quarta-feira, maio 27, 2026

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Soja registra queda de preço de 1,13% no Mato Grosso



Comercialização de soja atinge 54,97% da produção




Foto: Divulgação

O Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) divulgou, nesta terça-feira (12), que a comercialização da soja da safra 2024/25 em Mato Grosso atingiu 54,97% da produção prevista em fevereiro de 2025, com um avanço mensal de 6 pontos percentuais. O progresso da colheita da oleaginosa no estado tem impulsionado os negócios, com os produtores retomando a negociação de grandes volumes. Além disso, muitos sojicultores fecharam contratos com o objetivo de cobrir as despesas da temporada.

O percentual alcançado é superior em 8,60 pontos percentuais ao registrado no mesmo período da safra anterior, embora ainda esteja 7,39 pontos abaixo da média dos últimos cinco anos. Quanto aos preços, foi observada uma queda de 1,13% em relação a janeiro de 2025, com o preço médio fechando em R$ 107,99 por saca.

Em relação à safra 2025/26, a comercialização da soja em Mato Grosso atingiu 4,93% da produção prevista, um aumento de 2,28 pontos percentuais comparado ao mês anterior. Esse percentual representa 2,46 pontos percentuais acima do registrado no mesmo período da safra 2024/25. O preço médio da soja negociada para essa safra também sofreu uma queda de 2,33% em relação ao mês anterior, fechando em R$ 110,54 por saca.

Este movimento de comercialização reflete o ritmo das negociações e a realidade do mercado agrícola de Mato Grosso, com flutuações de preços que influenciam diretamente as decisões dos produtores. As perspectivas para o setor seguem atentas às condições climáticas e à evolução da colheita, que devem impactar as negociações nos próximos meses.





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mercado começa a dar sinais de alta; veja cotações de hoje



O mercado físico do boi gordo apresenta sintomas mais claros de inversão de tendência de preços.

Segundo o consultor de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, com escalas de abate mais curtas, começam a surgir negociações em patamares mais altos em São Paulo, Rondônia e Goiás.

“O escoamento da carne se mostrou positivo durante a primeira quinzena com elevação dos preços do atacado. Por fim, a dinâmica das exportações permanece amplamente favorável, com o Brasil apresentando bom ritmo de embarques na atual temporada. As tensões comerciais entre Estados Unidos e China podem render ainda mais oportunidades ao mercado brasileiro”, comenta.

Preços médios da arroba do boi (a prazo)

  • São Paulo: R$ 310,83, contra R$ 309,08 anteriormente
  • Goiás: R$ 294,11, no comparativo com R$ 290,18 de ontem
  • Minas Gerais: R$ 290,29, contra R$ 294,71 na quarta
  • Mato Grosso do Sul: R$ 294,32, contra R$ 293,30 do dia anterior
  • Mato Grosso: R$ 299,16, no comparativo com R$ 298,50 de ontem

Mercado atacadista

O mercado atacadista confirma a expectativa e apresenta elevação em seus preços. Segundo Iglesias, o movimento é produto de um bom escoamento da carne no decorrer da primeira quinzena de março, período pautado por maior apelo ao consumo.

“A expectativa é por menor espaço para elevação dos preços no decorrer da segunda quinzena do mês, período menos aquecido. Soma-se a isso a preferência de parcela da população por proteínas de menor valor agregado”, indica o consultor.

O quarto traseiro foi precificado a R$ 25,00, por quilo, alta de R$ 0,50. Já o dianteiro foi cotado a R$ 18,50, incremento de R$ 0,50. A ponta de agulha, por fim, permanece no patamar de R$ 17,00 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,19%, sendo negociado a R$ 5,7972 para venda e a R$ 5,7952 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7912 e a máxima de R$ 5,8353.



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Fabricantes apostam em máquinas menores e projetam alta de 10% nas vendas na Expodireto



Boa parte do parque de exposições da 25ª Expodireto Cotrijal, em Não-Me-Toque, no Rio Grande do Sul, é coberto por máquinas, implementos e soluções tecnológicas para as lavouras.

O maior faturamento da feira está justamente neste setor que, apesar das adversidades climáticas dos produtores gaúchos nas últimas safras, espera crescimento de 10% nas vendas desta edição do evento em comparação ao realizado em 2024, conforme estimativa do Sindicato das Indústrias de Máquinas e Implementos Agrícolas no Rio Grande do Sul (Simers).

Ainda que produtores de outras regiões visitem a feira, como os do Centro-Oeste, acostumados com lavouras de milhares de hectares, as marcas que expõem na Expodireto focam em máquinas menores, voltadas para pequenos e médios agricultores.

O coordenador comercial da Massey Ferguson, Moisés Oliveira, considera que os resultados deste ano estão melhores do que os do ano passado. “Mas temos focos em alguns clientes específicos e nichos, principalmente o fumicultor, o produtor de arroz, bem característicos dessa segmentação [de máquinas menores].”

