terça-feira, maio 26, 2026

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Tem episódio novo do Soja Brasil no ar; vem assistir!



Tem episódio novo do Soja Brasil no ar! O programa abordou os impactos da guerra tarifária dos Estados Unidos no agronegócio brasileiro e acompanhou a expedição Soja Brasil nos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Foram discutidos os desafios da comercialização da soja, a influência das condições climáticas sobre a safra e os 35 anos da Aprosoja Brasil.

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A guerra comercial entre os Estados Unidos e outros países, incluindo o Brasil, ganhou destaque com a decisão do governo de Donald Trump de impor tarifas sobre produtos como etanol, aço e alumínio. Essas medidas afetam diretamente o agronegócio, especialmente produtos exportados para a China, como soja, carne e milho.

E a Expedição Soja Brasil passou por regiões onde o risco de perdas freia a comercialização da safra. Em Sinop (MT), produtores estão receosos em fechar contratos devido à incerteza sobre a quantidade de grãos disponíveis para entrega. Em Nova Mutum (MT), a queda nos preços e a demanda enfraquecida preocupam os agricultores, enquanto em Sorriso (MT), município que mais produz soja no Brasil, a comercialização está abaixo da média dos últimos cinco anos.

Segundo dados do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), até março, 54,9% da produção prevista para a safra 2024/25 havia sido comercializada, número inferior à média dos últimos cinco anos.

Na previsão do tempo, foi destacado que o outono será quente e seco em grande parte das áreas produtoras de soja, com chuvas abaixo da média, o que pode prejudicar a produtividade do milho. O Rio Grande do Sul será uma exceção, com chuvas acima da média.

Além disso, foram apresentados os destaques da soja no Paraná, onde a colheita avança para a fase final, especialmente na região sul do estado, que teve clima favorável. Em São Paulo, o ritmo da colheita acelerou e já supera os índices registrados no mesmo período do ano passado. No oeste da Bahia, a colheita também avança rapidamente, mas áreas de cultivo tardio podem ser impactadas pela baixa pluviosidade de fevereiro.



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Projeção de exportação de soja ultrapassa 100 milhões em 2025



O Brasil deve exportar 107 milhões de toneladas de soja em 2025, um aumento de 8% em relação aos 98,813 milhões de toneladas registrados em 2024. A previsão faz parte do quadro de oferta e demanda da oleaginosa divulgado pela consultoria Safras & Mercado. Os dados permanecem inalterados em comparação às estimativas divulgadas em 7 de fevereiro.

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De acordo com a consultoria, o esmagamento de soja deve totalizar 55,5 milhões de toneladas em 2025, ante 54,6 milhões de toneladas em 2024, sem mudanças nos prognósticos anteriores. As importações também seguiram inalteradas, com previsão de 150 mil toneladas em 2025 e 1 milhão de toneladas em 2024.

A oferta total de soja para a temporada 2025 deve crescer 10%, alcançando 174,86 milhões de toneladas. Já a demanda total está projetada em 165,7 milhões de toneladas, um aumento de 6% em relação ao ano anterior. Dessa forma, os estoques finais devem subir expressivos 434%, passando de 1,59 milhão para 8,486 milhões de toneladas. Em fevereiro, a previsão era de estoques de 10,914 milhões de toneladas.

Subprodutos

A produção de farelo de soja deve atingir 42,7 milhões de toneladas em 2025, um aumento de 1%. As exportações do subproduto, no entanto, devem recuar 1%, totalizando 23 milhões de toneladas, enquanto o consumo interno deve crescer 3%, alcançando 19,25 milhões de toneladas. Os estoques finais de farelo estão projetados em 2,458 milhões de toneladas, um aumento de 22%.

Óleo de soja

Para o óleo de soja, a projeção é de uma produção de 11,13 milhões de toneladas em 2025, um crescimento de 1%. As exportações devem cair 20%, para 1,1 milhão de toneladas, enquanto o consumo interno deve subir 4%, atingindo 10,2 milhões de toneladas. O uso para biodiesel está projetado para crescer 10%, alcançando 5,85 milhões de toneladas. A previsão é de uma redução de 39% nos estoques finais, que devem totalizar 187 mil toneladas.



