segunda-feira, abril 27, 2026

Agro

News

a Abertura Nacional do Plantio da Soja está chegando!



Sete dias! Isso mesmo, falta apenas uma semana para a largada oficial da temporada 25/26 do plantio de soja no Brasil. No dia 3 de outubro, às 9h (horário de Brasília), Sidrolândia (MS) receberá a Abertura Nacional do Plantio da Soja, evento realizado na Fazenda Recanto.

O encontro, que também marca o início da 14ª temporada do projeto Soja Brasil, será transmitido ao vivo pela televisão e pelas redes sociais do Canal Rural. Não vai ficar de fora dessa grande celebração, né? Clique aqui e garanta sua vaga!

  • Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱

Organizado pelo Canal Rural, em parceria com a Aprosoja Brasil, o encontro reunirá produtores rurais e especialistas para discutir os principais desafios e oportunidades da nova temporada da oleaginosa. Na pauta estarão diferentes temas, como mercado internacional da oleaginosa, as condições climáticas previstas e os impactos do cenário geopolítico sobre a produção.

A programação conta com a abertura oficial com os anfitriões, apresentação dos parceiros do Projeto Soja Brasil, painel sobre os caminhos do agronegócio, biocombustíveis e novas oportunidades para o setor. Para encerrar, as autoridades darão a largada das máquinas em campo. Não fique de fora!



Source link

News

Chuvas trazem otimismo para o setor citrícola, mas ventos fortes preocupam



A retomada das chuvas nas áreas citrícolas de São Paulo, Paraná e de parte de Minas Gerais trouxe otimismo aos agentes do setor. A chuva favorece a florada da safra 2026/27 que se aproxima, como aponta o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Por outro lado, conforme o instituto, os ventos intensos que acompanharam essas chuvas causaram alguns prejuízos, sobretudo com a queda de frutas, que já preocupa nesta temporada, devido ao avanço do greening e do cancro cítrico. 

Quanto aos preços, levantamentos do Cepea mostram que, no mercado de mesa, a demanda aquecida vem sustentando os preços da fruta. 

No caso da indústria, a preferência tem sido por compras no spot em detrimento dos contratos. Os poucos firmados apresentam valores próximos de R$ 50,00/cx, com exigência mínima de brix elevado, conforme relatado por agentes do setor ao centro de pesquisas.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



Source link

News

Transporte ferroviário de grãos nos EUA aumenta 9% na semana encerrada em 13/9



O transporte ferroviário de grãos nos Estados Unidos somou 24.221 vagões na semana encerrada em 13 de setembro, de acordo com relatório do Departamento de Agricultura do país (USDA). O volume representa aumento de 9% ante a semana anterior e de 8% em relação ao período correspondente do ano passado.

Já o transporte de grãos por barcaças totalizou 260.950 toneladas na semana encerrada em 20 de setembro. O volume representa aumento de 4% ante a semana anterior e queda de 48% em relação a igual período do ano passado.

Na semana encerrada em 18 de setembro, 37 navios foram carregados com grãos em terminais do Golfo, 48% mais na comparação anual. Nos dez dias a partir de 19 de setembro, a expectativa era de que 42 navios fossem carregados, queda de 14% ante igual período do ano passado.



Source link

News

Preços dos ovos caem para os menores patamares desde janeiro



Os preços dos ovos voltaram a cair em setembro, para os menores patamares desde janeiro/25. isso é o que mostram os apontamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). 

Segundo o instituto, as vendas da proteína estiveram mais lentas a partir da segunda quinzena deste mês, aumentando os estoques nas granjas. 

Pesquisadores ressaltam que esse desempenho acende um alerta para o setor, já que as cotações vêm recuando no mercado doméstico desde abril,  com exceção de agosto onde o fim das férias escolares aqueceu a demanda  e elevou os preços. 

O movimento repete, em parte, o observado no ano passado. No período os valores caíram por seis meses consecutivos, de abril a setembro, pressionados pela maior oferta interna. Neste ano, no entanto, as exportações contribuíram para reduzir a intensidade das quedas em relação ao mesmo período de 2024.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



Source link

News

Preços do frango avançam pela primeira vez desde a gripe aviária



Pela primeira vez desde o episódio da gripe aviária em uma granja comercial do Brasil, em maio, os preços médios da carne de frango avançam frente aos do mês anterior. Isso é o que mostram os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo o instituto, na parcial de setembro (até o dia 24), o frango congelado está sendo negociado no atacado da Grande São Paulo à média de R$ 7,40/kg. O valor está 6,3% acima da média de agosto, mas ainda abaixo dos R$ 8,60/kg de maio/25.

Pesquisadores explicam que a recuperação dos valores está atrelada sobretudo ao reaquecimento das exportações brasileiras de carne avícola ao longo deste mês, que vem ajudando a enxugar a oferta doméstica. 

