domingo, abril 26, 2026

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5 dias! A Abertura Nacional do Plantio da Soja é nesta semana!



Nesta sexta-feira (3) acontecerá a largada oficial da temporada 25/26 do plantio de soja no Brasil. Às 9h, horário de Brasília, o município de Sidrolândia (MS) receberá a Abertura Nacional do Plantio da Soja, evento realizado na Fazenda Recanto.

O encontro também marcará o início da 14ª temporada do projeto Soja Brasil e será transmitido ao vivo pela televisão e pelas redes sociais do Canal Rural. Não fique de fora: clique aqui e garanta sua vaga.

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Organizado pelo Canal Rural, em parceria com a Aprosoja Brasil, a abertura do encontro terá a participação de Paulo Stefanello, presidente do Sindicato Rural de Sidrolândia; Jorge Michelc, presidente da Aprosoja MS; Maurício Buffon, presidente da Aprosoja Brasil; e Júlio Cargnino, presidente do Canal Rural.

Painéis da Abertura Nacional do Plantio de Soja

O Painel 1 – Biocombustíveis: Economia Verde e Oportunidades para o Produtor contará com a participação de Donizette Tokarski, presidente da União Brasileira do Biodiesel e do Bioquerosene (Ubrabio) e Arthur Falcette, secretário de Estado Adjunto da Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação, que também exerce a função de secretário-executivo de Meio Ambiente da Semadesc.

Na sequência, será realizado o Painel 2 – Caminhos para Solução dos Gargalos do Agro, com mediação de Fabrício Rosa. Entre os convidados estão: o presidente da Aprosoja Brasil, Maurício Buffon; a senadora Tereza Cristina, ex-ministra da Agricultura e ex-presidente da FPA; e o deputado Rodolfo Nogueira, presidente da Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados.

O evento será finalizado com o encerramento das autoridades, representadas por Maurício Buffon, presidente da Aprosoja Brasil, e Jorge Michelc, presidente da Aprosoja MS.



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Fachin toma posse na presidência do STF nesta segunda-feira



O ministro Edson Fachin toma posse nesta segunda-feira (26), às 16h, no cargo de presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) pelos próximos dois anos. O vice-presidente será o ministro Alexandre de Moraes.

O novo presidente vai suceder Luís Roberto Barroso, que completará o mandato de dois anos à frente da Corte. A eleição de Fachin para o cargo ocorreu no mês passado e foi feita de maneira simbólica.

Atualmente, o ministro é o vice-presidente, e, pelo critério de antiguidade, deve assumir o cargo. Conforme o regimento interno, o tribunal deve ser comandado pelo ministro mais antigo que ainda não presidiu a Corte.

Posse

Foram convidados para a posse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o vice-presidente, Geraldo Alckmin, e os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), além de outras autoridades.

Fachin dispensou a tradicional festa de posse, que é bancada por associações de magistrados e oferecida a todos os ministros que chegam ao STF ou assumem a presidência.

Pautas

Por ter perfil pessoal mais contido, Fachin deve evitar declarações polêmicas na imprensa e embates com políticos. De acordo com pessoas próximas ao ministro, o novo presidente deve se destacar pela condução de julgamentos com grande impacto social.

Na próxima quarta-feira (1º), quando será realizada a primeira sessão sob o comando de Fachin, a Corte vai iniciar o julgamento sobre o vínculo empregatício de motoristas e entregadores de aplicativos, a chamada “uberização”.

Perfil

Indicado pela ex-presidente Dilma Rousseff, Edson Fachin tomou posse no Supremo em junho de 2015. O ministro nasceu em Rondinha (RS), mas fez carreira jurídica no Paraná, onde se formou em direito pela Universidade Federal do Paraná (UFPR).

No STF, foi relator das investigações da Operação Lava Jato, do processo sobre o marco temporal para demarcações de terras indígenas e do caso que ficou conhecido como ADPF das Favelas, ação na qual foram adotadas diversas medidas para diminuir a letalidade policial durante operações contra o tráfico de drogas no Rio de Janeiro.

Relator das ações penais da trama golpista, Alexandre de Moraes é formado pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP). O ministro foi empossado no cargo em março de 2017.Ele foi indicado pelo ex-presidente Michel Temer para suceder o ministro Teori Zavascki, que morreu em um acidente de avião naquele ano.