Já o diretor comercial da LS Tractor, Felippe Vieira, enfatiza que os fabricantes, assim como os produtores, estão precisando “driblar” as adversidades econômicas, visto a escassez de crédito de bancos privados e de recursos do Plano Safra.

“O acesso ao dinheiro está um pouco mais complicado mesmo, porém, nós temos aqui opções de banco de fábrica, com espelhos das condições do Moderfrota e Pronaf. Temos também um consórcio de fábrica que ajuda a viabilizar os negócios. Mas também existem alguns produtoresque estão capitalizado, então temos muitas negociações com recurso próprio acontecendo”, diz.



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Soja Brasil visita lavouras de soja em MS



No último episódio a equipe do Soja Brasil visitou Mato Grosso do Sul para explorar os desafios e avanços na produção de soja no estado. Apesar dos sérios problemas causados pela estiagem, a expedição constatou que a região tem se destacado pela inovação e adoção de novas tecnologias no setor agrícola. Confira:

O estado enfrentou um estresse hídrico severo que afetou cerca de 2 milhões de hectares, representando 45% da área total de soja cultivada. A estiagem e as altas temperaturas impactaram diretamente a produtividade, reduzindo a média para 51,7 sacas por hectare, abaixo do esperado.

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A situação se agrava ao longo das safras, acumulando dificuldades financeiras para os produtores, tornando desafiador o cumprimento de compromissos e investimentos para o próximo ciclo. O aumento das temperaturas também prejudica a qualidade da soja, uma vez que temperaturas superiores a 35ºC afetam a produção de proteína da planta, resultando em menor peso e produtividade.

Rumo à resolução

Diante dos desafios climáticos, a pesquisa e inovação têm sido essenciais para mitigar os impactos e melhorar a produtividade. A adoção de tecnologias como o uso de palhadas e o manejo adequado do solo tem contribuído para melhorar a resistência da cultura, enquanto estudos sobre a janela ideal de semeadura e cultivares adaptadas ao clima também têm se mostrado fundamentais.

A diversificação de culturas, como cana-de-açúcar, laranja, amendoim e eucalipto, tem se tornado uma estratégia eficaz para reduzir riscos. Além disso, a introdução de sistemas de irrigação e a melhoria da logística, com a Rota Bioceânica, são iniciativas que buscam aumentar a competitividade e a rentabilidade do agronegócio, preparando o setor para enfrentar adversidades climáticas e continuar a crescer.



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Dólar encerra o dia em R$ 5,80, com leve variação



Dólar encerrou a quarta-feira próximo da estabilidade em relação ao real


Foto: Pixabay

De acordo com os dados do InfoMoney, dólar encerrou a quarta-feira próximo da estabilidade em relação ao real, cotado a R$ 5,8086, com uma leve queda de 0,05%. O movimento refletiu a atuação de investidores que aproveitaram cotações mais elevadas para vender a moeda, em um dia marcado pela divulgação de dados da inflação nos Estados Unidos e pela intensificação da guerra comercial iniciada pelo governo norte-americano.

No acumulado de março, a moeda registra uma desvalorização de 1,82%. No mercado futuro, às 17h07, o contrato de dólar para abril, o mais negociado na B3, recuava 0,10%, sendo cotado a R$ 5,8270.

As cotações do dia para o dólar comercial ficaram em R$ 5,808 para compra e venda, enquanto o dólar turismo foi negociado a R$ 5,836 na compra e R$ 6,016 na venda.





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Supersafra de arroz e feijão devem reduzir inflação dos alimentos, diz Cogo



O 6º Levantamento da Safra de Grãos 2024/25, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) nesta quinta-feira (13), estima produção de arroz em 12,1 milhões de toneladas e de feijão em 3,29 milhões de toneladas.

Para o analista da Cogo Inteligência em Agronegócio, Carlos Cogo, o efeito sazonal da colheita dos dois produtos da cesta básica devem fazer os preços caírem e, com isso, resultar em queda do nível inflacionário dos alimentos dentro do Índice de preços ao consumidor (IPCA).

“No entanto, sabemos que o processo inflacionário atual não é decorrente somente da alta de alimentos e essa alta de alimentos não é provocada por qualquer problema dentro do agronegócio, mas está ligada, basicamente, a duas coisas: alta da taxa de juros e alta da inflação”, ressalta.

Com isso, há o efeito cascata, visto que os fretes, a logística de escoamento e os processos da indústria de embalagens, entre outros fatores, ficam encarecidos, refletindo na alta dos preços nas gôndolas dos supermercados.

