quarta-feira, maio 27, 2026

Agro

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cenário internacional pesa sobre mercado brasileiro; ouça análise


Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o aumento da aversão ao risco no mercado, com o Ibovespa caindo para 124 mil pontos e o dólar fechando a R$ 5,85.

O temor de fragilidade econômica nos EUA e na China pressionou as commodities e impactou os juros futuros no Brasil.

O Boletim Focus trouxe nova alta nas expectativas de inflação para 2025, enquanto a produção industrial alemã segue em cenário incerto.

Hoje, destaque para a PIM no Brasil e o relatório Jolts nos EUA, que pode intensificar preocupações com a economia americana.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Temporais em três regiões do país: confira a previsão de hoje


chuva forte temporais Brasil
Foto: Pixabay

A terça-feira (11) inicia com instabilidades em quase todo o país. Pancadas de chuva, afastamento de frente fria e temporais localizados marcam o dia. Acompanhe:

Sul

Áreas de instabilidade avançam do interior do continente, deixando o tempo mais nublado e com chuva a qualquer hora entre Santa Catarina e o Paraná, onde pode chover forte e não se descartam temporais localizados. No centro-norte do Rio Grande do Sul pancadas com trovoadas, enquanto a metade sul gaúcha tem predomínio de sol. As temperaturas ficam mais agradáveis em grande parte da Região, e faz calor no oeste e na região das missões gaúcha e no norte paranaense.

Sudeste

Na terça-feira, a frente fria vai se afastando para alto mar, mas ainda consegue organizar chuva pelo centro-leste e oeste de São Paulo, Rio de Janeiro e sul e leste de Minas Gerais. Entre o norte paulista, centro-norte e Triângulo mineiro e Espírito Santo o predomínio é de sol. O tempo vai seguir abafado em toda a Região e as temperaturas seguem elevadas em território fluminense.

Centro-Oeste

O dia começa instável e com chuva pela manhã pelo oeste e noroeste de Mato Grosso e em áreas do sul de Mato Grosso do Sul. A partir da tarde a chuva ganha força nas demais áreas do sul mato-grossense e em Mato Grosso, enquanto no sul, faixa oeste e norte de Goiás as pancadas são mais isoladas a partir da tarde. No Distrito Federal o predomínio é de sol ao longo do dia.

Nordeste

A Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) mantém as nuvens mais carregadas na costa norte, onde chove forte e podem ocorrer alguns temporais desde o norte do Ceará até o Maranhão. Na costa leste, pancadas isoladas, mas que podem vir com trovoadas, enquanto o interior da Bahia tem um dia de sol e algumas variações de nebulosidade.

Norte

O tempo segue instável em toda a Região. As pancadas de chuva ocorrem alternadas com períodos de melhoria no Acre, Rondônio, Amazonas e Pará. Nessas áreas podem ocorrer alguns temporais, especialmente à tarde. No Amapá e norte do Pará, a ZCIT mantém as nuvens mais carregadas e há chance de chuva a qualquer momento.

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Açúcar fecha semana em alta



Mercado interno acompanha tendência de alta




Foto: Divulgação

De acordo com dados divulgados pela União Nacional da Bioenergia (Udop), os contratos futuros do açúcar encerraram a última sexta-feira (7) em alta nas bolsas internacionais de Nova York e Londres. No mercado doméstico, os preços do açúcar cristal também registraram forte valorização, conforme dados do Indicador Cepea/Esalq.

Na ICE Futures de Nova York, o açúcar bruto apresentou valorização em todos os lotes. O contrato maio/25, considerado o de maior liquidez, foi negociado a 18,31 centavos de dólar por libra-peso, alta de 18 pontos em relação à véspera. Já a tela julho/25 subiu 19 pontos, fechando a 17,99 cts/lb. Os demais contratos tiveram alta entre 2 e 16 pontos.

Já na ICE Futures Europe, em Londres, o açúcar branco também fechou em alta. O contrato maio/25 atingiu US$ 524,90 por tonelada, um aumento de US$ 8 frente ao dia anterior. O lote agosto/25 foi negociado a US$ 505,50/t, subindo US$ 6. As demais cotações avançaram entre US$ 1,50 e US$ 4,30.

No mercado doméstico, o açúcar cristal também registrou ganhos expressivos. Segundo o Indicador Cepea/Esalq, da USP, a saca de 50 kg foi comercializada a R$ 143,09 na sexta-feira, contra R$ 139,95 na véspera, o que representa uma valorização de 2,24% em um único dia.

