domingo, maio 3, 2026

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Preços do boi gordo hoje: confira as cotações no 1º dia de setembro


boiada, carne orgânica do Pantanal, boi
Foto: Raquel Brunelli/Embrapa

O mercado físico do boi gordo iniciou a semana sem apresentar mudanças significativas no padrão das negociações, com acomodação nas principais praças pecuárias.

De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, os frigoríficos, em especial os de maior porte, ainda dispõem de animais de parceria (contratos a termo), além da utilização de confinamento próprio para suprir suas necessidades, o que mantém uma frente de relativo conforto em suas escalas de abate.

“A demanda ainda é um ponto relevante a ser considerado, em especial quando se trata das exportações, em um ritmo acelerado de embarques no decorrer do ano”, disse.

Preços médios da arroba do boi

  • São Paulo: R$ 313,58 — na sexta: R$ 313,00
  • Goiás: R$ 307,86 — R$ 307,14
  • Minas Gerais: R$ 303,24 — R$ 304,12
  • Mato Grosso do Sul: R$ 316,14 — R$ 316,59
  • Mato Grosso: R$ 313,72 — R$ 313,18

Mercado atacadista

O mercado atacadista teve preços firmes para a carne bovina nesta segunda-feira (1). Segundo Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere por reajustes dos preços ao longo da primeira quinzena do mês, considerando a entrada dos salários na economia como motivador da reposição entre atacado e varejo.

“Por outro lado, a carne de frango ainda dispõe de maior competitividade ante as proteínas concorrentes, em especial se comparado a carne bovina“, ressalta.

O quarto traseiro segue cotado a R$ 22,90, por quilo; o quarto dianteiro ainda é precificado a R$ 18,25, por quilo; e a ponta de agulha segue no patamar de R$ 17,25.

Câmbio

O dólar comercial encerrou em alta de 0,31%, sendo negociado a R$ 5,4390 para venda e a R$ 5,4370 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4154 e a máxima de R$ 5,4494.

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AgroNewsPolítica & Agro

fatores de alta e baixa


O mercado global de trigo apresenta movimentos mistos, com fatores de alta e baixa impactando os preços nos últimos meses. Segundo a TF Agroeconômica, a Ucrânia registrou uma redução de 24,62% nas exportações de trigo entre 1º de julho e 28 de agosto de 2025, embarcando 2,55 milhões de toneladas contra 3,39 milhões de toneladas no mesmo período do ano anterior, influenciando positivamente os preços internacionais. No Brasil, a expectativa de uma safra menor, apesar do bom desenvolvimento das áreas plantadas, também deve pressionar os valores, mas apenas após o período de colheita, que deve se estender de setembro de 2025 a janeiro/fevereiro de 2026.

Entre os fatores que exercem pressão de baixa sobre os preços está o avanço rápido da colheita de trigo de primavera nos Estados Unidos, nas Grandes Planícies do Norte, que se beneficiam de clima seco e favorecem uma maior oferta ao mercado. A Austrália também projeta uma produção acima do esperado, estimada entre 32 e 35 milhões de toneladas, acima das 31 milhões indicadas pelo USDA, contribuindo para reduzir os preços globais.

A situação na Argentina é favorável à produção, conforme relatório semanal da BCBA – Bolsa de Cereales de Buenos Aires, que indica que 84,8% da área de trigo possui condições hídricas adequadas ou ótimas, com 99,5% das lavouras em estado normal ou excelente. A BCR, de Rosário, estima uma produção de 20,21 milhões de toneladas, somada a um saldo do ano anterior de 1,5 milhão de toneladas, aumentando em 4 milhões de toneladas a disponibilidade de trigo no país, pressionando o mercado.

No Brasil, a aproximação da colheita também contribuiu para o recuo dos preços de forma sazonal. Dados do CEPEA apontam queda de 1,14% no Paraná e 4,67% no Rio Grande do Sul ao longo do mês, refletindo o aumento da oferta local antes do início da colheita e reforçando o comportamento típico do mercado interno nesse período.

