quinta-feira, abril 30, 2026

Agro

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Iniciativas inovadoras e práticas ESG foram os destaques no evento no Paraná


A Feira do Empreendedor 2025 (FE25), realizada em Curitiba pelo Sebrae/PR, mostrou que é possível unir negócios, inovação e responsabilidade socioambiental.

Ao longo dos quatro dias de evento, empreendedores, expositores e visitantes participaram de ações que reforçaram o compromisso com práticas de Environmental, Social and Governance (ESG), sigla que, em português, significa Ambiental, Social e Governança – conceito utilizado para avaliar o comprometimento de empresas e organizações nestas três dimensões.

“Toda a feira foi inventariada em relação às emissões de carbono, desde o deslocamento do público até o consumo de energia e a geração de resíduos”, explicou Joelson Carvalho Jorge, consultor do Sebrae/PR.

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte a sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp

Além disso, o Sebrae/PR buscou a certificação ‘Lixo Zero’, envolvendo todos os núcleos, expositores e áreas de alimentação. A equipe recebeu treinamento para garantir o destino correto dos resíduos, priorizando reciclagem e compostagem. 

“Não tivemos nenhum tipo de plástico descartável. Talheres foram de madeira de reflorestamento, copos de papel reciclável substituíram os de plástico, e embalagens também eram recicláveis”, contou o consultor do Sebrae/PR.

Agora, o Sebrae convida para a edição paulista da FE25, que acontece entre os dias 15 e 18 de outubro, no São Paulo Expo. As inscrições já estão abertas. O Sebrae/SP destaca o conceito de Inteligência Empreendedora.

Porteira Aberta Empreender

Quer saber mais? Assista ao programa Porteira Aberta Empreender, uma parceria entre o Sebrae e o Canal Rural, que traz dicas, orientações e mostra histórias reais de micro e pequenos produtores de todo o país.

Às quintas-feiras, às 17h45, no Canal Rural. | Foto: Arte Divulgação



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Iniciativas inovadoras e práticas ESG deram destaque a evento no Paraná


A Feira do Empreendedor 2025 (FE25), realizada em Curitiba pelo Sebrae/PR, mostrou que é possível unir negócios, inovação e responsabilidade socioambiental.

Ao longo dos quatro dias de evento, empreendedores, expositores e visitantes participaram de ações que reforçaram o compromisso com práticas de Environmental, Social and Governance (ESG), sigla que, em português, significa Ambiental, Social e Governança – conceito utilizado para avaliar o comprometimento de empresas e organizações nestas três dimensões.

“Toda a feira foi inventariada em relação às emissões de carbono, desde o deslocamento do público até o consumo de energia e a geração de resíduos”, explicou Joelson Carvalho Jorge, consultor do Sebrae/PR.

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Além disso, o Sebrae/PR buscou a certificação ‘Lixo Zero’, envolvendo todos os núcleos, expositores e áreas de alimentação. A equipe recebeu treinamento para garantir o destino correto dos resíduos, priorizando reciclagem e compostagem. 

“Não tivemos nenhum tipo de plástico descartável. Talheres foram de madeira de reflorestamento, copos de papel reciclável substituíram os de plástico, e embalagens também eram recicláveis”, contou o consultor do Sebrae/PR.

Agora, o Sebrae convida para a edição paulista da FE25, que acontece entre os dias 15 e 18 de outubro, no São Paulo Expo. As inscrições já estão abertas. O Sebrae/SP destaca o conceito de Inteligência Empreendedora.

Porteira Aberta Empreender

Quer saber mais? Assista ao programa Porteira Aberta Empreender, uma parceria entre o Sebrae e o Canal Rural, que traz dicas, orientações e mostra histórias reais de micro e pequenos produtores de todo o país.

Às quintas-feiras, às 17h45, no Canal Rural. | Foto: Arte Divulgação



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Painel on-line discutirá a integração entre soja e mel; participe



Para discutir os impactos econômicos, sociais e ambientais da convivência entre a sojicultura e a apicultura, será realizado, nesta terça-feira (16), o painel on-line “Integração entre Sojicultura e Apicultura: Resultados Econômicos e Ambientais”.

