domingo, maio 3, 2026

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Ourofino Saúde Animal apresenta novas tecnologias para os produtores na Expointer 2025


A Ourofino Saúde Animal já está pronta para receber produtores e parceiros na Expointer 2025, que acontece de 30 de agosto a 7 de setembro, em Esteio/RS. No evento, um dos maiores encontros do agro da América Latina, a empresa leva seu time de especialistas e soluções pensadas para o dia a dia no campo, reforçando o objetivo de estar ao lado de quem faz a pecuária acontecer todos os dias, com novas tecnologias e produtos inovadores pensados no bem-estar animal e na produtividade.

Uma das principais atrações será a inauguração da nova Casa Ourofino Saúde Animal na Expointer. O espaço oficial da empresa foi totalmente reformado para oferecer mais conforto e comodidade a clientes, parceiros e profissionais do setor. A cerimônia que marcará a abertura do local ocorrerá no dia 2 de setembro, às 10h, com a presença de autoridades, convidados e diretores da companhia.

Além disso, a feira também será palco para o lançamento do Nexlaner®. O novo produto da companhia é um ectoparasiticida, à base de Fluralaner, indicado para bovinos. Sua formulação atua por contato e de forma sistêmica, com dosagem que traz mais conforto, segurança para espalhar o volume no dorso do animal durante a aplicação e mais versatilidade para o pecuarista no manejo dos lotes.

O Nexlaner® reforça o portfólio da empresa no controle estratégico dos ectoparasitas, como carrapatos, bernes, miíases e moscas-dos-chifres, reafirmando o compromisso da Ourofino Saúde Animal com a produtividade, eficiência, rentabilidade e bem-estar animal.

Valorização do consumo de leite e derivados

Durante a Expointer 2025, a Ourofino Saúde Animal também promoverá o Milk Day, uma iniciativa realizada em parceria com o movimento Beba Mais Leite, com o objetivo de valorizar o consumo de leite e derivados, além de destacar os benefícios desses produtos para a sociedade.

O evento acontece no dia 04 de setembro, às 9h30, e contará com um café da manhã especial com variedade de produtos lácteos, bate-papo sobre a cadeia produtiva com convidados especiais, pintura ao vivo e a entrega de quadros exclusivos do artista plástico Emanuel Santana a clientes.

Durante toda a feira, o time de especialistas da empresa apresentará aos produtores e convidados o Boostin®, solução inovadora que passou a

integrar o portfólio da companhia neste ano. Com formulação à base de somatotropina bovina recombinante, o produto foi desenvolvido para vacas em lactação, promovendo ajustes metabólicos que priorizam a função secretora da glândula mamária e aumentam a eficiência no aproveitamento dos nutrientes, elevando de forma consistente a produção de leite.

Outro destaque será o Sellat®, selante intramamário da Ourofino. O produto atua como uma barreira mecânica no canal do teto, impedindo a entrada de microrganismos causadores de mastite durante o período seco e desempenhando um papel essencial na prevenção de novas infecções intramamárias. Ao proteger a glândula mamária, o Sellat® contribui diretamente para maior eficiência produtiva e melhor qualidade do leite.

O principal objetivo da Ourofino Saúde Animal no evento é oferecer um espaço para debater a inovação no setor leiteiro e mostrar como a tecnologia pode gerar benefícios para todo o setor, apresentando soluções como o Boostin®, Sellat® e outras novidades.





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CDR vota anistia a dívidas de produtores de cacau da Bahia


A Comissão de Desenvolvimento Regional (CDR) tem reunião agendada para a terça-feira (2) com nove itens na pauta. A comissão deve votar o projeto que dá anistia para produtores de cacau endividados. O voto do relator do PL 479/2024, o senador Chico Rodrigues (PSB-RR), é favorável à aprovação.

O projeto, do senador Angelo Coronel (PSD-BA), estabelece o programa Renova Cacau, que concede anistia total às dívidas contraídas pelos cacauicultores da Bahia em um programa anterior de incentivo ao setor. O programa também tem como objetivos o fortalecimento dos órgãos técnicos que dão suporte aos produtores e a reestruturação econômica do setor.

O projeto anistia totalmente as dívidas de operações de crédito rural do programa anterior contratadas junto a instituições financeiras federais e estaduais para o combate à doença vassoura-de-bruxa. Serão anistiados inclusive juros e taxas extras.

