quarta-feira, maio 27, 2026

Agro

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confira os números no Brasil



O mercado brasileiro de soja apresentou preços mistos nesta sexta-feira (7). Embora os patamares de preços continuem firmes, os prêmios recuaram, embora ainda permaneçam fortalecidos. A indústria segue com indicações firmes, superiores à paridade de exportação. Confira as cotações por região:

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 129,00 para R$ 130,00
  • Região das Missões (RS): subiu de R$ 130,00 para R$ 131,00
  • Porto de Rio Grande (RS): subiu de R$ 133,00 para R$ 137,00
  • Cascavel (PR): caiu de R$ 130,00 para R$ 129,00
  • Porto de Paranaguá (PR): manteve em R$ 136,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 115,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 119,00 para R$ 119,50
  • Rio Verde (GO): caiu de R$ 115,00 para R$ 114,00
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Soja em Chicago

Os contratos futuros de soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sexta-feira (7) com preços mistos, com ganhos predominando nas posições mais distantes e quedas nas mais curtas. O dia foi de ajustes e cautela após uma semana de volatilidade, com os investidores acompanhando os anúncios e desistências de Donald Trump sobre tarifas comerciais.

USDA

O mercado agora começa a se posicionar para o relatório de março do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que deve indicar poucas alterações no quadro de oferta e demanda de soja. A expectativa é que o Departamento eleve a estimativa para a safra do Brasil de 169 milhões para 169,3 milhões de toneladas, enquanto a previsão para a Argentina deve ser reduzida de 49 milhões para 48,6 milhões de toneladas.

Analistas consultados pelo mercado apostam em estoques americanos de soja de 381 milhões de bushels para 2024/25, ligeiramente acima da previsão anterior de 380 milhões. Já os estoques mundiais finais de soja em 2024/25 devem ficar em 124,2 milhões de toneladas, contra 124,3 milhões estimados em fevereiro.

Contratos futuros da soja

Com relação aos contratos de soja, a posição maio fechou com queda de 2,25 centavos de dólar, ou 0,21%, a US$ 10,25 por bushel, enquanto a posição julho teve uma cotação de US$ 10,38 3/4 por bushel, com uma perda de 0,75 centavo ou 0,07%. Já as demais posições subiram.

No mercado de subprodutos, a posição maio do farelo de soja fechou com uma queda de US$ 0,50 ou 0,16%, a US$ 304,40 por tonelada, enquanto o óleo de soja teve um pequeno aumento de 0,25 centavo ou 0,57%, fechando a 43,42 centavos de dólar por libra-peso.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sexta-feira com alta de 0,51%, negociado a R$ 5,7886 para venda e R$ 5,7866 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7537 e a máxima de R$ 5,8002. Na semana, a divisa desvalorizou 2,14%.



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Próxima semana terá chuvas nas lavouras de soja; confira



Os produtores de soja devem acelerar seus trabalhos no campo, pois a tendência é de uma segunda semana mais chuvosa. Entre os dias 8 e 12 de março, espera-se que a chuva avance para o sul e parte do sudeste, incluindo Mato Grosso do Sul, com um total de até 50 mm em 5 dias. Esse volume de chuva não deverá atrapalhar os trabalhos no campo e ainda é benéfico para a umidade do milho safrinha.

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No entanto, problemas ainda são esperados nas regiões Norte do Pará, Norte de Mato Grosso e Rondônia, onde as chuvas podem ultrapassar os 100 mm em 5 dias. A partir da próxima semana, o cenário começa a mudar, com chuvas voltando com força para a região Centro-Oeste. Nesse período, espera-se entre 70 a 80 mm em 5 dias, o que pode prejudicar a finalização da colheita da soja, mas, por outro lado, é um excelente indicativo de boa umidade para o milho safrinha, que acaba de ser semeado.

O tempo nas lavouras de soja

Já no Sudeste, as chuvas mais intensas são esperadas para o sul de Minas Gerais, com o avanço das precipitações para o Centro-Norte de Minas, chegando até Unaí, um importante município produtor do estado. No sul, o Rio Grande do Sul e Santa Catarina devem ter uma trégua, com tempo mais seco, mas a chuva persiste no Paraná, com volumes de cerca de 30 mm em 5 dias.

