
A secretária de Agricultura dos Estados Unidos, Brooke Rollins, afirmou na quinta-feira (2) que a China “não está com os armazéns cheios” e precisa voltar a comprar soja norte-americana.
Em entrevista à Fox Business, ela disse que o presidente Donald Trump pretende cobrar o tema do presidente chinês Xi Jinping no fim de outubro, em reunião prevista à margem da cúpula da Cooperação Econômica Ásia-Pacífico (Apec), em Seul. “É hora de a China parar de jogar jogos. Eles precisam do nosso produto”, declarou.
A fala de Rollins ocorre em meio à ausência prolongada da China nas compras de soja dos Estados Unidos. Ontem, mais cedo, o secretário do Tesouro, Scott Bessent, disse à CNBC que o governo anunciará na próxima terça-feira (7,) “apoio substancial” aos produtores afetados. Segundo Bessent, na sua avaliação, a maior parte do eleitorado rural apoiou Trump, e os recursos para o programa podem vir de receitas tarifárias.
Trump voltou ao tema em publicação na rede Truth Social, afirmando que os agricultores estão sendo prejudicados porque a China deixou de comprar soja “por razões de negociação”. “Vou me reunir com o presidente Xi da China em quatro semanas, e a soja será um tópico importante de discussão”, escreveu.
Rollins disse que esteve na quarta-feira no Salão Oval com Trump para discutir a situação dos produtores de soja, além de sorgo, algodão, milho e trigo. Segundo ela, a China não cumpriu integralmente o acordo comercial firmado em 2019.
“Infelizmente, os chineses não mantiveram a parte deles do acordo. Isso aconteceu sob o presidente Biden, que se recusou a cobrar qualquer responsabilidade e, como resultado, abandonou nossa comunidade agrícola”, afirmou.
A secretária acrescentou que os Estados Unidos já fecharam mais de uma dúzia de acordos para abrir novos mercados agrícolas, citando Indonésia, Japão, Taiwan, Reino Unido, União Europeia e Austrália. “A solução de longo prazo é não depender exclusivamente de alguns países”, disse Rollins.
No mercado, a AgResource avaliou que os sinais políticos deram fôlego, ontem, aos preços futuros na Bolsa de Chicago (CBOT), mas não alteram o quadro de curto prazo sem compras efetivas da China. Para o analista-chefe Ben Buckner, outubro já está perdido como mês de vendas e a janela para exportações americanas tende a se fechar no fim de janeiro.

O Produto Interno Bruto (PIB) de São Paulo cresceu 2,2% nos últimos 12 meses em comparação ao período anterior, segundo dados da Fundação Seade. O avanço da economia estadual foi impulsionado pelo setor de Serviços, que registrou expansão de 3,4% entre agosto de 2024 e julho de 2025.
No comparativo mensal, o PIB de São Paulo avançou 0,8% entre junho e julho de 2025, considerando os ajustes sazonais. O crescimento foi puxado pelo setor de serviços, que subiu 0,9%, e pela indústria, que registrou alta de 2,1%.
Já no acumulado de 2025, houve expansão de 1,6% em relação ao mesmo período do ano anterior, com destaque para a agropecuária (2,3%) e, novamente, o setor terciário (3,1%).
A economia do estado também registrou crescimento na comparação com julho de 2024, com avanço de 1,9% em julho de 2025. Neste período, houve variação positiva no setor de serviços (3,2%) e na indústria (0,4%).

