domingo, abril 26, 2026

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Projeto de algodão orgânico com irrigação avança



A ação integra diferentes apoios


A ação integra diferentes apoios
A ação integra diferentes apoios – Foto: Pixabay

Mais um passo importante foi dado para ampliar o cultivo de algodão orgânico consorciado no Semiárido paraibano. O projeto, desenvolvido pela Empresa Paraibana de Pesquisa, Extensão Rural e Regularização Fundiária (Empaer) em parceria com o Instituto Casaca de Couro (ICC), utiliza sistema de irrigação que possibilita até três colheitas por ano. A iniciativa começou no município de Pilar, na Comunidade Chã de Areia, envolvendo três produtores locais.

A ação integra diferentes apoios: a Empaer oferece assistência técnica, a prefeitura de Pilar garantiu o preparo da terra e o ICC compra toda a produção com preço fixo, além de fornecer a certificação. O modelo também prevê o plantio de milho e gergelim, ampliando as alternativas de renda para os agricultores.

“O Governo do Estado, por meio da Empaer, vai prestar todo a assistência técnica. A prefeitura municipal de Pilar entrou com o corte da terra. Já o Instituto Casaca de Couro garante a compra da produção”, explicou o gerente regional da Empaer em Itabaiana, Paulo Emílio.

Segundo os técnicos, a proposta aproveita as águas da transposição do Rio São Francisco, com meta de expandir o sistema irrigado do Cariri até o Agreste, alcançando municípios às margens do Rio Paraíba. Financiamentos via Banco do Nordeste, por meio do Agroamigo, podem auxiliar os produtores a investir na irrigação.

Com isso, o projeto busca consolidar um modelo produtivo sustentável e garantir mercado para a produção agrícola regional, fortalecendo a economia do Semiárido e oferecendo novas oportunidades aos pequenos produtores. “Enfim, inicialmente, queremos chegar a todos os municípios que estão às margens do Rio Paraíba. Mas se alguém tem um poço, um açude, um manancial que tenha condições de irrigar, estaremos juntos, Empaer e ICC, para executarmos esse projeto”, afirmou.

 





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Canal Rural estreia novo projeto com Aurora Coop e Sebrae-SC



Com uma temática que vai retratar os desafios e oportunidades do agronegócio do estado, o Canal Rural estreia um novo projeto em Santa Catarina. Em uma parceria estratégica com a Aurora Coop e o Sebrae catarinense, o Momento Agro vai pautar temas de interesse de dentro e fora da porteira, do produtor e do consumidor. A considerar a participação do agro no Produto Interno Bruto (PIB) do estado, próximo de 30%, um projeto de interesse amplo da sociedade organizada, do público e do privado.

O projeto será realizado por meio de drops de conteúdos, exibidos nos intervalos dos telejornais e principais programas da grade de programação do Canal Rural. Ao longo de seis meses serão produzidas e exibidas reportagens no formato de entrevistas de estúdio e matérias com captações externas a campo, em especial no Oeste de Santa Catarina. Entre as fontes de informação, lideranças e dirigentes do setor, produtores rurais, técnicos e profissionais do sistema cooperativo e do  Sebrae.

Entre os grandes temas que serão abordados, competitividade nas propriedades rurais, gestão de negócios, sucessão familiar, inclusão de jovens e mulheres, mercado, inovação e sustentabilidade. Para 2026 também está previsto a realização de um fórum para discutir as temáticas tratadas durante o projeto, com transmissão ao vivo pelo Canal Rural para todo o Brasil.

A iniciativa tem como objetivo levar informação e conteúdo, capaz de mobilizar, conscientizar e auxiliar a cadeia produtiva a ser mais eficiente e competitiva. Todos os materiais terão exibição inédita no Canal Rural, com reprises na programação durante 30 dias. As reportagens também serão listadas em uma playlist no Youtube do Canal Rural podendo ser acessados a qualquer hora e de qualquer lugar, proporcionado ampla audiência multiplataforma: TV e Digital.

O material inédito na TV será exibido sempre na primeira segunda-feira de cada mês, entre outubro/25 e março/26. O primeiro vai ao na próxima segunda, 06/outubro.



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Preço do tomate sobe após período de baixas



Caxias do Sul se prepara para nova safra de tomate



Foto: Divulgação

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (25), o preço do tomate apresentou alta na Ceasa/Serra, em Caxias do Sul. O quilo passou de R$ 4,10 para R$ 4,71 após um período de quedas.

“Os produtos comercializados são provenientes de outras regiões do Brasil, pois, durante o inverno, a produção local não se desenvolveu, mesmo em estufas”, informou o boletim.

