segunda-feira, maio 25, 2026

Agro

News

Guerra comercial, câmbio e clima: os fatores que movimentaram a soja e o milho



A semana foi marcada por diferentes acontecimentos econômicos que impactaram os mercados de soja e milho, no Brasil e no exterior. Segundo a plataforma Grão Direto, a intensificação da guerra comercial entre Estados Unidos e China, aliada a dados econômicos robustos nos EUA e movimentações na área de plantio americana, trouxe volatilidade aos preços e influenciou decisões estratégicas de produtores e tradings.

  • Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱

O principal destaque da última semana foi o agravamento da disputa comercial entre Estados Unidos e China. Na quarta-feira (2), o presidente norte-americano Donald Trump anunciou novas tarifas sobre diversos países. Em resposta, a China divulgou na sexta-feira (4) um aumento de 34% nas tarifas sobre produtos agrícolas americanos, incluindo a soja, o que torna inviáveis as exportações dos EUA para o país asiático.

A medida favorece diretamente a soja brasileira, que já vinha sendo beneficiada desde o início do conflito comercial em 2018. Com isso, os prêmios de exportação subiram nos portos brasileiros, enquanto os contratos futuros da soja na Bolsa de Chicago (CBOT) para maio encerraram a semana em queda, cotados a US$ 9,77 por bushel, recuo de 3,41%.

Mercado no Brasil segue firme

No mercado interno, os preços da soja seguiram sustentados pela demanda internacional aquecida e pela competitividade frente ao produto americano. O índice de soja exportação da Grão Direto iniciou a semana a R$ 133,66 por saca e fechou a R$ 134,10 na sexta-feira. Apesar da estabilidade nos preços, gargalos logísticos e a alta nos fretes continuam a dificultar o escoamento da safra recorde nacional.

Óleo de soja sofre impacto

As cotações do óleo de soja recuaram mais de 4% ao longo da semana, pressionadas pela queda do petróleo, que acumulou baixa de 7,5%. O óleo de soja, amplamente utilizado na produção de biocombustíveis, acompanha diretamente os movimentos do setor energético.

Além disso, a desvalorização do óleo de palma no mercado internacional também reforçou o cenário de baixa, pressionando as cotações da soja em grão.

USDA

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou, na última segunda-feira, aumento de 5% na área plantada de milho (95,3 milhões de acres) e redução de 4% na área de soja (83,5 milhões de acres) para a próxima safra. A mudança reflete a tentativa de produtores americanos de reduzir os impactos das tarifas chinesas sobre a soja, uma vez que o milho é menos dependente da exportação.

A reconfiguração das áreas de plantio pressionou os preços futuros das commodities em Chicago e reforçou o cenário de competição internacional mais acirrada.

O avanço do dólar

O dólar comercial encerrou a semana cotado a R$ 5,83, com alta acumulada de 3,85%. O avanço da moeda americana foi impulsionado pelos dados do payroll norte-americano, que registrou a criação de 228 mil empregos em março, acima das expectativas. A divulgação reforçou o otimismo com a economia dos Estados Unidos e fortaleceu o dólar globalmente.

Além disso, o aumento da aversão ao risco nos mercados internacionais, provocado pela escalada da guerra comercial, também beneficiou moedas fortes. No Brasil, a valorização cambial melhora a competitividade das exportações agrícolas, mas impõe pressão sobre os custos de produção, já que diversos insumos são cotados em dólar.



Source link

News

Hoje é o último dia para votar no Prêmio Personagem Soja Brasil!


Ainda dá tempo de escolher seu pesquisador ou produtor favorito e ajudar a reconhecer os profissionais que impulsionam o avanço e a sustentabilidade da soja no Brasil. A votação se encerra nesta segunda-feira, 7 de abril, às 16h (horário de Brasília).

Para participar, basta acessar o link, preencher seus dados e confirmar seu voto. É rápido, simples e faz a diferença.