O economista-chefe do Bradesco, Fernando Honorato Barbosa, disse nesta sexta-feira (3), que a cotação do dólar deve ficar mais próxima de R$ 5 do que de R$ 5,50 nos próximos meses. Esse panorama, disse ele, deve refletir a continuidade da fraqueza global da moeda norte-americana.
“Continuo achando mais fácil o dólar estar perto de R$ 5, ou até um pouquinho abaixo de R$ 5, nos próximos seis ou nove meses, do que estar em R$ 5,50”, disse Honorato, ao participar de evento da Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), em São Paulo.
Segundo ele, cerca de 70% do movimento de valorização do real desde a virada do ano reflete justamente esse momento de maior fraqueza do dólar.
“Apesar da piora do déficit externo, o real está super bem comportado. Se o real fosse seguir de perto o que está acontecendo com o dólar no mundo, era para o dólar estar em R$ 4,60. Se o real estivesse acompanhando de perto uma cesta de países emergentes que têm características semelhantes às do Brasil, era para o dólar estar em R$ 4,90”, detalhou ele durante a sua apresentação.
Honorato também avaliou que uma possível moeda única do Brics, o grupo de economias emergentes fundado por Brasil, Rússia, Índia e China, é ideia “muito ruim” e da qual o Brasil deveria “fugir”.
“Eu absolutamente acho muito, muito ruim a ideia da moeda dos Brics. Acho que o Brasil deveria fugir dessa ideia como o diabo foge da cruz”, disse Honorato, após comentar que a tensão e a volatilidade trazida pelo governo Donald Trump nos Estados Unidos faz os países da América Latina “caírem no colo” da China.
Quando a discussão sobre a “moeda do Brics” ganhou maior repercussão e gerou críticas públicas de Trump, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que a ideia não é criar uma moeda nova, e sim estimular o uso das moedas dos países do Brics para negócios com outros integrantes do grupo.
“À medida que você é atacado, ou desafiado por um país como os Estados Unidos, isso empurra a América Latina no colo da Ásia, ou da China, e isso está empurrando também a Europa no colo da Ásia”, disse o economista-chefe do Bradesco.
Segundo Honorato, a tensão causada pelo segundo governo Trump nos EUA é algo “sem precedentes”.
Ele citou, por exemplo, que o nível de tarifas imposto pelo governo Trump atualmente é o maior desde o período entre a Primeira e a Segunda Guerra Mundial.
Para o economista-chefe do Bradesco, a desaceleração da atividade doméstica e um câmbio comportado devem ser “a senha” para que ocorra o início de ciclo de cortes na taxa básica de juros, a Selic.
Segundo ele, é “praticamente impossível” o Brasil ter uma inflação cravada na atual meta, de 3,0%.
“Eu acho impossível ou muito improvável, que a inflação chegue aos 3% por uma razão muito simples: temos um governo que gasta bastante, que gosta de dar estímulo para a demanda. Está descoordenada a política fiscal e monetária”, avaliou o economista, ressaltando, contudo, que ele ainda crê em “alguma melhora” da inflação, ainda que não o suficiente para cravar a meta do Banco Central.
Honorato destacou que, caso a autoridade monetária fosse “muito rigorosa” com o compromisso por uma inflação de 3,0%, não haveria sequer chance de o juro começar a cair no ano que vem. “É razoável, a gente ter 15% de Selic o ano que vem inteiro, para ter uma inflação que vai ser de 3,5%, 3,6%% Não sei, é coisa que a sociedade também tem que discutir”, questionou.
Honorato ainda disse que “obviamente é preferível” ter uma inflação de 3%, mas que, dado o arranjo macroeconômico do Brasil, o país ainda não estava preparado para isso, sobretudo por conta da questão fiscal (o governo gasta mais do que arrecada, e a dívida é crescente).
“Dado que a escolha foi feita de 3%, também não acho que seja prudente agora voltar atrás e ter meta de inflação de 4%, vai dar uma confusão danada nos mercados”, disse ele, acrescentando que o caminho é manter a meta em 3% e usá-la “com inteligência”. “Vamos convergindo num prazo depois que o ajuste fiscal for feito, num caminho intermediário.”

O mercado físico do boi gordo volta a se deparar com negociações acima da referência média em diversos estados brasileiros.
De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, a alta acontece de maneira comedida, “sem movimentos explosivos”.
“Estados como São Paulo, Minas Gerais, Goiás e Tocantins já apresentam esse tipo de ambiente, mais propenso à alta. O encurtamento das escalas de abate é elemento chave a ser considerado.”
Segundo ele, neste momento os frigoríficos de menor porte estão apontando para uma posição de menor conforto. “Já os de maior porte ainda contam com escalas de abate mais alongadas, ainda contando com a incidência de animais de parceria”, disse.
O mercado atacadista encerra a semana apresentando preços firmes, ainda em perspectiva de alta no curto prazo, considerando a entrada dos salários na economia, motivando a reposição entre atacado e varejo.
“Vale destacar que o mercado interno se aproxima do momento de maior demanda, com a entrada do 13º salário, a criação de postos temporários de emprego e as confraternizações de final de ano motivando cada vez mais a reposição ao longo da cadeia produtiva”, assinalou Iglesias.
O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 25,00 por quilo e o dianteiro segue no patamar de R$ 17,50 por quilo.
O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,05%, sendo negociado a R$ 5,3363 para venda e a R$ 5,3343 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,3243 e a máxima de R$ 5,3613. Na semana, a moeda teve desvalorização de 0,02%.
A logística também contribui para a competitividade
Agrolink
– Leonardo Gottems

