segunda-feira, maio 25, 2026

Agro

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Exportações de soja devem ter alta de 7,5% em abril



As exportações brasileiras de soja em grão devem aumentar 7,5% em abril deste ano, somando 14,471 milhões de toneladas. No mesmo período de 2024, 13,452 milhões de toneladas da oleaginosa foram embarcadas.

Os dados provém de levantamento semanal da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec), que mostram que na semana entre 6 e 12 de abril, 3,512 milhões de toneladas foram remetidas ao exterior.

Já na semana entre 13 e 19 de abril, estão previstos embarques de 4,181 milhões de toneladas. No acumulado do ano até aqui, os embarques de soja são estimados em 41,046 milhões de toneladas.

Para o farelo de soja, a previsão é de embarques de 2,384 milhões de toneladas em abril. No mesmo mês do ano passado, o total exportado foi de 2,097 milhões de toneladas.
Na semana entre 6 e 12 de abril, o Brasil embarcou 351,078 mil toneladas. Para a semana entre 13 e 19 de abril estão previstos embarques de 669,511 mil toneladas. No acumulado do ano, os embarques de farelo de soja são estimados em 7,699 milhões de toneladas.



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Chuva de 100 mm e ventos de 100 km/h devem atingir o país; saiba onde e quando



Chuva de até 100 mm acompanhada de rajadas de vento que podem chegar a 100 km/h. Esse clima intenso, mais típico do verão e que chega em pleno outono, é previsto pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) entre esta terça (15) e quarta (16).

De acordo com o órgão, tais condições de clima mais severo devem atingir áreas de estados das Regiões Centro-Oeste e Sudeste, mais precisamente o centro-leste e nordeste de Mato Grosso do Sul, áreas de Mato Grosso, Goiás, seguindo em direção a Minas Gerais, São Paulo e ao sul do Rio de Janeiro.

Segundo o Inmet, a promessa é que as precipitações se intensifiquem já na madrugada de quarta-feira, afetando, diretamente, quem precisa acordar cedo para atender os seus compromissos.

Outras partes do país também têm previsão de chuva mais moderada no decorrer desta terça-feira, segundo o aviso amarelo (perigo potencial) do Inmet. As áreas de maior atenção são Rondônia, Amazonas, Tocantins, o Distrito Federal e áreas do sul do Maranhão, do Piauí e da Bahia, chegando até o sudoeste do Paraná.

Nessas áreas, o volume esperado de chuvas é entre 30 mm e 50 mm, com rajadas de vento de até 60 km/h.



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Webinar sobre o mercado de soja e milho acontece em breve



Com foco na qualificação técnica e na atualização de informações para o setor do agro, a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc), em parceria com a consultoria Safras & Mercado, promove na próxima terça-feira, 22 de abril, às 19h, o segundo webinar gratuito de 2025. A temática central será “Cenário de oferta e demanda global: perspectivas de mercado de milho e soja”.

O webinar é aberto ao público, com foco especial em Sindicatos Rurais, produtores, lideranças do agro, técnicos e demais profissionais interessados em compreender os rumos do mercado agrícola. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo site da Faesc. Clique aqui e participe!

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O evento contará com a participação do consultor-chefe da Safras & Mercado, Paulo Molinari, reconhecido como um dos maiores especialistas brasileiros em análise do mercado de grãos. Com uma carreira sólida e ampla experiência no setor, Molinari apresentará uma leitura estratégica sobre os fatores globais que influenciam diretamente a formação de preços, a oferta e a demanda do milho e da soja.

Para o presidente do Sistema Faesc/Senar, José Zeferino Pedrozo, a parceria com a Safras & Mercado tem sido decisiva na disseminação de conteúdo técnico e qualificado para o agronegócio. “O acesso a informações de mercado confiáveis e análises consistentes é fundamental em um setor cada vez mais dinâmico e competitivo. Essa iniciativa busca fortalecer o conhecimento e a capacidade de planejamento de quem atua no campo, nas entidades e nas empresas do setor”, destaca Pedrozo.