No município de Caxias do Sul, produtores de regiões mais baixas, como no Distrito de Vila Cristina, já iniciaram o plantio das áreas para antecipar a colheita. No entanto, “a maior parte da produção e das mudas de tomateiros deve ser transplantada em outubro e novembro para ser colhida nos primeiros meses de 2026”, destacou a Emater/RS-Ascar.





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Morre Rubenildo Cláudio Batista Rodrigues, técnico e jurado da ABCZ



Rubenildo Cláudio Batista Rodrigues, Técnico de Registro e jurado efetivo da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), faleceu neste domingo (28).

Reconhecido por sua dedicação à pecuária, Rubenildo tinha uma carreira marcada pelo compromisso com a orientação e incentivo aos criadores, além do respeito e cuidado com os animais.

Ao longo de sua trajetória, ele se destacou pelo conhecimento técnico e pela generosidade, contribuindo para o fortalecimento da criação de zebu no Brasil. Sua atuação envolvia a fiscalização e o registro de animais, participação em julgamentos e apoio aos produtores em diversas regiões do país.

A ABCZ divulgou uma nota lamentando o falecimento e agradecendo por tudo o que Rubenildo fez em prol da entidade e do desenvolvimento das raças zebuínas no Brasil. 

“Hoje nos despedimos de nosso grande amigo Rubenildo. Neste momento faltam palavras para aliviar a dor, mas vamos nos apegar às ótimas lembranças de um companheiro alegre, cheio de vida, que gostava de cantar e trazia alegria a todos”, afirmou o Vice-Presidente da ABCZ, Arnaldo Manuel de Souza Machado Borges.



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Semana agitada, mas negativa para a soja; Argentina entra no ‘game’ e EUA avançam na colheita



O mercado brasileiro de soja encerrou a semana em baixa. Os negócios permaneceram escassos e os preços recuaram tanto no interior quanto nos portos, acompanhando a sinalização da Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT).

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A valorização do dólar, que seguiu na faixa de R$ 5,30 a R$ 5,35, não foi suficiente para estimular novas vendas por parte dos produtores.

Preços de soja

  • Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos caiu de R$ 134,00 para R$ 130,00
  • Em Cascavel (PR), a cotação recuou de R$ 134,50 para R$ 130,00
  • Em Rondonópolis (MT), o preço passou de R$ 127,00 para R$ 126,00
  • No Porto de Paranaguá (PR), houve queda de R$ 2,50, com a saca sendo negociada a R$ 136,00

Chicago pressionada

Na CBOT, os contratos de novembro perderam 1,37% na semana, ficando em torno de US$ 10,11 ½ por bushel na manhã de sexta-feira (26). A colheita avança sem contratempos nos Estados Unidos, consolidando a expectativa de uma safra cheia em um mercado já bem ofertado.

Esse cenário encontra ainda a demanda estagnada da China pela soja americana, já que os asiáticos seguem priorizando a compra do produto sul-americano.

Argentina entra no cenário da soja

Um fator adicional veio da Argentina. O governo local retirou temporariamente as retenções à soja para atrair divisas, atingindo a meta de ingresso de dólares em apenas três dias. Com isso, a taxa de exportação foi retomada.

A medida, no entanto, mexeu com o mercado internacional: estima-se que os chineses tenham programado a compra de pelo menos 40 cargas de soja argentina. Esse movimento ajudou a pressionar ainda mais as cotações em Chicago, refletindo também no Brasil.

Câmbio com efeito limitado

A valorização do dólar, que fechou a semana a R$ 5,36, alta de 0,7%, ajudou a atenuar parte da queda nas cotações, mas não trouxe grandes volumes de negociação ao mercado interno.

Estoques trimestrais nos EUA

No radar dos agentes de mercado, está o relatório trimestral do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado na terça-feira (30), às 13h.

Analistas projetam estoques norte-americanos de soja em 322 milhões de bushels na posição de 1º de setembro, abaixo dos 342 milhões registrados em igual período de 2024.



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Bebidas adulteradas com metanol podem causar perda irreversível de visão, alerta associação


Alarmada com os casos de intoxicação, no estado de São Paulo, por ingestão de metanol em bebidas adulteradas, a Associação Brasileira de Neuro-oftalmologia (ABNO) alerta sobre riscos do consumo da substância causar neuropatia óptica (perda ou alteração de visão). 

“[A neuropatia ótica é] uma doença grave que pode causar perda de visão irreversível”, descreve nota enviada à Agência Brasil.

Segundo a associação, o metanol é um produto alcóolico usado em solventes e combustíveis. Entre 12 horas e 24 horas após o consumo, podem surgir sintomas de intoxicação como dor de cabeça, náuseas, vômitos, dor abdominal, confusão mental e, principalmente, visão turva repentina ou até cegueira.

De acordo com a ABNO, o diagnóstico deve ser feito a partir da história clínica do paciente e por exames de sangue e de imagem.