Antes de chegar ao STF, Moraes também ocupou diversos cargos no governo de São Paulo, onde foi secretário de Segurança Pública e de Transportes. Também foi ministro da Justiça no governo Temer.



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China reduz compras dos EUA e amplia importação de carne bovina do Brasil e da Austrália



A carne bovina australiana tem ocupado o espaço deixado pelos Estados Unidos no mercado chinês desde o retorno de Donald Trump à Casa Branca. A mudança canalizou centenas de milhões de dólares que antes eram destinados à pecuária americana para os cofres australianos e também reforçou a posição do Brasil como maior fornecedor de carne bovina à China.

De acordo com a agência Reuters, os embarques dos EUA para a China, que giravam em torno de US$ 120 milhões por mês, colapsaram depois que Pequim deixou expirar as licenças de centenas de frigoríficos norte-americanos, em março, em meio à escalada da guerra tarifária iniciada por Trump.

O valor das exportações americanas despencou para apenas US$ 8,1 milhões em julho e US$ 9,5 milhões em agosto, contra US$ 118 milhões e US$ 125 milhões nos mesmos meses de 2024. A Austrália ocupou parte desse espaço, elevando suas vendas de uma média de US$ 140 milhões mensais para US$ 221 milhões em julho e US$ 226 milhões em agosto.

Brasil fortalece posição

Embora a Austrália tenha sido a principal beneficiada no curto prazo, a China também ampliou a demanda pela carne bovina brasileira. Dados da Abrafrigo e da Secex apontam que, em agosto de 2025, o Brasil exportou 359,4 mil toneladas do produto, gerando receita de US$ 1,66 bilhão, altas de 19% em volume e 49% em receita frente ao mesmo mês de 2024.

No acumulado de janeiro a agosto, os embarques brasileiros totalizaram 2,41 milhões de toneladas, um crescimento de 19% em relação ao ano passado. A receita somou US$ 10,8 bilhões, avanço de 34%. A China foi responsável por quase 40% desse volume, importando 948,4 mil toneladas no período, 41% a mais do que no ano anterior.

Somente em agosto, as compras chinesas de carne bovina brasileira saltaram de 106 mil toneladas em 2024 para 158 mil toneladas em 2025, um crescimento de 50%.

Cenário global

Analistas destacam que a carne australiana tem características mais próximas da oferta americana, especialmente no gado confinado, o que explica sua rápida substituição no mercado chinês. Ainda assim, o Brasil mantém posição dominante, beneficiado pelo aumento da demanda e pela competitividade de preços.

O impasse entre Washington e Pequim deve continuar pesando sobre os exportadores norte-americanos. Segundo Joe Schuele, porta-voz da Federação de Exportação de Carne dos EUA, a questão está “entrelaçada com outras disputas comerciais” entre os dois países e não deve ser resolvida no curto prazo.

Enquanto isso, a produção recorde da Austrália e a força da pecuária brasileira consolidam a perda de espaço dos EUA na China, que segue como o maior importador mundial de carne bovina.



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Após ciclone e frente fria, chuva forte atinge alguns estados; veja a previsão do tempo



Após a passagem de ciclone associado a uma frente fria durante o fim de semana no Sul do país, o tempo segue instável na região nesta segunda-feira (29). Um sistema de baixa pressão atmosférica na altura do Paraguai provoca pancadas de chuva no Sul, especialmente no Paraná, enquanto o tempo seco preocupa estados do Sudeste, Centro-Oeste e parte do Nordeste, segundo a Climatempo.

No Paraná, a chuva pode começar ainda pela manhã no oeste e norte do estado, com intensidade moderada a forte, acompanhada de raios e ventos de até 70 km/h. À tarde, as instabilidades se espalham pelo noroeste e norte. Já áreas do leste e do litoral paranaense devem ter tempo mais aberto, apenas com aumento de nuvens.

Em Santa Catarina e no norte do Rio Grande do Sul, a umidade favorece pancadas localizadas durante o dia, que perdem força à noite. Nas demais regiões gaúchas, o tempo fica firme, com aumento das temperaturas, especialmente no oeste e Missões.