O evento será transmitido pelo canal da Embrapa Soja no YouTube, das 8h30 às 9h30, e é promovido em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e outras instituições do setor. As inscrições para participação estão abertas e podem ser realizadas de forma gratuita neste link.

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Durante o evento, serão apresentados os principais resultados da validação de um protocolo de boas práticas para sojicultura e para apicultura, desenvolvido ao longo de três safras (2022/2023, 2023/2024 e 2024/2025). Os experimentos foram conduzidos no Paraná, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul.

Cartilha

Os dados obtidos deram origem à cartilha Boas Práticas para Integração entre Apicultura e Sojicultura, já disponível no site do Senar. O documento é um guia de instruções para auxiliar na integração entre a produção de soja e a atividade apícola (produção de mel). 

Programação do painel

A programação inclui ainda a discussão sobre os desafios e as fortalezas observadas na convivência entre a sojicultura e a apicultura, com base nos resultados obtidos e na experiência prática no campo. Também será enfatizada a relevância da adoção das boas práticas agrícolas e apícolas. Além disso, o público poderá conhecer a visão de um apicultor que traz a experiência prática do campo e acompanhar a apresentação da cartilha. 



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Produtividade da cana segue em queda no Centro-Sul



O desempenho dos canaviais do Centro-Sul manteve tendência de retração em agosto, segundo dados da Plataforma de Benchmarking do Centro de Tecnologia Canavieira (CTC).

A produtividade média alcançou 77,5 toneladas por hectare, ligeiramente abaixo das 78,8 t/ha registradas no mesmo mês de 2024. Já a qualidade da cana (ATR) passou de 148,4 kg/t para 144,2 kg/t, queda de 2,9%.

No acumulado da safra 2025/26, os indicadores também apontam retração. A produtividade média recuou 8,2%, com 79,2 t/ha, frente às 86,3 t/ha no ciclo anterior. O ATR acumulado ficou em 129,7 kg/t, contra 133,2 kg/t no mesmo período da safra passada.

Fatores climáticos na cana

O levantamento mostra que, embora alguns polos apresentem resultados positivos pontuais, a maior parte das regiões do Centro-Sul sofreu retração na produtividade de cana. Estados como Goiás e Mato Grosso registraram quedas tanto em toneladas por hectare quanto em ATR.

As condições climáticas ajudam a explicar esse cenário. Dados meteorológicos indicam acumulados de chuva abaixo da média histórica, especialmente entre maio e agosto, o que comprometeu o armazenamento de água no solo.

*Sob supervisão de Victor Faverin



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AgroNewsPolítica & Agro

de volta às raízes com olhar para o futuro


Sendo sinônimo de qualidade e tecnologia, a Agromen Sementes, fundada em 1972 em Orlândia (SP) por José Ribeiro de Mendonça, consolidou-se no mercado brasileiro alcançando em 2006 a marca de 1 milhão de sacos de milho vendidos, o que representava mais de 10% do mercado agrícola na época.

Em 2007, sua divisão de milho foi adquirida pela DowAgrosciences. 10 anos depois, a marca retornou para a administração da família Mendonça, tendo como protagonista seu portfólio de milho convencional – Jmen Sementes, além de híbridos de sorgo.

Nos últimos anos, a marca firmou parcerias estratégicas em biotecnologia, com empresas como GDM, Neogen, TMG, Monsoy e Biotrigo, licenciando cultivares renomadas de soja e trigo. Inovou também ao reformular seu portfólio, ampliando a oferta de milho de alto desempenho com o lançamento dos transgênicos AGN 2M30 PRO4, AGN 2M40 PRO4 e AGN 2M91 PRO3, e os convencionais JMEN 2M70 e JMEN 2M90.

Para Thiago Mendonça, Diretor Agrícola, a expertise da Agromen e as áreas próprias de produção de sementes foram os principais fatores que favoreceram o retorno da marca para o mercado. “Temos uma estrutura própria, moderna e robusta, que nos garante a qualidade das sementes desde a produção até a expedição. A genética de alta produtividade, o rigoroso controle de qualidade, o portfólio multiculturas e a presença nacional são a receita certa para nosso crescimento ao longo dos próximos anos”, complementou Mendonça.