 





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Pecuária em MS: os campeões do Circuito Nelore em Nova Andradina


Pecuaristas, a celebração da qualidade na pecuária brasileira tem um palco de destaque: o Circuito Nelore de Qualidade. Em Nova Andradina, no estado de Mato Grosso do Sul, o evento se reuniu para premiar os campeões que estão fazendo um trabalho de ponta com a raça.Já clica aí pra assistir ao vídeo abaixo e conferir essa história que é pura inspiração e reconhecimento para a pecuária nacional!

Essa celebração da qualidade do nelore foi o grande assunto do quadro Giro pelo Brasil desta segunda-feira (1º).

O tradicional quadro do programa Giro do Boi, do Canal Rural, mostra como o Brasil está produzindo carne de alta qualidade, segura e com rastreabilidade para os consumidores. A história de hoje é um desses bons exemplos da pecuária de corte da “prateleira de cima”.

Quem fez questão de apresentar em primeira mão os resultados dessa etapa importante foi o Robson Procópio, originador da unidade da Friboi de Nova Andradina, no estado de Mato Grosso do Sul.

Robson mostrou a lista dos pecuaristas campeões da 10ª etapa nacional do Circuito Nelore de Qualidade 2025, que aconteceu no dia 22 de agosto.

 etapa reuniu 577 cabeças de bovinos para terem suas carcaças avaliadas, vindas de cinco produtores diferentes. No total, foram 358 machos e 219 fêmeas, mostrando a força e a dedicação da pecuária da região.

Os campeões da etapa de Nova Andradina

Foto: Divulgação/Friboi de Nova Andradina (MS)Foto: Divulgação/Friboi de Nova Andradina (MS)
Foto: Divulgação/Friboi de Nova Andradina (MS)

E, claro, teve premiação para quem fez bonito! O Circuito Nelore de Qualidade, realizado pela Associação dos Criadores de Nelore do Brasil (ACNB), reconheceu o trabalho e a dedicação dos pecuaristas que se destacaram:

  • Pódio Novilhas Nelore:
    • 1º lugar: Ricardo José Silva, da Fazenda Santo Antônio do Buriti, em Três Lagoas (MS).
    • 2º lugar: Espólio de Annes Salim Saad, da Fazenda Gaeiro, em Nova Alvorada do Sul (MS).
  • Pódio Machos Nelore:
    • 1º lugar: Paula Ferreira Martins, da Fazenda Dois Irmãos, em Bataguassu (MS).
    • 2º lugar: Carlos Molina, da Fazenda Triângulo, em Nova Andradina (MS).
    • 3º lugar: Ricardo José Silva, da Fazenda Santo Antônio do Buriti, em Três Lagoas (MS). O pecuarista foi bicampeão na etapa.

Os resultados demonstram a excelência de produtores do estado de Mato Grosso do Sul em produzir gado nelore de alta qualidade, com um trabalho que se traduz em peso, rendimento de carcaça e maior rentabilidade.



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Brasil enfrenta ‘calorão’ em setembro; chuvas à vista irão ‘castigar’ as regiões?



O início de setembro indica a formação de um ciclone próximo à Argentina, que deve provocar temporais localizados no Mato Grosso do Sul. No entanto, não há previsão de chuva volumosa para o Brasil Central neste começo de mês.

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As temperaturas seguem elevadas, principalmente no Centro-Oeste, no interior do Matopiba e no Sudeste, com máximas que podem chegar aos 40°C nas regiões mais quentes do interior. Essa tendência se mantém até meados de setembro, aproximadamente entre os dias 20 e 22, quando começa oficialmente a primavera.

Quando as chuvas chegam?

A previsão indica que as chuvas devem se intensificar apenas no final do mês, o que é importante para o planejamento dos produtores de soja. Para o Sudeste, o interior do Matopiba e o Centro-Oeste, a chuva deve voltar acima da média, mas de forma gradual.

Nos próximos cinco dias, portanto, não se espera precipitação no Brasil Central. Essa condição se mantém até a próxima semana, antes do fechamento da primeira quinzena.