De acordo com o autor, a crise na produção de cacau na Bahia tem mais de 30 anos e foi agravada por omissões e ações equivocadas do governo. A situação, segundo ele, levou à extinção de empregos e afetou a economia de cerca de 100 municípios. 

Para o relator, senador Chico Rodrigues (PSB-RR), a dívida dos cacauicultores tornou-se “impagável e injusta”. Depois da CDR, o texto segue para exame da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).

Também está na pauta o PL 2.932/2024, que oficializa a Rota Turística dos Lençóis Maranhenses e Delta, nos municípios de Barreirinhas, Humberto de Campos, Paulino Neves, Primeira Cruz, Santo Amaro do Maranhão, Araioses, Água Doce do Maranhão, Urbano Santos e Tutóia, no estado do Maranhão.

A rota terá como objetivos desenvolver o potencial turístico regional e local, fomentar o empreendedorismo e a inovação das atividades turísticas, fortalecer e fomentar os setores ligados ao turismo, promover o crescimento econômico local, sustentável e inclusivo e valorizar os atrativos naturais e culturais. A relatora é a senadora Professora Dorinha Seabra (União-TO), presidente da CDR, que já votou pela aprovação.

O projeto é da senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA), que classifica a região dos Lençóis como um “paraíso escondido no Nordeste do Brasil”. Ela explica que os Lençóis Maranhenses são um dos principais destinos turísticos do Maranhão. Criado em 1981, o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses tem área de mais de 150 mil hectares e está concorrendo ao título de Patrimônio Natural da Humanidade, segundo a senadora.

“A região dos Lençóis Maranhenses é ainda maior que o Parque Nacional. As dunas – comuns nessa região do país – são formadas pela força dos ventos, que criam uma paisagem única e alteram constantemente sua aparência. Nesse ‘deserto’ gigante é possível encontrar lagoas formadas pelo acúmulo de água das chuvas. Os Lençóis Maranhenses são considerados uma formação geológica rara no planeta, apresentando um ecossistema único e riquíssimo. As dunas chegam do litoral adentrando em até 25 km da costa. As inúmeras e límpidas lagoas se formam com as chuvas do período chuvoso que vai de dezembro até abril”, descreve a senadora.

Também podem ser votados os projetos da inclusão do evento Pingo da Mei Dia, que ocorre em Mossoró no Rio Grande do Norte, no calendário turístico oficial do país (PL 3.035/2023); da extensão da área de atuação da Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco (Codevasf) para a bacia do Rio Poti (PL 2.117/2023); e o que flexibiliza as medidas da faixa não edificável ao longo das ferrovias (PL 4.042/2020).

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)





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Demanda por transporte cresce com colheita no Oeste baiano


Segundo análise da Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema), referente ao período de 22 a 28 de agosto, e do Boletim Logístico de agosto da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), publicado nesta sexta-feira (29), os valores de frete na Bahia apresentaram oscilações de acordo com a região produtora de grãos.

Em Luís Eduardo Magalhães, a demanda por transporte de soja, milho e algodão elevou os preços. A Conab informou que “os fretes para os portos têm fluxo de retorno garantido devido à alta na importação de fertilizantes”. Além da movimentação para os portos de Salvador, Aracaju, Santos e São Luís, o transporte de algodão entre propriedades e indústrias de beneficiamento registrou crescimento, reflexo do avanço de 50% da colheita. O milho também puxou a demanda, com 98% da segunda safra colhida e comercialização dos estoques da primeira.

Já em Irecê e Paripiranga, o cenário foi de estabilidade, com baixa procura por transporte. “Na praça de Irecê foi observada estabilidade nos fretes, com equilíbrio entre a baixa demanda e a baixa oferta de prestadores de serviço”, destacou a Conab.

A entressafra e o baixo volume de estoques de milho, feijão e mamona reduziram a movimentação, enquanto a queda na demanda por mamona foi influenciada pela alta nas importações do óleo. No primeiro semestre, o Brasil importou 5,48 mil toneladas do produto, um aumento de 240% frente ao mesmo período de 2024, tendo a Índia como principal fornecedora.