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AgroNewsPolítica & Agro

Colheita do arroz no RS se aproxima da reta final, mas clima traz alerta



Colheita do arroz no Rio Grande do Sul segue em ritmo constante




Foto: Nadia Borges

A colheita do arroz no Rio Grande do Sul segue em ritmo constante e já alcança 71,31% da área total semeada na safra atual. Segundo informações divulgadas pelo Instituto Rio Grandense do arroz (Irga), o percentual equivale a 604.922 hectares já colhidos até a última quinta-feira (10).

A Planície Costeira Externa lidera os trabalhos no campo, com 87,14% da área colhida. Em seguida, aparecem a Fronteira Oeste (82,53%), a Planície Costeira Interna (77,67%) e a Campanha (63,72%). As regiões com menor avanço até o momento são a Zona Sul, com 56,01%, e a Região Central, com 53,75%.

Apesar do bom andamento, o clima voltou a ser motivo de preocupação. De acordo com Luiz Fernando Siqueira, gerente da Divisão de Assistência Técnica e Extensão Rural do Irga, as fortes chuvas e os ventos registrados nos últimos dias na Zona Sul e Região Central — justamente as áreas com maior volume de lavouras ainda a serem colhidas — podem comprometer o rendimento das colheitas nestas localidades.

As informações são obtidas por meio da plataforma Safra, do Irga, que reúne dados enviados pelos 37 escritórios regionais do instituto espalhados pelas zonas produtoras de arroz no estado. A atualização é feita semanalmente e oferece uma visão detalhada sobre o progresso das atividades de semeadura e colheita no Rio Grande do Sul.





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Negócios com EUA bate recorde, mas balança comercial favorece americanos



A balança comercial entre Brasil e Estados Unidos bateu recorde no primeiro trimestre de 2025, com a corrente de comércio atingindo 20 bilhões de dólares, alta de 6,6% em relação ao mesmo período de 2024. Apesar do avanço, o Brasil registrou déficit de 654 milhões de dólares – compramos mais dos EUA do que vendemos. Os dados foram divulgados pela Câmara Americana de Comércio para o Brasil.

Nos primeiros três meses de 2025, o Brasil exportou para os Estados Unidos um total de US$ 9,65 bilhões. Já as nossas importações somaram US$10,3 bilhões. O destaque ficou para o crescimento das exportações industriais brasileiras, especialmente sucos, com aumento de 74,4%, óleos combustíveis, com 42,1%, e café não torrado, com 34%.

A carne bovina passou a figurar entre os dez produtos mais exportados para os EUA, com alta expressiva de 111,8 %. Os números são referentes ao primeiro trimestre do ano, portanto ainda não refletem os efeitos das tarifas dos americanos contra o Brasil.

A pauta de importação do Brasil foi dominada por bens manufaturados (89,2%), com destaque para máquinas, medicamentos, petróleo e equipamentos de processamento de dados.

As compras de petróleo bruto aumentaram 78,3%, revertendo a tendência de queda anterior e impulsionando o setor energético. Já as importações de gás natural recuaram, refletindo a menor demanda no início do ano.



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Aumento da demanda chinesa coloca Brasil à prova



Com a guerra comercial em andamento entre Estados Unidos e China, o comércio global tenta se adaptar à nova realidade. O governo Donald Trump impôs taxas que ultrapassam os 100% e os chineses agiram de forma recíproca.

A China tem procurado alternativas, como no caso da soja – os americanos são os maiores fornecedores de grãos ao gigante asiático. Ainda nesta semana, uma comissão da China estará no Brasil para um encontro bilateral com técnicos brasileiros para saber qual a nossa capacidade de atender a demanda chinesa.

Segundo informações obtidas pelo jornalista do Canal Rural, Marcelo Dias, a reunião entre chineses e brasileiros será fechada. O assunto foi tema de um encontro do ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT),ontem (14), no Palácio da Alvorada.

A China se manteve como a principal compradora dos produtos do agronegócio brasileiro em março. De acordo com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), os embarques no mês passado somaram US$ 15,64 bilhões, o segundo maior valor para um mês de março e 12,5% acima do obtido no mesmo período de 2024.



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Trump acusa China de renegar acordo com fazendeiros



O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acusou a China de renegar acordos comerciais com agricultores norte-americanos e com a Boeing, gigante da aviação, em publicação na Truth Social, divulgada nesta terça-feira (15).