“Esses fatores são decorrentes de incapacidade do governo de controlar gastos públicos e de controlar a própria inflação, ou seja, os problemas estão dentro do próprio governo e ele quer buscar essa culpa externamente, querendo culpar o agronegócio, o que é totalmente equivocado”, considera.

Infraestrutura e logística

O analista ressalta que o foco deveria estar direcionado a investimentos para sanar problemas antigos do Brasil: dificuldades logísticas e de armazenamento.

“Não é algo que vá trazer resultado no curto prazo, mas é um problema estrutural. […] no interior do Brasil não há capacidade [de armazenamento]. Com essa safa recorde que está aí, vamos ter um déficit de armazenagem recorde de 121 milhões de toneladas. Isso faz com que o produtor tenha que vender logo após a colheita a preço baixo para depois termos uma alta [de preços] na entressafra.”

Cogo destaca que essa volatilidade de preços é prejudicial para a inflação. “A logística interna, o escoamento pelo Arco Norte melhorou ao longo dos últimos anos, sendo que estamos escoando 38% das exportações de grãos pelo Arco Norte e o restante pelo Arco Sul, porém, 55% da safa brasileira está no Arco Norte, então ainda há uma sobrecarga nos portos do Sul, bem como nos eixos rodoviários, ferroviários e hidroviários”, pondera.

Assim, para o analista, apostar em melhoria logística e capacidade de armazenamento é a única saída para diminuir a volatilidade do preço dos alimentos e para manter a inflação em níveis mais estáveis. “Essas coisas reduziriam toda essa pressão que o setor [o agronegócio] está sofrendo e ‘pagando o pato’ por uma coisa que não é culpa dele. É urgente esse aporte de recurso em infraestrutura. O Brasil não consegue mais crescer em safra sem ter investimento em infraestrutura.”

Cogo ainda destaca a disparidade entre o crescimento da safra a cada ano, em torno de 4,8%, e da capacidade de armazenagem de grãos no país, de apenas 2,6%.



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Presidente comenta sobre o potencial da soja no estado de RR



Embora a produção de soja em Roraima seja pequena em comparação com Mato Grosso, o estado tem um grande potencial de crescimento. Com apenas 120 mil hectares cultivados atualmente, a capacidade de expansão chega a 1,5 milhão de hectares, o que aponta para um futuro promissor para a cultura da soja no estado. Os dados foram divulgados no Direto ao Ponto, confira:

Murillo Ferrari, presidente da Aprosoja Roraima, se estabeleceu em Roraima com sua família, com desafios de uma terra ainda em desenvolvimento. Ferrari destaca que a soja tem grande potencial na região, com um clima ideal e solo fértil, fatores que, com o apoio certo, possibilitam bons resultados. Apesar das dificuldades iniciais, a produção de soja foi se consolidando na região com o passar do tempo.

Nos primeiros anos, a falta de infraestrutura, logística deficiente e a ausência de contratos futuros dificultaram a comercialização da soja. No entanto, com o investimento de grandes empresas do setor, como a Gran Terra e a Mar, a situação começou a mudar. Essas empresas ajudaram a desenvolver a infraestrutura necessária e ofereceram suporte técnico e financeiro, fatores essenciais para o crescimento da cultura na região.

Além disso, com a melhoria da infraestrutura, os produtores locais hoje colhem soja com uma umidade mais adequada, facilitando a comercialização. A proximidade da capital Boa Vista, a apenas 100 km das principais propriedades é apenas mais uma forma de contribuição para a qualidade de vida dos produtores e facilita o acesso aos mercados.



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Falta de produtos nos supermercados cresce em janeiro


O Índice de Ruptura da Neogrid, que mede a falta de produtos nas gôndolas dos supermercados brasileiros, registrou um aumento em janeiro de 2025, atingindo 13,7%, uma variação de 0,9 ponto percentual em relação ao mês anterior. Esse é o primeiro índice acima de 13% desde agosto de 2024, marcando uma tendência de crescimento já observada nos últimos três meses.

Entre os produtos que mais sofreram com a falta nas prateleiras, o café se destacou, com um aumento de 2,1 pontos percentuais na ruptura em relação a dezembro. Além disso, o produto acumula uma variação de preço de 66% nos últimos 12 meses, refletindo a instabilidade no setor.

“O aumento ocorre em um momento em que o varejo já começa a sentir os impactos da desaceleração no consumo no país”, afirma Robson Munhoz, diretor de Relações Corporativas da Neogrid. “Com o preço dos alimentos elevado e o poder de compra do brasileiro mais pressionado, a reposição de estoques fica mais lenta e resulta na falta de alguns tipos de produtos e marcas nas prateleiras, agravando ainda mais o cenário.”

Os ovos também registraram uma elevação na ruptura, passando de 16,7% em dezembro para 19,7% em janeiro. Em termos de preços, os ovos brancos tiveram um leve reajuste, subindo de R$ 11,06 para R$ 11,25, enquanto os ovos caipiras e de codorna apresentaram variações maiores, chegando a R$ 15,05 e R$ 8,26, respectivamente.