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AgroNewsPolítica & Agro

Cresce o investimento na produção de bioinsumos


A CropLife Brasil (CLB) prevê que a área tratada com bioinsumos no Brasil alcançará 155,4 milhões de hectares na safra 2024/2025, um aumento de 13% em relação ao ciclo anterior. O segmento cresceu 15% na safra 2023/2024 e, com a Lei de Bioinsumos, espera-se ainda mais investimentos, consolidando a liderança brasileira. O mercado global de bioinsumos, avaliado entre U$$ 15 bilhões em 2023, deve atingir U$$ 45 bilhões até 2032.

No entanto, ainda vemos o desafio de empresas no oferecimento de produtos de qualidade superior. A Bionat Solução Biológicas, empresa da Holding Essere Group, se destaca por investir em pesquisa, desenvolvimento e inovação com parcerias público-privadas com EMBRAPA, ESALQ e, mais recentemente UFV, além de possuir laboratórios próprios de P&D e de controle de qualidade industrial para manter o rigor na qualidade do produto entregue. Além disso, promove educação no campo, através do Programa Biológico Não É Tudo Igual, capacitando agricultores e técnicos do setor para a melhor escolha e posicionamento dos bioinsumos em suas propriedades.

 “Investimos em pesquisas para disponibilizar ao agricultor soluções únicas e capazes de ajudar na solução de problemáticas no campo. Todos os processos são conduzidos por agrônomos e biólogos especializados, que utilizam alta tecnologia para melhorar a produtividade no campo, sem agredir o meio ambiente. Com portfólio completo, no qual mais 90% das tecnologias são exclusivas, a Bionat segue inovando e lançando novas tecnologias. Isso reforça o nosso compromisso em inovação com o objetivo de entregar soluções que sejam únicas no mercado”, afirma Álefe Borges, Gestor de Produtos da Bionat.

A empresa foca na produção de bioacaricidas, bioinseticidas, biofungicidas, bionematicidas e promotores de crescimento. Seus lançamentos mais recentes e que representaram maior volume de vendas em 2024 incluem as marcas HABITAT, PEREGRINO e o SPRINTER.

O HABITAT é um biofungicida exclusivo à base de Trichoderma afroharzianum isolado CEN 287, com a maior concentração do mercado, desenvolvido em parceria com a EMBRAPA. Atua no controle de fungos causadores de podridões, tombamentos e mofo-branco, sendo aplicado no tratamento de sementes, sulco de semeadura ou via barra em área total.

O PEREGRINO é o único fungicida e nematicida microbiológico que combina cepas exclusivas de Bacillus subtilis ESALQ EpD2-5 e Bacillus velezensis ESALQ RZ1MS9, selecionadas em parceria com a ESALQ-USP. Essa dupla proteção controla fungos e nematoides por meio de quatro modos de ação e garante mais segurança e sustentabilidade ao produtor.

O SPRINTER é uma tecnologia exclusiva desenvolvida ao longo de 20 anos de pesquisas na ESALQ-USP. Ele promove crescimento vegetal, solubiliza nutrientes e aumenta a tolerância a estresses abióticos, otimizando a produtividade em culturas como cana-de-açúcar, soja, milho e feijão.

Outras inovações já foram apresentadas ao mercado no segmento de bioinseticidas, como ACCURATE S, DISSARA e SPAITERAN, que chegam ao mercado em 2025. ACCURATE S já está disponível e tem foco no controle da lagarta-do-cartucho no milho. DISSARA tem foco no controle de lagartas de qualquer tamanho (6 espécies registradas), direcionado aos cultivos de algodão. Já SPAITERAN, visa atender o desafio do controle de pragas da ordem coleóptera, como o bicudo-da-cana-de-açúcar e a broca-do-café. “É com esse caráter inovador que a Bionat almeja ser a melhor empresa em soluções biológicas para a agricultura, sempre com foco no propósito de ajudar o produtor rural na sua missão de alimentar o mundo”, reforça Álefe Borges.

Sobre

O Essere Group reúne quatro unidades de negócios: A Bionat Soluções Biológicas conta com uma equipe de profissionais altamente qualificada, pautada pelo desenvolvimento, produção e comercialização de novas tecnologias para levar inovação ao campo e melhorar a produtividade, sem agredir o meio ambiente. É referência em soluções para a promoção do crescimento de plantas e controle biológico de pragas e fitopatógenos. A Bionat é a primeira empresa exclusiva de bioinsumos, genuinamente nacional, a receber a certificação ISO 14001:2015, com atuação nos segmentos de Biofungicidas, Bioacaricidas, Bioinseticidas, Bionematicidas, Promotores de crescimento e Fixadores de Nitrogênio.

