quinta-feira, maio 28, 2026

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Novo sistema digitaliza certificação fitossanitária



Mapa institui SHIVA para modernizar certificação fitossanitária




Foto: Pixabay

Foi publicada na sexta-feira (28), no Diário Oficial da União, a Portaria Mapa nº 779, que oficializa o uso do Sistema Hiper Integrado de Vigilância Agropecuária (SHIVA) pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). O sistema permitirá a emissão de certificados fitossanitários eletrônicos, como o e-Phyto, para produtos de origem vegetal, modernizando os processos e ampliando a eficiência no comércio exterior.

A partir de agora, exportadores devem solicitar o e-Phyto por meio do módulo LPCO (Licenças, Permissões, Certificados e Outros Documentos de Exportação), no Portal Único de Comércio Exterior. Antes do pedido, é necessário consultar os produtos e os requisitos fitossanitários do país de destino no site do SHIVA: https://shiva.agro.gov.br/pub.

O certificado será transmitido eletronicamente ao país importador, além de estar disponível em PDF, com QR Code e assinatura digital, permitindo sua validação e consulta via LPCO e SHIVA. Esse novo processo substitui métodos manuais, garantindo mais segurança, agilidade e redução de custos.

A Portaria nº 779 entra em vigor imediatamente, e promete trazer benefícios ao agronegócio, como:

  • Menos burocracia na certificação fitossanitária
  • Liberação mais rápida de cargas para exportação
  • Redução de custos operacionais para produtores e empresas
  • Alinhamento do Brasil às práticas internacionais do comércio agrícola

O e-Phyto (electronic phytosanitary certificate) é um sistema eletrônico criado pela Convenção Internacional para a Proteção dos Vegetais (CIPV), que digitaliza certificados fitossanitários para facilitar o comércio global. No Brasil, sua implementação pelo Mapa assegura mais confiabilidade e rapidez nas transações internacionais.





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Mapa se manifesta após China cancelar importação de carnes de frigoríficos brasileiros



Após a China anunciar uma suspensão temporária de carnes de três frigoríficos do Brasil, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) publicou uma nota, no final da tarde desta terça-feira (4), se manifestando sobre o cancelamento.

De acordo com a pasta, as três empresas envolvidas – JBS em Mozarlândia (Goiás), uma da Frisa em Nanuque (Minas Gerais) e uma da Bon Mart em Presidente Prudente (São Paulo) – já foram notificadas e estão adotando medidas corretivas para atender às exigências da Administração-Geral de Aduanas da China (GACC).

“Hoje, o Brasil tem 126 plantas frigoríficas habilitadas. Quando nós assumimos, tínhamos 12 plantas suspensas. Nós retomamos essas 12 e abrimos mais 43, das 55 desse total de 126. Então, não é coerente que três plantas suspensas impactem a relação comercial”, explicou o ministro Carlos Fávaro.

GACC realizou auditorias remotas em três estabelecimentos exportadores de carne bovina do Brasil, dois da Argentina, um do Uruguai e um da Mongólia, este último referente às carnes bovina e ovina.

A China é o principal destino da exportação de carne bovina brasileira, e as exportações favorecem o mercado nacional. “Os cortes exportados são diferentes, então isso favorece, inclusive, a formação de preço aqui dentro do Brasil. São produtos que vendem muito pouco aqui ou que possuem menor valor comercial, em função dos diferentes padrões de consumo. O fato de estarmos exportando é bom para a formação do todo”, disse ainda o ministro Fávaro.

Abiec trabalha para o retorno das exportações de carnes

A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) afirma que atua em parceria com o Mapa, segue em diálogo com as autoridades competentes “para garantir a rápida resolução da questão”. A entidade encerra a nota dizendo que “o Brasil reafirma sua confiança na robustez do controle sanitário nacional, conduzido pelo Mapa, e segue trabalhando ativamente para solucionar os questionamentos apresentados com celeridade, garantindo a segurança e qualidade da carne bovina exportada”.