“Nossos agricultores são grandes, mas por sua grandeza, são sempre colocados na linha de frente com nossos adversários, como a China, sempre que há uma negociação comercial ou, neste caso, uma guerra comercial”, escreveu.

O republicano disse que os chineses foram “brutais” com o setor, assim como estão sendo ao “não tomar posse” do compromisso total com aeronaves da Boeing, na avaliação de Trump.

O presidente norte-americano também afirmou que o gigante asiático tinha “zero respeito” pelo governo do antecessor democrata, Joe Biden.



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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Açúcar volta a cair em NY e Londres com impacto da queda acentuada do petróleo


Açúcar volta a cair em NY e Londres com impacto da queda acentuada do petróleo

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Os preços do açúcar encerraram esta sexta-feira (4) mais uma vez com reduções provocadas pela queda acentuada nas cotações do petróleo, levando os futuros mais próximos novamente abaixo dos 19 cents/lbp na Bolsa de Nova Iorque. Entretanto, as baixas do adoçante foram mais contidas e chegaram a até 1,67% em NY e 1,34% na Bolsa de Londres. 

Segundo o que destacou Mauricio Muruci, analista da Safras & Mercado, ao Notícias Agrícolas, a sessão desta sexta-feira foi marcada por um mercado atípico, com fortes oscilações do petróleo e do dólar. “No momento do fechamento das cotações do açúcar em Nova Iorque o petróleo estava em baixa de 7% enquanto o dólar no Brasil subia 3,40%”, destacou. 

Conforme o que explica o Barchart, a fraqueza nos preços do petróleo bruto reduz os preços do etanol, o que pode levar as usinas de açúcar do mundo a desviar mais moagem de cana para a produção de açúcar em vez de etanol, aumentando assim os suprimentos de açúcar.  
Entretanto, segundo o que aponta Muruci, mesmo que o petróleo mais baixo reflita em redução do açúcar, entretanto, o dólar abaixo dos R$ 6,00 dá um suporte positivo para o adoçante no mercado internacional. 

“Claro que quem venceu a queda de braço foi o petróleo, em queda de 6 a 7%. Mas o real mais forte frente ao dólar impede quedas de 3%, 4% ou até 5% nos preços do açúcar Com o efeito do real mais forte frente ao dólar, a queda do açúcar em Nova Iorque ficou resumida a cerca de 1,5%, mas ainda assim em queda”, acrescentou o analista.

Em Nova York o maio/25 fechou cotado em 18,84 cents/lbp, queda de 0,27 cents (1,41%). O julho teve redução de 0,29 cents (1,53%) e encerrou o dia negociado em 18,68 cents/lbp. O outubro/25 caiu 0,32 cents (1,67%) e passo a valer 18,85 cents/lbp. O março/26 ficou cotado em 19,20 cents/lbp, queda de 0,32 cents (1,64%). Na Bolsa de Londres, o contrato maio/25 ficou precificado em US$ 538,30/tonelada, queda de 550 pontos (1,01%). O agosto/25 fechou negociado em US$ 526,80/tonelada, diminuição de 680 pontos (1,27%). O outubro/25 foi a US$ 522,30/tonelada, após baixa de 710 pontos (1,34%). O dezembro/25 encerrou o dia com valor de US$ 519.70s/tonelada, baixa de 690 pontos (1.31%). 

Outro detalhe destacado por Muruci é o início da nossa safra no Brasil. Segundo ele, cerca de 60 usinas já estão em atividade, sendo que 22 entraram em operação na primeira quinzena de março. “É mais pressão de baixo sobre o açúcar em Nova Iorque”, completou o analista. 





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AgroNewsPolítica & Agro

Chuvas atrasam colheita, mas ajudam soja tardia


A colheita da soja avançou de 39% para 50% da área cultivada na última semana no Rio Grande do Sul.  Segundo o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (10) pela Emater/RS-Ascar, apesar da evolução, o ritmo foi afetado pelas chuvas que, ao mesmo tempo em que interromperam momentaneamente os trabalhos no campo, beneficiaram lavouras de ciclo mais tardio.

