terça-feira, maio 26, 2026

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estimativa da 2ª safra cai e preço dispara no mercado



Estimativa aponta para uma área de 16,75 milhões de hectares




Foto: Divulgação

A produção brasileira de milho 2ª safra na temporada 2024/25 foi revisada para baixo, conforme o boletim informativo do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). A estimativa atual aponta para uma área de 16,75 milhões de hectares, queda de 0,51% em relação ao levantamento anterior de fevereiro.

A redução foi puxada principalmente por retrações nas áreas cultivadas em Goiás (-5,97%), Mato Grosso do Sul (-2,54%) e Paraná (-0,20%). Já a produtividade sofreu um leve ajuste negativo de 0,05%, sendo projetada em 95,05 sacas por hectare. Com isso, a produção total foi estimada em 95,51 milhões de toneladas, uma redução de 0,55% em relação à última previsão.

O cenário de incerteza sobre a produção final da safra 2024/25, somado à menor oferta do cereal na temporada anterior (2023/24), impactou os preços no mercado interno. Na Bolsa Brasileira (B3), a saca de milho fechou a semana cotada a R$ 88,56, avanço de 2,52% em comparação com a semana anterior e alta expressiva de 41,33% frente ao mesmo período de 2023.





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Goiás deve atingir R$ 119,4 bilhões no agro em 2025


O agronegócio de Goiás deve atingir um Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) recorde de R$ 119,4 bilhões em 2025, segundo projeção da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa). O crescimento reflete a expansão da produção, o aumento da produtividade e a incorporação de novas tecnologias no setor.

Desde 2016, o VBP do estado cresceu 56%, saindo de R$ 76,5 bilhões para o patamar atual. “Esse avanço demonstra a competitividade do agronegócio goiano e sua relevância na economia nacional”, informou a Seapa.

Entre as principais cadeias produtivas, a soja segue na liderança, com estimativa de R$ 36,1 bilhões, crescimento de 61,3% em relação a 2016. A pecuária bovina também se destaca, alcançando R$ 21,7 bilhões, um aumento de 62,3%.

Outros segmentos devem registrar recordes. A cana-de-açúcar deve atingir R$ 14,6 bilhões, alta de 6,8% em relação a 2024. O milho deve alcançar R$ 16,3 bilhões, um crescimento de 38,5%. O tomate deve atingir R$ 7,5 bilhões, superando a produção anterior em 11,5%. Já o frango tem projeção de R$ 9,3 bilhões, um avanço de 6,5% em comparação ao ano passado.

O VBP é um dos principais indicadores do setor agropecuário, refletindo a geração de riqueza e o impacto econômico da atividade no estado.BP é calculado com base no faturamento bruto da produção agrícola e pecuária, considerando os preços médios de mercado e os volumes produzidos de cada cultura ou atividade pecuária.





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boa colheita e baixa pressão de pragas em Goiás



Conab ajusta estimativa de produtividade da soja




Foto: USDA

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou o 6º Levantamento da Safra de Grãos 2024/25, destacando o desempenho da soja no estado de Goiás. Em fevereiro, a colheita foi caracterizada por uma concentração das atividades e um aumento das áreas em maturação, embora ainda em diferentes estágios. Apesar de interrupções pontuais devido à chuva, o tempo seco na segunda quinzena do mês favoreceu o avanço das colheitas.

A área cultivada no estado permanece estável em relação ao levantamento anterior, com uma estimativa de 4.954,7 mil hectares. A produtividade, que antes não havia sido reajustada, foi ajustada para 4.079 kg/hectare. O aumento foi observado após o avanço da colheita, com a estimativa de produtividade superando as previsões iniciais, em virtude do bom desenvolvimento das plantas e da colheita eficiente.

A safra atual apresenta um bom desempenho, com alta produção de vagens e grãos, além de baixa incidência de pragas e doenças. A redução no uso de defensivos refletiu-se em menores custos de produção para os agricultores. Apesar de alguns relatos de acamamento e prostração em algumas cultivares, as perdas durante a colheita foram mínimas. A qualidade dos grãos colhidos é considerada boa, com peso específico dentro dos padrões e umidade entre 12% e 14%, sendo que alguns lotes chegaram a 18%.

