quarta-feira, maio 27, 2026

Agro

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Medidas do governo para baixar os preços são inócuas, diz presidente da Farsul



Inócua! Essa é a opinião do 2º vice-presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e presidente da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), Gedeão Silveira Pereira, sobre as medidas anunciadas ontem (6) pelo governo federal para tentar diminuir os preços dos alimentos.

Entre as ações sinalizadas, após reunião com representantes do setor produtivo nesta quinta-feira (6), está a zeragem das tarifas de importação para produtos como carne, café, açúcar, milho, óleo de girassol, óleo de palma, sardinha e massas alimentícias.

Preços competitivos

“O Brasil é o maior produtor global de boa parte desses produtos. O país é o maior exportador mundial de carne bovina, maior exportador de carne de aves, um grande exportador de carne suína, maior exportador de café, maior exportador de açúcar e um grande exportador de milho. Se somos grandes exportadores, é porque nossos preços são muito competitivos, o que indica que temos preços muito razoáveis no mercado interno”, disse.

Sobre os demais produtos (óleo de girassol, óleo de palma, sardinha e massas alimentícias), Gedeão acredita que esses itens não têm muito impacto sobre a inflação no Brasil.

“O que está acontecendo, e já foi anunciado por muitos economistas que isso ocorreria, é que a inflação não é causada pelos alimentos, pois a demanda foi quem cresceu muito, enquanto a oferta segue estabilizada. Não está faltando alimento nas gôndolas dos supermercados. O que está ocorrendo é uma inflação generalizada”, afirmou.

Sobre as carnes

Gedeão também explicou que, se o Brasil fosse importar carnes, elas viriam de países vizinhos, como Argentina e Uruguai, que já possuem tarifa zero devido ao acordo do Mercosul. “Na nossa opinião, isso é absolutamente inócuo. Achamos que o governo está bastante perdido, quando, na verdade, falta responsabilidade fiscal. As taxas de juros serão elevadas para combater a inflação, porque a gastança continua!”, destacou.

Escalada de preços

Por fim, o 2º vice-presidente da CNA critica o governo em relação a políticas como o incentivo ao uso do crédito por parte das pessoas. “O que está faltando é o governo se comprometer em não colocar mais dinheiro no mercado e, justamente, está colocando no consumo, inclusive endividando as famílias com o aumento do crédito, caso isso venha a ocorrer”, finalizou.



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Colheita do milho para silagem segue em ritmo acelerado


De acordo com os dados divulgados no boletim conjuntural da Emater/RS-Ascar, nesta quinta-feira (6), a colheita do milho para silagem avançou atingindo 72% da área plantada no Rio Grande do Sul. A produtividade tem sido considerada satisfatória, permanecendo próxima à previsão inicial.

Ainda faltam 7% das lavouras em maturidade fisiológica, prontas para o corte, e 6% estão em enchimento de grãos. A floração já abrange 3%, e 12% das lavouras, incluindo os plantios recentes de safrinha, estão em desenvolvimento vegetativo.

As chuvas no período ajudaram na formação de biomassa foliar das semeaduras tardias e beneficiaram as lavouras que estão em enchimento de grãos.

A Emater/RS-Ascar projeta o cultivo de 357.311 hectares de milho para silagem na safra 2024/2025, com uma produtividade média estimada em 39.457 kg/ha.

Na região administrativa de Bagé, a reposição de umidade no solo favoreceu os cultivos, especialmente aqueles implantados em dezembro. Atualmente, 41% das lavouras estão em desenvolvimento vegetativo, 22% em florescimento, 12% em enchimento de grãos, 7% em ponto de corte e 17% já colhidas.

Em Erechim, a colheita está próxima da finalização, e os rendimentos ultrapassaram as projeções iniciais, alcançando 45 mil kg/ha. Em Ponte Preta, os 450 hectares cultivados apresentam uma produtividade ainda mais elevada, com 65 mil kg/ha.

Os preços da silagem, no momento da colheita, são de R$ 0,40/kg para a silagem na lavoura e R$ 0,65/kg para a silagem ensacada.

Na região de Santa Maria, 50% da área foi ensilada com bons resultados, mas as perdas no plantio tardio ocorreram devido à estiagem. As chuvas volumosas das últimas semanas ajudaram a repor a umidade no solo, permitindo o plantio de novas áreas para silagem.

Na região de Santa Rosa, embora tenha havido redução na qualidade nutricional da silagem, com menor teor de energia e proteína, a produtividade foi considerada satisfatória pelos produtores, especialmente em comparação às safras anteriores. Para a safrinha, a área destinada à silagem deve ser mantida devido ao aumento da demanda, causado pela estiagem, e à baixa oferta de forrageiras de verão.