Foto: Prêmio Personagem Soja Brasil
  • Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱

Conheça os indicados ao Prêmio Soja Brasil:

Alberto Schlatter, produtor rural em Chapadão do Sul (MS), alia tradição e inovação no cultivo da soja. Sua família suíça se estabeleceu no Brasil em 1921, e ele segue investindo no crescimento sustentável da produção.

Outro indicado é Anderson Cavenaghi, professor e doutor em proteção de plantas no Mato Grosso, se especializou no controle de plantas daninhas e no uso de herbicidas, promovendo maior produtividade e sustentabilidade nas lavouras do Cerrado.

Já Cecilia Czepak, professora na Escola de Agronomia da UFG, em Goiás, é referência no manejo integrado de pragas, desenvolvendo estratégias eficazes para o controle de pragas na soja.

Claudia D’Agostini, produtora em Sabáudia (PR), assumiu a fazenda da família ao lado da irmã e busca inovações para aumentar a produtividade e fortalecer a sucessão familiar na agricultura.

Julio Cezar Franchini, pesquisador da Embrapa Soja no Paraná, é especialista em manejo de solos. Seus estudos impactam diretamente a produtividade e a sustentabilidade das lavouras.

Para finalizar o time dos indicados, Oliverio Alves de Melo, produtor rural em Balsas (MA), atua no desenvolvimento agrícola desde 1995 e participa do Programa de Cooperação Nipo-Brasileira para o Desenvolvimento do Cerrado.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Guerra tarifária redesenha tabuleiro do agronegócio



“É hora do Brasil consolidar sua imagem como fornecedor confiável e sustentável”



Brasil desponta como uma alternativa estratégica, principalmente para a China
Brasil desponta como uma alternativa estratégica, principalmente para a China – Foto: Pixabay

As recentes tensões comerciais entre Estados Unidos, China e União Europeia acendem um alerta para o agronegócio brasileiro. De acordo com Carlos Cogo, Sócio-Diretor de Consultoria da Cogo Inteligência em Agronegócio, a escalada de tarifas, sobretaxas e barreiras não tarifárias não é apenas uma disputa econômica, mas envolve também interesses em tecnologia, segurança nacional e liderança geopolítica. A imposição de tarifas de 34% por parte da China sobre produtos norte-americanos, por exemplo, desencadeia uma reorganização no comércio global de alimentos, com impactos diretos no setor agrícola mundial.

Nesse cenário, o Brasil desponta como uma alternativa estratégica, principalmente para a China, que busca novos fornecedores diante do embate com os EUA. Produtos como soja, milho, carne bovina e suína ganham espaço no curto prazo, substituindo exportações norte-americanas e europeias. No entanto, Cogo alerta para os riscos: a excessiva dependência de um único mercado – como a China, que responde por até 70% das vendas em algumas cadeias – torna o Brasil vulnerável a reviravoltas políticas e comerciais.

Além disso, a tendência global de desglobalização e neoprotecionismo, impulsionada por essa guerra tarifária, ameaça o crescimento das exportações agrícolas no longo prazo. Muitos países estão priorizando segurança alimentar e autossuficiência, o que fragmenta cadeias globais de suprimento e impõe novos desafios aos exportadores. 

“É hora do Brasil consolidar sua imagem como fornecedor confiável e sustentável. Diversificar mercados e agregar valor aos produtos são caminhos essenciais para reduzir riscos e ampliar margens. O momento é de oportunidade, mas também de cautela. A atuação do setor privado e da diplomacia comercial será determinante nos próximos anos”, conclui.

 





Source link

News

Tempestade provoca enxurrada e vacas são arrastadas pela correnteza no RJ



Um vídeo publicado no X, por uma moradora do município de Angra dos Reis, registrou o momento em que vacas são arrastadas pela correnteza nas ruas da cidade. Fortes chuvas atingiram o Rio de Janeiro neste final de semana e 300 pessoas estão desalojadas após a tempestade.

