terça-feira, maio 26, 2026

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China impulsiona commodities e Ibovespa sobe; ouça análise


Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o otimismo no mercado brasileiro após dados positivos da indústria e do varejo. O Ibovespa fechou em alta de 1,46%, impulsionado pela valorização das commodities.

No exterior, a queda do dólar e preocupações com a política tarifária de Trump pressionam os juros.

No Brasil, o IBC-Br superou expectativas, reforçando a necessidade de juros altos. Expectativa para a Super Quarta e anúncios do governo seguem no radar.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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AgroNewsPolítica & Agro

Uso de silício no solo pode melhorar resistência das plantas?



Fertilizante derivado do aço reduz emissões e fortalece cultivos




Foto: Canva

As mudanças climáticas impõem desafios ao setor agrícola, exigindo práticas que garantam maior eficiência na produção e sustentabilidade no uso dos recursos naturais. Entre as estratégias adotadas, a construção do perfil de solo tem se mostrado fundamental para corrigir deficiências, restaurar a atividade biológica e fornecer nutrientes essenciais às culturas.

O engenheiro agrônomo da Agronelli, Maurício Komori, explica que o AgroSilício atua diretamente no solo e na planta, fornecendo cálcio, magnésio e silício. “O silício, em particular, forma uma camada de sílica sob a cutícula das plantas, funcionando como uma barreira física que aumenta a resistência contra pragas e doenças. Além disso, melhora a absorção de nutrientes, fortalece a tolerância a fatores de estresse ambiental, como temperaturas extremas e falta de água, e também corrige a acidez do solo”, afirma.

Produzido a partir do beneficiamento de um subproduto da produção de aço, o produto é processado com silicato de cálcio e magnésio. Seu desenvolvimento ocorre em temperaturas elevadas, garantindo maior reatividade e solubilidade dos nutrientes. O fertilizante tem impacto que vai além da nutrição do solo e das plantas. “Ele não apenas melhora a estrutura do solo e reforça a resistência das plantas a condições climáticas adversas, mas também é um exemplo de sustentabilidade, pois reduz a pegada de carbono, visto que não libera CO2 na sua incorporação ao solo”, afirma Komori.

Komori destaca ainda que o uso do fertilizante elimina a necessidade de explorar novas jazidas naturais para obtenção de nutrientes e evita a emissão de dióxido de carbono (CO2), um dos principais gases responsáveis pelo efeito estufa. Enquanto o calcário agrícola libera 440 kg de CO2 a cada 1.000 kg aplicados, o produto mantém carbono neutro.





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previsão do tempo mostra chuva intensa e calor



A terça-feira (18) será marcada por instabilidades, com chuva forte em áreas do país. O calor e a umidade favorecem a formação de pancadas de chuva intensas à tarde e à noite, acompanhadas de raios e ventania.

No Nordeste, a influência da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) mantém a chuva sobre a costa norte, enquanto o tempo segue mais seco no interior.

Sul

A circulação marítima deve continuar estimulando a ocorrência de chuvisco ou chuva fraca no leste e norte do Rio Grande do Sul.

Em Santa Catarina e no Paraná, o fluxo de umidade e de calor – com reforço associado à circulação de ventos em níveis mais elevados – deve manter a condição de tempo instável, com as pancadas se concentrando entre a tarde e a noite.

Sudeste

A combinação entre calor e umidade presentes na atmosfera local deve seguir realizando a formação de instabilidades em São Paulo, centro-sul de Minas Gerais e no Rio de Janeiro.

Ao longo do dia, o sol aparece nessas áreas entre nuvens e as pancadas vêm na parte da tarde, com potencial para chuva forte, com raios e ventania.

Há condição para pancadas isoladas também no Espírito Santo.

Centro-Oeste

A combinação entre calor e umidade presentes na atmosfera deve manter as instabilidades atuando em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás.

Ao longo do dia, o sol ainda deve aparecer entre nuvens e a temperatura aumenta. A partir da tarde, as pancadas de chuva ganham força e vêm com raios e ventos.

No Distrito Federal, o predomínio é de tempo mais aberto.

Nordeste

A atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) deve continuar estimulando a ocorrência de chuva sobre parte da costa norte da região.

O destaque fica para a chuva que se prolonga no Maranhão e no Piauí.

Na costa leste, a entrada de umidade marítima pode favorecer a ocorrência de pancadas no litoral da Bahia e do Rio Grande do Norte.

Norte

Calor, umidade e a atuação de algumas perturbações em níveis mais elevados da atmosfera vão manter a chuva se espalhando por todos os estados da região.

Destaque para a chuva forte que segue caindo no Amazonas, Acre, Pará e Roraima.



