domingo, abril 12, 2026

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Corrente de comércio brasileira chega a US$ 20,6 bilhões


Na segunda semana de outubro de 2025, a balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,5 bilhão, com corrente de comércio de US$ 12,3 bilhões. O resultado foi formado por exportações no valor de US$ 6,9 bilhões e indiretamente de US$ 5,4 bilhões. No acumulado do mês, as exportações somam US$ 11,6 bilhões e as importações US$ 9,1 bilhões, com saldo positivo de US$ 2,5 bilhões e corrente de negociações de US$ 20,6 bilhões.

No acumulado do ano, as exportações totalizam US$ 269,3 bilhões e as importações US$ 221,4 bilhões, com saldo positivo de US$ 48 bilhões e corrente de negociações de US$ 490,8 bilhões. Esses resultados foram divulgados nesta segunda-feira (13) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

As exportações apresentaram crescimento de 8,6% ao se comparar a média diária até a segunda semana de outubro de 2025, de US$ 1,4 bilhão, com a de outubro de 2024, de US$ 1,3 bilhão. Enquanto isso, tivemos queda de 1,0% no mesmo período, passando de US$ 1.145 bilhões para US$ 1.134 bilhões.

Até a segunda semana de outubro de 2025, o diário médio da corrente de comércio foi de US$ 2,581 bilhões, enquanto o saldo médio diário ficou em US$ 312,35 milhões. Na comparação com outubro de 2024, houve alta de 4,2% na corrente de comércio.

 

No desempenho setorial das exportações, a indústria agropecuária teve aumento de US$ 38,4 milhões, equivalente a 15,0%, a indústria extrativa cresceu US$ 50,07 milhões, ou 17,4%, e a indústria de transformação avançou US$ 29,1 milhões, com variação de 3,7%.

Entre os setores importadores, houve crescimento de US$ 10,38 milhões, ou 1,0%, nos produtos da indústria de transformação. A agropecuária teve queda de US$ 1,02 milhão, correspondente a 4,8%, e a indústria extrativa recuperou US$ 21,35 milhões, representando retração de 30,5% em relação ao mesmo período de 2024.





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Após novas ameaças de Trump à China, preço da soja cai no mercado internacional



Os contratos futuros da soja operam em queda na Bolsa de Chicago (CBOT) nesta quarta-feira (15), refletindo tanto o avanço da colheita nos Estados Unidos, que amplia a oferta global, quanto a nova escalada nas tensões comerciais entre Washington e Pequim.

O movimento dá continuidade às perdas registradas no pregão anterior e reflete o ceticismo do mercado quanto à retomada das compras chinesas de grãos norte-americanos, após novas declarações do presidente dos EUA, Donald Trump.

Na terça-feira (14), Trump afirmou em sua rede social Truth Social que a China estaria evitando deliberadamente comprar soja dos Estados Unidos, em uma postura que ele classificou como “ato economicamente hostil”. O republicano chegou a sugerir que o comportamento de Pequim poderia levá-lo a “encerrar parte das relações comerciais” com o país asiático.

As declarações ampliaram a aversão ao risco e derrubaram as cotações na CBOT. O contrato para novembro , o mais negociado, operava a US$ 10,04¼ por bushel, recuando 2,25 centavos (0,22%) em relação ao fechamento anterior.

Na sessão de terça-feira (14), a soja já havia fechado em leve baixa. O mercado foi pressionado durante boa parte do dia por fatores fundamentais, como a ampla oferta e o ritmo acelerado da colheita nos EUA , e pela incerteza em torno das negociações comerciais entre os dois países.

Na parte final do pregão, houve redução das perdas, com suporte de compras técnicas e da baixa do dólar, que trouxe algum alívio aos preços.

O contrato novembro encerrou a terça-feira cotado a US$ 10,07¾ por bushel, queda de 1,25 centavo (0,12%). Já a posição janeiro terminou o dia a US$ 10,24¼ por bushel, recuo de 1,00 centavo (0,09%).

Especialistas avaliam que o mercado seguirá sensível ao noticiário político e às declarações vindas de Washington e Pequim nas próximas semanas, especialmente diante das disputas tarifárias e da expectativa de uma eventual reunião entre Trump e Xi Jinping.



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a importância da atuação feminina na agricultura



Neste 15 de outubro, as Nações Unidas celebram o Dia Internacional das Mulheres Rurais, destacando o papel essencial das agricultoras, empreendedoras e trabalhadoras do campo no combate à pobreza, na segurança alimentar e na sustentabilidade global.

Em 2025, o tema definido pela ONU é “A Ascensão das Mulheres Rurais: Construir Futuros Resilientes com Pequim+30”, em referência à agenda internacional que marca 30 anos da Declaração e Plataforma de Ação de Pequim, um marco global na promoção da igualdade de gênero.

