domingo, maio 3, 2026

Agro

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Aprosoja TO reforça importância de planejamento e inovação para uma boa safra de soja



Com o início do ciclo agrícola 2025/2026 se aproximando, produtores de soja e milho de Tocantins se preparam para uma safra que exigirá atenção redobrada à produtividade e ao uso racional de insumos. Diante de custos elevados e desafios logísticos, o planejamento pré-plantio e a adoção de tecnologias de precisão se tornam essenciais para garantir competitividade e sustentabilidade.

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O vice-presidente da Aprosoja Tocantins e produtor rural, Thiago Facco, afirma que o momento exige decisões estratégicas em todas as etapas da produção. ”Com o custo de produção elevado, precisamos ser estratégicos tanto na comercialização quanto na aquisição e aplicação de insumos, especialmente fertilizantes, que seguem caros. Ferramentas como agricultura de precisão permitem aplicar o produto apenas onde é necessário e, nas áreas com excesso, aproveitar a chamada ‘poupança do solo”, comenta.

Facco ressalta que inovação e manejo eficiente são fundamentais para manter a competitividade. “O Tocantins está no mesmo nível tecnológico de outros estados produtores, mas, por ser uma fronteira agrícola, enfrenta custos logísticos mais altos e fluxo de caixa mais apertado. É fundamental extrair o máximo das tecnologias e conduzir os tratos culturais de forma eficiente para garantir rentabilidade, mesmo com margens de lucro reduzidas”, acrescenta.

Práticas sustentáveis para a soja

A Aprosoja Tocantins reforça práticas que unem produtividade e conservação ambiental, como o aumento do aporte de matéria orgânica no solo, prevenção de queimadas e redução no uso de produtos químicos. A entidade trabalha para consolidar um modelo agrícola sustentável e economicamente viável a longo prazo.

O engenheiro-agrônomo e inspetor de Defesa Agropecuária da ADAPEC, Cleovan Barbosa, responsável pela fiscalização e monitoramento fitossanitário no Estado, orienta os produtores sobre a janela oficial de plantio da soja, que vai de 1º de outubro a 15 de janeiro, lembrando que o plantio só pode ocorrer uma vez por ciclo na mesma área. “O cadastro anual da lavoura é obrigatório e pode ser feito em qualquer escritório da ADAPEC. Agora é hora de garantir que os insumos estejam adquiridos e o maquinário revisado para iniciar o plantio assim que a janela for aberta”, destaca.

Barbosa reforça que a adoção de novas tecnologias é estratégica para a competitividade do setor. “O Tocantins é hoje o maior produtor de grãos da região Norte e o segundo da região Norte-Nordeste, atrás apenas da Bahia. Incorporar tecnologias que melhorem a eficiência e preservem o patrimônio fitossanitário é fundamental para manter essa posição”, conclui.



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Juros devem frear crescimento da economia por mais tempo



O Brasil deve conviver com um cenário de desaceleração econômica nos próximos meses. A avaliação é do economista-chefe da Frente Corretora, Fabrizio Velloni. Segundo ele, a taxa básica de juros em 15% cumpre o papel de conter a inflação, mas também limita o ritmo de crescimento do país.

“O juro alto tem exatamente essa função de segurar a atividade. Ele desacelera a economia basicamente para controlar pressões inflacionárias”, explica Velloni. “Além disso, parte da Selic funciona como um prêmio de risco para atrair dólares, o que ajuda a manter o câmbio mais comportado.”

Para o economista, o efeito da Selic sobre o crescimento é esperado e necessário. “Quando começarmos a abrir espaço para cortes de juros, isso deve gerar alguma expectativa de aceleração econômica, mas ainda não estamos nesse ponto.”

Agro e os impactos do tarifaço

No campo, o economista chama a atenção para a combinação de fatores que afetam o desempenho. Além da queda nos preços internacionais das commodities, o setor sofre com as tarifas impostas pelos Estados Unidos. “O agro é um dos segmentos mais penalizados nesse momento, com expectativa de redução da demanda no curto e médio prazo”, afirma.

Velloni lembra que, historicamente, o agro já foi um dos principais motores do crescimento do país. “Em outros anos, o setor puxou com força o crescimento do Brasil, principalmente por causa da demanda mundial por commodities e das supersafras que conseguimos produzir.”