Chuva em MS

Para São Gabriel do Oeste (MS) a previsão aponta pouca chuva entre os dias 10 e 12, com acumulados de cerca de 10 mm. Somente a partir do dia 22 é que as chuvas devem ganhar ritmo, somando aproximadamente 50 mm, o que garantirá reposição hídrica adequada do solo.

Entre os dias 7 e 11 de setembro, ainda não há expectativa de chuva volumosa no interior da região, exceto em Rondônia e no noroeste de Mato Grosso.

O que o produtor deve esperar

Portanto, os produtores que planejam iniciar a semeadura da safra 2025/26 devem tomar cuidado: até a virada do mês, as temperaturas devem permanecer elevadas, e a chuva só deve ocorrer na última semana de setembro.



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Hortênsia é resgatada em projeto que une turismo, educação e identidade rural



O Projeto Hortênsias será lançado durante a 37ª edição do Festuris, em Gramado, com o objetivo de resgatar a flor como símbolo cultural da Região das Hortênsias, na Serra Gaúcha, Rio Grande do Sul.

Em 2025, foram plantadas mais de 1,2 milhão de mudas em Gramado e outras 120 mil em Canela, reforçando a presença da flor na região.

Segundo a CEO do Festuris, Marta Rossi, o projeto busca reviver o valor simbólico da hortênsia como expressão de hospitalidade, cuidado com o território e pertencimento, aproximando alunos das escolas municipais de empresários e profissionais do turismo.

“Trabalhar o turismo desde a escola, especialmente em cidades com vocação turística, é fundamental para formar cidadãos conscientes do valor que a hospitalidade tem em nossa cultura. O Projeto Hortênsias reforça esse elo entre educação, identidade local e desenvolvimento sustentável do turismo”, destaca.

A hortênsia é recolocada no centro de um processo de reconexão com as origens da região, onde turismo, comunidade e paisagem sempre caminharam juntos.

Iniciativa educacional

Um dos pilares do projeto é a integração com a rede de ensino. Alunos participarão de atividades que incluem a distribuição de materiais didáticos, oficinas e conteúdos sobre a importância da hortênsia como símbolo local. A iniciativa visa construir um legado cultural desde a infância, conectando gerações por meio da flor que moldou a identidade da cidade.

Além disso, estão previstas ações de plantio de hortênsias, criação de um livro infantil e um jogo pedagógico, reforçando o compromisso com a educação e conhecimento local.

Feira Internacional de Turismo de Gramado

A Feira Internacional de Turismo de Gramado (Festuris) é realizada anualmente na Serra Gaúcha, no Rio Grande do Sul. Criada há mais de três décadas, a feira se consolidou como um dos principais eventos de negócios turísticos das Américas, reunindo empresas, destinos e profissionais do setor.

O encontro promove networking, troca de experiências e debates sobre temas relevantes para o turismo mundial, além de contribuir para o desenvolvimento da atividade no país.


Programação da Festuris

  • Data: 06 a 09 de novembro de 2025
  • Horário: a partir das 8h30
  • Onde: Serra Park, Gramado, Rio Grande do Sul.
  • Saiba mais no site do evento.



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Como ficaram os preços de soja no primeiro dia de setembro?



O mercado brasileiro de soja iniciou a semana com comercialização travada e preços estabilizados. O analista e consultor da Safras & Mercado, Rafael Silveira, destacou que não houve negócios de volume consistente.

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“Sempre aparece um lote ou outro, mas nada de volume. A comercialização já estava lenta na semana passada e agora parou de vez”, disse Silveira. “Sem Chicago, hoje foi feriado nos Estados Unidos. Ninguém quer arriscar, mesmo com essa alta leve do dólar”, completou.

O consultor ressalta que os preços observados nesta segunda-feira são apenas uma referência. “Na safra antecipada também quase não tivemos movimento, ninguém fixando. No geral, dia bem parado, todo mundo só esperando a CBOT”, acrescentou.