A data, instituída pela Assembleia Geral da ONU em 2007, reconhece a contribuição das mulheres rurais, incluindo as indígenas, para o desenvolvimento agrícola e rural, o combate à fome e a erradicação da pobreza.

Segundo o Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (Ifad), um quarto de todas as trabalhadoras do mundo atua na agricultura. Em países de baixa renda, essa proporção chega a 62%. No entanto, apenas 15% das terras agrícolas pertencem a mulheres, que também enfrentam maior dificuldade de acesso a crédito e tecnologia, fatores que limitam a criação de negócios resilientes e sustentáveis.

As mulheres representam mais de 40% da força de trabalho agrícola nos países em desenvolvimento, variando de 20% na América Latina a mais de 50% em regiões da África e da Ásia. Ainda assim, elas seguem enfrentando desigualdades estruturais, como barreiras ao acesso à educação, saúde, propriedade da terra e participação em decisões políticas e econômicas.

O tema de 2025 busca chamar atenção para essas desigualdades e reforçar o papel das mulheres como fornecedoras de alimentos e protetoras do meio ambiente. A iniciativa também defende sistemas de proteção social mais fortes, inclusão digital e maior presença feminina na liderança rural e na formulação de políticas públicas.

De acordo com o presidente do Ifad, Álvaro Lario, as mulheres e meninas rurais são “agentes de mudança em suas comunidades”, e reconhecer sua contribuição é essencial para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), especialmente o ODS 2 (Fome Zero) e o ODS 5 (Igualdade de Gênero).

A Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) reforça que, apesar dos avanços, persistem desequilíbrios na insegurança alimentar, na pobreza e na divisão do tempo de trabalho entre homens e mulheres na América Latina e no Caribe. Para as agências da ONU, fortalecer o papel das mulheres rurais é fundamental para reconstruir sistemas alimentares mais justos, sustentáveis e inclusivos.



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Brasil exporta 178,8 mil t de pluma em setembro



Mato Grosso tem menor participação desde 2019



Foto: Canva

Segundo a análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgada nesta segunda-feira (13), com base nos dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o Brasil exportou 178,81 mil toneladas de pluma de algodão em setembro de 2025, volume 5,47% superior ao registrado no mesmo mês de 2024.

Na contramão do resultado nacional, Mato Grosso reduziu em 9,68% o volume de embarques na comparação com setembro de 2024, exportando 79,90 mil toneladas. A participação do estado no total nacional foi de 44,68%, o menor percentual desde agosto de 2019.

No acumulado da safra, de agosto a setembro de 2025, Mato Grosso exportou 120,29 mil toneladas, recuo de 21,05% em relação ao mesmo período do ano anterior. Segundo o Imea, a redução está relacionada ao atraso na colheita e, consequentemente, no beneficiamento no estado, o que limitou a oferta disponível para exportação.

O instituto projeta um novo recorde de exportações para a safra 2024/25. Com o avanço do beneficiamento, a expectativa é de que o ritmo dos embarques acelere até o fim do ano, período em que Mato Grosso tradicionalmente concentra a maior parte das exportações.





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Brasil lança proposta para quadruplicar combustíveis sustentáveis



O Brasil lançou nesta terça-feira (14), no segundo e último dia de negociações da Pré-COP, em Brasília, uma iniciativa chamada de “Compromisso de Belém pelos Combustíveis Sustentáveis” ou “Belém 4x”, que pretende somar esforços para quadruplicar a produção e o uso de combustíveis sustentáveis até 2035.

O texto está sendo negociado pelo Brasil com países parceiros, como Índia, Itália e Japão, e será publicado nos próximos dias, informou o Palácio Itamaraty. A ideia é que possa ser endossado durante a Cúpula do Clima, em 6 e 7 de novembro, em Belém, quando chefes de Estado e de governo estarão reunidos para dar o pontapé das negociações da COP30, que começará três dias depois.

A meta de quadruplicar a produção de combustíveis sustentáveis tem como base relatório da Agência Internacional de Energia (AIE) intitulado Delivering Sustainable Fuels – Pathways to 2035, publicado mais cedo. O documento aponta alternativas como hidrogênio e derivados, biocombustíveis, biogases e sintéticos para expandir a base de uso e difusão desse tipo de energia.

“Países como o Brasil têm todas as condições de dar uma contribuição para além de si mesmo, porque temos fontes renováveis e diversificadas de energia, mas é possível fazer um mutirão para que a gente aumente, na matriz energética global, as energias renováveis. Elas são uma chave para que a gente possa diminuir a nossa dependência do uso de combustível fóssil”, destacou a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, ao comentar a iniciativa liderada pelo governo brasileiro.

“E aqui eu acho que é extremamente importante você ter a mais respeitada agência especializada em energia dizendo o quanto é importante multiplicar por quatro os combustíveis sustentáveis”, reforçou o presidente da COP30, embaixador André Corrêa do Lago.