A Agromen possui uma vasta área plantada nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Goiás, sendo 17 mil hectares irrigados. Conta também com um laboratório de Análises de Sementes credenciado junto ao MAPA, e três unidades beneficiadoras de sementes em locais estratégicos, com armazenagem 100% em câmara fria, otimizando a logística pelo país.

Todos os híbridos e cultivares são desenvolvidos com foco em sanidade, vigor, germinação e tolerância às doenças. Arno Simmler, Gerente Nacional de Vendas, afirmou que a adoção de novas culturas, como soja e trigo, acelerou o crescimento da empresa nos últimos anos. “Nossa estratégia é oferecer genética adaptada a cada região, com sementes de alta qualidade e o melhor desempenho no campo, de acordo com a necessidade do produtor rural. Nosso próximo passo será impulsionar os últimos lançamentos de sementes e o forte investimento no portfólio de milho convencional – Jmen Sementes, um grande diferencial para o mercado agrícola atualmente”, acrescentou.

Sobre a Agromen Sementes

Empresa brasileira que investe na pesquisa e desenvolvimento de novos híbridos de Milho e Sorgo, há mais de 50 anos no mercado nacional de sementes, levando produtos adaptados e produtivos para todas as regiões do Brasil. Contamos com produção de sementes em áreas próprias e três unidades de beneficiamento para garantir a qualidade e favorecer nossa logística. Atuamos com portfólio de sementes multiculturas, incluindo também o licenciamento de Soja e Trigo. Para obter mais informações visite www.agromen.com.br.

 





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Brasil amplia presença na maior feira agrícola do mundo


A Agritechnica 2025, maior feira mundial de máquinas e tecnologias agrícolas, será realizada de 9 a 15 de novembro, em Hannover, Alemanha, e deve reunir mais de 2.700 expositores de mais de 50 países.

Sob o tema “Touch Smart Efficiency”, o evento oferece aos visitantes acesso a sistemas agrícolas inovadores e conectados, que utilizam tecnologias digitais para aumentar eficiência, sustentabilidade e produtividade.

O Brasil terá presença expressiva, com 9 empresas expondo individualmente, além dos dois pavilhões nacionais, o do Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças), e o da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), que reunirão cerca de 22 empresas expositoras, ambos com apoio da Apex-Brasil.

“Em termos de área e de número de empresas, tivemos um aumento de cerca de 20% em relação à última edição da Agritechnica, em 2023”, afirma Brena Baumle, diretora da Bäumle Organização de Feiras, representante oficial da DLG para o Brasil.

Expositores brasileiros na Agritechnica

Uma das empresas brasileiras que marcam presença no evento há mais de 20 anos é a Metissa.

“A Agritechnica é uma das feiras mais importantes das quais participamos e estamos presentes a cada edição desde 2003. O evento nos permite encontrar clientes, identificar novas oportunidades de negócios e acompanhar de perto as tendências mundiais. Graças à nossa participação constante, conseguimos ampliar nossa presença no competitivo mercado europeu”, afirma Ademar Willrich, export manager da empresa, tradicional fabricante de peças agrícolas presente no mercado há mais de 80 anos, com produtos presentes em mais de 50 países.

Entre os expositores brasileiros confirmados também está a Tuzzi, que leva à feira um lançamento da empresa. “Neste ano, apresentaremos um sistema de acoplamento para tratores mais robusto e até 30% mais leve. Desde 2017, temos orgulho de representar o Brasil na Agritechnica e de contribuir para o avanço do agronegócio global”, diz César Bonacini, diretor de Vendas e Engenharia da Tuzzi.

“Participar da Agritechnica como expositor tem sido uma experiência estratégica e transformadora. O evento é uma vitrine global que nos permite apresentar nossas soluções a um público altamente qualificado e tomar parte das principais discussões sobre o futuro da agricultura. Além disso, é uma oportunidade única de acompanhar de perto as tecnologias de ponta e as tendências que estão moldando o setor”, complementa Bonacini.

