quarta-feira, maio 27, 2026

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Drones detectam pragas e otimizam produção da soja



O uso de Drones no agronegócio tem ganhado cada vez mais espaço


Foto: Arquivo Agrolink

O uso de Drones no agronegócio tem ganhado cada vez mais espaço, tornando-se uma ferramenta essencial no monitoramento das lavouras de soja. Com tecnologia avançada, esses equipamentos ajudam os produtores a identificar pragas, doenças e áreas com necessidade de irrigação, otimizando a produtividade e reduzindo custos.

Pesquisas demonstram que o uso de drones melhora a eficiência na detecção de problemas na plantação, permitindo intervenções mais rápidas e assertivas. Sensores térmicos e câmeras multiespectrais acopladas aos dispositivos possibilitam a avaliação detalhada da saúde das plantas, ajudando a evitar perdas e a otimizar o uso de insumos.

Empresas especializadas em tecnologia agrícola já oferecem soluções voltadas à agricultura de precisão, permitindo que produtores tenham um controle mais detalhado de suas lavouras.

Além de melhorar a produtividade, o uso dessa tecnologia contribui para um manejo mais sustentável, reduzindo o desperdício de água e o uso excessivo de defensivos agrícolas. Com os avanços constantes, os drones devem se consolidar como aliados indispensáveis para a sojicultura nos próximos anos.





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ouça os destaques do dia



Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca a inflação de fevereiro, que veio dentro das expectativas, mas ainda preocupa pela pressão nos preços de serviços.

Nos Estados Unidos, o CPI mostrou desaceleração, mas alguns componentes seguem pressionados, o que pode levar o Fed a manter juros altos por mais tempo. O Ibovespa avançou 0,23%, fechando nos 123 mil pontos, enquanto o dólar ficou estável em R$ 5,80. Hoje, o foco está nos dados de atividade no Brasil e na inflação ao produtor norte-americano.



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News

veja a previsão de hoje para todo o país



O clima volta a se estabilizar na Região Sul do país, mas as chuvas se espalham mais pelo Sudeste. No Centro-Oeste, as precipitações chegam com força. Veja a previsão para todo o país:

Sul

O tempo volta a ficar firme com predomínio de sol em grande parte do Rio Grande do Sul, interior de Santa Catarina e do Paraná. Pode chover em áreas do centro-norte e leste paranaense, centro-leste catarinense e na faixa litorânea gaúcha. As temperaturas ficam mais agradáveis pelo estado gaúcho.

Sudeste

A chuva se espalha por São Paulo, centro-sul de Minas Gerais e no Rio de Janeiro com condição para pancadas fortes e com raios. No Espírito Santo e norte de Minas Gerais o predomínio é de tempo firme. O calor diminui especialmente no território paulista.

Centro-Oeste

O dia começa com chuva em pontos isolados de Mato Grosso e do noroeste de Goiás. A partir da tarde a chuva se espalha por todos os estados da Região e pode cair forte. Somente no leste goiano, as pancadas são mais isoladas e de menor intensidade.

Nordeste

Dia de sol e calor pelo interior da Bahia, centro-sul do Piauí e do Ceará e no sertão. Chove isolado de Salvador até Natal, e na costa norte as instabilidades atuam de forma mais frequente, provocando chuva forte no Maranhão e norte do Piauí.

Norte

A Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) mantém a condição de mais nuvens e chuva moderada a forte entre o Pará e o Amapá. No Acre, em Rondônia, Amazonas e Roraima, pancadas alternadas com períodos de melhoria, mas não se descartam temporais. Enquanto isso, no Tocantins a chuva é mais isolada e ocorre no período da tarde.



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Mercado de bioinsumos cresce 15% no Brasil



Novo bioinsumo combate cigarrinha e outras pragas




Foto: Canva

Segundo pesquisa divulgada pela CropLife Brasil, o mercado de bioinsumos no Brasil segue em forte expansão, registrando um crescimento de 15% na safra 2023/2024 em relação ao ciclo anterior. Nos últimos três anos, o setor evoluiu a uma taxa média anual de 21%, ritmo quatro vezes superior à média global, evidenciando a crescente adoção de soluções biológicas pelos agricultores.

