sábado, abril 25, 2026

Agro

AgroNewsPolítica & AgroSafra

Melhor colheita no Vietnã consolida fortes quedas no preço do café robusta…


Logotipo Notícias Agrícolas

Os preços do café fecharam a sessão desta sexta-feira (19) com fortes quedas nas bolsas internacionais. Segundo o Barchart, as cotações futuras despencaram hoje para as mínimas de 1 mês, depois que o jornal Washington Post informou que legisladores dos EUA 
planejam apresentar um projeto de lei para isentar as importações de café das tarifas impostas pelo Presidente Donald Trump.

Leia mais:

O clima antes do período crítico de floração no Brasil, combinado com estoques limitados e preocupações comerciais continuam dando suporte ao mercado futuro, e ocasionando a oscilação de preços nas bolsas internacionais.

De acordo com informações do portal internacional Bloomberg, existe a expectativa que o Vietnã (maior produtor mundial de robusta) colha sua maior safra em quatro anos após boas chuvas, o que pode ajudar a aliviar a oferta restrita e pressionar os preços globais para baixo. A produção deve aumentar para 1,76 milhão de toneladas na temporada 2025-26, de acordo com a estimativa mediana de sete traders, produtores, exportadores e analistas consultados pela Bloomberg News. “Um fluxo maior de grãos no mercado pode ajudar a suprir a escassez global após safras abaixo do esperado nas duas temporadas anteriores e ajudar a suavizar os preços, que dispararam 42% no mês passado”, completa ainda a publicação do portal. 

Em Londres, o robusta registra então o recuo de US$ 312 nos contratos de setembro/25 e novembro/25 cotado por US$ 4,353/tonelada e US$ 4,135/tonelada, e uma perda de US$ 311 no valor de US$ 4,089/tonelada no de janeiro/26.

O arábica encerra o dia com baixa de 1.435 pontos no valor de 366,50 cents/lbp no vencimento de dezembro/25, um recuo de 1.500 pontos negociado por 346,25 cents/lbp no de março/26, e uma queda de 1.485 pontos no valor de 332,45 cents/lbp no de maio/26. 

Mercado Interno

Segundo a Safras & Mercado, diante da forte queda em NY, os produtores tendem a ficar mais retraídos, aguardando um melhor posicionamento para retomar as negociações. O mercado físico brasileiro anda lento nos negócios, com os produtores retendo a oferta.

O Café Arábica Tipo 6 registra uma baixa de 13,33% no valor de R$ 1.950,00/saca em Maringá/PR, uma queda de 10,22% em Machado/MG no valor de R$ 2.020,00/saca, e uma perda de 4,31% cotado por R$ 2.220,00/saca em Varginha/MG. Já o Cereja Descascado encerra com 4,13% em Varginha/MG cotado por R$ 2.320,00/saca, e uma baixa de 3,95% em Guaxupé/MG no valor de R$ 2.189,00/saca. 





Source link

News

JBS investirá US$ 70 milhões na produção de frango no Paraguai



A JBS anunciou nesta quinta-feira (2) que investirá US$ 70 milhões nos próximos dois anos na produção de frangos no Paraguai.

O anúncio foi feito durante visita do presidente paraguaio Santiago Peña à unidade da Seara em Dourados, Mato Grosso do Sul.

De acordo com a companhia, o investimento no país vizinho se dará por fases. A primeira delas teve início com a aquisição da Pollos Amanecer, marca de frangos local que opera uma fábrica no distrito de Doctor Juan Eulogio Estigarribia, conhecido também como Campo 9, no departamento de Caaguazú.

Para o investimento no Paraguai, Wesley Batista, acionista e integrante do Conselho de Administração da JBS, destacou as oportunidades por lá. “Encontramos condições de grãos supercompetitivas, mão de obra qualificada e disponibilidade de recursos”, afirmou.

Localização estratégica

Localizada em uma das maiores regiões agrícolas paraguaias, a unidade tem fácil acesso a lavouras e fica a um raio de 200 quilômetros das três maiores cidades do país: a capital Assunção, Ciudad del Leste (na fronteira com Brasil e Argentina) e Luque.

A fábrica foi adquirida da empresa Campo 9 S.A., que atua no mercado local com a marca Pollos Amanecer, que, segundo a JBS, é reconhecida no Paraguai pela qualidade.

Após obras de ampliação e modernização, a planta alcançará capacidade de processamento de 100 mil aves por dia, com objetivo de continuar atendendo o mercado interno e passar a acessar o exterior.