No Nordeste, especialmente nas áreas do Tocantins e do Matopiba, o volume de chuva será mais modesto. Espera-se chuvas de 30 a 40 mm no oeste da Bahia e Centro-Norte da região baiana, o que não prejudica os trabalhos no campo e ainda favorece a boa umidade do solo. No Centro-Norte do Maranhão e no Piauí, as chuvas serão mais intensas, com volumes que podem ultrapassar os 100 mm entre os dias 13 e 17 de março.



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Governo culpa ‘atravessadores’ pelo alto preço do ovo



O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta sexta-feira (7), que pode tomar medidas “mais drásticas” para baixar o custo dos alimentos aos consumidores e culpou os “atravessadores” pelo alta do preço dos ovos no país.

Entretanto, o chefe do Executivo não explicou que medidas seriam essas, ao falar sobre o assunto durante evento em Campo do Meio, Minas Gerais.

“Eu quero encontrar uma explicação para o preço do ovo”, disse. “O ovo está saindo do controle. Uns dizem que é o calor, outros dizem que é exportação e eu estou atrás [da explicação]”, acrescentou Lula.

O presidente diz que o governo quer encontrar uma solução pacífica, “mas se a gente não encontrar, a gente vai ter que tomar atitudes mais drásticas, porque o que interessa é levar a comida barata para mesa do povo brasileiro”, afirmou, defendendo que também é preciso pagar um preço justo aos produtores.

“A gente não quer que o produtor tenha prejuízo. O que nós precisamos é saber que tem atravessador no meio. Entre o produtor e o consumidor deve ter muita gente que mete o dedo no meio. E nós vamos descobrir quem é o responsável por isso”, reforçou.

Segundo o presidente, de janeiro de 2023 a janeiro de 2025, a caixa do ovo com 30 dúzias variou próximo de R$ 140. No mês de fevereiro deste ano, ela subiu para R$ 210. “Eu quero saber porque que ela deu esse salto. Quem é que meteu o bedelho e chutou a bola para cima?”, questionou.

“Situação comum”

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), entretanto, afirmou que a alta no preço dos ovos é uma “situação sazonal, comum ao período pré e durante a quaresma [período em que algumas comunidades cristãs se preparam para a Páscoa]”, quando as famílias costumam substituir o consumo de carnes vermelhas por ovos.

A associação ainda cita aumento nos custos de produção, como o preço do milho e das embalagens, e as “temperaturas em níveis históricos”, que impactam na produtividade das aves.

Para a entidade, o mercado deverá se normalizar até o final do período da quaresma, com o restabelecimento dos patamares de consumo das diversas proteínas. A ABPA lembrou que, embora em alta, as exportações de ovos têm efeito praticamente nulo sobre a oferta interna, já que representam menos de 1% das 59 bilhões de unidades que deverão ser produzidas este ano.

Redução de impostos

Nesta quinta-feira (6), o governo federal anunciou algumas medidas para reduzir os preços dos alimentos ao consumidor, entre elas a isenção do imposto de importação de nove produtos alimentícios considerados essenciais. A medida incidirá sobre café, azeite, açúcar, milho, óleo de girassol, sardinha, biscoitos, macarrão e carnes.

A redução das tarifas de importações sobre os itens entrará em vigor nos próximos dias, após serem aprovadas pela Câmara de Comércio Exterior (Camex).

“Nós vamos encontrar uma solução, porque eu tenho certeza que nesse país todo mundo tem interesse que o povo possa comer bem. Comida de qualidade, comida saudável, comida, de preferência, orgânica para que a gente possa ter qualidade de vida. Nós, então, estamos muito ansiosos, o governo inteiro está preocupado, tem muito empresários também que está preocupado”, disse Lula.



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PIB de 2024 marca 4º ano seguido de crescimento, com destaque para investimentos



O crescimento de 3,4% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2024, acima das projeções de mercado, marca o quarto ano consecutivo de crescimentos após a pandemia da covid-19 e se destaca pelos investimentos em taxas positivas. A avaliação é do Ministério do Planejamento, que divulgou nota repercutindo o resultado.