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estiagem e calor afetam rendimento da soja


De acordo com o boletim da Emater/RS-Ascar divulgado nesta quinta-feira (27), as chuvas registradas nos dias 16 e 17 de fevereiro trouxeram alívio temporário para as lavouras de soja na região da Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul. No entanto, os prejuízos causados pela seca e altas temperaturas já são irreversíveis em diversas localidades.

Na região de Bagé, a umidade do solo foi restabelecida, beneficiando lavouras tardias, mas o impacto negativo da estiagem já está consolidado. Em Manoel Viana, áreas mais afetadas começaram a ser colhidas, com perdas significativas devido ao calor excessivo e ao aumento de pragas como tripes, ácaros e percevejos.

Em São Gabriel, Rosário do Sul e Santa Margarida do Sul, a tendência é de queda na produtividade. Já na Campanha Gaúcha, algumas lavouras apresentaram recuperação parcial, mas muitas plantas perderam a folhagem. Em Dom Pedrito, cerca de 25% das lavouras estão em áreas de várzea, onde a sanidade e o vigor das plantas ainda são considerados adequados.

Nas demais regiões do estado, a situação é variável. Em Caxias do Sul, as lavouras estão em enchimento de grãos, com perdas severas em alguns municípios, especialmente Montauri. Em Erechim, a colheita já começou em algumas áreas, mas a produtividade ainda não foi definida devido às oscilações climáticas.

Em Ijuí, aproximadamente 70% das lavouras estão na fase de enchimento de grãos, enquanto 15% já atingiram a maturação. As cultivares precoces, semeadas em outubro, foram as mais impactadas pela estiagem. Em Passo Fundo, 85% das áreas estão em formação de vagens e enchimento de grãos, e o desenvolvimento das plantas ainda depende da regularidade das chuvas.

Na região de Santa Maria, a estiagem prejudica o Oeste, mas as chuvas na Quarta Colônia foram mais regulares, permitindo melhores condições para os cultivos. Em Santa Rosa, o retorno das precipitações ajudou na recuperação das lavouras, mas os efeitos da seca ainda resultam em falhas na germinação, porte reduzido das plantas e abortamento de flores e vagens.

Já na região de Soledade, a falta prolongada de chuvas reduziu o número de vagens por planta e impactou a produtividade das lavouras já em fase de colheita.

Apesar das chuvas recentes, a falta de precipitações ao longo do ciclo da cultura consolidou perdas expressivas em grande parte do estado. Além disso, o avanço de pragas e o custo elevado dos insumos agravam a situação dos produtores. Com o fim da safra se aproximando, a preocupação agora se volta para os impactos financeiros e a necessidade de políticas de apoio ao setor agrícola.





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VLI inicia embarques para exportação da safra 2024/2025 de soja


Perspectiva de produção recorde no país movimenta corredores logísticos Norte, Leste e Sudeste

A VLI, companhia de soluções logísticas que integra ferrovias, portos e terminais, iniciou os embarques para a exportação da safra 2024/2025 de soja que, segundo estimativas da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), deve atingir recorde histórico, chegando a 166 milhões de toneladas, 12,4% em relação à temporada anterior. A partir da segunda quinzena de fevereiro até o segundo semestre, volumes captados nos estados de Minas Gerais, Goiás, Tocantins, Maranhão, Mato Grosso, Bahia e Pará serão escoados por meio dos corredores logísticos Leste e Sudeste (Ferrovia Centro Atlântica – FCA) e Norte (Ferrovia Norte Sul – FNS).

Os embarques são realizados por meio do sistema multimodal da VLI, que integra, no Corredor Norte, os terminais logísticos de Porto Nacional e Palmeirante (TO) e de Porto Franco (MA) ao Terminal Portuário de São Luís (TPSL); e os terminais de Araguari, Pirapora e Uberaba (MG), nos Corredores Leste e Sudeste, ao porto de Tubarão (Espírito Santo) e ao Terminal Integrador Portuário Luís Antônio Mesquita – Tiplam (Baixada Santista) respectivamente.