Embora haja registros de armazéns próximos à capacidade máxima, não houve problemas significativos de logística ou falta de espaço. A expectativa é que, com as condições climáticas favoráveis e o ritmo eficiente da colheita, mais de 50% da safra seja colhida até o final de fevereiro, atendendo à urgência de iniciar o plantio das culturas de segunda safra dentro do período ideal.

As lavouras em fase final de ciclo estão em boas condições e devem superar as expectativas de produtividade. Entre os fatores que justificam o bom desempenho da safra estão os regimes de chuvas adequados, o cumprimento do calendário de plantio, a baixa pressão de pragas e doenças, e o alto nível tecnológico adotado pelos produtores.





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Hotéis eliminam ovos de galinhas confinadas



O impacto positivo dessa mudança vai além do bem-estar animal



O impacto positivo dessa mudança vai além do bem-estar animal
O impacto positivo dessa mudança vai além do bem-estar animal – Foto: Divulgação

A busca por hospedagens alinhadas a valores sustentáveis e éticos cresce entre os viajantes. Segundo um relatório da Booking.com, 49% dos turistas consideram certificações sustentáveis um fator decisivo na escolha do hotel. Além da economia de recursos e gestão de resíduos, um dos aspectos que mais chama atenção é a origem dos alimentos servidos, especialmente a produção de ovos. O confinamento de galinhas em gaiolas, uma prática amplamente criticada, tem levado grandes redes hoteleiras a revisar suas cadeias de suprimentos.

A Accor lidera esse movimento, comprometendo-se a eliminar os ovos de galinhas confinadas até 2025 nas Américas. Nos Estados Unidos e Canadá, 98% dos hotéis da rede já utilizam ovos de aves criadas livres, enquanto na América Central e Caribe esse número chega a 87%. No Brasil, outras redes como Fasano, Marriott, Hyatt e Wyndham também adotaram políticas semelhantes, reforçando o compromisso do setor com práticas mais responsáveis.

O impacto positivo dessa mudança vai além do bem-estar animal. Galinhas confinadas vivem em espaços reduzidos, o que compromete seu sistema imunológico e aumenta a necessidade do uso de antibióticos – um fator que contribui para a resistência antimicrobiana, um problema de saúde global. Segundo Julia Almeida, da ONG Animal Equality, eliminar esses ovos do mercado é uma ação concreta para reduzir o sofrimento animal e promover um sistema alimentar mais ético.

“A eliminação dos ovos de galinhas confinadas em gaiolas é uma medida crucial para reduzir o sofrimento animal. Essa escolha não se limita a uma mudança no fornecimento, mas representa uma ação concreta para melhorar as condições de vida dessas aves”, afirma.

Além dos hotéis, empresas como Carrefour, McDonald’s, Bauducco e Unilever também adotaram políticas de fornecimento cage-free. Esse movimento evidencia uma tendência global: consumidores exigem mais transparência e responsabilidade das marcas, tornando a sustentabilidade um fator decisivo na experiência de consumo.





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Sistema OCB apresenta prioridades para 2025



O Sistema Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) lançou nesta terça-feira (18) a Agenda Institucional do Cooperativismo 2025, um documento que define as principais pautas do setor para o ano. O evento, realizado em Brasília, contou com a presença de lideranças cooperativistas, parlamentares e representantes do governo federal.

Com 56 propostas direcionadas ao Congresso Nacional e ao Executivo, a agenda tem como objetivo consolidar o cooperativismo como um modelo de desenvolvimento sustentável e economicamente viável. Neste ano, o documento traz ainda mais destaque para a sustentabilidade, já que o Brasil sediará a COP30, a conferência mundial do clima.

