segunda-feira, abril 27, 2026

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setembro pode ter a maior média de abate já registrada



Oferta de gado confinado amplia escalas de abate em MT



Foto: Pixabay

Segundo a análise semanal divulgada pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) nesta segunda-feira (22), as escalas de abate de bovinos na parcial de setembro de 2025, até o dia 19, ficaram em média em 12,56 dias. O instituto destacou que esse resultado representa “um alongamento de 35,01% em relação ao mesmo período de agosto de 2025”.

De acordo com o levantamento, o movimento reflete a maior oferta de animais terminados na segunda quinzena de agosto de 2025, “que já havia provocado um primeiro alongamento das escalas e se manteve na primeira metade de setembro de 2025”.

O Imea apontou que o cenário esteve associado ao avanço dos abates no mês de agosto, com aumento mais expressivo na categoria de confinamento, “que registrou alta de 29,29%”. No semiconfinamento, o crescimento foi de 5,38%, enquanto os animais criados a pasto apresentaram retração de 9,23% no comparativo com o mês anterior.

Segundo a instituição, o incremento da oferta sustentou o alongamento das escalas em setembro, “que pode se consolidar como a média mais longa já registrada na série histórica”.





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Condições climáticas mantêm preços do cacau sob pressão



Os contratos futuros de cacau encerraram a semana de 19 de setembro próximos aos valores da semana anterior. Em Nova York, o contrato de dezembro/25 terminou cotado a US$ 7.243 por tonelada. Já em Londres, o fechamento foi de 5.055 libras por tonelada. Apesar da estabilidade, o clima segue como principal fator de atenção para o mercado.

Produção na África Ocidental

As condições climáticas na Costa do Marfim e em Gana, maiores produtores mundiais, continuam abaixo da média histórica de chuvas. O cenário repete o que já havia sido registrado na safra anterior.

Segundo Carolina França, analista da Hedgepoint Global Markets, a situação pode impactar tanto a safra que se encerra agora quanto o próximo ciclo. “As condições climáticas dos próximos meses terão influência direta no desempenho final da safra principal de 2025/26, que começa em outubro, e também na próxima safra intermédia, entre abril e setembro de 2026”, explica.

Ela lembra que a falta de chuvas no ciclo atual já reduziu a produção em etapas críticas do desenvolvimento dos frutos.

Influência do La Niña no cacau

O Climate Prediction Center dos Estados Unidos elevou para 71% a probabilidade de ocorrência do fenômeno La Niña entre outubro e dezembro. Na África Ocidental, a expectativa é de maior umidade relativa e temperaturas ligeiramente mais baixas.

Para França, esse cenário pode trazer algum alívio às lavouras, mas exige cautela. “O La Niña tende a reduzir o risco de estresse hídrico, mas é importante acompanhar os efeitos a partir de dezembro, quando começam os ventos Harmattan, que podem comprometer a integridade dos frutos”, afirma.

No Equador, terceiro maior produtor, o fenômeno pode reduzir as chuvas na faixa costeira no início da estação chuvosa. Ainda assim, os modelos climáticos apontam precipitações acima da média nos próximos dias, tanto para a região quanto para a África Ocidental.



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Haddad diz que taxação de LCA e LCI é essencial para que não haja cortes de gastos em 2026



O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, participou nesta quarta-feira (24) de audiência na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados. Em sua fala, ele abordou temas como a reforma tributária, a Medida Provisória (MP) 1303, Plano Safra e o crédito emergencial para agricultores afetados por mudanças climáticas.

Defesa da MP 1303

Haddad defendeu a MP 1303, que estabelece uma alíquota de 5% de Imposto de Renda (IR)sobre Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e do Agronegócio (LCA), até então isentas. Segundo ele, a medida é necessária para garantir o equilíbrio fiscal em 2026 sem cortes em programas sociais nem em emendas parlamentares. O ministro alertou que até o agro pode ser prejudicado caso as contas não sejam ajustadas, já que seria necessária cortar despesas discricionárias, que poderia resultar em um Plano Safra menor e menos verba para infraestrutura, como a pavimentação de estradas que são essenciais para o escoamento da produção agrícola.

Ainda de acordo com Haddad, a proposta não elimina o incentivo à emissão de títulos privados, mas corrige distorções. “Fomos alertados pelos principais emissores de letras de crédito de que o dinheiro não estava chegando ao produtor. Estudos do ministério comprovaram isso. Uma parte importante do benefício estava ficando pelo caminho, alimentando especulação, em vez de chegar à economia real”, disse.

