segunda-feira, maio 25, 2026

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Batata e mandioca lideram descontos do PGPAF em abril


A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou nesta segunda-feira (7) a lista de produtos que terão direito ao bônus de desconto do Programa de Garantia de Preços para a Agricultura Familiar (PGPAF). A medida, publicada no Diário Oficial da União, passa a valer entre os dias 10 de abril e 9 de maio.

De acordo com a Conab, os agricultores da malva (juta), no estado do Amazonas, estão entre os beneficiados neste mês. Ao todo, 16 produtos em diferentes regiões do país foram contemplados com o bônus, que é concedido quando o valor de mercado de um item agrícola fica abaixo do preço de garantia estabelecido pelo governo.

Segundo a estatal, os maiores percentuais de desconto foram registrados para a batata no Rio Grande do Sul, com 65,88%; a raiz de mandioca no Rio de Janeiro, com 61,69%; e a castanha-de-caju no Piauí, com 53,31%. O feijão caupi no Amapá também teve variação significativa, com 47,38%, além da raiz de mandioca no Espírito Santo, com 45,63%, e da castanha-de-caju na Paraíba, com 41,48%.

O Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) é o responsável por divulgar mensalmente a portaria com os valores do bônus. Os cálculos têm como base os custos de produção elaborados pela Conab. O objetivo do PGPAF é oferecer suporte aos agricultores familiares, promovendo o acesso ao crédito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) para implantação, modernização ou expansão das atividades produtivas.

O benefício poderá ser acessado por produtores de diversas culturas, como açaí, banana, batata, batata-doce, cará/inhame, castanha-de-caju, cebola, erva-mate, feijão, feijão-caupi, manga, maracujá, mel, mandioca e trigo, em vários estados.

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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Wall Street despenca conforme guerra comercial piora


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Por David French

(Reuters) – Wall Street despencou pelo segundo dia consecutivo nesta sexta-feira, enquanto o índice de tecnologia Nasdaq confirmou estar em um mercado em baixa e o índice Dow Jones entrou em correção, conforme a escalada da guerra comercial global provocou as maiores perdas desde a pandemia.

De acordo com dados preliminares, o S&P 500 desabou 5,95%, para 5.073,80 pontos. O Nasdaq tombou 5,80%, para 15.587,79 pontos. O Dow Jones mergulhou 5,52%, para 38.314,49 pontos.  

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Brasil está mais bem posicionado que vizinhos diante do tarifaço de Trump, diz Haddad



O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse nesta terça-feira (8), em São Paulo, que o Brasil está melhor posicionado que os demais países da América Latina para enfrentar as tarifas impostas pelo governo de Donald Trump, nos Estados Unidos.

“O Brasil tem reservas cambiais, tem um saldo comercial bastante robusto, está colhendo uma super safra. E está com uma taxa de juros alta e crescendo”, defendeu o ministro

Para Haddad, os graus de liberdade que as autoridades econômicas têm no Brasil não são comuns. “Não é este o caso de nenhum outro país latino-americano, por exemplo, incluindo o México”, completou.

Segundo o ministro, esse “movimento brusco” tomado por Trump vai provocar algum desarranjo global, já que se trata de um “solavanco grande demais para não ter consequência”.

“Mas diante do incêndio, nós [do Brasil] estamos mais perto da porta de saída do que outros países”, comentou, ao participar do 11 Brazil Investment Forum, promovido pelo Bradesco BBI, na capital paulista.

De acordo com Haddad, com essa guerra comercial, os bens produzidos no Brasil podem chegar mais baratos nos Estados Unidos, se comparados a produtos de outros países. Isso, segundo ele, pode fazer com que o país avance “no que eles importam hoje”.

Brasil não está imune

No entanto, ressaltou, o Brasil não está imune aos impactos dessa guerra comercial principalmente porque a China é o principal parceiro comercial do Brasil.

Para o ministro, ainda é cedo para fazer qualquer previsão sobre as consequências desse tarifaço. Por isso, ele ainda defende que o Brasil tenha prudência.

“Essa escalada vai ter um momento de muita incerteza, mas a pior coisa que o Brasil pode fazer nesse momento é sair a campo sem a prudência diplomática que nós sempre tivemos de mediação e também de consideração da nossa situação frente a parceiros que estão comprando cada vez mais no Brasil”, ponderou.

“A sociedade vai ter que pensar como se portar diante desse fato disruptivo. Mas não é o momento de anunciar medidas”, concluiu.