“O crescimento da Indústria e dos Serviços foi o destaque no lado da oferta. Na ótica da demanda, todos os componentes registraram variação positiva: o consumo das famílias acumulou alta de 4,8%; o consumo do governo com expansão de 1,9% e o investimento mantendo taxas positivas no acumulado em quatro trimestres, pela segunda vez consecutiva”, destacou a pasta.

A análise do Ministério do Planejamento destaca que entre 2022 e 2024, o PIB brasileiro cresceu em todos os trimestres. Além disso, também foi ressaltado o PIB per capita, que variou em termos reais em 3% na passagem de 2023 para 2024.

Ainda sobre o resultado de 2024, o Planejamento ponderou que o bom desempenho de Serviços e Indústria compensou a queda na agropecuária.

“O desempenho negativo da agropecuária foi decorrente dos efeitos climáticos adversos que impactaram várias culturas importantes da lavoura, com queda na estimativa anual de produção e perda de produtividade”, diz o documento.

Em relação ao crescimento de 7,3% na formação bruta de capital fixo, uma proxy para investimento, a pasta destacou que houve aumento tanto da produção interna de bens de capital quanto de sua importação, além da expansão da Construção e do Desenvolvimento de Software.



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Grupo alimentício obtém financiamento de R$ 150 mi do BNDES para produção de biogás



O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento de R$ 150 milhões com recursos do Fundo Clima para o Grupo Piracanjuba.

De acordo com a companhia, o valor será destinado para a implantação de quatro Estações de Tratamento de Efluentes Industriais (ETEs) com produção de biogás nas unidades de Araraquara (SP), Três Rios (RJ), Carazinho (RS) e São Jorge d’Oeste (PR).

Os recursos também serão destinados para substituir caldeiras que atualmente consomem combustível fóssil nas duas primeiras unidades citadas.

O grupo espera que os projetos transformem a gestão de resíduos líquidos em uma fonte valiosa de energia limpa. “A captação do biogás poderá evitar a emissão de 152,7 mil toneladas de CO equivalente (COe) por ano, logo que as plantas atingirem seus máximos de produção”, diz o Grupo Piracanjuba, em nota.

Além de evitar emissões, a companhia espera que as ETEs elevem a eficiência das plantas, melhorem os controles operacionais e a reduzam custos.

“As plantas de biogás, tão logo atinjam seus máximos de produção, terão o potencial de gerar cerca de 11,7 milhões Nm de biogás por ano”, diz a empresa.

Transição energética

O BNDES informa que todas as intervenções presentes no projeto aprovado têm como finalidade a descarbonização, a redução na geração de resíduos sólidos e a substituição de
combustíveis fósseis por renováveis como fonte de energia da empresa.

“Objetivos que integram a política de transição energética do governo do presidente Lula e que são possíveis a partir do Novo Fundo Clima, que destinou R$ 10 bilhões a projetos com essa finalidade em 2024”, cita o presidente do banco, Aloizio Mercadante.



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Delegar fiscalização de alimentos aos municípios é irresponsável, diz Anffa Sindical



O Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários (Anffa Sindical) manifestou preocupação com o anúncio do Governo Federal de permitir, pelo período de um ano, a comercialização nacional de alimentos inspecionados exclusivamente pelos municípios por meio do Serviço de Inspeção Municipal (SIM).

Em nota divulgada nesta sexta-feira (7), a entidade reitera a importância do rigor da fiscalização de produtos de origem animal, “essencial para garantir sanidade, qualidade e a conformidade com os padrões internacionais de segurança dos alimentos”.

O Sindicato lembra que a medida do governo contempla um rol limitado de produtos, incluindo leite, mel e ovos, sem abranger a carne, que segue sob inspeção mais rígida.

“Embora seja importante a iniciativa do governo de buscar ampliar a oferta de produtos a um custo menor para a população, a medida pode fragilizar o controle sanitário, uma vez que os produtos não passarão pelo mesmo nível de inspeção aplicado pelo Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi)”, destacou o presidente do Anffa Sindical, Janus Pablo Macedo.