No Sudeste, o destaque é a baixa umidade relativa do ar, que deve ficar entre 20% e 12% em áreas do norte e noroeste de São Paulo, Triângulo Mineiro, oeste e noroeste de Minas Gerais. Não há previsão de chuva nas capitais, e em São Paulo a temperatura sobe durante a tarde.

No litoral do Rio de Janeiro e do Espírito Santo, pode ventar moderadamente, com rajadas de até 50 km/h. À tarde, calor e umidade favorecem pancadas de chuva no oeste e sudoeste paulista.

Enquanto no Centro-Oeste, áreas de instabilidade permanecem em Mato Grosso do Sul, com risco de chuva moderada a forte no centro-sul e sudoeste do estado. No Mato Grosso, a chuva enfraquece, mas ainda ocorre no extremo noroeste. Já no norte de Goiás e leste de Mato Grosso, a umidade do ar cai para níveis críticos, abaixo de 12%. Em Cuiabá, Brasília e Goiânia, o tempo segue firme, com forte elevação de temperatura.

Já no Nordeste, as instabilidades ficam restritas ao litoral de Sergipe e Alagoas, com pancadas isoladas e tempo abafado em Maceió. Nas demais áreas, o predomínio é de sol e calor, com queda da umidade entre 30% e 21% no interior do Piauí, Maranhão, Bahia, Pernambuco e Ceará.

E no Norte, o tempo segue instável no Amazonas, Acre, Rondônia e Roraima, com risco de temporais no noroeste amazonense e chuva forte em RR, AC e norte de RO. O Pará pode registrar pancadas isoladas na divisa com o Amazonas. Já Amapá e Tocantins devem ter predomínio de sol. No sul do Tocantins, a umidade entra em situação de emergência, abaixo de 12%.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.



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Capim-pé-de-galinha ameaça produtividade da soja



O controle tem se tornado mais difícil


O controle tem se tornado mais difícil
O controle tem se tornado mais difícil – Foto: Canva

O capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) tem se tornado um dos principais desafios para os sojicultores brasileiros. De acordo com a Embrapa, essa planta daninha pode reduzir em até 12% a produtividade da soja em apenas 21 dias de infestação, devido à competição por água, luz e nutrientes. Com rápido desenvolvimento, produz milhares de sementes por planta e se espalha facilmente nas áreas de cultivo.

O controle tem se tornado mais difícil porque a espécie já não responde bem a herbicidas usados repetidamente, o que favorece a multiplicação de indivíduos resistentes. Os sinais de infestação incluem touceiras densas, folhas estreitas e hastes que podem ultrapassar 30 centímetros, exigindo monitoramento constante.

“Isso acontece porque, quando se usa repetidamente o mesmo tipo de produto, as plantas mais resistentes sobrevivem e se multiplicam, tornando o controle químico menos eficiente ao longo do tempo”, informa Hudslon Huben, gerente sr. de efetividade e go to market da ORÍGEO.

Para enfrentar o problema, especialistas da ORÍGEO recomendam soluções específicas para plantas resistentes. Um exemplo é o herbicida Thunder, da UPL, que atua de forma sistêmica e apresenta eficácia contra hastes de até 15 cm. A recomendação é associar a aplicação ao uso de adjuvantes à base de óleo metilado de soja, como o Strides, que aumenta a penetração e a aderência do produto.

O Thunder também apresenta alta performance no controle de buva e permite o plantio de soja ou algodão em até cinco dias após a aplicação. Em casos avançados de infestação, com seis a oito perfilhos, a indicação é realizar uma aplicação sequencial com herbicidas de contato, como o Version, também da UPL.

 





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Semana começa com expectativa sobre índices da inflação e do mercado de trabalho no Brasil


No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta que os rendimentos dos Treasury Bonds subiram após discursos cautelosos do Fed e PIB dos EUA revisado para alta anualizada de 3,8%. Bolsas recuaram e o dólar se valorizou diante da aversão a risco.