Em Paripiranga, a manutenção dos valores deve permanecer pelos próximos dois meses. A Conab apontou que “a demanda deve voltar a crescer com a colheita do milho de terceira safra, mas ainda restam semanas para a maturação das primeiras lavouras”. Além disso, produtores planejam adiar a colheita para buscar maior valorização no mercado.

No mercado externo, os dados do Portal Comex Stat mostram que, em julho, houve alta de 3,6% nas exportações do complexo soja, com a China como principal compradora. Já o algodão apresentou retração, associada ao fim dos estoques da safra passada. As entregas da safra atual já começaram, mas em ritmo considerado lento.





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Minas Gerais destina R$ 2 bilhões ao agronegócio


O Governo de Minas Gerais anunciou um financiamento de R$ 2 bilhões para a safra 2025/2026 do agronegócio, por meio do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG). De acordo com a Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), o valor é o maior já disponibilizado pela instituição, representando um aumento de 40% em relação à safra anterior, quando foram liberados R$ 1,4 bilhão.

Segundo a Seapa, somente no primeiro semestre de 2025, metade de todos os financiamentos concedidos pelo BDMG foi direcionada ao setor, que responde por 22% do Produto Interno Bruto (PIB) mineiro, conforme dados da Fundação João Pinheiro (FJP).

O banco informou que, dentro do Plano Safra, serão oferecidos R$ 614 milhões em sete linhas de crédito, volume quase três vezes maior que os R$ 228 milhões destinados em 2024/2025. Pela primeira vez, o BDMG atuará com recursos do Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp), que poderão ser aplicados na compra de máquinas e equipamentos, recuperação de pastagens, construção e reforma de instalações. Outras linhas de crédito vão financiar a construção de armazéns, modernização das propriedades, adoção de inovações tecnológicas e práticas de agricultura sustentável.

No caso específico do café, o BDMG vai operar R$ 316 milhões via Funcafé, alta de 36% em comparação com a safra anterior. Minas Gerais é o maior produtor nacional do grão. Entre as linhas, a novidade é a operação do Funcafé Custeio, que financia insumos como sementes, adubos e a secagem do café. Os valores poderão chegar diretamente aos produtores ou por meio de cooperativas.

O banco continuará a atuar com as demais linhas: Funcafé Comercialização, que financia cooperativas na venda futura do produto; Funcafé FAC, para compra direta do café dos produtores; e Capital de Giro. Desde 2018/2019, o BDMG desembolsou 100% dos recursos do Funcafé que recebeu, somando mais de R$ 2,5 bilhões.





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Justiça dos EUA determina que maioria das tarifas de Trump é ilegal



Um tribunal de apelações dos Estados Unidos decidiu nesta sexta-feira (29) que a maior parte das tarifas impostas por Donald Trump é ilegal, informou a agência de notícias Reuters.

Contudo, o tribunal determinou que as medidas que penalizam exportadores continuem em vigor até 14 de outubro, concedendo ao governo Trump a chance de recorrer à Suprema Corte dos Estados Unidos.

“O estatuto confere ao Presidente autoridade significativa para tomar diversas ações em resposta a uma emergência nacional declarada, mas nenhuma dessas ações inclui explicitamente o poder de impor tarifas, tributos ou similares, nem o poder de taxar,” afirmou o tribunal.

De acordo com a Reuters, a decisão, por 7 votos a 4, do Tribunal de Apelações do Circuito Federal, em Washington, analisou a legalidade das chamadas tarifas “recíprocas” impostas por Trump em abril, no contexto da guerra comercial, além de outro conjunto de tarifas aplicadas em fevereiro contra China, Canadá e México.

A decisão não altera tarifas estabelecidas com base em outras leis, como as aplicadas por Trump sobre importações de aço e alumínio.

Trump defendeu as tarifas com base na Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA), cujo texto autoriza o presidente a enfrentar “ameaças incomuns e extraordinárias” em situações de emergência nacional.

“Parece improvável que o Congresso tenha pretendido, ao promulgar a IEEPA, romper com sua prática anterior e conceder ao Presidente autoridade ilimitada para impor tarifas,” diz a decisão judicial, conforme a Reuters.

“O estatuto não menciona tarifas (nem sinônimos) e tampouco possui salvaguardas processuais que estabeleçam limites claros ao poder do Presidente de impor tarifas.”