Crédito emergencial para agricultores

Haddad também lembrou que o governo editou neste ano uma MP de R$ 12 bilhões para apoiar municípios afetados por eventos climáticos extremos. De acordo com ele, mais de mil cidades brasileiras serão atendidas pela medida, sendo 29% delas no Rio Grande do Sul.

“É natural que haja pressão para ampliar o alcance do programa, mas precisamos testar esse modelo inédito no país. Ele foi construído em parceria com o Congresso Nacional”, afirmou.

Reforma tributária

O ministro reforçou que o setor agropecuário teve o melhor tratamento possível na reforma tributária. Ele citou, por exemplo, que a desoneração sobre a proteína animal beneficiará inclusive famílias de maior renda, reduzindo o custo de alimentos básicos. “Até rico vai pagar mais barato na carne”, enfatizou o ministro.



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Decisão sobre lei antidesmatamento era esperada, avalia Cecafé



A nova legislação antidesmatamento da União Europeia deve ser adiada pela segunda vez. Com a notícia, o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) avalia que a medida deixa claro que as novas regras demandam mais tempo para uma implementação completa. Nesta terça-feira (23), a Comissão Europeia manifestou a intenção de postergar a lei por mais um ano.

Para Silvia Pizzol, diretora de Responsabilidade Social e Sustentabilidade da entidade, o Regulamento para Produtos Livres de Desmatamento (EUDR, na sigla em inglês) ainda é um trabalho em andamento. “É um regulamento que demanda mais tempo para a plena implementação, diante da complexidade das cadeias produtivas e da necessidade de harmonização entre as autoridades competentes”, afirma.

Ainda de acordo com ela, a medida evidencia que o desafio está na quantidade de dados exigidos e na demanda por suporte tecnológico adequado. Além disso, existem peculiaridades na adaptação dos diferentes setores produtivos.

Lei antidesmatamento: riscos para a cafeicultura brasileira

A União Europeia é o principal bloco importador de cafés do Brasil, sendo responsável por quase metade das exportações nacionais. Em 2024, foram embarcadas 23,6 milhões de sacas ao mercado europeu, aumento de 42,8%. Sendo assim, a UE representa 47% das compras totais do produto brasileiro.

Neste sentido, Pizzol lembra que a possibilidade de adiamento não foi bem uma surpresa para o setor. Em maio, o Cecafé participou de uma missão sobre os desafios da operacionalização prática da lei antidesmatamento com as partes interessadas europeias.

“A intenção de prorrogação manifestada pela Comissão Europeia reforça o que observamos durante a missão. Ficou claro que o EUDR é um trabalho em andamento”, conclui.



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Governo do RS divulga números da ferrugem asiática da safra de soja 24/25



O monitoramento realizado pelo Departamento de Diagnóstico e Pesquisa Agropecuária da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (DDPA/Seapi) e pela Emater/RS-Ascar sobre a ferrugem asiática da soja detectou altos níveis de esporos (infecção) nas semanas iniciais da safra 2024/25. As informações foram divulgadas pelo governo do Rio Grande do Sul nesta terça-feira (23).

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O destaque dos municípios fica para Muitos Capões (602 esporos), Três Passos (372), Ijuí (293) e Cruz Alta (205). A doença, causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi, registrou as primeiras ocorrências em outubro de 2024 no Rio Grande do Sul, logo após o fim do vazio sanitário.

Os meses de outubro e novembro concentraram os maiores níveis de inóculo, seguidos por março de 2025. Entre as regiões, o Planalto Médio apresentou a situação mais crítica, com 5.584 esporos, seguido pelo Planalto Superior – Serra do Nordeste (2.908) e pelo Alto/Médio Vale do Uruguai (2.281). A análise indicou que os picos do fungo aconteceram logo após períodos de chuva e em condições de alta umidade relativa do ar.

Safra 24/25 auxiliada pelo clima

Apesar da elevada infecção inicial, o clima freou a expansão da doença na soja. A safra 2024/25 foi marcada pela neutralidade climática, sem predominância de El Niño ou La Niña, mas com chuvas abaixo da média em grande parte do estado e ondas de calor em fevereiro e março, quando as temperaturas ultrapassaram os 41°C. Esses fatores reduziram a formação de novos focos e resultaram em um avanço menor que o observado na safra anterior, quando o El Niño favoreceu a maior disseminação da ferrugem.

