quarta-feira, maio 27, 2026

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Perdeu o último episódio do Soja Brasil? Vem assistir!



Se você perdeu o último episódio do Soja Brasil, fique tranquilo (a)! Você pode conferir detalhes na playlist no Youtube e assistir aos conteúdos completos. O programa, exibido na última sexta-feira (7), abordou temas importantes para o setor agrícola, com destaque para o impacto da suspensão da mistura de biodiesel no diesel.

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Especialistas discutiram como essa decisão pode afetar toda a cadeia produtiva da soja, especialmente o processamento de farelo. O aumento da mistura de biodiesel traz benefícios para a indústria de proteína animal, como carne, ovos e leite, além de colaborar com a sustentabilidade e a redução das emissões de carbono.

O episódio também acompanhou a expedição Soja Brasil, que passou por Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, onde produtores têm utilizado cultivares adaptadas e tecnologias avançadas para enfrentar os desafios climáticos. A combinação de genética avançada e maquinário inteligente tem ajudado a garantir uma produção mais eficiente, mesmo com as condições climáticas adversas.

Além disso, o episódio 31 trouxe uma análise sobre os impactos da alta taxa de juros e a falta de aprovação do orçamento da União no setor agrícola. O coordenador da FGV Agro, Guilherme Bastos, explicou a liberação em crédito extraordinário, destacando a importância desses recursos para manter o fluxo de financiamento necessário ao setor.

Por fim, o programa também trouxe uma previsão do tempo para as principais regiões produtoras de soja e discutiu a importância da diversificação de culturas, com foco no uso de tecnologias agrícolas, como a irrigação, para aumentar a produtividade e reduzir os riscos causados por estiagens.



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AgroNewsPolítica & Agro

Etanol se valoriza enquanto açúcar recua nas bolsas


De acordo com dados divulgados pela União Nacional da Bioenergia (Udop), os contratos futuros do açúcar encerraram a quinta-feira (6) em queda nas principais bolsas internacionais, após uma leve valorização na sessão anterior. Enquanto isso, o etanol hidratado apresentou alta no mercado interno.

Na ICE Futures de Nova York, o contrato de açúcar bruto para maio/25 fechou a 18,13 centavos de dólar por libra-peso, uma queda de 7 pontos em relação à quarta-feira. Durante a sessão, a commodity atingiu a mínima de um mês e meio, chegando a 17,84 cts/lb. O contrato para julho/25 caiu 9 pontos, sendo negociado a 17,80 cts/lb. Os demais vencimentos registraram baixas entre 3 e 8 pontos.

Na ICE Futures Europe, em Londres, o açúcar branco seguiu a mesma tendência de baixa. O contrato maio/25 foi comercializado a US$ 516,90 por tonelada, registrando uma desvalorização de US$ 5,10 em relação ao dia anterior. Já o contrato agosto/25 caiu US$ 3,80, fechando a US$ 499,50 por tonelada.

No mercado doméstico, o açúcar cristal também apresentou desvalorização, conforme o Indicador Cepea/Esalq, da USP. A saca de 50 kg foi negociada a R$ 139,95, contra R$ 141,23 na quarta-feira, o que representa uma queda de 0,91%.

Por outro lado, o etanol hidratado registrou valorização no Indicador Diário Paulínia. O biocombustível foi negociado a R$ 2.939,00 por metro cúbico, frente aos R$ 2.926,00 da sessão anterior, uma alta de 0,44%.





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Fungo da Antártica pode revolucionar biopesticidas naturais


Uma pesquisa realizada por cientistas brasileiros e americanos revelou um fungo encontrado em sedimentos marinhos profundos da Antártica com grande potencial para a produção de biopesticidas naturais. O estudo, conduzido por instituições como a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a Embrapa Meio Ambiente (SP) e o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), identificou compostos bioativos capazes de combater pragas agrícolas de forma sustentável.

O fungo, denominado Penicillium palitans, foi coletado a mais de 400 metros de profundidade no Oceano Austral e analisado em laboratório. Os testes revelaram duas substâncias promissoras: penienona e palitantina.

A penienona demonstrou forte atividade antifúngica e fitotóxica, sendo capaz de inibir completamente a germinação de sementes de grama-bentgrass, além de agir contra o Colletotrichum fragariae, fungo responsável pela antracnose em diversas culturas agrícolas. Já a palitantina apresentou efeito fitotóxico moderado.