A plena capacidade, a indústria vai rodar com cerca de 1.100 colaboradores (somando a mão de obra fabril e administrativa). O complexo produtivo incluirá 28 granjas para material genético, incubatórios e uma fábrica de ração.

“O Paraguai oferece boas condições para o desenvolvimento da avicultura, e esse investimento reforça nossa estratégia de aumento da competitividade e diversificação da companhia. Estamos confiantes em que essa operação será um motor de crescimento para o país, gerando emprego, renda e produtos de alta qualidade para o mercado global, acelerando a presença do Paraguai no mercado mundial de frangos”, disse Gilberto Tomazoni, CEO Global da companhia.

“Temos o intuito de ser grandes e fazer parte da comunidade. O país está nos recebendo de braços abertos e queremos ser paraguaios no Paraguai”, completou.

O plano de expansão da Seara incluirá investimentos por parte de produtores de frango integrados da região, conhecida pela presença de imigrantes menonitas vindos do Canadá, que se estabeleceram na região a partir da década de 1950.

Atualmente, a fábrica opera com frangos produzidos em 19 aviários. O plano é chegar a 139 quando o ciclo de expansão da fábrica for concluído.



Source link

News

Pernambuco tem novo caso de intoxicação por ingestão de metanol



A Secretaria Estadual de Saúde (SES) de Pernambuco notificou um novo caso suspeito de intoxicação por metanol associado ao consumo de bebidas alcoólicas adulteradas. Com a notificação desta quinta-feira (2), agora são quatro os casos investigados relacionados a intoxicação por consumo de bebida alcoólica no estado.

Segundo a secretaria, o caso investigado é de uma mulher residente em Olinda, que teria ingerido vodca no dia 26 de agosto. Ela buscou atendimento médico no dia 29 de agosto, após ter apresentado sintomas de náuseas, vômito, cefaleia e visão turva. A mulher ainda está sob acompanhamento médico, no Recife, e o estado de saúde é considerado estável.

Em razão dos casos de intoxicação, a prefeitura de Olinda informou que vai intensificar a fiscalização durante as prévias do carnaval de 2026 neste fim de semana.

Fiscalização da Vigilância

No sábado (4), das 8h às 14h, e no domingo (5), das 15h às 21h, equipes da Vigilância Sanitária da Secretaria de Saúde de Olinda vão acompanhar o modo de preparação e como são feitas e manuseadas as bebidas nos comércios formal e informal da orla e do sítio histórico da cidade.

“É uma ação preventiva que reduz o risco, evitando que bebidas adulteradas circulem no comércio e cheguem à população. A Vigilância Sanitária garante que, mesmo na ausência de notificação, a população esteja protegida diante de um risco que já foi identificado em outros territórios”, disse a diretora de Vigilância em Saúde de Olinda, Dejanine Araújo.

Outros casos

Na terça-feira (30), a Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (Apevisa) foi notificada sobre três possíveis casos de intoxicação por metanol. Três homens foram atendidos no Hospital Mestre Vitalino, em Caruaru. Dois morreram e um outro perdeu a visão. Os pacientes são de dois municípios pernambucanos: Lajedo e João Alfredo.

“Assim que recebeu a notificação, a Apevisa iniciou a preparação de ações de fiscalização em distribuidoras de bebidas alcoólicas. A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) vai emitir orientações tanto para a população como para as vigilâncias sanitárias municipais. A meta principal é a intensificação das vistorias para evitar possíveis fraudes nos estabelecimentos que vendem bebidas alcoólicas”, diz a Apevisa, em nota.

De acordo com a Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária, nesses casos, o hospital relata o quadro clínico, notifica a ocorrência e registra as informações coletadas.

A investigação é realizada pelas vigilâncias da unidade do estado. Nos óbitos com suspeita de intoxicação, o corpo é encaminhado ao Instituto Médico-Legal (IML), onde são feitos exames.

A recomendação da agência é que os serviços de saúde notifiquem todos os casos suspeitos ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) e ao Centro de Informações Estratégicas e Resposta de Vigilância em Saúde (Cievs/PE) e que façam a busca ativa de pessoas que possam ter consumido bebidas da mesma origem e a capacitação das equipes de saúde para o manejo clínico adequado, incluindo uso de antídotos específicos e hemodiálise nos casos graves.

Também é recomendado que a vigilância sanitária intensifique a fiscalização em estabelecimentos que comercializam bebidas alcoólicas, colete amostras suspeitas para análise laboratorial, interdite preventivamente lotes e articule ações conjuntas com Procon, Ministério Público e forças de segurança.