Segundo Tânia Zanella, superintendente do Sistema OCB e presidente do Instituto Pensar Agropecuária (IPA), o cooperativismo já demonstra ser um aliado na produção sustentável, conciliando eficiência econômica com preservação ambiental.

“O movimento cooperativista precisa ser socialmente justo, economicamente viável e ambientalmente correto. Por isso, além de apresentar nossas prioridades ao governo, estamos entregando o Manifesto do Cooperativismo para a COP30, mostrando que o setor pode e deve ser protagonista na agenda climática mundial”, afirmou.

Expansão do cooperativismo e avanços no setor de seguros

Além das pautas relacionadas à sustentabilidade, o lançamento da agenda também foi um momento de celebração de conquistas para o setor, como a aprovação da Lei Complementar 123, que regulamenta a atuação das cooperativas de seguros no Brasil.

De acordo com Zanella, o país era um dos poucos no mundo onde cooperativas não podiam atuar no mercado de seguros, e a nova legislação representa um avanço significativo para o setor e para os consumidores.

“A regulamentação das cooperativas de seguros abre um excelente espaço para o cooperativismo e amplia as opções disponíveis para os consumidores, fortalecendo o setor e trazendo mais competitividade”, destacou.

Protagonismo do cooperativismo na economia

O lançamento da Agenda Institucional 2025 reforça o compromisso do cooperativismo com o desenvolvimento econômico e social do Brasil. O setor, que já desempenha um papel fundamental na geração de empregos e na inclusão produtiva, agora se prepara para ampliar ainda mais sua influência na economia verde e na transição para um modelo sustentável de negócios.

A cerimônia contou com a presença de autoridades políticas e representantes do setor produtivo, que destacaram a importância do diálogo entre o cooperativismo e o poder público para garantir avanços estruturais.

Com essa nova agenda, o Sistema OCB busca consolidar o cooperativismo como um modelo de negócios que gera oportunidades, impulsiona a inovação e contribui para um Brasil mais sustentável. Nos próximos meses, as lideranças do setor darão continuidade às articulações políticas para garantir que as pautas apresentadas sejam transformadas em políticas públicas e legislações favoráveis ao desenvolvimento do setor cooperativista.



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Goiás deve produzir 14,2% mais nesta safra, chegando a 34,5 milhões de toneladas



Goiás deve produzir 14,2% mais grãos na safra 2024/25, com 34,5 milhões de toneladas. A soja segue como principal cultura, com colheita prevista em 20,2 milhões de toneladas, alta de 20,1% em relação ao ciclo passado. Já o milho de primeira e segunda safras deve render, no estado, 10,6 milhões de toneladas, ou 7,5% mais ante 2023/24.

As informações foram divulgadas hoje pela Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Goiás, com base em dados de safra da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No feijão, Goiás deve produzir 6,6% mais na safra 2024/25, com 292,6 mil toneladas. “Já o sorgo reafirma a posição do estado como maior produtor do Brasil, com 1,3 milhão de toneladas, reflexo do aumento de 2,1% na área plantada em relação ao ano anterior”, diz a nota da pasta.

A secretaria destaca também que o IBGE aponta para desempenhos positivos na safra goiana, em cultivos não ligados aos grãos, como o tomate, que tem estimativa de produção de 1,4 milhão de toneladas.

A mandioca, por sua vez, deve alcançar 190 mil toneladas, ou 2,9% mais ante o levantamento de janeiro, impulsionada pelo crescimento da área plantada.

Para a cultura da banana, a projeção é de mais de 167 mil toneladas, participação de 2,4% da produção nacional.

A estimativa para as três safras da batata-inglesa também indica crescimento, com produção prevista de 267,4 mil toneladas, aumento de 1,2% em relação à publicação de janeiro e participação de 6,2% no total nacional.



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Paraná terá banco nacional de vacinas e antígenos



O Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) firmou nesta terça-feira (18) parceria com a empresa Biogénesis Bagó na criação de um banco nacional de antígenos e vacinas contra febre aftosa no estado.