Alternativa sustentável para a agricultura

A descoberta abre caminho para substituir agroquímicos sintéticos por biopesticidas naturais, reduzindo impactos ambientais e combatendo a resistência de pragas. Segundo a pesquisadora Sonia Queiroz, da Embrapa, a identificação dessas moléculas pode reduzir a dependência de produtos químicos tradicionais e contribuir para o conceito de Saúde Única, que integra a saúde humana, animal e ambiental.

Apesar do avanço, a transformação dessas substâncias em produtos comerciais ainda exige testes adicionais para comprovar sua segurança, estabilidade e eficácia em campo. “Nosso próximo passo será ampliar os estudos toxicológicos e ecotoxicológicos, além de avaliar a viabilidade de produção em larga escala”, afirma Luiz Rosa, professor do Departamento de Microbiologia da UFMG e coordenador do estudo.

pesquisa na Antártica. Foto: Luiz Henrique Rosa/UFMGpesquisa na Antártica. Foto: Luiz Henrique Rosa/UFMG
Foto: Luiz Henrique Rosa/UFMG

Antártica: um laboratório natural para a biotecnologia

A pesquisa reforça o potencial da Antártica para a descoberta de novos bioinsumos, já que seus organismos extremófilos – adaptados a condições extremas – podem fornecer moléculas inéditas para a biotecnologia agrícola. No entanto, a coleta de amostras nessa região representa grandes desafios logísticos. As expedições exigem um ano de preparação, deslocamento de cerca de 10 dias e até 24 horas ininterruptas de trabalho para obtenção dos sedimentos marinhos.

Os cientistas acreditam que essa descoberta pode abrir novas frentes de pesquisa para a busca de outros fungos antárticos, ampliando o desenvolvimento de bioinsumos e promovendo uma agricultura mais sustentável.

O estudo faz parte do Programa Antártico Brasileiro (Proantar) e conta com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), além do apoio logístico da Marinha do Brasil.



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Abipesca critica isenção da alíquota de importação da sardinha em conserva



A Associação Brasileira das Indústrias de Pescados (Abipesca) se manifestou contra a decisão do Governo Federal de zerar a alíquota de importação da sardinha em conserva, considerando essa medida extremamente prejudicial para a indústria nacional de pescado. A ação coloca em risco a competitividade e a sustentabilidade do setor pesqueiro no Brasil.

A sardinha é a principal espécie da pesca brasileira, com 95% de sua produção destinada à indústria de conservas, um alimento essencial para milhões de brasileiros, especialmente nas regiões mais carentes do país. Essa decisão, que desconsidera o impacto econômico sobre o setor, surge em um momento já crítico para a indústria nacional.

Em 2024, a indústria foi duramente afetada pela Reforma Tributária, que excluiu a sardinha em conserva da cesta básica, resultando no aumento gradual dos impostos, que devem chegar a 28,5% até 2026. Agora, com a isenção da alíquota de importação, anteriormente fixada em 32%, a indústria nacional enfrenta a ameaça de um colapso imediato, com impactos diretos na produção e na preservação de milhares de postos de trabalho.

A alíquota de 32% foi instituída há oito anos para proteger a indústria nacional contra os preços predatórios do mercado asiático, garantindo competitividade à produção local. A retirada dessa taxa representa um ataque direto à indústria brasileira, favorecendo a importação em detrimento da produção nacional e colocando em risco o sustento de pescadores e produtores locais.

O Governo Federal não consultou o setor produtivo nem o Ministério da Pesca ao tomar essa decisão, o que gerou grande preocupação. Além disso, não há justificativa econômica para essa medida, pois o aumento do preço da sardinha em conserva foi de apenas 1,12% em 2024, bem abaixo da inflação, o que indica que a “alta de preços” não tem impacto para os consumidores.

A Abipesca defende uma revisão urgente dessa decisão, que ameaça a estabilidade da indústria nacional e a manutenção de milhares de empregos. A medida é um retrocesso para a economia local e um desrespeito ao esforço das empresas que garantem o abastecimento de alimentos de qualidade no Brasil.

A associação conclama o Governo a repensar essa medida, a fim de evitar o colapso do setor pesqueiro nacional e proteger a produção local, essencial para o sustento de muitas famílias brasileiras.



