domingo, maio 24, 2026

Agro

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São Paulo expande grupo especializado para reforçar segurança no campo


O governo de São Paulo anunciou a expansão do Grupo de Investigação em Área Rural (Giar) para todas as regiões do estado. A portaria que oficializa a ampliação foi assinada nesta segunda-feira (28), durante a Agrishow, feira agrícola realizada em Ribeirão Preto (SP).

O Giar é uma equipe da Polícia Civil especializada em atender ocorrências de crimes contra o patrimônio em áreas rurais. Criado inicialmente em Botucatu e Itatinga, o grupo será agora vinculado às Divisões Especializadas de Investigações Criminais (Deic) e às Delegacias Seccionais dos Departamentos de Polícia Judiciária do Interior (Deinter) em todas as regiões paulistas.

De acordo com o governo, os agentes do Giar serão responsáveis por investigações, operações e ações de cooperação com outros órgãos de segurança pública, além de manter diálogo constante com empresas, cooperativas, produtores e trabalhadores rurais.

O secretário da Segurança Pública, Guilherme Derrite, afirmou que a experiência em Botucatu demonstrou a necessidade de expandir o grupo. “Essa equipe será um ponto focal em cada região para conversar com o setor produtivo, aumentando a segurança no campo”, declarou.

Além das investigações, os grupos terão a responsabilidade de gerar dados sobre as atividades desenvolvidas, como número de ocorrências, equipamentos e produtos recuperados, prisões efetuadas e inquéritos instaurados e concluídos. A medida já está em vigor, com a publicação da portaria no Diário Oficial do Estado (DOE).

O secretário de Agricultura e Abastecimento, Guilherme Piai, também reforçou a importância da ação. “Será uma resposta mais rápida da polícia para os produtores do campo, que contam com segurança jurídica no nosso território”, afirmou.

Foto: Governo de São Paulo/divulgação

Resultados em Botucatu

A criação do Giar em Botucatu permitiu a recuperação de veículos, animais e equipamentos furtados ou roubados em propriedades rurais, de acordo com o governo paulista. As equipes atuaram na repressão a crimes como roubo de gado, de tratores, de caminhões, abate clandestino e invasões de terras.

Além das operações de repressão, a equipe realiza rondas preventivas em zonas rurais, o que, segundo as autoridades locais, contribuiu para a melhoria da sensação de segurança.

Entre janeiro e março deste ano, o Giar registrou sete furtos de tratores na região de Botucatu. No mesmo período de 2024, foram oito casos. A equipe esclareceu 100% dos crimes registrados nos dois períodos.



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Chuva prevista garantirá a reposição hídrica? Saiba como fica o tempo nas lavouras de soja



As áreas produtoras de soja do Brasil seguem com variações no tempo. No Sudeste, por exemplo, o avanço de uma frente fria traz de volta as chuvas em regiões que necessitam de reposição hídrica, embora haja o alerta de que o volume esperado ainda será insuficiente para reverter o déficit de água no solo, aliviando temporariamente o estresse das lavouras e pastagens.

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O cenário mais crítico em relação à disponibilidade de água no solo continua no interior da Bahia, onde produtores enfrentam dificuldades há semanas devido à seca. Regiões do sertão nordestino também apresentam baixos níveis de umidade no solo. Por outro lado, outras áreas do país mantêm um bom equilíbrio hídrico.

Chuvas volumosas

As chuvas mais expressivas devem ocorrer no sul da Bahia, Espírito Santo e até no norte de Minas Gerais, com acumulados previstos entre 60 e 100 mm. Isso deve trazer algum alívio para os produtores rurais dessas localidades.

Por outro lado…

Já no Centro-Sul brasileiro, a tendência é de tempo mais seco nos próximos dias. Após a passagem da frente fria, uma área de alta pressão, sistema que inibe a formação de nuvens carregadas, passa a predominar, garantindo céu aberto e pouca nebulosidade em estados como Mato Grosso do Sul, São Paulo e regiões do Sul do país.

