quarta-feira, abril 22, 2026

Agro

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Trump ameaça elevar tarifas à China e preço da soja cai



Os contratos futuros da soja encerraram a sexta-feira (10) em forte baixa na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). As perdas se acentuaram após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçar aumentar as tarifas comerciais sobre produtos chineses, o que reduziu as expectativas de um novo acordo que ampliaria as compras de soja americana pela China.

A declaração do republicano gerou um movimento de aversão ao risco nos mercados, com investidores buscando ativos mais seguros e pressionando as cotações das commodities de forma generalizada.

Em uma longa publicação na rede social Truth Social, Trump afirmou que estuda um “aumento maciço das tarifas” sobre produtos chineses importados pelos Estados Unidos. A ameaça ocorre após a China anunciar novas restrições à exportação de minerais críticos. O governo chinês já controlava rigidamente as exportações de terras raras, mas, na quinta-feira (9), adicionou cinco novos elementos à lista, elevando para 12 o total de substâncias sujeitas a restrições. Pequim também limitou a exportação de dezenas de equipamentos e materiais usados na mineração e no refino desses minerais, setores nos quais é líder mundial.

“Uma das políticas que estamos calculando neste momento é um aumento maciço das tarifas sobre produtos chineses que entram nos Estados Unidos da América. Há muitas outras contramedidas também sendo consideradas seriamente”, escreveu Trump.

Além disso, o presidente americano sinalizou que pode desistir do encontro com o líder chinês, Xi Jinping, durante a cúpula da Apec (Cooperação Econômica Ásia-Pacífico), marcada para daqui a duas semanas na Coreia do Sul.

“Eu deveria me encontrar com o presidente Xi em duas semanas, na Apec, na Coreia do Sul, mas agora parece não haver razão para isso”, disse.

Cotações

Na CBOT, os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 15,50 centavos de dólar, ou 1,51%, a US$ 10,06 3/4 por bushel. A posição janeiro recuou 15,25 centavos (-1,46%), cotada a US$ 10,23 1/4 por bushel.

Entre os subprodutos, o farelo de soja para dezembro caiu US$ 1,90 (-0,68%), a US$ 275,00 por tonelada. Já o óleo de soja com vencimento em dezembro fechou a 49,97 centavos de dólar por libra-peso, com perda de 0,97 centavo (-1,90%).



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Embarques de soja devem totalizar 7,453 milhões de t em outubro



O line-up, que organiza a programação de embarques nos portos brasileiros, projeta a exportação de 7,453 milhões de toneladas de soja em grão para outubro, segundo levantamento da consultoria Safras & Mercado. O volume representa um crescimento em relação ao mesmo período do ano passado, quando as exportações atingiram 4,443 milhões de toneladas.

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Embarques em setembro

Em setembro, os embarques totalizaram 6,964 milhões de toneladas, enquanto a previsão para novembro já chega a 261 mil toneladas, mostrando a cadência crescente das operações portuárias.

Soja: janeiro a outubro deste ano

No acumulado de janeiro a outubro de 2025, o line-up projeta o embarque de 102,687 milhões de toneladas, contra 93,251 milhões de toneladas no mesmo período de 2024, reforçando a tendência de aumento das exportações brasileiras de soja neste ano.



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AgroNewsPolítica & Agro

BAT Brasil cria tecnologia inovadora para o cultivo do tabaco



Parque tecnológico reforça compromisso com o desenvolvimento do agro brasileiro


Foto: Divulgação

Projeto criado no BAT Brazil Labs, segundo maior parque tecnológico privado da América Latina reforça compromisso com o desenvolvimento do agro brasileiro

 

A BAT Brasil acaba de entrar com um pedido de patente, no INPI, de uma tecnologia capaz de antecipar riscos climáticos e produtivos que possam gerar impactos na cultura do tabaco. Por meio de inteligência artificial e aprendizagem de máquina, a solução inovadora ajuda a prever indicadores-chave, permitindo ações de mitigação para garantir a qualidade da colheita em cada safra.

 

Desenvolvido no BAT Brazil Labs (BBL), centro de inovação e pesquisa em Cachoeirinha (RS) e o segundo maior parque tecnológico privado da América Latina, o projeto contou com a participação de três bolsistas do CNPq, ao longo de três anos. A metodologia, estruturada em três fases – analítica, preditiva e prescritiva – utiliza dados climáticos históricos, algoritmos de aprendizado de máquina e resultados de campo para oferecer recomendações de manejo em tempo real – com potencial para ser aplicado em diferentes cadeias agrícolas.