O avanço reflete a busca do setor agrícola por alternativas que combinem tecnologias químicas e biológicas, promovendo ganhos em produtividade e sustentabilidade. Dentro desse cenário, a Syngenta anunciou o lançamento do NETURE™, um inseticida biológico voltado ao controle de pragas que impactam culturas como soja e milho. “Eficiente desde a primeira aplicação, atende às necessidades dos agricultores, que têm sentido cada vez mais a evolução da eficiência do manejo advinda da combinação de soluções químicas e biológicas, que potencializam a sustentabilidade e rentabilidade das lavouras. A rapidez de ação e a compatibilidade do produto com defensivos químicos representam avanços significativos para o manejo de pragas de difícil controle”, afirmou Rafael P. Oliveira, Gerente de Marketing de Biológicos e Seedcare da Syngenta.

O produto se destaca pela eficiência e efeito residual prolongado contra cigarrinha-do-milho, percevejos, mosca-branca e cigarrinha-da-cana-de-açúcar. Desenvolvido com as bactérias Pseudomonas chlororaphis e Pseudomonas fluorescens, o bioinsumo atua de diversas formas, afetando o sistema digestivo e nervoso dos insetos, promovendo repelência e fortalecendo as plantas contra estresses ambientais.

Outro diferencial do produto é a compatibilidade com defensivos químicos, permitindo sua aplicação ao longo de todo o ciclo da cultura sem necessidade de armazenamento refrigerado. A novidade reforça o avanço do controle biológico no Brasil, consolidando o país como um dos líderes mundiais no uso de bioinsumos para a agricultura.





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Volume médio exportado de café não torrado ficou em 100,7 milhões de…


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Dados divulgados pela Secretária de Comércio Exterior (Secex) nesta segunda-feira (17) apontam que a média diária exportada do café não torrado durante os dez primeiros dias úteis de fevereiro/25 foi de 10,072 toneladas, registrando uma baixa de 11,6% se comparado com o embarcado no mês inteiro de fevereiro/24 que teve uma média de 11,395 toneladas. O  volume total exportado nos dez primeiros dias úteis de fevereiro/25 ficou em 100,723 milhões de toneladas, e no mês inteiro de fevereiro do ano passado foi de 216,518 milhões de toneladas. 

O faturamento total das exportações do produto nos dez primeiros dias úteis de fevereiro de 2025 foi de US$ 595,701 milhões, comparados a US$ 750,778 milhões registrados nos 19 dias de fevereiro de 2024. Já o faturamento diário ficou em US$ 59,570 milhões nos dez dias úteis de fevereiro/25, registrando um aumento de 50,8% comparado ao mês inteiro de fevereiro de 2024, onde a média foi de US$ 39.514 milhões. 

Já sobre o valor negociado para o grão nos dez dias úteis de fevereiro/25 houve um avanço de 70,6% comparado ao mês inteiro de fevereiro/24. A média ficou em US$ 5.914 (dez dias úteis de fevereiro/25), comparado a US$ 3.467,50 (fevereiro/24).  

Café torrado, extratos, essências e concentrados

O faturamento com as exportações para o café torrado, extratos, essências e concentrados nos dez primeiros dias úteis de fevereiro de 2025 foi de US$ 46,461 milhões, sendo que no mês inteiro de fevereiro de 2024 a receita total ficou em US$ 61,361 milhões. A média diária do faturamento foi de US$ 4,646 milhões nos dez primeiros dias de fevereiro/25, e registrou um avanço de 43,9% frente a média diária do mês inteiro de fevereiro/24 que ficou em US$ 3,229 milhões.

O volume embarcado do grão nos dez dias úteis de fevereiro/25 atingiu 3,802 toneladas, comparado a 7,136 toneladas dos 19 dias do mês de fevereiro/24. A média diária foi de 380 toneladas (dez dias úteis de fevereiro/25), registrando um aumento de 1,2% comparado ao mês inteiro de fevereiro/24 que foi de 375 toneladas. 

Com relação ao preço médio, nos dez primeiros dias úteis de fevereiro de 2025 o produto foi negociado a US$ 12.219,20 e teve uma valorização de 42,1% frente ao preço médio negociado durante todo o mês de fevereiro de 2024, que foi de US$ 8.598,10. 
 