A logística também contribui para a competitividade – Foto: Canva
Os Estados Unidos continuam estruturalmente dependentes das importações de celulose, com a celulose de mercado representando 11% da demanda total em 2024. Segundo análise do Rabobank, o Brasil domina o fornecimento de celulose de fibra curta aos EUA, com participação de 82%, apoiado por baixos custos, eucaliptos de rápido crescimento e fábricas integradas em larga escala. A previsão é que a produção brasileira de fibra curta continue crescendo, impulsionada por novos projetos e expansões planejadas até 2029.
A diferença de preço entre a celulose de fibra longa produzida nos EUA e a brasileira de fibra curta se ampliou para USD 250 a USD 300 por tonelada métrica. Avanços tecnológicos, como o uso de processos enzimáticos e refino mecânico de baixa intensidade, permitem substituir a fibra curta em papéis tissue e embalagens sem comprometer o desempenho, aumentando a competitividade brasileira.
No comércio internacional, a celulose da União Europeia enfrenta tarifa de 15% nos EUA, enquanto a brasileira é tributada a 10% e se beneficia de câmbio favorável e frete competitivo. Esse conjunto garante forte vantagem de custo posto em destino, reforçando a atratividade da celulose brasileira frente a concorrentes globais.
A logística também contribui para a competitividade. A expansão portuária na Costa Leste dos EUA e a proximidade com fábricas consumidoras de fibra virgem no sudeste norte-americano reduzem gargalos no transporte marítimo, facilitando o escoamento. Além disso, a redução das importações chinesas, devido ao aumento da produção doméstica e à desaceleração econômica, amplia oportunidades para a celulose brasileira.

Pesquisadores da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) estão conduzindo expedições para investigar a presença de mercúrio na bacia do rio Madeira, motivados pela preocupação com a contaminação causada pela mineração ilegal de ouro na região.
O estudo busca analisar os níveis de poluição, os impactos ambientais e os efeitos na fauna local, com atenção especial aos peixes e à vida aquática.
Durante 12 dias, a equipe de química aplicada à tecnologia realizou a terceira expedição de 2025, considerada uma das maiores iniciativas de monitoramento ambiental do mundo.
Na última viagem, composta por oito profissionais, foram percorridos mais de 1.780 km do rio, com coleta de dados em 54 pontos que incluem cidades como Humaitá, Novo Aripuanã, Manicoré, Borba, Nova Olinda do Norte e a vila de Urucurituba, próxima à foz do Rio Madeira.
O diferencial do estudo é o monitoramento de múltiplos compartimentos ambientais: água, sedimento e peixes, permitindo correlacionar dados e identificar os pontos mais críticos de contaminação.
A exploração do ouro na região, que utiliza mercúrio para separar o metal precioso do solo e das rochas, é apontada como a principal causa da contaminação.
O projeto prevê monitoramento contínuo, intercalando períodos de seca e cheia, para analisar se variáveis hidrológicas e meteorológicas influenciam na movimentação do mercúrio no rio. Estudos preliminares indicam concentrações mais elevadas em áreas de maior exploração de ouro e garimpos ilegais.
Uma vez liberado no ambiente, o mercúrio se transforma em metilmercúrio, uma substância altamente tóxica que se acumula na cadeia alimentar, podendo afetar a saúde humana ao longo do tempo.
De acordo com a equipe de pesquisadores, o ser humano está no topo da cadeia alimentar. Quando um peixe pequeno contaminado é consumido por um peixe maior, o mercúrio se concentra ao longo da cadeia até atingir os humanos. Conforme o nível de contaminação, isso pode causar impactos na saúde da população a curto, médio ou longo prazo.

O mercado de soja encerrou a semana com poucos negócios expressivos, tanto para portos quanto para a indústria. Nesta sexta-feira (3), de acordo com Rafael Silveira, analista da consultoria Safras & Mercado, foi possível observar volatilidade na Bolsa, com o dólar ajudando em alguns momentos e gerando oportunidades pontuais. Mesmo assim, o foco do produtor segue voltado ao plantio da nova safra, o que mantém spreads altos entre compradores e vendedores.
Ele destacou ainda que houve ofertas mais atrativas em algumas regiões, como em Goiás, onde surgiram negócios a R$ 130,00 com pagamento em dezembro. “É um preço bom, acima da paridade, mas mesmo assim o produtor preferiu não fechar”, comentou. No geral, a semana foi considerada calma, com o mercado atento à situação das exportações americanas e à relação comercial com a China.
Os contratos futuros da soja mudaram de direção e fecharam em leve baixa nesta sexta-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). Na semana, o saldo foi positivo, impulsionado pela expectativa de um possível encontro entre os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da China, Xi Jinping.
A perspectiva de retomada da demanda chinesa pelo produto americano sustentou os preços durante boa parte da sessão. No entanto, o avanço rápido da colheita nas regiões produtoras dos EUA acabou pesando sobre o mercado e provocando uma correção técnica.
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) confirmou que o acompanhamento semanal da colheita não será divulgado na segunda-feira. O tradicional relatório de oferta e demanda (Wasde), previsto para o dia 9, também será adiado.
Os contratos da soja em grão para novembro fecharam em baixa de 5,75 centavos de dólar, ou 0,56%, a US$ 10,18 por bushel. A posição janeiro recuou 4,75 centavos, para US$ 10,37 por bushel.
Nos subprodutos, o farelo para dezembro caiu US$ 0,70 (0,25%), cotado a US$ 278,60 por tonelada. O óleo para dezembro fechou a 50,05 centavos de dólar por libra-peso, queda de 0,39 centavo (0,77%).
O dólar comercial encerrou a sessão em leve baixa de 0,05%, negociado a R$ 5,3363 na venda e R$ 5,3343 na compra. Durante o dia, a moeda oscilou entre a mínima de R$ 5,3243 e a máxima de R$ 5,3613. Na semana, acumulou desvalorização de 0,02%.