A Kimberlit Agrociências cria as melhores soluções em nutrição especializada, fisioativadores e tecnologia de aplicação, entendendo as reais dores e necessidades dos agricultores e pecuaristas de todo o Brasil. Apoiada pelo sistema de gestão de qualidade, ISO 9001, desde 2005, a empresa investe constantemente em Pesquisa & Desenvolvimento de novos processos e produtos, que oferecem alto desempenho no campo. É uma das maiores empresas de fertilizantes do país, uma das melhores para se trabalhar e uma das que mais contribuem para o sucesso dos verdadeiros protagonistas dessa história: os produtores rurais. Atua nos segmentos de nutrição especializada, fisioativadores e tecnologia de aplicação.

A Loyder Brasil produz fertilizantes inteligentes NPK para aplicação via solo, que entregam alta performance em produtividade, através do aumento da eficiência e aplicação de tecnologias inovadoras. São soluções que visam aumentar a disponibilidade dos nutrientes para as plantas, de acordo com a necessidade das lavouras. Já a Floema Logística atende exclusivamente a demanda do Essere Group, desempenhando um papel muito estratégico de conectar as pontas da cadeia produtiva, cumprindo a função de entregar as soluções certas, no momento certo, e com a conservação da melhor qualidade. Conta também com transporte refrigerado, o que é bastante importante na cadeia logística dos produtos biológicos. Saiba mais em https://essere.group/





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Ana Castela é empossada embaixadora da 70ª Festa do Peão de Barretos



A cantora Ana Castela foi oficialmente empossada como embaixadora da 70ª Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos, o maior evento do gênero na América Latina. A cerimônia de posse, conduzida pela apresentadora Marina Fabris, ocorreu na noite de ontem (20), no Villa Country, em São Paulo. “Ana, estamos orgulhosos de ter você como embaixadora de uma edição histórica da nossa festa”, afirmou Jerônimo Muzetti, presidente de Os Independentes, ao entregar o certificado para a cantora.

O diretor cultural do evento, Pedro Muzeti, presenteou a embaixadora, representando Os Independentes, com uma roupa desenhada com exclusividade para Ana Castela, inspirada nos trajes típicos das rainhas e princesas do rodeio e com as cores da associação. A roupa foi criada e confeccionada pelo estilista Marcelo Ortale.

Emocionada, a artista destacou a importância do título. “Ser escolhida como embaixadora da Festa do Peão de Barretos me deixou muito feliz. No ano passado já aproveitei muito e, neste ano, vou aproveitar muito mais. Agradeço todo apoio que tenho recebido”, disse Ana Castela.

O show da noite ficou por conta de Luan Pereira, que comandou a celebração ao lado de Ana Castela e dos convidados Maria Cecília & Rodolfo, Fiduma & Jeca, Loubet, Leo & Raphael, Us Agroboy, Jiraya Uai, Panda, Ícaro & Gilmar, Humberto & Ronaldo, VH & Alexandre e Bruno Rosa.

Novidades

Navio Barretos 70 anos: de 28 de novembro a 1º de dezembro de 2025, a bordo do MSC Preziosa. Shows de César Menotti & Fabiano, Edson & Hudson, Maiara & Maraisa, Matogrosso & Mathias, Simone Mendes, Dennis e Victor & Leo.

Etapas do rodeio: além da música, Barretos é o epicentro das maiores competições de rodeio do país, confirmando que será sede das finais dos principais campeonatos nacionais e internacionais, como a Liga Nacional de Rodeio, o Barretos International Rodeo e provas cronometradas, o que reafirma sua posição como referência mundial no esporte.

Barretos 70 anos

A 70ª edição da Festa do Peão de Barretos contará com 24 horas de atrações no Parque do Peão durante seus 11 dias, de 21 a 31 de agosto. A programação musical do primeiro dia (21/08) terá shows das duplas Fernando & Sorocaba, João Bosco & Vinícius e Guilherme & Santiago.