Começo de maio

Projeções entre os dias 4 e 8 de maio indicam que as chuvas no Sul seguirão irregulares e com baixo volume acumulado, sem grandes contribuições para a reposição da umidade no solo. Por outro lado, o tempo seco poderá favorecer os trabalhos em campo, como colheita e preparação de solo.

Enquanto isso, no Norte do país, a Zona de Convergência Intertropical continua atuando com força. A chuva persistente beneficia os produtores de soja de Roraima, onde ainda ocorrem plantios em algumas áreas. O bom volume de precipitação é considerado essencial para o desenvolvimento inicial das plantas, especialmente nesta fase de crescimento vegetativo.



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ExpoZebu 2025 celebra 90 anos de muita história



A ExpoZebu 2025 foi oficialmente aberta neste fim de semana no Parque Fernando Costa, em Uberaba, no Triângulo Mineiro. A 90ª edição do evento destaca a evolução da pecuária brasileira ao longo de quase um século e reúne importantes lideranças do setor.

A cerimônia contou com a presença de diversas autoridades, incluindo representantes do governo e entidades ligadas ao agronegócio. O presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), Gabriel Cid, ressaltou o legado zebuíno brasileiro, fundamental para o avanço da pecuária nacional.

O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, também marcou presença e destacou a importância dos produtores mineiros para o crescimento do agronegócio no Brasil. Já o presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), João Martins, relembrou a atuação da entidade em prol do desenvolvimento do setor.

Além das celebrações, a ExpoZebu também foi palco para discussões sobre temas importantes para o agronegócio. Um dos destaques foi o debate sobre o Plano Safra 2025/26. O presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado Pedro Lupion, manifestou preocupação com os recursos que serão destinados ao programa.

Outro ponto abordado foi o aumento das invasões de terras durante o chamado “Abril Vermelho”. Lupion alertou que o número de invasões já ultrapassa 30 casos neste ano, superando o registrado no ano passado.

A ExpoZebu 2025 segue até o próximo domingo, com uma programação repleta de leilões, shopping de animais e palestras no Parque Fernando Costa. A entrada para visitar o evento é gratuita.



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‘Criou-se uma indústria de RJ no agro que só enriquece advogados’, diz Santander


O ano passado registrou crescimento de 138% nos pedidos de recuperação judicial (RJ) no agronegócio brasileiro ante 2023, conforme dados da Serasa Experian. Ao que tudo indica, 2025 seguirá o mesmo caminho.

Em conversa com jornalistas na 30ª Agrishow, o diretor de Agronegócio do Santander, Carlos Aguiar, lamentou a alta e ressaltou que as instituições financeiras estão perdendo a “guerra” contra pessoas que, em sua concepção, enganam produtores com “soluções mágicas”.

Carlos Aguiar - diretor de Agro do Santander
Carlos Aguiar, diretor de Agronegócio do Santander. Foto: Victor Faverin/ Canal Rural

“Criou-se uma indústria de recuperação judicial no agro que só enriquece advogados. Temos mais gente oferecendo essa ‘saída’ do que pessoas em banco ofertando empréstimos para tirar empresas e produtores do sufoco”, disse.

Segundo ele, diante desta realidade, cabe aos bancos e cooperativas de crédito o entendimento sobre o perfil de seus clientes. “Para produtores menores, mais simples, não vejo sentido oferecer operações em dólar ou baseadas na Selic, mas sim as pré-fixadas, por exemplo.”

Aguiar se apoia no alto custo para se concretizar uma recuperação judicial, atualmente entre R$ 2 milhões e R$ 3 milhões. “Como uma empresa do agro em apuros vai conseguir bancar esse custo e depois se reerguer?.”