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FPA contesta estratégia do governo para reduzir preço dos alimentos



A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) criticou as medidas anunciadas pelo governo federal para conter a alta dos preços dos alimentos. Em nota oficial divulgada nesta sexta-feira (7), a entidade classificou as ações como “pontuais e ineficazes”, argumentando que o principal fator inflacionário não é a oferta de alimentos, mas sim o desequilíbrio fiscal, que impacta diretamente os custos de produção no Brasil.

Entre as medidas anunciadas pelo governo está a zeragem das tarifas de importação para produtos como carne, café, açúcar, milho, óleo de girassol, óleo de palma, sardinha e massas alimentícias. Segundo o vice-presidente Geraldo Alckmin, as ações fazem parte de um pacote para tentar reduzir o preço dos alimentos ao consumidor.

No entanto, a FPA contesta a estratégia do governo e afirma que o real impacto na inflação será sentido com a colheita da safra brasileira nos próximos meses. Para os parlamentares do agro, não é repassando aos produtores rurais o custo do desajuste fiscal que será possível garantir preços mais baixos para os alimentos.

Críticas à falta de apoio à produção nacional

Outro ponto questionado pela FPA é a decisão do governo de zerar impostos para produtos importados sem garantir um reforço ao apoio da produção nacional. A entidade ressalta que, em vez de favorecer importações, seria mais eficaz incentivar políticas de crédito e financiamento para os produtores brasileiros.

Diante disso, a FPA reforça a necessidade de iniciar as tratativas para o Plano Safra 2025/26, garantindo recursos suficientes, juros adequados e acesso pleno aos produtores rurais. Além disso, os parlamentares do agro ainda aguardam um posicionamento do governo sobre medidas estruturantes de curto e médio prazo, apresentadas pelo setor produtivo no fim de janeiro ao Ministério da Fazenda e à Casa Civil.

Outras medidas anunciadas pelo governo

Além da redução das tarifas de importação, o governo também anunciou a ampliação do Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (SISBI-POA), permitindo que leite, mel, ovos e carnes inspecionados em municípios e estados possam ser vendidos em todo o país. A meta é aumentar o número de registros no sistema de 1.550 para 3.000, o que, segundo o Ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, traria mais competitividade e redução de custos no setor de proteína animal.

Apesar das iniciativas, o setor agropecuário segue cobrando soluções de longo prazo e um diálogo mais efetivo com o governo para garantir estabilidade econômica e segurança para os produtores rurais.




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Genética e tecnologia impulsionam produção de leite em Mato Grosso



A Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf) de Mato Grosso (MT) tem impulsionado a produtividade do rebanho leiteiro por meio de um programa de melhoramento genético que já alcançou mais de dois mil pequenos e médios produtores.

A iniciativa envolve a doação de sêmen, a transferência de embriões e a entrega de novilhas prenhas, permitindo acesso a genética de alto padrão.

Desde o início do programa, em 2020, foram distribuídas 28 mil doses de sêmen convencional e sexado das raças Holandesa, Girolando ¾, Girolando ⅝, Gir e Jersey.

O material genético beneficiou cerca de 1,4 mil produtores, garantindo a inseminação de fêmeas com características produtivas superiores.

Além da inseminação artificial, a transferência de embriões tem sido uma ferramenta essencial para a rápida evolução genética do rebanho leiteiro no estado.

Desde o início do programa, foram entregues 3.178 prenhezes da raça Girolando meio-sangue, todas sexadas para fêmeas.

Nos próximos meses, mais 1.029 prenhezes devem ser distribuídas, ampliando o impacto da iniciativa. Até agora, 780 produtores já foram beneficiados com essa tecnologia.

A médica veterinária Angela Kohl, responsável pelo projeto, destaca os resultados positivos da técnica.

“A transferência de embriões tem proporcionado um aumento de 200% na produção de leite acima da média estadual, com novilhas alcançando até 15 litros de leite por dia”, explica Kohl.

Além disso, a tecnologia reduz significativamente o tempo necessário para o melhoramento do rebanho, permitindo que pequenos e médios produtores tenham acesso a animais mais produtivos sem investimentos elevados em genética importada.

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Outro pilar do programa foi a entrega de novilhas prenhas para os produtores. Desde 2022, foram repassadas 177 fêmeas, com a exigência de que cada cooperativa ou associação participante do projeto forneça uma contrapartida equivalente: para cada novilha recebida, outra deve ser entregue ao projeto.

Desta forma, o número total de animais disponibilizados chegou a 354, ampliando o acesso à genética de qualidade.

