cenários climáticos e identificar genes que protejam as plantas contra estressores, oferecendo alternativas para fortalecer a segurança alimentar global.

Institutos como o Laboratório de Inovação em Cereais Resilientes ao Clima (CRCIL) destacam que a adaptação não depende apenas de rendimentos, mas também da adequação das variedades ao sistema agrícola e às necessidades locais, como biomassa para ração ou qualidade na panificação. A manutenção da produtividade global exige pesquisa contínua, investimento em novas tecnologias e ajustes estratégicos de plantio, irrigação e rotação de culturas, reforçando que a resiliência agrícola é um processo dinâmico e constante diante de um clima cada vez mais imprevisível.

 





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Congresso pode ampliar privilégios dos parlamentares


A Câmara dos Deputados se prepara para votar duas propostas de emenda à Constituição (PECs) que dividem opiniões e levantam fortes críticas. De um lado, a chamada “PEC da Blindagem”, que aumenta a proteção dos parlamentares contra ações do Judiciário. De outro, a PEC do fim do foro privilegiado, que retira do Supremo Tribunal Federal (STF) a exclusividade no julgamento de autoridades em crimes comuns.

Embora vendidas como complementares, as medidas parecem caminhar em direções contraditórias: enquanto uma promete acabar com um privilégio histórico, a outra cria um novo manto protetivo que pode dificultar a responsabilização de políticos.

O texto prevê que deputados e senadores só poderão ser presos em flagrante por crimes inafiançáveis e, ainda assim, apenas com aval do Congresso. Além disso, qualquer medida cautelar contra parlamentares, como afastamento do mandato ou quebra de sigilo, dependerá de autorização do Legislativo.

Na prática, a proposta transfere para o próprio Congresso o poder de decidir se seus membros podem ou não ser investigados ou punidos, algo que contraria o princípio de independência e harmonia entre os poderes.

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Já a PEC que extingue o foro privilegiado busca acabar com um privilégio que por décadas blindou autoridades políticas de julgamentos na primeira instância. A ideia é que crimes como corrupção, lavagem de dinheiro ou peculato passem a ser analisados por juízes comuns.

Apesar de soar como avanço, especialistas alertam que, sem mecanismos que garantam celeridade e eficiência nos tribunais locais, os processos podem se arrastar ainda mais, dificultando condenações.

O grande paradoxo está em apresentar ao mesmo tempo duas medidas de efeitos opostos. Enquanto uma promete reduzir privilégios históricos, a outra garante aos parlamentares um poder de veto sobre sua própria investigação. É como trocar um foro elitista por uma blindagem corporativista.

Esse movimento gera desconfiança porque ocorre justamente em meio a investigações sobre uso de recursos parlamentares. O “timing” da votação sugere que o objetivo real não é aperfeiçoar a Justiça, mas neutralizar riscos políticos imediatos.

Riscos para a democracia

  1. Enfraquecimento da separação de poderes: ao subordinar decisões judiciais ao aval político, a PEC da Blindagem reduz a independência do Judiciário.
  2. Impunidade institucionalizada: a lógica de autoproteção tende a predominar, tornando quase impossível que o Congresso autorize punições contra seus pares.
  3. Erosão da confiança pública: em um país já marcado pela descrença nas instituições, a aprovação de medidas vistas como corporativistas pode ampliar a percepção de que há uma “casta política” imune às regras.

A votação das duas PECs pode representar um divisor de águas para a democracia brasileira. Se aprovadas como estão, sinalizam que o Congresso busca mais proteger a si próprio do que servir ao interesse público.

O fim do foro privilegiado, isolado, seria um passo relevante rumo à igualdade perante a lei. Mas a contrapartida da blindagem é um retrocesso evidente, que ameaça transformar a promessa de justiça em mais um capítulo de impunidade institucionalizada.

A sociedade precisa acompanhar de perto. Porque, no fundo, a pergunta que fica é: estamos diante de uma reforma que amplia a democracia ou de um arranjo que apenas troca de roupa os privilégios de sempre?

Miguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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Feira ‘Encantos do Ribeira’ valoriza cultura, negócios e turismo regional


A cidade de Registro, interior de São Paulo, se prepara para celebrar as riquezas culturais e econômicas do Vale do Ribeira. Nos dias 29, 30 e 31 de agosto, será realizada a 3ª Feira Encantos do Ribeira, organizada pelo Sebrae/SP em parceria com a Prefeitura.

A programação gratuita ocorrerá na Associação Cultural e Esportiva de Registro (ACER), com atrações para toda a família e oportunidades de negócios para micro e pequenos empreendedores.

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte a sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp

Durante os três dias, os visitantes poderão conhecer expositores de turismo, provar pratos típicos na área gastronômica Sabores do Ribeira e explorar o Espaço Criativo, onde artesãos apresentarão peças inspiradas nas belezas naturais da região.

Além disso, o ‘Mercado Dá Gosto Ser do Ribeira’ exibirá produtos da agricultura local, reforçando a valorização da produção regional.