Falta de estrutura municipal

Atualmente, os produtos fiscalizados pelo SIM são destinados ao consumo dentro do próprio município, com exceção das mercadorias que já possuem a habilitação pelo Sisbi (que já podem comercializar em qualquer local dentro do país).

A Anffa Sindical salienta que nem todo município possui equipe suficiente para realizar a fiscalização adequada, não por falta de cumprimento da legislação sanitária, mas por falta de equipe. “Portanto, transferir essa fiscalização para os municípios sem recursos orçamentários, nem de servidores é irresponsável.”

Segundo Macedo, muitos estabelecimentos que operam sob o Serviço de Inspeção Municipal buscam obter a certificação federal e não conseguem, justamente por não atenderem a todos os critérios exigidos pelo Mapa.

“A liberação da comercialização de forma nacional não leva a um aumento direto de oferta dos alimentos, uma vez que eles já são comercializados de forma local, nos municípios. A estratégia é inócua no sentido econômico, mas aumenta o risco de problemas sanitários de itens que são vendidos nas proximidades. Isto sem contar questões de logística de transporte, armazenamento, temperatura etc”, pontua.

Outro ponto levantado pela nota da entidade é o fato de que produtos com menor controle tendem a chegar ao consumidor com menor qualidade.

“A medida que eventualmente pode reduzir o preço de qualquer alimento não pode ser executada em detrimento da qualidade e sanidade dos produtos e a saúde da população. Não há como precificar a saúde da população.”

No texto da nota, a entidade reforça a necessidade de garantir a qualidade sanitária e a conformidade com os padrões internacionais de segurança dos alimentos, em benefício da saúde da população e da credibilidade do agronegócio brasileiro.



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AgroNewsPolítica & Agro

Fendt apresenta pela primeira vez na Expodireto Cotrijal o motor compatível com combustíveis alternativos


A Fendt, fabricante alemã de máquinas e implementos agrícolas, apresenta pela primeira vez ao público da Expodireto Cotrijal o motor AGCO Power CORE75, fabricado pela AGCO Power, fabricante global de motores agrícolas. Responsável pelo sucesso do Fendt 700 Vario Gen7, o motor desenvolvido para operar com combustíveis alternativos oferece excelente desempenho em baixas velocidades, economia de combustível e confiabilidade.

Vencedor do prêmio Motor do Ano no 2023 Diesel Progress Summit Awards, o CORE75 é uma peça fundamental nos tratores Fendt 700 Vario Gen7, pois garante uma experiência de operação superior, proporcionando menor nível de ruído, melhor raio de giro, maior distância ao solo e facilidade de manutenção. Apto a ser abastecido com 100% de HVO (Diesel Verde) – o que reduz em até 75% as emissões de CO2 -, o motor é capaz de rodar com combustíveis alternativos e que, atualmente, estão em fase de liberação pelo governo brasileiro e de validação pela AGCO Power.

“Hoje, a descarbonização é uma palavra de ordem em diversos setores da economia e, nesse sentido, os combustíveis alternativos do futuro, como hidrogênio, etanol, metanol e biogás, estão estabelecendo novas exigências para motores agrícolas. Projetada para permitir o uso desses combustíveis, a plataforma dos motores CORE promove versatilidade na potência dos equipamentos e um sistema avançado de controle de emissões de gases de efeito estufa”, destaca Fernando Silva, coordenador comercial da AGCO Power. No Brasil, os tratores Fendt 700 Vario Gen7 são os primeiros da AGCO a serem comercializados com o motor CORE75.

O AGCO Power CORE75 possui alguns dos recursos mais avançados do mercado atualmente. Com 7,5 litros e 223 kW de potência, o motor oferece um impressionante torque de 1450 Nm, o mais alto em sua classe de potência. Uma característica notável é a capacidade de alcançar o torque máximo em 1300 RPM, em vez das 1500 RPM típicas, o que resulta na melhor economia de combustível de sua categoria, com apenas 188 g/kWh.

