segunda-feira, maio 25, 2026

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Açaí de Bailique (AP) conquista Indicação Geográfica


O açaí de Bailique, do estado do Amapá (AP), é um produto típico da região e acaba de conquistar o registro de Indicação Geográfica (IG) pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), na categoria Indicação de Procedência.

Este reconhecimento marca um importante avanço para o produto e fortalece ainda mais sua presença no mercado brasileiro e internacional.

Com a inclusão de Bailique, o Brasil chega a um total de 131 Indicações Geográficas registradas, sendo 102 por Indicação de Procedência e 29 por Denominação de Origem, além de outras 10 reconhecidas em países estrangeiros.

O reconhecimento tem um impacto direto na valorização da produção local. Amiraldo Picanço, produtor da região, comemora a conquista e destaca a importância do registro.

“Nós estamos muito felizes com esse reconhecimento do processo de indicação geográfica. Vai ajudar bastante para a gente poder valorizar, buscar agregação de valor ao açaí da nossa região do Bailique, além de abrir acesso a novos mercados, principalmente o mercado internacional”, diz Picanço.

Com essa certificação, o açaí de Bailique se junta a outras duas regiões que já possuem o reconhecimento de Indicação Geográfica: o açaí de Codajás, no Amazonas, e o açaí de Feijó, no Acre.

A coordenadora de tecnologia portadora de futuro do Sebrae, Hulda Giesbrecht, ressalta a importância da Indicação Geográfica para o fortalecimento das cadeias produtivas locais.

“O registro de Indicação de Procedência concedido a essas regiões reconhece que elas se tornaram conhecidas em função da produção de açaí de forma específica , além de estimular o envolvimento de lideranças locais, produtores, agricultores e associações em preservar esse patrimônio”, explica Hulda.

O que é a Indicação Geográfica (IG)?

A Indicação Geográfica (IG) é uma ferramenta estratégica para a valorização de produtos tradicionais de uma determinada região.

A IG tem como função principal agregar valor ao produto, ao mesmo tempo em que protege a região produtora.

No caso do açaí de Bailique, o reconhecimento assegura que o produto é originário de uma área específica, com características únicas e um processo de produção que preserva a qualidade e a autenticidade do fruto.

Esse tipo de registro é uma garantia de que os produtos com Indicação Geográfica possuem uma ligação forte com o território onde são produzidos, reforçando a identidade local.

Além disso, a IG ajuda a proteger os produtores, evitando a falsificação ou a comercialização de produtos de baixa qualidade que se aproveitam da notoriedade da região.

Para os consumidores, a IG assegura que o produto consumido é genuíno e respeita os métodos tradicionais de produção.

Inova Amazônia Summit

O registro da IG de Bailique será entregue formalmente aos produtores no Inova Amazônia Summit, evento do Sebrae de promoção da bioeconomia sustentável e inclusiva. A edição de 2025 será realizada na capital do Amapá, entre os dias 22 e 24 de maio. O encontro aborda inovação em bioeconomia, sustentabilidade, startups, deeptechs, investidores, e cadeias de valor correlacionadas.

O Inova Amazônia é o maior programa de aceleração de startups da bioeconomia na Amazônia. Além de estimular um crescimento sustentável dos pequenos negócios, o Inova incentiva ações de proteção da floresta, distribuição de riquezas e promove melhoria de vida das populações locais.

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Açaí de Bailique (AP) Açaí de Bailique (AP)
Foto: Divulgação | Sebrae/ASN

Sobre o fruto

O açaí é uma espécie nativa das várzeas da Região Amazônica, especificamente da Venezuela, Colômbia, Equador, Guianas e Brasil (nos estados do Acre, Amazonas, Amapá, Pará, Maranhão e Tocantins).

Do fruto é extraída a polpa, que pode ser utilizada para a produção de vinho, além de servir como acompanhamento de diversos outros pratos.

Na Amazônia, o açaí é consumido tradicionalmente junto com farinha, peixe assado ou camarão.

Pesquisas de laboratório comprovaram que o fruto possui características únicas que contribuem para saúde. O fruto tem significativas quantidades de antocianina, nutriente responsável pela sua coloração roxa.

Essa substância evita a degeneração celular e reduz o risco de problemas cardiovasculares. O açaí possui grande importância cultural e social nas regiões, onde existem cooperativas que buscam ampliar o escoamento da produção e a qualidade de seus produtos, aumentando assim o preço de venda.