O retorno das vendas à União Europeia nesta segunda quinzena,  que estavam suspensas desde maio, bem como a expectativa de retomada dos embarques à China reforçam o otimismo do setor nacional.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



Source link

News

Safra 2025/26 de algodão deve ter queda de 7%



A produção brasileira de algodão deve somar 3,72 milhões de toneladas na safra 2025/26, queda de 7% em relação ao ciclo anterior que registrou 4 milhões de toneladas, de acordo com projeções da StoneX. Segundo o relatório da empresa global de serviços financeiros, a redução reflete, principalmente, o recuo de cerca de 75 mil hectares, chegando a 1,44 milhão de hectares de área plantada.

O Mato Grosso segue como o maior produtor do país, com expectativa de produção de 2,6 milhões de toneladas de pluma, apesar da diminuição da área. Na Bahia, segunda principal região produtora, a produção estimada é de 777 mil toneladas. Juntos, os dois estados responderão por mais de 90% da oferta nacional.

De acordo com o levantamento, a perspectiva para o plantio é favorecida pelo avanço das chuvas no Mato Grosso, que deve garantir uma janela adequada para a soja e, consequentemente, para o algodão de segunda safra.

Para Raphael Bulascoschi, analista de Inteligência de Mercado da StoneX, o cenário reforça o peso do clima e das margens na definição da próxima safra.

“Embora a perspectiva de chuvas no Centro-Oeste seja positiva para o plantio, a redução de área sinaliza a necessidade de maior racionalização por parte do produtor. O algodão continua competitivo no mercado internacional, mas o setor deve enfrentar margens mais apertadas, o que torna essencial uma gestão eficiente de custos e comercialização”, avalia.

A StoneX também revisou sua projeção para as exportações neste ano atual, estimadas agora em 2,95 milhões de toneladas.

“Por mais que tenhamos visto um ritmo mais lento nos últimos meses, temos a expectativa de uma atividade maior no quarto trimestre do ano” disse Bulascoschi.

O consumo doméstico na safra 2024/25 também foi revisado positivamente para 700 mil toneladas, com fiações aproveitando o momento de preços mais baixos para intensificar suas aquisições de algodão no mercado local.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Satélite prevê produtividade das principais culturas



A metodologia foi aplicada em experimentos de validação


Os resultados demonstraram que a correlação entre a produtividade prevista e a observada chegou a 71%
Os resultados demonstraram que a correlação entre a produtividade prevista e a observada chegou a 71% – Foto: Divulgação

Um modelo desenvolvido pela Embrapa mostrou ser capaz de prever a produtividade da soja com 71% de precisão, utilizando imagens de satélite de alta resolução, segundo o engenheiro cartógrafo Edmilson Martinho. A tecnologia combina sensoriamento remoto, cálculos estatísticos e aprendizagem de máquina, oferecendo potencial para auxiliar produtores e a indústria no planejamento estratégico de colheita, logística e comercialização.

O estudo utiliza imagens diárias da constelação PlanetScope, disponibilizadas pelo Programa Brasil MAIS, do Ministério da Justiça e Segurança Pública, permitindo acompanhar quase em tempo real o desenvolvimento das lavouras. No caso da soja, o índice de vegetação realçado (EVI2) foi aplicado para capturar diferenças relacionadas à biomassa e à estrutura das plantas. Além da soja, o modelo também foi testado em cana-de-açúcar, milho, algodão e arroz, apresentando índices elevados de acurácia.

Os resultados demonstraram que a correlação entre a produtividade prevista e a observada chegou a 71%, considerada alta para estudos dessa natureza. A metodologia foi aplicada em experimentos de validação do bioestimulante Hydratus, desenvolvido para aumentar a resistência das plantas à seca, mostrando-se uma estratégia inovadora e econômica para avaliação do desempenho das culturas em tempo real.

Com o avanço da pesquisa e a inclusão de novas variáveis, como temperatura, textura do solo e disponibilidade hídrica, o modelo tem potencial para se tornar ainda mais robusto e aplicável em escala comercial. Além de apoiar produtores e indústrias, a ferramenta pode ser útil em levantamentos oficiais de safra, oferecendo previsões mais objetivas e abrangentes para diferentes regiões do país.

 





Source link

News

Após liberar exportações de carne bovina brasileira, Indonésia manda comitiva para visitar Mato Grosso



A Indonésia autorizou oficialmente a importação de carne bovina brasileira, após acordo entre os governos sobre requisitos sanitários ser concluído no mês de agosto. A decisão abriu um novo mercado para a proteína nacional e reforçou a posição do Brasil como fornecedor estratégico de alimentos para o país asiático, que busca garantir segurança alimentar diante do crescimento populacional.

Após a liberação das exportações da carne bovina brasileira para Indonésia, a Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) recebeu, na quinta-feira (25), uma comitiva da Indonésia, liderada pelo embaixador Edi Yusup.

Participaram da delegação o conselheiro da embaixada, Dhanny Perkasa, a cônsul honorária da Indonésia no Brasil, Anna Isadora Coimbra, e o presidente das Câmaras Indo-Brasileira e Indonésia-Brasil, Allan Camillo. Eles foram recebidos pelos diretores da Famato Robson Marques (Administrativo e Financeiro) e Ronaldo Vinha (Relações Institucionais), além do coordenador de Inteligência de Mercado do Imea, Rodrigo Silva, que apresentou dados sobre a produção agropecuária.