 

A solução já apresenta resultados expressivos. Durante o El Niño de 2024, o piloto do projeto evitou perdas de mais de 11 milhões de quilos de tabaco no Brasil e 5 milhões no México, outro país atendido pelo centro de excelência. A companhia também registrou um aumento de 8,2% na produtividade da última safra (2023/24).

 

“A BAT Brasil tem a inovação em seu DNA. Essa solução alia tecnologia à tradição da nossa produção agrícola, garantindo a qualidade do tabaco e melhores resultados para nossos produtores integrados. Com isso, temos previsibilidade diante de eventos climáticos cada vez mais frequentes, permitindo a mitigação de riscos a partir da adoção de práticas sustentáveis”, afirma Maurício Cantisani, diretor de Tabaco da BAT Brasil para a América do Sul.

 

A solução deu tão certo no Brasil que agora é exportada para outros mercados do grupo BAT. Além do México, a tecnologia é empregada em Bangladesh, Paquistão e Croácia.

 

Presença feminina e parcerias com centros acadêmicos

 

Com meio século de história, o BAT Brazil Labs vem se consolidando como um dos maiores polos privados de tecnologia e inovação da América Latina. Com 222 colaboradores, sendo 59% mulheres — das quais 45% ocupam cargos de liderança —, o BBL é um exemplo de diversidade e protagonismo feminino em ciência e tecnologia.

 

O centro também reúne um time altamente qualificado, com 52% dos profissionais com pós-graduação, mestrado, doutorado ou pós-doutorado. Outra marca é a parceria com mais de 10 instituições acadêmicas, entre universidades e centros de ensino, além da parceria com o Instituto Caldeira, maior hub de inovação do estado do Rio Grande do Sul.





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tíquete médio por compra do produto supera os R$ 300, aponta pesquisa



Às vésperas do Dia Mundial do Ovo, comemorado na próxima segunda-feira (13), uma pesquisa realizada pela Neogrid indicou que o preço médio do produto caiu a partir do segundo trimestre de 2025.

Segundo o levantamento, o valor passou de R$ 13,70 em abril para R$ 11,81 em agosto. Apesar da redução, o tíquete médio das compras que incluem o produto permanece elevado, o que demonstra sua presença constante nos lares brasileiros.

“A queda recente no valor médio, aliada ao incremento no volume de compras, reforça a relevância desse produto na composição das refeições e no planejamento financeiro das famílias”, afirmou Carolina Fercher, líder de dados estratégicos da Neogrid, em comunicado à imprensa.

Demanda aquecida e alta no tíquete médio

O estudo da Neogrid relevou ainda que quando os ovos estão presentes no carrinho, o valor médio das compras chega a R$ 340,20, com cerca de 44,9 itens por cesta.

Já a ruptura da categoria – quando o produto está indisponível nas gôndolas – subiu 1,4 ponto percentual em agosto em relação a julho, alcançando 23%, sugerindo que a procura pelo item segue intensa.

Perfil de consumo e itens associados

O estudo mostra ainda que a compra de ovos está ligada a um perfil de consumo diversificado. Entre os consumidores que adquirem o produto, 41,2% também compram biscoitos, 37,2% levam pão e 32,4% adicionam leite UHT ao carrinho.

Produtos como frango (29,6%), refrigerantes (28,1%), óleo (27,1%) e arroz (26,1%) também aparecem com frequência nas cestas que contêm ovos.

“A importância do ovo na rotina dos brasileiros se deve à combinação entre versatilidade, valor nutricional e preço competitivo”, acrescentou Fercher.



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Cafés especiais do Brasil podem gerar US$ 70 milhões no Japão



Produtores e exportadores brasileiros de cafés especiais participaram de eventos no Japão que podem gerar até US$ 70,125 milhões em negócios. Desse total, US$ 7,18 milhões foram fechados presencialmente, e US$ 62,945 milhões estão projetados para os próximos 12 meses, segundo a Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA).

Entre 24 e 27 de setembro, os brasileiros participaram da SCAJ World Specialty Coffee Conference and Exhibition 2025, maior feira do setor na Ásia, e da rodada “Taste of the Harvest”, com 53 importadores convidados. Foram realizados 722 contatos comerciais, sendo 297 com novos parceiros.

Exportações para o Japão

O Japão é um dos principais destinos do café brasileiro. Em 2024, o país importou 2,211 milhões de sacas de 60 kg, correspondendo a 4,4% das exportações nacionais e ocupando o quinto lugar no ranking de compradores. Desse total, 14,6%, ou 323 mil sacas, foram cafés especiais, conforme dados do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé).

No período de janeiro a agosto de 2025, os japoneses adquiriram 1,671 milhão de sacas, consolidando-se como o quarto maior comprador do Brasil. Deste total, 15,9%, ou 265 mil sacas, foram de cafés especiais.