O tratamento deve ser imediato e com uso de antídotos (como o etanol venoso), bicarbonato para corrigir a acidez no sangue, vitaminas (ácido fólico/folínico) e, nos casos mais graves, hemodiálise para remover o veneno.

Nos últimos 25 dias, nove pessoas apresentaram intoxicação após o consumo de bebida alcoólica adulterada com metanol. Duas pessoas morreram.

A situação crítica levou a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) e o Conselho Nacional de Combate à Pirataria e Delitos contra a Propriedade Intelectual (CNCP) a publicarem uma nota técnica com recomendações urgentes aos estabelecimentos que comercializam bebidas alcoólicas no estado de São Paulo. 



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Comissão aprova medidas de proteção à abelha sem ferrão



A Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados aprovou proposta para promover ações de incentivo à proteção das abelhas sem ferrão e ao desenvolvimento de meliponários urbanos dentro da política de produção de mel.

O projeto altera a Lei 14.639/23, que institui a Política Nacional de Incentivo à Produção Melífera e ao Desenvolvimento de Produtos e Serviços Apícolas e Meliponícolas de Qualidade.

O texto aprovado é um substitutivo da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável ao Projeto de Lei 430/23, do deputado José Medeiros (PL-MT).

A proposta original previa a inclusão, no plano diretor das cidades, de áreas de proteção para abelhas sem ferrão e meliponários urbanos.

Para o relator, deputado Saulo Pedroso (PSD-SP), tornar obrigatória a inclusão de meliponários poderia dificultar a implementação da política, gerando conflitos normativos e sobrecarga administrativa para gestores públicos.

O texto da Comissão de Meio Ambiente, segundo Pedroso, é mais adequado porque permite ao poder público realizar ações de incentivo à proteção das abelhas sem ferrão e ao desenvolvimento de meliponários urbanos, conferindo, ainda, harmonização entre as normas sem ultrapassar qualquer limite de competência.

Próximos passos

A proposta ainda será analisada em caráter conclusivo pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.



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Desmatamento ilegal e invasão de terras não são culpa do agro, diz ex-ministro


Na COP30, o governo brasileiro apresentará o Plano Clima, documento que define medidas para reduzir emissões de gases de efeito estufa até 2035. O plano faz parte das Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs) que o país assume internacionalmente.

O professor emérito da Fundação Getúlio Vargas (FGV) Roberto Rodrigues, enviado especial do setor agropecuário para a COP30, destaca que o Plano Clima atribuiu responsabilidades indevidas ao agro.

“Quando há desmatamento ilegal ou invasão de terras, isso não é do agro. Então o agro estava recebendo responsabilidades que não são dele. Nós achamos ruim, não era justo, não era adequado. O governo está revendo essa discussão para trazer um Plano Clima mais honesto, mais justo e consistente com as obrigações que o Brasil já cumpre”, explica.

Segundo Rodrigues, o agro já realiza importantes ações de redução de emissões, como agricultura sustentável, pecuária de corte com manejo integrado e florestas plantadas.

“Estamos promovendo agricultura regenerativa, integração pecuária-floresta e outros sistemas que contribuem efetivamente para a redução de emissões”, acrescenta.

Plano ClimaPlano Clima
Foto: divulgação/Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

O especialista também criticou a falta de detalhamento sobre financiamento no Plano Clima. “O texto do Plano Clima fala em finaciamento, mas fala de onde vem o recurso e de quanto será. Então um pouco etéreo em termos de resultados para agricultura. Responsabiliza mas não traz vantagens para a agricultura que cumpre com suas obrigações”, afirma.

Rodrigues defende um plano mais equilibrado e transparente, reconhecendo o papel do agro no cumprimento das metas ambientais do país, sem sobrecarregá-lo em relação a outros setores, como energia e transporte.



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Intoxicação por metanol em bebidas falsas deixa dez casos e duas mortes em São Paulo



O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) emitiu neste sábado (27), uma recomendação urgente aos estabelecimentos que comercializam bebidas alcoólicas no estado de São Paulo e regiões próximas.

A medida foi motivada por recentes ocorrências de intoxicação causadas pelo consumo de bebidas adulteradas com metanol, substância altamente tóxica e de risco à saúde pública.

A medida foi adotada após a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos (Senad/MJSP) registrar, pelo Sistema de Alerta Rápido (SAR), notificações de casos de intoxicação por metanol em São Paulo, ocorridos nos últimos 25 dias, todos relacionados ao consumo de bebidas alcoólicas adulteradas.

Na capital paulista, há dez casos em investigação e duas mortes confirmadas na Grande São Paulo. A Polícia Civil apura quatro ocorrências envolvendo jovens de 23 a 27 anos (dois homens e duas mulheres) que foram internados após consumir duas garrafas de gin no dia 1º de setembro deste ano.