Na Metade Oeste do Estado, as precipitações contribuíram para a recomposição da umidade dos solos até níveis de capacidade de campo, amenizando o déficit hídrico registrado em períodos anteriores. Contudo, a saturação dos solos e da massa vegetal exigiu a suspensão temporária da colheita até a melhora das condições operacionais.

A estiagem enfrentada durante o ciclo da cultura gerou contrastes significativos de produtividade entre regiões. Os rendimentos variam de 180 kg/ha no Extremo Oeste até 6.000 kg/ha no Nordeste. A média estadual está estimada em 2.240 kg/ha, mas ainda pode ser revista para baixo, devido à escassez hídrica de março que impactou lavouras em todos os estágios.

A maturação irregular das plantas, aliada à elevada umidade após as chuvas, tem comprometido a qualidade dos grãos. Segundo o informativo, os grãos apresentam “alta taxa de umidade e de impurezas, além de estarem verdes, ardidos e chochos”, o que resulta em perdas comerciais. Para reduzir os danos, produtores têm intensificado o uso de dessecantes químicos com o objetivo de uniformizar a maturação e evitar perdas na qualidade final do produto.

Ainda restam cerca de 39% das lavouras em estágio de maturação e 10% em enchimento de grãos. Ambas fases foram beneficiadas pelas chuvas recentes, que podem contribuir para a preservação parcial do potencial produtivo.

Nas lavouras mais promissoras, segue o manejo fitossanitário com aplicação de fungicidas para controle de doenças de final de ciclo e ferrugem-asiática, visando garantir a sanidade até a colheita.

No mercado, o preço médio da saca de 60 quilos da soja apresentou queda de 2,04% em relação à semana anterior, passando de R$ 127,38 para R$ 124,78, conforme levantamento semanal da Emater/RS-Ascar.





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Tecnologia e conforto sob quatro rodas; confira o novo Podcast do Soja Brasil!



O novo episódio do podcast Soja Brasil já está no ar e trouxe uma conversa sobre a parceria da Mitsubishi Motors com o projeto. Thiago Dantas, apresentador, recebeu Marcos Marques, gerente executivo comercial da Mitsubishi, para falar sobre a relação da empresa com o produtor rural e o mercado agropecuário brasileiro.

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Durante a conversa, foram destacadas as colaborações da Mitsubishi com a expedição Soja Brasil e a importância do contato direto com os produtores para fortalecer a conexão da marca com o setor rural. Você pode conferir o bate-papo completo no Youtube ou Spotify do Soja Brasil.

Confira o podcast do Soja Brasil!

Durante a conversa, Marques explicou que o vínculo da Mitsubishi com o campo é profundo e histórico. A empresa tem uma presença forte entre os produtores rurais, com mais de 50% de seu canal de distribuição voltado para esse público. Para a Mitsubishi, o produtor rural é parte essencial de sua identidade, o que reflete na robustez e qualidade dos seus veículos, projetados para atender as demandas do campo. A empresa tem se dedicado a entender as necessidades dos agricultores, oferecendo produtos que aliem resistência e inovação.

O destaque da edição foi também o lançamento da nova picape Triton, que chegou ao mercado com muitas novidades. Marcos falou sobre os avanços na sexta geração do modelo, que inclui melhorias na motorização, suspensão e chassi. A nova Triton é mais espaçosa, robusta e confortável, proporcionando aos motoristas a sensação de estar dirigindo um SUV, mas com toda a capacidade de carga e resistência que uma picape exige. A Mitsubishi também investiu em um design mais moderno, com uma direção mais precisa e leve, sem perder a robustez característica.

Por fim, o programa de assinatura da Mitsubishi foi discutido, oferecendo uma alternativa ao financiamento tradicional para quem deseja adquirir a nova picape. Marcos explicou como funciona a locação de veículos da Mitsubishi, especialmente para os produtores que não querem investir um grande capital de imediato. Essa opção tem ganhado força no Brasil, permitindo que as empresas utilizem veículos de alta qualidade sem o compromisso de um financiamento de longo prazo. A locação se adapta às necessidades do cliente, com condições especiais para atender ao setor agropecuário.



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