Os dados do PIB divulgados nesta terça-feira (2) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) confirmam a perda de ritmo da economia. O indicador cresceu 0,4% no segundo trimestre de 2025 frente aos três meses anteriores. 

O resultado foi puxado por serviços (+0,6%) e indústria (+0,5%), enquanto a agropecuária recuou 0,1%. Na comparação anual, no entanto, o setor agro registrou alta expressiva de 10,1%, impulsionado por milho, soja, arroz, algodão e café.

Pressão dos juros deve continuar

Apesar da sequência de 16 trimestres de crescimento e do maior patamar da série histórica iniciada em 1996, o desempenho do PIB ficou abaixo do registrado no início do ano, quando a economia brasileira havia avançado 1,3%. Para Velloni, a retomada só deve ganhar fôlego quando houver espaço para cortes na taxa de juros.



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Qual o segredo para lucrar com a soja?



Diante desse cenário, a recomendação é manter disciplina



Diante desse cenário, a recomendação é manter disciplina
Diante desse cenário, a recomendação é manter disciplina – Foto: Expodireto Cotrijal

O mercado da soja segue cercado de incertezas, e os produtores precisam se apoiar mais na gestão financeira do que nas oscilações de preços. De acordo com a TF Agroeconômica, a principal recomendação é clara: siga o seu lucro. A consultoria reforça que cada agricultor deve calcular corretamente os seus custos de produção e manter uma série histórica dos resultados. Quando os preços alcançarem níveis próximos aos de lucro esperado, a venda deve ser realizada sem hesitar, evitando o risco de esperar por novas altas que podem não se concretizar.

Entre os fatores de alta que sustentam os preços, o clima adverso nos Estados Unidos é destaque. A falta de chuvas no cinturão de soja e milho tem prejudicado as lavouras e aumentado a área com seca moderada, o que pode reduzir a produtividade. Além disso, o relatório semanal do USDA mostrou exportações acima do esperado, com vendas de mais de 1,3 milhão de toneladas de soja para a safra 2025/26. No Brasil, as compras consistentes da China também ajudam a segurar os preços, como indicam os números do CEPEA para Paranaguá, com valorização acumulada de 0,97% no mês.

Por outro lado, fatores de baixa pressionam o mercado. A China tem buscado diversificar seus fornecedores e já reservou volumes expressivos de soja da Argentina e do Uruguai para embarque nos próximos meses, podendo alcançar até 10 milhões de toneladas no ciclo 2025/26. Esse movimento reduz a dependência do produto americano e pode limitar novas altas internacionais. Além disso, no Brasil, a baixa demanda por farelo e óleo de soja, associada ao fraco desempenho do programa B30, impede que os preços subam com maior intensidade.

Diante desse cenário, a recomendação é manter disciplina e foco no planejamento financeiro. Mais do que nunca, a decisão de venda deve ser guiada pela calculadora do produtor, e não pelo “achismo” do mercado. Essa postura estratégica é fundamental para garantir margens positivas mesmo em um ambiente de volatilidade e competição global.

 





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Nelore e IA: a ultrassonografia que revoluciona a genética da raça


Pecuaristas, a tecnologia está transformando a pecuária, e o futuro da raça nelore pode estar na combinação da inteligência artificial e da ultrassonografia. Um estudo de doutorado de um técnico da ABCZ, defendido na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), revelou um grande potencial para a predição de prenhez em novilhas e a herdabilidade da qualidade da carne. Assista ao vídeo abaixo e confira os detalhes dessa novidade.

Nesta entrevista no programa Giro do Boi, o médico-veterinário Feliciano Benedetti de Freitas, técnico da ABCZ há 15 anos e autor da pesquisa, detalhou como a inovação pode entregar soluções práticas e revolucionar a produtividade e a rentabilidade da raça nelore. Ele falou diretamente de Cuiabá, no estado de Mato Grosso.

