quarta-feira, maio 27, 2026

Agro

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Inscrições abertas para empreendedores exporem produtos e serviços na Agrishow 2025


Considerada a segunda maior feira de agronegócio do mundo, a Agrishow 2025, promete ser uma vitrine de inovações e oportunidades para o setor agrícola.

A feira, que ocorrerá de 28 de abril a 2 de maio em Ribeirão Preto, contará com um estande coletivo do Sebrae-SP, que oferecerá às empresas do setor que atendem ao mercado agrícola a oportunidade de participar, e o prazo para inscrições vai até 14 de março.

 O espaço do Sebrae será dedicado a empresas formalmente constituídas que atuam em segmentos como máquinas e equipamentos agrícolas, sementes, fertilizantes, defensivos, ferramentas, entre outros. 

As vagas são limitadas, e os selecionados terão acesso a uma estrutura completa para expor seus produtos, com balcões e prateleiras, além de credenciais para dois representantes por empresa. Cada participante terá direito a um sistema de rodízio, com dois ou três dias de exposição.

Para se inscrever, as empresas precisam atender a alguns critérios. Além de estarem formalizadas como MEI, ME, EPP ou Produtor Rural. Devem estar estabelecidas no estado de São Paulo e oferecer produtos ou serviços ligados ao agronegócio.

Produtores rurais enquadrados no DAP, CAF ou no regime de MEI terão isenção de pagamento mediante comprovação por declaração contábil, o que facilita a participação de pequenos produtores no evento.

Painel da Agrishow 2024 com três pessoas posicionadas à frentePainel da Agrishow 2024 com três pessoas posicionadas à frente
Agrishow 2024. Foto: arquivo Jossilene Rocha

As empresas selecionadas terão a oportunidade de expor seus produtos com o apoio do Sebrae-SP, que subsidiará parte dos custos de participação. 

A Agrishow se consolidou como um dos maiores eventos de tecnologia agrícola no mundo. Com foco em inovação e sustentabilidade, a feira atrai profissionais de diversos países em busca das últimas novidades em equipamentos, máquinas e soluções tecnológicas para o campo.

Serviço

  • Data da feira: de 28 de abril a 2 de maio
  • Local: Ribeirão Preto, SP
  • Inscrições pelo Sebrae-SP: até 14 de março pelo link
  • Vagas limitadas

Quer saber mais sobre feiras e eventos agrícolas?

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Porteira Aberta Empreender: conectando o campo e o mundo

Assista ao Porteira Aberta Empreender no dia 13/03, quinta-feira, às 11h. O programa é uma produção do Canal Rural em parceria com o Sebrae, e é o lugar certo para você descobrir produtos, serviços e inovações que vão fortalecer seu o empreendedorismo no campo.

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp.

Confira onde assistir ao programa

No dia 13 de março, assista ao Porteira Aberta Empreender em um destes canais:

Canais de TV para assistir ao Porteira Aberta Empreender Canais de TV para assistir ao Porteira Aberta Empreender
Canais disponíveis para assistir ao programa Porteira Aberta Empreender.

Acesse aqui e confira os temas abordados como Capacitação, Exportação, Acesso ao Crédito, Indicação Geográfica, entre outros. 



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AgroNewsPolítica & Agro

Mundo consumiu 177 milhões de sacas de café em 12 meses


De acordo com o Relatório sobre o mercado de Café de janeiro de 2024, da Organização Internacional do Café (OIC), a produção mundial de café no período de outubro de 2023 a setembro de 2024 atingiu 178 milhões de sacas de 60 kg, enquanto o consumo global foi de 177 milhões de sacas. O resultado aponta um leve excedente de 1 milhão de sacas, evidenciando um cenário de equilíbrio entre oferta e demanda.

A América do Sul consolidou-se como a maior produtora de café no mundo, com uma safra de 89,3 milhões de sacas, representando 50,2% da produção global. Em segundo lugar, veio a região da Ásia & Oceania, com 49,9 milhões de sacas (28,0%), seguida pela África, que produziu 20,1 milhões de sacas (11,3%), e pelo Caribe, América Central & México, com 18,7 milhões de sacas (10,5%).

No ranking das maiores regiões consumidoras, a Europa lidera a demanda global, com um consumo de 53,7 milhões de sacas, o que representa 30,35% do total mundial. Em seguida, aparecem Ásia & Oceania, com 45,7 milhões de sacas (25,83%), e América do Norte, com 30,9 milhões de sacas (17,45%). A América do Sul ocupa a quarta posição, consumindo 28 milhões de sacas (15,81%), seguida pela África (12,5 milhões de sacas – 7,06%) e pelo Caribe, América Central & México (6,1 milhões de sacas – 3,5%).