No Brasil, Ibovespa fechou em leve baixa e decisão sobre juros reforçou expectativas de Selic elevada. Hoje, destaque para CAGED, Focus e IGP-M de setembro.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Goiaba de Carlópolis busca espaço no mercado europeu em Madrid



A Cooperativa Coac, referência na produção de goiaba em Carlópolis (PR), dá mais um passo para consolidar sua presença internacional. Com apoio de parceiros como Sebrae/PR, Abrafrutas, CNA e Exportare, o grupo volta a participar da Fruit Attraction Madrid, a maior feira mundial do setor hortofrutícola.

O evento será realizado a partir de amanhã (30) a 2 de outubro, na Espanha. A participação busca ampliar o mercado europeu e fortalecer a Indicação Geográfica (IG) da goiaba da região. Segundo o consultor do Sebrae/PR, Odemir Capello, o trabalho começou há quase dez anos e já mostra resultados importantes.

“A gente iniciou um trabalho lá em 2015. O objetivo, na época, era trabalhar a Indicação Geográfica da goiaba de Carlópolis, organizar os produtores, buscar mercado e dar visibilidade”, explica Capello.

Agora, a estratégia é mais robusta. Parcerias fortalecidas buscam agregar valor ao produto e conquistar consumidores europeus. Um dos diferenciais é adaptar o ponto de colheita ao paladar estrangeiro.

“Queremos mudar talvez o ato de consumo de goiaba na Europa. Ela chega lá num ponto mais verde e isso a deixa mais ácida. A ideia é colocar a fruta num ponto ideal de consumo, oferecendo uma experiência mais doce e agradável”, ressalta o consultor.

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Capello destaca que a iniciativa vai além da exportação.

“Tem todo um apelo de desenvolvimento regional e local. Envolve a Indicação Geográfica, o Global GAP e a melhoria das condições dos produtores de goiaba de Caiuá e da região abrangida pela IG. Estamos trabalhando juntos: Sebrae, Abrafrutas, CNA, Prefeitura e Exportare, para que o projeto ganhe novos rumos, beneficie mais pessoas, aumente o volume de exportação e, quem sabe, até o preço médio”, completa.

Fruit Attraction

A presença na feira reforça o compromisso com a inovação e o crescimento sustentável. Realizada pela Ifema Madrid e Fepex, a Fruit Attraction Madrid 2025 reunirá profissionais de toda a cadeia de frutas e vegetais. O evento fortalece o potencial das frutas brasileiras e cria novas oportunidades de negócios e networking para os produtores de Carlópolis.



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Queda da ureia traz alívio parcial



A ureia segue mais cara em comparação com 2024


A ureia segue mais cara em comparação com 2024
A ureia segue mais cara em comparação com 2024 – Foto: Canva

Os preços da Ureia apresentaram queda nas últimas quatro semanas no mercado internacional. No Brasil, essa retração foi acompanhada por um fator adicional favorável: além da redução em dólar, o câmbio atual tem auxiliado o produtor que realiza suas compras em reais, avalia Jeferson Souza, analista de inteligência de mercado. Esse movimento trouxe algum alívio imediato, mas ainda não foi suficiente para colocar os valores abaixo do observado no último ano.

Mesmo com as baixas recentes, a ureia segue mais cara em comparação com 2024. Em moeda nacional, os preços estão cerca de 8% acima dos do ano passado, enquanto em dólar a alta acumulada chega a 16% no comparativo entre setembro de 2024 e a última semana de setembro de 2025, representando aproximadamente US$ 50 por tonelada a mais. Esse avanço demonstra como a pressão internacional continua influenciando diretamente o custo do insumo no Brasil, mesmo em momentos de desvalorização.

Souza destaca que o ano de 2025 vem sendo marcado por uma competição intensa entre ureia e sulfato de amônio, com este último se mostrando mais competitivo. Essa diferença de desempenho tem reduzido a liquidez da ureia no mercado doméstico, ao passo que as importações do produto caem em relação a 2024. O movimento oposto ocorre com o sulfato de amônio, que alcança recordes históricos de entrada no país, consolidando-se como uma alternativa cada vez mais presente no planejamento de fertilização.

Outro fator de peso é a demanda projetada para os próximos ciclos. Ainda há um amplo espaço para negócios ligados ao milho “safrinha” de 2026 neste último trimestre do ano, e operações antecipadas para 2027 já estão sendo registradas. Para Souza, o cenário reforça a necessidade de análises regionais no mercado de insumos. 