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Plantadeiras de alta precisão otimizam plantio do trigo



O uso de plantadeiras de alta precisão permite a distribuição ideal das semente


Foto: Canva

As plantadeiras de taxa variável vêm ganhando espaço no agronegócio por oferecerem maior eficiência no uso de sementes e insumos, garantindo uniformidade no plantio e redução de desperdícios. A tecnologia, que já é amplamente utilizada em culturas como soja e milho, agora ganha destaque no cultivo do trigo, proporcionando melhoria no rendimento das lavouras e redução de custos para os produtores.

O uso de plantadeiras de alta precisão permite a distribuição ideal das sementes, ajustando automaticamente a quantidade depositada no solo conforme a variabilidade do terreno. Esse processo resulta em melhor aproveitamento do potencial produtivo da área, evitando falhas no plantio e competições indesejadas entre as plantas.

Além disso, a tecnologia contribui para uma emergência uniforme das plântulas, fator essencial para o desenvolvimento equilibrado da lavoura e maior produtividade. Com menor desperdício e ajustes precisos, os produtores conseguem um uso mais eficiente dos insumos, reduzindo custos e aumentando a sustentabilidade da produção.





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Chuvas favorecem pastagens e mercado de gado segue aquecido


O boletim conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado na última quinta-feira (6), aponta que as chuvas recentes contribuíram para a recuperação das pastagens no Rio Grande do Sul, garantindo bom escore corporal para o rebanho bovino de corte. Com o período de entoure próximo do fim, os pecuaristas realizam diagnósticos de gestação para descarte de vacas vazias e preparação das que seguirão na reprodução.

Em Bagé, os preços do gado gordo seguem estáveis, enquanto o gado magro apresenta variações. A demanda por terneiros desmamados está alta, o que mantém os preços elevados. Já em Caxias do Sul, os pecuaristas focaram na revisão do rebanho, suplementação mineral e controle sanitário.

Em Frederico Westphalen, o tempo quente impactou o conforto animal, mas as chuvas ajudaram a amenizar a situação, ainda que de forma desigual na região. Já em Passo Fundo, há expectativa de alta nos preços, exigindo atenção ao controle de parasitas como carrapatos, bernes e moscas-dos-chifres.

Na região de Pelotas, a oferta de bovinos para abate segue reduzida, mantendo os preços firmes e o mercado aquecido. O segmento de reposição registra maior procura por terneiros, com valorização em diversos municípios. Em Cerrito, a demanda por terneiros leves está alta, e em Canguçu, as feiras mantêm preços estáveis e movimentação intensa.

Na região de Porto Alegre, a temporada reprodutiva está se encerrando, com foco no controle do carrapato para garantir a saúde do rebanho. Em Santa Maria, os preços do boi gordo e da vaca gorda tiveram leve alta, refletindo o aquecimento do mercado. Em Santa Rosa, a redução dos efeitos da estiagem favoreceu a oferta de forragem nos campos nativos, proporcionando boas condições para os rebanhos e retomada das exportações.

O levantamento semanal da Emater/RS-Ascar registrou alta de 0,28% no preço médio do boi, que passou de R$ 10,85 para R$ 10,88/kg vivo. Já a vaca para abate teve valorização de 0,31%, com o preço subindo de R$ 9,67 para R$ 9,70/kg vivo.





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Cantor sertanejo de 29 anos arremata novilha de R$ 2 milhões



O cantor sertanejo goiano Murilo Huff, de 29 anos, tem investido na criação de uma raça bovina que segue em grande ascensão: o nelore pintado. Recentemente, arrematou a novilha Vitória por R$ 2 milhões em um leilão da raça realizado em Uberaba, Minas Gerais.

O artista cria 10 animais de elite, como o campeão nacional da Expozebu 2024, e ainda conta com 250 prenhes confirmadas em receptoras próprias e 150 prestes a passar por inseminação.

“A Vitória é um excelente investimento, filha da segunda vaca mais cara do mundo, e a número 1 da raça: a Surreal. Esse arremate é uma parceria minha, pela Nelore Huff, com a Syagri Agropecuária, com quem eu tenho o Neru, este em parceria também com a Nelore Ibiza”, comenta Huff.

O goiano se diz apaixonado pelo agro e, por conta disso, tem planos de colocar em pista animais com assinatura genética própria. “Tenho intenção de me envolver cada vez mais com a Nelore Huff para o melhoramento genético e na qualidade dos nossos animais, para chegar entre as maiores genéticas da raça”, revelou.