A região foi uma das mais afetadas pelo temporal. No vídeo é possível observar dois animais tentando resistir à correnteza com o corpo quase coberto pela água. De acordo com a Defesa Civil do município, nem os bombeiros e nem o próprio órgão foram acionados para ocorrência.

Em alguns pontos da cidade, o nível das chuvas atingiu 300 milímetros em um intervalo de 24 horas entre sexta e sábado. A expectativa era de 170 milímetros para o mês inteiro. No sábado (5), a prefeitura decretou situação de emergência em Angra dos Reis devido aos alagamentos e deslizamentos causados na cidade.

Além de Angra dos Reis, a cidade de Petrópolis, na região da serra fluminense também registrou fortes chuvas que alagaram o município e deixando pessoas desalojadas.

*Com supervisão de Thiago Dantas





Source link

News

Inmet emite alerta laranja de perigo para quatro regiões


O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu três alertas na cor Laranja para ocorrência de chuva forte em dez estados brasileiros nesta segunda-feira (7). Segundo o instituto, o grau de severidade é de perigo com riscos potenciais.

O órgão informa que as chuvas podem ter um acumulado de 50 a 100 mm/dia. As regiões atingidas correm o risco de alagamentos, deslizamentos de encostas, transbordamentos de rios, em cidades com tais áreas de risco.

Áreas afetadas pelas chuvas:

Na região Sul, o Sudoeste Rio-grandense, Centro Ocidental Rio-grandense, Noroeste Rio-grandense, Metropolitana de Porto Alegre, Sudeste Rio-grandense, Nordeste Rio-grandense, Centro Oriental Rio-grandense e Sul Catarinense são locais com possibilidade dessas ocorrências.

No Sudeste, os estados do Espírito Santo e Minas Gerais podem sofrer com as chuvas. Na região Nordeste, cidades do sul da Bahia, do norte do Ceará, do Maranhão e do Piauí também correm risco.

Na região Norte do Brasil, o Amapá e uma grande área do Pará estão no mapa com possibilidade de chuva forte.

Mapa do Inmet com alertas pelo BrasilMapa do Inmet com alertas pelo Brasil
Inmet emitiu três alertas Laranja na manhã desta segunda-feira Foto: divulgação/ Inmet

Instruções

O Inmet orienta que as pessoas evitem enfrentar o mau tempo e observem alteração nas encostas. “Se possível, desligue aparelhos elétricos e quadro geral de energia. Em caso de situação de inundação, ou similar, proteja seus pertences da água envoltos em sacos plásticos”, diz o órgão.

Outras informações podem ser obtidas junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193).



Source link

News

Exportações da carne de frango atingem 476 mil t e avançam 13,8%



As exportações brasileiras de carne de frango (incluindo todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 476 mil toneladas em março, volume 13,8% superior ao registrado no mesmo mês de 2024, quando foram embarcadas 418,2 mil toneladas. Os dados são da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), com base em números da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

A receita gerada pelas exportações também registrou desempenho positivo, alcançando US$ 889,9 milhões, valor 18,5% maior em relação aos US$ 751,3 milhões obtidos no mesmo período do ano anterior.

Com este resultado, o setor acumula no primeiro trimestre de 2025 um total de 1,387 milhão de toneladas exportadas, número 13,7% acima do volume embarcado nos três primeiros meses de 2024, com 1,220 milhão de toneladas. Em receita, o crescimento é ainda mais expressivo, com US$ 2,587 bilhões obtidos no período, frente a US$ 2,142 bilhões em igual intervalo do ano passado – alta de 20,8%.