O cenário positivo no setor reflete uma combinação de fatores, incluindo ajustes na oferta e demanda e a influência dos preços internacionais sobre o mercado brasileiro.





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São Paulo amplia crédito para mulheres do agro



O programa é voltado exclusivamente para mulheres do setor agropecuário




Foto: Canva

A Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo anunciará, na próxima segunda-feira (10), a continuidade do programa FEAP Mulher Agro SP em 2025, com alterações nos valores de crédito disponibilizados para agricultoras paulistas. A cerimônia ocorrerá na sede da pasta, na capital paulista, em celebração ao Dia Internacional da Mulher.

O programa, voltado exclusivamente para mulheres do setor agropecuário, contará com um investimento de R$ 10 milhões. Além disso, o limite de crédito por beneficiária será elevado, passando para R$ 30 mil por CPF, com prazo de pagamento de até 84 meses e carência de 12 meses. A iniciativa busca incentivar o protagonismo feminino no agronegócio e fomentar novos investimentos nas propriedades rurais do estado.

Veja também: Mulheres no agro: da superação à liderança, a revolução feminina no campo

De acordo com um levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, São Paulo possui mais de 10 milhões de mulheres rurais, que representam parte da força produtiva do setor. No Brasil, aproximadamente 38,7% da mão de obra agrícola é feminina, evidenciando a importância da participação das mulheres na economia rural.

Veja também: Floricultura espera aumento de 8% em vendas no Dia da Mulher

As interessadas em aderir ao programa devem procurar a Casa da Agricultura do seu município. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (11) 5067-0125 ou pelo e-mail [email protected].

O endereço das unidades da Casa da Agricultura pode ser consultado pelo link: https://www.cati.sp.gov.br/portal/institucional/enderecos?unidades=CAR-SP





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Setor de feijão está otimista



No varejo, o desempenho das vendas também merece atenção



No varejo, o desempenho das vendas também merece atenção
No varejo, o desempenho das vendas também merece atenção – Foto: Divulgação

O Instituto Brasileiro de Feijão e Leguminosas (IBRAFE) destaca que o período pós-feriado trouxe um fato positivo na demanda pelo feijão -carioca armazenado desde o ano passado. Desde agosto, os preços desse feijão registraram uma valorização de 21%, diminuindo um possível otimismo entre os produtores. Esse movimento pode sinalizar uma tendência de valorização contínua, beneficiando aqueles que mantinham estoques estratégicos.

No entanto, os custos de armazenamento seguem como um factor determinante para a rentabilidade. Produtores relatam um custo médio de R$ 30 por saco para retirar o feijão do campo e armazená-lo em câmaras frias. Assim, a lucratividade efetiva só ocorre após a cobertura desses custos, tornando a gestão de estoque um elemento essencial para otimizar ganhos e garantir maior previsibilidade no mercado.

No varejo, o desempenho das vendas também merece atenção. O comportamento dos consumidores e os estoques disponíveis influenciam diretamente a precificação do feijão-carioca, podendo impactar a continuidade da avaliação observada. A depender da demanda, novos reajustes podem ocorrer, reforçando a importância do monitoramento constante do setor.

Os preços do feijão-carioca variaram entre as regiões no dia 6 de março de 2025, com destaque para Itapeva, que apresentou uma maior valorização mensal, atingindo 14,58%, e um crescimento semanal de 8,73%, cotado a R$ 262,96 por saca. No Leste Goiano, a alta no mês foi de 9,94%, enquanto em Lucas do Rio Verde, os preços subiram 5,91% no período. Em contrapartida, regiões como Metade Sul do Paraná, Curitiba e Noroeste de Minas registraram estabilidade diariamente, sem variação expressiva nos preços. A entrega do mercado indica uma tendência de valorização em algumas localidades, refletindo a demanda e os custos logísticos.

 





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Secretaria de Agricultura de SP eleva limite de crédito para mulheres agricultoras



A Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo anunciou, nesta segunda-feira (10), as novas condições do Feap Mulher Agro SP.

Trata-se de linha de crédito exclusiva para mulheres agricultoras. Foram liberados mais R$ 10 milhões ao programa, com teto de R$ 30 mil por produtora.

