segunda-feira, maio 25, 2026

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China eleva tarifas sobre importações dos EUA para 125%



A China anunciou nesta sexta-feira (11), que vai elevar sua tarifa retaliatória sobre importações dos EUA, de 84% para 125%. A nova tarifa entra em vigor neste sábado, dia 12.

Pequim também sinalizou que não vai mais igualar eventuais novas elevações de tarifas pelos EUA, com o argumento de que as importações americanas não são mais comercializáveis nos níveis atuais.

“Mesmo que os EUA continuem impondo tarifas mais altas, isso não fará mais sentido econômico e se tornará uma piada na história da economia mundial”, diz comunicado da comissão de tarifas do Conselho Estatal chinês.

Ontem, a Casa Branca esclareceu que a tarifa cumulativa dos EUA a produtos chineses é de 145%, e não de 125%, como o presidente Donald Trump havia postado na quarta-feira (09), ao anunciar uma pausa de 90 dias nas tarifas recíprocas da maioria dos países, exceto China.

“Se os EUA seguirem impondo tarifas a bens chineses exportados para os EUA, a China vai ignorar”, acrescenta.

EUA X China: bolsas caem na Europa

As bolsas europeias viraram para baixo, revertendo ganhos da abertura do pregão desta sexta-feira, após nova retaliação da China às tarifas dos EUA. Por volta das 6h35 (de Brasília), o índice pan-europeu Stoxx 600 recuava 1,15%, a 481,68 pontos.

Antes da último lance da guerra comercial entre EUA e China, os mercados europeus vinham subindo, ainda favorecidos pela decisão dos EUA e da União Europeia de suspender tarifas para buscar um acordo comercial.

Às 6h50 (de Brasília), a Bolsa de Londres caía 0,09%, a de Paris recuava 0,86% e a de Frankfurt cedia 1,43%. Já as de Milão e Madri tinham perdas de 1,46% e 0,70%, respectivamente.



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Aprovado plano de recuperação judicial Agrogalaxy



Ao todo, são 15 modalidades de pagamento



A reunião, marcada por atrasos e tensões, contou com a liderança dos principais credores
A reunião, marcada por atrasos e tensões, contou com a liderança dos principais credores – Foto: Divulgação

Segundo Isan Rezende, presidente da Federação dos Engenheiros Agrônomos do Estado do Mato Grosso (FEAGRO MT), o plano de recuperação judicial do Grupo AgroGalaxy foi aprovado na madrugada desta quinta-feira, 10 de abril, após exaustivas negociações com credores durante a Assembleia Geral realizada em Goiânia. A informação foi divulgada em suas redes sociais.

A reunião, marcada por atrasos e tensões, contou com a liderança dos principais credores, como o Banco do Brasil (R$ 391 milhões), Banco Santander (R$ 273 milhões) e a trading LDC (R$ 7 milhões), que questionaram as condições propostas pela empresa. O principal ponto de discórdia foi o tratamento mais favorável dado aos chamados “parceiros”, que seguiram operando com a AgroGalaxy mesmo após o pedido de recuperação.

Apesar das resistências iniciais, a proposta foi ajustada e acabou sendo aprovada com o apoio da maioria dos 1.410 credores presentes. Um dos argumentos decisivos foi a expectativa de entrada de recursos no próximo dia 30 de abril, oriundos da venda de insumos da última safra. Com a aprovação, o plano segue agora para homologação na 19ª Vara Cível e Ambiental da Comarca de Goiânia (GO), último passo para que a AgroGalaxy possa tentar reequilibrar suas finanças e manter as atividades no setor agroindustrial.

Ao todo, são 15 modalidades de pagamento, com diferentes regras para cada tipo de credor. Os créditos trabalhistas terão prioridade, com pagamento integral para valores até R$ 205,8 mil. A primeira parcela, de R$ 6 mil, será paga em até 30 dias após a homologação, e o restante em até 12 meses. Valores acima desse limite seguirão as mesmas condições dos credores sem garantias.

 





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Setor de serviços cresce acima do esperado no Brasil: acompanhe o Diário Econômico



Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o aumento da cautela nos mercados com novas incertezas na guerra comercial entre EUA e China.

O dólar subiu 0,88%, a R$ 5,89, pressionando os juros futuros. O CPI dos EUA surpreendeu com queda, mas o foco segue nas tensões geopolíticas.

No Brasil, o setor de serviços cresceu acima do esperado. Hoje, destaque para o IPCA de março.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!