Em nota técnica, o secretário nacional do Consumidor, Paulo Henrique Pereira, destacou a necessidade de atuação conjunta entre governo, setor privado e sociedade para coibir a falsificação.

O alerta se estende a bares, restaurantes, casas noturnas, hotéis, mercados, distribuidores e também a plataformas de e-commerce e aplicativos de entrega.

Entre as orientações ao setor privado estão garantir compras seguras, verificar a procedência das bebidas e reforçar a rastreabilidade dos produtos.

Como identificar bebidas adulteradas

O documento também destaca que preços anormalmente baixos, lacres tortos, erros grosseiros de impressão, odor semelhante a solventes e relatos de consumidores com sintomas como visão turva, dor de cabeça intensa, náusea ou ausência da consciência devem ser tratados como suspeita de adulteração.

Nesses casos, os estabelecimentos devem interromper imediatamente a venda do lote; isolar fisicamente os produtos; preservar garrafas, caixas, rolhas e rótulos como evidência; e manter ao menos uma amostra íntegra por lote para possível perícia.

Se houver consumidores sintomáticos, a recomendação é encaminhar para atendimento médico urgente e acionar o Disque-Intoxicação (0800 722 6001), serviço da Anvisa. Também é indicado comunicar a Vigilância Sanitária local, Polícia Civil (197), PROCON e, quando aplicável, o Ministério da Agricultura e Pecuária.

Em casos de sintomas, a orientação é encaminhar imediatamente ao atendimento médico e acionar o Disque-Intoxicação da Anvisa (0800 722 6001). Também deve ser comunicada a Vigilância Sanitária local, a Polícia Civil (197), o Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) e, quando aplicável, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

Consequências legais

O MJSP reforça que a comercialização de produtos adulterados é crime previsto no artigo 272 do Código Penal, com pena de reclusão e multa. Além disso, colocar no mercado produto impróprio para consumo é crime contra as relações de consumo, conforme a Lei nº 8.137/1990.

De acordo com o Código de Defesa do Consumidor, cabe ao fornecedor garantir a segurança dos produtos e fornecer informações claras e adequadas. Em caso de risco, podem ser necessárias medidas de recall. 

A recomendação tem aplicação imediata em São Paulo, podendo ser ampliada para outros estados conforme novos achados das autoridades sanitárias e policiais.



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IATF reduz pegada de carbono e aumenta produtividade na pecuária



A inseminação artificial em tempo fixo (IATF) ganhou um novo argumento a favor de sua adoção na pecuária brasileira. Um estudo da Universidade de São Paulo (USP), em parceria com a GlobalGen e a Embrapa, comprova que essa biotecnologia pode reduzir pela metade a pegada de carbono na produção de carne bovina.

O estudo abrangeu 595 mil vacas em lactação e quatro milhões de vacas de corte. Os resultados demonstram que sistemas de produção mais eficientes estão associados a uma menor pegada de carbono.

O doutor Pietro Baruselli, professor da USP e um dos autores da pesquisa, afirma que a IATF melhora a eficiência reprodutiva, diminui a idade ao primeiro parto e aumenta a taxa de desmame, encurtando o ciclo de produção.

Impactos ambientais e econômicos

Com essas melhorias, a pesquisa revela uma redução de 49% na pegada de carbono do gado de corte e de 37% na pecuária leiteira. Baruselli destaca que a biotecnologia reprodutiva é uma ferramenta valiosa para o pecuarista, pois a redução na pegada de carbono equivale a retirar 850 mil carros de circulação e preservar 200 mil hectares de florestas.

Além do impacto ambiental, a eficiência da IATF também traz ganhos econômicos. Para cada R$ 1 investido na técnica, o produtor pode ter um retorno de R$ 4 a R$ 6. A principal contribuição da IATF ocorre na fase de cria, que ocupa cerca de 70% da terra na pecuária brasileira.

O futuro da pecuária brasileira

A otimização da produção de bezerros, base da cadeia produtiva, resulta em um aumento de produtividade de 27% na carne e 25% no leite. Isso contribui para que o Brasil mantenha seu status de maior rebanho bovino do mundo, agora com menor impacto ambiental.

Para os pecuaristas que iniciam a estação de monta, a recomendação é programar o uso da IATF o mais cedo possível após o parto. A adoção de protocolos que sincronizam rapidamente as vacas pode resultar em bezerros nascidos na melhor época do ano, otimizando recursos naturais e aumentando o ganho de peso.

A IATF também facilita a introdução de genética de qualidade no rebanho, produzindo animais mais eficientes em conversão alimentar e ganho de peso. Essa combinação de eficiência e sustentabilidade é essencial para o futuro da pecuária brasileira, demonstrando que é possível produzir alimentos em harmonia com o meio ambiente.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.



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