Além do melhoramento genético, a cadeia leiteira participante também recebeu investimentos para garantir a armazenagem e o transporte adequados do leite.

O uso de biotecnologia, aliado ao suporte técnico e investimentos em infraestrutura, promete transformar a realidade dos produtores e impulsionar ainda mais a produção de leite no estado.

Quer saber mais sobre melhoramento genético para o rebanho leiteiro?

Então, acompanhe as novidades no site do Canal Rural/ Empreendedorismo um jeito fácil para você adquirir conhecimento e aprender a empreender de forma segura e responsável.

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Mercado de carne bovina registra queda na cotação em março



Os preços se mantiveram estáveis no Espírito Santo




Foto: Pixabay

Segundo dados do informativo “Tem Boi na Linha”, o mercado de carne bovina iniciou março com ofertas de gado comedidas, mas o escoamento da carne esteve fraco, resultando em uma queda de R$ 2,00/@ para todas as categorias. O movimento de abate está atendendo, em média, a sete dias de escala.

No estado do Espírito Santo, os preços se mantiveram estáveis para todas as categorias de gado.

No último dia útil de fevereiro, sexta-feira (28/2), a B3 registrou a liquidação do contrato futuro do boi gordo (código BGIG25), com o preço da arroba ficando em R$ 313,70, à vista e livre de impostos.

No mercado atacadista, a carcaça casada do boi capão apresentou alta de 2,4%, enquanto o preço da carcaça do boi inteiro manteve-se estável. Já para a carcaça da vaca casada, o preço permaneceu sem alterações, e a novilha teve um aumento de 0,8% no valor.

No mercado de carnes alternativas, o preço do frango médio subiu 2,6%, ou R$ 0,20/kg. Em contrapartida, o preço da carcaça de suíno especial registrou uma queda de 5,1%, ou R$ 0,70/kg.





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PIB brasileiro e Payroll nos EUA agitam mercado: ouça o Diário Econômico



Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o adiamento das tarifas dos Estados Unidos sobre produtos do México para abril.

Dados norte-americanos mostraram aumento nas importações e pedidos de auxílio-desemprego acima do esperado, sem alterar apostas para cortes de juros pelo Fed. Na Europa, o BCE reduziu juros para 2,65%, enquanto a China prometeu novos estímulos.

O Ibovespa subiu 0,25%, sustentado pelo setor de metais. Hoje, destaque para o PIB brasileiro e o Payroll nos EUA, que podem impactar mercados e o dólar.



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Calor excessivo permite temporais em apenas duas regiões do país; veja a previsão de hoje



O calorão que domina o Brasil tem permitido apenas pancadas de chuva em algumas áreas. Contudo, estados de Norte e Nordeste conseguem fugir à regra com previsão de temporais. Veja como fica o tempo nesta sexta-feira (7):

Sul

O sol predomina ao longo do dia nos três estados do Sul, com temperaturas elevadas devido à atuação da massa de ar quente. No entanto, há previsão de pancadas de chuva pontuais na região central do Rio Grande do Sul, no leste de Santa Catarina e no oeste do Paraná, principalmente no final da tarde, devido ao calor excessivo.

Sudeste

O tempo será firme e quente nos quatro estados, com o sol predominando na maior parte do dia. No Rio de Janeiro e Espírito Santo, a circulação de umidade do oceano para o continente favorece pancadas isoladas de chuva entre a tarde e à noite.

Centro-Oeste

O sol predomina na maior parte da região, com destaque para Mato Grosso do Sul, Goiás, Distrito Federal e a faixa leste de Mato Grosso, onde há previsão de pancadas de chuva muito pontuais devido ao calor intenso. Na faixa central e oeste de Mato Grosso, o tempo será mais instável, com algumas aberturas de sol e previsão de chuva na parte da tarde e noite.

Nordeste

A chuva segue presente principalmente nos estados da costa norte devido à migração da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT). Maranhão, Piauí, Ceará e Rio Grande do Norte terão um dia com chuva persistente e possibilidade de temporais. No litoral leste, entre a Paraíba e a Bahia, há previsão de pancadas passageiras, enquanto no interior nordestino o tempo seco predomina.

Norte

A instabilidade continua, com previsão de chuva no Acre, em Rondônia, no Amazonas, Pará e Amapá, com alerta para temporais. Em Roraima, o sol predomina na faixa centro-norte do estado, mas há alerta para chuvas fortes na faixa sul. No Tocantins, a faixa oeste fica em alerta para temporais, enquanto no leste do estado o sol predomina na maior parte do dia, com previsão de pancadas isoladas à tarde e à noite.



