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Veja como ficam as condições do tempo em todo o Brasil neste sábado (29), de acordo com análise da Climatempo, e saiba onde vai ter chuva.
O volume de chuva diminui, mas algumas pancadas isoladas podem ocorrer no centro-norte do Rio Grande do Sul, leste de Santa Catarina e algumas áreas da região central e norte do Paraná.
A maior parte de sábado vai ser marcada por sol e nebulosidade variável.
Dia de sol e calor na região. A manutenção da presença de umidade na atmosfera deve colaborar para pancadas isoladas no interior e oeste de São Paulo, áreas do centro-sul e noroeste de Minas Gerais, assim como chuva de maneira localizada no leste paulista, Rio de Janeiro e Espírito Santto.
As pancadas continuam ocorrendo com força no interior de Goiás e em Mato Grosso. O dia terá sol, nebulosidade variável e condições de chuva entre o fim da manhã e a tarde.
Mato Grosso do Sul vai começar o sábado com sol, mas pancadas de chuva se concentram no período da tarde e da noite.
A atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) estimula nuvens carregadas no norte do Maranhão; São Luís volta a ficar em alerta para temporais.
Há condições de pancadas moderadas no centro-leste e sul do Piauí, assim como no Ceará.
Chove de forma moderada na costa leste da região, enquanto o ar segue mais seco no interior da Paraíba, Pernambuco e nordeste da Bahia.
A chuva continua em todas as áreas da região. Dia de sol entre nuvens e pancadas a qualquer hora do dia no Amazonas, Pará, Roraima, Amapá e Tocantins.
Os agentes estão realizando a derriça das plantas

Foto: Fundecitrus
Os trabalhos do departamento de Pesquisa de Estimativa de Safra (PES) para anúncio da safra 2025-2026 já começaram. Os agentes estão realizando a derriça das plantas, e os frutos estão sendo enviados para contagem e pesagem.
Fernando Delgado, supervisor da PES, explica que esse é um momento fundamental para a coleta de dados que servirão como base para a estimativa. “Os frutos chegam aqui no barracão, vindos de toda parte do cinturão citrícola, e fazemos todo o processo de separação por florada, contagem e pesagem. Com isso, no dia 9 de maio, poderemos divulgar a estimativa da próxima safra”, detalha.
A pesquisa utiliza imagens de satélite em alta definição, que permitem a identificação dos pomares de citros. As propriedades citrícolas são visitadas por agentes do Fundecitrus, que medem e identificam todos os talhões de citros, coletando dados como quantidade e variedade. As informações sobre cada pomar são mantidas em sigilo. Os dados são contabilizados e agrupados por região, garantindo o anonimato dos participantes.
O trabalho segue um rigoroso protocolo metodológico, assegurando que as informações coletadas sejam precisas e representativas da realidade do setor citrícola.
Nas últimas semanas, os pesquisadores do Fundecitrus Juan Arenas, Mônica Neli Alves e Sílvio Lopes participaram do XXIII Conference of the International Organization of Citrus Virologists, realizado em Mildura, uma das maiores regiões produtoras de frutas cítricas da Austrália.
Durante o evento, a pesquisadora Mônica Neli Alves apresentou os avanços das pesquisas conduzidas pelo Fundecitrus, que exploram o uso de espécies oceânicas no melhoramento genético de citros resistentes ao greening. Já o pesquisador e consultor do Fundecitrus Sílvio Lopes apresentou um panorama comparativo entre duas das principais doenças da citricultura mundial: o greening e a clorose variegada dos citros (CVC).
Além do evento, os pesquisadores também visitaram a Queensland University of Technology (QUT), universidade australiana de ensino e pesquisa localizada em Brisbane, e a Bundaberg Research Station – Department of Agriculture and Fisheries (DAF), um departamento do governo australiano que apoia pesquisas em agricultura, pesca e silvicultura, situado em Bundaberg. O objetivo da visita foi fortalecer a parceria já estabelecida com o DAF, por meio do melhorista de citros Malcolm W. Smith, visando o desenvolvimento de citros resistentes à bactéria causadora do greening.