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‘China lutará até o fim’, diz porta-voz sobre guerra comercial



O representante do Ministério das Relações Exteriores da China, Lin Jian, disse nesta terça-feira (8) que “pressionar, ameaçar e chantagear não são as maneiras certas de lidar com a China”.

A declaração foi dada em entrevista à imprensa, em referência à taxação adicional de 50% aos produtos do país anunciada nesta terça-feira (8) pelos Estados Unidos.

“A China tomará as medidas necessárias para salvaguardar resolutamente seus direitos e interesses legais. Se os Estados Unidos ignorarem os interesses dos dois países e da comunidade internacional e insistirem em lutar guerras tarifárias e guerras comerciais, a China certamente lutará até o fim”, disse o porta-voz.

Segundo a agência de notícias estatal Xinhua, Lin Jian disse que os Estados Unidos impõem tarifas de maneira indiscriminada e violam os direitos legítimos de outros países e as regras da Organização Mundial do Comércio (OMC), além de prejudicarem o sistema de comércio multilateral e a estabilidade da ordem econômica global.

“É unilateralismo típico, protecionismo e intimidação econômica, e tem sido amplamente contestado pela comunidade internacional”, disse Lin.

Histórico de taxação

Em março, Washington impôs taxas específicas de 20% à China, em um dos primeiros movimentos de Trump para pressionar o país asiático. No último dia 2 abril, os Estados Unidos iniciaram uma guerra de tarifas contra todos os parceiros comerciais, com taxação adicional de 34% sobre todos os produtos chineses que entram no país norte-americano.

Com o anúncio de uma terceira taxação de 50%, previsto para começar nesta quarta-feira (9), o total das tarifas irá para 104%.

Além de retaliar com tarifas de 34% sobre os produtos estadunidenses, a China também estabeleceu restrições para exportação de minerais raros, chamados terras raras, e proibir o comércio com 16 empresas dos Estados Unidos.



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Avocado brasileiro ganha espaço no mercado internacional



Fruta está conquistando novos paladares mundo afora




Foto: Divulgação

O avocado brasileiro está conquistando novos paladares mundo afora. Segundo informações da Abrafrutas (Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados), o setor comemora a abertura de quatro novos mercados estratégicos em 2024: Japão, Chile, Costa Rica e Índia.

A conquista foi discutida durante o workshop “Avocado – Exportação Chile e Japão: Novos mercados para o avocado”, promovido pela Associação Abacates do Brasil em parceria com a Abrafrutas e apoio da Assenag (Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Bauru). Especialistas e produtores debateram os desafios logísticos e as oportunidades comerciais para o envio da fruta a esses novos destinos.

Com textura cremosa e alto valor nutricional, o avocado tem ganhado destaque nas prateleiras internacionais. Em 2024, o Brasil exportou mais de 24 mil toneladas da fruta, com receita superior a US$ 36 milhões.

“Essas aberturas de mercado representam um avanço enorme para o setor, especialmente para os produtores que vêm investindo em qualidade e rastreabilidade. Agora, o desafio é garantir que toda a cadeia esteja preparada para atender às exigências desses países”, afirma Victor Mendes, auxiliar técnico da Abrafrutas.

Nos últimos anos, o país já havia conquistado o acesso aos mercados da Argentina, em 2019, e da Bolívia, em 2020. Agora, com a inclusão de nações de alta exigência como o Japão, a fruticultura brasileira fortalece sua presença global, especialmente no segmento do avocado.

A Abrafrutas tem sido protagonista nesse avanço, atuando em parceria com o Ministério da Agricultura e instituições internacionais na construção de protocolos fitossanitários, capacitações técnicas e negociações bilaterais. Para a entidade, a diversificação de mercados é essencial para a estabilidade do produtor e a sustentabilidade do setor.

 





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preços aumentam e expectativa no curto prazo segue positiva



O mercado físico do boi gordo voltou a se deparar com preços ligeiramente mais altos nesta terça-feira (8).

De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Iglesias, o ambiente de negócios sugere por elevação de preços no curto prazo, considerando que as escalas de abate seguem encurtadas em grande parte do país.

“Ao mesmo tempo, as exportações de carne bovina seguem em alto nível, enxugando a oferta doméstica e aumentando a propensão a reajustes. Até mesmo a demanda doméstica conta com seus predicados, considerando uma boa expectativa de consumo para a primeira quinzena de abril”, assinalou.