O cenário reflete uma combinação de fatores: a ausência de negócios de volume, o feriado nos Estados Unidos e a cautela dos produtores e tradings diante das expectativas para a Bolsa de Chicago (CBOT), principal referência internacional para a soja.

No mercado físico, os preços no Brasil foram:

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 134,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 135,00
  • Rio Grande (RS): manteve em R$ 139,00
  • Cascavel (PR): manteve em R$ 135,00
  • Paranaguá (PR): manteve em R$ 140,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 126,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 127,00
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 125,00

Soja em Chicago

Devido ao feriado do Dia do Trabalho nos Estados Unidos, não houve pregão nesta segunda-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). As operações serão retomadas na terça-feira.

Câmbio

O dólar comercial encerrou em alta de 0,31%, sendo negociado a R$ 5,4390 para venda e R$ 5,4370 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4154 e a máxima de R$ 5,449



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Imea mantém estimativa de queda de 7,29% na produção de soja em MT



O Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) manteve a projeção de produção de soja em Mato Grosso para a safra 2025/26 em 47,18 milhões de toneladas, o que representa uma queda de 7,29% em relação ao ciclo anterior. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (1º) no relatório de oferta e demanda da instituição.

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Segundo o NOAA, a primeira quinzena de setembro deve registrar ausência de chuvas em grande parte do estado, cenário que pode comprometer a germinação das lavouras e atrasar o início do plantio.

Além do clima adverso, pesam sobre a temporada fatores como custos de produção elevados, preços futuros em baixa e juros altos, que limitam os investimentos.

Oferta e demanda de soja

Entre janeiro e julho de 2025, as exportações de soja de Mato Grosso avançaram 2,49% em comparação ao mesmo período de 2023, quando o estado registrou recorde de embarques. Com esse desempenho, o Imea manteve a previsão de exportações da safra 2024/25 em 30,80 milhões de toneladas.

O esmagamento também segue aquecido, puxado pela demanda por óleo de soja diante do aumento da mistura obrigatória de biodiesel, mantendo a projeção de consumo interno em 12,99 milhões de toneladas. Os estoques finais da safra 2024/25 foram estimados em 1,36 milhão de toneladas.

Para a safra 2025/26, o Imea prevê exportações de 29,83 milhões de toneladas, uma redução de 3,16% frente ao ciclo anterior. O processamento, por outro lado, deve crescer, com expectativa de 13,24 milhões de toneladas destinadas ao esmagamento, impulsionado pelo avanço do biodiesel. Já os estoques finais foram projetados em 0,94 milhão de tonelada, queda de 31,04% na comparação anual.



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Da compra de insumos ao cocho: como a logística garante o lucro do pecuarista


Pecuaristas, o custo com a dieta de confinamento representa a maior parte dos gastos na engorda. Para garantir uma dieta boa e barata, é preciso uma logística de compra de insumos de alta precisão. A JBS, que engorda mais de 200 mil bois por ano em seus boitéis, tem uma equipe dedicada a essa tarefa complexa, que se traduz em mais lucro para o produtor. Assista ao vídeo e confira.

Nesta reportagem, o Giro do Boi entrevistou Rodrigo Guimarães, executivo da mesa de compra de insumos dos boitéis JBS.

Ele explicou como o planejamento de aquisição, a logística e a busca por coprodutos regionais são estratégias que se refletem na construção de margem para o pecuarista cliente da engorda terceirizada.

Logística e planejamento para reduzir custos

Bovinos em área de confinamento no Boitel JBS de Guaiçara (SP). Foto: Reprodução/Giro do BoiBovinos em área de confinamento no Boitel JBS de Guaiçara (SP). Foto: Reprodução/Giro do Boi
Bovinos em área de confinamento no Boitel JBS de Guaiçara (SP). Foto: Reprodução/Giro do Boi

A gestão de insumos é um dos pilares da “cozinha do boi”. Rodrigo Guimarães ressalta que, com 70% do custo da engorda vindo da dieta, é fundamental ser assertivo na compra.