Para Mônica Neli Alves, essa parceria é fundamental, considerando que o continente da Oceania é o centro de origem das espécies Microcitrus e Eremocitrus, previamente identificadas como resistentes à bactéria associada à presença do greening. “Desde 2021, interagimos com equipes de instituições australianas devido aos estudos com as espécies Microcitrus e Eremocitrus, conhecidas como limão-caviar (Finger Lime) e lima-do-deserto (Desert Lime). Estudos demonstraram que essas espécies são menos suscetíveis e, em alguns casos, resistentes à Candidatus Liberibacter asiaticus, bactéria associada ao greening”, explica.
A pesquisadora destaca que essas espécies são sexualmente compatíveis com citros comerciais (laranjas, limas, limões e tangerinas), originários da Ásia. “Por esse motivo, são materiais extremamente importantes para a identificação de genes de resistência e marcadores moleculares a serem incorporados no programa de melhoramento genético do Fundecitrus, visando um controle mais sustentável e eficiente da doença”, conclui.
Ao todo, cerca de 40 produtores participaram das reuniões

Foto: Fundecitrus
O Fundecitrus realizou, na última quarta-feira (26), reuniões com citricultores dos municípios paulistas de Brotas e Pirangi para reforçar o controle da população de psilídeo e manejo do greening.
Em Brotas, o encontro foi ministrado pelo engenheiro-agrônomo do Fundecitrus Murilo Piccin, que destacou os índices de captura de psilídeos na região e a necessidade de fortalecer ações que promovam impacto direto na mitigação da doença.
Em Pirangi, o engenheiro-agrônomo Olavo Bianchi ressaltou a necessidade de os produtores darem continuidade ao trabalho que vêm desenvolvendo no controle do inseto, uma vez que os índices de captura apresentaram uma queda na região.
Ao todo, cerca de 40 produtores participaram das reuniões realizadas nos dois municípios.
Onda de calor impacta colheita
Agrolink
– Seane Lennon

Foto: Canva
O preço do tomate longa vida apresentou alta expressiva nas últimas semanas. Na Ceasa Serra, o quilo foi cotado a R$ 4,00, enquanto na Ceasa Porto Alegre, o valor chegou a R$ 5,00. Os produtores que vendem para intermediários receberam entre R$ 3,00 e R$ 3,50 por quilo, dependendo do calibre do fruto.
O aumento nos preços é atribuído à menor oferta do produto em março, reflexo da onda de calor que antecipou a colheita em fevereiro. “A redução dos volumes disponíveis no mercado impactou diretamente os preços”, aponta o relatório.
O tomate longa vida, que estava a R$ 5,00/kg, chegou a R$ 7,50/kg, uma alta de 50%. A tendência de valorização é comum entre o fim de março e o início de abril, período de encerramento da safra. Em anos anteriores, o quilo do tomate atingiu R$8,00, e a expectativa é de que o cenário se repita em 2025.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) publicou, nesta sexta-feira (28), no Diário Oficial da União, o edital do novo concurso público nacional da empresa. A Conab oferece 403 vagas, e a remuneração inicial para o cargo de nível médio é de R$ 3.459,87. Para cargos de nível superior, o salário é de R$ 8.140,88.
O processo, organizado pelo Instituto Consulpam, está com inscrições abertas de 14 de abril a 15 de maio. As provas objetivas e discursivas estão programadas para 13 de julho deste ano, com aplicação em todas as capitais brasileiras.
Há oportunidades para assistente, cargo que exige nível médio completo ou médio com formação técnica em tecnologia da informação, contabilidade e técnico agrícola. E para o cargo de analista, que requer nível superior em diversas áreas.
Entre as graduações aceitas estão administração, contabilidade, arquitetura, engenharias (civil, elétrica, mecânica, de alimentos, agrícola e agronômica), nutrição, psicologia, economia, gestão do agronegócio, arquivologia, direito, estatística, jornalismo, marketing, letras, pedagogia e tecnologia da informação.