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Senar lança cartilha sobre derivados de leite de cabra



O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) acaba de lançar a cartilha virtual “Agroindústria: Derivados de Leite de Cabra”, um material educativo e técnico voltado para o aprimoramento da produção de derivados do leite de cabra. Para acessar o conteúdo, basta acessar, de forma gratuita, a plataforma Senar Play.

O conteúdo da cartilha abrange diversos conceitos e técnicas sobre a obtenção higiênica do leite, a realização de testes de monitoramento, a estrutura física necessária para uma agroindústria, além das boas práticas de fabricação envolvidas em todo o processo. Com um enfoque prático e didático, a cartilha também detalha como produzir derivados como queijos frescos e maturados, ricota, iogurte e outros produtos elaborados a partir da massa da coalhada ácida.

Além disso, a cartilha aborda as melhores práticas para o armazenamento e a expedição dos produtos, preparando os produtores para a comercialização desses itens no mercado. O material também possui links interativos que proporcionam uma navegação personalizada, permitindo que o público explore o conteúdo conforme seus interesses e necessidades.

A cartilha também está disponível para download gratuito, em formato e-book, no aplicativo Estante Virtual da Coleção Senar, disponível nas lojas Google Play e Apple Store.

Para os interessados em aprender mais sobre a caprinocultura, o Senar também disponibiliza a cartilha “Caprinocultura – Criação e Manejo de Caprinos de Leite”, oferecendo um conteúdo complementar sobre a criação e o manejo de caprinos para produção de leite.



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Projeto da JBS beneficia quase 7 mil pequenos produtores em todo o Brasil



A JBS intensificou sua atuação junto a pequenos produtores rurais em 2024, com mais de 26.780 atendimentos realizados por meio do programa Escritórios Verdes e outras iniciativas voltadas à regularização ambiental e assistência técnica. No período, a empresa contribuiu para a recuperação de 4.153 hectares de vegetação nativa e tornou viável a regularização de 6.887 propriedades, segundo balanço da companhia.

Criado em 2021, o programa Escritórios Verdes já beneficiou mais de 15 mil propriedades rurais, oferecendo consultoria gratuita para regularização ambiental. Em 2024, a JBS ampliou sua atuação com o lançamento do Escritório Verde Virtual, que já contabiliza 1.220 interações desde outubro, permitindo que produtores de todo o país acessem suporte técnico por e-mail, telefone e WhatsApp.

Além do suporte à regularização ambiental, a JBS estruturou os Escritórios Verdes 2.0, que oferecem assistência gratuita em três frentes: recuperação ambiental, melhorias na produtividade do solo e apoio à gestão das propriedades. No último ano, 1.311 fazendas receberam suporte técnico ou gerencial, e mais de 4.700 visitas foram realizadas a agricultores familiares.

A empresa também apostou em novas tecnologias para fortalecer a rastreabilidade da cadeia produtiva. A ferramenta Cowbot, lançada no segundo semestre de 2024, realizou 17.377 análises, permitindo maior controle sobre a origem dos animais e facilitando o acesso dos pecuaristas a informações ambientais.

No Pará, a JBS ampliou sua atuação em 2025, doando 3 milhões de tags para rastreamento de rebanhos e promovendo treinamentos para operadores de rastreabilidade.

Com 70 anos de história, a JBS S.A. é uma multinacional de origem brasileira, reconhecida como uma das líderes globais da indústria de alimentos. Com sede na cidade de São Paulo, a Companhia está presente em mais de 20 países.

Em todos os locais onde atua, os mais de 270 mil colaboradores seguem as mesmas diretrizes em relação aos aspectos de sustentabilidade – econômico, social e ambiental –, inovação, qualidade e segurança dos alimentos, com a adoção das melhores práticas, sempre pautados pela mesma Missão e Valores.



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Frente fria vira o clima, traz chuva e baixa temperatura; veja previsão para a semana



A semana entre os dias 10 e 14 de março será marcada por um cenário de instabilidade em várias partes do Brasil, segundo a análise do meteorologista do Canal Rural, Arthur Müller. O avanço de uma frente fria trará alívio para áreas que sofriam com calor e estiagem, principalmente no Sul e Sudeste, enquanto o Norte e Nordeste enfrentarão volumes expressivos de precipitação, aumentando o risco de alagamentos e transtornos urbanos.