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Curuquerê exige controle no algodão



O manejo pode ser feito com o uso de inseticidas


Foto: Embrapa

A presença do curuquerê-do-algodoeiro (Alabama argillacea) nas lavouras tem exigido atenção dos produtores, especialmente nas fases iniciais do desenvolvimento da cultura. Segundo o engenheiro agrônomo Lucas Barros, em artigo publicado no blog da Aegro, práticas culturais inadequadas contribuem diretamente para o surgimento da praga. “O dano dessa praga pode ser observado no início de desenvolvimento da cultura do algodão em decorrência de práticas culturais mal executadas, como por exemplo a não destruição de plantas de algodão da safra anterior”, alerta.

As lagartas apresentam coloração variável, geralmente com listras longitudinais, escurecendo em casos de alta infestação. Na fase adulta, as mariposas são de coloração marrom avermelhada e têm hábitos noturnos.

Os ataques provocam desfolha nas plantas, afetando diretamente o limbo foliar. A severidade da desfolha está relacionada à densidade populacional da praga e pode atingir níveis totais, caso não haja controle adequado. A tolerância média considerada aceitável é de até 25% de desfolhamento em qualquer fase de desenvolvimento. A partir desse limite, o controle químico ou biológico é recomendado.

“As condições favoráveis para sua ocorrência são temperaturas elevadas e após períodos chuvosos”, explica Barros.

O manejo pode ser feito com o uso de inseticidas reguladores de crescimento e biológicos. Além disso, a liberação massal da microvespa Trichogramma pretiosum, parasitoide de ovos, tem se mostrado uma alternativa viável e eficiente. “A liberação massal de T. pretiosum pode ser feita uma vez por semana ou a cada cinco dias na dose de 100.000 a 120.000 parasitoides por hectare assim que se observar a presença da praga no campo”, orienta.





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confira a previsão de hoje



Tempo firme em grande parte do país, enquanto no Centro-Oeste duas capitais ficam sob atenção para chuva forte. Confira a previsão de hoje:

Sul

Os ventos que sopram do oceano formam as nuvens carregadas desde o litoral sul do Rio Grande do Sul até o litoral do Paraná. Nessas áreas, o sol aparece entre nebulosidade variável e chove em vários momentos, mas sem temporais. Dia de chuva em Florianópolis (SC) e em Curitiba (PR). No interior gaúcho, catarinense e paranaense, tempo firme e nada de chuva.

Sudeste

Chove rápido e em pontos isolados em Minas Gerais, no Espírito Santo, Rio de Janeiro e litoral de São Paulo por conta dos ventos úmidos. Não há alertas de temporais. Na capital paulista, dia de sol entre nuvens, com baixas chances de chuva.

Centro-Oeste

A previsão é de pancadas à tarde com raios em Mato Grosso e na metade norte de Goiás. Cuiabá (MT) e Brasília ficam em atenção. Em Mato Grosso do Sul chove rápido, sem alertas.

Nordeste

O tempo será abafado e com alertas no Maranhão, Piauí, litoral do Ceará e no interior da Bahia. São Luís continua na rota dos temporais. Na costa leste, dia de sol, poucas nuvens e chuva rápida.

Norte

A semana termina com chuva sobre todos os estados. Os maiores volumes se concentram no Amazonas, Roraima e Amapá.



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Queda no preço do arroz preocupa produtores



Clima atrasa colheita do arroz no estado




Foto: Pixabay

A colheita do arroz tem enfrentado dificuldades causadas pelas chuvas recorrentes no Rio Grande do Sul. Segundo o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (10) pela Emater/RS-Ascar, a colheita foi interrompida em dois momentos distintos ao longo do período e só foi retomada em grande parte do Estado a partir de 4 de abril.

Produtores que cultivam outras culturas, como soja e milho, optaram por priorizar o arroz devido ao risco de deterioração da qualidade dos grãos. Esse prejuízo é resultado dos ciclos sucessivos de umedecimento e secagem provocados pelas chuvas intermitentes. Também há preocupação com o acamamento das plantas diante da possibilidade de ventos fortes e precipitações mais intensas, o que pode dificultar a colheita mecanizada, aumentar perdas e comprometer o rendimento industrial.

Atualmente, 68% da área cultivada já foi colhida. A produtividade média registrada é de 8.376 quilos por hectare. Nas áreas ainda em pé, que representam 32% do total, os produtores têm intensificado os trabalhos de drenagem para facilitar a entrada de máquinas, melhorar o escoamento dos grãos e preparar o solo para o manejo da resteva. A Emater/RS-Ascar aponta que a maioria dessas lavouras encontra-se em maturação fisiológica e que o avanço da colheita depende da manutenção de condições climáticas adequadas nas próximas semanas.