Os ingressos para todos os dias já estão à venda pelo site barretos.totalacesso.com.

Circuito Sertanejo em Barretos

A Festa do Peão de Barretos integra o Circuito Sertanejo, a maior plataforma de shows do Brasil, que reúne os seis principais eventos de música sertaneja: Expo Londrina, Ribeirão Rodeio Music, Pedro Leopoldo Rodeio Show, Festa do Peão de Boiadeiro Barretos, Jaguariúna Rodeo Festival e Caldas Country Festival.

A iniciativa é fruto das parcerias entre Together – unidade de negócios da Ambev, que atua como facilitadora no mercado de grandes eventos, conectando pessoas, soluções e serviços – e a Diverti – empresa com mais de 20 anos de experiência e atuação na indústria do entretenimento – com organizadores de cada uma das etapas do Circuito.



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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Movimentações nos portos gaúchos crescem no primeiro mês de 2025


Com 326 embarcações recebidas em janeiro, o complexo portuário do Rio Grande do Sul fechou o primeiro mês de 2025 com um incremento de 7,48% nas movimentações. Juntas, as unidades administradas pela Portos RS somaram 3.562.589 toneladas, com destaque para Rio Grande que obteve um crescimento de 9,44% em relação ao mesmo período do ano passado.

Quando somadas, as operações realizadas no cais público rio-grandino e nos terminais atuantes no distrito industrial alcançaram o total 3.450.632 toneladas. Quanto ao segmento de carga, os granéis sólidos representam 57,3% do total movimentado. Na sequência aparecem as cargas gerais, com 35% de representatividade, e os granéis líquidos, com 7,7%.

Quanto ao crescimento nas movimentações, as cargas de sulfato foram as que mais se destacaram no período, com aumento de 613,43%. Os fosfatos também apresentaram incremento em suas operações e alcançaram um crescimento de 187,11%. As movimentações de cargas de carne registraram uma variação positiva de 39,27% e a celulose outros 29,92%.

Outra atividade que manteve a tendência de crescimento foi a de movimentação de contêineres. Em comparação com o mesmo período de 2024, o complexo portuário rio-grandino contabilizou um aumento de 46,27% e alcançou uma movimentação total de 84.643 TEUs, unidade de medida correspondente a um contêiner de 20 pés.

As exportações neste primeiro mês tiveram como países de destino o Vietnã (449.266t), a China (403.103t), a Arábia Saudita (131.329t), a Coreia do Sul (120.336t) e os Estados Unidos (89.356t). Já as importações tiveram como origem a China (267.743t), a Argentina (184.714t), o Peru (57.537t), a Noruega (54.253t) e os Estados Unidos (50.924t).

Pelotas

No Porto de Pelotas, as operações alcançaram 89.093 toneladas. As toras de madeira, utilizadas para a produção de celulose, foram responsáveis pela maior parte dessas movimentações e alcançaram 86.302 toneladas. Já o clínquer, que é o cimento em sua fase bruta de fabricação, respondeu por 2.791 toneladas movimentadas em janeiro.

Porto Alegre

O cais público da capital registrou a movimentação de 28.864 toneladas. Os insumos para a produção de fertilizantes são os principais produtos recebidos pela unidade e totalizaram 12.819 toneladas em janeiro. O trigo aparece logo em seguida, com uma movimentação de 10.743 toneladas e os carregamentos de sal encerraram o mês com 5.302 toneladas.





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EUA pretende investir até US$ 100 milhões para combater a doença



O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) pretende investir até US$ 100 milhões em projetos para combater a influenza aviária altamente patogênica (HPAI), mais conhecida como gripe aviária, anunciou ontem (20) a agência. O montante será aplicado no financiamento de projetos de prevenção, pesquisas sobre terapias e possíveis vacinas, disse o USDA em comunicado.

A agência informou também que garantiu novos compromissos para importar ovos da Turquia e da Coreia do Sul, e continua em negociações com outros países para expandir ainda mais a oferta no curto prazo.

“O USDA está realizando investimentos direcionados e impulsionando a inovação para manter a oferta de alimentos robusta e acessível”, disse no comunicado a secretária de Agricultura dos EUA, Brooke Rollins.

Segundo o USDA, os preços de ovos no atacado já recuaram quase 50% desde 26 de fevereiro.

