domingo, maio 24, 2026

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Saiba os nomeados do Prêmio Personagem Soja Brasil!



Estamos em contagem regressiva! No dia 14 de maio, às 18h, acontece a cerimônia do Prêmio Personagem Soja Brasil, diretamente da Casa Canal Rural, na sede da Aprosoja Brasil, em Brasília (DF). O evento pode ser assistido, ao vivo, pelo link.

https://youtube.com/watch?v=YB5-v4o46XI%3Ffeature%3Doembed

Após a fase de votação, agora é hora de descobrir quem são os profissionais que marcaram o setor neste ciclo. A premiação reconhece histórias inspiradoras, com gente que faz a diferença no campo e fora dele.

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Os indicados ao Prêmio Personagem Soja Brasil

  • Alberto Schlatter, produtor em Chapadão do Sul (MS), combina tradição familiar com inovação no campo, promovendo uma agricultura mais eficiente e sustentável.
  • Anderson Cavenaghi, professor e doutor no MT, se destaca pelo trabalho em proteção de plantas, com foco no controle de daninhas e no uso consciente de herbicidas.
  • Cecilia Czepak, pesquisadora da UFG, é referência em manejo integrado de pragas e tem contribuído para lavouras mais saudáveis e produtivas.
  • Claudia D’Agostini, produtora em Sabáudia (PR), comanda a propriedade ao lado da irmã, sempre em busca de tecnologia e sucessão familiar no campo.
  • Julio Cezar Franchini, da Embrapa Soja (PR), pesquisa manejo de solos e ajuda a impulsionar a sustentabilidade da produção agrícola no Brasil.
  • Oliverio Alves de Melo, produtor em Balsas (MA), atua há décadas no desenvolvimento do Cerrado e integra o Programa de Cooperação Nipo-Brasileira.

Fique de olho: está chegando a hora de conhecer quem está por trás dos avanços que colocam o Brasil como protagonista na produção mundial de soja!



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Governo diz não ter preferência entre EUA e China: ‘Queremos vender e comprar’



O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, afirmou não querer “guerra fria”, nem ter que optar entre Estados Unidos e China. Segundo ele, o Brasil não quer ter preferência sobre um ou sobre outro.

“Eu quero vender e comprar”, disse Lula. “Eu não quero fazer opção entre Estados Unidos ou China. Eu quero ter relações com os Estados Unidos, quero ter relação com a China. Eu não quero ter preferência sobre um ou sobre outro. Quem tem que ter preferência são os meus empresários que querem negociar”, afirmou, em declaração à imprensa nesta terça-feira (22), ao lado do presidente do Chile, Gabriel Boric.

“Eu quero vender e comprar, fazer parceria”, completou o chefe do Executivo brasileiro. “Na hora que você tem um presidente da República de um país importante, como os Estados Unidos, que resolve estabelecer a discussão favorável à política protecionista, contrário a tudo o que foi falado para nós desde os anos 1980, globalização e livre comércio, e de repente nada disso vale a pena, e o que vale a pena é o protecionismo”, contou.

Na avaliação do petista, o Brasil não tem que “disputar cargo” na América Latina. “O Brasil, por si só, já é grande. O Brasil não precisa dessa disputa. O Brasil precisa apoiar que as coisas sejam feitas pelas melhores pessoas possíveis”, comentou.

Diversificação de parceiros

O chefe do Executivo brasileiro ressaltou a necessidade de se buscar e diversificar os parceiros comerciais. “Senão vamos continuar mais um século pobre”, pontuou. Em sua avaliação, as instituições multilaterais não foram feitas para países pobres, mas para colonizadores.

Ao final da fala, Lula convidou Boric a comparecer à Cúpula do Brics deste ano. Além disso, sugeriu que o chileno vá à China para participar da Cúpula Celac-China, em Pequim. Ele, então, disse que o ex-chanceler Celso Amorim, hoje assessor especial, pode “conseguir” que Boric tenha uma reunião bilateral com o presidente do gigante asiático, Xi Jinping.