O Governo de Rondônia emitiu um alerta sanitário urgente para os pecuaristas após a confirmação de um foco de raiva bovina em uma fazenda. A Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia (Idaron) confirmou a ocorrência no município de Campo Novo de Rondônia, após resultados laboratoriais positivos.
Até o momento da confirmação, três animais doentes, todos com idade superior a 36 meses, vieram a óbito. Diante do diagnóstico, as equipes da Idaron agiram imediatamente, dando início às medidas emergenciais de controle do foco.
A principal ação é a visita a todas as propriedades localizadas em um raio de até 12 km do local, com o objetivo de orientar os produtores sobre a necessidade urgente de vacinação do rebanho.
A raiva é uma doença viral fatal que ataca o sistema nervoso central do animal e, por ser uma zoonose, representa um risco gravíssimo à saúde pública, podendo ser transmitida para o ser humano. A confirmação em Rondônia, um estado chave para a pecuária nacional, acende um sinal de alerta para toda a cadeia produtiva e exige a máxima colaboração dos pecuaristas.
O foco da Idaron é garantir o rápido controle e evitar a disseminação do vírus. Além das visitas em campo, a agência está promovendo campanhas educativas para reforçar as informações cruciais. Aos produtores, a Idaron indica que sigam rigorosamente três medidas emergenciais:
O sucesso no controle depende da parceria e da conscientização de cada pecuarista em Rondônia. Ao vacinar e notificar, o produtor não apenas protege sua propriedade, mas contribui para a Saúde Única na região.
O produtor deve seguir o protocolo de aplicação da vacina para garantir a imunização completa:
Qualquer sintoma suspeito deve ser notificado imediatamente para que o serviço veterinário oficial possa isolar a área e realizar o abate sanitário, impedindo que o vírus se espalhe. Os produtores devem ficar atentos a sinais como:
A notificação rápida é a ferramenta mais poderosa contra a raiva bovina, protegendo o rebanho e a economia do estado.

Nos quatro cantos do país, a Mitsubishi Motors reforça seu compromisso com o agronegócio e reconhece a importância do setor e o papel dos produtores no desenvolvimento do Brasil. Não à toa, a parceria sólida com o Soja Brasil desde o início do projeto tem gerado benefícios aos agricultores.
Durante a Abertura Nacional do Plantio da Soja 2025/26, realizada nesta sexta-feira (3), em Sidrolândia (MS), a empresa anunciou descontos especiais para os associados das Aprosojas estaduais.
“A nova Mitsubishi Triton é parceira da Aprosoja Brasil e do Projeto Soja Brasil desde o início. Conseguimos condições muito vantajosas, com descontos que podem ultrapassar R$ 35 mil, válidos exclusivamente para os associados das Aprosojas”, afirmou Maurício Buffon, presidente da Aprosoja Brasil.
Rener Ramos, gerente de vendas diretas da Mitsubishi, destacou que a montadora acompanha os sojicultores brasileiros e os oferece veículos com robustez e aderência para enfrentar qualquer tipo de terreno. Já Ivo Crozetta, diretor da HC Veículos, convidou os interessados a realizar testes com o automóvel e, por fim, desejou uma safra próspera, com clima favorável.
Mauro Correia, CEO da Mitsubishi Motors, celebrou a trajetória da parceria: “É um prazer estar presente desde o começo dessa jornada. A safra recorde evidencia a força e a evolução do setor, com uma nova geração de produtores conectados e atentos à tecnologia.”
Ele também parabenizou os produtores e ressaltou que a expectativa de uma safra recorde demonstra a importância do agronegócio para o PIB brasileiro e o quanto o segmento tem avançado. “Estamos acompanhando tudo de perto e, por isso, apresentamos a nova Mitsubishi Triton, completamente renovada, mais tecnológica, econômica, confortável e segura. Nosso objetivo é oferecer ao produtor não apenas uma ferramenta de trabalho, mas também de agilidade, segurança e eficiência”, destacou.