  • São Paulo: R$ 327,58, contra R$ 326 de ontem
  • Goiás: R$ 320,54, ante R$ 319,82 na segunda
  • Minas Gerais: R$ 315,29, em comparação a R$ 312,35 de ontem
  • Mato Grosso do Sul: R$ 321,02, R$ 320,45 anteriormente
  • Mato Grosso: R$ 319,19, sobre R$ 318,18 anteriormente

Mercado atacadista

O mercado atacadista apresenta preços firmes. A expectativa ainda é de elevação no decorrer da semana.

De acordo com Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere por alguma alta dos preços no curto prazo, considerando a boa demanda prevista para a primeira quinzena do mês, período pautado por maior apelo ao consumo.

“As exportações apresentam ótimo desempenho no decorrer do ano, com grandes possibilidades de mais um recorde histórico na atual temporada”, lembra o analista.

O quarto traseiro segue cotado a R$ 26,00 por quilo, o dianteiro ainda é cotado a R$ 19,00
por quilo e a ponta de agulha, precificada a R$ 18,00 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 1,43%, sendo negociado a R$ 5,9959 para venda e a R$ 5,9939 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,8756 e a máxima de R$ 6,0054.



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Trump afirma que EUA estão arrecadando US$ 2 bilhões por dia com as tarifas



O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (8) que o país está arrecadando US$ 2 bilhões por dia com tarifas comerciais. A declaração foi feita durante evento de assinatura para impulsionar usinas de carvão no país.

Ao defender a medida, Trump projetou que “os Estados Unids serão muito ricos de novo muito, muito em breve”.

O presidente também mencionou conversas comerciais com Japão e Coreia do Sul. “Eles estão vindo para cá para conversar sobre tarifas”, disse, sem detalhar prazos.

Trump destacou ainda o alcance de sua política tarifária: “Nosso governo já conversou e já negociou tarifas com mais de 70 países.”



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Cenário favorável para a soja; saiba o preço em cada região do Brasil



O mercado brasileiro de soja apresentou firmeza nesta terça-feira (8). Foram registrados negócios em altos volumes, impulsionados pelos preços valorizados. Apesar do frete seguir caro, os valores de compra permanecem firmes, refletindo a alta em Chicago, o câmbio e os prêmios.

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Segundo a consultoria Safras & Mercado, o cenário é favorável para as negociações: as tradings continuam oferecendo preços atrativos, enquanto a indústria acompanha e também paga bem pela commodity.

Preços da soja

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 132,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 133,00
  • Porto de Rio Grande (RS): subiu de R$ 136,50 para R$ 138,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 130,00 para R$ 131,00
  • Porto de Paranaguá (PR): manteve em R$ 136,00
  • Rondonópolis (MT): subiu de R$ 118,00 para R$ 119,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 121,00 para R$ 123,00
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 118,00 para R$ 119,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a terça-feira com desempenho misto. As posições mais próximas sustentaram-se em território positivo por fatores técnicos, recuperando-se dos menores níveis em quatro meses. Já os contratos mais longos recuaram após o governo Trump confirmar aumento nas tarifas sobre a China.

Os investidores também estão atentos ao relatório de abril do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado na próxima quinta-feira. Outro fator de observação é o excesso de chuvas que atinge o centro do cinturão produtor americano.

A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, confirmou à Fox News que os EUA começarão a aplicar tarifas de 104% sobre produtos chineses a partir de quarta-feira (9), após a China não cumprir o prazo estabelecido por Donald Trump para a retirada das medidas retaliatórias. As informações são da agência “Sputnik”.

O relatório do USDA deverá trazer poucas alterações no quadro de oferta e demanda dos EUA. O mercado espera um leve corte nas estimativas de safra do Brasil e da Argentina. Analistas apostam em estoques americanos de 381 milhões de bushels para 2024/25 – contra 380 milhões projetados em março.

Para o cenário global, a previsão é de estoques finais de 122 milhões de toneladas para 2024/25, frente aos 121,4 milhões previstos anteriormente.

O USDA deve reduzir a estimativa da safra brasileira de 169 milhões para 168,9 milhões de toneladas e, para a Argentina, de 49 milhões para 48,7 milhões de toneladas.

Contratos futuros da soja

Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com alta de 9,75 centavos de dólar (0,99%), a US$ 9,92 3/4 por bushel. A posição julho foi cotada a US$ 10,04 por bushel, com ganho de 7,00 centavos (0,70%).

