quarta-feira, maio 27, 2026

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BB estima R$ 2,4 bi em propostas na Expodireto Cotrijal


R$ 2,4 bilhões. Esse é o montante que o Banco do Brasil espera acolher em propostas durante a 25ª edição da Expodireto Cotrijal, uma das principais feiras do agronegócio brasileiro e que será realizada entre os dias 10 e 14 de março em Não-Me-Toque (RS). O valor é mais de 9% superior ao realizado em 2024, o que reforça o otimismo do BB e a parceria com os produtores rurais, fomentando e desenvolvendo o agronegócio e a agricultura familiar brasileira.

O Banco do Brasil participa da Expodireto desde a primeira edição. O BB começou a se preparar ainda em janeiro, com a realização de 37 eventos pré-feira por toda a região nos quais a instituição apresentou as condições negociais e reforçou a proximidade com os clientes, um dos diferenciais do Banco junto ao agronegócio.

Ao longo dos cinco dias de Expodireto, mais de cem funcionários especializados estarão dedicados ao atendimento aos clientes e às ativações promocionais no estande permanente, inaugurado em 2024. O espaço alia a presença fixa na região, gerando proximidade com os produtores ao longo de todo o ano, com o uso de materiais recicláveis e reaproveitáveis, em linha com a atual campanha de sustentabilidade do BB e ao movimento “A gente se importa”. A estrutura conta com três salas de reunião, mesas de atendimento, auditório, café e espaços para assinatura de contratos.

Além disso, pela primeira vez, o Banco do Brasil levará para uma feira agro a Árvore BB. A Árvore é uma experiência imersiva, uma criação tecnológica que, por meio de inteligência artificial, acolhe sugestões em temas de sustentabilidade.

“A participação na Expodireto reforça o nosso compromisso com o agro gaúcho e nacional. Com um desembolso superior a R$ 162 bilhões nesta safra, seguimos ao lado da agricultura familiar, dos médio produtores, dos grandes produtores, cooperativas e agroindústrias em todas as etapas do ciclo produtivo”, afirma Luiz Gustavo Braz Lage, vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar. “O BB oferece muito mais do que crédito: temos um portfólio completo de soluções financeiras, assessoria técnica e presença nas principais feiras e eventos do setor, como forma de agregar valor e impulsionar a produtividade e a sustentabilidade no campo”.

Saiba mais sobre as ações promocionais do BB para a 25ª edição da Expodireto Cotrijal:

Sucessores

Roda de conversa com agricultores familiares que tem como objetivo inspirar a nova geração a dar continuidade ao legado de suas famílias no campo, valorizando a importância da sucessão planejada para a sustentabilidade dos negócios rurais.

Fala, produtor

Produtores rurais serão convidados para participar de uma conversa com especialistas do BB, como forma de capturar percepções e entender as necessidades regionais a fim de alinhar as estratégias, soluções e negócios do Banco para o setor.

Rolê que Rende

Outra ação do BB durante a Expodireto Cotrijal será o Rolê que Rende. Aderente com a estratégia de incentivar negócios com as gerações mais jovens, o Banco irá promover debates com o público universitário temas de interesse como investimentos, carreira, inovação e, principalmente, educação financeira. Essas ações têm ampliado o apoio ao futuro financeiro dos jovens e melhorado a interação com o Banco, promovendo a marca BB entre as novas gerações em seu cotidiano.

BB Seguros e BB Consórcios

A promoção Colheita de Prêmios está de volta, oferecendo mais chances de ganhar e incentivando a sustentabilidade. Entre 10/02 e 07/09, serão sorteadas seis motos elétricas e uma Rampage Big Horn 2.2 Diesel. Para participar, basta se cadastrar na página colheitadepremios.com.br e garantir um número da sorte. Clientes que adquirirem produtos elegíveis da BB Seguros ou BB Consórcios ganham 15 números da sorte. O sorteio será realizado pela Loteria Federal. A BB Consórcios também disponibilizou um grupo de Veículos Pesados com 30% de desconto na taxa de administração para o período da feira.

Broto

Os consultores do Broto (plataforma digital agro do Banco do Brasil) divulgarão as facilidades e benefícios para os produtores rurais e para as empresas participantes, visando a promoção de negócios. O Broto apresentará, também, produtos e serviços disponíveis na plataforma, como linhas de crédito, cotações, seguros, consórcios e soluções em ASG (ambiental, social e governança). Durante o evento, produtores e empresas terão acesso ao Simulador de Financiamento e ao Formulário Simplificado de Registro de Intenção de Negócios, que tornam o envio de intenções de financiamento ágil e digital. Além disso, está disponível no Broto o pagamento de compras por meio de Cédula de Produto Rural (CPR). Para saber mais, acesse broto.com.br e siga o Broto nas redes sociais.