Conforme nota da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento paranaense, o banco tem como objetivo ser “um estoque estratégico de antígenos” para a rápida produção de vacinas contra a doença, em caso de surto.

Ele manterá congelados sorotipos virais específicos da doença para a produção e distribuição, em até 72 horas, de imunizantes a todo o território nacional em caso de necessidade.

Esse será o primeiro banco de antígenos do Brasil, que espera ser oficializado, ainda neste ano, como “país livre de aftosa sem vacinação” pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA).

Conforme o diretor-presidente do Tecpar, Celso Kloss, o banco de antígenos é importante “para apoiar o país no enfrentamento de surtos pontuais que podem surgir e requerer uma vacinação emergencial”, disse, na nota.

“O banco vem neste sentido: ser uma ferramenta para a rápida formulação de vacinas para conter um surto localizado e evitar que a doença se espalhe”, reforçou.

Para o country manager da Biogénesis Bagó, Marcelo Bulman, ter um banco de antígenos, além de ser um dos pré-requisitos para a obtenção do certificado internacional, representa uma importante estratégia para garantir a segurança sanitária do país.

Ele informou, na nota, que a empresa é responsável pelo banco de antígenos da Argentina desde 2000, dos Estados Unidos e do Canadá desde 2006, além de países como Taiwan e Coreia do Sul.



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Safra de arroz segue com boas expectativas de produtividade


O boletim conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na última quinta-feira (6) aponta que a colheita de arroz no estado do Rio Grande do Sul atingiu 25% da área cultivada, com destaque para a Fronteira Oeste, onde os índices são mais elevados. Em São Borja, a colheita chegou a 45%, seguida por Maçambará (40%), Alegrete (35%), Itaqui (32%), Barra do Quaraí e Uruguaiana, com cerca de 25% de colheita concluída.

Na região da Campanha, onde a semeadura foi mais tardia, a colheita está em fase inicial, atingindo 10% em Aceguá e Lavras do Sul, e 8% em Dom Pedrito. Atualmente, 40% da área plantada encontra-se em fase de maturação, o que possibilita aos produtores direcionar as reservas de água para irrigar as lavouras semeadas na segunda quinzena de dezembro, que estão nas fases de floração (7%) e enchimento de grãos (24%).

Na região de Pelotas, as lavouras estão predominantemente na fase de maturação, com 56% da área, enquanto 34% se encontram na fase de granação e 5% em floração. A colheita está em estágio inicial (5%) e ocorre em praticamente todos os municípios da região.

Em Santa Maria, a colheita avançou para 19% da área semeada, com 40% das lavouras em maturação. Embora os rendimentos estejam dentro das expectativas iniciais, algumas áreas, como Cacequi e Restinga Sêca, registraram queda de 15% na produtividade, enquanto em São Sepé e Formigueiro a redução foi de 5%.

Na região de Santa Rosa, em Garruchos, a colheita das lavouras semeadas precocemente já começou. As altas temperaturas e a intensa radiação solar favoreceram o desenvolvimento das plantas, resultando em produtividade próxima a 8 mil kg/ha de grãos limpos e secos, o que garantiu rentabilidade para os orizicultores locais.

Em Soledade, cerca de 10% da área foi colhida, com produtividades dentro das expectativas. As chuvas de fevereiro elevaram os níveis dos mananciais hídricos, oferecendo maior segurança aos orizicultores, que continuam utilizando água de forma moderada na irrigação. O quadro geral da cultura é considerado normal, com lavouras apresentando boa sanidade e estado nutricional.

No que diz respeito à comercialização, o preço médio da saca de 50 quilos de arroz, conforme levantamento semanal da Emater/RS-Ascar, registrou uma queda de 2,14%, passando de R$ 90,09 para R$ 88,16.





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Arroba de boi gordo tem ganhos no preço Brasil afora; confira



O mercado físico do boi gordo voltou a apresentar alguma recuperação nos preços nesta terça-feira (18).

Segundo o consultor de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, o encurtamento das escalas de abate é uma variável chave para interpretar a recente alta dos preços.