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Nesta terça (18), áreas do Porto de Santos terão desligamento de energia


Corte de energia se deve a obras na rede de gás encanado

Nesta terça-feira (18/02), a partir das 8h da manhã, algumas áreas do Porto de Santos (margem direita, entre Saboó e Outeirinhos, próximo ao terminal de cruzeiros) terão corte de energia elétrica. O desligamento da rede de média tensão será feito para garantir segurança da realização de serviços em redes de infraestrutura referentes à canalização de gás. O desligamento está previsto para ser mantido até às 17h.

Atenção especial ao não funcionamento dos sistemas de semáforos da Avenida Augusto Barata. Solicita-se aos motoristas que evitem esta via.

Importante salientar que o fornecimento de energia poderá ser reestabelecido antes do horário previsto, sem prévio aviso. Por isso, a Autoridade Portuária de Santos (APS) orienta que não sejam efetuados serviços nas proximidades da rede (a menos que haja desligamento de acordo normas de segurança).

A programação poderá ser cancelada ou alterada em caso de mau tempo ou necessidade urgente de atendimento técnico pelas equipes.

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Fonte:

Autoridade Portuária/Porto de San





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Produtores rurais devem declarar IR? Especialista explica as regras


Os produtores rurais precisam ficar atentos ao prazo de entrega da declaração do Imposto de Renda de 2025. Segundo o Diretor Executivo da NTW Contabilidade Bituruna, Rudinei Agustini, é fundamental conhecer as regras para evitar penalidades.

“Produtores que tiveram receita bruta acima de R$ 169.440,00 em 2024 devem declarar. Além disso, quem recebeu rendimentos tributáveis superiores a R$ 33.888,00 ou possuía bens acima de R$ 800.000,00 em 31 de dezembro de 2024 também precisa fazer a declaração”, explica Agustini.

O especialista reforça que despesas relacionadas à atividade rural podem ser deduzidas, desde que devidamente comprovadas. “Organizar a documentação ao longo do ano facilita a prestação de contas e evita complicações”, orienta.

O prazo para envio das declarações começa em 17 de março e vai até 30 de maio de 2025. Não declarar pode acarretar multas a partir de R$ 165,74, podendo chegar a 20% do imposto devido. Além disso, o CPF do produtor pode ser bloqueado, dificultando financiamentos, venda de bens e acesso a créditos rurais. “Para evitar problemas, o ideal é contar com o apoio de um contador. Qualquer dúvida, o site da Receita Federal disponibiliza informações detalhadas”, conclui Rudinei Agustini.

MAIS

A declaração pré-preenchida começará a ser implementada na segunda-feira, dia 17, com informações sobre rendimentos e pagamentos, e será totalmente concluída no dia 1º de abril. As restituições serão liberadas a partir de 30 de maio, seguindo um cronograma com cinco lotes, sendo o último creditado em 30 de setembro. Todas as regras estão presentes na Instrução Normativa RFB nº 2.255/2025, publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira, 13/3.

A declaração poderá ser feita por meio do tradicional Programa Gerador da Declaração (PGD) para computador, disponível no site da Receita Federal, ou pelo sistema “Meu Imposto de Renda”, nova solução online para celulares e tablets, com acesso a partir do dia 1º de abril próximo. O acesso ao Meu Imposto de Renda exigirá autenticação via Plataforma GOV.BR (níveis ouro ou prata), com acesso por meio da página RFB, e-CAC, qualquer navegador ou aplicativo da Receita Federal.





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Linha de crédito incentiva irrigação e energia renovável



SP investe em irrigação para enfrentar mudanças climáticas




Foto: Seane Lennon

Neste 16 de março, Dia Nacional sobre a Conscientização das Mudanças Climáticas, data para refletir sobre os impactos das alterações do clima na produção de alimentos. A Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo promove iniciativas para mitigar esses efeitos e garantir produtividade sustentável.

O Instituto de Zootecnia (IZ-Apta), vinculado à Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios, desenvolve pesquisas para identificar plantas forrageiras mais adaptadas às mudanças climáticas. O objetivo é aumentar a eficiência no uso de nutrientes e reduzir impactos ambientais.

Para enfrentar a estiagem e otimizar o uso da água, o estado disponibilizou uma linha de crédito de R$ 200 milhões por meio do Programa Irriga + SP, parceria entre a Secretaria de Agricultura e a Desenvolve SP. Os recursos são voltados para projetos de irrigação, energia fotovoltaica e agricultura de precisão, visando garantir a produção de alimentos e o desenvolvimento regional em um cenário de eventos climáticos extremos.

A linha de crédito faz parte do Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista (FEAP) e busca dobrar as áreas irrigadas no estado em quatro anos, com a meta de alcançar 15% até 2030. Atualmente, segundo a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), as áreas irrigadas são responsáveis por mais de 40% da produção mundial de alimentos. O Atlas da Irrigação, da Agência Nacional de Águas (ANA), projeta a incorporação de 4,2 milhões de hectares de áreas irrigadas até 2040 no Brasil.