“A safra da soja é fundamental para o desenvolvimento econômico do país à medida que compõe uma cadeia produtiva complexa, que vai desde a produção primária até a transformação industrial e a produção de carnes. Neste sentido, a integração entre portos, ferrovias e terminais traz eficiência e confiabilidade aos nossos clientes, permitindo que o grão seja exportado com sucesso para diferentes destinos do mundo, como Ásia, Europa e Estados Unidos”, afirma Gabriel Fonseca, gerente geral Comercial da VLI para a área de grãos.

Além do crescimento expressivo esperado nos volumes específicos de soja, em 2024/2025, o Brasil espera um recorde histórico também na safra de grãos como um todo. De acordo com levantamento divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) em fevereiro, o país deve colher 325,7 milhões de toneladas destas commodities, o que representa crescimento de 9,4% em relação à temporada anterior. O resultado é reflexo de um aumento de 2,1% na área cultivada, estimada em 81,6 milhões de hectares, além da recuperação de 7,1% na produtividade média das lavouras, prevista para 3.990 quilos por hectare.





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saiba até quando fenômeno seguirá atuando no país



A onda de calor nesta reta final do verão será de predomínio do sol, pancadas de chuva e temperaturas elevadas pelo Brasil. Segundo a Climatempo, o fenômeno climático continua no Brasil até domingo (9). Além disso, o instituto fez um diagnóstico sobre a previsão do tempo para amanhã em cada região do país, acompanhe os detalhes:

Sul; uma das regiões mais afetadas pela onda de calor

Grande parte do Rio Grande do Sul e Santa Catarina terá mais um dia de muito sol e pouca chuva. Em Porto Alegre, as máximas passam facilmente dos 36°C e não chove. Em Florianópolis, predomínio de sol e chuva rápida à tarde. No Vale do Itajaí e nas regiões norte, central e leste paranaense, as pancadas ocorrem no fim da tarde devido ao calor e à alta umidade. Em Curitiba, tempo abafado, com chuva passageira.

Calor segue firme no Sudeste

Os volumes de chuva diminuem no Espírito Santo, mas ainda é necessário atenção para todo o litoral. As pancadas são típicas de verão e ocorrem devido aos ventos que sopram do oceano em direção ao continente. Também há previsão de chuva para as regiões do Vale do Rio Doce, norte fluminense e interior do estado de São Paulo. São pancadas que podem vir com força à tarde. Rio de Janeiro e Belo Horizonte seguem sem chuva.

Centro-Oeste

Todo o estado de Mato Grosso, o norte de Mato Grosso do Sul e o interior de Goiás podem registrar chuva nesta quarta-feira. Essas instabilidades continuam associadas à circulação dos ventos e chove em vários momentos do dia, com alerta para temporais em Cuiabá. Em Campo Grande e na capital federal, o tempo será mais ensolarado, com muito calor e pouca chuva prevista. Em Goiás, pancadas podem ocorrer à tarde.

Nordeste

Os volumes de chuva continuam elevados entre o Maranhão, o Ceará e o litoral do Rio Grande do Norte devido à aproximação da Zona de Convergência Intertropical. A chuva ocorre em vários momentos do dia e pode ser forte. Há alerta para São Luís, Teresina, Fortaleza e Natal. Já entre João Pessoa e Salvador, os ventos que sopram do oceano mantêm o tempo mais carregado, com o sol aparecendo entre muitas nuvens, calor e chuva passageira que pode ocorrer a qualquer momento do dia.

Norte

As instabilidades continuam predominando sobre grande parte da Região Norte nesta quarta-feira. Chove no Amazonas, Acre, Rondônia, Pará e Amapá a qualquer momento do dia, com alerta para todas as capitais. Em Roraima, o tempo continua mais estável, sem chuva em Boa Vista.