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FPA opõe-se a medidas do governo e defende investimentos em logística



Em reunião nesta terça-feira (11), a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) discutiu as recentes medidas do governo federal para o controle dos preços de alimentos no país.

No final de fevereiro, a bancada enviou ofício aos Ministérios da Fazenda e da Casa Civil com 20 propostas do setor para conter a inflação do produtos. Entre as sugestões estão a revisão da tributação sobre fertilizantes e defensivos agrícolas e a redução temporária de PIS/Cofins sobre insumos essenciais, como trigo e óleo vegetal.

Agora, a Frente considera que as medidas anunciadas pelo governo na última quinta-feira (6) de zerar a alíquota de importação de alimentos como carne, milho, azeite e café, entre outros, são ineficazes.

“Nós reiteramos a posição de que as medidas anunciadas de tarifas de importação de gêneros alimentícios acabam não resolvendo o problema a curto prazo. É algo que a indústria nacional amplamente produz e mais do que isso a agricultura brasileira. O que vai ter agora é a safra, que vem aí forte e vai reduzir bastante o preço das commodities, isso faz com que a inflação fique mais barata, acaba tendo um impacto direto na indústria de proteína. São temas que a gente tem estudado e levado muito a sério”, destaca Pedro Lupion, presidente da FPA.

Ele também enfatizou que a bancada está acompanhando de perto as decisões do governo para garantir que não prejudiquem a produção agropecuária do país. “Queremos contribuir para uma solução eficaz. Esperamos que a Casa Civil, o Ministério da Fazenda e a Presidência da República, que receberam nossos ofícios, nos levem a sério e possam buscar soluções nesse sentido.”

Investimentos em logística

Lupion ainda voltou a cobrar do governo investimentos em logística para escoamento da safra e mudanças na tributação agropecuária como forma de reduzir custos de produção que impactam o consumidor final.

“Estamos enfrentando praticamente o dobro do preço de frete que enfrentávamos na safra passada, temos problema logísticos sérios nas rodovias brasileiras, um déficit de armazenagem gigantesco, principalmente o déficit de armazenagem [de produtos] refrigerados, ou seja, dos produtos que acabam tendo um prazo de validade, o que faz com que a gente não tenha onde armazená-los e tendo que fazer o escoamento mais rápido possível, além de questões logísticas e burocráticas em relação à fiscalização alfandegária, em fiscalização portuária, problemas da Marina Mercante, problemas sérios que a gente enfrenta no dia a dia da produção agropecuária.”

Já a senadora Tereza Cristina, também integrante da FPA, reforçou que a bancada do agro não se opõe a medidas que tragam resultados eficazes para o consumidor.

“Nós não iríamos nunca contra uma medida que fosse resolver o problema do consumidor brasileiro, se a gente não estivesse produzindo e colhendo […]. Estamos preocupados e acho que o Executivo precisa ouvir quem produz. Não adianta o setor produtivo fazer concessões momentâneas se não for resolver os problemas crônicos da economia, que são o ajuste fiscal e a diminuição do gasto público,” finalizou.

Contudo, para destravar os investimentos que a FPA enxerga como prioritários, é preciso aprovar a Lei Orçamentária Anual (LOA) deste ano, ainda travada no Congresso Nacional. A votação está prevista para a semana que vem.



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JBS ajudou a regularizar 15 mil propriedades rurais em 4 anos


Mais de 15 mil propriedades rurais receberam consultoria e apoio técnico e mais de 6 mil hectares foram destinados à recuperação florestal em quatro anos. Esses números foram divulgados nesta quinta-feira (11), atingidos por meio do programa Escritórios Verdes, da JBS.

Lançado em 2021, o objetivo da iniciativa é o de oferecer assistência gratuita a produtores que desejam apoio para regularização ambiental de suas propriedades rurais.

Somente em 2024, foram realizados 199 projetos de regularização ambiental, que contribuíram para a recomposição de 4.153,5 hectares de vegetação nativa.

Consultoria virtual

Para expandir o serviço a produtores de todo o país, a companhia lançou no ano passado o Escritório Verde Virtual. Assim, além de contar com estruturas dentre das 20 unidades distribuídas por todo o Brasil, que coletam as informações da propriedade e encaminham as soluções ao produtor, é possível contar com soluções sem sair de casa.