Estreante no evento, a Medal Bombas Hidráulicas também levará um lançamento para a feira. “Estar na Agritechnica é estratégico para ampliar nossa presença global e fortalecer relações com parceiros internacionais. Apresentaremos o novo modelo de bomba hidráulica MD360H, mais leve e com maior pressão, além de linhas de produtos lançadas nos últimos três anos”, destaca a direção do grupo.

Negócios e conexões

Feira Agritechinica 2025 Alemanha
Foto: Divulgação

A edição 2025 da Agritechnica promete reunir uma ampla gama de visitantes, interessados em ver as principais novidades do segmento e aproveitar as oportunidades de conexão.

Na última edição, em 2023, realizada em Hanover, o evento recebeu um número recorde de 470 mil visitantes de 149 países diferentes. Eles eram compostos por aproximadamente dois terços de alemães, e uma forte presença internacional, especialmente da Europa e da América Central e do Sul.

Para 2025, o Brasil já confirmou uma delegação de mais de 400 visitantes profissionais brasileiros, reforçando o papel do país como potência agrícola e desenvolvedor de tecnologia.

Eduardo Marckmann, CEO da Save Farm, empresa brasileira especializada em pulverização seletiva, foi um dos visitantes da Agritechnica em 2019 e em 2025 vai pela segunda vez como expositor.

“Visitamos a Agritechnica em 2019 e vimos a importância do evento. Realizar esse sonho, de ter um espaço na feira, é muito emocionante. Vemos a aderência, o contato com pessoas dos mais variados países. É uma experiência muito interessante”, comenta.

Programação: 7 dias 7 temas

Sob o tema central deste ano, “Touch Smart Efficiency”, a principal feira mundial de máquinas agrícolas será, mais uma vez, o fórum para discutir o futuro da agricultura.

O evento oferecerá aos visitantes acesso direto a sistemas agrícolas inovadores e conectados, que utilizam tecnologias digitais para aumentar a eficiência, a sustentabilidade e a produtividade.

Este ano, estreia o novo conceito de “dias temáticos”. Com o slogan “7 dias – 7 temas”, a Agritechnica atenderá às necessidades de diferentes grupos de visitantes a cada um dos sete dias da feira.

Como hub global da mecanização agrícola, a Agritechnica funciona como uma plataforma estratégica de informações e negócios para profissionais do setor agrícola, do comércio de máquinas agrícolas e de pesquisa e desenvolvimento.

Confira a programação da feira:

Innovation and Press Day – Domingo, 9 de novembro
Neste dia, produtores de grãos, prestadores de serviços agrícolas, futuros tomadores de decisão, além da imprensa especializada e de negócios, terão a oportunidade de conhecer inovações técnicas, estratégias e tendências na agricultura moderna.

Agribusiness Days – Segunda e Terça, 10 e 11 de novembro (ingressos limitados)
Destinados a revendedores de máquinas, prestadores de serviços e grandes propriedades rurais, estes dois dias oferecem oportunidades exclusivas para conhecer as últimas tendências e tecnologias, além de cultivar relacionamentos comerciais estratégicos com expositores. O número de ingressos é limitado.

International Farmers Day – Quarta, 12 de novembro
Focado em tomadores de decisão e investidores das principais regiões agrícolas do mundo, que irão explorar tendências e tecnologias adaptadas às necessidades de seus países, fortalecer parcerias e planejar investimentos. Neste ano, o destaque será para França, Canadá e República Tcheca.

Digital Farm Day – Quinta, 13 de novembro
Voltado para revendedores de máquinas, prestadores de serviços e fazendas que buscam informações sobre tendências, estratégias e produtos nas áreas de robótica, automação, inteligência artificial e agricultura de precisão. Em sintonia com o tema “Touch Smart Efficiency”, o foco será aumentar a eficiência por meio da digitalização.

Young Professionals Day – Sexta, 14 de novembro
Voltado para jovens profissionais e estudantes do setor agrícola de todo o mundo, com oportunidades de networking, informações sobre carreira, demonstrações ao vivo e debates. Neste ano, a tradicional Young Farmers Party acontecerá na sexta-feira como parte da programação.