O design simplificado do AGCO Power CORE75, com menos peças, torna o motor mais confiável e de fácil manutenção. Além disso, ele é equipado com um avançado sistema EAT (Pós-tratamento de Emissões), projetado para atender aos mais rigorosos padrões de emissões sem a necessidade de um sistema EGR (Recirculação dos Gases de Escape) e com a possibilidade de ser remanufaturado ao fim de seu primeiro ciclo de uso.

Outro destaque da Fendt na Expodireto Cotrijal é a plantadeira Fendt Momentum de 18 linhas que, por meio de tecnologias exclusivas, contribui para a eficiência operacional e produtividade na lavoura. O equipamento realiza o plantio em áreas planas e em terrenos irregulares ou em curvas de nível, garantindo o depósito de sementes sempre na mesma profundidade. Para que isso seja possível, o Fendt Smart Frame mantém a pressão dos pentes em relação ao solo com uma angulação de 40° proporcionada pelo Wing Flex. Já o Weight Transfer, que distribui o peso central da máquina para os módulos laterais, aumenta a emergência em 7%. Além disso, o controle individual realizado pelo Delta Force nas linhas de plantio melhora a construção do sulco e realiza até cinco ajustes em um segundo. Quando dobrada, a plantadeira fica com 3,6m, a menor largura de transporte da categoria, sem precisar desmontar qualquer componente.

 

A colheitadeira Fendt IDEAL 8T também será exposta aos visitantes da feira no Rio Grande do Sul. Com um sistema de processamento da máquina altamente eficiente, com qualidade superior no manuseio dos grãos, eficiência energética e capacidade de lidar com uma ampla gama de condições, o resultado é um aumento de até 15% no desempenho operacional, permitindo que a colheita seja concluída até uma semana antes do previsto. Além disso, a Fendt IDEAL permite uma economia de 20% no consumo de combustível, aumento de 25% na qualidade dos grãos e redução de perdas de até 30%. A máquina também possui o maior tanque de grãos do mercado brasileiro, com capacidade de 17.100 litros, 21% maior que outros maquinários de alto rendimento disponíveis atualmente.

Equipado com o motor CORE75, o trator Fendt 728 Vario Gen7 possui a transmissão VarioDrive, independente e de máxima potência a cada eixo, sempre na velocidade ideal de cada operação, com índice de patinagem mínimo e alta economia de combustível. O equipamento possui também o Dynamic Performance, que disponibiliza até 20 cv extras para demandas auxiliares.

Outro trator presente na Expodireto é o Fendt Vario 942 G7, cujo modelo 415 cv combina o motor MAN, em linha de seis cilindros para potência e design compacto e leve, ao conceito Fendt iD que entrega alto torque em baixa rotação, fornecendo uma operação suave com desempenho máximo e consumo mínimo. A transmissão continuamente variável (CVT) VarioDrive opera nos eixos dianteiro e traseiro de forma independente. O trator possui ainda uma autolimpeza exclusiva do filtro de ar com ar comprimido, mesmo durante a operação com o sistema de ventoinha reversível para limpeza da grade frontal, resultando em menos paradas para manutenção e maior rendimento operacional.

Nesta edição da Expodireto Cotrijal, a Fendt terá ainda como atração o Combo Suplantar, composto pela série de tratores Fendt 700 Vario Gen7 e a nova versão da plantadeira Fendt Momentum 18 a 24 Linhas. De acordo com Fabio Dotto, diretor de Marketing da empresa, ele representa a fusão das melhores soluções e tecnologias do mercado para o plantio.

“Trata-se de uma combinação definitiva para quem busca máxima rentabilidade no campo: um trator de renome internacional, sinônimo de potência, versatilidade e eficiência operacional, aliado a uma plantadeira que eleva os padrões de plantio, disponível em novos tamanhos. A Fendt Momentum se destaca pela adaptação impecável a qualquer tipo de terreno, garantindo uma distribuição de peso inteligente que reduz a compactação do solo e maximiza o aproveitamento dos insumos. Como resultado, o produtor conta com maior produtividade, menor custo por hectare e um retorno sobre o investimento muito superior. Essa tecnologia de ponta permite aos produtores elevar a lucratividade e obter safras mais uniformes e rentáveis”, finaliza Dotto.