O serviço, disponível por e-mail, telefone e WhatsApp, é responsável pelos atendimentos iniciais e por filtrar e classificar as demandas para providenciar as ações com os produtores. De acordo com a diretora de Sustentabilidade da JBS Brasil, Liège Correia, desde o seu lançamento, em outubro de 2024, já foram realizadas cerca de 1.220 interações pelo módulo virtual.

“Os produtores precisam estar no centro das conversas quando o assunto são as melhores práticas no campo. E priorizar iniciativas que possam ajudá-los em seu dia a dia é fundamental para toda a cadeia produtiva e deve ser meta das organizações. Por isso, ficamos satisfeitos ao observar a adesão cada vez maior dos pecuaristas aos Escritórios Verdes”, afirmou.

A executiva ainda lembra que, também em 2024, a companhia iniciou a operação de seu hub de prestação de serviços socioambientais a pequenos produtores, os Escritórios Verdes 2.0. Após triagem inicial, há o encaminhamento do produtor para uma destas três frentes, todas de forma gratuita:

  • Escritório Verde Ambiental: voltado à regularização ambiental e reinserção de fazendas na cadeia produtiva;
  • Escritório Verde Assistência Técnica: apoio à melhoria da produtividade do solo, com a recuperação de pastagens quando a situação exige; melhoria na oferta e qualidade da água, com ações de proteção e recuperação de nascentes; e consultoria para práticas de produção sustentável com o objetivo de maior rentabilidade e mais qualidade de vida do produtor familiar; e
  • Escritório Verde Assistência Gerencial: fornece capacitação e ferramentas que visam melhoria na gestão para produtores aperfeiçoarem a administração de suas propriedades.

Propriedades regularizadas

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Foto: Pixabay

O diretor de Pecuária Sustentável da Friboi e líder de Agricultura Regenerativa da JBS Brasil, Fábio Dias, conta que, ao todo, somente no ano passado, foram 6.887 propriedades regularizadas, e 1.311 fazendas que receberam assistência técnica (852) ou gerencial (459). O time de extensão rural fez mais de 4.700 visitas a agricultores familiares. Foram coletadas e analisadas mais de 600 amostras de solo.

Além do trabalho realizado pelos Escritórios Verdes, a JBS também contou com a ferramenta Cowbot e a Plataforma Pecuária Transparente (PPT) para apoiar os pecuaristas. Todas as iniciativas, juntas, resultaram em mais de 26.780 atendimentos aos produtores em 2024.

Segundo ele, foi possível, ainda, alcançar a meta de processamento registrada na plataforma – o objetivo era chegar a 78% do número de animais processados em todas as unidades da Friboi em 2023, mas o ano passado terminou com volume equivalente a 80,72%.

Houve, ainda, 17.377 análises geradas pela ferramenta Cowbot, criada em 2024. Segundo Dias, esse número foi alcançado somente no segundo semestre do ano, quando a ferramenta foi lançada. Assim, o recurso permite uma consulta anterior à negociação, contribuindo com a rastreabilidade da cadeia de fornecimento de terceiros.

Por meio de um chat, a Companhia oferece gratuitamente as mesmas informações utilizadas para monitorar sua cadeia de fornecimento. Para isso, basta que o usuário compartilhe com o bot os dados de geolocalização ou número de CAR da propriedade com a qual está negociando.

“Esses números indicam que estamos no caminho certo. Os produtores têm suas demandas e precisam ser atendidos, independentemente do canal, para que tenhamos um modelo de produção cada vez mais sustentável. Ficamos entusiasmados por poder colaborar com os produtores”, afirma o diretor. “Seguimos com a expectativa de números ainda mais expressivos para este ano”, completa.

Rastreamento de rebanhos

Recentemente os Escritórios Verdes passaram a integrar um conjunto de iniciativas que buscam a evolução da agropecuária do estado do Pará e que são apoiadas pela JBS.

Em janeiro de 2025, a companhia, junto com parceiros, anunciou a doação de 3 milhões de tags para o rastreamento de rebanhos no estado. A companhia ainda apoiou a criação de um programa de treinamento de operadores de rastreabilidade, necessários para realizar corretamente a leitura dos tags nas fazendas, nas fábricas e nos demais pontos de trânsito dos animais.