Com base nesses números, estima-se que o consumo diário global de café seja de 485 mil sacas de 60 kg. A Europa, maior mercado consumidor, consome cerca de 148 mil sacas por dia, enquanto Ásia & Oceania demandam 125 mil sacas diárias. A América do Norte registra um consumo diário de 85 mil sacas, seguida pela América do Sul (76 mil sacas/dia), África (34 mil sacas/dia) e Caribe, América Central & México (17 mil sacas/dia).

O relatório completo pode ser acessado no Observatório do Café do Consórcio Pesquisa Café, coordenado pela Embrapa Café, que reúne informações detalhadas sobre a produção e o consumo global do grão.





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Fórum do Canal Rural discute clima, mercado e tecnologia



Nesta quinta-feira (13), especialistas do Canal Rural Sul e parceiros técnicos convidados colocam em pauta as principais variáveis e tendências do agronegócio brasileiro e internacional. O Fórum Clima, Mercado e Tecnologia vai reunir na Expodireto Cotrijal representantes de todos os elos da cadeia produtiva, com destaque ao produtor rural.

Serão dois painéis com a participação de analistas de mercado, meteorologistas, pesquisadores e empresas de tecnologia, que irão trazer um panorama do ciclo atual com previsões e projeções até o final do ano, de olho na temporada 2025/26.

O conteúdo vai abordar clima, tecnologia agronômica, aviação agrícola e sementes, sempre com foco voltado à expectativa de safra e às cotações de commodities.

Presencial, o fórum também será transmitido ao vivo em rede nacional pelo Canal Rural TV e YouTube da emissora.

Entre os painelistas, profissionais do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Safras & Mercado, Sindag, Bayer e o próprio Canal Rural. O evento ocorre no Auditório Central da Expodireto, com abertura de dirigentes da Cotrijal, parceira na realização, e lideranças do agronegócio gaúcho.

O fórum é uma realização do Canal Rural com a Expodireto Cotrijal, patrocínio da Rizobacter, uma empresa do grupo Bioceres, apoio da Sementres Jotabasso e do Sindag, e apoio institucional da Aprosoja-RS e Sindicato Rural de Não-Me-Toque.

Serviço

Data: 13 de março
Horário: 16 horas
Local: Auditório Central da Expodireto Cotrijal – Não-Me-Toque (RS) – Km 24 RS – 142 Centro



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Sabia que o arroz também é usado na construção civil e em cosméticos?



O arroz faz parte da história humana há milheres de anos. Hoje em dia, estudos indicam que ele já era cultivado por volta do volta do ano 3.000 a.C., tendo como origem o sudeste da Ásia. No Brasil, o cereal chegou em meados do século 16, quando os colonizadores portugueses o trouxeram.

De acordo com a Organização Mundial de Alimentação e Agricultura (FAO) o cereal está presente na mesa de 60% da população mundial. Por aqui, o consumo por pessoa é de 34 quilos ao ano, conforme estimativas da Associação Brasileira da Indústria do Arroz (Abiarroz).

Contudo, além de estar em cima – ou embaixo – do feijão no almoço e jantar de cada dia, ele também é um importante insumo em setores que não têm relação com a alimentação.

“A casca do arroz é rica em energia e, após a queima, torna-se matéria-prima para a produção de cimento, isolantes, tintas e outros materiais da construção civil”, conta o CEO da Naval Fertilizantes, Luís Schiavo.

Além disso, com a fibra do arroz, é possível fabricar utensílios com apelo sustentável, como copos, talheres e tigelas, que são biodegradáveis, antibacterianos e sem odor.

Já na indústria de cosméticos, o arroz tipo jasmim é usado como matéria-prima para esfoliantes corporais por possuir propriedades ideais para a remoção de células mortas, além de clarear e iluminar a pele e absorver a oleosidade excessiva.

O arroz também é um aliado no cuidado capilar, já que repõe a barreira lipídica dos fios, o que favorece a durabilidade da hidratação, deixando os fios com mais brilho. O sabonete de arroz, por sua vez, é voltado à pele do corpo e do rosto pois tem propriedades hidratantes e adstringentes.