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Demanda interna do milho sustentará preços no curto prazo? Confira análise



Em apenas nove dias de abril, o Brasil já exportou 55% mais milho do que em todo o mesmo mês de 2024, de acordo com a Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

Quanto aos preços, o cereal encerrou a semana cotado a US$ 4,82 por bushel em Chicago, queda de 1,43% ante o fechamento da semana retrasada. No Brasil, na B3, o contrato de milho para maio de 2025 também registrou queda, encerrando a R$ 76,75 por saca (-3,25%).

Seguindo esses parametros, os preços do milho recuaram no mercado físico, desestimulando
as vendas por parte dos produtores.

E agora, o que esperar do milho?

Analistas da plataforma Grão Direto destacam pontos de atenção aos produtores de milho do país:

  • Exportações reduzidas: o Brasil deve colher a segunda maior safra de milho da história, superando as 120 milhões de toneladas. Apesar da oferta elevada, o consumo interno — impulsionado principalmente pela crescente demanda das usinas de etanol — tende a sustentar os preços, especialmente em caso de impactos climáticos no fim do ciclo. Com o aumento do consumo interno, o excedente para exportação deve diminuir, o que pode ameaçar a posição do país como segundo maior exportador mundial do cereal. Esse cenário deve trazer mais interesse de produtores para o plantio de milho, podendo concorrer diretamente com a área de soja na safra verão.
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  • Safra norte-americana: nos Estados Unidos, o plantio da safra 2025/26 avança em ritmo alinhado à média histórica, mas o clima mais frio no Meio-Oeste pode gerar atrasos nas próximas semanas. O mercado acompanha de perto essas condições, já que o clima pode trazer volatilidade aos preços, dada a expectativa de uma grande safra de milho. Paralelamente, a guerra comercial entre Estados Unidos e China segue influenciando a demanda chinesa, abrindo espaço para o Brasil aproveitar oportunidades no mercado internacional.
  • Milho segunda safra: de acordo com a Conab, as condições climáticas variam entre as regiões, com chuvas regulares favorecendo o bom desenvolvimento das lavouras em Mato Grosso, Goiás e Minas Gerais. No Paraná e Tocantins, a escassez de chuvas e o calor excessivo afetam a produtividade. Em Mato Grosso do Sul, a irregularidade das chuvas no centro-sul causa perdas, enquanto no norte do estado as lavouras seguem bem produtivas. Já no Piauí, o desenvolvimento das lavouras é regular, refletindo condições mais desfavoráveis. Todo esse cenário leva o mercado a acreditar que o Brasil terá uma colheita significativa, fomentando a demanda interna do país.

Para a Grão Direto, o mercado interno de milho seguirá sustentado pela demanda, mas a recente queda nas cotações na B3 causou pressão negativa no mercado físico, sendo vista como uma correção de preços saudável. Apesar dessa correção, o cenário permanece otimista, com preços ainda favoráveis devido à manutenção da demanda.



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Safra de verão de milho no PR tem bom resultado, mas calor castiga a safrinha



A segunda safra de milho no Paraná vive um cenário desafiador: as ondas de calor prolongadas afetaram o desenvolvimento das lavouras em diversas regiões, principalmente no oeste do estado. Em algumas localidades, a germinação ficou abaixo do esperado, e já há relatos de quedas acentuadas na produtividade da safrinha.

A repórter do Canal Rural, Valéria Burbello, esteve no município de Contenda e conversou com produtores de milho que destacaram o bom desempenho da safra de verão. Já para a safrinha, as expectativas permanecem cautelosas diante das incertezas climáticas que ainda rondam a reta final do desenvolvimento das lavouras.

Por outro lado, os produtores têm motivos para comemorar. A safra de verão registrou a maior produtividade da história do estado, ultrapassando a marca de 10 mil quilos por hectare.

A produção estimada é de 2,8 milhões de toneladas de milho, número 13% superior ao do ano passado, mesmo com uma área cultivada 9% menor — foram 268,3 mil hectares nesta safra, contra 294,3 mil no ciclo anterior.