“A média das exportações de carne de frango se manteve acima das 460 mil toneladas mensais neste primeiro trimestre, o que é inédito na história do setor e aponta para uma provável superação das projeções iniciais da ABPA para este ano. Diversos dos mercados de mais alto valor agregado apresentaram altas expressivas, o que se refletiu, também, em uma receita em nível de crescimento mais elevado em relação aos volumes”, destaca o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Destino da carne de frango

Entre os principais destinos de exportação em março, a China manteve a liderança, com 46,4 mil toneladas embarcadas – volume 19,3% superior ao registrado no mesmo mês de 2024. Na sequência aparecem:

  • Arábia Saudita, com 40,5 mil toneladas (+15,7%)
  • Emirados Árabes Unidos, com 32,2 mil toneladas (-21%)
  • Japão, com 29,8 mil toneladas (-5,5%)
  • África do Sul, com 27,2 mil toneladas (-4,7%)
  • Filipinas, com 25,1 mil toneladas (+43,6%)
  • União Europeia, com 23 mil toneladas (+29,9%)
  • México, com 20,4 mil toneladas (+52,4%)
  • Coreia do Sul, com 14,9 mil toneladas (+18,4%)
  • Iraque, com 14,9 mil toneladas (-7,6%)

Produção nacional

No desempenho por estados, o Paraná segue como o maior exportador nacional, com 192,3 mil toneladas embarcadas em março (+11,6% em relação ao mesmo período do ano anterior). Em seguida estão:

  • Santa Catarina, com 106,1 mil toneladas (+12,1%)
  • Rio Grande do Sul, com 63,2 mil toneladas (+11,2%)
  • São Paulo, com 26,5 mil toneladas (+19,9%)
  • Goiás, com 22,6 mil toneladas (+18,6%)



Source link

News

Produtora de Goiás aposta na moringa e transforma cultivo em negócio lucrativo e sustentável



A engenheira agrônoma Rebeca Araújo, de 31 anos, é um exemplo de como a inovação no campo pode gerar renda, sustentabilidade e transformar a vida de quem trabalha com dedicação.

Moradora de Formosa, município goiano no entorno do Distrito Federal, ela encontrou na moringa uma oportunidade de empreender e criar uma empresa que alia saúde, beleza e respeito ao meio ambiente.

Mãe, produtora rural e apaixonada pelo agronegócio, Araújo se encantou com a moringa há cerca de quatro anos e meio.

A planta, originária da Índia e rica em nutrientes, virou o carro-chefe de sua empresa, a Moringa Beauty, especializada em  suplementação alimentar, ração animal, dermocosméticos, medicina, extração de óleo e até produção de biocombustível.

Em poucos anos, ela conquistou um público fiel e um time de vendas com mais de 18 pessoas, atendendo clientes em Goiás, Minas Gerais e São Paulo.

Com mais de 10 mil clientes atendidos, Araújo comemora o crescimento da empresa e já tem planos de exportar seus produtos para a Europa e os Estados Unidos. A meta é ousada: alcançar 50 mil clientes nos próximos três anos.

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp

Moringa oferece nutrição, saúde e versatilidade no campo

A moringa é considerada uma das plantas mais completas do mundo. Com 92 tipos de nutrientes, 46 antioxidantes e 18 aminoácidos essenciais, ela pode ser usada na alimentação humana, na nutrição animal, na indústria cosmética e até na produção de biocombustíveis.

Araújo soube enxergar o potencial da planta não só como negócio, mas como uma aliada para o produtor rural.

A silagem da moringa, por exemplo, é altamente nutritiva e pode complementar a alimentação do rebanho, especialmente em períodos de estiagem.

A planta ainda contribui para a recuperação do solo, purificação da água e captura de carbono, sendo uma alternativa promissora para quem busca produção sustentável e de baixo custo.

Outro diferencial é o apoio à agricultura familiar. Toda a cadeia produtiva é pensada para fortalecer pequenos produtores e manter práticas sustentáveis do início ao fim.

“Acredito que todo empreendedor precisa buscar capacitação, pois aprender a fazer as coisas do jeito certo desde o começo faz toda a diferença no sucesso do negócio”, salienta a produtora rural.