O arroz contém inositol, uma substância que estimula a circulação sanguínea e o rejuvenescimento da pele. Assim, é usado em máscaras faciais para retardar o aparecimento de rugas.

Arroz no Brasil

O arroz é a terceira maior cultura agrícola do mundo. Na safra 2023/24, o arroz tem grande relevância para o Brasil. Na safra 2023/2024, foram colhidas cerca de 10,5 milhões de toneladas do cereal, em uma área de 1.574 milão de hectares, conforme dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Quase 90% da produção nacional está concentrada no Rio Grande do Sul, mas também há lavouras em outros estados, como Santa Catarina e Mato Grosso. “O futuro da produção deste grão no país é promissor, com oportunidades em inovação tecnológica, expansão de mercados de exportação e valorização através de certificações e produção diferenciada”, finaliza Schiavo.



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AgroNewsPolítica & Agro

safra de soja cresce 12,2%, mas clima preocupa



SC pode colher 2,91 milhões de toneladas de soja na 1ª safra




Foto: Canva

Santa Catarina registra aumento na área plantada e na produção de soja na safra 2024/2025, segundo o Boletim Agropecuário da Epagri/Cepa, divulgado pelo Observatório Agro Catarinense. O levantamento aponta crescimento de 2,6% na área cultivada, que chegou a 772,5 mil hectares, e um avanço de 9,36% na produtividade média, alcançando 3.771 kg/ha. Com isso, a produção deve crescer 12,2%, chegando a 2,91 milhões de toneladas.

No entanto, as chuvas irregulares em janeiro e fevereiro podem comprometer as lavouras, especialmente na fase de florescimento e enchimento de grãos. O próximo relatório trará atualizações que podem indicar revisão nos números caso as condições climáticas impactem o desenvolvimento das plantações.

A soja segunda safra é cultivada principalmente nas regiões de Chapecó, São Miguel do Oeste e Xanxerê, que respondem por 85% da área total. O plantio ocorre em sucessão a outras culturas, como milho e fumo, e a produtividade inicial estimada é de 2.600 kg/ha, semelhante à safra anterior.

No entanto, o déficit hídrico registrado nos primeiros meses do ano pode afetar negativamente o desenvolvimento das lavouras, levando a possíveis ajustes nas estimativas ao longo da safra.





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USDA mantém estimativa da safra de soja e estoques dos EUA



O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou o relatório de março, mantendo suas estimativas para a safra de soja dos EUA em 2024/25 inalteradas. A previsão é de que a produção atinja 4,366 bilhões de bushels, o equivalente a 118,82 milhões de toneladas, com uma produtividade estimada de 50,7 bushels por acre. Esses números permanecem os mesmos apresentados no relatório de fevereiro.

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Os estoques finais de soja dos Estados Unidos também foram mantidos em 380 milhões de bushels, o equivalente a aproximadamente 10,34 milhões de toneladas, um valor ligeiramente abaixo das expectativas do mercado, que projetava um carryover de 381 milhões de bushels (ou 10,37 milhões de toneladas). Apesar disso, o USDA reafirmou sua projeção de estoques, sem ajustes no cenário de oferta e demanda.

Quanto ao esmagamento de soja, o USDA não alterou sua previsão, mantendo a estimativa de 2,410 bilhões de bushels para a temporada de 2024/25, o que reflete a estabilidade na demanda doméstica para a produção de óleo e farelo de soja. Da mesma forma, a previsão para as exportações também foi mantida em 1,825 bilhões de bushels, com o USDA sinalizando uma continuidade nas vendas externas do grão, sem modificações nos números do relatório anterior, o que reflete uma confiança na demanda global pela soja dos EUA durante o ano comercial.



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Após três meses de baixa, produção industrial fica estável em janeiro



A produção industrial brasileira apresentou variação nula na passagem de dezembro para janeiro, ou seja, não teve crescimento nem queda. O dado faz parte da Pesquisa Industrial Mensal, divulgada nesta terça-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em relação ao mesmo mês do ano anterior, o setor teve alta de 1,4%, a oitava expansão seguida nesse tipo de comparação. No acumulado de 12 meses, houve expansão de 2,9%.

O resultado de janeiro deixa a indústria brasileira 1,3% acima do patamar pré-pandemia de covid-19, de fevereiro de 2020. No entanto, a produção industrial brasileira está 15,6% abaixo do ponto mais alto da série, alcançado em maio de 2011.