Diante das mudanças climáticas, o setor agrícola segue adotando estratégias para garantir a produção e minimizar os impactos ambientais, fortalecendo a resiliência da agricultura paulista.





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Com imagens de satélite e IA, tecnologia mapeia viveiros escavados e fortalece aquicultura


A Embrapa, em parceria com instituições de pesquisa e inovação, desenvolveu uma nova metodologia para mapear automaticamente viveiros escavados, o principal sistema de produção de peixes no Brasil.

O método, aplicado inicialmente no Paraná, utiliza imagens de satélite de alta resolução e inteligência artificial para identificar viveiros com 90% de precisão. Os resultados do estudo foram recentemente publicados na revista internacional Aplicações de Sensoriamento Remoto: Sociedade e Meio Ambiente.

A inovação combina imagens do programa Iniciativa Internacional da Noruega para o Clima e Florestas (NICFI) com algoritmos de aprendizado de máquina, como o Random Forest, para classificar as áreas de piscicultura. De acordo com a geógrafa Marta Ummus, da Embrapa Pesca e Aquicultura, a tecnologia reduz em 90% o tempo e o esforço necessários para mapear os viveiros.

“Não substituímos o trabalho humano, mas conseguimos torná-lo muito mais ágil e preciso”, afirma a pesquisadora.

Aquicultura no Paraná: dados inéditos sobre produção

O levantamento identificou 42.369 tanques aquícolas distribuídos em 13.514 empreendimentos, totalizando 11.515 hectares de lâmina d’água. Cerca de 40% dessa estrutura concentra-se na Região Metropolitana de Curitiba e no oeste do estado.

Municípios como Nova Aurora, Palotina, Toledo e Assis Chateaubriand despontam como polos produtivos, beneficiados por infraestrutura consolidada e cooperativas agroindustriais.

O estudo revelou ainda que mais da metade dos empreendimentos aquícolas do Paraná está na mesorregião oeste. Junto à mesorregião sudoeste, elas somam 65% da atividade de piscicultura em viveiros escavados do estado, reforçando a liderança do Paraná na produção nacional de peixes de cultivo.

Expansão da tecnologia para outros estados

Com os resultados promissores no Paraná, os pesquisadores já iniciaram a aplicação da metodologia em Rondônia, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Tocantins.

“Nosso objetivo é expandir esse mapeamento para outras regiões, firmando parcerias com instituições estaduais para refinar os dados e ampliar a adoção da tecnologia”, afirma Ummus.

Segundo os especialistas, o mapeamento automático oferece dados mais atualizados e assertivos para a gestão pública e privada da aquicultura. “A tecnologia permite aos produtores entenderem melhor o cenário da piscicultura em sua região e auxilia gestores na tomada de decisões para investimentos e gestão dos recursos hídricos”, destaca Bruno Silva, pesquisador do Biopark Educação.

O projeto é fruto de uma parceria entre a Embrapa, o Biopark e o Biopark Educação, com apoio da Fundação Araucária e da Universidade Estadual do Oeste do Paraná. Com a recente renovação do projeto, novas perspectivas para aprimoramento e expansão foram abertas.

A geração e a disponibilização de dados para governos e outras instituições públicas e para empresas do setor privado estão entre os maiores benefícios do trabalho, que pode ser consultado no Centro de Inteligência e Mercado em Aquicultura (CIAqui).

Paraná mantém liderança na produção de peixes

De acordo com a Associação Brasileira da Piscicultura (PeixeBR), o Paraná lidera a produção nacional, respondendo por 22,5% do total do país em 2023, com 194,1 mil toneladas de peixes cultivados. No caso da tilápia, a espécie mais criada e exportada pelo Brasil, o estado é responsável por mais de um terço da produção nacional.

Além das cidades do oeste paranaense já reconhecidas pelo alto volume de produção, destacam-se municípios como Maripá, Terra Roxa, Nova Santa Rosa, Cafelândia, Marechal Cândido Rondon e Tupãssi, que juntos movimentaram quase R$ 1 bilhão em receita em 2022.

Com a aplicação da nova metodologia de mapeamento e a expansão para outras regiões do país, a expectativa é que a piscicultura brasileira se torne ainda mais eficiente e competitiva no cenário global.



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Santa Catarina ajusta área plantada para soja



Produtores adotam controle preventivo em Santa Catarina




Foto: Pixabay

O 6º Levantamento da Safra de Grãos 2024/25, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), indica que a colheita da soja já começou no Planalto Norte de Santa Catarina. Segundo o relatório, 72% das lavouras nas regiões dos planaltos Norte e Sul estão na fase de enchimento de grãos, enquanto 20% já atingiram a maturação. A expectativa média de produtividade é de 3.710 kg por hectare.