“Vale destacar que esse movimento tende a acontecer de forma comedida. Mesmo com a dificuldade na composição das escalas de abate, o cenário de consumo doméstico não permite alta mais consistente dos preços. Exportações em ótimo nível ainda são uma variável importante a ser considerada”, avalia Iglesias.

Preços médios da arroba de boi gordo hoje

  • São Paulo: referência ficou em R$ 312,67, na modalidade à prazo, contra R$ 311,83 anteriormente.
  • Goiás: R$ 299,29, no comparativo com R$ 297,14 de ontem.
  • Minas Gerais: R$ 290,59, ante R$ 285 ontem.
  • Mato Grosso do Sul: R$ 298,41, contra R$ 294,89 do dia anterior.
  • Mato Grosso: R$ 299,76, contra R$ 299,39 anteriormente.

Atacado

O mercado atacadista ainda se depara com firmeza em seus preços. No entanto, Iglesias indica que o ambiente de negócios sugere por uma menor propensão a reajustes, considerando o período de menor apelo ao consumo que é a segunda quinzena do mês.

Ele destaca que a população ainda prioriza o consumo de proteínas mais acessíveis, a exemplo da carne de frango, embutidos e ovos.

  • Quarto traseiro ainda é cotado a R$ 25 o quilo
  • Quarto dianteiro ainda é precificado a R$ 18,50 o quilo
  • Ponta de agulha segue no patamar de R$ 17 o quilo



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Negócios mistos no mercado da soja; saiba as cotações do dia



O mercado brasileiro de soja seguiu com a movimentação de negócios nesta terça-feira (18), apesar da variação mista nos preços ao longo do dia. "A maior parte das praças recuou, acompanhando a queda na CBOT e no dólar, mas os prêmios continuam muito firmes", destaca o consultor de Safras & Mercado, Rafael Silveira.

Segundo o consultor, foram realizados negócios nos portos de Paranaguá e Santos, enquanto São Francisco do Sul seguiu lento, refletindo a ainda baixa oferta de soja em Santa Catarina. "De maneira geral, os preços seguem atrativos, apesar dos custos logísticos. A indústria tenta cadenciar as ofertas, aguardando novas quedas no preço do grão. O contexto geral é de negócios moderados", comenta.

Saiba as cotações da soja

  • Passo Fundo (RS): caiu de R$ 129,00 para R$ 128,00
  • Santa Rosa (RS): caiu de R$ 130,00 para R$ 129,00
  • Porto de Rio Grande (RS): caiu de R$ 135,00 para R$ 133,00
  • Cascavel (PR): caiu de R$ 127,00 para R$ 125,00
  • Porto de Paranaguá (PR): caiu de R$ 135,00 para R$ 134,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 116,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 116,00
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 111,00 para R$ 112,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a terça-feira em baixa. A sessão, mais uma vez, foi volátil e com cotações oscilando em uma estreita margem.

O avanço da colheita no Brasil aumenta a oferta mundial da oleaginosa, gerando pressão fundamental sobre as cotações. O mercado também segue atento aos efeitos da política tarifária do governo Trump, temendo um deslocamento da demanda chinesa para a América do Sul.

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Os agentes começam também a buscar um melhor posicionamento de suas carteiras ante ao relatório de intenção de plantio do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Os números serão divulgados no dia 31.

Contratos futuros da soja

Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com baixa de 2,75 centavos de dólar ou 0,27% a US$ 10,12 3/4 por bushel. A posição julho teve cotação de US$ 10,26 1/2 por bushel, perda de 2,75 centavos ou 0,26%.

Nos subprodutos, a posição maio do farelo fechou com baixa de US$ 4,40 ou 1,44% a US$ 299,90 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em maio fecharam a 42,54 centavos de dólar, com alta de 0,44 centavo ou 1,04%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,21%, negociado a R$ 5,6730 para venda e a R$ 5,6710 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6560 e a máxima de R$ 5,7145.



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