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Brasil é o 7º em ranking de crescimento econômico entre 40 países



O Brasil ocupa a sétima posição no ranking de 40 países que apresentaram dados de crescimento econômico referente a 2024.

A listagem é elaborada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), conhecida como clube dos países ricos, por reunir nações com as economias mais avançadas do mundo.

Em 2024, a economia brasileira cresceu 3,4%, conforme divulgou nesta sexta-feira (7) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

PIB dos países

A OCDE tem 38 países, e o Brasil não está entre os membros efetivos, mas iniciou processo de adesão.

A organização lista informações sobre o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB – conjunto de bens e serviços produzidos no país) de 39 países, entre eles os não membros Brasil, China, Índia, Indonésia, Arábia Saudita e África do Sul. A Agência Brasil acrescentou o dado da Rússia, que cresceu 4,1% em 2024.

Chile, Grécia, Luxemburgo e Nova Zelândia fazem parte da grupo, mas não foram listados pois ainda não terem divulgado dados relativos a 2024.

Maiores crescumentos

País mais populoso do mundo, com mais de 1,4 bilhão de habitantes, a Índia lidera o ranking de crescimento, com taxa anual de 6,7%. Em seguida aparecem China e Indonésia, ambos com expansão de 5%.

O primeiro país das Américas a figurar no ranking é a Costa Rica, que cresceu 4,3% em 2024. Os Estados Unidos, maior economia do mundo, têm a 11ª maior alta (2,8%).

O salto do PIB do Brasil foi superior à média dos países da OCDE, da União Europeia e do Grupo dos 7 (G7, países mais industrializados do mundo: Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão, Reino Unido).

Já entre os primeiros países a formarem o Brics (grupo de nações emergentes: Brasil, Rússia, China, Índia e África do Sul), o Brasil fica na frente apenas da África do Sul.

Cinco países apresentam queda no PIB, incluindo a Alemanha (-0,2%), maior economia da Europa. Confira o ranking:

  1. Índia: 6,7%
  2. Indonésia: 5%
  3. China: 5%
  4. Costa Rica: 4,3%
  5. Rússia: 4,1%
  6. Dinamarca: 3,6%
  7. Brasil: 3,4%
  8. Espanha: 3,2%
  9. Turquia: 3,2%
  10. Polônia: 2,9%
  11. Estados Unidos: 2,8%
  12. Lituânia: 2,7%
  13. Noruega: 2,1%
  14. Eslováquia: 2%
  15. Coreia: 2%
  16. Portugal: 1,9%
  17. Colômbia: 1,7%
  18. Eslovênia: 1,6%
  19. Canadá: 1,5%
  20. México: 1,5%
  21. Suíça: 1,3%
  22. Arábia Saudita: 1,3%
  23. França: 1,2%
  24. República Tcheca: 1,1%
  25. Austrália: 1,1%
  26. Bélgica: 1%
  27. Suécia: 1%
  28. Países Baixos: 0,9%
  29. Reino Unido: 0,9%
  30. Itália: 0,7%
  31. África do Sul: 0,6%
  32. Hungria: 0,5%
  33. Islândia: 0,5%
  34. Israel: 0,1%
  35. Japão: 0,1%
  36. Finlândia: -0,2%
  37. Alemanha: -0,2%
  38. Estônia: -0,3%
  39. Letônia: -0,4%
  40. Áustria: -1,2%

Comparação com grupo de países: Brasil: 3,4%; G7: 1,7%; OCDE: 1,7%; União Europeia (27 países): 1%; Zona do Euro (20 países): 0,9%.



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Governo erra na estratégia para conter alta dos alimentos, avalia economista



As medidas anunciadas pelo governo federal para conter a alta dos preços dos alimentos foram classificadas como ineficazes pelo economista-chefe da MB Associados, Sérgio Vale. Durante entrevista ao telejornal Mercado & Companhia, ele destacou que as ações terão efeitos pequenos e que a principal raiz do problema está na política fiscal do país.

“O pacote do governo não funciona e não vai ajudar a conter a inflação dos alimentos. Se tivesse sido feito um ajuste fiscal adequado no fim do ano passado, estaríamos com o câmbio mais baixo e um cenário inflacionário menos preocupante”, afirmou Vale.