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Arroba do boi gordo despencou em Minas Gerais; veja o preço pelo país



O mercado físico do boi gordo se deparou com preços acomodados em grande parte do país nesta quarta-feira (12), com alguns estados ainda operando com preços em queda.

Segundo o consultor de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, as escalas de abate permanecem encurtadas, o que deve limitar quedas mais agressivas de preço no curto prazo.

“As exportações permanecem em alto nível e são um outro importante limitador para quedas mais contundentes de cotações. Há potencial para que o país estabeleça um novo recorde de embarques no decorrer de 2025”, comenta.

  • São Paulo: R$ 309,08, contra R$ 310,75 na terça
  • Goiás: R$ 290,18, estável
  • Minas Gerais: R$ 294,71, contra R$ 307,53 anteriormente
  • Mato Grosso do Sul: R$ 293,30, contra R$ 294,20 do dia anterior
  • Mato Grosso: R$ 298,50, no comparativo com R$ 298,72

Mercado atacadista

O atacado ainda apresenta preços firmes. Iglesias indica que o viés segue sendo de alta dos preços no curto prazo, em linha com o bom escoamento da carne durante a primeira quinzena do mês.

“Segue importante avaliar que a preferência da população ainda recai sobre proteínas mais acessíveis, a exemplo da carne de frango, ovos e embutidos”, sinaliza.

O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 24,50, por quilo. O dianteiro segue cotado a R$ 18,00, por quilo. Já a ponta de agulha ainda é precificada a R$ 17,00, por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em baixa de 0,03%, sendo negociado a R$ 5,8083 para venda e a R$ 5,8063 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7858 e a máxima de R$ 5,8468.



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Firmeza nos preços da soja; saiba as cotações do dia



Sem novidades, os preços da soja seguiram firmes no mercado brasileiro nesta quarta-feira (12). Poucos negócios foram registrados. A Bolsa de Chicago caiu, os prêmios recuaram, mas a indústria segue pagando alto.

Ainda assim, os produtores estão reticentes em negociar, cadenciando as vendas. Na semana passada, o ritmo de comercialização foi bom. No geral, os preços tiveram tendência negativa no dia, mas as ofertas de compra da indústria garantiram a firmeza.

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Preços da soja

  • Passo Fundo (RS): caiu de R$ 128,00 para R$ 127,00
  • Região das Missões (RS): caiu de R$ 129,00 para R$ 128,00
  • Porto de Rio Grande (RS): caiu de R$ 135,00 para R$ 133,50
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 127,00 para R$ 128,00
  • Porto de Paranaguá (PR): caiu de R$ 135,00 para R$ 133,00
  • Rondonópolis (MT): caiu de R$ 115,00 para R$ 114,00
  • Dourados (MS): caiu de R$ 119,00 para R$ 117,00
  • Rio Verde (GO): caiu de R$ 113,00 para R$ 111,00

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a terça-feira em baixa. O mercado sentiu a pressão exercida pela intensificação da guerra comercial deflagrada pelo governo Trump.

Um dos impactos dessa política é o deslocamento da demanda para o Brasil. As exportações brasileiras de soja em grão deverão ficar em 15,449 milhões de toneladas em março, conforme levantamento semanal da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC). Em março do ano passado, as exportações ficaram em 13,548 milhões de toneladas. Em fevereiro, as exportações somaram 9,586 milhões de toneladas.

A União Europeia anunciou suas próprias tarifas retaliatórias contra os Estados Unidos, com carnes, laticínios, soja e trigo entre os alvos das contramedidas.

Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com baixa de 10,25 centavos de dólar ou 1,02% a US$ 10,00 1/2 por bushel. A posição julho teve cotação de US$ 10,15 1/2 por bushel, perda de 10,00 centavos ou 1,06%.

Nos subprodutos, a posição maio do farelo fechou com baixa de US$ 1,60 ou 0,53% a US$ 300,20 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em maio fecharam a 41,68 centavos de dólar, com baixa de 0,25 centavo ou 0,59%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em baixa de 0,03%, negociado a R$ 5,8083 para venda e a R$ 5,8063 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7858 e a máxima de R$ 5,8468.



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