Emily Metz, presidente do American Egg Board, uma organização de marketing financiada pelo setor, explicou que a oferta reduzida de ovos é resultado da gripe aviária altamente patogênica. Segundo ela, será necessário um período prolongado sem novos surtos da doença em granjas para que a oferta se estabilize.



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Decreto autoriza comércio interestadual de leite, ovos e mel



O comércio interestadual de leite fluido pasteurizado e ultrapasteurizado, de mel e de ovos in natura, foi autorizado em caráter excepcional, conforme decreto nº 12.408, publicado no Diário Oficial da União (DOU), na última sexta-feira (14).

De acordo com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), a medida beneficia estabelecimentos registrados em serviços de inspeção estadual, distrital e municipal que possuam cadastro geral ativo no Sistema de Gestão de Serviços de Inspeção (e-Sisbi).

A autorização tem validade de um ano e não altera as exigências de saúde animal aplicáveis para o trânsito dos produtos, conforme programas oficiais de controle ou de erradicação de doenças do departamento de Saúde Animal da Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura e Pecuária (SDA/Mapa).

Na Bahia, a Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab) estima que o decreto, pode estimular uma adesão significativa, sobretudo das agroindústrias familiares e de pequeno porte.

Para o diretor geral do órgão, Paulo Sérgio Luz, o decreto reconhece a qualidade dos produtos regionais e incentiva o desenvolvimento da economia local.

“A equivalência das certificações do SIE ou SIM ao SISBI garante a ampliação de mercado, aumento das vendas e o reconhecimento da sua marca. A possibilidade de comercializar em outros estados também abre portas para parcerias com distribuidores, supermercados e outros estabelecimentos”, avalia Paulo Sérgio Luz.

A autorização é válida por um ano e integra o pacote anunciado pelo governo federal para tentar baratear os preços dos alimentos.

Programas de controle

Segundo o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, os produtos beneficiados pelo decreto não correm nenhum risco de precarização sanitária.

Os produtos destinados ao comércio interestadual deverão apresentar rótulo com informações de rastreabilidade, incluindo o serviço de inspeção responsável, ser submetidos a controles oficiais e a programas de controle para assegurar a inocuidade do alimento e cumprir os critérios microbiológicos, físico-químicos e higiênico-sanitários estabelecidos na legislação.

Segundo o governo, os registros acima deverão ser mantidos, no mínimo, pelo período de um ano, contado da data final do prazo de validade dos produtos.


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AgroNewsPolítica & Agro

Manejo inadequado do gado leiteiro intensifica perdas



Os impactos financeiros da mastite são diretos e indiretos



Os impactos financeiros da mastite são diretos e indiretos
Os impactos financeiros da mastite são diretos e indiretos – Foto: Pixabay

A mastite é uma das doenças mais prejudiciais à produção de leite, causando perdas econômicas significativas para pecuaristas. Segundo a zootecnista Paula Kawakami, da Syntec, a falta de um manejo adequado pode elevar os custos da doença, comprometendo a rentabilidade das fazendas. Fatores como higiene deficiente, manipulação incorreta dos animais e falhas na ordenha favorecem a inflamação das glândulas mamárias, aumentando a necessidade de tratamentos e o descarte de leite contaminado.  

Os impactos financeiros da mastite são diretos e indiretos. Além do uso intensivo de medicamentos e prejuízos com a perda de leite, a doença afeta a fertilidade do rebanho e reduz a produtividade. A qualidade inferior do leite pode gerar descontos no preço pago pelos laticínios, enquanto o enfraquecimento do gado torna os animais mais vulneráveis a outras enfermidades, elevando os custos com cuidados veterinários.  

A melhor estratégia para evitar esses prejuízos é investir em manejo eficiente. Medidas como higiene rigorosa, ordenha adequada e monitoramento constante da saúde do rebanho são essenciais para prevenir e controlar a mastite. Tecnologias como sistemas de ordenha automatizados e acompanhamento veterinário especializado contribuem para minimizar as perdas, garantindo maior produtividade e qualidade do leite.  

Para auxiliar na recuperação dos animais afetados, a Syntec oferece o Gentomicin Mastite, um antibiótico intramamário eficaz contra diversos microrganismos causadores da doença. Com medidas preventivas e tratamento adequado, os pecuaristas podem reduzir os impactos da mastite e garantir maior rentabilidade na produção leiteira.