A carteira de agro do Santander é de R$ 100 bilhões e o banco espera estabilizar este número ou crescer, no máximo, 5% neste ano. Do montante, metade é destinado aos 25 mil clientes do segmento e a outra parte dividida entre crédito rural subsidiado e recursos intermediados pelo BNDES.

Por fim, o diretor destaca que o banco vê com bons olhos o ano de 2025 graças à safra recorde e os preços das commodities em níveis remuneradores. Porém, o executivo traz o alerta sobre a guerra comercial entre Estados Unidos e China, o que pode trazer benefícios apenas momentâneos ao agro brasileiro.

“O agro não pode trabalhar pautado em curto prazo. Essa situação entre as duas potências tende a enfraquecer a economia mundial e isso não é bom para ninguém, muito menos para o produtor”, reforça.



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Com Alckmin presente, setores do agro pedem melhorias para o Plano Safra na Agrishow



Com o tema ‘O agro do futuro de A a Z — de açaí a zebu’, a 30ª edição da Agrishow, feira internacional de tecnologia agrícola em ação e a maior do setor na América Latina, chamou a atenção pelas discussões que tiveram como foco o Plano Safra 2025/26.

Representantes do setor agronegócio, deputados da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), os governadores Romeu Zema, Minas Gerais e Ronaldo Caiado, de Goiás, Guilherme Piai, secretário de Agricultura de São Paulo, representando o governador Tarcísio de Freitas que está no exterior e o vice-presidente Geraldo Alckmin falaram sobre o evento.

Na semana passada, a FPA entregou a proposta do setor ao governo federal, solicitando, no mínimo, R$ 598 bilhões destinados para financiamentos do agro, um aumento de 25% em relação ao plano anterior.

Ronaldo Caiado destacou que o setor está investindo mais em tecnologia, porém, o governador goiano criticou as atuais imposições para concessão do seguro rural.

“Se nós não temos seguro rural, e se hoje você comprar uma máquina aqui, que tem uma taxa de juros entre 18 e 20% embutidos na aquisição e imaginar que esse mesmo dinheiro lhe rende 15% sem risco algum numa instituição financeira, aquele que tiver qualquer frustração, e não tem o seguro, vai precisar de uma recuperação judicial ou vai à falência”, disse.

Hoje o setor precisa de R$ 1,3 trilhão para produzir. Um plano safra com R$ 600 bi com somente R$ 25 bi de subvenção, é 2,5% do que o setor precisa. E R$ 600 bi de plano safra ficam R$ 800 bi para iniciativa privada, então não é nada exorbitante. O país merece isso e a gente espera que venha no mínimo isso”, afirmou Guilherme Piai.

Geraldo Alckmin destacou que o BNDES concedeu R$580 bilhões em crédito para o setor e prometeu que o governo vai trabalhar para aumentar o valor do plano safra 2025/26. “Nós vamos sim trabalhar para ter um aumento do valor do plano safra e ele certamente vai exigir uma equalização maior em razão do aumento da taxa”, ressaltou.



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O que mais influencia o aumento do chocolate, principalmente no período de Páscoa?


Na interatividade, perguntamos sobre o aumento do preço do chocolate no período da Páscoa e a maioria, 70%, respondeu que seria por conta da demanda aquecida. 

Em segundo, com 18%, o preço da amêndoa do cacau e em terceiro, com 12%, pragas e doenças na produção da fruta. 

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O comentarista e analista do Canal Rural, Miguel Daoud explica que o aumento do preço está diretamente ligado à Lei da Oferta e da Procura. 

“É um princípio da economia que explica como os preços são determinados pelo mercado. Ela estabelece que a oferta, a quantidade de um produto disponível, e a procura dos consumidores por aquele produto, acabam influenciando o preço de equilíbrio. Além disso, como a Páscoa ocorre apenas uma vez ao ano, é comum que empresas e comerciantes aproveitem essa época para lucrar. O consumidor precisa ficar atento, pesquisar e se possível comprar um pouco antes. Mas vale ressaltar, que a produção de cacau vem enfrentando problemas em todo o mundo”, afirma Daoud.