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AgroNewsPolítica & Agro

Antonio Sartori alerta sobre o excesso e má informação



Sartori estará presente na 25ª Expodireto Cotrijal


Foto: Divulgação

O consultor e sócio-fundador da Brasoja Agro Corretora, Antônio Sartori, participou de um evento neste domingo (9) na Cooperativa Tritícola de Espumoso (Cotriel), em Espumoso (RS), onde abordou os desafios enfrentados pelos produtores de soja na tomada de decisões.

Durante sua fala, Sartori destacou problemas como o excesso de informação, a desinformação e a propagação de fake news, que podem dificultar a estratégia dos agricultores. Ele alertou para a importância de os produtores saberem calcular corretamente sua produção e compreenderem a diferença entre “preço” e “valor” no mercado.

A expectativa é grande para sua participação na 25ª Expodireto Cotrijal, onde ele se apresentará nesta terça-feira (11), trazendo novas análises sobre o setor.

Com uma trajetória consolidada no agronegócio, Sartori foi homenageado em 2017 com o Prêmio Semente de Ouro, em reconhecimento à sua contribuição para o desenvolvimento do setor. A premiação, realizada no Parque da Expodireto Cotrijal, é promovida pelo Poder Legislativo de Não-Me-Toque em parceria com a Prefeitura e a Cotrijal.

Além disso, a Brasoja Agro Corretora, empresa fundada por Sartori, completa 50 anos em 2025, reforçando sua posição como referência no mercado de grãos. A Brasoja iniciou sua trajetória em 1975 importando farinhas de peixes do Peru.





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Preços da arroba do boi gordo seguem em expectativa de alta



O mercado físico do boi gordo apresentou preços mistos no decorrer desta terça-feira (11). Segundo o consultor de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, o escoamento da carne durante a primeira quinzena do mês tem um papel fundamental para a formação
de preço no curto prazo.

“Escalas de abate permanecem encurtadas em grande parte do país. Com um bom escoamento da carne, há possibilidade de alguma alta dos preços, mesmo que isso ocorra de forma comedida”, comenta.

Ele indica que as exportações seguem em bom nível. “O ano de 2025 carrega potencial para mais um recorde histórico na exportação de carne bovina, com o Brasil muito bem posicionado no mercado internacional”, avalia.

  • São Paulo: R$ 310,75, contra R$ 311,33 na segunda
  • Goiás: R$ 290,18, no comparativo com R$ 290,36 de ontem
  • Minas Gerais: R$ 307,53, estável
  • Mato Grosso do Sul: R$ 294,20, contra R$ 294,77 anteriormente
  • Mato Grosso: R$ 298,72, no comparativo com R$ 298,51 de segunda

Mercado atacadista

O mercado atacadista se depara com acomodação em seus preços. Iglesias coloca que o ambiente de negócios ainda sugere por alguma alta dos preços no decorrer da semana, considerando a entrada dos salários na economia, importante motivador da reposição entre atacado e varejo.

“Importante mencionar que a preferência da população ainda recai sobre proteínas mais
acessíveis, a exemplo da carne de frango, ovos e embutidos”, observa.

O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 24,50, por quilo, o dianteiro segue cotado a R$ 18,00, por quilo e a ponta de agulha é R$ 17,00, por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou em queda de 0,75%, sendo negociado a R$ 5,8102 para venda e a R$ 5,8082 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,8030 e a máxima de R$ 5,8480.



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Confira as cotações da soja em dia de divulgação do USDA



O mercado brasileiro de soja teve pequenas compras reportadas nesta terça-feira (11). Os preços ficaram de estáveis a mais altos, mesmo com a queda do dólar em relação ao real. Os prêmios seguem firmes. A indústria mantém preços fortalecidos, mas tenta originar o mínimo possível, com margens pouco favoráveis.

Preços no país

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 128,00
  • Região das Missões (RS): manteve em R$ 129,00
  • Porto de Rio Grande (RS): manteve em R$ 135,00
  • Cascavel (PR): manteve em R$ 127,00
  • Porto de Paranaguá (PR): manteve em R$ 135,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 115,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 118,00 para R$ 119,00
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 113,00

A soja em Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a terça-feira em baixa, em um dia volátil e com números sem surpresas no relatório de março do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O mercado esboçou uma recuperação técnica, mas no final do dia, as incertezas geradas pelas novas ameaças tarifárias do governo Trump pesaram sobre as cotações.

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USDA

O relatório do USDA indicou que a safra norte-americana de soja deverá ficar em 4,366 bilhões de bushels em 2024/25, o equivalente a 118,82 milhões de toneladas. A produtividade foi indicada em 50,7 bushels por acre, números idênticos aos de fevereiro.