No segmento do café, a ruptura atingiu 11,1%, impactando diretamente o consumidor, que já sentiu no bolso o aumento médio de 7% no café em pó, que passou de R$ 21,94 para R$ 23,48. Por outro lado, o café em grãos teve uma redução, saindo de R$ 50,14 para R$ 44,47. Segundo o Cepea/Esalq-USP, as chuvas recentes podem favorecer a safra 2025/26, mas os produtores seguem atentos às previsões climáticas, pois temperaturas elevadas podem comprometer a qualidade do grão.

Outro item essencial que apresentou maior ruptura foi o açúcar, cuja indisponibilidade subiu para 10%, retomando o nível registrado em agosto de 2024. Os preços também oscilaram, com o açúcar cristal subindo 2,9%, indo de R$ 9,40 para R$ 9,68, enquanto o mascavo teve um leve aumento para R$ 15,34. O refinado, por sua vez, manteve estabilidade em R$ 5,85.

O azeite, que vinha apresentando tendência de estabilidade desde julho do ano passado, também teve um aumento na ruptura, chegando a 7,6%. No entanto, a situação ainda é melhor do que a registrada no início de 2024, quando a ruptura era de 17,5%. No aspecto dos preços, o azeite de oliva virgem teve uma leve redução, passando de R$ 48,14 para R$ 47,91, enquanto o extravirgem subiu para R$ 50,18.

O aumento da ruptura e a variação nos preços refletem os desafios enfrentados pelo varejo, especialmente em um contexto de desaceleração econômica e poder de compra reduzido. O cenário segue sendo monitorado por especialistas, que destacam a importância da estabilidade na oferta de produtos essenciais para minimizar impactos no consumo.





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Camex se reúne hoje à tarde para zerar imposto de importação de alimentos



A Câmara de Comércio Exterior (Camex) vai se reunir nesta quinta-feira (13), às 14h30, para aprovar a zeragem da alíquota de imposto de importação de alimentos.

A medida foi anunciada na semana passada pelo governo como uma das formas de enfrentar a inflação de alimentos e vai impactar o tributo de importação cobrado sobre nove itens: milho, óleo de girassol, óleo de oliva, sardinha, biscoitos, massas alimentícias, açúcar, café e carne bovina desossada congelada.

É pela decisão da Camex que serão estabelecidas exatamente as Nomenclatura Comum do Mercosul (NCMs) dos produtos que terão o imposto de importação zerado.

As alíquotas dos itens escolhidos pelo governo variam entre 7,2%, do milho, e 32%, aplicado na sardinha, o mais alto.

O imposto de importação, embora resulte em arrecadação para o governo, tem caráter regulatório. Mexer nas alíquotas, portanto, não demanda que o Executivo compense eventuais renúncias.

No ano passado, o Brasil importou US$ 292,52 milhões em milho, com 1.634.926 toneladas. Na outra ponta, os produtores brasileiros exportaram 39.783.168 toneladas, o que gerou US$ 8,177 bilhões de receita em vendas.

De carne bovina fresca, refrigerada ou congelada, foram importados US$ 305,77 milhões, contra vendas de US$ 11,658 bilhões.

De açúcares e melaços, o Brasil comprou no ano passado US$ 81,77 milhões e exportou US$ 18,624 bilhões.



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Importações de soja da China podem aliviar escassez de oferta



A China deve registrar números altos relacionados à importação de soja no segundo trimestre de 2025, o que pode aliviar a escassez de oferta no país.

Segundo a consultoria Safras & Mercado, traders e analistas afirmaram que os embarques brasileiros atrasados e os desembaraços alfandegários lentos causaram uma redução na oferta de soja, o que levou vários processadores a interromperem as operações.

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Recorde de soja

O maior comprador de soja do mundo deve importar um recorde de 31,3 milhões de toneladas da oleaginosa entre abril e junho deste ano. Esse volume deverá aliviar a pressão no mercado, principalmente em relação às menores chegadas de soja que eram esperadas para o mês de março. A previsão foi feita com base na média de estimativas de cinco empresas de pesquisa e negociação.

Esse aumento nas importações representa uma alta de aproximadamente 4,6% em relação aos 29,91 milhões de toneladas que a China importou no segundo trimestre do ano passado, o que destaca a intensidade da ação para lidar com a escassez de oferta.

A pressão sobre o mercado de soja na China é resultado de uma combinação de fatores. Além dos atrasos nos embarques do Brasil, o maior produtor de soja do mundo, também existe a questão da resistência dos compradores chineses em adquirir grãos dos Estados Unidos devido às preocupações com uma possível guerra comercial com Washington.



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