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Chuva forte e ventos de até 70 km/h impactam o tempo hoje



Ventos que sopram do oceano em direção ao continente seguirão mantendo o tempo instável no Sul do Brasil nesta quarta-feira (9). O destaque é para a costa do Rio Grande do Sul, especialmente o litoral centro-sul, onde há previsão de tempestades com chuva volumosa.

Em São Paulo, uma área de baixa pressão se forma próximo do litoral e estimula a formação de nuvens mais carregadas sobre o leste paulista ao longo do dia. Na Região Metropolitana de São Paulo, o sol aparece entre nebulosidade variável e o tempo fica abafado. Porém, pela manhã, já há chance de alguma chuva isolada.

A partir da tarde, as condições estão previstas pancadas de chuva, com risco para a ocorrência de temporais localizados, com raios e rajadas fortes de vento.

Chuva no litoral e ressaca

Do litoral norte gaúcho ao litoral do Paraná, o alerta será para temporais. Entre a faixa centro-leste do Rio Grande do Sul, centro-leste de Santa Catarina e centro-leste do Paraná, o risco é para pancadas de chuva de moderada a forte intensidade.

Além da chuva, destaque para o vento, especialmente entre Chuí e Torres, onde as rajadas sopram entre 51 e 70 km/h. Com os ventos intensos, o mar fica agitado e há previsão de ressaca entre Chuí e Laguna (SC), com ondas entre 2,5 m e 3 m.

No Sudeste, a chuva volta a aumentar devido à forte circulação de umidade do interior do continente e à formação de uma baixa pressão sobre a região. O destaque é para o centro-sul de Minas, Rio de Janeiro e São Paulo, onde há previsão de pancadas de chuva de moderada a forte intensidade.

Pancadas localizadas e sol

Alguns temporais pontuais podem ocorrer no sul de São Paulo, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro e na região serrana fluminense. Na faixa norte de Minas Gerais e Espírito Santo, o sol predomina sem previsão de chuva. Destaque para rajadas de vento que sopram entre 40 e 50 km/h no litoral do RJ.

Na Região Centro-Oeste, a chuva seguirá presente, com destaque para a faixa norte e noroeste do Mato Grosso do Sul e a região central do Mato Grosso, com alertas pontuais de chuva.

Na faixa centro-leste do Mato Grosso do Sul, no restante do estado de Mato Grosso e no sul de Goiás, a previsão é de chuva de moderada a forte intensidade. No Distrito Federal e no norte de Goiás, o sol predomina, com previsão de pancadas isoladas de chuva, sem volumes significativos.

No Nordeste, a quarta-feira segue com chuva concentrada entre Maranhão, Piauí e Ceará, com previsão de temporais em São Luís e Fortaleza. Entre as capitais Natal e Salvador, o dia será de sol com chuvas rápidas.

No sertão, o tempo segue seco, com destaque para a umidade relativa do ar, que ficará abaixo dos 30% nos horários mais quentes do dia.

Na Região Norte, a chuva permanece presente em boa parte das regiões. O destaque é para a faixa noroeste e norte do Amazonas, Roraima e leste do Amapá, com alerta para temporais. Nas demais regiões, a chuva também chega na forma de pancadas, com intensidade moderada a forte ao longo do dia.

Destaque para o sul do Tocantins, onde o sol predomina e as pancadas são isoladas, sem volumes significativos.



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BNDES e MMA liberam R$ 39 mi a pequenos produtores e extrativistas do Amazonas



O Ministério do Meio Ambiente (MMA) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) divulgaram apoio de aproximadamente R$ 39 milhões a pequenos produtores rurais e extrativistas no Amazonas. Os recursos, provenientes do Fundo Amazônia, serão destinados ao fomento das cadeias de óleos vegetais, açaí e pescado.

“O projeto será executado pela Associação dos Produtores Rurais de Carauari (Asproc) em articulação com outras quatro associações do médio Juruá (AM), beneficiando 2,4 mil famílias (mais de 10 mil pessoas) em cerca de 76 comunidades da região”, informou o banco de fomento, em nota distribuída à imprensa.

Fortalecimento das comunidades do Amazonas

O aporte, na modalidade de recursos não reembolsáveis, tem como objetivo fortalecer as organizações comunitárias, diversificar a produção extrativista e expandir oportunidades de comercialização e geração de renda.