Confira como ficam as condições em cada região do país.

Sul terá alívio na seca e temperaturas mais baixas

Na região Sul, a passagem da frente fria trará queda de temperatura nas madrugadas no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, especialmente em regiões serranas.

As máximas ficarão mais amenas no território gaúcho, ajudando a reduzir o estresse térmico das lavouras e garantindo um bom nível de umidade do solo.

A chuva será bem distribuída, com acumulados de 50 mm ao longo da semana, o que favorecerá o plantio do milho segunda safra no Paraná. No entanto, Curitiba começará a semana com risco elevado de temporais.

A chegada da frente fria também muda o padrão climático no Sudeste, aumentando a instabilidade principalmente no sul e leste de São Paulo. O interior paulista, sul de Minas Gerais e Rio de Janeiro começarão o dia com sol, mas o tempo mudará ao longo do período, com precipitações intensas.

As chuvas serão benéficas para o café, a cana-de-açúcar e o milho segunda safra, proporcionando recuperação da umidade do solo.

No entanto, no litoral paulista e fluminense, os volumes podem ultrapassar 100 mm na semana, gerando risco de alagamentos e transtornos urbanos.

Centro-Oeste enfrenta temporais em algumas áreas

No Centro-Oeste, Mato Grosso enfrentará temporais, especialmente na região oeste do estado, onde há risco de excesso de umidade impactando os trabalhos no campo. Cuiabá, Sinop e Água Boa terão pancadas de chuva com trovoadas, mas o calor persistirá.

Em Mato Grosso do Sul, o cenário é mais favorável: as precipitações entre 50 e 80 mm contribuirão para a recuperação da umidade, beneficiando as lavouras recém semeadas de milho.

Já no Distrito Federal e no norte de Goiás, o tempo seguirá seco e quente, sem previsão de chuvas significativas.

Nordeste terá temporais no litoral e seca no interior

A situação no Nordeste será desigual: enquanto o norte do Maranhão, Piauí, Ceará e Rio Grande do Norte enfrentará chuvas volumosas, com acumulados acima de 100 mm, o centro-oeste e noroeste da Bahia continuarão secos.

Pancadas moderadas também são esperadas entre Salvador e Recife.

Apesar da chuva no litoral, o interior da Paraíba, Pernambuco, Sergipe, Alagoas e Bahia ainda sofrerá com baixa umidade, exigindo irrigação suplementar.

Os volumes de precipitação no interior nordestino devem ficar abaixo de 30 mm nos próximos 15 dias, o que não será suficiente para um bom desenvolvimento das lavouras.

Norte terá chuvas intensas e risco de alagamentos

O Norte do Brasil seguirá com chuvas fortes e persistentes. O alerta vale para Acre, Rondônia, Amazonas, Roraima e centro-norte do Pará, onde os acumulados podem ultrapassar 150 mm, impactando as operações agrícolas e aumentando o risco de alagamentos.

No centro-sul do Pará e no Tocantins, as precipitações devem ser mais moderadas, entre 40 e 50 mm, o que não prejudica os trabalhos no campo. Além disso, os meteorologistas já monitoram a elevação das águas do Pacífico Equatorial, um fenômeno que poderá reduzir as chuvas na região a partir de abril, resultado do chamado El Niño Costeiro.



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Os desafios em MS devido à seca severa nas lavouras de soja



No último episódio do Soja Brasil, o programa mostrou a situação dos produtores de Mato Grosso do Sul, que enfrentam sérios desafios com a seca severa, impactando a produtividade das lavouras. Confira a matéria completa:

Cerca de 2 milhões de hectares foram afetados por esse estresse hídrico, representando 45% da área total. Isso tem gerado uma produtividade abaixo da média, estimada em 51,7 sacas por hectare. Esses desafios não são novos, já se arrastam por várias safras e têm sido intensificados pelas altas temperaturas que prejudicam a qualidade da soja.

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Pesquisas no campo da soja

Em resposta a esse cenário, a pesquisa e inovação têm sido essenciais para melhorar a resiliência das lavouras. O programa destacou, por exemplo, o uso de tecnologias para definir a janela ideal de semeadura e práticas de manejo de solo para reduzir os impactos de temperaturas extremas. A diversificação de culturas, com o cultivo de cana-de-açúcar, amendoim e eucalipto, também está sendo adotada como uma estratégia para mitigar riscos.