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preço do suíno vivo sobe 3,4% em 2024


De acordo com o Boletim Semanal de Conjuntura Agropecuária divulgado pelo Departamento de Economia Rural (Deral) nesta quinta-feira (06), o preço médio pago ao produtor pelo suíno vivo no Paraná apresentou um aumento de 3,4% em 2024, comparado ao ano anterior. A alta foi equivalente a R$ 0,21 por quilograma vivo.

Durante o ano de 2024, os preços oscilaram entre R$ 5,84 em junho e R$ 7,28 em dezembro, com uma média anual de R$ 6,47, o que representou o maior valor nominal desde o início da série histórica em 1995. O recorde anterior foi de R$ 7,21, em novembro de 2024, e de R$ 7,17, em novembro de 2020.

Quando comparado aos custos de produção calculados pela Embrapa Suínos e Aves, o preço pago pelo quilograma do suíno vivo superou o custo de produção em R$ 0,73 em 2024, enquanto em 2023 essa diferença foi de R$ 0,23. Em 2022 e 2021, no entanto, o preço pago pelos suínos foi inferior ao custo de produção, resultando em prejuízos estimados de R$ 0,97 e R$ 0,36 por quilograma, respectivamente.

A valorização do preço do suíno vivo trouxe um alívio aos produtores paranaenses, ajudando na recuperação do setor após os desafios enfrentados nos anos anteriores.

Em janeiro de 2025, contudo, o preço pago ao produtor registrou uma queda de 7% (equivalente a R$ 0,52), enquanto o custo de produção aumentou em 2,8% (R$ 0,17). Já em fevereiro, o preço médio recebido pelos suinocultores foi de R$ 6,98, representando um leve aumento de 3% (R$ 0,22) em relação ao mês anterior. A Embrapa ainda não divulgou os custos de produção de fevereiro.





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Açúcar tem alta após cinco dias de queda nos mercados


De acordo com dados divulgados pela União Nacional da Bioenergia (Udop), os contratos futuros do açúcar encerraram a quarta-feira (5) em alta, revertendo a tendência de queda das cinco sessões anteriores. Tanto na ICE Futures de Nova York quanto na ICE Futures Europe, os preços registraram valorização em todos os lotes.

Em Nova York, o contrato maio/25 do açúcar bruto subiu 10 pontos, sendo negociado a 18,20 centavos de dólar por libra-peso, um avanço de 0,6% em relação ao dia anterior. Já a tela julho/25 teve um incremento de 15 pontos, fechando a 17,89 cts/lb. Os demais contratos também apresentaram aumentos entre 1 e 15 pontos. Na ICE Futures Europe, em Londres, o açúcar branco acompanhou o movimento de alta. O contrato maio/25 foi negociado a US$ 522,00 por tonelada, alta de US$ 4,00. O lote agosto/25 subiu US$ 4,40, sendo cotado a US$ 503,30 por tonelada. Os demais vencimentos também tiveram ganhos entre 70 cents e US$ 4,00.

No mercado interno, o açúcar cristal também registrou valorização, de acordo com o Indicador Cepea/Esalq, da USP. Na quarta-feira, a saca de 50 quilos foi negociada a R$ 141,23, ante os R$ 138,87 da sexta-feira anterior, um avanço de 1,70%.

Por outro lado, o etanol hidratado começou março em queda, conforme o Indicador Diário Paulínia. O biocombustível foi comercializado pelas usinas a R$ 2.926,00 por metro cúbico, contra os R$ 2.945,50 registrados na sexta-feira (28), uma redução de 0,66%.





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Chuvas beneficiam lavouras de mandioca



Colheita da mandioca de segundo ano avança no estado




Foto: Canva

Segundo o boletim da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (06) produção de mandioca e aipim no Rio Grande do Sul segue com desenvolvimento adequado. Na região administrativa de Santa Rosa, as lavouras plantadas neste ano estão em crescimento e não houve registro de perdas. O controle de invasoras é realizado manualmente na maioria das propriedades.

A colheita das lavouras de segundo ano está em andamento, e as áreas implantadas em 2024 começam a ser colhidas. O preço pago ao produtor pela caixa de 25 kg está em R$ 120,00. No mercado, a mandioca lavada e não descascada é vendida a R$ 5,43/kg. Para o varejo, a mandioca descascada tem valores de R$ 6,00/kg, enquanto na feira e na venda direta ao consumidor o preço varia entre R$ 7,00 e R$ 9,00/kg.

Na região de Soledade, em Venâncio Aires, a colheita também foi iniciada. Atualmente, cerca de 20 plantas são necessárias para preencher uma caixa de 22 kg, que está sendo comercializada a R$ 50,00. O desenvolvimento das lavouras é considerado razoável, segundo a Emater.





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