Nos subprodutos, o farelo para maio subiu US$ 2,60 (0,90%), encerrando a US$ 291,00 por tonelada. Já o óleo de soja caiu 0,21 centavo (0,46%) e fechou a 44,94 centavos de dólar por libra-peso.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 1,43%, cotado a R$ 5,9959 para venda e R$ 5,9939 para



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Acordo de cooperação pretende fortalecer ações na agropecuária baiana


Um Acordo de Cooperação Técnica entre a Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR) e a Secretaria de Agricultura (Seagri), por meio da Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab) e da Superintendência Baiana de Assistência Técnica e Extensão Rural (Bahiater), foi firmado para fortalecer as ações de defesa sanitária agropecuária, assistência técnica e extensão rural no estado.

O acordo foi assinado nesta terça-feira (8), no primeiro dia do Fórum Estadual dos Gestores Municipais da Agropecuária da Bahia (Feagri), que acontece até a próxima quinta (10), no Centro de Convenções de Salvador.

O evento realizado pela Seagri promete ser um marco para o setor agropecuário baiano e surge como uma das maiores oportunidades de discussão e aprendizado sobre o futuro da agropecuária na Bahia e tem a expectativa de reunir mais de 500 inscritos de 210 municípios de todos os 27 territórios de identidade do estado.

Além da Seagri, o evento conta com a parceria da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), da Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia (ADAB), da Secretaria de Turismo (Setur), Bahia Pesca e Centro Tecnológico Agropecuária do Estado da Bahia (Cetab).

V Feagri, em Salvador, Adab, acordo de cooperação técnica, Agropecuária, pecuáriaV Feagri, em Salvador, Adab, acordo de cooperação técnica, Agropecuária, pecuária
Foto: Thuane Maria/GOVBA

“Essa assinatura é uma tentativa da gente avançar cada vez mais com a cadeia, principalmente no processo das agroindústrias. A Bahia já é a melhor dentro da agroindústria do Brasil”, pontuou o secretário de desenvolvimento rural, Osni Cardoso.

A programação do V Feagri oferece com atividades que envolvem palestras, minicursos e plenárias, abordando temas essenciais para o fortalecimento da agropecuária baiana.


Você também pode participar deixando uma sugestão de pauta. Siga o Canal Rural Bahia no Instagram e nos envie uma mensagem.





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bolsas dos EUA acumulam perdas de US$ 10 trilhões



Os Estados Unidos vivem uma onda de insatisfação crescente. Com as bolsas de valores acumulando uma perda superior a US$ 10 trilhões nos últimos meses, milhões de americanos começam a sentir no bolso os efeitos de uma economia instável.

A percepção de empobrecimento coletivo já se traduz em protestos nas ruas, com críticas cada vez mais diretas ao presidente Donald Trump.

Embora o mandatário da Casa Branca tenha capitalizado sua popularidade em cima de um discurso pró-mercado e de recuperação econômica, o atual momento desafia essa narrativa. Isso porque o recuo nos mercados atinge não apenas grandes investidores, mas também famílias comuns que aplicam em fundos de pensão ou contam com a valorização de seus ativos para manter o padrão de vida.

A origem dessa crise é multifatorial: juros elevados por mais tempo do que o esperado, inflação persistente, tensões geopolíticas e frustrações com a condução da política econômica. Analistas também apontam que a retórica agressiva do presidente em temas como comércio internacional e segurança pode estar contribuindo para a instabilidade.

Efeitos no Brasil

E o Brasil, como fica? Para o agronegócio brasileiro, essa crise tem efeitos diretos. Um mercado americano em retração significa menor demanda global por commodities, impacto sobre o câmbio e maior aversão ao risco por parte de investidores. O cenário exige atenção redobrada do produtor e do exportador rural.

A crise nas bolsas dos Estados Unidos é mais do que um dado técnico, é um termômetro do humor da maior economia do mundo — e seus reflexos chegam, inevitavelmente, até o campo brasileiro.

Miguel Daoud: analista político e econômico do Canal Rural. Formado pela Escola Superior de Administração de Negócios da Universidade Católica de São Paulo (PUC), possui mais de 10 anos de experiência em eventos pelo Brasil. É presença constante em programas de rádio e televisão, além de palestrante de economia e política com foco em agronegócio para associações, cooperativas e sindicatos rurais, bem como empresas de insumos e defensivos agrícolas e instituições financeiras. Também atua como moderador e apresentador de eventos diversos para empresas de todos os setores.

*O Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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