A primeira safra, concentrada na região sul do Paraná (com cerca de 70% da produção), foi beneficiada por condições climáticas favoráveis e boas práticas de manejo.

Segundo o Departamento de Economia Rural do Estado, o momento também é positivo do ponto de vista econômico: a saca de 60 quilos de milho está sendo comercializada a cerca de R$ 70, valor mais de 40% acima do registrado no mesmo período do ano passado.



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Porto de Paranaguá 90 anos. Podem produzir, que nós entregamos


Não basta produzir! É preciso entregar. É preciso ser sustentável, de ponta a ponta da cadeia, com inteligência, tecnologia e inovação.

Com uma atividade primária e industrial diversificada, o Paraná é um dos maiores produtores de alimentos do mundo. Somos o estado com o maior parque agroindustrial do país e destaque no setor metalmecânico, com diversas fábricas de veículos automotores e máquinas agrícolas. O Paraná é referência agroflorestal e ocupa a segunda colocação na extração de celulose e fabricação de papel. Além disso, possui a maior área cultivada de cana-de-açúcar do Sul do Brasil, sendo um dos mais importantes estados do setor sucroalcooleiro, que produz açúcar e etanol. Grande parte de toda essa riqueza é exportada pelo Porto de Paranaguá.

Entre outros destaques, somos o maior exportador de proteína animal do Brasil e o maior porto exportador de carne de frango do mundo. Nossos terminais também são a principal porta de entrada de fertilizantes do país.

No Paraná produzimos comida, energia e bens duráveis e intermediários que atendem não somente o mercado interno, mas também diversos países mundo afora. A depender do produto e do nível de industrialização, chegamos a exportar mais da metade do que produzimos. Isso não seria possível sem uma estrutura logística minimamente adequada, capaz de dar vazão a essa produção voltada à exportação, que hoje sai dos quatro cantos do estado para os quatro cantos do mundo, por Paranaguá.

Ao completar 90 anos de operação, o Porto de Paranaguá, administrado pela Portos do Paraná, empresa eleita por cinco vezes consecutivas “Melhores Portos do Brasil”, está sendo preparado para celebrar o seu centenário. São bilhões de reais em investimentos no porto do futuro, com recursos aplicados em infraestrutura e tecnologia. Somente no “Moegão”, maior obra portuária do Brasil, que vai incrementar o acesso ao porto pelo modal ferroviário, estão sendo investidos mais de R$ 600 milhões.

Ampliar a capacidade, modernizar estruturas e os modelos de contratos, sempre com o interesse público à frente, são objetivos claros que buscam tornar o estado mais forte, com uma economia e um setor produtivo mais eficientes e competitivos. Paranaguá é um porto em franca expansão, com potencial de crescimento a partir de um planejamento estratégico de longo prazo para evitar gargalos e enfrentar os novos desafios que estão por vir. Um ambiente onde gestão e governança são determinantes não como opção, mas como condição à administração portuária.

Nesse sentido, vale destacar a concessão do canal de acesso. Inovação e protagonismo que, assim como no “Moegão”, vêm para garantir maior atratividade ao terminal, proporcionar mais segurança e reduzir custos, do campo à mesa, da produção ao consumo, gerando riquezas e dividendos ao estado e à sua economia. Também está em curso a regularização de áreas precárias, com novos arrendamentos por meio de leilões, que convertem contratos antigos e nocivos em áreas de excelência, modernas e funcionais, conferindo ao Porto de Paranaguá o posto de ser o primeiro, em todo o Brasil, a ter 100% de suas áreas regularizadas para exploração comercial pela iniciativa privada.

Há ainda o investimento que ultrapassa os R$ 2,2 bilhões para a construção do ousado píer em “T”, que ampliará a capacidade de atracamento e abrirá o porto para diversificar ainda mais seu portfólio de operação. Estamos falando de um ativo único, um diferencial competitivo do Paraná e do Brasil frente a uma das principais variáveis de qualquer atividade econômica: a logística. A estrutura vai carregar 4 navios de grande porte simultaneamente. Cada embarcação vai receber 8 mil toneladas de grãos vegetais a cada hora. Hoje, a capacidade é de 3 mil toneladas hora.  