“Além de trazer visibilidade para os atrativos da região, a Feira Encantos do Ribeira também oferece oportunidade de negócios para os micro e pequenos empreendedores. Estimulando os negócios locais entre a própria população contribuímos para potencializar o desenvolvimento econômico da região”, diz Michelle dos Santos, gerente regional do Sebrae/SP.

SERVIÇO

3ª Feira Encantos do Ribeira
Datas e horários: 29 de agosto (sexta-feira), das 18h às 22h; 30 e 31 de agosto
(sábado e domingo), das 12h às 22h
Local: Associação Cultural e Esportiva de Registro (ACER-RBBC)
Endereço: Av. Clara Gianotti de Souza, 1500, na Vila Nova Ribeira – Registro/SP
Entrada gratuita.

Porteira Aberta Empreender

Quer saber mais? Assista ao programa Porteira Aberta Empreender, uma parceria entre o Sebrae e o Canal Rural, que traz dicas, curiosidades, orientações e mostra histórias reais de micro e pequenos produtores de todo o país.

Às quintas-feiras, às 17h45, no Canal Rural. | Foto: Arte Divulgação



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Tempo segue instável e regiões do país tem mais um dia com chuva forte; veja a previsão do tempo



A presença do cavado meteorológico em níveis médios da atmosfera mantém as instabilidades presentes entre Santa Catarina e o Paraná nesta quarta-feira (27). Ainda nas primeiras horas do dia, as pancadas de chuva começam a se espalhar sobre o leste catarinense, entre o leste e litoral paranaense, variando entre fraca a moderada intensidade.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

No decorrer das horas, o tempo segue instável sobre as regiões, mas o potencial para chuva expressiva perde força. Excepcionalmente algumas áreas do litoral paranaense ainda podem contar com a ocorrência de chuva localmente forte.

No Rio Grande do Sul, ainda pode chover de maneira isolada sobre áreas do extremo norte e da serra ainda durante a madrugada. Já nas demais regiões do interior paranaense, no centro e oeste catarinense, além das áreas restantes do estado gaúcho, o padrão de tempo segue estável, apenas com variações de nebulosidade no decorrer das horas. Curitiba e Florianópolis ainda contam com tempo instável durante o dia, sobretudo a capital catarinense, onde haverá condições para chuva mais expressiva. Em Porto Alegre, o tempo segue firme e com temperaturas mais baixas.

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No Sudeste, ainda pela atuação do cavado meteorológico e também pela presença de umidade na atmosfera local, as instabilidades seguem sobre o sul, leste e litoral de São Paulo. Entre o fim da madrugada e início da manhã, as pancadas de chuva começam a se espalhar sobre as regiões, variando entre fraca e moderada intensidade. No período da tarde, a chuva volta a ganhar força e cai em forma de pancadas isoladas, mas que podem vir com raios e trovoadas.

Em São Paulo, quarta-feira de tempo instável e chuva a qualquer hora. Já em boa parte do interior paulista, o tempo segue firme, sem risco de chuva significativa, salvo exceção de algumas áreas próximas ao leste e também no sul, onde ainda haverá condições para chuva isolada.

Na parte da tarde, o calor e o ar seco ganham destaque, com máximas já bastante elevadas e alerta de baixa umidade do ar. Algumas cidades entre o sul fluminense e a costa verde também podem contar com a ocorrência de pancadas de chuva seguidas por raios. No Rio de Janeiro, não está descartada a ocorrência de alguma pancada de chuva ao final do dia. Entre Minas Gerais e Espírito Santo, o padrão de tempo continua sendo predominantemente estável, com variação de nebulosidade, calor e ar seco marcando presença durante o dia.

Enquanto no Centro-Oeste, o tempo já deve seguir firme em todos os estados da região, com destaque para o calor e o ar seco que ganham força no decorrer do dia. Algumas áreas do centro-sul de Mato Grosso do Sul seguem ainda sob influência do ar frio de origem polar, e os termômetros ainda não sobem tanto ao longo das horas. Já nas demais regiões do estado, entre Mato Grosso, Goiás e o Distrito Federal, o padrão de temperaturas já segue mais elevado, com calor intenso marcando presença no período da tarde.

Algumas áreas de Mato Grosso e Goiás devem registrar temperaturas acima dos 35ºC no período da tarde. Em boa parte da região, segue o alerta para baixa umidade relativa do ar, com índices que podem variar entre limiares de atenção e alerta.

Já no Nordeste, a incidência de ventos úmidos vindos do oceano realiza a manutenção das instabilidades sobre parte da costa leste. As pancadas de chuva ocorrem de maneira ocasional ao longo do dia e intercalam com períodos de aparição do sol. Entre o litoral da Bahia e de Sergipe, haverá condições para chuva fraca a moderada intensidade, não sendo descartado também eventuais episódios de chuva forte. Entre Alagoas e o Rio Grande do Norte, haverá condições apenas para chuva fraca ocasional. Por outro lado, áreas do sertão, agreste e meio-norte seguem com predomínio de tempo firme, calor mais intenso e, em algumas áreas, alerta para baixa umidade do ar.