Oferta e inflação natural dos alimentos

O economista também ressaltou que o governo deveria aguardar os efeitos da atual safra, que deve ser recorde, reduzindo naturalmente os preços no segundo semestre. “O impacto da safra ao longo da curva de preços levará a uma desaceleração. Isso resultaria em uma inflação menor do que a do ano passado”, explicou.

Estoque regulador e incentivos

Entre as medidas criticadas está a retomada do estoque regulador de alimentos, que, segundo Vale, já se mostrou ineficaz no passado. “Isso não funcionou antes e foi desfeito porque não ajudava a população mais pobre”, afirmou.

Ele também questionou a retirada de recursos para incentivar a produção de itens da cesta básica. “Tirar de um lado para colocar no outro pode gerar distorções e falta de crédito para setores importantes”, alertou.

As medidas anunciada pelo governo receberam criticas de muitas entidade do setor produtivo. Soluções paliativas que não corrigem profundamente os gargalos da produção agropecuária e terão efeitos negativos no médio e longo prazo. É assim que a Sociedade Rural Brasileira (SRB) definiu o pacote de medidas anunciado pelo Governo Federal nesta quinta-feira (6) a fim de conter a alta dos preços dos alimentos.

O presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Milho e Sorgo (Abramilho), Paulo Bertolini, disse que as medidas tomadas pelo governo federal para tentar frear os preços dos alimentos apresentam problemas de diagnóstico.

Inócua! Essa é a opinião do 2º vice-presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e presidente da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), Gedeão Silveira Pereira, sobre as medidas anunciadas ontem (6) pelo governo federal para tentar diminuir os preços dos alimentos.

Confira a entrevista completa com Sérgio Vale no nosso canal do YouTube.



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Pacote de medidas do governo desestimula a produção rural brasileira, diz SRB



Soluções paliativas que não corrigem profundamente os gargalos da produção agropecuária e terão efeitos negativos no médio e longo prazo. É assim que a Sociedade Rural Brasileira (SRB) definiu o pacote de medidas anunciado pelo Governo Federal nesta quinta-feira (6) a fim de conter a alta dos preços dos alimentos.

Para a entidade, a produção interna é suficiente para o abastecimento do país e, portanto, a redução das tarifas de importação é ineficaz.

“Não temos problemas com a oferta de produtos. O Brasil é um dos maiores e mais competitivos produtores de grãos e proteínas do mundo. Portanto, mesmo com alíquota zero, dificilmente os produtos importados chegarão a preços inferiores aos praticados internamente”, diz a nota.

‘Produtor rural não é o culpado’

A SRB ressalta que o produtor rural brasileiro não é o culpado pelo aumento dos preços dos alimentos. “Entre ele e o consumidor final há uma longa cadeia de intermediários – como tradings, indústrias, distribuição e varejo -, que agregam custos significativos aos alimentos.”

Apesar disso, na visão da entidade, o produtor rural será o maior prejudicado pela isenção de tarifas de importação, uma vez que essa medida desestimula a produção nacional e afeta diretamente a sua rentabilidade.

“O verdadeiro problema está no alto custo de produção, influenciado pelo aumento nos preços de insumos, energia, mão de obra e transporte, que incide em toda cadeia de alimentos. Também no ‘Custo Brasil’, que representa um dos principais entraves ao crescimento econômico do país, englobando problemas estruturais, burocráticos, trabalhistas e tributários que impactam diretamente a competitividade nacional”, diz trecho da nota.

Fortalecimento da produção nacional

A Sociedade Rural Brasileira destaca, ainda, que diferentemente de importar alimentos, é preciso fortalecer a capacidade produtiva do país, garantindo crédito acessível para a safra 2025/26, com taxas de juros adequadas e recursos suficientes para que os produtores possam manter sua produção com competitividade.

A nota também prega por maior controle fiscal para reduzir a inflação e os juros, além de políticas de incentivo ao crédito rural e à redução dos custos de produção, bem como investimentos em infraestrutura logística.



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