A equipe da JBS atua com um planejamento de médio e longo prazo, aproveitando as janelas de oportunidade do mercado para garantir os melhores preços.

  • Antecipação: A equipe antecipa os movimentos do mercado, como a entrada da safrinha, quando o preço do milho é pressionado pela maior disponibilidade, e o pecuarista se beneficia de um preço de insumos mais baixo.
  • Regionalidade: Cada confinamento tem sua particularidade regional. A equipe busca os melhores insumos e coprodutos locais para formular a dieta. Em Guaiçara, no estado de São Paulo, por exemplo, usa-se o farelo de amendoim, subprodutos de cana (silagem e bagaço), DDG e gérmen de milho. No estado de Mato Grosso, a dieta é mais “quente”, com maior disponibilidade de milho.
  • Armazenagem: A empresa tenta armazenar o máximo possível de insumos, para garantir a qualidade e diluir o custo ao longo do ano, evitando a compra em períodos de alta de preços.
  • Volume: O volume de compra (só Guaiçara trabalhou com 60 mil toneladas de insumos no ano passado) permite uma melhor negociação e a redução do custo por tonelada, um benefício que o pequeno e médio produtor não teria individualmente.

Sinergia e competitividade

Confinamento de bovinos de corte da JBS em Guaiçara (SP). Foto: Reprodução/Giro do BoiConfinamento de bovinos de corte da JBS em Guaiçara (SP). Foto: Reprodução/Giro do Boi
Confinamento de bovinos de corte da JBS em Guaiçara (SP). Foto: Reprodução/Giro do Boi

A compra de insumos não é um trabalho isolado. É uma engrenagem que tem que rodar em sinergia com a equipe de nutrição, as consultorias e os gerentes regionais.

O objetivo é formular uma dieta boa, que entregue a performance esperada, com o custo mais competitivo possível, para que o pecuarista tenha um bom resultado.

A competitividade dos boitéis JBS é um reflexo desse trabalho. Rodrigo Guimarães afirma que a casa cheia é um sinal de que a empresa está competitiva no mercado. O resultado é um jogo em que todos ganham: a JBS, com boi de qualidade, e o pecuarista, com um resultado econômico positivo.



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Expointer tem público recorde em fim de semana de estreia


Um período de calor atípico no inverno gaúcho contribuiu para que a 48ª Expointer registrasse público recorde no primeiro fim de semana. De acordo com os números oficiais, 258.940 pessoas estiveram no Parque Estadual de Exposições Assis Brasil, em Esteio, entre sábado (30) e domingo (31). O volume é o maior já registrado em dois dias desde o início da série histórica, há dez anos.

No sábado, data de abertura da feira, foram contabilizados 119.539 visitantes, número que superou a marca histórica para o primeiro dia do evento. O movimento intenso se manteve no domingo, consolidando o novo recorde de público.

Além da presença de visitantes, a edição deste ano também alcançou o maior número de animais inscritos em toda a história da feira, somando 6.696 exemplares, entre rústicos e de argola. A ovinocultura aparece como destaque, reunindo 997 ovinos.

Veja também: Agrolink marca presença na Expointer com cobertura especial

O pavilhão das agroindústrias registrou igualmente números inéditos, com 456 empreendimentos reunidos. As vendas no espaço tiveram crescimento expressivo: nos dois primeiros dias, o montante chegou a R$ 3.049.992,75, aumento de 35,43% em comparação com o mesmo período de 2024, quando foram movimentados R$ 2.252.141,87.

Com programação até 7 de setembro, a 48ª Expointer apresenta expositores de máquinas e implementos agrícolas, pecuária de elite, agricultura familiar, artesanato e atrações culturais. A organização projeta que o público total ultrapasse o da edição passada, reforçando a feira como vitrine nacional do agronegócio e espaço de aproximação entre o campo e a cidade.

O portal Agrolink acompanha o evento a partir de um estúdio instalado no espaço do Sindicato das Indústrias de Máquinas e Implementos Agrícolas do Rio Grande do Sul (Simers), com entrevistas, reportagens e análises em tempo real.





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