O índice de difusão mostra que 68,9% dos 789 produtos pesquisados apresentaram alta na produção na passagem de dezembro para janeiro.

A variação nula de janeiro interrompeu três meses de queda, quando a produção encolheu 1,2%, conforme os dados abaixo:

  • Outubro: -0,2%
  • Novembro: – 0,7%
  • Dezembro: -0,3%
  • Janeiro: 0%

A última vez em que a produção industrial ficou quatro meses sem crescimento foi em 2015, de setembro a dezembro, acumulando 5,6% de recuo.

Produção industrial por setor

Apesar da variação nula, o gerente da pesquisa, André Macedo, ressalta como positiva a interrupção do movimento de queda e o maior espalhamento dos resultados positivos.

Macedo se refere ao fato de que três das quatro grandes categorias econômicas mostraram avanço na produção:

  • Bens de capital (máquinas e equipamentos): 1,5%
  • Bens intermediários (utilizados para fabricar outros bens ou serviços): -1,4%
  • Bens de consumo duráveis: 4,4%
  • Bens de consumo semiduráveis e não duráveis: 3,1%

Além disso, 18 dos 25 ramos pesquisados ficaram no terreno de expansão. Entre os destaques, as principais contribuições positivas foram:

  • Máquinas e equipamentos (6,9%)
  • Veículos automotores, reboques e carrocerias (3%)
  • Produtos de borracha e de material plástico (3,7%)
  • Artefatos de couro, artigos para viagem e calçados (9,3%)
  • Farmoquímicos e farmacêuticos (4,8%)
  • Produtos diversos (10%)
  • Máquinas, aparelhos e materiais elétricos (4,3%)
  • Móveis (6,8%)
  • Manutenção, reparação e instalação de máquinas e equipamentos (5%)
  • Alimentícios (0,4%)

De acordo com André Macedo, a produção industrial vêm de comportamento negativo no final de 2024, influenciadas, em grande medida, por férias coletivas neste período.

“Há um movimento de maior dinamismo para a produção de janeiro de 2025 por causa da volta à produção e que elimina a perda registrada em dezembro de 2024”, explica.

Seis segmentos industriais apresentaram queda. Nesse universo, se destaca a atividade de indústrias extrativas (-2,4%), que exerceu o principal impacto em janeiro e interrompeu dois meses seguidos de crescimento na produção.

O gerente do IBGE aponta que a atividade de indústrias extrativas foi influenciada pelo comportamento de seus dois principais itens: petróleo e minérios de ferro.

“Outro ponto importante, que deve ser considerado para explicarmos a queda deste mês, é o fato desse ramo industrial ter mostrado crescimento nos dois últimos meses de 2024. Na atividade de petróleo e gás, observa-se algumas paralisações em plataformas por conta de paradas programadas ou não”, afirma.



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exportações batem recorde em fevereiro com 114 mil toneladas



As exportações brasileiras de carne suína atingiram um novo recorde para o mês de fevereiro, totalizando 114,4 mil toneladas embarcadas. O volume representa um aumento de 17% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram exportadas 97,8 mil toneladas. Os dados foram divulgados pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

Em receita, o crescimento foi ainda mais expressivo, com um avanço de 32,6%. O faturamento do setor em fevereiro alcançou US$ 272,9 milhões, contra US$ 205,7 milhões registrados no mesmo mês de 2024.

No acumulado do primeiro bimestre, os embarques de carne suína totalizaram 220,4 mil toneladas, um avanço de 11,6% em relação às 197,5 mil toneladas exportadas nos dois primeiros meses do ano passado. No mesmo período, a receita cresceu 26,2%, somando US$ 510,9 milhões.

Filipinas lideram compras de carne suína; México ganha destaque

As Filipinas foram o principal destino da carne suína brasileira em fevereiro, com 23 mil toneladas importadas, um crescimento de 72% na comparação anual. Na sequência, aparecem:

  • China – 19,4 mil toneladas (-26,2%)
  • Hong Kong – 13,4 mil toneladas (+49,8%)
  • Japão – 9 mil toneladas (+61,8%)
  • Chile – 8,3 mil toneladas (-0,2%)
  • Singapura – 6,5 mil toneladas (+3,6%)
  • Argentina – 4,8 mil toneladas (+313,1%)
  • Uruguai – 3,6 mil toneladas (+13,1%)
  • Costa do Marfim – 3,1 mil toneladas (+58,4%)
  • Vietnã – 3 mil toneladas (+64,8%)

O México também ganhou relevância no mercado, com mais de 2 mil toneladas embarcadas. Segundo o presidente da ABPA, Ricardo Santin, o crescimento se deve à renovação do programa de segurança alimentar mexicano.