Atualmente, a Portos do Paraná tem um fluxo comercial de exportação e importação com mais de 170 países. De 2019 a 2024, o volume movimentado nos portos do Paraná cresceu 25%, um índice que sofreu influência direta de outro aumento: o da produção nacional de grãos vegetais, que, no mesmo período, cresceu 16%.

Ainda na intenção de dimensionar nossa performance, Paranaguá possui pouco mais de 5 quilômetros de cais, um quarto do tamanho do Porto de Santos, considerado o maior do Brasil e da América Latina. Mesmo com dimensão menor, Paranaguá movimentou, em 2024, mais de 66 milhões de toneladas, o equivalente a 35% do total registrado pelo porto paulista no mesmo período, com 180 milhões de toneladas.

Nunca estaremos prontos, mas sempre estaremos em obras. Assim, podem produzir, que nós entregamos, seja onde for, seja para quem for. E que venham os 100 anos! Porque nós, o Porto de Paranaguá e o Paraná, estamos preparados.

*Luiz Fernando Garcia é diretor-presidente da Portos do Paraná e presidente da Associação Brasileira das Entidades Portuárias e Hidroviárias (ABEPH)


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação



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Herbicida inovador é lançado no Peru e está perto do Brasil



“Este registro é um momento pioneiro na inovação agrícola”



"Este registro é um momento pioneiro na inovação agrícola"
“Este registro é um momento pioneiro na inovação agrícola” – Foto: Divulgação

A FMC Corporation anunciou a aprovação regulatória no Peru do herbicida Keenali™, desenvolvido com o ativo inédito Dodhylex™ (tetflupirolimeto). Esta é a primeira autorização global para esse ingrediente ativo e seu produto comercial, marcando um avanço inédito após mais de 30 anos sem novos modos de ação herbicida. Dodhylex™ é o único herbicida reconhecido pelo Comitê de Ação de Resistência a Herbicidas (HRAC) e pela Sociedade de Ciência de Ervas Daninhas da América (WSSA) como pertencente ao Grupo 28.

De acordo com a empresa, o produto Keenali™ será utilizado em arroz Japonica e Indica, oferecendo controle eficaz de plantas daninhas resistentes como o capim-arroz (Echinochloa crus-galli) e o capim-saramola (*Ischaemum rugosum*), com alta seletividade para as culturas. O lançamento comercial no Peru está previsto para agosto, beneficiando um dos mercados de arroz de crescimento mais rápido da América Latina.

A empresa afirma que a tecnologia reflete o compromisso da FMC com a inovação e segurança alimentar, como destacou Ronaldo Pereira, presidente da empresa. Já Juan Ortiz, vice-presidente da FMC na América Latina (exceto Brasil), ressaltou o potencial de mercado da novidade, que pode atender cerca de 10% dos 4,5 milhões de hectares de arroz cultivados na região. A FMC já solicitou registros do Dodhylex™ em países como Brasil, Colômbia e Equador, além de mercados na Ásia e nos Estados Unidos. A empresa reforça seu foco em soluções sustentáveis e eficazes para os desafios da agricultura moderna.

“Este registro é um momento pioneiro na inovação agrícola e o resultado de anos de liderança científica na FMC”, disse Ronaldo Pereira, presidente da FMC Corporation.

 





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Mercado da soja ‘reage’ a cenário externo e incertezas cambiais; confira



Com base nas informações fornecidas pela plataforma Grão Direto, o mercado da soja encerrou a semana acompanhando de perto os desdobramentos na safra norte-americana, a competitividade argentina e os reflexos da guerra tarifária entre China e Estados Unidos.

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Como o mercado da soja se comportou?

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou o primeiro relatório da safra 2025/26, indicando que 2% da área destinada à soja já foi semeada. O avanço segue dentro da média histórica, mas o ritmo ainda dependerá das condições climáticas nas próximas semanas.