Na comercialização, o cenário é de apreensão. Os produtores estão preocupados com a queda dos preços em diversos municípios e com a manutenção de patamares considerados baixos nos demais, o que compromete a rentabilidade da atividade. Conforme o levantamento semanal da Emater/RS-Ascar, o preço médio da saca de 50 quilos caiu 2,81% em relação à semana anterior, passando de R$ 78,73 para R$ 76,52.





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FCO Rural aprova R$ 104,7 milhões em Goiás


A Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Goiás (Seapa) participou na segunda-feira (7) da 414ª reunião da Câmara Deliberativa do Conselho de Desenvolvimento do Estado (CDE-GO/FCO), realizada durante a Tecnoshow Comigo, em Rio Verde. A reunião foi marcada pela aprovação de 31 cartas-consulta na modalidade FCO Rural, que somam R$ 104,7 milhões em financiamentos para produtores de 25 municípios goianos.

Representaram a Seapa no encontro a superintendente de Produção Rural e suplente da secretaria no conselho, Patrícia Honorato, a subsecretária de Agricultura Familiar, Produção Rural e Inclusão Produtiva, Glaucilene Carvalho, e a gerente de Inteligência de Mercado Agropecuário, Christiane Amorim.

Os recursos aprovados serão utilizados em ações como montagem e reforma de armazéns, implantação de aviários, correção de solo e aquisição de matrizes, touros, máquinas e implementos agrícolas. As atividades produtivas apoiadas incluem culturas como soja, milho, feijão, tomate, sorgo, além da avicultura, cana-de-açúcar e bovinocultura de corte e leite.

Do total de crédito liberado, 55,2% será destinado a mini produtores, 22,3% a produtores de pequeno-médio porte, 13,1% a pequenos e 9,4% a médios produtores. Parte dos projetos está enquadrada nas categorias FCO Verde e Desenvolvimento Rural, o que, segundo a Seapa, reforça o compromisso com a sustentabilidade e a ampliação da produção agropecuária no estado.





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Colheita da mandioca segue em ritmo intenso



Bacteriose é controlada em lavouras de mandioca




Foto: Canva

A colheita da mandioca segue em ritmo intenso em diferentes regiões do Rio Grande do Sul. Segundo o Informativo Conjuntural divulgado na quinta-feira (10) pela Emater/RS-Ascar, o avanço da atividade busca atender à demanda dos mercados locais e regionais, além da Ceasa.

Na região administrativa de Soledade, a comercialização ocorre com preços variando entre R$ 45,00 e R$ 50,00 por caixa de 22 quilos, de acordo com dados de Venâncio Aires. Em Santa Rosa, a colheita da safra atual também se intensifica. “A qualidade do produto está satisfatória, mas o rendimento é inferior ao de outros anos, devido ao tamanho reduzido das raízes”, informou a Emater. A estiagem registrada durante o desenvolvimento da cultura é apontada como causa da limitação no crescimento. O preço médio da mandioca descascada e congelada na região está em R$ 7,00 o quilo.

Em Lajeado, especificamente no município de São José do Hortêncio, a cultura segue sendo colhida sem novos registros de perdas. Segundo a Emater, os danos observados nesta safra foram atribuídos à presença da bactéria Xanthomonas axonopodis pv. manihotis, atualmente sob controle. A colheita alcança cerca de 40% da área total cultivada. Em Porto Alegre, os preços na Ceasa oscilaram entre R$ 30,00 e R$ 35,00 por caixa. Já em Cruzeiro do Sul, a colheita ocorre com produtividade média de 14 toneladas por hectare, considerada dentro da normalidade local.

“A sanidade da lavoura e o rendimento estão adequados, e a expectativa é de que a produção se mantenha estável até o fim do ciclo”, destacou a Emater. No início do desenvolvimento vegetativo, houve registro de mortalidade de plantas provocada por excesso de chuvas, o que favoreceu a incidência de bacteriose. O valor médio recebido pelo produtor na região está em R$ 25,00 por caixa, com possibilidade de leve redução nos próximos dias.





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Preço do boi gordo e “boi China” registram alta nas praças paulistas



Boi gordo registrou elevação nas cotações em diferentes praças pecuárias




Foto: Divulgação

O mercado do boi gordo registrou elevação nas cotações em diferentes praças pecuárias do país. De acordo com o informativo Tem Boi na Linha, divulgado pela Scot Consultoria, a alta se concentrou, principalmente, nas categorias de machos, enquanto os preços das fêmeas mantiveram-se estáveis em parte das regiões analisadas.

Em São Paulo, a oferta reduzida de machos e o volume maior de fêmeas resultaram em valorização de R$ 1,00 por arroba no preço do boi gordo e do chamado “boi China”. A vaca e a novilha não apresentaram variações. As escalas de abate seguem com média de sete dias no estado.