A África Ocidental, que produz cerca de 70% do cacau mundial, tem enfrentado problemas com a produção. O clima, pragas e doenças como a da vagem negra tem afetado as colheitas, enquanto a demanda tem crescido.  

Ainda não é possível saber o valor exato das vendas de chocolate na Páscoa 2025. No entanto, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) estima que as vendas de Páscoa somem R$ 3,36 bilhões.

Todas as quintas-feiras, o Porteira Aberta Empreender lança uma nova enquete no YouTube do Canal Rural e na outra semana traz o resultado. Participe.  



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Brasil vai enviar à Turquia bois vivos para reprodução



O Brasil poderá exportar para Turquia bois vivos para reprodução. A abertura de mercado foi anunciada pelo secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Luís Rua, durante a 90ª ExpoZebu, feira agropecuária realizada pela Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), em Uberaba (MG).

Hoje o Brasil já exporta bovinos vivos para a Turquia, destinados a confinamento (engorda) e abate. “Agora, abrimos mais este filão, mais essa oportunidade”, disse Rua, em vídeo transmitido na abertura do evento.

De acordo com o secretário, trata-se de um mercado potencial de US$ 300 milhões por ano, segundo dados do Ministério da Agricultura.

“A Turquia é o terceiro principal comprador desse tipo de produto. E vem enfrentando problemas de ordem sanitária com seus principais fornecedores, como Estados Unidos e União Europeia (UE), de maneira que, se abre essa boa oportunidade às nossas exportações”, avaliou Rua.

O secretário também citou a abertura do mercado africano para o gênero bovino do Brasil e avanços na certificação sanitária com a Índia.



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AgroNewsPolítica & Agro

Produtores de erva-mate relatam alta no custo da mão de obra


Segundo o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (25) pela Emater/RS-Ascar, a colheita da erva-mate avança nas regiões administrativas do Rio Grande do Sul, mas a rentabilidade para os produtores continua pressionada pelos preços baixos e pelo custo elevado da mão de obra.

Em Erechim, onde a área plantada é de 7 mil hectares, a abertura oficial da colheita está marcada para o dia 28 de maio, no município de Viadutos. A erva-mate está sendo comercializada a R$ 17,00 a arroba na indústria, o que gera uma margem de lucro entre R$ 8,00 e R$ 9,00 para o agricultor. “A mão de obra para colheita está se tornando muito cara”, informou a Emater/RS-Ascar.

Na região de Soledade, a colheita foi intensificada neste período considerado o mais favorável do ano, devido ao maior volume de folhas maduras. Segundo a Emater, a qualidade do chimarrão é beneficiada nessa época. O preço pago ao produtor varia entre R$ 17,00 e R$ 19,00 a arroba em municípios como Itapuca e Mato Leitão.

Em Passo Fundo, as chuvas recentes favoreceram o desenvolvimento das plantas, permitindo a continuidade normal da colheita. No Polo Ervateiro do Nordeste Gaúcho, os preços variam entre R$ 17,00 e R$ 18,00 a arroba. Em Machadinho, a erva-mate comum é negociada a R$ 18,00 a arroba e a cultivar Cambona 4 a R$ 19,00. A produção de mudas segue normal, com poucas incidências de doenças, e o preço da muda é de R$ 2,00 a unidade.

Já na região de Lajeado, a cultura apresenta boas brotações favorecidas pela umidade recente. Os preços permaneceram estáveis no último mês: erva-mate convencional entre R$ 15,00 e R$ 19,00 a arroba; nativa a R$ 20,00; nativa sombreada a R$ 21,00 e erva-mate orgânica a R$ 22,00 a arroba. “Os produtores seguem desmotivados para investir na cultura devido aos preços baixos e à dificuldade de venda”, apontou o informativo.