“No ano passado, já liberamos mais de R$ 11 milhões pela linha de crédito Feap Mulher, melhorando a infraestrutura agrícola de mais de 240 produtoras paulistas. A expectativa é de que, com mais recursos e a ampliação do teto, São Paulo continue a exercer o seu papel de vanguarda na produção de alimentos e com ampla representatividade feminina no campo”, destacou o secretário da pasta paulista, Guilherme Piai.

A beneficiária tem até 84 meses para pagar, carência de até 12 meses e taxa de juros de 2% ao ano. Em 2024, 439 linhas de crédito foram concedidas pelo Feap Mulher, totalizando R$ 11,8 milhões destinados ao desenvolvimento da força feminina no campo. De acordo com a Secretaria, a meta deste ano é liberar 700 linhas.

A solicitação de adesão ao Feap Mulher pode ser feita junto à Casa da Agricultura de cada município (encontre aqui a mais perto de você) ou pelo telefone (11) 5067-0125.

Além disso, a adesão pode ser realizada por meio da Fundação Instituto de Terras (Itesp).



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Excesso de chuvas atrapalha plantio do algodão



O excesso de umidade ainda favorece a proliferação de doenças fúngicas



O excesso de umidade ainda favorece a proliferação de doenças fúngicas
O excesso de umidade ainda favorece a proliferação de doenças fúngicas – Foto: Canva

A Souza Lima Cotton destacou os desafios enfrentados pelo algodão da safra 2024/25 devido ao excesso de chuvas, especialmente no estado do Mato Grosso. A empresa explica que a intensidade, a duração e o momento dessas precipitações influenciam diretamente no plantio e no desenvolvimento da cultura, podendo comprometer a produtividade e a qualidade do trabalho. O excesso de água pode trazer impactos negativos para os produtores, exigindo estratégias para mitigar os riscos.  

Entre os principais problemas causados ??pelas chuvas está o atraso no plantio, já que o solo encharcado impede a entrada de maquinários e dificulta a semear dentro da janela ideal. Além disso, o solo úmido fica mais vulnerável à compactação, rapidamente a infiltração de água e a aeração das raízes. Outro ponto crítico é a dificuldade de germinação, pois o excesso de umidade pode levar ao apodrecimento das sementes e aumentar a incidência de fungos e doenças. A erosão do solo também se intensifica, removendo a camada superficial rica em matéria orgânica e nutrientes essenciais para o desenvolvimento das plantas.  

O excesso de umidade ainda favorece a prevenção de doenças fúngicas, como a ramulose e o mofo branco, que podem comprometer a produtividade do trabalho. Além disso, as chuvas frequentes dificultam a aplicação de herbicidas e o controle de plantas específicas, que competem com o algodão por nutrientes, água e luz. Outro problema ocorre próximo à colheita, quando as chuvas tardias podem afetar a qualidade das fibras e dificultar a operação das colheitadeiras.  

Para reduzir esses impactos, os produtores adotam práticas como o plantio em áreas bem drenadas, o uso de variedades resistentes a doenças e o monitoramento climático para definir o melhor momento para o plantio. Desta forma, busca garantir melhores condições para o desenvolvimento do algodão e minimizar os prejuízos na safra.

 





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Cesta básica fica mais cara em 14 capitais no mês de fevereiro



No mês de fevereiro, o custo médio da cesta básica subiu em 14 das 17 capitais brasileiras que são analisadas pela Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, divulgada mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

Apenas três capitais apresentaram queda no custo da cesta: Goiânia (-2,32%), Florianópolis (-0,13%) e Porto Alegre (-0,12%).

As maiores elevações observadas entre os meses de janeiro e fevereiro ocorreram em Recife (4,44%), João Pessoa (2,55%), Natal (2,28%) e Brasília (2,15%).

Entre os maiores vilões para o aumento no preço da cesta estão o café, que subiu em todas as capitais pesquisadas, o tomate e o quilo da carne bovina de primeira. No caso do café, as altas variaram entre 6,66%, na capital paulista, e 23,81%, em Florianópolis.

Cesta básica mais cara

A cesta básica mais cara do país no mês de fevereiro foi a de São Paulo, com custo médio de R$ 860,53. Em seguida, estão as cestas do Rio de Janeiro (R$ 814,90), Florianópolis (R$ 807,71) e Campo Grande (R$ 773,95).

Já nas regiões Norte e Nordeste do país, onde a composição da cesta é diferente, os menores valores foram registrados em Aracaju (R$ 580,45), Recife (R$ 625,33) e Salvador (R$ 628,80).