No Tocantins, a limitação de oferta influenciou os preços nas duas principais regiões do estado. No Sul, o boi gordo teve alta de R$ 3,00 por arroba, e a novilha subiu R$ 2,00 por arroba. A vaca manteve o valor anterior. A média das escalas de abate foi de seis dias. Já na região Norte, as três categorias registraram alta: boi gordo e vaca subiram R$ 1,00 por arroba, enquanto a novilha teve acréscimo de R$ 2,00. Nesse caso, a média das escalas alcançou oito dias.

Em Minas Gerais, o cenário variou conforme a localidade. No Triângulo Mineiro, apesar da menor oferta de boi gordo, o volume foi suficiente para atender à demanda imediata dos frigoríficos. Os preços do boi gordo e da vaca permaneceram estáveis, enquanto a novilha teve valorização de R$ 3,00 por arroba. A média das escalas de abate foi de oito dias. Já na região Norte do estado, não houve alteração nas cotações das categorias.

Segundo a Scot Consultoria, o movimento de alta pontual reflete o equilíbrio entre oferta e demanda, especialmente nas praças com maior restrição de animais prontos para o abate.





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Governo sanciona Orçamento com superávit primário de R$ 14,5 bi e dois vetos


Com dois pequenos vetos, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou o Orçamento Geral da União de 2025. Aprovada pelo Congresso Nacional em 20 de março, a lei orçamentária tinha até o próximo dia 15 para ser sancionada. O texto foi publicado em edição extraordinária do Diário Oficial da União.

No valor de R$ 40,2 milhões, o primeiro veto recaiu sobre novas programações orçamentárias com localizações específicas em gastos discricionários (não obrigatórios) do Poder Executivo, classificadas na categoria RP 2. Segundo o governo, a prática é vedada pela Lei Complementar 210, de 2024, que disciplina a execução de emendas parlamentares.

O segundo veto abrange R$ 2,97 bilhões em despesas financeiras (não originadas de impostos) do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), que seriam destinadas a financiamentos com retorno.

Nesse caso, de acordo com o governo, o veto foi necessário porque as despesas superam o teto para gastos atrelados a receitas, após a renovação da Desvinculação de Receitas da União (DRU) até 2032.

Parâmetros do Orçamento

A Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2025 estima um superávit primário de R$ 14,5 bilhões, após compensações permitidas pelo arcabouço fiscal, como gastos de R$ 44,1 bilhões com precatórios (dívidas com sentença definitiva da Justiça).

Sem a compensação, haverá déficit primário de R$ 29,6 bilhões. O resultado primário representa o déficit ou superávit nas contas do governo sem os juros da dívida pública.

Aprovado pelo Congresso com três meses de atraso, o Orçamento confirma o salário mínimo de R$ 1.518, em vigor desde o início do ano, com aumento real (acima da inflação) de 2,5% em relação ao ano passado. A LOA destina R$ 226,4 bilhões para a educação e R$ 245,1 bilhões para a saúde pública.

Previdência e programas sociais

cartão do Bolsa Famíliacartão do Bolsa Família
Foto: Agência Brasil

O Orçamento reserva R$ 158,6 bilhões para o Bolsa Família e R$ 113,6 bilhões para os Benefícios de Prestação Continuada (BPC) e a Renda Mensal Vitalícia (RMV). O maior volume de despesa primária corresponde à Previdência Social, com R$ 972,4 bilhões.

Por causa do crescimento dos gastos com a Previdência e com programas sociais, o governo enviou uma mensagem modificativa ao Congresso em março cortando R$ 7,6 bilhões do Bolsa Família e mais R$ 1,7 bilhão de outras despesas.

O dinheiro serviu para ampliar as despesas da Previdência em R$ 8,3 bilhões e em R$ 1 bilhão os gastos com abono salarial, seguro-desemprego e Benefício de Prestação Continuada (BPC). O acordo também permitiu a inclusão do novo Vale Gás e do Pé-de-Meia no Orçamento.

PAC e emendas

Em relação aos investimentos federais, o Orçamento de 2025 destina R$ 166 bilhões. Desse total, R$ 57,6 bilhões correspondem ao Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC).

As emendas parlamentares somam R$ 50,4 bilhões, das quais R$ 24,6 bilhões para as Emendas Individuais (RP 6), R$ 14,3 bilhões para as Emendas de Bancadas Estaduais (RP 7) e R$ 11,5 bilhões para as Emendas de Comissão Permanente do Senado Federal, da Câmara dos Deputados e de Comissão Mista Permanente do Congresso Nacional (RP 8). As despesas primárias discricionárias (RP 2 e 3) dos órgãos do Poder Executivo, totalizam R$ 170,7 bilhões.



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