E no Norte, as instabilidades seguem concentradas sobre o Amazonas e Roraima, com previsão de pancadas de chuva com moderada a forte intensidade ao longo do dia. Pode chover com maior intensidade também no norte do Amapá e do Pará – incluindo em Belém. Nas demais regiões, o tempo segue aberto, com predomínio de sol entre algumas variações de nuvens. O calor segue intenso e presente na maior parte da região, com destaque para os estados de Rondônia, Acre e Tocantins, que devem seguir também com alerta para baixa umidade do ar.



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Soja em Chicago fecha em alta



O mercado foi sustentado principalmente pela persistência da falta de chuvas



O mercado foi sustentado principalmente pela persistência da falta de chuvas
O mercado foi sustentado principalmente pela persistência da falta de chuvas – Foto: Abiove

A soja negociada na Bolsa de Chicago encerrou a terça-feira (26) em leve alta, influenciada por fatores climáticos e geopolíticos que movimentaram os contratos futuros. Segundo a TF Agroeconômica, o contrato de setembro fechou em valorização de 0,32% ou US$ 3,25 cents/bushel, a US$ 1.028,75, enquanto novembro subiu 0,17% ou US$ 1,75 cents/bushel, a US$ 1.049,50. O farelo de soja para setembro avançou 0,51%, encerrando a US$ 297,20 por tonelada curta, e o óleo de soja recuou 2,85%, fechando a US$ 52,76 por libra-peso.

O mercado foi sustentado principalmente pela persistência da falta de chuvas no cinturão agrícola dos Estados Unidos, o que eleva os riscos de perda de produtividade nas lavouras em fase de definição do potencial. Nos estados de Illinois e Iowa, as condições caíram em relação ao mesmo período do ano passado, apesar do avanço do indicador nacional. O USDA elevou de 68% para 69% a proporção de lavouras em boas/excelentes condições, acima da média de 67% esperada por investidores, mas os dois principais estados produtores continuam em situação menos favorável.

Outro elemento que limitou a valorização foi a decisão dos EUA de isentar as exportações de óleo de palma da Indonésia de tarifas, medida que aumentou a competitividade frente ao óleo de soja e pressionou as cotações do derivado.

No campo geopolítico, a visita do vice-ministro do Comércio chinês, Li Chenggang, a Washington trouxe expectativas ao mercado. As reuniões trataram de compras de soja e questões tarifárias, e abriram a possibilidade de um encontro futuro entre os presidentes dos dois países, o que pode redefinir os rumos do comércio internacional da oleaginosa.

 





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Independência do FED é posta em xeque por Trump; ouça os destaques do mercado


No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta que a demissão de Lisa Cook do Fed aumentou a incerteza sobre a independência do banco central dos EUA, elevando apostas em cortes de juros e volatilidade no dólar.

O IPCA-15 registrou deflação de 0,14%, reduzindo expectativas para cortes da Selic em 2025, enquanto núcleos de inflação seguem pressionados. O Ibovespa fechou em leve baixa e o dólar avançou a R$ 5,43.

Hoje, destaque para Sondagem da Indústria, dados de crédito e dívida pública, além de estoques de petróleo nos EUA.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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AgroNewsPolítica & Agro

Preços da soja caem em Chicago e preocupam produtores



EUA registram recorde no esmagamento de soja em julho




Foto: Canva

Segundo análise da Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema), referente ao período de 15 a 21 de agosto e divulgada na última quinta-feira (21), a soja apresentou variações no mercado de Chicago. O primeiro mês cotado recuou para US$ 10,13/bushel em 19 de agosto, mas voltou a subir no fechamento do dia 21, atingindo US$ 10,34/bushel, contra US$ 10,08 registrados na semana anterior.

O relatório destacou a forte valorização do farelo de soja, que ganhou 11% entre 1º e 21 de agosto, enquanto o óleo apresentou queda de 6,4% entre 1º e 20 de agosto.

As condições das lavouras norte-americanas, em 17 de agosto, indicavam 68% em situação entre boa e excelente, 24% regulares e 8% ruins ou muito ruins. Já na semana encerrada em 14 de agosto, os Estados Unidos exportaram 473.605 toneladas de soja, acumulando 48,9 milhões de toneladas no atual ano comercial.

A Associação Nacional de Processadores de Oleaginosas (NOPA) informou que o esmagamento em julho alcançou 5,33 milhões de toneladas, recorde para o mês, superando em 7% o volume de julho de 2024. No mesmo período, os estoques de óleo de soja ficaram em 1,379 bilhão de libras-peso, o nível mais baixo em 21 anos para julho e 8% inferior ao registrado no ano passado.

A Ceema observou ainda que “em meio ao aumento de custos com insumos e equipamentos, os preços da soja seguem em queda em Chicago e a perspectiva de perda de bilhões de dólares em exportações preocupa o setor, lembrando que os chineses compraram 54% das exportações estadunidenses da oleaginosa em 2023/24”. Atualmente, as compras da China estão próximas de zero, após as medidas tarifárias impostas pelo governo de Donald Trump, que dificultaram os acordos comerciais e afastaram os chineses da soja norte-americana.





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