O Dieese estimou que o salário-mínimo em fevereiro deveria ser de R$ 7.229,32 ou 4,76 vezes o mínimo atual de R$ 1.518,00.

O cálculo foi feito com base na cesta mais cara, que, no mês passado foi a de São Paulo, e levando em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário-mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência.



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veja os preços neste início de semana no Brasil



O mercado físico do boi gordo abriu a semana com maior firmeza em seus preços. Segundo o consultor de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, as escalas de abate apresentam encurtamento, e há dificuldade na aquisição de animais mais jovens, que cumprem os requisitos de exportação para a China.

“A oferta de fêmeas também apresenta alguma diminuição. Mesmo assim, a diferença de preço entre machos e fêmeas é bastante expressiva, consequência de um descarte que foi bastante representativo”, diz.

  • São Paulo: R$ 311,33, contra R$ 310,67 na sexta (7).
  • Goiás: R$ 290,36, no comparativo com R$ 291,25 anteriormente
  • Minas Gerais: R$ 307,53, estável
  • Mato Grosso do Sul: R$ 294,77, contra R$ 294,55 anteriormente.
  • Mato Grosso: R$ 298,51, ante R$ 298,92 anteriormente

Mercado atacadista

O mercado atacadista apresenta preços firmes, ainda em perspectiva de alta no curto prazo, considerando a entrada dos salários na economia como motivador da reposição entre atacado e varejo.

“Apenas ressaltando que a população ainda prioriza o consumo de proteínas mais acessíveis, a exemplo da carne de frango, ovos e embutidos”, diz Iglesias.

O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 24,50, por quilo. O dianteiro segue cotado a R$ 18,00, por quilo, enquanto a ponta de agulha ainda está em R$ 17,00 o quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 1,13%, sendo negociado a R$ 5,8545 para venda e a R$ 5,8525 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7732 e a máxima de R$ 5,8732.



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Como ficaram os preços da soja na véspera do USDA?



O mercado brasileiro de soja iniciou a semana travado, com registro de negócios de lotes pontuais. A consultoria Safras & Mercado divulgou que houve queda de Chicago pressionou as cotações internas e retraiu os vendedores, apesar da alta do dólar. Nesta segunda-feira (10), os agentes aguardam o relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado amanhã (11).

A soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): caiu de R$ 130,00 para R$ 128,00
  • Região das Missões (RS): caiu de R$ 131,00 para R$ 129,00
  • Porto de Rio Grande (RS): caiu de R$ 137,00 para R$ 135,00
  • Cascavel (PR): caiu de R$ 129,00 para R$ 127,00
  • Porto de Paranaguá (PR): caiu de R$ 136,00 para R$ 135,00
  • Rondonópolis (MT): manteve-se em R$ 115,00
  • Dourados (MS): caiu de R$ 119,50 para R$ 118,00
  • Rio Verde (GO): caiu de R$ 114,00 para R$ 113,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a segunda-feira em baixa, com incertezas sobre a política tarifária do governo Trump gerando apreensão sobre uma possível guerra comercial com a China.

O clima de aversão ao risco afeta o mercado global, impactando as commodities. Os investidores também aguardam o relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

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O USDA deverá indicar poucas alterações no quadro de oferta e demanda americana de soja, mas pode elevar a estimativa de safra do Brasil de 169 milhões para 169,3 milhões de toneladas, enquanto a previsão para a Argentina pode ser reduzida de 49 milhões para 48,6 milhões de toneladas.

Contratos futuros da soja

Os contratos futuros da soja apresentaram queda na segunda-feira. O vencimento de maio fechou a US$ 10,14 por bushel, marcando uma baixa de 11,00 centavos ou 1,07%. Esse movimento reflete as incertezas no mercado, influenciadas pela baixa em Chicago e a espera pelo relatório do USDA.

No mercado de farelo de soja, a posição de maio registrou uma queda de US$ 2,10, ou 0,68%, fechando a US$ 302,30 por tonelada. A pressão no preço do farelo também seguiu a tendência de baixa observada nos grãos, com os investidores cautelosos diante das incertezas globais.

Já o óleo de soja teve uma retração ainda mais acentuada, com a posição de maio fechando a 42,26 centavos de dólar. O recuo foi de 1,16 centavo, ou 2,67%, refletindo a mesma dinâmica de mercado que afetou os demais subprodutos.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 1,13%, sendo negociado a R$ 5,8545 para venda e a R$ 5,8525 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7732 e a máxima de R$ 5,8732.



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