Os estoques finais estão projetados em 380 milhões de bushels ou 10,34 milhões de toneladas. O mercado esperava um carryover de 381 milhões de bushels ou 10,37 milhões de toneladas, mas o USDA manteve a projeção de fevereiro.

O USDA manteve a previsão de esmagamento em 2,410 bilhões de bushels, e para as exportações, a previsão também não sofreu alteração, permanecendo em 1,825 bilhões de bushels.

A produção mundial de soja para 2024/25 foi projetada pelo USDA em 420,76 milhões de toneladas, o mesmo valor estimado em fevereiro. Para 2023/24, a previsão é de 394,97 milhões de toneladas.

Os estoques finais para 2024/25 estão estimados em 121,41 milhões de toneladas, abaixo da previsão do mercado de 124,2 milhões de toneladas. No mês passado, a previsão era de 124,3 milhões de toneladas. Os estoques da temporada 2023/24 estão estimados em 112,5 milhões de toneladas.

A produção brasileira foi mantida em 153 milhões de toneladas para 2023/24, e em 169 milhões para 2024/25. O mercado esperava um aumento para 169,3 milhões de toneladas na atual temporada.

Já produção argentina foi mantida em 48,21 milhões de toneladas para 2023/24, e em 49 milhões para 2024/25. O mercado apostava em 48,6 milhões de toneladas.

Além disso, as importações chinesas para 2023/24 foram mantidas em 112 milhões de toneladas, e para a próxima temporada, a previsão é de 109 milhões de toneladas, também repetindo o mês anterior.

Contratos futuros da soja

Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com baixa de 2,75 centavos de dólar ou 0,27%, a US$ 10,11 1/4 por bushel. A posição julho teve cotação de US$ 10,25 1/2 por bushel, com perda de 2,75 centavos ou 0,26%.

Nos subprodutos, a posição de maio do farelo fechou com baixa de US$ 0,50 ou 0,16%, a US$ 301,80 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em maio fecharam a 41,93 centavos de dólar, com baixa de 0,33 centavo ou 0,78%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou em queda de 0,75%, negociado a R$ 5,8102 para venda e a R$ 5,8082 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,8030 e a máxima de R$ 5,8480.



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FPA quer urgência em projeto de lei sobre reciprocidade ambiental



A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) se reuniu nesta terça-feira (11) para debater o Projeto de Lei 2088/2023, que trata da Reciprocidade Ambiental.

De autoria do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA), a medida é uma das pautas prioritárias da bancada e está sob a relatoria da senadora Tereza Cristina (PP-MS), que apresentou um substitutivo no final de fevereiro deste ano.

Segundo a senadora, a iniciativa surgiu da preocupação com as medidas ambientais propostas pela União Europeia e da necessidade de garantir condições equitativas para os produtos brasileiros no mercado internacional.

“Durante a elaboração desta lei, concluímos que seu escopo deveria ser mais amplo, abrangendo, além da questão ambiental, aspectos sociais e trabalhistas. A ideia é criar uma legislação que nos permita enfrentar desafios impostos por outros países”, detalhou.

Tereza também destacou que o projeto, em tramitação há mais de um ano, foi formulado a partir de diversas sugestões, para garantir segurança jurídica. “Estamos correndo com essa pauta, pois o momento exige urgência. O relatório já foi publicado na Comissão de Meio Ambiente e segue para a Comissão de Assuntos Econômicos”, acrescentou.

Para o presidente da FPA, deputado Pedro Lupion (PP-PR), o projeto precisa avançar rapidamente. “O Brasil é um player relevante no mercado internacional e precisa ser respeitado. Este é o momento de o parlamento agir, e a Reciprocidade Ambiental deve seguir adiante”, afirmou.



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Polícia prende suspeitos envolvidos em roubo de 39 toneladas de fertilizantes



Quatro pessoas foram presas na manhã desta terça-feira (11) em Curitiba, capital do Paraná, pelo roubo de uma carga com 39 toneladas de fertilizantes.

O crime ocorreu em 18 de setembro do ano passado, mas somente agora a operação da Polícia Civil do estado capturou parte dos envolvidos da organização criminosa.

De acordo com a corporação, a ação visava cumprir quatro mandados de prisão temporária e três de busca e apreensão nas cidades de Paranaguá e Curitiba, além de em Camaquã, no Rio Grande do Sul.