Inteligência artificial e precocidade sexual em novilhas

Procedimente de ultrassonografia em bovinos. Foto: Divulgação/ABCZ
Procedimente de ultrassonografia em bovinos. Foto: Divulgação/ABCZ

O primeiro artigo da tese de Feliciano Benedetti de Freitas utilizou algoritmos de machine learning (aprendizado de máquina) para prever, com base em dados fenotípicos, quais novilhas têm maior probabilidade de emprenhar mais cedo.

O estudo, que analisou 1.167 fêmeas da Fazenda Porto do Campo (Agropecuária Fogliatelli), provou que é possível agilizar a tomada de decisão do pecuarista e selecionar as fêmeas com maior precocidade sexual e melhor aproveitamento nutricional.

O uso da inteligência artificial permite ao criador formar rebanhos mais produtivos e lucrativos, reduzindo o intervalo entre gerações e otimizando o manejo reprodutivo.

Ultrassonografia e a qualidade da carne nelore

Pecuarista Shiro Nishimura. Foto: Divulgação/Associação Confraria da Carcaça Nelore
Pecuarista Shiro Nishimura. Foto: Divulgação/Associação Confraria da Carcaça Nelore

O segundo artigo da tese, que utilizou dados de mais de 6 mil animais da Fazenda Araponga (Jaciara, no estado de Mato Grosso), investigou a herdabilidade e as correlações genéticas entre o peso corporal e as características de carcaça, avaliadas por ultrassonografia. As variáveis analisadas foram:

  • Área de olho de lombo (AOL): A área muscular do lombo, um indicador de rendimento.
  • Espessura de gordura subcutânea (EGS): A camada de gordura que protege a carcaça.
  • Marmoreio (MAR): A gordura entre as fibras musculares, que confere sabor e maciez.
  • Índice RATIO: O formato das peças musculares.

O estudo mostrou que essas características têm uma herdabilidade de moderada a alta. Isso significa que é possível realizar acasalamentos dirigidos para animais mais precoces, com carcaça de melhor rendimento e carne de qualidade superior.

Os resultados confirmam que a raça nelore, com uma seleção tecnicamente bem conduzida, tem uma enorme capacidade de evolução genética e produtiva.

O potencial para revolucionar a pecuária zebuína

Cortes de carne Nelore com alto marmoreio. Foto: Divulgação/Associação Confraria da Carcaça Nelore
Cortes de carne Nelore com alto marmoreio. Foto: Divulgação/Associação Confraria da Carcaça Nelore

A tese de doutorado de Feliciano Benedetti de Freitas, com seus dois artigos científicos, tem o potencial de revolucionar a pecuária zebuína.

Nos Estados Unidos, características como AOL, EGS e MAR são fundamentais para o pagamento ao produtor e definem os padrões de rendimento e qualidade da carne. Com o uso da ultrassonografia, agora é possível aplicar o mesmo modelo ao nelore no Brasil.

A adoção de tecnologias como machine learning e ultrassonografia aponta caminhos concretos para:

  • Antecipar a entrada de fêmeas na reprodução: Reduzindo o intervalo entre gerações e aumentando a eficiência da cria.
  • Selecionar animais superiores: Com base em dados objetivos e não apenas em fenótipo.
  • Direcionar acasalamentos: Com foco em características desejáveis, como marmoreio e espessura de gordura.

O trabalho de Feliciano, que é técnico da ABCZ há 15 anos, reforça a relevância e a aplicabilidade prática do estudo. É um passo importante para que o nelore continue sua evolução e se consolide como uma raça de alta performance para a produção de carne de qualidade.



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Brasil vive momento favorável para reduzir a dependência externa de fertilizantes, diz Alckmin



O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, afirmou nesta terça-feira (2), que o Brasil vive um momento favorável para reduzir a dependência externa de fertilizantes. A declaração foi feita em vídeo exibido durante a abertura do 12º Congresso Brasileiro de Fertilizantes, promovido pela Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda), em São Paulo.

Segundo o vice-presidente, o governo federal tem atuado para fortalecer a produção nacional. “Por meio do Conselho Nacional de Fertilizantes, o governo do presidente Lula está trabalhando na implementação de um conjunto de projetos estratégicos, públicos e privados, para impulsionar o setor”, afirmou.

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Alckmin destacou ainda o papel do programa Biofert, que oferece crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) com recursos do Fundo Clima. “Com o programa Biofert, o BNDES criou uma linha de crédito para apoiar a instalação e conversão de unidades produtivas para a produção de fertilizantes orgânicos e organominerais”, explicou.