Exportações

A Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) revisou para cima a estimativa de exportações de soja em abril, agora projetadas em 14,5 milhões de toneladas, um aumento de 1,2 milhão de toneladas em relação à previsão da semana anterior. O resultado reforça o bom desempenho da logística brasileira e a forte demanda externa.

Argentina

O governo argentino decidiu unificar o câmbio oficial, o que retira o “dólar blend” utilizado nas exportações. A medida busca trazer mais previsibilidade ao mercado e pode estimular a comercialização de soja e derivados, com potencial de tornar o produto argentino mais atrativo no cenário internacional.

A soja no exterior

Na Bolsa de Chicago, o contrato de soja para maio/25 encerrou a semana cotado a US$ 10,36 por bushel, queda de 0,77%. Em contrapartida, o contrato para março/26 subiu 0,58%, fechando em US$ 10,45. O dólar caiu 1,02% frente ao real, terminando a semana cotado a R$ 5,81. No mercado físico, os preços da soja recuaram em diversas regiões, acompanhando o movimento internacional.

Saiba o que esperar

Em março, a China importou 3,5 milhões de toneladas de soja, uma queda de 40% em relação a fevereiro e de 37% frente ao mesmo período do ano passado, segundo a Autoridade Aduaneira Chinesa (GACC).

O recuo é atribuído ao agravamento das disputas comerciais com os Estados Unidos, que levaram à aplicação de tarifas de até 125% sobre produtos norte-americanos. Esse cenário abre espaço para que o Brasil amplie sua participação nas exportações à China, aproveitando uma safra robusta e menor oferta norte-americana.

Além disso, com a unificação cambial, a Argentina busca simplificar o ambiente de negócios e atrair mais exportações, tornando seus grãos, especialmente o farelo de soja, mais competitivos. Como maior exportador global do derivado, o país pode exercer pressão direta sobre os preços e prêmios de exportação brasileiros, com a necessidade de maior atenção do setor nacional.

A moeda norte-americana recuou nos últimos dias, o que reflete expectativas positivas quanto ao ajuste fiscal brasileiro e um cenário externo mais tranquilo. Para esta semana, o dólar deve manter-se próximo dos R$ 5,80, com tendência de estabilidade ou leve queda, salvo novos fatos relevantes no front internacional ou político.

Volatilidade à frente

Após uma semana marcada pela indecisão, o mercado pode enfrentar maior volatilidade nos próximos dias. Ainda se espera uma leve correção nas cotações em Chicago, após os ganhos recentes. Apesar disso, o cenário segue positivo, com fundamentos que favorecem a comercialização no curto prazo.



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Ciclone extratropical levará temporais para 4 estados nesta semana



Uma área de baixa pressão no Paraguai deve se espalhar pelo centro-sul do Brasil entre a quinta e a sexta-feira (24 e 25), trazendo temporais para quatro estados, de acordo com a Climatempo.

Esse fenômeno será intensificado pelo deslocamento de um grande cavado meteorológico nos níveis médios da atmosfera e pela formação de um ciclone extratropical próximo à costa do Sudeste.

Assim, já no decorrer desta quarta-feira (23), temporais são previstos para Mato Grosso do Sul (especialmente na região oeste do estado).

Já na quinta-feira, a chuva forte se espalha pelo território sul-matogrossense, atingindo o centro-sul e o leste do estado e se espalhando para o Paraná, parte de Santa Catarina (sobretudo as localidades mais próximas ao Paraná) e o estado de São Paulo.

Temporais, ventania e granizo

A previsão aponta que, especialmente no Paraná e em São Paulo, há condições para a formação de linhas de instabilidade que, conforme avançam, provocam ventania e granizo. As rajadas nesses estados podem variar de 60 a 80 km/h.

Na sexta-feira (25), a chuva diminui no Sul do Brasil e em Mato Grosso do Sul, mas será frequente em São Paulo. Apesar de o risco de ventania e granizo ser mais baixo, são esperados acumulados elevados, com destaque para as faixas leste e norte do estado, inclusive para a capital paulista.