Source link

News

Quais as rodovias com a gasolina e o diesel mais barato? Levantamento responde



Transitar entre as principais rodovias do país pode gerar um custo significativo ao motorista que dirige veículos flex ou a diesel. O mais recente Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL) analisou o preço na bomba nos postos de gasolina ao longo da Régis Bittencourt, Presidente Dutra, BR-101 e Fernão Dias em setembro.

A Rodovia Fernão Dias fechou o mês como a mais vantajosa para veículos a diesel, registrando os menores preços do país para ambos os tipos: R$ 5,91 para o comum, após alta de 0,17% em relação a agosto, e R$ 6,03 para o S-10, depois de recuo de 0,17%.

Para os veículos leves, a Presidente Dutra foi a melhor opção, comercializando o etanol mais barato, a R$ 4,44 (+1,60%), e a gasolina com a média mais baixa, a R$ 6,13 (+0,49%).

Já a BR-101 seguiu, em setembro, apresentando os maiores preços médios para todos os combustíveis. Na rodovia, o diesel comum foi encontrado em média por R$ 6,12 (-0,16%) e o S-10 por R$ 6,25 (+0,32%). Por lá, a gasolina manteve a estabilidade de preço, sendo comercializada a R$ 6,38, e o etanol foi vendido a R$ 4,89, com uma leve alta de 0,20%.

“Setembro reforça a BR-101 como a rota de maior custo para o abastecimento, uma tendência já observada em nossos levantamentos. A novidade é a consolidação da Presidente Dutra como o trecho mais econômico para veículos leves, oferecendo tanto o etanol quanto a gasolina mais baratos do período”, analisa o diretor de Rede de Abastecimento da Edenred Mobilidade, Renato Mascarenhas.

Segundo ele, enquanto isso, a Fernão Dias se mantém como um porto seguro para os caminhoneiros, com os preços de diesel mais competitivos.

“Essa especialização das rotas, onde uma é mais vantajosa para diesel e outra para combustíveis leves, evidencia como as dinâmicas de preço regionais exigem do motorista uma estratégia cada vez mais apurada para otimizar seus custos”, completa.

O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantado com base nos abastecimentos realizados nos 21 mil postos credenciados da Edenred Ticket Log.



Source link

News

Apenas uma região registra queda nas cotações de soja nesta quinta-feira; saiba qual



O mercado brasileiro de soja apresentou preços mistos e pouco alterados nesta quinta-feira (2). De acordo com Rafael Silveira, analista da consultoria Safras & Mercado, houve alguns negócios, mas no geral as negociações estiveram travadas. A Bolsa de Chicago para a soja avançou, mas os prêmios caíram, sem estímulo para maiores movimentações.

  • Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱

Silveira comenta que o produtor está com foco no plantio da safra de verão e o spread segue elevado entre as pedidas de compradores e vendedores.

Preços de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 129,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 130,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 131,00 pra R$ 132,00
  • Rondonópolis (MT): caiu de R$ 125,00 pra R$ 123,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 123,00 pra R$ 124,50
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 120,00 pra R$ 121,00
  • Paranaguá (PR): subiu de R$ 135,00 pra R$ 136,00
  • Rio Grande (RS): manteve em R$ 135,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja subiram pela segunda sessão seguida nesta quinta-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O mercado renovou as esperanças de retomada das compras chinesas, ainda refletindo a sinalização dada ontem pelo presidente americano, Donald Trump.

China e EUA

Trump afirmou que a soja será um dos principais temas de discussão quando se encontrar com o presidente da China, Xi Jinping, dentro de quatro semanas. “Os produtores de soja do nosso país estão sendo prejudicados porque a China, apenas por motivos de negociação, não está comprando”, escreveu no Truth Social.

Hoje, o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, afirmou que o governo federal apoiará os agricultores americanos diante da recusa chinesa em adquirir soja da safra norte-americana. Segundo ele, um programa de suporte será lançado na próxima terça-feira, em parceria com o Farm Credit Bureau, para garantir recursos ao planejamento das próximas safras.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 10,75 centavos de dólar, ou 1,06%, a US$ 10,23 3/4 por bushel. A posição janeiro encerrou a US$ 10,41 3/4 por bushel, avanço de 10,75 centavos ou 1,04%.

Nos subprodutos, o farelo para dezembro fechou em US$ 279,30 por tonelada, com alta de US$ 5,70 ou 2,08%. No óleo, os contratos de dezembro encerraram a 50,44 centavos de dólar, ganho de 0,02 centavo ou 0,03%.