Os investimentos incluem beneficiamento e armazenagem, equipamentos de transporte, capacitação de moradores para a prática e gestão de atividades econômicas sustentáveis, implantação de sistemas agroflorestais (SAFs, prioritariamente em áreas degradadas) e manejo florestal de 1,8 milhão de hectares.

“Esse projeto vai aprimorar os processos produtivos agroextrativistas e contribuir para preservar uma área da Amazônia geograficamente bastante isolada e que apresenta grande biodiversidade”, declarou o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, em nota oficial.

O banco frisa que a iniciativa do governo federal visa atuar “para fortalecer e consolidar cadeias socioprodutivas sustentáveis e o comércio ribeirinho na região do rio Juruá, onde comunidades isoladas levam até 52 horas de viagem para chegar aos centros urbanos”.

O Fundo Amazônia, gerido pelo BNDES, tem atualmente uma carteira de 125 projetos apoiados, no valor total de cerca de R$ 3 bilhões, informou o banco de fomento.



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Tarifas dos EUA trazem incertezas ao setor cafeeiro



Os preços do café vêm sendo influenciados por incertezas quanto aos impactos das tarifas impostas pelo governo dos Estados Unidos sobre o mercado global. Segundo pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Essa condição tem afastado os agentes de mercado que enfrentam os maiores riscos, como produtores e os pequenos comerciantes. Isso se deve a uma série de fatores que tornam o mercado de café altamente volátil e imprevisível.

Em geral, esses agentes operam com margens apertadas, pouca previsibilidade e menos instrumentos de proteção financeira (como hedge). O contexto tem reflexos no câmbio e pressiona os valores do grão nas bolsas.

Café robusta

Além disso, a proximidade da colheita de café robusta no Brasil reforça a pressão sobre as cotações. Só nos primeiros sete dias de abril, o Indicador Cepea/Esalq do robusta tipo 6, peneira 13 acima, a retirar no Espírito Santo, caiu R$ 360,59 a saca de 60 kg (ou 7,7%), iniciando a semana à média de R$ 1.586,38/saca de 60 kg, o menor valor desde 18 de novembro de 2024.

Oportunidade

Porém, no caso do robusta, as tarifas norte-americanas podem trazer alguma vantagem competitiva ao café brasileiro, conforme avaliam pesquisadores do Cepea. Isso porque, para o Brasil, a tarifa de exportação aos EUA passa a ser de 10%, enquanto importantes países concorrentes dessa variedade receberam taxações bem mais elevadas, de 46% no caso do Vietnã e de 32% para a Indonésia.



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AgroNewsPolítica & Agro

Panorama do mercado de arroz deve mudar nas próximas semanas



Boas produtividades na safra e fatores externos podem favorecer o grão


Foto: Paulo Rossi/Divulgação

Apesar da preocupação com relação ao atual momento dos preços pagos pela saca de 50 quilos de arroz, a safra 2024/2025 do grão tem se mostrado com níveis bons de produtividade, que são necessários para poder enfrentar o alto custo de produção. A avaliação é do presidente da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), Alexandre Velho.

Segundo o dirigente, apesar da questão dos preços, alguns fatores com relação à diminuição da safra americana de arroz, entre 10% e 15% podem ajudar a trazer uma competitividade melhor para o arroz gaúcho. “Além disso, a baixa qualidade observada no produto colhido no norte do Brasil é outro fator que pode fazer aumentar a procura por produto oriundo do sul do Brasil”, pondera.

No mercado externo, conforme Velho, há demanda confirmada de países como Nicarágua, Panamá, México e Costa Rica, que devem garantir um bom volume de comercialização no porto. “Como destaque a Costa Rica, que deve confirmar uma compra acima de 200 mil toneladas entre os meses de abril e junho de produto brasileiro”, salienta.

O presidente da Federarroz reforça também que um volume melhor de soja colhida este ano em áreas de arroz deve ajudar para que o produtor tenha uma alternativa de comercialização e possa regrar melhor a oferta de arroz no mercado. “O produtor tem que ter consciência que se vende arroz quando o mercado está comprador ou quando o mercado está comprando, ao invés de ofertar quantidades grandes quando o mercado está sem liquidez. É preciso muita cautela nessa hora”, adverte.

Por fim, de acordo com o dirigente, com a entrada da safra da soja em áreas de arroz e a confirmação dos negócios para o Porto de Rio Grande, a expectativa dos arrozeiros gaúchos é que em breve se tenha um outro panorama no mercado.