Tarifas como arma política

O comentarista do Canal Rural Miguel Daoud enfatiza que Trump trata tarifas como arma política e não como política econômica séria. “Isso gera inflação nos EUA, cria incerteza para investidores e ameaça a confiança internacional”, pontua.

Segundo ele, o Brasil sente diretamente esse peso. “Café, carne e açúcar estão entre os produtos mais afetados pelo tarifaço. Produtores e exportadores, que já enfrentam custos altos e concorrência acirrada, ficam reféns de uma decisão política que nada tem a ver com eficiência ou qualidade.”

Daoud acredita que se a Suprema Corte confirmar a decisão da Apelação, estará reafirmando um princípio básico: o presidente não pode agir sozinho em medidas que afetam toda a economia mundial. “Até lá, o comércio global segue preso a uma medida que já foi considerada ilegal, mas que continua em vigor”, diz.



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Pesca de 19 mil pirarucus é autorizada em reserva ambiental



O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) autorizou a captura legal de 19.405 pirarucus na Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) Mamirauá, no Médio Solimões, no Amazonas.

Em agosto, foram emitidas, pela Superintendência do Ibama no estado, 13 autorizações para entidades que organizam o manejo da espécie junto a comunidades locais.

A autorização de pesca beneficiou 22 setores da RDS Mamirauá. Nessas localidades, foram contabilizados 68.063 pirarucus em idade adulta adequados para o abate, tendo sido liberada a cota de 19.405 peixes, ou seja, 28% do total. Geralmente, os setores alcançam, em média, 25% de cota autorizada.

Como é feito o cálculo

De acordo com o superintendente do Ibama no Amazonas, Joel Araújo, a cota máxima de permissão de pesca legal pode chegar a 30% do total de peixes, a depender da capacidade logística e do apoio institucional.

“Quando a comunidade demonstra seriedade e dedicação para alcançar os resultados do Programa de Manejo do Pirarucu, ela é reconhecida com a autorização máxima, podendo pescar mais peixes, em termos proporcionais”, declara Araújo.

As variações nas porcentagens de autorização (18%, 20% ou 25%) refletem a adaptação ao contexto de cada setor: áreas mais abundantes permitem maior retirada, enquanto as mais frágeis têm cotas menores, evidenciando o caráter científico do manejo.

“Essa limitação é a base da sustentabilidade, pois assegura a reprodução e a manutenção dos estoques para os anos seguintes”, explica o superintendente.

A instituição autorizada deve entregar relatório de atividades no prazo de 90 dias. As autorizações têm validade até 30 de novembro de 2025. As atividades serão fiscalizadas e monitoradas pelos fiscais de órgãos ligados ao Sistema Nacional de Meio Ambiente (Sisnama).

Exigências técnicas necessárias:

  • Biometria obrigatória (peso, comprimento e sexo) de todos os peixes;
  • Uso de lacres numerados, assegurando a rastreabilidade;
  • Relatórios anuais com dados de produção, custos e comercialização;
  • Monitoramento das áreas de pesca por meio de georreferenciamento;
  • Acompanhamento constante de órgãos ambientais e representações indígenas.

O transporte do pescado também só será permitido mediante guias de trânsito emitidas pelo Ibama, as quais devem estar acompanhadas das planilhas biométricas e da declaração de venda, assegurando legalidade e transparência em todo o processo.

Desenvolvimento e conservação

Reconhecido exemplo bem-sucedido de conciliação entre preservação ambiental e desenvolvimento socioeconômico, o manejo do pirarucu transforma realidades em comunidades amazônicas. Em Mamirauá, a atividade gera emprego e renda para dezenas de famílias ribeirinhas e indígenas, bem como ajuda a equilibrar os estoques naturais.

As autorizações também determinam a doação obrigatória de peixes capturados fora dos critérios legais como os abaixo do tamanho mínimo ou pescados no período de defeso.

Além disso, os relatórios anuais devem registrar preços, custos e a renda líquida obtida, garantindo clareza econômica e fortalecendo o protagonismo das comunidades envolvidas.

*Sob supervisão de Victor Faverin



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confira o fechamento da arroba e do atacado



O mercado físico do boi gordo encerra a semana apresentando perfil acomodado em grande parte do país.

Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, muitos frigoríficos estão ausentes da compra de gado, avaliando as melhores estratégias para aquisição de boiadas.

“Eles devem retomar a compra de gado na segunda-feira no período da tarde ou na terça-feira, no período da manhã. Por enquanto, as escalas de abate estão posicionadas entre seis e oito dias úteis na média nacional”, diz.

De acordo com ele, sob o prisma da demanda, o grande destaque do ano permanece nas exportações de carne bovina, com grande potencial no restante de 2025, com expectativa de crescimento do volume embarcado e principalmente da receita.

  • São Paulo: R$ 313 — ontem: R$ 312,42
  • Goiás: R$ 307,14 — R$ 305,54
  • Minas Gerais: R$ 304,12 — R$ 304,41
  • Mato Grosso do Sul: R$ 316,59 — R$ 317,05
  • Mato Grosso: R$ 313,18 — R$ 312,70

Mercado atacadista

O mercado atacadista apresenta acomodação em seus preços durante a sexta-feira. Segundo Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere por reajustes dos preços ao longo da primeira quinzena do mês, considerando a entrada dos salários na economia como motivador da reposição entre atacado e varejo.

“A carne de frango ainda dispõe de maior competitividade ante as proteínas concorrentes, em especial se comparado a carne bovina”, destaca.

O quarto traseiro segue cotado a R$ 22,90 por quilo; o dianteiro ainda é precificado a R$ 18,25 por quilo; e a ponta de agulha segue no patamar de R$ 17,25.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,29%, sendo negociado a R$ 5,4219 para venda e a R$ 5,4199 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4128 e a máxima de R$ 5,4531. Na semana, a moeda teve desvalorização de 0,06%, enquanto no mês o recuo foi de 3,18%.



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vem chuva por aí! Confira como fica o tempo no começo de setembro



O final de semana terá tempo firme na maior parte das áreas produtoras de soja do país. No entanto, de domingo (31) para segunda-feira (1º), estão previstos temporais no Oeste de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rondônia, com risco de granizo e rajadas de vento fortes. Apesar disso, não se esperam chuvas volumosas que possam impactar o plantio de soja.

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No município de Sinop, em Mato Grosso, a previsão indica que as chuvas só começarão a se intensificar na última semana de setembro e início de outubro. Por isso, mesmo com a liberação do plantio a partir do dia 7, os produtores devem aguardar para não comprometer a germinação das sementes devido ao tempo quente e seco.

Em Primavera do Leste, também em Mato Grosso, a chuva deve chegar entre os dias 20 e 25 de setembro, reforçando a orientação para que o plantio seja iniciado somente no final do mês ou início de outubro.

No Centro-Oeste, de 4 a 8 de setembro, Rondônia poderá registrar volumes próximos de 50 mm, beneficiando a reposição hídrica do solo. Já no Rio Grande do Sul, as chuvas podem ultrapassar 200 mm, configurando uma semana muito úmida, mas garantindo boa reserva de água para o início da semeadura em outubro.

O tempo entre 9 a 13 de setembro

Entre os dias 9 e 13 de setembro, algumas pancadas de chuva atingem o Oeste de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e norte do Paraná, mas os volumes devem ser baixos, entre 10 e 15 mm. Chuvas mais significativas, acima de 50 a 100 mm na semana, são esperadas apenas a partir de outubro na região Centro-Oeste.

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Exportadores de café temem que reciprocidade ao tarifaço amargue negociações



O Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) divulgou nota nesta sexta-feira (29) em que manifesta preocupação quanto ao início do processo que pode levar à aplicação da Lei de Reciprocidade Econômica contra os Estados Unidos.

A apreensão se justifica pelo fato de a entidade entender que, assim como se vem tratando nas constantes reuniões do setor privado com o governo federal, o cenário necessário e mais coerente, nesse momento, é a manutenção do diálogo com o segmento privado e as autoridades norte-americanas.

“Isso porque pensar na aplicação da Lei de Reciprocidade é prematuro, uma vez que sequer houve uma reunião entre os governos de Brasil e EUA, além do fato de uma virtual aplicação dessa legislação gerar dificuldades ao setor privado para conversar com seus pares norte-americanos, compradores de café, e impor ainda mais obstáculos para a conversa entre ambos os governos”, diz trecho do texto.