Câmbio

O dólar comercial fechou em alta de 0,21%, cotado a R$ 5,3391 na venda e R$ 5,3371 na compra. Ao longo do dia, a moeda oscilou entre a mínima de R$ 5,3076 e a máxima de R$ 5,3731.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Ministros do Mapa e MDA recebem bananicultores de todo o país


O ministro da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Fávaro, e o ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), Paulo Teixeira, receberam nesta terça-feira (30) representantes de produtores de banana de várias regiões do Brasil. Acompanharam os produtores o senador Jaime Bagatolli, os deputados Enio Tatto, do (PT-SP), Jorge Gotten (Rep-SC), Sandra Kennedy, secretária nacional de Articulação Institucional do Ministério das Mulheres, vereadores e prefeitos de diversas cidades.

Os produtores vieram conversar sobre a abertura do mercado brasileiro para importar a produção de banana do Equador e a preocupação com algumas questões fitosanitárias na produção daquele país, particularmente o fungo Fusarium oxysporum raça 4.

Também foi apontado pelos produtores a importância econômica e social da banana em várias regiões do Brasil, como no Vale do Ribeira, em São Paulo, regiões irrigadas no norte de Minas e Ceará, Bahia, Tocantins, Ceará e Espírito Santo, além da importância da produção de bananas de pequenas propriedades e comunidades quilombolas e indígenas.

O ministro Fávaro apontou a solidez da vigilância sanitária brasileira como referência mundial, garantindo que haverá extrema atenção quanto a qualquer risco, ressaltando que não há casos de Fusarium oxysporum raça 4 no Equador, e destacou que o Governo do Brasil já superou mais de 400 novos mercados e pode chegar a 500 mercados até o fim da gestão, sendo que o recorde anterior era a abertura de cerca de 100 mercados.

“Osistema sanitário brasileiro é muito robusto e já superamos diversos desafios. Ninguém no mundo tem um sistema tão eficiente. Também tratamos das oportunidades no mercado externo para a fruta brasileira. O Mapa e o MDA são a casa do produtor brasileiro, estamos aqui para colaborar e buscar oportunidades. Não vamos deixar nenhum produtor precarizado”, afirmou o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro.

Os ministros se comprometeram com os produtores que acompanharão toda a análise sanitária da questão da banana do Equador, evitarão qualquer ação de dumping e disseram que não só não haverá prejuízos para os produtores brasileiros de banana no mercado interno, como também é possível trabalhar junto com o setor por oportunidades para abrir mercados no exterior, ampliando o consumo de banana brasileira.

O ministro Paulo Teixeira afirmou que as portas dos ministérios estarão sempre abertas para o diálogo com o setor e para monitorar a situação da banana do Equador. “Não vamos pensar apenas as políticas defensivas, mas também as ofensivas, para aumentar a capacidade de exportação e espaço para a banana brasileira nos mercados interno e externo”, concluiu.Com informações do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura FamiliarInformações à [email protected]





Source link

News

Nova regra do Ibama exige regularidade ambiental total da propriedade; entenda



A nova Instrução Normativa (IN) nº 8 de 2024 do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) trouxe uma alteração crucial nas regras de embargos ambientais. A partir de agora, para solicitar o desembargo de uma área, o proprietário não pode mais se limitar a regularizar apenas aquela porção de terra que foi embargada.

A nova exigência determina que o produtor deve comprovar a regularidade ambiental de toda a propriedade rural, independentemente de onde ocorreu a infração. Essa mudança visa ampliar o controle sobre as infrações e garantir a efetiva recuperação de áreas degradadas. O Ibama pretende que o proprietário demonstre que a sua fazenda, como um todo, está em conformidade com a legislação ambiental.

Consequências da nova normativa

O embargo ambiental é uma sanção séria que, se não resolvida, pode gerar perdas econômicas significativas. Ao quadro Direito Agrário do Giro do Boi, o advogado e professor de Direito Ambiental, Pedro Puttini, explica que essa regra cria um desafio prático: se houver pendências ambientais em qualquer parte da terra, o produtor terá obstáculos mais complexos para conseguir o desembargo. Confira o vídeo.

Puttini afirma que isso reforça a necessidade de investir no compliance ambiental de forma integral. “É crucial revisar toda a documentação ambiental, e não apenas a área embargada”, diz. A exigência de regularidade total do Ibama tem gerado controvérsias no setor, especialmente em relação à Lei Complementar nº 140, que distribui competências ambientais entre União e estados.