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ouça o Diário Econômico de hoje



Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta o aumento da aversão ao risco com nova ofensiva tarifária dos EUA contra a China. O dólar subiu 1,48% e fechou a R$ 6,00, enquanto o Ibovespa caiu 1,32%, puxado por Vale e commodities.

No Brasil, destaque para o déficit primário abaixo do esperado e expectativa pela PMC. No exterior, atenção à ata do Fed e dados de inflação na China.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!



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Colheita da primeira safra de grãos se encerra no Paraná


O Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná, informou nesta terça-feira (8) que a colheita de grãos da primeira safra está praticamente encerrada no estado. Segundo o boletim Condições de Tempo e Cultivo, os resultados foram positivos nas regiões de colheita mais tardia. Com o término das atividades, muitos produtores iniciaram a correção do solo com aplicação de calcário e adubação orgânica, visando o próximo ciclo.

No setor hortícola, lavouras de tomate afetadas por viroses foram eliminadas, com início do plantio de variedades mais resistentes. No Noroeste do estado, seguem as colheitas de frutas como banana, goiaba e maracujá.

A colheita do arroz irrigado ocorre conforme o cronograma, embora deva se estender por mais algumas semanas. Já a mandioca de dois ciclos está sendo colhida com antecedência, enquanto o cultivo de um ciclo permanece em fase de tratos culturais.

Desde o início de abril, está autorizada a colheita, o transporte e a comercialização do pinhão, desde que os frutos estejam maduros. Contudo, a produção desta safra deve ser inferior à do ano passado, reflexo da natureza bianual da planta e da sua sazonalidade.

Os preparativos para a colheita do café começaram, com previsão de início para o próximo mês. Já a colheita do feijão da segunda safra foi iniciada, mas produtores demonstram preocupação com os preços, sobretudo do feijão preto, que apresentou forte desvalorização. Técnicos de campo indicam que, mesmo com as chuvas, já há perdas confirmadas nessa cultura.

Parte dos produtores plantou milho da segunda safra fora do zoneamento agrícola, assumindo os riscos. Enquanto algumas lavouras em floração apresentam bom desenvolvimento devido às precipitações recentes, outras em fase de frutificação já registram perdas irreversíveis. A produtividade varia de acordo com a data de plantio, e a irregularidade das chuvas tem dificultado a uniformidade das lavouras. Após os episódios de chuva, foi intensificado o controle de pragas como pulgões e cigarrinhas.

Os agricultores também iniciaram o plantio de pastagens e plantas de cobertura de inverno, como as aveias. Em relação ao trigo, o preparo do solo avança nas regiões que semeiam a cultura em abril, mas a redução da área plantada deve ser mantida. “A diminuição quase irreversível na área de trigo ocorre devido aos altos custos com seguros e à menor cobertura para perdas causadas por intempéries”, apontou o boletim. Parte dessas áreas deve ser destinada à produção de forrageiras.

Na cultura da batata de segunda safra, a maioria das lavouras está em fase de formação de tubérculos. Em paralelo, há produtores iniciando os primeiros preparativos para o plantio. O boletim destaca que houve inovação nos tratos culturais com a adoção de VANTs (Drones agrícolas) para tratamento fitossanitário.

Para a próxima safra de soja, é esperada uma redução da área cultivada nas regiões de arenito, devido às baixas produtividades registradas nos últimos anos. Produtores têm adotado estratégias de rotação de culturas com o plantio de milheto, braquiária e outras espécies para produção de massa verde, favorecendo a cobertura do solo.

As pastagens demonstram recuperação, com aumento na oferta de massa verde, o que facilita o manejo do gado. O preço do leite pago aos produtores também apresentou acréscimo no início de abril, referente à produção de março.





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Temporais e pancadas de chuva com raios em 3 regiões: confira a previsão



Esta quarta-feira será marcada por temporais em áreas de três regiões do país: Sul, Norte e Nordeste. Em outros locais, chove de forma isolada, mas também em volume considerável. Acompanhe:

Sul

Os ventos que sopram do oceano em direção ao continente estimulam a formação de instabilidades na região central, sul e leste do Rio Grande do Sul, além do litoral de Santa Catarina e das regiões norte e leste do Paraná. A chuva já acontece em alguns pontos do interior gaúcho durante a manhã, mas é a tarde que ganha intensidade. Em Porto Alegre, Florianópolis e Curitiba, dia de sol entre nuvens com pancadas de chuva acompanhadas por raios e trovoadas. Nessas capitais, tem previsão de temporais.