O estudo conta ainda com a participação de outras instituições de pesquisa, além do Departamento de Defesa Vegetal (DDV/Seapi). O diretor do DDV, Ricardo Felicetti, destaca que o objetivo é monitorar a presença do fungo nas áreas de produção de soja e identificar as condições meteorológicas favoráveis ao seu desenvolvimento, permitindo a elaboração de um prognóstico de risco de ocorrência da ferrugem-asiática. “As informações geradas podem ser utilizadas para o início do controle da doença e para a tomada de decisão quanto ao uso de fungicidas”, explica.

Pesquisa

O programa de monitoramento da ferrugem no RS mantém coletores de esporos em 77 lavouras de soja, distribuídas em 75 municípios que representam as 11 regiões ecoclimáticas do estado. Os dados são atualizados semanalmente e disponibilizados em mapas on-line, auxiliando produtores no manejo preventivo da doença.

Vazio sanitário no estado – safra de soja 25/26

Atualmente, o Rio Grande do Sul cumpre o período de vazio sanitário da soja, em vigor de 3 de julho a 30 de setembro, quando é proibida a manutenção de plantas voluntárias ou em qualquer fase de desenvolvimento. A medida é considerada fundamental para reduzir a sobrevivência do fungo entre as safras.



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Plano Safra reforça segurança alimentar no Pará



Pará recebe ações do Plano Safra 2025/26 em Belém



Foto: Divulgação

O fortalecimento da agricultura familiar no Pará ganhou novo impulso nesta terça-feira (23), em Belém, com a realização de ações do Plano Safra 2025/2026. Durante a solenidade, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) apresentou medidas que “vão desde o apoio direto às cozinhas solidárias até a formalização de termos que ampliam a participação de cooperativas e associações no Programa de Aquisição de Alimentos (PAA)”.

A superintendente regional da Conab no Pará, Rosanna de Angelis Vallinoto Costa, participou do evento, que marcou um passo para aproximar a produção dos agricultores familiares das demandas sociais. Entre as ações, ocorreu a entrega simbólica de duas toneladas de gêneros alimentícios destinados a cinco cozinhas solidárias: Mãos de Mulheres e Pão Partilhado (Ananindeua), Mulheres das Flores e Resistência (Belém) e Mãos Solidárias (Igarapé-Açu). Segundo a Conab, “essas iniciativas contribuem para a segurança alimentar de famílias em situação de vulnerabilidade”.

O evento também incluiu a assinatura de quatro Termos de Participação da Agricultura Familiar (TPAFs) referentes ao PAA 2025, instrumento que “assegura espaço para entidades da agricultura familiar na venda direta ao poder público”. Além disso, foi autorizada a entrega de sementes no âmbito do programa, medida que, de acordo com a Conab, “garante melhores condições de plantio e incentiva a produção sustentável no campo”.

As ações, segundo a companhia, reforçam o compromisso do Governo Federal “em integrar a agricultura familiar, a pesca e a aquicultura às políticas de desenvolvimento rural sustentável, com reflexos positivos para o abastecimento alimentar e a geração de renda no estado”.





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Dólar encerra o dia estável e acumula queda ante o real pela 4ª semana


Logotipo Reuters

Por Fabricio de Castro

SÃO PAULO (Reuters) – O dólar fechou a sexta-feira praticamente estável no Brasil, em meio a uma agenda esvaziada de indicadores e eventos econômicos, mas ainda assim a divisa norte-americana completou a semana com uma baixa acumulada ante o real, a quarta queda semanal consecutiva.

Apesar do avanço firme ante boa parte das demais divisas no exterior, o dólar à vista fechou a sexta-feira com leve alta de 0,02% no Brasil, aos R$5,3205. Na semana a divisa acumulou queda de 0,62% e, no ano, baixa de 13,89%.

Às 17h05, na B3 o dólar para outubro — atualmente o mais líquido no Brasil — subia 0,23%, aos R$5,3320.

A sexta-feira foi marcada por nova alta do dólar ante as demais divisas no exterior, com investidores ajustando posições após o Federal Reserve cortar, na quarta-feira, sua taxa de juros em 25 pontos-base, para a faixa entre 4% e 4,25%, sinalizando a intenção de promover novas reduções até o fim do ano.

No Brasil, em um dia de agenda esvaziada, o dólar chegou a subir em sintonia com o exterior, atingindo a cotação máxima de R$5,3405 (+0,40%) às 9h36 — ainda na primeira hora de negócios –, mas perdeu força logo depois, reaproximando-se da estabilidade.