 





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Brasil deve encerrar semana com negócios travados



O comércio brasileiro de milho volta apresentar um ambiente de negócios travado e preços firmes, com produtores atuando com pouca força na fixação de oferta, colocando dificuldade para consumidores avançarem posição em estoques. Em São Paulo, o preço do balcão subiu hoje (21), mas a fixação continua lenta.

Há especulações sobre a evolução do clima para a safrinha. Estão no radar também a colheita da soja e as questões relacionadas à logística.

Preços do milho no Brasil

No Porto de Santos, o preço ficou entre R$ 79,00/85,00 a saca (CIF). Já no Porto de
Paranaguá, cotação entre R$ 79,00/85,00 a saca. Veja a cotação por estado e regiões:

  • Paraná – R$ 80,00/82,00 a saca em Cascavel
  • São Paulo – R$ 91,00/93,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 94,00/96,00 a saca.
  • Rio Grande do Sul – R$ 76,00/78,00 a saca em Erechim.
  • Minas Gerais – R$ 87,00/90,00 a saca em Uberlândia.
  • Goiás – R$ 83,00/R$ 86,00 a saca em Rio Verde – CIF.
  • Mato Grosso – R$ 80,00/83,00 a saca em Rondonópolis.

Preços do milho na Bolsa de Chicago

Os contratos com vencimento em maio operam cotados a US$ 4,68 3/4 por bushel, recuo de 0,25 centavo de dólar, ou 0,05%, em relação ao fechamento anterior. O mercado tenta prolongar o viés positivo do pregão anterior, sustentado pela expectativa de uma demanda aquecida pelo produto dos Estados Unidos.

No entanto, a realização de lucros e a preocupação com um possível aumento da oferta global limitam uma alta mais expressiva das cotações. Apenas os contratos com vencimento em maio/25 operam em baixa.

Expectativa

Na quinta-feira (20), o Conselho Internacional de Grãos previu um aumento na produção global de milho na safra 2025/26, com safras maiores nos Estados Unidos, Brasil, Argentina e Ucrânia. O órgão intergovernamental, em sua atualização mensal, projetou uma safra global de 1,269 bilhão de toneladas, acima dos 1,217 bilhão da temporada anterior.

Os investidores se antecipam à divulgação dos relatórios do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) sobre estoques de grãos e intenção de plantio, prevista para 31 de março, que fornecerá estimativas sobre a safra de 2025.

Ontem, os contratos com entrega em maio de 2025 fecharam com alta de 7,00 centavos, ou 1,51%, cotados a US$ 4,69 por bushel. Os contratos com entrega em julho de 2025 fecharam com avanço de 6,25 centavo, ou 1,33%, cotados a US$ 4,75 1/2 por bushel.



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Projeto permite pagamento de indenização a agricultor sem o CAR



O Projeto de Lei 220/25 retira a obrigatoriedade do uso do Cadastro Ambiental Rural (CAR) para identificar imóveis rurais que podem receber indenizações do Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro).

Em análise na Câmara dos Deputados, o projeto altera a Lei 12.058/09, que trata de apoio financeiro da União aos entes federados.

O CAR é um registro eletrônico obrigatório para todos os imóveis rurais, com o objetivo regularizar a situação . O objetivo é reunir informações sobre a situação ambiental da propriedade para facilitar o controle do desmatamento.

Já o Proagro é um incentivo pago pelo governo federal à agricultores que tiveram prejuízos na lavoura em razão de eventos climáticos ou pragas.

O autor, deputado Heitor Schuch (PSB-RS), argumenta que a vinculação do CAR ao pagamento da indenização prejudica, por exemplo, agricultores que exploram o mesmo imóvel.

“Quando dois agricultores exploram um mesmo imóvel de forma independente (mesma matrícula), mas com uma única inscrição no CAR, qualquer acionamento do Proagro feito por um deles impacta também o outro, ainda que suas atividades sejam distintas”, observou.

O projeto também cria fundo específico para os recursos do Proagro que não forem utilizados.

“Essa reserva será usada em períodos de maior necessidade, reduzindo a dependência de aportes emergenciais e garantindo maior previsibilidade financeira”, justificou o autor.

Próximas etapas

A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será analisada pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.



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