Estratégia diante de novos desafios

O diretor executivo da BSCA, Vinicius Estrela, afirmou que o momento é estratégico para fortalecer parcerias comerciais.

“Com o tarifaço imposto pelos Estados Unidos sobre o café brasileiro, é essencial ampliar o diálogo com novos e tradicionais compradores, como o Japão”, destacou.



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Em MT, produtores enfrentam dificuldades para acessar crédito no início do plantio de soja



Com o início do plantio da safra 25/26 em Mato Grosso, os efeitos do novo Plano Safra já são sentidos no campo. O programa reduziu a subvenção ao crédito rural e elevou os juros, o que tem dificultado o acesso dos produtores a financiamentos em condições viáveis.

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O cenário atual preocupa a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT), que tem recebido relatos de agricultores com dificuldades para acessar as linhas de crédito anunciadas. De acordo com o diretor administrativo da entidade, Diego Bertuol, o volume recorde de recursos divulgado pelo Governo Federal não tem se traduzido em crédito real ao produtor.

”Esses recursos não têm chegado ao produtor rural. Já estamos no início do plantio e muitos ainda não conseguiram realizar suas operações bancárias, nem mesmo para custeio. A situação da armazenagem segue o mesmo caminho. Hoje, o setor precisa de linhas de crédito com juros menores que os anunciados pelo governo federal e com prazos de carência que permitam ao produtor iniciar o pagamento após a implementação dos investimentos. No entanto, isso ainda não acontece”, aponta Bertuol.

Produção de soja em MT

Em Mato Grosso, a produção de soja deve ultrapassar 47 milhões de toneladas na safra 2025/26, mas o estado conta com apenas 53,4 milhões de toneladas de capacidade estática, espaço que também precisa atender ao milho, cuja produção superou 54 milhões de toneladas na última safra. Somadas, as duas culturas expõem um déficit superior a 52 milhões de toneladas, segundo o Imea.

A falta de crédito acessível para construção e ampliação de armazéns agrava os gargalos logísticos e reduz o poder de negociação do produtor. Segundo o vice-presidente da Aprosoja-MT, Luiz Pedro Bier, o estado é o mais afetado pela carência de infraestrutura e pelos custos elevados de armazenagem, o que penaliza especialmente pequenos e médios produtores.

O presidente da Aprosoja-MT, Lucas Costa Beber, alerta que o problema é nacional e agravado pelos juros altos e pela limitação de crédito. Ele defende políticas públicas que incentivem a construção de armazéns próprios e benefícios fiscais para ampliar a capacidade de estocagem.



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AgroNewsPolítica & Agro

Fim da MP 1.303 coloca governo em xeque fiscal



“A caducidade da medida representa um rombo estimado em R$ 17 bilhões”


“A caducidade da medida representa um rombo estimado em R$ 17 bilhões"
“A caducidade da medida representa um rombo estimado em R$ 17 bilhões” – Foto: Canva

A caducidade da Medida Provisória nº 1.303, que previa a tributação unificada de investimentos, apostas e rendas financeiras, reacendeu preocupações sobre a previsibilidade fiscal e a autonomia do Executivo para criar tributos sem aprovação do Congresso. Segundo especialistas, a perda de validade mantém em vigor as regras anteriores e pressiona o governo a buscar alternativas fiscais.

Para o tributarista Carlos Crosara, do Natal & Manssur Advogados, a MP “deixa de existir no mundo jurídico e de produzir efeitos a partir de sua caducidade, mas os atos praticados enquanto vigorava permanecem válidos”. Ele esclarece que, diferentemente de uma declaração de inconstitucionalidade, os efeitos são ex nunc, sem direito automático à restituição de tributos pagos.

O advogado Marcelo Costa Censoni Filho, do Censoni Advogados Associados, destaca que a caducidade representa um rombo estimado em R$ 17 bilhões na previsão de arrecadação para 2026, mantendo integralmente o sistema anterior e sem aplicação das novas alíquotas. Segundo ele, isso deve levar o governo a adotar medidas de contenção de gastos e elevar tributos como IOF e IPI por decreto.

“A caducidade da medida representa um rombo estimado em R$ 17 bilhões na previsão de arrecadação para 2026, o que deve levar o governo a adotar medidas de contenção de gastos e a elevar tributos como IOF e IPI por decreto”, comenta.

Luís Garcia, do MLD Advogados Associados, reforça que pagamentos realizados sob normas válidas produzem efeitos legítimos e eficazes. Ele alerta que o governo pode recorrer a tributos regulatórios e medidas sobre investimentos isentos, como LCI e LCA, mostrando o desafio de equilibrar ajuste fiscal e incentivo à economia real.