 





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Projeto de algodão orgânico com irrigação avança



A ação integra diferentes apoios


A ação integra diferentes apoios
A ação integra diferentes apoios – Foto: Pixabay

Mais um passo importante foi dado para ampliar o cultivo de algodão orgânico consorciado no Semiárido paraibano. O projeto, desenvolvido pela Empresa Paraibana de Pesquisa, Extensão Rural e Regularização Fundiária (Empaer) em parceria com o Instituto Casaca de Couro (ICC), utiliza sistema de irrigação que possibilita até três colheitas por ano. A iniciativa começou no município de Pilar, na Comunidade Chã de Areia, envolvendo três produtores locais.

A ação integra diferentes apoios: a Empaer oferece assistência técnica, a prefeitura de Pilar garantiu o preparo da terra e o ICC compra toda a produção com preço fixo, além de fornecer a certificação. O modelo também prevê o plantio de milho e gergelim, ampliando as alternativas de renda para os agricultores.

“O Governo do Estado, por meio da Empaer, vai prestar todo a assistência técnica. A prefeitura municipal de Pilar entrou com o corte da terra. Já o Instituto Casaca de Couro garante a compra da produção”, explicou o gerente regional da Empaer em Itabaiana, Paulo Emílio.

Segundo os técnicos, a proposta aproveita as águas da transposição do Rio São Francisco, com meta de expandir o sistema irrigado do Cariri até o Agreste, alcançando municípios às margens do Rio Paraíba. Financiamentos via Banco do Nordeste, por meio do Agroamigo, podem auxiliar os produtores a investir na irrigação.

Com isso, o projeto busca consolidar um modelo produtivo sustentável e garantir mercado para a produção agrícola regional, fortalecendo a economia do Semiárido e oferecendo novas oportunidades aos pequenos produtores. “Enfim, inicialmente, queremos chegar a todos os municípios que estão às margens do Rio Paraíba. Mas se alguém tem um poço, um açude, um manancial que tenha condições de irrigar, estaremos juntos, Empaer e ICC, para executarmos esse projeto”, afirmou.

 





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Projeto de algodão orgânico com irrigação avança



A ação integra diferentes apoios


A ação integra diferentes apoios
A ação integra diferentes apoios – Foto: Pixabay

Mais um passo importante foi dado para ampliar o cultivo de algodão orgânico consorciado no Semiárido paraibano. O projeto, desenvolvido pela Empresa Paraibana de Pesquisa, Extensão Rural e Regularização Fundiária (Empaer) em parceria com o Instituto Casaca de Couro (ICC), utiliza sistema de irrigação que possibilita até três colheitas por ano. A iniciativa começou no município de Pilar, na Comunidade Chã de Areia, envolvendo três produtores locais.

A ação integra diferentes apoios: a Empaer oferece assistência técnica, a prefeitura de Pilar garantiu o preparo da terra e o ICC compra toda a produção com preço fixo, além de fornecer a certificação. O modelo também prevê o plantio de milho e gergelim, ampliando as alternativas de renda para os agricultores.

“O Governo do Estado, por meio da Empaer, vai prestar todo a assistência técnica. A prefeitura municipal de Pilar entrou com o corte da terra. Já o Instituto Casaca de Couro garante a compra da produção”, explicou o gerente regional da Empaer em Itabaiana, Paulo Emílio.

Segundo os técnicos, a proposta aproveita as águas da transposição do Rio São Francisco, com meta de expandir o sistema irrigado do Cariri até o Agreste, alcançando municípios às margens do Rio Paraíba. Financiamentos via Banco do Nordeste, por meio do Agroamigo, podem auxiliar os produtores a investir na irrigação.

Com isso, o projeto busca consolidar um modelo produtivo sustentável e garantir mercado para a produção agrícola regional, fortalecendo a economia do Semiárido e oferecendo novas oportunidades aos pequenos produtores. “Enfim, inicialmente, queremos chegar a todos os municípios que estão às margens do Rio Paraíba. Mas se alguém tem um poço, um açude, um manancial que tenha condições de irrigar, estaremos juntos, Empaer e ICC, para executarmos esse projeto”, afirmou.

 





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