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Brasil expande exportação de sêmen bovino para a Nigéria



Brasil alcança sua 34ª abertura de mercado em 2025




Foto: Divulgação

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) anunciou que as autoridades sanitárias da Nigéria aprovaram o Certificado Sanitário Internacional proposto pelo Brasil para a exportação de sêmen bovino. A decisão representa mais um avanço para o agronegócio brasileiro no mercado africano.

Com mais de 223 milhões de habitantes e uma das maiores economias da África, a Nigéria importou, em 2024, mais de US$ 880 milhões em produtos agrícolas do Brasil. A abertura do mercado para o sêmen bovino brasileiro reflete a confiança do país africano no sistema sanitário nacional e abre novas oportunidades de negócios para produtores brasileiros.

A ampliação das exportações acompanha o crescimento demográfico e econômico do continente africano, que vem demandando cada vez mais produtos agropecuários de alta qualidade.

Com essa nova negociação, o Brasil alcança sua 34ª abertura de mercado em 2025, totalizando 334 desde o início de 2023. O avanço é resultado da parceria entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e o Ministério das Relações Exteriores (MRE), que trabalham para expandir a presença do agronegócio brasileiro no cenário internacional.





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China habilita empresas brasileiras para exportação de gergelim



Maior parceiro comercial do Brasil, a China continua a ampliar os negócios e habilitou as primeiras 21 empresas brasileiras para exportação de gergelim. O país asiático, grande importador global do produto, responde por 38,4% do consumo mundial da semente. A informação foi divulgada hoje (4) pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

Segundo a pasta, a autorização demonstra o potencial como um mercado estratégico para o agronegócio brasileiro.

“A conquista desse mercado aconteceu no final de 2024, em visita do Presidente chinês Xi Jinping ao Brasil, todavia, a liberação das empresas exportadoras só foi oficializada na última semana, em um processo normal de acreditação das empresas”, publicou o Mapa.

Produção de gergelim

Atualmente, o Brasil ocupa a sétima posição no ranking mundial de exportação de gergelim, representando 5,31% do comércio global. Os principais estados produtores do país são Mato Grosso, Goiás, Pará e Tocantins. Segundo o Mapa, Bahia, Minas Gerais, Maranhão e Rondônia apresentam grande potencial de crescimento na cultura.

Potencial de crescimento do gergelim

Em 2023, a China importou US$ 1,53 bilhão deste produto. No Brasil, a semente vem ganhando espaço como opção de segunda safra, contribuindo para a diversificação e expansão do agronegócio nacional



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nova cultura surge como alternativa rentável para entressafra



Uma nova oleaginosa está ganhando espaço na agricultura brasileira como alternativa viável para rotação de culturas e rentabilização da entressafra. Trata-se da Carinata, uma planta parente próxima da canola, que tem como principal destino a produção de combustível sustentável para aviação (SAF), uma opção ambientalmente mais viável por emitir menos CO2.

A Carinata é uma oleaginosa de inverno que tem apresentado bons resultados nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil. Uma de suas principais vantagens é a resiliência a mudanças climáticas, além de boa adaptação a solos menos férteis. O cultivo ocorre entre os meses de abril e maio, com um ciclo médio de 120 dias. Outro benefício é que, ao ser semeada, a cultura contribui para a conservação do solo, evitando a perda de nutrientes e promovendo maior sustentabilidade ao sistema produtivo.

O Brasil é visto como um mercado promissor para a Carinata. A projeção é que a área cultivada passe de 7.000 hectares em 2024 para 50.000 hectares neste ano, impulsionando ainda mais sua viabilidade econômica. Além disso, a construção de uma planta de produção de SAF no Porto de Rio Grande deverá fortalecer a cadeia produtiva da oleaginosa, ampliando a demanda e incentivando novos investimentos no setor.

A repórter Eliza Maliszewsk entrevistou Phillip Minarelli, gerente do projeto Carinata Brasil Paraguai, da Nufarmum, que conta na reportagem exibida no Mercado & Companhia desta terça-feira outras vantagens da cultura.