Celebrate Farming – Sábado, 15 de novembro
Um dia para celebrar as conquistas do setor de tecnologia agrícola, reconhecendo o trabalho de prestadores de serviços e produtores rurais. A programação inclui homenagens, destaque para inovações e debates sobre o futuro da agricultura.

Ingressos à venda

Os visitantes já podem adquirir ingressos para a Agritechnica 2025 na loja oficial online. Os valores variam entre 29 euros (ingresso diário padrão) e 149 euros (Agribusiness Days).

Uma novidade desta edição é que, pela primeira vez, os ingressos da Agritechnica dão direito ao uso gratuito de todo o transporte público local na região de Hannover (zona tarifária Üstra) no dia da visita.

Para mais informações sobre a feira, acesse aqui.



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Boi confinado: custo em SP sobe, mas em GO cai; entenda o motivo


A 99ª edição do Informativo Mensal do Índice de Custo de Produção de Bovinos Confinados (ICBC), referente a agosto de 2025, aponta um cenário misto nos custos de produção. Enquanto os sistemas de confinamento no estado de São Paulo (CSPm e CSPg) registraram alta, o sistema de Goiás (CGO) manteve a tendência de queda dos últimos meses. Assista ao vídeo abaixo e confira os detalhes.

Direto do campus da USP em Pirassununga, o Dr. Gustavo Sartorello, da Agroplanner, apresentou no programa Giro do Boi desta segunda-feira (15) o índice de custo do boi confinado nos estados de Goiás e São Paulo, em um formato que facilita o entendimento da composição da diária-boi.

O relatório destaca que a otimização de custos é um diferencial competitivo, especialmente para propriedades com uso intensivo de bens de capital. Clique aqui e confira o relatório na íntegra.

Custos da diária-boi em São Paulo voltam a subir

Após quatro meses consecutivos de queda, o custo da diária-boi (CDB) nos confinamentos de São Paulo subiu em agosto. O sistema CSPm registrou um aumento de 1,7%, chegando a R$ 19,89. Já o CSPg, que representa confinamentos maiores, teve uma alta de 0,6%, com o custo por diária atingindo R$ 19,70.

Em contrapartida, o sistema de confinamento em Goiás (CGO) manteve a trajetória de queda, com uma variação negativa de 0,5% em agosto. O custo da diária-boi para este sistema recuou para R$ 15,97, mantendo uma tendência de baixa desde maio de 2025.

Custo nutricional continua sendo o principal fator

A análise da composição do CDB em agosto reforça que a maior parte dos custos está no componente nutricional. Os custos de alimentação representaram 80,5% do CDB no sistema CSPm, 84,4% no CSPg e 82,6% no CGO.

Em termos de valores, o componente nutricional custou R$ 16,01 no CSPm, R$ 16,63 no CSPg e R$ 13,19 no CGO. O custo operacional, por sua vez, representou entre 15,6% e 19,5% do total.

O relatório enfatiza que a distinção entre esses componentes é crucial para decisões estratégicas, tanto na formulação de dietas quanto na gestão operacional.

Flutuação de preços dos insumos afeta os resultados

As variações nos custos são atribuídas à dinâmica dos preços dos ingredientes da dieta. Em São Paulo, alguns insumos recuaram, como a polpa cítrica (-8,0%), o caroço de algodão (-4,7%) e a ureia pecuária (-9,5%).

No entanto, o sorgo e o farelo de soja subiram 5,6% e 1,4%, respectivamente. Em Goiás, houve quedas na casca de soja (-2,5%), caroço de algodão (-18,9%) e ureia pecuária (-9,5%). Por outro lado, o sorgo (+1,8%), milho (+1,3%) e farelo de soja (+4,8%) registraram alta.

Rentabilidade e a importância da gestão

Apesar da alta de 3,3% no valor do boi gordo em São Paulo (R$ 305,65/cabeça) e em Goiás (R$ 287,80/cabeça), o relatório aponta para um cenário de prejuízo nos três sistemas analisados ao confrontar o custo total com o valor comercializado pelo produtor.