Os candidatos interessados devem acompanhar possíveis atualizações no cronograma pelo site oficial do Instituto Consulpam. O valor da inscrição é de R$ 50 para cargos de nível médio e de R$ 80, para os de nível superior.
Segundo a Conab, o concurso prevê vagas para diferentes regiões do país e tem como objetivo renovar e fortalecer o quadro de funcionários. A companhia reforça a necessidade de manter a eficiência nas operações de abastecimento e segurança alimentar e nutricional no Brasil.
Os aprovados atuarão em diversas áreas estratégicas da companhia, desde o planejamento até a execução de políticas públicas relacionadas aos setores agrícola e alimentar.

O mercado brasileiro teve ritmo de negócios travado nesta sexta-feira (28). Mas houve avanço na fixação de oferta em várias localidades, como em São Paulo e Paraná.
Por outro lado, de acordo com a análise da consultoria Safras & Mercado, os consumidores começam adotar uma postura mais retraída nas negociações, tentando preços mais fracos para o milho.
Nos próximos dias os agentes devem prestar atenção no relatório de intenção de plantio dos Estados Unidos, no clima no Brasil e nas questões de logística. O movimento dos futuros do milho segue como ponto de especulação.
Porto de Santos (SP): de R$ 78 a R$ 85
Porto de Paranaguá (PR): de R$ 78 a R$ 85,
Cascavel (PR): de R$ 78 a R$ 80
Mogiana (SP): de R$ 88 a R$ 90
Campinas (SP): de R$ 90 a R$ 92
Erechim (RS): de R$ 79 a R$ 81
Uberlândia: de R$ 80 a R$ 83
Rio Verde (GO): de R$ 79 a R$ 82
Rondonópolis: de R$ 82 a R$ 85
A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fechou a sessão do dia com baixa nos preços para o milho. O mercado foi pressionado por uma expectativa de que o plantio nos Estados Unidos aumente neste ano, consolidando uma semana baixista.
No período, a posição maio/25 acumulou queda de 2,36%. A fraqueza do dólar frente a outras moedas correntes, por outro lado, limitou perdas ainda mais expressivas na sessão.
Os investidores ainda operaram em compasso de espera pelo relatório de intenção de plantio do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), previsto para 31 de março. As projeções iniciais apontam para um possível aumento da área de milho em detrimento da soja, o que pode influenciar os preços no curto prazo.
No relatório de intenção de plantio de 31 de março, o USDA deve indicar área maior que os 94 milhões de acres apontados na estimativa divulgada em fevereiro, durante o Fórum Anual do Departamento.
Pesquisa realiza pela agência Dow Jones indica que o mercado está apostando em número de 94,165 milhões de acres, enquanto a Agência Reuters projeta uma área de 94,361 milhões de acres.
No ano passado, os americanos semearam 90,594 milhões de acres de milho. A média das projeções oscila entre 90,4 milhões e 96,6 milhões de acres.
Os estoques trimestrais norte-americanos de milho na posição 1o de março de 2025 deverão ficar abaixo do número indicado pelo USDA em igual período do ano passado.
A projeção é de analistas e corretores entrevistados pelas agências internacionais, que indicam estoques trimestrais de 8,195 bilhões de bushels. Em igual período do ano anterior, o número era de 8,352 bilhões de bushels.
Os recibos podem ser consultados digitalmente
Agrolink
– Leonardo Gottems

Os recibos podem ser consultados digitalmente – Foto: Pixabay
Uma nova ferramenta digital desenvolvida pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), em parceria com a Agência de Inovação Zetta/UFLA, está transformando a regularização ambiental de assentamentos rurais no Brasil. O Módulo Lote CAR (MLC) individualiza o cadastro dos lotes no Sistema de Cadastro Ambiental Rural (SICAR), garantindo segurança jurídica aos assentados e facilitando o acesso a políticas públicas. O projeto conta com a colaboração do Serviço Florestal Brasileiro e da Agência Alemã de Cooperação Técnica.