Sudeste

A chance de chuva aumenta à tarde em São Paulo, no sul de Minas e no interior fluminense. Tem previsão de pancadas com raios no interior paulista, na Região Metropolitana de São Paulo, no Vale do Paraíba, na região serrana de Petrópolis, no sul de Minas e na zona da Mata Mineira. No Espírito Santo, o tempo segue firme e sem previsão de chuva.

Centro-Oeste

Os maiores volumes de chuva se concentram sobre Mato Grosso nesta quarta-feira. Tem previsão de pancadas com raios em Cuiabá (MT), enquanto em Campo Grande (MS) e em Goiânia (GO), chove rápido. Em Brasília, pode chover rápido à tarde.

Nordeste

A quarta-feira segue com a chuva concentrada entre Maranhão, Piauí e Ceará. Há previsão de temporais em São Luís (MA) em Fortaleza (CE). Entre as capitais Natal (RN) e Salvador (BA), dia de sol com chuvas rápidas. No sertão, tempo seco e alerta de baixa umidade do ar.

Norte

O dia começa com chuva na região de Tefé e Manaus (AM) e aumenta ao longo da tarde nos demais estados. Tem previsão de temporais com raios em Boa Vista e Porto Velho. A chuva também acontece volumosa no interior do Pará e no Amapá.



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Boi China e boi gordo valorizam nas praças paulistas



No Mato Grosso do Sul, o mercado também registrou avanços




Foto: Canva

A cotação do boi gordo e do chamado “boi China” apresentou alta nas praças paulistas, de acordo com o informativo Tem Boi na Linha, divulgado pela Scot Consultoria. A valorização foi de R$ 2,00 por arroba, impulsionada por uma oferta mais restrita de animais prontos para abate. As cotações das fêmeas, no entanto, permaneceram estáveis. As escalas de abate no estado giraram em torno de seis dias.

No Mato Grosso do Sul, o mercado também registrou avanços. Em Dourados, o preço do boi comum subiu R$ 4,00 por arroba, enquanto os valores das fêmeas seguiram inalterados. Em Campo Grande, a oferta limitada elevou o preço dos machos em R$ 5,00 por arroba. Ambas as regiões mantiveram escalas de abate médias de cinco a seis dias. Já em Três Lagoas, os preços de todas as categorias permaneceram estáveis, com escalas também em torno de cinco dias.

No cenário externo, as exportações brasileiras de carne bovina in natura somaram 37,4 mil toneladas na primeira semana de abril, o que corresponde a uma média diária de 9,3 mil toneladas. Segundo dados preliminares, o volume representa uma leve retração de 0,9% em relação à média diária registrada em abril de 2024.

Apesar da queda no volume, o preço médio da tonelada exportada subiu 9,2% na comparação anual, alcançando US$ 4,9 mil. A elevação nos preços pode indicar uma demanda mais aquecida por parte do mercado internacional, ainda que o ritmo de embarques tenha diminuído.





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Importações de lácteos batem recorde no 1º trimestre de 2025



As importações brasileiras de lácteos somaram 590,83 milhões de litros




Foto: Pixabay

As importações brasileiras de lácteos somaram 590,83 milhões de litros em equivalente leite no primeiro trimestre de 2025, volume 5,38% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. A informação consta na análise semanal divulgada nesta segunda-feira (7) pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

Segundo o Imea, o volume é o maior já registrado para um primeiro trimestre desde o início da série histórica, em 1997. “Além da quantidade recorde, o valor gasto com essas aquisições também foi o mais alto para o período, alcançando US$ 279,87 milhões”, aponta a análise.

Apesar do crescimento acumulado no trimestre, as compras externas recuaram em março. O Brasil importou 178,85 milhões de litros em equivalente leite no mês, queda de 14,78% em relação a fevereiro.

O recuo mensal está associado, segundo o instituto, ao período de menor produção de leite nos principais países fornecedores, o que reduziu a disponibilidade de produto no mercado internacional. “As compras oriundas da Argentina e do Uruguai apresentaram retrações de 5,72% e 23,52%, respectivamente”, destaca o boletim. Os volumes totalizaram 106,32 milhões de litros e 54,64 milhões de litros em equivalente leite.





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