De acordo com a Conab, as condições climáticas favoreceram o desenvolvimento da cultura da soja, principalmente pela regularidade das chuvas ao longo do ciclo. “A umidade adequada contribuiu para o crescimento das plantas e a formação de vagens e grãos”, aponta o levantamento. No entanto, no Planalto Sul, onde o plantio ocorre mais tarde, a falta de chuva e as altas temperaturas reduziram o potencial produtivo em algumas áreas.

No Meio-Oeste, a colheita teve início em fevereiro e atingiu cerca de 10% da área plantada. A produtividade das primeiras lavouras colhidas variou entre 3.000 e 4.800 kg/ha, com média estimada em 3.600 kg/ha. “A sanidade das lavouras é considerada satisfatória, e os produtores vêm adotando métodos preventivos para controlar doenças e pragas”, informa o relatório. Nos últimos dias, o retorno das chuvas melhorou as condições das lavouras, mas algumas áreas mais tardias podem ter sido afetadas pelo período anterior de estiagem.

A Conab também ajustou os dados sobre a área plantada de soja no estado. O levantamento indica que alguns produtores optaram por semear o grão mais tardiamente, priorizando a safrinha devido à maior estabilidade de preço e comercialização em comparação ao feijão. “Esse ajuste ocorre somente agora, pois os produtores fizeram o plantio no final da janela ideal, e as informações não haviam sido atualizadas desde o levantamento anterior, em janeiro”, explica a companhia.





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Moagem de cana recua, mas etanol segue firme



A comercialização de etanol hidratado alcançou 1,71 bilhão de litros




Foto: Canva

As vendas de etanol pelas unidades do Centro-Sul somaram 2,80 bilhões de litros em fevereiro, com 2,70 bilhões destinados ao mercado interno. O volume representa um crescimento de 1,15% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo a União da Indústria de cana-de-açúcar e Bioenergia (UNICA).

A comercialização de etanol hidratado alcançou 1,71 bilhão de litros (+0,64%), enquanto o etanol anidro registrou 996,61 milhões de litros (+2,04%). De acordo com Luciano Rodrigues, diretor de Inteligência Setorial da UNICA, o biocombustível tem garantido economia aos motoristas. “O etanol já proporcionou uma redução de custo superior a R$ 8 bilhões nesta safra. Sem ele, os consumidores teriam gasto esse valor a mais para rodar a mesma quilometragem”, destacou.

A produção de etanol também se manteve em alta. Na segunda quinzena de fevereiro, as unidades do Centro-Sul fabricaram 337,8 milhões de litros, sendo 94,24% provenientes do milho. No acumulado da safra, a produção do biocombustível já soma 33,91 bilhões de litros, um aumento de 3,71% na comparação anual.





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Banco reforça parceria com o agronegócio na Expodireto 2025



A demanda por crédito para irrigação cresceu



A demanda por crédito para irrigação cresceu
A demanda por crédito para irrigação cresceu – Foto: Canva

Entre 10 e 14 de março, o Banrisul marcou presença na 25ª Expodireto Cotrijal, em Não-Me-Toque, com mais de 60 especialistas e um portfólio completo para os produtores rurais. O banco encerrou o evento reafirmando sua conexão com o setor agropecuário e ampliando relacionamentos.  

O presidente do Banrisul, Fernando Lemos, destacou que a feira atendeu às expectativas do banco em negócios e proximidade com os clientes. Já o diretor de Desenvolvimento, Fernando Postal, ressaltou a participação contínua da instituição no evento, reforçando seu papel como parceiro do agronegócio.  

“A feira é um importante termômetro para entendermos as necessidades do produtor rural e oferecermos soluções financeiras que impulsionem a produtividade gaúcha e a eficiência do agronegócio”, destacou Lemos.

A demanda por crédito para irrigação cresceu, refletindo a busca dos produtores por segurança hídrica. Segundo Postal, o Banrisul apoia projetos voltados à resiliência climática. O superintendente de Agronegócios, Robson Oliveira Santos, também apontou a procura por inovação como um dos destaques da edição.  

“Estamos oferecendo suporte para que o agronegócio gaúcho aplique cada vez mais tecnologias de ponta, ampliando o crescimento sustentável do campo e das cadeias produtivas”, reiterou Santos.

Além disso, o banco esteve presente no pavilhão da Agricultura Familiar com as máquinas Vero, oferecidas gratuitamente aos expositores. A Expodireto 2025 consolidou-se como um dos maiores eventos de agricultura de precisão do país, reunindo milhares de participantes e delegações internacionais.

 





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