No último ano, a média de pagamento da Carinata variou em torno do preço da soja balcão, chegando em alguns casos a pagar até 110% do valor da soja. Esses números reforçam o potencial econômico da cultura, que se apresenta como uma alternativa rentável e sustentável para produtores que buscam diversificação e melhor aproveitamento da entressafra.

Com o crescimento da demanda por combustíveis sustentáveis e as vantagens agronômicas da Carinata, a cultura desponta como uma opção estratégica para o agronegócio brasileiro, unindo rentabilidade e benefícios ambientais.



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Bolsas da Europa desabam pressionadas por tarifas dos EUA



As bolsas da Europa fecharam em queda expressiva nesta terça-feira (4), com os temores desencadeados pela entrada em vigência das tarifas impostas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, contra México, Canadá e China se sobrepondo à possibilidade de maior investimento da União Europeia (UE) no setor de defesa.

Resultado das bolsas

Em Londres, o índice FTSE 100 fechou em queda de 1,27%, a 8.759,00 pontos. Em Frankfurt, o DAX recuou 3,53%, a 22.328,91 pontos. O CAC 40, de Paris, caiu 1,85%, a 8.047,92 pontos. Em Madri, o Ibex 35 perdeu 2,49%, a 13.039,60 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 registrou baixa de 1,64%, a 6.700,33 pontos, enquanto em Milão, o FTSE MIB marcou variação negativa de 3,41%, a 37.736,16 pontos. As cotações são preliminares.

Em análise, o Deutsche Bank menciona que a Europa deve estar pronta para “um grande golpe em seu crescimento já anêmico”, à medida que a política tarifária americana se torna cada vez maior. De acordo com o banco alemão, ainda que a UE esteja menos exposta ao mercado dos EUA do que os vizinhos do país, a pressão tarifária ainda tiraria 1 ponto porcentual do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do continente. “Grandes mudanças na ordem global que influenciarão os mercados e as economias nos próximos anos estão, sem dúvida, surgindo agora”, pontua o Deutsche Bank ao relembrar que os europeus devem ser alvos de tarifas de 25%, assim como os canadenses e mexicanos.

Ações nas bolsas da Europa

As principais montadoras europeias fecharam em queda, como a Ferrari (-3,95%), Mercedes-Benz (-5,34%), Volkswagen (-2,28%), Stellantis (-10,67%) e Renault (-4,85%). As cotações são preliminares.

No entanto, de acordo com o Swissquote Bank, apesar dos temores, os investidores têm preferido ações europeias em vez das americanas devido a preocupações com o crescimento mais fraco nos EUA, considerando o impacto das tarifas. Além disso, é esperado que a UE realize mais investimentos no setor de defesa, o que pode dar suporte ao apetite de risco. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, propôs um plano de 800 bilhões de euros, nomeado “REARM Europe”, para fortalecer as defesas.



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preço da tilápia sobe 6% na Quaresma



Preço do pescado sobe menos que outras proteínas no Paraná




Foto: Pixabay

O consumidor paranaense pagará mais caro pelo filé de tilápia durante a Quaresma de 2025, conforme aponta o Boletim Semanal de Conjuntura Agropecuária, divulgado nesta quinta-feira (27) pelo Departamento de Economia Rural (Deral).

Segundo o boletim, a pesquisa de preços no varejo indica que, em fevereiro, o quilo do filé de tilápia foi comercializado a R$ 55,42, o que representa um aumento de 6% em relação ao mesmo período de 2024. No entanto, quando comparado a janeiro deste ano, houve uma leve queda de 2% no valor.

Apesar do reajuste, a tilápia ainda está entre as proteínas com menor variação de preço no período. Outras carnes populares, como bovina e de frango, registraram aumentos superiores a 20%, tornando o pescado uma opção relativamente mais acessível para os consumidores.

O Paraná é o maior produtor de tilápia do Brasil, e a Quaresma costuma impulsionar a demanda por pescados, influenciando os preços no mercado.





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