Por trás do movimento estava novamente a percepção de que, com uma taxa Selic de 15%, o Brasil tem um diferencial de juros bastante atraente em relação aos EUA, o que atrai investimentos externos.

Em publicação nesta sexta-feira, o Departamento de Pesquisa Macroeconômica do Itaú Unibanco informou a revisão de sua projeção para a taxa de câmbio no fim deste ano, de R$5,50 para R$5,35, mantendo o valor de R$5,50 para o encerramento de 2026.

“O cenário externo benigno, com enfraquecimento global do dólar, deve permitir que o real siga operando em níveis mais apreciados no curto prazo”, registrou nota assinada pelo economista-chefe do banco, Mário Mesquita.

“Para o ano que vem, no entanto, o estreitamento do diferencial de juros, o prêmio de risco e o cenário desafiador das contas externas limitam perspectivas mais favoráveis.”

Pela manhã, o Banco Central vendeu um total de US$2 bilhões em dois leilões de linha (venda de dólares com compromisso de recompra) simultâneos para rolagem do vencimento de outubro. Além disso, vendeu 40.000 contratos de swap cambial para rolagem do vencimento de outubro.

Às 17h08, o índice do dólar — que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas — subia 0,32%, a 97,656.





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Preço do arroz é o menor nos últimos 5 anos



Os preços do arroz em casca seguem em queda, de acordo com os dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

O Indicador CEPEA/IRGA-RS (58% de grãos inteiros, pagamento à vista) fechou o último dia 19 de setembro a R$ 61,89/saca de 50 kg, o menor valor desde junho de 2020. 

De acordo com o instituto, a pressão está atrelada à baixa liquidez e à menor paridade de exportação, influenciada pela desvalorização do dólar frente ao Real. 

Pesquisadores explicam ainda, que nos últimos dias parte dos agentes optou por se retirar temporariamente do mercado, aguardando maior estabilidade. Aqueles que seguiram ativos realizaram operações pontuais. Foi o caso, sobretudo, de produtores que precisavam levantar recursos para custear a semeadura da safra 2025/26. 

Desmotivados pelo recuo nas cotações, produtores sinalizam diminuir consideravelmente a área de arroz nesta temporada, ainda conforme levantamento do Cepea.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Exportação do algodão supera a vantagem do mercado interno



Depois de cinco meses consecutivos de vantagem para as vendas internas de algodão, os embarques da pluma voltaram a ser mais atrativos em setembro. Isso é o que aponta a análise do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

A média recebida pela pluma exportada na parcial deste mês está em R$ 3,9410/lp (segundo a Secex), 5,6% acima da registrada no mercado doméstico (de R$ 3,7322/lp – de acordo com o Cepea). 

Com as vendas externas mais atrativas, agentes brasileiros têm priorizado os embarques de algodão em pluma. Segundo pesquisadores do Cepea, a colheita na fase final e o avanço do beneficiamento ajudaram a acelerar as exportações da pluma.

Em 15 dias úteis de setembro, foram escoadas 104,6 mil toneladas, 79,3% a mais que o total de agosto (58,35 mil t). Por outro lado o valor ainda está 38,3% abaixo do volume de setembro/24 (169,5 mil t), segundo a Secex.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Preços do café recuam 11% em uma semana



A segunda quinzena de setembro vem sendo marcada por quedas de preços no mercado de café. Isso é o que apontam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). 

Segundo o instituto, a pressão vem da expectativa de chuvas mais expressivas nas regiões produtoras do Brasil, da realização de lucros e da liquidação de posições de compra na Bolsa de Nova York (ICE Futures), após fortes altas, além da possibilidade de que os estados unidos retirem as tarifas dos sobre o café.

Pesquisadores ressaltam que, mesmo com a essa forte retração, os preços seguem em patamares elevados, ainda influenciados pela oferta restrita, pelos estoques reduzidos e pelo fato de o café brasileiro estar, até o momento, sobretaxado nos EUA.

Assim, entre 15 e 22 de setembro, o Indicador Cepea/Esalq do arábica tipo 6, bebida dura para melhor, posto na capital paulista, caiu 10,2%, fechando a R$ 2.133,08/saca de 60 kg no dia 22. 

Da mesma forma, o Indicador Cepea/Esalq do tipo 6, peneira 13 acima, a retirar no Espírito Santo, também recuou. A variedade registrou queda de 11,1% entre15 e 22 de setembro, fechando a R$ 1.313,22/sc de 60 kg.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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