No campo da inovação, a Embrapa e parceiros desenvolveram um protetor solar para plantas que aumenta a resistência ao calor e melhora a produtividade das culturas. Esse produto, à base de carbonato de cálcio, tem mostrado bons resultados em soja, tanto em cultivos convencionais quanto orgânicos.

Além disso, um acordo entre Brasil e China visa impulsionar a produção de soja e milho, com foco no uso de áreas degradadas para cultivo sem desmatamento. A parceria também envolve a troca de tecnologia para melhorar a produtividade.



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Fávaro apresenta nova estrutura de pesquisa e inovação em MT



O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, assinou, neste sábado (8), a ordem de serviço para a construção da nova estrutura da Unidade Mista de Pesquisa e Inovação (Umipi) da Embrapa na Baixada Cuiabana. O evento, realizado em Nossa Senhora do Livramento, marca o início de uma nova fase para o estado de Mato Grosso, com um investimento de R$ 53 milhões, oriundos do Mapa.

Com instalações mais modernas, a unidade contará com laboratórios, campos de pesquisa e salas de capacitação. Além disso, um convênio com a Prefeitura de Nossa Senhora do Livramento vai viabilizar a pavimentação asfáltica de um trecho de cinco quilômetros da estrada vicinal que dá acesso à unidade.

O centro de excelência em pesquisa e inovação será voltado para as condições agropecuárias desafiadoras da região, como solos, baixa altitude e altas temperaturas. A unidade irá concentrar esforços em áreas como fruticultura, mandiocultura, piscicultura, horticultura e sistemas produtivos agroflorestais, além de promover a integração lavoura-pecuária-floresta.

A primeira fase do projeto envolve a construção do centro de capacitação, um espaço que será um ponto de encontro para diversos parceiros, como a Fundação Mato Grosso, a Fundação Rio Verde, o Instituto Federal, a Unemat e a Universidade Federal.

A Unidade Mista de Pesquisa e Inovação segue o modelo de colaboração entre instituições, com compartilhamento de recursos humanos, financeiros e infraestrutura. Protocolos de intenções já foram firmados com a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), a Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), o Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar-MT) para atuar no novo espaço.



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Qual desafio da rotina rural você resolveria?


A interação com micro e pequenos produtores rurais faz parte do DNA do projeto Porteira Aberta Empreender. É por meio do engajamento com agricultores e pecuaristas de todas as regiões do país que podemos trazer soluções práticas para os desafios diários daqueles que impulsionam o agronegócio e alimentam milhões de pessoas no Brasil e no mundo.

Pensando nisso, todas as quintas-feiras, às 17h, o Porteira Aberta Empreender publica enquete na comunidade do Canal Rural, no YouTube. As opções mais votadas se tornam pautas, trazendo oportunidades aos desafios. 

O Porteira Aberta perguntou e vocês responderam:

O problema que 51% dos produtores rurais gostariam de solucionar está relacionado aos custos de produção e manejo. Em seguida, 21% destacaram os preços praticados no mercado, enquanto 17% mencionaram a produtividade. Financiamento foi votado por 11% dos participantes.

Custos para produzir no campo

De acordo com o Sebrae, reduzir custos sem prejudicar a qualidade do seu serviço ou produto é plenamente possível, desde que haja planejamento e iniciativas equilibradas, como a implementação de ações corretivas e preventivas. 

Ao ter documentos confiáveis em mãos, o empresário responde às variações do mercado de forma rápida e profissional, sem comprometer o negócio.

A instituição também aponta que automatizar processos é uma alternativa eficiente para acompanhar de forma organizada e centralizada todas as informações referentes às ações corretivas e preventivas. 

Mas, caso o pequeno produtor não saiba como planejar de maneira eficiente, com o  gerenciamento financeiro adequado, o Sebrae recomenda a capacitação. 

A exemplo do curso gratuito Custos para produzir no campo, que tem como objetivo explicar o conceito dos custos de produção e como eles influenciam no resultado da propriedade.

A capacitação tem a carga de 4 horas e também vai ensinar a como controlar os custos para aumentar o potencial do seu negócio.



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