A meta de quadruplicar os combustíveis sustentáveis se soma à meta de triplicar a capacidade global de produzir energia renovável e duplicar a taxa de eficiência energética até 2030, que havia sido aprovada na COP28, realizada em Dubai, Emirados Árabes Unidos, em 2023. Foi nessa edição que os países adotaram, pela primeira vez, uma decisão coletiva para “transitar para longe dos combustíveis fósseis” e, ao mesmo tempo, ampliar drasticamente as fontes limpas e sustentáveis de energia, priorizando geração por fontes como solar, eólica, hidrelétrica, biomassa e geotérmica.



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Chuva forte deve atingir alguns estados e temperaturas sobem; veja a previsão do tempo



A intensificação de uma área de baixa pressão entre o norte da Argentina e o Paraguai deve voltar a provocar instabilidades sobre o Rio Grande do Sul nesta quarta-feira (15), informou a Climatempo. Apesar disso, o sol predomina durante boa parte do dia e o calor volta a ganhar força no estado.

As pancadas de chuva chegam a partir do fim da tarde, especialmente nas regiões das Missões, Oeste, Noroeste, parte da região Central e Campanha Gaúcha, com intensidade que varia entre fraca e moderada.

Em Santa Catarina e Paraná, o dia será de tempo firme e ensolarado. Com a perda de força da massa de ar polar, as temperaturas voltam a subir em grande parte da região, exceto em áreas do leste catarinense e paranaense, onde o ar ainda permanece mais ameno. No litoral do Paraná, o avanço da umidade marítima mantém o céu mais nublado, com possibilidade de chuva fraca e isolada.

No Sudeste, a frente fria começa a se afastar em direção ao oceano, mas a circulação de umidade ainda mantém o tempo instável entre Espírito Santo, Rio de Janeiro, Zona da Mata e vales de Minas Gerais. Há risco de chuva forte, com raios e trovoadas, especialmente em áreas Espírito Santo e Minas Gerais, onde podem ocorrer temporais e acumulados elevados.

Em partes da região central e oeste de Minas Gerais, também há chance de pancadas isoladas à tarde. Já em São Paulo, o tempo volta a ficar mais aberto, com calor intenso no interior, e máximas próximas de 30 °C.

No Centro-Oeste, o fluxo de umidade na atmosfera mantém as instabilidades sobre Mato Grosso, Goiás e o Distrito Federal. As chuvas devem ocorrer a partir da tarde, de forma irregular, mas com potencial para temporais e raios, especialmente em Mato Grosso, onde não se descarta a ocorrência de tempestades localizadas.

Em Mato Grosso do Sul, os ventos em níveis médios da atmosfera continuam inibindo a formação de nuvens, e o tempo permanece firme na maior parte do estado. Apenas o extremo norte e áreas do Pantanal podem registrar chuvas isoladas e fracas.

No Nordeste, os ventos oceânicos ainda provocam chuva fraca e passageira em pontos da faixa litorânea, principalmente entre a Bahia, Alagoas e Pernambuco. No interior, o sol predomina e o calor segue intenso, com umidade em níveis críticos no sertão nordestino.

Já no Norte do país, as instabilidades continuam ativas sobre Amazonas, Acre, Rondônia, Roraima e metade sul do Pará, com chuvas desde a manhã e risco de temporais. O tempo abafado predomina em toda a região. No Tocantins, as pancadas de chuva continuam presentes, podendo ser fortes em alguns momentos. No Amapá, o tempo segue firme, com sol e calor ao longo do dia.



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‘Feira do Empreendedor’ estimula inovação e conecta pequenos negócios em São Paulo



A 14ª edição da Feira do Empreendedor começa hoje (15), às 10h, e segue até sábado (18), no São Paulo Expo. O evento, que tem entrada gratuita, promete impulsionar o empreendedorismo e apresentar o conceito de Inteligência Empreendedora, voltado à geração de negócios, inovação e networking. 

A expectativa é receber mais de 100 mil visitantes, portanto o público deve se preparar para uma programação intensa. Com mais de 50 mil m², a feira está dividida em sete eixos temáticos: Comece seu Negócio, Gerencie seu Dinheiro, Inovação e Tecnologia, Marketing e Vendas, Comportamento Empreendedor, ESG e Cidade Empreendedora. Sendo assim, cada visitante poderá vivenciar experiências direcionadas de acordo com seu perfil e estágio do negócio.

Além das atrações temáticas, a programação conta com palestras, painéis, rodadas de negócios e consultorias. No entanto, o grande destaque será a apresentação do novo Sebrae Móvel, veículo em formato truck que leva atendimento e orientação a empreendedores em todo o estado.