O embaixador Edi Yusup ressaltou que a Indonésia vê no Brasil, especialmente em Mato Grosso, um parceiro estratégico. “Estamos atentos às demandas globais por segurança alimentar e acreditamos que há oportunidades para parcerias comerciais e investimentos”, afirmou.

A cônsul Anna Isadora Coimbra destacou que o país não busca apenas a compra de commodities, mas também joint ventures e investimentos diretos. “Encontramos aqui o que a Indonésia vem buscando em agronegócios. Queremos ser parceiros, trazer investimentos e contribuir para o crescimento conjunto”, disse.

O diretor da Famato Robson Marques afirmou que a visita reforça a posição do estado no cenário internacional. “Mato Grosso está no radar das grandes economias do mundo. Nosso estado é um gigante do agro e tem condições de atender com qualidade e sustentabilidade as demandas internacionais”, declarou.

A Indonésia é considerada estratégica para a proteína animal, especialmente a carne bovina, pelo aumento do consumo no país. O encontro e a abertura do mercado marcam o início de uma nova fase nas relações comerciais entre as duas nações.



Source link

News

China acelera compra de soja após Argentina retomar cobrança de taxa de exportação



A suspensão temporária do imposto sobre exportação de grãos pela Argentina desencadeou uma corrida de importadores chineses à soja do país vizinho. Segundo traders ouvidos pela Reuters, cerca de 40 carregamentos, equivalentes a 2,66 milhões de toneladas, foram registrados nesta semana para embarques em novembro e dezembro, a maior parte destinada à China.

O volume representa mais da metade dos 5,1 milhões de toneladas reservados durante a janela de isenção tributária anunciada pelo governo argentino. A medida havia sido desenhada para durar até o fim de outubro, mas foi encerrada de forma antecipada, após o limite de vendas estipulado ser atingido.

A decisão de suspender o benefício antes do prazo se deu porque o governo já havia alcançado o objetivo de captar até US$ 7 bilhões em vendas externas, fortalecer as reservas internacionais e conter a desvalorização do peso. Também pesou as pressões vinda de dentro e fora do país contra a medida.

A Associação Americana da Soja, por exemplo, se disse apreensiva com os impactos no mercado da isenção argentina sobre os embarques do grão.

Em nota, a entidade afirmou que “os preços da soja americana estão caindo, a colheita está em andamento, e os agricultores leem manchetes que não falam sobre fechar um acordo comercial com a China, mas sim de que o governo dos EUA está oferecendo US$ 20 bilhões em apoio econômico à Argentina, enquanto esse país reduz os impostos de exportação da soja para vender 20 carregamentos de soja argentina à China em apenas dois dias”.

Do lado argentino, a isenção de imposto havia recebido opinões mistas. O presidente da Sociedade Rural Argentina (SRA), Nicolás Pino, por exemplo, elogiou o anúncio e pediu que a isenção fosse permanente.

Já a presidente da Federação Agrária Argentina (FAA), Andrea Sarnari, disse que os pequenos e médios produtores não seriam beneficiados, uma vez que já venderam a sua produção e que o impacto positivo do fim provisório das retenciones se concentraria apenas nos grandes exportadores capazes de estocar grãos à espera de melhores preços.

Impacto negativo para os EUA

A forte entrada da China no mercado argentino representa um novo revés para os Estados Unidos. O país, que tradicionalmente concentra boa parte das exportações globais de soja neste período, não registrou nenhum embarque para a China até 11 de setembro, conforme dados do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA). A janela crítica de comercialização norte-americana vai de setembro a janeiro.

“Se você olhar para as compras de novembro e dezembro, a China reduziu ainda mais sua necessidade de soja dos EUA ao reservar carregamentos argentinos”, disse um trader de oleaginosas de uma empresa internacional.



Source link

News

Taxar as LCAs é punir o setor que sustenta o Brasil


A decisão de taxar as Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs) é um contrassenso que expõe a miopia da política econômica brasileira. Em vez de estimular o setor que sustenta a balança comercial e movimenta a economia real, o governo escolhe apertar ainda mais quem já produz com poucos incentivos.

A comparação internacional é reveladora: os Estados Unidos, a União Europeia e a China despejam bilhões em subsídios agrícolas todos os anos. Já o Brasil oferece quase nada. Ainda assim, nossos produtores conseguem ser competitivos, exportando para mais de 170 países e garantindo cerca de 90% do superávit da balança comercial.

Em outras palavras, o agro dá muito mais ao Brasil do que recebe. Ao criar barreiras e desestimular investimentos por meio da taxação, o governo transmite um recado perigoso: que prefere sufocar o setor mais dinâmico da economia em vez de fortalecer sua capacidade de gerar riqueza.

O resultado é previsível. Menos crédito, menos investimento e menor competitividade no campo. Ao invés de colher crescimento e segurança alimentar, o país arrisca plantar instabilidade e perda de espaço nos mercados internacionais.

O Brasil precisa decidir se vai tratar o agronegócio como problema fiscal ou como a solução que ele já é. Penalizar as LCAs é dar um tiro no pé de toda a nação.

Miguel DaoudMiguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



Source link