 





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Incêndio de grandes proporções assusta moradores do Oeste da Bahia


O fogo que há dias tem causado estragos no Matopiba deixou os moradores de Barreiras, no Oeste da Bahia, assustados na noite desta quinta-feira (9). Um incêndio florestal de grandes proporções na Serra da Bandeira pôde ser visto de vários pontos da cidade.

Ainda durante o dia, a fumaça já anunciava o que poderia acontecer com o passar das horas. À noite, ficou evidente a proporção do incêndio.

De acordo com o Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), nos primeiros dez dias de outubro a Bahia registrou 1.350 focos de queimadas.

Barreiras está entre os 30 primeiros municípios baianos com maior número de focos, sendo que outros 11, são da região Oeste. Riachão das Neves tem o maior registro (181 focos), seguido de Barra (91 focos), Jaborandi (78 focos) e São Desidério (62 focos).

Confira na lista abaixo os demais municípios afetados:

focos queimadas, Bahia, outubro, inpe
Imagem: Inpe

Nas redes sociais, vídeos do incêndio ganharam repercussão. “Todos os anos a mesma coisa, faltando trabalho de conscientização, fiscalização efetiva e punição”, escreveu a internauta Fernanda Henn em uma publicação na página Barreiras Desenvolvimento.

Em nota, o 17º Batalhão de Bombeiros Militar (17º BBM) informou que foi acionado à noite para combater o incêndio em vegetação que atingia a Serra da Bandeira, nas proximidades das torres de comunicação.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o fogo se alastrava rapidamente pela vegetação seca e representava risco às estruturas instaladas no alto da serra.

Diante da gravidade da situação, uma viatura e um caminhão de combate a incêndio foram deslocados para o local.

O acesso foi realizado pela estrada do aeroporto, com o objetivo de impedir que as chamas alcançassem o conjunto de torres.

Além disso, a operação contou com o apoio de brigadistas do Prevfogo, que atuaram de forma conjunta com os bombeiros.

Graças ao trabalho intenso e coordenado das equipes, o incêndio foi controlado e as instalações foram preservadas.

Em 2024, a Serra da Bandeira também sofreu com queimadas. No dia 30 de setembro, o fogo atingiu a vegetação nas proximidades da pista do Aeroporto Regional de Barreiras.

Conscientização

As queimadas na região Oeste da Bahia, assim como em todo o Matopiba, são um problema recorrente. Todos os anos, o fogo coloca em risco o Cerrado e todos que habitam um dos maiores biomas do país.

Pelo terceiro ano consecutivo, o Canal Rural Bahia produziu a série especial “Cerrado Sem Fogo”, com quatro reportagens especiais exibidas na programação da TV e no programa Planeta Campo.

Com o objetivo de alertar e cobrar as autoridades, o projeto promove também a prevenção e a conscientização para evitar a destruição do bioma pelo fogo.


Você também pode participar deixando uma sugestão de pauta. Siga o Canal Rural Bahia no Instagram e nos envie uma mensagem.





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La Niña confirmado em 2025; saiba a influência nas chuvas e nas temperaturas



É oficial: o La Niña, que influencia o regime de chuvas e temperaturas em todo o planeta, está confirmado neste ano. Conforme o relatório da NOAA (Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos), o fenômeno climático deve mudar o panorama climático no Brasil até o verão de 2026. Porém, os efeitos dele devem ser limitados.

Isso porque o boletim, divulgado nesta quinta-feira (9), mostra que as águas do Pacífico Equatorial Central estão cerca de 0,5°C abaixo da média, o que caracteriza um La Niña fraco. Além disso, há mais de 70% de probabilidade de o fenômeno continuar até fevereiro de 2026, com tendência de enfraquecimento a partir do primeiro trimestre do ano que vem.

De acordo com a NOAA, o La Niña é causado pelo resfriamento das águas do Pacífico, o que altera os padrões de vento e circulação atmosférica.

O que muda com o La Niña?

Mesmo com intensidade considerada fraca, o fenômeno pode provocar chuvas mais regulares no Norte e Nordeste. Por outro lado, o La Niña causa períodos mais secos no Sul e temperaturas amenas no Centro-Oeste e Sudeste, conforme registros históricos.

“Mesmo um La Niña fraco pode influenciar o regime de chuvas e a temperatura no Brasil, especialmente entre novembro e fevereiro”, explica Patrícia Cassoli, meteorologista da Climatempo.

Ainda segundo a Climatempo, nas regiões onde o La Niña pode causar seca, há risco de estiagens em áreas agrícolas. Em algumas áreas do Pantanal e da Amazônia, entretanto, a redução das chuvas pode aumentar a incidência de incêndios.

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