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte a sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp

E as atrações não param por aí, não. Devem passar pelo evento Deborah Secco, Nath Finanças, Rodrigo Faro, Raony Phillips e Carol Paiffer, que compartilharão histórias de sucesso e superação. Além disso, a feira trará destaque para o carbono neutro, reforçando o compromisso com a sustentabilidade e o impacto social.

Quem pretende participar da FE25 contará com transporte gratuito entre as estações Santos-Imigrantes e São Judas até o pavilhão.



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Mato Grosso registra forte alta no preço da arroba em setembro



Exportações sustentam alta da arroba em setembro



Foto: Pixabay

Segundo a análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgada nesta segunda-feira (13), em setembro de 2025 o boi gordo a prazo foi cotado a R$ 299,92 por arroba em Mato Grosso, alta de 35,66% em relação ao mesmo período de 2024, quando a média era de R$ 221,09.

O aumento anual, segundo o Imea, reflete o ritmo das exportações brasileiras de carne diante da demanda internacional. Em setembro de 2024, a alta foi impulsionada pela menor oferta de animais prontos para abate. Já em setembro de 2025, a estabilidade foi influenciada pela maior participação de fêmeas nos abates, que atingiu 44,03%, 6,81 pontos percentuais acima do registrado no ano anterior, acompanhando o crescimento da demanda externa.

A projeção de longo prazo, de acordo com o instituto, é de valorização dos preços da arroba, mas a intensidade da recuperação dependerá da oferta de fêmeas nos próximos meses.





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ouça os destaques do dia


No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta que declarações do Fed trouxeram alívio aos mercados, mas o discurso de Donald Trump contra a China reacendeu temor tarifário.

O Dow Jones subiu, enquanto S&P 500 e Nasdaq caíram. No Brasil, o Ibovespa recuou 0,07% a 141 mil pontos e o dólar fechou em alta de 0,14%, a R$ 5,47. Hoje, atenção à PMC, CPI dos EUA e Livro Bege do Fed.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Canola mantém produtividade dentro da expectativa


De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (9) pela Emater/RS-Ascar, as lavouras de canola apresentam desempenho adequado nas fases de enchimento de grãos, com 55% da área nessa etapa, e maturação fisiológica, com 36%. As condições climáticas, caracterizadas por temperaturas amenas e chuvas bem distribuídas, favoreceram o desenvolvimento das plantas, a formação das síliquas e o acúmulo de óleo nos grãos. A colheita atinge 6% da área semeada.

No período, foi realizado o manejo pré-colheita, com aplicação de uniformizadores de maturação e controladores de deiscência das síliquas, com o objetivo de reduzir perdas por abertura prematura e facilitar a colheita mecânica. As lavouras que tiveram problemas de estabelecimento inicial apresentam menor potencial produtivo, mas o desempenho geral segue conforme o esperado.

O estado fitossanitário é considerado adequado, com baixa incidência de doenças fúngicas. A ocorrência da traça-das-crucíferas tem sido recorrente em diversas regiões, exigindo monitoramento constante e aplicações sequenciais de inseticidas seletivos para evitar perdas de produtividade. A Emater/RS-Ascar projeta área de 203.206 hectares e produtividade de 1.737 kg por hectare.

Na região administrativa de Frederico Westphalen, 10% das lavouras estão em florescimento, 75% em enchimento de grãos, 10% em maturação e 5% colhidas. Os cultivos apresentam bom estado sanitário em relação a doenças. A presença da traça-das-crucíferas exige aplicações sequenciais de inseticidas, com ênfase em estratégias de manejo integrado para reduzir impactos sobre polinizadores e inimigos naturais da praga.

Na região de Ijuí, 62% das áreas estão em enchimento de grãos, 32% em maturação e 5% colhidas. O potencial produtivo está praticamente definido, com adequada uniformidade e enchimento de síliquas. A germinação e a emergência foram adequadas, resultando em plantas de tamanho homogêneo.

Na região de Passo Fundo, predomina a maturação fisiológica, com 65% da área nessa etapa. As demais lavouras estão em enchimento de grãos (25%), maduras por colher (10%) e colhidas (10%). A produtividade média alcança 1.800 kg por hectare, dentro da média regional dos últimos anos.

Na região de Santa Rosa, 47% das lavouras estão em enchimento de grãos, 44% em maturação e 9% colhidas. A uniformidade das áreas indica produtividade dentro da expectativa inicial, favorecida pelas condições climáticas. As áreas mais tardias apresentam bom potencial produtivo, com síliquas bem formadas e adequado acúmulo de óleo. O controle de pragas e doenças é mantido com manejo fitossanitário preventivo.

Na região de Soledade, 90% das lavouras estão em enchimento de grãos e 10% em maturação. As condições climáticas têm favorecido o desenvolvimento das plantas e o enchimento das síliquas, resultando em projeções de produtividade dentro da normalidade.





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