A Emater também relatou que muitos produtores estão atentos às práticas de cultivo, realizando adubações, controle de pragas e colheita. No entanto, o período atual é considerado inadequado para a estocagem de erva-mate para chimarrão, em razão do excesso de brotações. A fiscalização sobre o uso de produtos não registrados na cultura foi reforçada pelas ervateiras, que têm descredenciado fornecedores que não seguem boas práticas agrícolas.

No Polo Alto Taquari, onde são cultivados aproximadamente 20 mil hectares, o processo de obtenção da Indicação Geográfica (IG) está em fase de finalização, com a análise das primeiras amostras químicas dos ervais. A cultura tem relevância econômica e social em cinco municípios da região — Arvorezinha, Ilópolis, Anta Gorda, Putinga e Doutor Ricardo —, favorecendo a permanência de jovens no campo e movimentando o setor industrial, que conta com 72 indústrias. Os produtores, no entanto, relatam dificuldades para contratar trabalhadores para a colheita.





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Frente fria derruba temperaturas e traz risco de tempestades



A passagem de uma frente fria em alto mar na altura do Sudeste deve impulsionar mais umidade para o continente, estimulando nuvens carregadas sobre áreas do sul e leste paulista, com riscos de temporais no estado de São Paulo.

Na capital paulista a segunda-feira (28) começou mais nublada e há chance para alguma chuva fraca localizada. Porém, com o avanço do sistema, a chuva vai ganhando força no decorrer do dia e se prolonga até à noite. Há possibilidade de raios durante a tarde e de rajadas de vento de 50 a 60 km/h.

A Climatempo adverte para volumes acumulados altos que podem causar alagamentos. Existe risco para problemas no fornecimento de energia, além de queda de galhos e/ou árvores.

O alerta também vale para as regiões do Vale do Ribeira, litoral sul, Baixada Santista, Sorocaba, Campinas e parte da Serra da Mantiqueira e Vale do Paraíba. As demais áreas do estado terminam a última segunda do mês em atenção, com a entrada de mais umidade e chance de chuva forte em regiões como Presidente Prudente, Bauru, São José do Rio Preto e Franca.

Após frente fria, madrugadas ficarão mais frias

Esta frente fria passa em alto mar de forma rápida e já na noite de segunda, chega a altura do Espírito Santo e litoral sul da Bahia. O que vai voltar a chamar atenção é o ar frio que vem na retaguarda do sistema. As mínimas voltam a diminuir bem na cidade de São Paulo, com possibilidade de novos recordes de madrugada mais fria do ano. A Climatempo prevê mínima de 14 °C na quarta (30) e na sexta-feira (2) e apenas 13 °C na quinta-feira, dia 1 de maio.

Por outro lado, com a atuação do ar frio e seco, a condição de chuva diminui. Áreas do litoral, norte e nordeste do estado, assim como a capital, podem começar a terça-feira (29) com um pouco de garoa, condição que vai diminuindo ao longo do dia.

A maioria das regiões, ficam sem previsão de chuva de quarta a sexta-feira e com temperaturas mais amenas durante a tarde. Na cidade de São Paulo, as máximas devem variar entre 21 e 24 °C até o final desta semana.



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Milho segue em queda e vendedores estão mais flexíveis



De acordo com os dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), a maior oferta de milho enfraqueceu a demanda pelo cereal, que seguiu em queda na última semana.

Segundo o Centro de Estudos, os consumidores estão afastados do mercado spot nacional à espera de melhores condições de compra. Neste cenário os vendedores estão mais flexíveis para negociações, principalmente diante das boas perspectivas para a segunda safra.

Nesse sentido, a maior parte das lavouras apresenta um bom desenvolvimento, favorecido, principalmente, pelo retorno das chuvas. O que tem contribuído para manter a umidade do solo.

Ainda de acordo com os pesquisadores do Cepea, mesmo com os preços do milho se tornando mais atrativos em comparação com a soja, os negócios seguem em ritmo lento.

*Sob supervisão de Thiago Dantas



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