O MLC permite a individualização dos lotes digitalmente por meio da divisão do assentamento dentro do sistema. Um servidor do Incra ou colaborador autorizado analisa as informações do lote e, após validação, o sistema gera um arquivo .CAR, sincronizando automaticamente os dados com o SICAR. Caso esteja em conformidade, um recibo de registro no Cadastro Ambiental Rural é emitido, documento essencial para acesso a créditos e programas de incentivo.
Os recibos podem ser consultados digitalmente, por unidades do Incra e instituições parceiras, garantindo mais transparência e segurança nas informações. Com a regularização ambiental concluída, os assentados podem acessar créditos rurais, projetos de infraestrutura e programas de assistência técnica. Essa inovação reforça o compromisso com a modernização da reforma agrária, agilizando processos e ampliando oportunidades para a agricultura familiar no Brasil.
“Pode-se afirmar que o Módulo Lote CAR (MLC) constitui uma ramificação do Sistema de Cadastro Ambiental Rural (SICAR). A Zetta, por sua vez, destaca-se como a instituição detentora do maior conhecimento e expertise em relação à plataforma do SICAR, uma vez que, em conjunto com o Serviço Florestal Brasileiro, foi responsável pelo desenvolvimento do sistema. Dessa forma, a agência – munida de todo o arcabouço técnico e jurídico que envolve o MLC – desempenha um papel fundamental no processo de aprimoramento contínuo e na evolução do sistema”, destaca a equipe Zetta.

O mercado brasileiro de soja teve mais um dia de bastante movimento nesta sexta-feira (28), especialmente nos portos. Os preços domésticos ficaram mistos, acompanhando a volatilidade da Bolsa de Chicago.
A alta do dólar contribuiu para esse cenário, ainda que os prêmios tenham recuado no mercado spot, resultando em oscilações nas cotações ao longo do dia.
Conforme a consultoria Safras & Mercado, apesar do alto custo logístico, o contexto de cotações firmes favoreceu bons negócios. O produtor, querendo ou não, tem vantagem em negociar nesses níveis. É possível que a comercialização na semana tenha ficado entre 1,5 milhão e 2 milhões de toneladas.
Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sexta-feira em alta. Na semana, o ganho acumulado na posição maio ficou em 1,56%.
A perspectiva de uma menor área a ser plantada nos Estados Unidos em 2025 garantiu a elevação.
Na próxima segunda-feira (31), o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) vai divulgar o seu relatório de intenção de plantio. A previsão deverá indicar área menor que a estimativa divulgada em fevereiro, durante o Fórum Anual do Departamento.
Pesquisa realizada pela agência Dow Jones indica que o mercado está apostando em número de 83,76 milhões de acres.
No ano passado, os americanos semearam 87,05 milhões de acres. A média das projeções oscila entre 82,5 milhões e 85,5 milhões de acres.
Se a expectativa do mercado for confirmada, o USDA vai indicar um número inferior aos 84 milhões de acres indicados durante o fórum.
A área de soja deverá ficar abaixo da de milho, projetada em 94,17 milhões de acres, contra 90,59 milhões do ano anterior.
Também na segunda será divulgado o relatório com a posição dos estoques americanos em 1º de março. O mercado espera estoques em 1,895 bilhão de bushels. Em igual período do ano passado, o número era de 1,845 bilhão. Em dezembro, os estoques estavam em 3,1 bilhões de bushels.
Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com alta de 6,25 centavos de dólar ou 0,61% a US$ 10,23 por bushel.
A posição julho teve cotação de US$ 10,37 1/4 por bushel, ganho de 6,75 centavos ou 0,65%.
Nos subprodutos, a posição maio do farelo fechou com baixa de US$ 1 ou 0,33% a US$ 293,50 por tonelada.
No óleo, os contratos com vencimento em maio fecharam a 45,16 centavos de dólar, com alta de 0,89 centavo ou 2,01%.
O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,05%, sendo negociado a R$ 5,7609 para venda e a R$ 5,7589 para compra.
Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7464 e a máxima de R$ 5,7819. Na semana, a moeda teve valorização de 0,79%.