O prejuízo estimado foi de R$ 23,05 por arroba para o CSPm, R$ 21,00 para o CSPg e R$ 8,10 para o CGO. O documento conclui que “lucro não é destino, é método”.

Ele ressalta a importância de medir custos com rigor, o que permite agir com clareza e transformar oportunidades em resultados. O sucesso, segundo o relatório, não vem da sorte, mas de quem domina os custos e conhece os próprios números melhor que o mercado.

A equipe do ICBC disponibiliza uma planilha gratuita de custos detalhada e a metodologia de cálculo para auxiliar os produtores. Quer receber o que foi destaque no Giro do Boi direto no seu WhatsApp? Clique aqui e entre na comunidade News do Giro do Boi.

A equipe do ICBC disponibiliza uma planilha gratuita de custos detalhada e a metodologia de cálculo para auxiliar os produtores. Clique aqui e confira o relatório na íntegra.



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Mercado financeiro projeta inflação de 4,83% em 2025



O mercado financeiro reviu para baixo as expectativas de inflação para 2025. De acordo com o boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (15) pelo Banco Central, o Brasil fechará o ano com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA, a inflação oficial do país) em 4,83% – abaixo, portanto, dos 4,85% projetados há uma semana.

Há quatro semanas, o mercado trabalhava com a previsão de que 2025 terminaria com uma inflação ainda mais alta, de 4,95%. Para os anos subsequentes, as projeções são de 4,30% em 2026 e de 3,90% em 2027.

A estimativa para 2025 está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.

Em agosto, o Brasil registrou, pela primeira vez desde agosto de 2024, inflação negativa (deflação, quando a média dos preços fica mais barata), de -0,11%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE). Com isso, as projeções do mercado financeiro ficam mais próximas do teto superior (4,5%).

A conta de luz recuou 4,21% no mês, representando impacto negativo de 0,17 ponto percentual (p.p.), figurando como o subitem que mais puxou a inflação para baixo. Com isso, o grupo habitação recuou 0,90%. O recuo o conjunto de preços foi o maior para um mês de agosto desde o início do Plano Real, em 1994, segundo o IBGE.

O grupo alimentação e bebidas (-0,46%) caiu pelo terceiro mês seguido. O de transportes (-0,27%) também ajudou a deixar o IPCA negativo IPCA. Nesses três meses, os alimentos acumularam queda de -0,91%. O de transportes (-0,27%) também ajudou a deixar o IPCA negativo.

Câmbio

As expectativas do mercado financeiro com relação à cotação do dólar ao final de 2025 também recuou, passando dos R$ 5,55 projetados há uma semana, para R$ 5,50, segundo o boletim divulgado hoje.

É a quarta semana consecutiva, em que se reduz as expectativas do valor de câmbio da moeda norte-americana. Em parte, isso se explica pelas medidas econômicas que vêm sendo adotadas pelo governo de Donald Trump. Para 2026 e 2027, a cotação projetada é a mesma: R$ 5,60.

PIB e Selic estáveis

Já as expectativas relacionadas ao Produto Interno Brutop (PIB, a soma de todas riquezas produzidas no país) e à taxa básica de juros (Selic) se mantiveram estáveis.
No caso do PIB, o mercado projeta um crescimento de 2,16% em 2025 – o mesmo projetado há uma semana. Há quatro semanas, as expectativas eram de que a economia do país crescesse 2,21% no ano.

Para 2026, as expectativas do PIB estão em 1,80% – menores, portanto, do que os crescimentos projetados há uma semana (1,85%); e há quatro semanas (1,87%). Para 2027, o crescimento econômico projetado é de 1,90% – acima do 1,88% projetado há uma semana; e do 1,87% projetado há quatro semanas.

Taxa básica

Com relação à Selic, a projeção é de que ela feche o ano em 15%, o mesmo percentual que vem sendo projetado há 12 semanas. Para os anos subsequentes, o mercado projeta uma Selic de 12,38%, em 2026; e de 10,50%, em 2027.