Segundo a Climatempo, entre quarta e sexta, em virtude dos altos acumulados estimados, há condições para a formação de alagamentos e enchentes. Com isso, pede-se atenção especial às áreas de encosta devido o risco de deslizamentos. Por conta dos ventos fortes, também ressalta-se o potencial de queda de galhos e árvores.



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Brasil pode começar a exportar pescados para a China



De acordo com o ministro da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Fávaro, o Brasil está próximo de receber autorização do governo chinês para exportar pescados ao país asiático. Em entrevista ao Canal Rural, o presidente da Associação Brasileira da Piscicultura (PeixeBR), Francisco Medeiros, afirmou que a abertura do mercado chinês ao peixe brasileiro, além de positiva, representa também uma oportunidade de negócios para subprodutos do setor.

A China é hoje a maior produtora e exportadora de peixes de cultivo do mundo. Ainda assim, Medeiros considera a possível abertura comercial extremamente favorável.

“Sempre há possibilidade de negócios com subprodutos. Acreditamos que, com essa abertura, conseguiremos negociar farinha e óleo de peixe, produtos que, geralmente, não comercializamos diretamente com a China”, explicou.

O presidente da PeixeBR também destacou a diversidade de espécies amazônicas que o Brasil pode oferecer, como tambaqui, pirarucu e pintado, com potencial para conquistar o mercado chinês.

Segundo Medeiros, as tratativas com o governo chinês são recentes, mas trazem otimismo ao setor. “Quem sabe, a médio ou curto prazo, possamos ver essas oportunidades de negócios se concretizando”, finalizou.

O depoimento completo do presidente da Associação Brasileira da Piscicultura (PeixeBR), Francisco Medeiros, exibido hoje (22) no telejornal Mercado & Companhia está disponível em nossa página no Youtube, acesse!



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Soja Brasil: a conexão do campo e cidade direto de Catalão



A equipe do Soja Brasil chegou à cidade de Catalão, no sudeste de Goiás, município com cerca de 120 mil habitantes que se destaca, também, pelo agronegócio. A produção de soja, milho, trigo e algodão impulsiona a economia local e foi determinante para que a região se tornasse um polo automotivo estratégico no Brasil, ligando o campo à cidade. Confira o programa completo:

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Foi nesse cenário que, em 1998, a Mitsubishi Motors, por meio da HPE Automotores, escolheu Catalão para instalar sua fábrica no Brasil. Desde então, mais de meio milhão de veículos foram produzidos no município, muitos deles voltados ao público do campo. A marca japonesa aposta em tecnologia, robustez e conforto como pilares para atender às necessidades do produtor rural.

O mais recente lançamento da montadora é a nova Triton, uma caminhonete totalmente renovada, com chassi, carroceria, motorização e eletrônica novos. Desenvolvida com tecnologia 100% japonesa e fabricada no Brasil, ela representa um avanço em desempenho e segurança. “Este é um novo carro”, afirma Fernando Julianelli, vice-presidente de Branding e Inovação da Mitsubishi Motors no Brasil. “A ideia é entregar um veículo que entenda o Brasil e quem trabalha nele.”

Pensada para todo tipo de terreno, do asfalto ao barro, a Triton oferece sete modos de tração que garantem desempenho e segurança em qualquer situação. O sistema vai da condução econômica no 4×2 à tração 4×4 integral, ideal para condições climáticas adversas.

A caçamba, com capacidade para até uma tonelada, foi ampliada. A cabine ganhou mais espaço, acabamento refinado e sistemas inteligentes de segurança. Entre os destaques estão a frenagem assistida, câmeras 360º e sensores que evitam colisões, mesmo com manobras equivocadas.

Além da força e durabilidade, a nova Triton entrega conectividade e conforto. O painel é intuitivo, os comandos são acessíveis em qualquer terreno e a caminhonete se conecta aos principais sistemas de navegação e comunicação. Leve para dirigir e robusta para trabalhar, ela aproxima ainda mais a Mitsubishi do produtor rural, da lavoura à cidade.



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