O apoio de instituições como o Sebrae e o Senar foi fundamental para o sucesso. A Sala do Empreendedor de Formosa, por exemplo, ofereceu o suporte necessário para que ela formalizasse seu negócio. 

Com visão empreendedora e foco no desenvolvimento rural, Rebeca Araújo mostra que é possível inovar, gerar renda e cuidar do meio ambiente. Sua história inspira outros produtores a verem no campo uma fonte de oportunidades, crescimento e transformação.

Porteira Aberta Empreender: conectando o campo e o mundo

Se você quer conhecer mais histórias como a da Rebeca Araújo acompanhe diariamente as novidades aqui no site do Canal Rural/ Empreendedorismo.

Você também pode ter a sua história contada no site, então envie suas dúvidas, sugestões e compartilhe sua história de empreendedorismo no agro pelo WhatsApp.

Além disso, no programa Porteira Aberta Empreender – uma produção do Canal Rural em parceria com o Sebrae -, você, micro e pequeno produtor rural, descobre soluções, produtos, serviços e inovações para fortalecer seu empreendimento rural. Acesse o nosso canal canal no YouTube e venha empreender com a gente!



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Mercado da soja: É melhor aguardar



Vários fatores de baixa pressionam o mercado



Vários fatores de baixa pressionam o mercado
Vários fatores de baixa pressionam o mercado – Foto: Pixabay

Segundo análise da TF Agroeconômica, o momento atual do mercado de soja exige cautela por parte dos produtores brasileiros. A recomendação principal é aguardar a reação dos prêmios oferecidos pelos compradores internacionais, especialmente os da China e da Europa. A demanda chinesa será determinante para definir os rumos do mercado nos próximos meses, sendo fundamental acompanhar de perto os desdobramentos da guerra comercial entre EUA e China.

Entre os fatores que podem impulsionar os preços, destaca-se a possível vantagem competitiva do Brasil com a imposição de tarifas entre as duas maiores economias do mundo. Embora os prêmios nos portos brasileiros tenham subido, ainda não compensam completamente as quedas nas cotações da CBOT. Contudo, o período atual é sazonalmente favorável às exportações brasileiras, o que tende a reforçar o protagonismo do país como principal fornecedor mundial. Como afirma Carlos Mera, chefe de Pesquisa de Mercado Agrícola do Rabobank, “o Brasil será de longe o principal beneficiário, o maior fornecedor que pode substituir a soja dos EUA para a China”.

Por outro lado, vários fatores de baixa pressionam o mercado. A retaliação chinesa às tarifas norte-americanas incluiu a imposição de tarifas de 34% sobre produtos dos EUA, restrições à exportação de terras raras e sanções a empresas norte-americanas, além de uma queixa formal na OMC. O comércio de soja entre EUA e China já está em baixa sazonal, e uma continuidade do conflito pode consolidar a perda de mercado dos americanos, embora o Brasil também sofra com a instabilidade. Em 2024, os EUA exportaram 27 milhões de toneladas para a China, contra 74 milhões do Brasil.

Adicionalmente, a desvalorização do real aumentou a competitividade do grão brasileiro, incentivando as vendas no início da colheita. A ANEC revisou para cima as estimativas de exportação de soja em março, de 15,56 para 16,10 milhões de toneladas. Por fim, o USDA informou uma leve redução da área sob seca no Centro-Oeste dos EUA, o que pode influenciar positivamente a produtividade da safra americana e impactar os preços globais.

 





Source link

News

BB projeta R$ 2 bilhões em propostas



O Banco do Brasil (BB) espera acolher R$ 2 bilhões em propostas durante a 22ª edição da Tecnoshow Comigo. O evento, um dos mais importantes do agronegócio nacional, começa hoje e segue até o dia 11 de abril, em Rio Verde (GO). Segundo a instituição, o montante reflete o otimismo do banco com o setor e o compromisso do BB em apoiar pequenos, médios e grandes produtores rurais.