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros – a Selic – definida em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. Com o recuo da inflação e o início da desaceleração da economia, o colegiado interrompeu o ciclo de aumento de juros.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Os bancos consideram outros fatores além da Selic na hora de definir os juros a serem cobrados dos consumidores. Entre eles estão risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Quando a taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.



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Vazio sanitário chega ao fim em diferentes regiões; safra exige atenção redobrada dos produtores



A partir desta semana, diferentes regiões brasileiras encerram o vazio sanitário e iniciam o período de semeadura de soja para a safra 2025/2026, conforme estabelecido pela Portaria nº 1.271 do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). A medida visa controlar a ferrugem asiática, doença que pode comprometer a produtividade da cultura.

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Em São Paulo, a Região III, que abrange o Centro-Oeste e o Oeste paulista, encerra o vazio sanitário nesta segunda-feira (15), permitindo o início da semeadura a partir de 16 de setembro. O presidente da Aprosoja São Paulo, Andrey Rodrigues, comentou sobre as expectativas da safra e ressaltou a importância de cautela por parte dos produtores, avaliando condições, prognósticos de clima e previsões para cada região.

“Esta safra será desafiadora, com custos elevados e preços futuros baixos. Toda a preparação em sustentabilidade, manejo de solos e culturas de inverno foi realizada, mas não podemos repetir erros de safras anteriores. Desejamos que os produtores colham bons frutos e consigam continuar firmes na sua atividade”, afirmou Rodrigues.

Fim do vazio sanitário em MS, PA e BA

Além de São Paulo, no estado da Bahia, Região II, o vazio sanitário terminou em 14 de setembro, permitindo o início da semeadura a partir de hoje, 15 de setembro. Já em Mato Grosso do Sul, o período vai até 15 de setembro, com plantio autorizado a partir de 16 de setembro e previsão de término em 31 de dezembro de 2025.

Por fim, no Pará, Região I, o vazio sanitário também se encerra em 15 de setembro, com início da semeadura em 16 de setembro e término previsto para 14 de janeiro de 2026.

Confira o calendário completo.



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AgroNewsPolítica & Agro

Porto do Açu realiza primeira exportação de milho do Mato Grosso



Primeira operação do estado movimentou 25 mil toneladas de milho Non-GMO



Foto: Governo Federal

O Porto do Açu, localizado no norte do Estado do Rio de Janeiro, realizou em setembro a primeira exportação de carga oriunda do Mato Grosso. Foram embarcadas 25 mil toneladas de milho não transgênico (Non-GMO) provenientes do Leste do estado, com destino à Europa.

A operação ocorreu no Terminal Multicargas (T-Mult), que, segundo o Porto do Açu, “já movimentou mais de 20 diferentes tipos de carga desde o início de sua operação”. Para manter as características do milho Non-GMO, o terminal informou que o produto não pode ter contato com grãos transgênicos nos armazéns. Atualmente, o T-Mult dispõe de dois armazéns cobertos em área alfandegada, com capacidade estática total de 60 mil toneladas, além de outros dois armazéns na retroárea do terminal, com a mesma capacidade.

O diretor comercial e de terminais do Porto do Açu, João Braz, afirmou que “a abertura desse novo corredor logístico para o escoamento de cargas do Mato Grosso é um passo importante para aumentarmos a eficiência no transporte de grãos brasileiros. No Açu temos flexibilidade para desenvolver soluções logísticas sob medida, com uma operação 100% privada que garante confiabilidade, eficiência e segurança. Além disso, oferecemos tempos mínimos de espera para atracação, pranchas acima da média do mercado e agilidade no atendimento rodoviário”.

Segundo dados, no primeiro semestre o T-Mult movimentou 1,2 milhão de toneladas, volume 45% maior do que no mesmo período do ano passado. Ainda em 2025, a área de cais operacional do terminal contará com 500 metros, calado de 13,1 metros e um segundo berço para operar simultaneamente dois navios do tipo Panamax, com capacidade para transportar até 75 mil toneladas cada.

A capacidade de movimentação do terminal deverá alcançar 2,7 milhões de toneladas ao ano. Considerando a expansão da área de armazenagem, o Porto do Açu projeta duplicar esse volume nos próximos anos.

 





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