Agenda nos Estados Unidos

No exemplo específico do café, o Cecafé integra a comitiva brasileira, coordenada pela
Confederação Nacional da Indústria (CNI).

De acordo com a nota, a Confederação cumprirá extensa agenda, na semana que vem, com escritórios de advocacy, National Coffee Association (NCA), representantes da indústria cafeeira, além do Departamento de Estado, evento da Câmara de Comércio Brasil-EUA, na Embaixada do Brasil em Washington, e em audiência pública a respeito da taxação de 50% sobre exportações brasileiras, prevista na Seção 301 da Lei de Comércio dos Estados Unidos.

“Todos esses compromissos serão cumpridos pelo Cecafé com o intuito de fortalecer o envio de informações verídicas a respeito da relevância da cafeicultura no relacionamento bilateral entre Brasil e EUA, de maneira que os principais importadores dos cafés brasileiros não comprometam mais de 30% de seu mercado, suprido pelo produto nacional, assim como nosso segmento não perca os norte-americanos como seus principais parceiros comerciais, responsáveis pela aquisição de 16% de nossas exportações”, destaca o Conselho.

Por fim, recordando que o segmento dos “cafés verdes” (in natura) não foi contemplado por programas de apoio anunciados pelo governo federal, o Cecafé manifesta que o início desse processo, que é capaz de levar à aplicação da Lei de Reciprocidade Econômica contra os Estados Unidos, pode ter efeito contrário ao desejado pelo governo brasileiro.

Isso acontece porque, ao invés de possibilitar um ambiente “normal” para os compromissos do setor privado, na próxima semana, nos EUA, o Cecafé argumenta que tal iniciativa deverá colocar a comitiva em um ambiente turbulento, com ânimos ainda mais exaltados, além de abrir a possibilidade para uma tréplica, uma nova retaliação do governo norte-americano.



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Soja segue o ritmo da semana e lentidão é destaque no mercado da oleaginosa



O mercado brasileiro de soja manteve o mesmo ritmo ao longo da semana, com poucas ofertas no físico. De acordo com o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, os produtores seguem firmes nas pedidas, o que mantém o spread elevado entre comprador e vendedor.

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A soja disponível aparece apenas em algumas indicações nominais, sem negócios efetivos. A safra antecipada também teve pouca movimentação nos últimos dias, apontou o consultor.

Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), as oscilações foram pequenas, com certa volatilidade, mas sem alterações relevantes. Conforme Silveira, os prêmios ajustaram levemente e, no físico, os preços ficaram entre estáveis e um pouco mais altos em algumas praças, mas só como referência, sem negócios reportados.

Soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 133,00 para R$ 134,00
  • Santa Rosa (RS): subiu de R$ 134,00 para R$ 135,00
  • Rio Grande (RS): manteve em R$ 139,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 134,00 para R$ 135,00
  • Paranaguá (PR): subiu de R$ 139,00 para R$ 140,00
  • Rondonópolis (MT): caiu de R$ 127,00 para R$ 126,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 127,00
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 124,00 para R$ 125,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sexta-feira com preços mais altos, recuperando parte das perdas da semana e ampliando os ganhos de agosto, que superaram 7%. O dia foi de volatilidade e ajustes de carteira, em função do final do mês e do feriado prolongado.

Nos fundamentos, poucas mudanças. O clima segue beneficiando as lavouras americanas e a expectativa é de safra cheia, embora menor que a inicialmente prevista. O mercado segue atento à demanda chinesa e às negociações comerciais entre os dois países.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em setembro fecharam com alta de 8,50 centavos de dólar, ou 0,82%, a US$ 10,36 3/4 por bushel. A posição novembro encerrou a US$ 10,54 1/2 por bushel, com avanço de 6,50 centavos ou 0,62%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com alta de US$ 1,70, ou 0,59%, a US$ 289,00 por tonelada. No óleo, os contratos para dezembro caíram 0,29 centavo ou 0,55%, a 52,14 centavos de dólar por libra-peso.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,29%, sendo negociado a R$ 5,4219 para venda e a R$ 5,4199 para compra. Durante o dia, a moeda oscilou entre a mínima de R$ 5,4128 e a máxima de R$ 5,4531. Na semana, acumulou leve desvalorização de 0,06%, enquanto no mês o recuo foi de 3,18%.



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