“O BB é parceiro da Tecnoshow Comigo desde a primeira edição, e essa parceria se fortalece a cada ano, com o Banco reforçando o compromisso em oferecer soluções financeiras completas para todas as necessidades da agricultura familiar e empresarial. Os bons resultados da safra na região reforçam esse cenário positivo. Estamos preparados para fazer bons negócios e apoiar os produtores em todos os ciclos de produção e na realização de novos investimentos, impulsionando o desenvolvimento sustentável do setor e a segurança alimentar de todo o país”, afirma Luiz Gustavo Braz Lage, vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar do BB.

Nas últimas semanas, o Banco promoveu 100 encontros pré-feira onde foram apresentados e antecipados aos clientes, as condições negociais que o BB levará para o evento deste ano.

Durante os cinco dias de Tecnoshow, os visitantes poderão visitar o estande do Banco do Brasil, um espaço sustentável alinhado à campanha de sustentabilidade do BB e ao movimento ‘A gente se importa’.

A estrutura do espaço utiliza materiais recicláveis e foi projetada para proporcionar uma experiência mais confortável e funcional, com maior iluminação natural, além de oferecer mesas para atendimento bancário, salas de reunião, auditório climatizado para 50 pessoas, café, torre para recarregamento de celular, totem com protetor solar e um ambiente para ativações promocionais, como a cabine de prêmios.

O banco também informou que dezenas de funcionários estarão distribuídos pelas revendas e no estande para prestar atendimento personalizado e apoiar os produtores na contratação de novos investimentos.

Além disso, haverá rodas de conversas com agricultores familiares que tem como objetivo inspirar a nova geração a dar continuidade ao legado de suas famílias no campo, valorizando a importância da sucessão planejada para a sustentabilidade dos negócios rurais

Produtores rurais serão convidados para participar de uma conversa com especialistas do BB, como forma de capturar percepções e entender as necessidades regionais a fim de alinhar as estratégias, soluções e negócios do Banco para o setor.

Confira outras ações do BB para a 22ª edição da Tecnoshow Comigo

  • Rolê que Rende: projeto que tem a estratégia de incentivar negócios com as gerações mais jovens, promovendo debates com o público universitário sobre investimentos, carreira, inovação e educação financeira.
  • Broto: consultores da instituição vão apresentar a plataforma digital agro do Banco do Brasil, mostrando os benefícios para os produtores rurais e para as empresas participantes, visando a promoção de negócios. O Broto apresentará, também, produtos e serviços disponíveis na plataforma, como linhas de crédito, cotações, seguros, consórcios e soluções em ASG (ambiental, social e governança).

O banco também também apresentará serviços como consórcios e seguros.



Source link

News

USDA reduz estimativa da safra brasileira de milho para 126 milhões de toneladas


Grãos; milho
Foto: Renata Silva/Embrapa

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) em Brasília estimou a produção de milho do Brasil em 126 milhões de toneladas para safra 2024/25, ante projeção anterior de 128 milhões de toneladas. O volume é 5,9% superior ao estimado para 2023/24, de 119 milhões de toneladas.

O USDA também reduziu estimativa das exportações brasileiras de milho em 44 milhões de toneladas em 2024/25 – cerca de 4 milhões de toneladas a menos que a prevista. Entretanto, o volume supera a estimativa da safra 2023/24, que era de 38,3 milhões de toneladas.

Já a projeção do consumo doméstico passou de 84,5 milhões para 87,5 milhões de toneladas. O volume estimado na safra anterior era de 84 milhões de toneladas.

Safra de milho 2025/26

O Departamento americano estima uma produção de 130 milhões de toneladas de milho, com uma área plantada de 22,5 milhões de hectares (aumento de 500 mil hectares ante 2023/24). As exportações devem somar 44 milhões de toneladas e o consumo doméstico, 89,5 milhões de toneladas.

O post USDA reduz estimativa da safra brasileira de milho para 126 milhões de toneladas apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link