Entre os projetos em andamento, o vice-presidente citou o Complexo de Serra do Salitre, que deve responder por 15% da oferta nacional de fosfatados, além da retomada das unidades da Petrobras na Bahia e em Sergipe e da Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (Fafen), em Araucária (PR). “Essas unidades poderão suprir cerca de 20% da demanda nacional de nitrogenados, reduzindo nossa dependência de importações”, afirmou.

Ele também destacou a importância do projeto em Autazes (AM), voltado para a produção de potássio. “O projeto poderá produzir cerca de 20% da nossa demanda por cloreto de potássio”, disse.



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Safra 25/26 inicia com relações de troca desfavoráveis, aponta empresa global



O Brasil inicia a safra 2025/26 em um dos cenários mais desafiadores dos últimos anos no mercado de fertilizantes, com relações de troca bastante desfavoráveis. De acordo com a StoneX, empresa global de serviços financeiros, esse movimento é observado em outros países e tende a pressionar as margens dos agricultores e colocar em dificuldades os produtores que não possuem um bom gerenciamento de custos e de risco.

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Segundo o analista de Inteligência de Mercado, Tomás Pernías, a última vez em que se registrou uma relação de troca semelhante foi em 2022, quando a guerra entre Rússia e Ucrânia disparou os preços dos fertilizantes.

No caso do MAP (fosfatado), a oferta global segue apertada, com disputa acirrada entre compradores. “Em momentos críticos, o produtor precisou de ao menos 30 sacas de soja para adquirir uma tonelada de MAP. Isso levou importadores brasileiros a buscar alternativas com fósforo menos concentrado, que às vezes ofereciam melhor custo-benefício”, afirma Pernías.

A ureia também registrou alta volatilidade ao longo de 2025. Restrições de exportação da China reduziram a oferta, enquanto a Índia manteve compras ativas, sustentando os preços internacionais.

O que os produtores podem esperar

Nos últimos dias, surgiram sinais de alívio. A China retomou parcialmente as exportações de fosfatados, e a demanda internacional mostrou resistência a preços mais altos, gerando quedas recentes nas cotações. Ainda assim, como parte das compras brasileiras já foi concluída, os custos elevados deverão ser absorvidos pelos produtores nesta temporada.



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Soja fecha agosto em alta na CBOT


O mercado da soja em Chicago (CBOT) encerrou agosto em forte valorização, influenciado por preocupações com o clima nos Estados Unidos, maior produtor mundial. Segundo a TF Agroeconômica, o contrato de soja para setembro, referência para a safra brasileira, fechou em alta de 0,83%, a US$ 1.036,75 por bushel, enquanto o contrato de novembro avançou 0,62%, a US$ 1.054,50.

Os derivados da soja tiveram desempenhos distintos: o farelo para setembro recuou 0,94%, cotado a US$ 283,60 por tonelada curta, enquanto o óleo caiu 0,54%, encerrando a US$ 51,47 por libra-peso. A valorização do grão foi impulsionada pela falta de chuvas no cinturão agrícola americano, que pode comprometer a produtividade, e também por uma demanda externa que compensou a queda nas compras chinesas oficiais.

Apesar da alta diária, a semana registrou queda: o contrato de soja para novembro perdeu 0,38% (-US$ 4,00/bushel), o farelo caiu 1,7% (-US$ 4,9/ton curta) e o óleo recuou 5,9% (-US$ 3,24/libra-peso) nos contratos de outubro. Essa volatilidade reflete ajustes na demanda global e cortes na safra americana, mantendo o mercado atento às oscilações e aos riscos climáticos.

No acumulado do mês, a soja apresentou forte valorização de 6,6% (+US$ 65,25/bushel), o farelo subiu 5,2% (+US$ 13,9/ton curta), enquanto o óleo registrou queda de 4,75% (-US$ 2,60/libra-peso). Esses resultados mostram como fatores climáticos e comerciais impactam de forma distinta os produtos derivados da soja, influenciando diretamente a estratégia de venda e armazenamento de produtores e exportadores brasileiros.