“Além dos bons indicadores de demanda das Filipinas, Japão e outras nações da Ásia, África e Américas, projetamos resultados positivos para este ano”, avaliou Santin.

Santa Catarina lidera exportações

Santa Catarina manteve sua posição como o principal estado exportador de carne suína do Brasil, com 61,8 mil toneladas embarcadas em fevereiro (+14,2%). Em seguida, aparecem:

  • Rio Grande do Sul – 23,9 mil toneladas (+13,8%)
  • Paraná – 17,9 mil toneladas (+48,1%)
  • Minas Gerais – 2,3 mil toneladas (+43,9%)
  • Mato Grosso – 2,8 mil toneladas (+21%)

O Brasil se consolida como o quarto maior produtor e exportador de carne suína do mundo. Ricardo Santin reforçou que a suinocultura nacional é uma parceira estratégica da indústria na segurança alimentar global.



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AgroNewsPolítica & Agro

Fertilizantes são essenciais para garantir segurança alimentar global



Fertilidade do solo é chave para produtividade e meio ambiente


Foto: Divulgação

Com a população mundial caminhando para 10 bilhões de habitantes até 2050, o desafio da segurança alimentar se intensifica. Para suprir a crescente demanda, a produção de alimentos precisará aumentar entre 50% e 70%, alerta Valter Casarin, coordenador geral e científico da iniciativa NPV (Nutrientes para a Vida). No entanto, essa expansão não pode ocorrer à custa de novos desmatamentos.

“A melhor estratégia para garantir alimentos sem comprometer o meio ambiente é o uso eficiente de fertilizantes, que permitem o aumento da produtividade agrícola sem necessidade de expandir áreas cultiváveis”, explica Casarin. Estima-se que os fertilizantes nitrogenados sejam responsáveis por 40% da produção global de alimentos, reforçando sua importância para a agricultura sustentável.

Casarin destaca que a nutrição adequada do solo também desempenha um papel crucial no sequestro de carbono. “Solos pobres em nutrientes limitam a produção agrícola e comprometem a fotossíntese, reduzindo a captação de CO2 da atmosfera. Uma planta bem alimentada cresce mais e ajuda no combate às mudanças climáticas”, afirma.

Além disso, o uso equilibrado de fertilizantes fortalece a estrutura do solo, melhora a retenção de água e nutrientes e reduz a erosão, garantindo rendimentos sustentáveis sem prejuízos ambientais.

Porém, Casarin ressalta a importância de uma avaliação química do solo antes da aplicação dos fertilizantes, ajustando as quantidades conforme a necessidade das culturas. “O uso responsável dos fertilizantes otimiza a produção e preserva o meio ambiente, garantindo um solo saudável para as futuras gerações”, conclui.





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Associações e Corpo de Bombeiros discutem regularização de propriedades rurais



A regularização de propriedades rurais foi tema de discussão entre o 17º Batalhão de Bombeiros Militar e as entidades, Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba) e Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa).

A reunião aconteceu em Barreiras, no Oeste da Bahia, na tarde desta segunda-feira (10), com o Comandante dos bombeiros, tenente-coronel BM Cedraz, reuniu-se em Barreiras com representantes das associações de produtores rurais.

A reunião, que contou com a presença de bombeiros da Seção de Segurança Contra Incêndio da unidade, teve como foco o alerta e necessidade da regularização das propriedades rurais de produtores de algodão, agricultores e irrigantes do Oeste do estado junto ao corpo de bombeiros.

Diante das fiscalizações contínuas realizadas pelo 17º BBM, as fazendas serão as próximas edificações a serem verificadas para garantir o cumprimento das normas de Segurança Contra Incêndio e Pânico.

Durante o encontro, os bombeiros reforçaram a importância da adequação às legislações vigentes e se colocaram à disposição para esclarecer dúvidas e oferecer orientações.

Foram abordadas normas como a Lei Federal nº 13.425/2017, a Lei Estadual nº 12.929/2013 e o Decreto Estadual nº 16.302/2015, que regulamentam as exigências de segurança em edificações e áreas de risco.

Além disso, os participantes discutiram a obtenção do Atestado de Conformidade de Projeto (ACP) e do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB), documento essencial para a regularização das propriedades.


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