Na data do crime, policiais militares identificaram um caminhão suspeito, avaliado em R$ 300 mil, no bairro Cidade Industrial de Curitiba (CIC) e abordaram dois homens que estavam em posse do veículo e da carga roubada de fertilizantes, avaliada em R$ 100 mil.

Durante a ação, um dos indivíduos foi preso em flagrante, enquanto o outro entrou em confronto com os policiais e morreu, conforme consta em boletim de ocorrência.

“A partir da prisão, a PCPR iniciou diligências para identificar os demais envolvidos no crime, chegando a outros quatro suspeitos. Três deles possuem antecedentes criminais por roubos agravados”, conta o delegado André Mariano.



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La Niña perde força e Pacífico caminha para neutralidade


O fenômeno climático La Niña, caracterizado pelo resfriamento anômalo da superfície do Oceano Pacífico Equatorial, está chegando ao fim e se aproximando de uma fase neutra, conforme indicam os dados mais recentes do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) e da Organização Meteorológica Mundial (OMM).

Segundo o meteorologista do Portal Agrolink, Gabriel Luan Rodrigues, os monitoramentos realizados entre o final de fevereiro e o início de março de 2025 mostram um enfraquecimento do fenômeno, que já não atende completamente aos critérios clássicos do Oceanic Niño Index (ONI). “Na prática, La Niña praticamente não vem sendo classificada como tal, apesar da Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA) ter reconhecido esse evento como uma La Niña ‘escondida’, devido ao aquecimento anormal dos oceanos”, explica Rodrigues.

Veja mais informações sobre o clima em Agrotempo

Ainda assim, os impactos do fenômeno foram sentidos no Brasil, especialmente na Região Sul, que enfrentou períodos de estiagem. Agora, os principais modelos meteorológicos internacionais indicam que as temperaturas da superfície do mar no Pacífico Equatorial devem permanecer abaixo da média na primeira quinzena de março, mas devem retornar à neutralidade nos meses seguintes.

De acordo com o INMET, há uma probabilidade de 60% de que a transição para um estado neutro ocorra no trimestre março-abril-maio, percentual que sobe para 70% no período abril-maio-junho de 2025. Isso indica que o Pacífico começa a apresentar um aquecimento gradual, enfraquecendo o episódio de La Niña registrado entre 2024 e 2025.

Apesar disso, Rodrigues alerta para possíveis efeitos remanescentes do fenômeno nos primeiros meses do outono. “Podemos observar o avanço de massas de ar frio, possibilidade de geadas precoces no Centro-Sul do Brasil e chuvas mais volumosas no Centro-Norte. São resquícios do padrão climático que ainda podem influenciar o tempo nos próximos meses”, destaca.

Com a neutralidade se consolidando, os meteorologistas continuarão monitorando os impactos no clima brasileiro, principalmente para os setores agrícolas que dependem das condições climáticas para o planejamento da safra.





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Exportações do complexo carne batem recorde em volume e faturamento



Janeiro e fevereiro marcaram um bimestre histórico para as exportações brasileiras do complexo carne em volume e em receita cambial, conforme dados do Ministério do Desenvolvimento indústria Comércio e Serviços (MDIC).

Em relação à proteína bovina, o Brasil enviou ao exterior 371 mil toneladas, 3% a mais do que no primeiro bimestre de 2024 que, até então, era recorde, com 360 mil toneladas. Em termos de receita, nos primeiros meses deste ano foram atingidos US$ 1,84 bilhão, 13,5% a mais do que no período anterior (US$ 1,62 bilhão).

Já nas carnes suínas, o país saltou de 168 mil toneladas para 189 mil toneladas no mesmo intervalo de tempo, incremento de 12,5%. Nesse tipo de proteína, a receita saltou de US$ 370 milhões para US$ 460 milhões.

Nas aves, o desempenho brasileiro durante o bimestre nas exportações foi ainda superior: de 744 mil toneladas para 852 mil toneladas, aumento de 14,5%, com faturamento que foi de US$ 1,25 bilhão para US$ 1,53 bilhão.

Segundo o diretor do Canal Rural Sul, Giovani Ferreira, o desempenho nacional está atrelado ao crescimento da demanda, tracionado, principalmente, pela China, além dos reflexos da guerra tarifária global protagonizada pelo governo de Donald Trump.

Ao considerar as três carnes, o Brasil cresceu, em média, 11% em volume e cerca de 16% em faturamento. “Isso significa que estamos ganhando mercado em volume, mas também melhorando a remuneração do dólar por tonelada que o pecuarista brasileiro recebe no mercado internacional”, considera Ferreira.



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