 





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‘Safra de soja será desafiadora, com custos altos e preços baixos’, aponta presidente da Aprosoja SP



O plantio de soja foi liberado nesta segunda-feira (1º) em áreas de São Paulo e do Paraná, conforme o calendário do vazio sanitário contra a ferrugem asiática. Produtores já podem iniciar a semeadura nas regiões autorizadas. Para orientar os agricultores e destacar as expectativas da safra, o Soja Brasil ouviu os presidentes da Aprosoja nos dois estados.

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Aprosoja São Paulo comenta

Em São Paulo, o presidente da Aprosoja, Andrey Rodrigues, reforça a necessidade de cautela neste início de semeadura. ”Gostaria de dizer a todos os produtores que avaliem bem as condições e os prognósticos climáticos antes da semeadura. Estamos diante de uma safra desafiadora, com preços baixos e custos altos”, comenta.

Ele ressalta que o momento exige atenção redobrada. ”A cautela precisa ser muito grande. Fizemos nossa parte em sustentabilidade, manejo de solos e culturas de inverno, mas viemos de safras frustrantes. Não podemos errar novamente. O produtor está numa fase difícil e precisa acertar para colher bons frutos e seguir firme na atividade”, acrescenta.

Soja no Paraná

No Paraná, o presidente Eduardo Cassiano afirma que, apesar do otimismo, há preocupação com custos e preços. ”Olhando o clima até novembro, parece que não teremos um cenário tão favorável neste ano. Diferente das últimas safras, o produtor está animado, mas, ao mesmo tempo preocupado com os preços. Os custos subiram entre 6% e 8%, principalmente pelos insumos”, avalia.

Segundo ele, a perspectiva de preço não é favorável e isso segurou parte dos investimentos.
“Mas o plantio começa e esperamos que a produtividade nos ajude. Já iniciamos a primeira região do Paraná, no dia 10 começa a segunda e, no fim do mês, a terceira. Agora é torcer para que tudo corra bem e tenhamos uma boa safra”, afirma.



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Preços do tomate sofrem forte queda em São Paulo



Levantamentos da equipe Hortifrúti/Cepea da última semana mostram que o preço médio da caixa do tomate salada 3A no atacado de São Paulo apresentou forte queda. O valor médio foi de R$ 57, representando um valor 19,3% mais baixo em relação ao período anterior.

Em Campinas (SP), a baixa foi de 11,3%, para R$ 82/cx, enquanto os atacados do Rio de Janeiro e de Belo Horizonte (MG) apresentaram relativa estabilidade, a R$ 73/cx e R$ 60/cx, respectivamente. 

Segundo colaboradores do Hortifrúti/Cepea, a pressão vem da maior produtividade e das temperaturas mais elevadas. Para setembro, com o fim da colheita de tomates tardios, a previsão é que a disponibilidade seja um pouco mais controlada.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Colheita de trigo inicia na região Sul, mas negócios seguem lentos



Com moinhos abastecidos, as negociações de trigo em grão seguem limitadas, apontam os levantamentos  do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). 

Segundo o instituto, vendedores estão focados no desenvolvimento da safra, nos trabalhos de campo e também no início da colheita no Sul do Brasil. Aqueles com necessidade imediata acabam cedendo nos valores pedidos, enquanto moageiras bem estocadas ofertam preços ainda menores. 

Além disso, a proximidade da entrada de maior volume da safra 2025, as boas expectativas de produtividade, a taxa cambial em patamares mais baixos e a ampla oferta mundial reforçam a pressão sobre as cotações internas. 

Em agosto de 2025, a média mensal no Rio Grande do Sul foi de R$ 1.291,08/tonelada, quedas de 2% frente a julho/25 e de 12,2% em relação a agosto/24, em termos reais (deflacionamento pelo IGP-DI).

No Paraná, a média foi de R$ 1.433,50/t, baixa de 2,9% no comparativo mensal e de 9,4% no anual. Em São Paulo, os recuos foram de 4,6% e 12,6%, respectivamente, com média de R$ 1.431,12/t em agosto/25. 

Em Santa Catarina, a cotação média foi de R$ 1.432,41/t, retrações de 0,6% e 7,6%, nesta mesma ordem.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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