Debates sobre a nova exigência

Essa lei garante aos estados a competência para conceder licenças e aprovar a regularização. Muitos questionam se a normativa federal, ao exigir a regularidade total para o desembargo, não estaria invadindo a competência estadual. Apesar das críticas, a regra está em vigor e o produtor precisa agir para não enfrentar sanções.

Puttini ressalta que manter os documentos atualizados e investir em práticas de regularização integral é a melhor forma de evitar sanções futuras. “Se sua propriedade rural tem algum histórico de passivo ambiental, procure assistência técnica especializada”, recomenda.

Estar em dia com a legislação não é apenas uma obrigação legal, mas também uma estratégia de proteção patrimonial e um fator de valorização da propriedade rural em um ambiente de fiscalização cada vez mais rigoroso.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.



Source link

News

FMI aponta incertezas globais e reforça vigilância contra inflação



A diretora de Comunicações do Fundo Monetário Internacional (FMI), Julie Kozack, destacou que a economia global ainda enfrenta “desafios significativos” e permanece vulnerável a riscos externos. Segundo ela, “a atividade global continua em ritmo moderado, em meio a um cenário de inflação em queda, mas ainda persistente em alguns países”.

Em coletiva de imprensa, a porta-voz lembrou que o crescimento projetado pelo Fundo é heterogêneo, refletindo tanto o efeito das políticas monetárias restritivas quanto tensões geopolíticas.

Kozack ressaltou que o FMI “mantém a avaliação de que os bancos centrais devem continuar vigilantes” diante da inflação, mesmo em ambiente de desaceleração econômica. Ela afirmou que políticas fiscais consistentes são essenciais para “garantir credibilidade e resiliência”, sobretudo em países emergentes que enfrentam volatilidade nos fluxos de capitais.

China e América Latina

Sobre a China, a porta-voz disse que “a economia mostra sinais de estabilização”, mas ainda precisa lidar com “desafios estruturais no setor imobiliário e no consumo doméstico”.

Em relação à América Latina, Kozack lembrou que os bancos centrais abriram o ciclo de aumento de juros antecipadamente e que isso ainda ajuda a atividade econômica. No entanto, a porta-voz alertou para riscos ligados à queda das commodities e ao ambiente de política monetária global mais apertada.



Source link

News

Costa Rica abre mercado para castanha-do-Brasil



A Costa Rica abriu seu mercado para a entrada da castanha-do-Brasil. O anúncio foi feito pelos ministérios da Agricultura (Mapa) e das Relações Exteriores (MRE) nesta quinta-feira (2).

O produto brasileiro foi autorizado a entrar tanto com casca quanto sem casca, após a conclusão dos trâmites sanitários entre os dois países. A medida amplia a lista de mercados acessados pela sociobiodiversidade amazônica.

Importância do produto

A castanha-do-Brasil é extraída por comunidades tradicionais e tem forte peso social e ambiental. Além de ser reconhecida pelo valor nutricional, a atividade gera renda em regiões da Amazônia e ajuda a manter áreas de floresta em pé.

Segundo os ministérios, a abertura contribui para fortalecer a imagem do país como fornecedor de alimentos com origem sustentável. A comercialização também diversifica a pauta de exportações brasileiras para a América Central.

Relações comerciais

Em 2024, o Brasil exportou 272 milhões de dólares em produtos agropecuários para a Costa Rica. Entre os principais itens estiveram cereais, farinhas, preparações alimentícias e derivados da soja.

Com a inclusão da castanha, o governo brasileiro chega a 143 novos acessos a mercados internacionais para produtos agropecuários somente em 2025. A meta, segundo o Ministério da Agricultura, é ampliar a presença em nichos de alto valor agregado, como no caso da sociobiodiversidade amazônica.

Especialistas destacam potencial

Para o pesquisador em comércio internacional da Fundação Getulio Vargas (FGV), Lucas Mota, a abertura representa uma oportunidade estratégica. “Além de agregar valor à pauta exportadora, a castanha reforça o posicionamento do Brasil como fornecedor de alimentos vinculados à sustentabilidade”, afirma.

Já para produtores e comunidades extrativistas, a expectativa é de ampliar a demanda e garantir melhores preços. “Cada novo mercado pode significar maior segurança para manter a atividade econômica sem pressão pelo desmatamento”, avalia o consultor em bioeconomia José Almeida.



Source link